quarta-feira, julho 08, 2026

TURQUIA - CRUZEIRO GAY NORTE-AMERICANO IMPEDIDO DE ENTRAR NO PAÍS

Patti LuPone ficou "furiosa" depois de um cruzeiro LGBTQ+ no qual ela estava programada para se apresentar ser supostamente proibido de entrar na Turquia. Na Vernes 3 de Julho, a estrela da Broadway, de 77 anos, mostrou que ficou "chocada" ao saber que o cruzeiro gay a bordo do Scarlet Lady, da Virgin Voyages, no qual ela tem apresentações agendadas de 5 a 15 de julho, teve a entrada negada no país do Médio Oriente. “Um navio — um navio magnífico — cheio de homens gays endinheirados. E eu. Impedida de entrar na Turquia simplesmente por causa de quem está a bordo”, escreveu LuPone no Instagram. “Estou furiosa, mas vou continuar a navegar, pois o navio fará outras escalas.” “Estou pronta para me apresentar a todos os homens maravilhosos neste cruzeiro Atlantis, que merecem muito mais do que isso”, acrescentou ela. 
A Atlantis Events, a Virgin Voyages e o Ministério da Cultura e Turismo da Turquia não responderam imediatamente ao pedido de comentário da revista PEOPLE. 
O presidente e CEO da Atlantis Events, Rich Campbell, disse à CNN que o motivo pelo qual o cruzeiro "de Atenas a Veneza" não mais fará escala na cidade portuária turca de Kuşadası é simplesmente porque "um grupo gay" estará a bordo. “É impressionante, para ser honesto”, disse ele ao veículo. “É muito preocupante para mim quando um país decide que pode escolher os turistas que podem entrar e os que não podem.” Campbell também afirmou que o incidente mais recente marca a primeira vez em 36 anos que a empresa foi "activamente informada de que não podemos atracar aqui por causa de quem somos".
As autoridades da província de Aydın, na Turquia, afirmaram que "não havia absolutamente nenhuma possibilidade de o grupo em questão visitar a nossa província para um evento dessa natureza", alegando que o navio foi fretado por grupos "conhecidos por comportamentos incompatíveis com o tecido da nossa sociedade e valores morais", informou o veículo de comunicação.
O cruzeiro de 10 dias é anunciado como “uma viagem épica exclusivamente gay de Atenas a Veneza, passando pelos destinos mais icónicos do Mediterrâneo — Mykonos, Santorini, Istambul, Dubrovnik e muito mais”, segundo o Instagram da Atlantis Events. “Vamos deslumbrar 2500 homens com entretenimento estelar, as melhores festas do mundo e experiências incríveis a bordo do Scarlet Lady da Virgin.”
Embora o cruzeiro faça agora paragens no Cairo, Egipto, e na ilha grega de Creta, em vez da Turquia, Campbell enfatizou que a sua empresa não tem intenção de ser ou agir como uma "organização política". Como ele mesmo disse: "Não estamos lá por nenhum outro motivo além de gastar dinheiro, divertirmo-nos, fazer passeios e sermos extremamente respeitosos para com todas as culturas que visitamos."
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Fontes:
https://people.com/patti-lupone-furious-after-she-learns-lgbtq-cruise-shes-set-to-perform-on-is-banned-from-turkey-12011787?taid=6a47d41768410d00011935b2&utm_campaign=peoplemagazine&utm_content=new&utm_medium=social&utm_source=twitter.com
https://jihadwatch.org/2026/07/patti-lupone-shocked-that-lgbtq-cruise-she-was-set-to-perform-on-was-banned-from-traveling-through-turkey

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Muita sorte teve a nau gay de ser recebida no Egipto, outro país muçulmano, muita sorte teve também por ser impedida de entrar na Turquia, se calhar corria pior a vida aos passageiros caso fossem detidos em território turco por actos incompatíveis com o Islão...
O presidente e CEO da Atlantis Events, Rich Campbell, evidenciou grave sintoma de esquerdalhite aguda ao falar como se um Estado não tivesse direito a escolher os estrangeiros que lhe entram no território, mesmo que sejam «só» turistas, era o que mais faltava que não o pudessem fazer. É provável que seja esquerdoso noutros pensamentos, se calhar por isso é que não lhe passou pela mioleira o facto de que a grande maioria dos países muçulmanos não tolera a homossexualidade, precisamente porque o Islão a condena.
Entretanto, é verdade que a Turquia descriminalizou a prática homossexual já no século XIX, todavia o governo de Erdogan tem andado a re-islamizar o país...
Leia-se o que diz a IA:
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Se a Turquia tolera a homossexualidade, porque é que um cruzeiro LGBT foi recentemente impedido de lá entrar?

