quarta-feira, janeiro 07, 2026
DINAMARCA - PRIMEIRA-MINISTRA DIZ NO DISCURSO DE ANO NOVO AOS IMIGRANTES HOSTIS: «NÃO QUEREMOS CÁ A VOSSA CULTURA DE DOMINAÇÃO»
A primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, anunciou planos de reforma das deportações com o objectivo de expulsar mais estrangeiros condenados por crimes graves. No seu discurso de Ano Novo, ela argumentou que a Dinamarca deve priorizar a segurança pública e as vítimas, mesmo que isto signifique contrariar as convenções internacionais. “O governo apresentará em breve uma reforma abrangente das deportações”, disse Frederiksen. “Isto significa que ainda mais estrangeiros criminosos terão de ser deportados da Dinamarca.”
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Mette Frederiksen a brilhar mais uma vez como grande líder europeia, quase a par de Giorgia Meloni. É pena que o gordo loiro do outro lado do Atlântico esteja a fazer merda da grossa contra o país dos Daneses, o que só nobilita a primeira-ministra dinamarquesa na medida em que esta saiba dar resposta firme - nenhuma cultura de dominação pode ser aceite na Europa, nem a do terceiro-mundo nem a dos bullies, mesmo que sejam brancos, e que, de resto, pactuam com império multirracial contra uma Nação autenticamente europeia como é a Ucrânia.
A Dinamarca mostra, com o que diz Frederiksen, que está na linha da frente europeia na defesa prática das mais autênticas fronteiras europeias em todos os sentidos, a começar pelo primeiro, o propriamente nacional, étnico, e Frederiksen fá-lo formalmente em nome da liberdade europeia, ferindo indirecta mas fatalmente a abjecta construção ideológica esquerdista da «interseccionalidade», o que se revela particularmente saboroso na medida em que a governante é de um partido de Esquerda liberal, o social-democrata da Dinamarca.
ESTUDANTE DE DOUTORAMENTO EM CRIMINOLOGIA QUERIA PROVAR O ALEGADO FACTO DE QUE «O SISTEMA É RACISTA CONTRA OS NEGROS»... FOI ASSASSINADA À FACADA POR UM NEGRO
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SOBRE O NOSSO NATAL, QUE HOJE CULMINA, E AS DECLARAÇÕES DO PATRIARCADO DE LISBOA NO MÊS PASSADO
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Alguns nacionalistas ingénuos, órfãos mentais, sempre em busca ou de um paizinho ou de um líder ou de uma estrutura que os defenda, gostam muito de declarações eclesiásticas pronunciadas em prol da «nossa» cultura. Mas qual «nossa» cultura? O padralhame não se engana sobre isto e é sempre coerente - a «nossa» cultura de que fala não é «a nossa Europa branca!» que os nacionalistas adoram mas sim a Cristandade, que a Igreja quer poder continuar a identificar com o Ocidente de maneira a manter ou, aliás, a recuperar os Ocidentais para o seu rebanho, sempre são setecentos milhões na Europa e mais quinhentos milhões, grosso modo, do outro lado do Atlântico, a habitar a maior parte das potências mundiais: EUA, RU, França, Itália, Alemanha, não é coisa pouca. Queriam, aliás, ter a UE em peso sob a sua égide, mas os gajos que fizeram o Tratado da UE nunca lá incluíram qualquer referência ao Cristianismo como fundamento da sua união - Grécia e Roma, sim, Jesus na cruz é que não, para incómodo do beatame, a começar pelo papa João Paulo II, que falhou nessa campanha.
Ora este credo é, como já foi aqui dito e comprovado à saciedade, é, como agora diz o patriarcado de Lisboa, a raiz do universalismo militante que traz toneladas de imigrantes para a Europa. Isto está, como é bom de ver, nas antípodas vitais, mentais, espirituais, intestinais, figadais, pancreatais, coracionais, uteronais & prostatais, nas antípodas totais do que é o mais crucial interesse nacionalista europeu. Quando a Igreja proclama por isso a urgência de defender a «nossa» tradição «europeia», está precisamente a fazê-lo em nome de um ideal diametralmente contrário e absolutamente inimigo do Nacionalismo. É, de resto, uma brutal ironia histórica que seja precisamente esta mentalidade cristã que forma a raiz moral da actual sanha imigracionista das elites ocidentais, inclusivamente, afinal, da própria ICAR. A diferença entre os imigracionistas laicos e os imigracionistas cristãos é que estes dizem «imigração sim, mas com vocês todos a perceberem que isto acontece por causa de Cristo e que é Cristo quem manda aqui!», o que pode afinal não vir a suceder, uma vez que o Islão é se calhar mais sedutor para muitos imigrantes do que a doutrina do Crucificado, mas, seja qual for o resultado das suas conversões, a verdadeira Europa nada tem com isso e só pode ficar a perder com a permanência de tudo isso no espaço europeu.
Natal sim, mas o verdadeiro, o original, o da raiz - igualdade, fraternidade e abundância em nome de Saturno, Deus da Idade de Oiro e da Agricultura, com verduras iluminadas e decorativas, muitos presentes e muita comezaina em família e amigos. O resto que fique para lá das fronteiras continentais europeias.
RÚSSIA - MUFTI DECLARA QUE «UM TERÇO DO PAÍS SERÁ MUÇULMANO DAQUI A QUINZE ANOS»
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A notícia é de 2019... pode ser que, com a guerra, muitos dos jovens muslos da Rússia tenham sido atirados para a Ucrânia e lá ficado como carne para canhão, mas provavelmente também lá morreram jovens russos, enquanto as crianças muçulmanas em solo russo parecem estar a multiplicar-se.
Só por ingenuidade ou desonestidade se pode fazer crer que a Rússia está em condições de salvar a Europa seja do que for, excepto, claro está, da paz e da Democracia, e aqui é que bate o ponto para a infecta putinaria que aí anda pelas esquinas das redes sociais a expressar ódio à Ucrânia e a dizer que o ex-KGB é que a leva direita... é que os putineiros o que querem realmente é ver o fim do poderio democrático do e no Ocidente, o resto são aldrabices e «argumentos» descaradamente invertebrados, já se sabe como é.
UM BRANCO PRESUMIVELMENTE «ARIANO» NA MONGÓLIA DE HÁ MAIS DE CINCO MILÉNIOS
- A imagem foi criada por Ancestral Whispers, uma organização especializada em tais reconstituições.