O impedimento recente do cruzeiro Scarlet Lady na Turquia demonstra a distinção crucial entre a legalidade formal da homossexualidade e a postura política hostil do actual governo. Embora a homossexualidade permaneça legal no código penal do país, o governo conservador utiliza leis e decretos de "moralidade pública" para bloquear eventos e manifestações visíveis da comunidade LGBTQIA+. [1, 2, 3, 4, 5]
O bloqueio do navio de cruzeiro fretado pela Atlantis Events explica-se pelos seguintes factores políticos e sociais:
1. Retórica Governamental de "Padrões Morais"
As autoridades locais turcas justificaram o cancelamento das escalas em Kuşadası e Istambul alegando que o cruzeiro transportava grupos "conhecidos por comportamentos incompatíveis com os valores da sociedade e a moral do país". Esta justificação baseia-se em conceitos abstractos de "ordem pública" e "valores familiares", que dão ao Estado margem para intervir de forma discricionária, mesmo sem haver uma lei penal que criminalize os indivíduos. [1, 2, 3, 4, 5]
2. A Agenda Conservadora do Governo de Erdoğan
O partido governista (AKP), liderado pelo presidente Recep Tayyip Erdoğan, tem adoptado nos últimos anos uma postura fortemente nacionalista e religiosa. Erdoğan utiliza frequentemente discursos públicos para rotular a comunidade LGBTQIA+ como uma "ameaça à família tradicional turca" e um reflexo da "perversão ocidental". Bloquear um navio com 2000 turistas maioritariamente norte-americanos funciona como uma demonstração de força política para a sua base eleitoral conservadora. [, 2, 3]
3. A Proibição Geral de Eventos e Visibilidade
Este incidente com o navio não é um caso isolado, mas sim a extensão de uma política interna que já dura há mais de uma década: [1]
  • A Marcha do Orgulho de Istambul (Istanbul Pride), que chegou a reunir mais de 100000 pessoas, está proibida consecutivamente todos os anos desde 2015. [1, 2]
  • Conferências, festivais de cinema e eventos associados à comunidade LGBTQIA+ são sistematicamente cancelados pelas autoridades provinciais sob pretexto de "garantir a segurança" ou evitar "tensões sociais". [, 2]
Actualização no dia 10 de Julho: após ser rejeitado pela Turquia, o mesmo navio tentou desviar a sua rota para Alexandria, no Egipto, onde também foi impedido de entrar pelas autoridades locais, forçando os passageiros a seguir viagem para a Grécia. [1, 2]»

PAQUISTÃO - PARENTE DE POLÍTICO PAQUISTANÊS FOI UM DOS ENVOLVIDOS NO SEQUESTRO E VIOLAÇÃO DE UMA NEERLANDESA E DE UMA VENEZUELANA


Um parente de um político paquistanês de alto escalão estava entre os quatro suspeitos presos pelo suposto estupro colectivo de duas estrangeiras, informou a polícia nesta Vernes.
Os suspeitos, identificados como Muhammad Raza Dar, Hassan Raza, Sikandar Khan e Sajid Ali, foram enviados para prisão preventiva por cinco dias por um tribunal de Lahore na Vernes. Raza Dar, identificado como o principal suspeito, está ligado ao político veterano Ishaq Dar, vice-primeiro-ministro e ministro das Relações Exteriores do Paquistão. "Como se trata de um assunto muito delicado, já que um parente próximo do vice-primeiro-ministro Ishaq Dar está envolvido neste caso de grande repercussão, a polícia está a investigar todos os aspectos", disse um polícia.
As estrangeiras, uma da Holanda e a outra da Venezuela, teriam sido sequestradas e estupradas colectivamente por cinco homens em Lahore, no dia 29 de Junho. 
A polícia resgatou as mulheres após receber um telefonema de Espanha de um dos pais das vítimas.
Na Joves, a polícia de Lahore registou um caso contra cinco suspeitos e prendeu quatro deles sob os artigos 365A (sequestro) e 375A (estupro colectivo) do Código Penal do Paquistão. O quinto acusado está fugido e a polícia informou que estão a ser realizadas buscas para prendê-lo.
As mulheres disseram à polícia que conheceram Raza Dar em Singapura em Outubro de 2025 e que ele as convidou para visitar o Paquistão. 
Um segundo oficial da polícia disse à PTI que as mulheres e Raza Dar eram sócios num empreendimento de cripto-moedas. Raza Dar providenciou vistos de negócios para a visita delas ao Paquistão, que chegaram a Lahore no dia 29 de Junho.
Uma das mulheres contou à polícia que, ao chegar a Lahore, Raza Dar e os outros suspeitos sequestraram-nas e levaram-nas para uma casa onde supostamente as estupraram colectivamente e exigiram resgate para libertá-las.
Segundo um funcionário do tribunal, Raza Dar foi identificado pelas mulheres como o "principal suspeito" quando os quatro acusados ​​foram apresentados a um magistrado.
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Fonte:
https://www.ndtv.com/world-news/pakistan-deputy-prime-minister-ishaq-dars-relative-muhammad-raza-dar-among-4-arrested-in-gangrape-of-2-foreign-women-11724906?
https://jihadwatch.org/2026/07/pakistani-deputy-prime-ministers-grandson-arrested-over-abduction-rape-and-torture-of-two-foreign-women-in-lahore
Agradecimentos ao anónimo que fez notar o erro da publicação igual, anterior, que foi apagada.

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Quem é que ouviu mais este escândalo nos grandessísmos mé(r) dia tugas?

IRÃO - GENERAL DA GUARDA REVOLUCIONÁRIA ISLÂMICA DIZ QUE AS TRÉGUAS E AS «CONVERSAÇÕES» COM O INIMIGO SERVEM PARA GANHAR TEMPO E FÔLEGO ANTES DE VOLTAR A ATARCAR

O general da Guarda Revolucionária Islâmica (aposentado) Mohammad-Hossein Saffar-Harandi, membro do Conselho de Discernimento do Interesse Público do Irão e ex-ministro da Cultura e Orientação Islâmica, afirmou em aparição na IRINN TV (Irão) em 27 de Junho de 2026 que a guerra exige o desenvolvimento constante de novas ideias e planos estratégicos, incluindo a interrupção do conflito para negociações, o que ele descreveu como um conceito de “ataque e recuo”.
Mohammad-Hossein Saffar-Harandi: “A guerra tem os seus altos e baixos. O nosso inimigo segue uma linha de ataque específica e, quando falha, recua, reagrupa-se para se rearmar e retorna. Devemos fazer o mesmo.”
“A guerra exige que busquemos constantemente novas ideias e planos estratégicos, e isto inclui interromper o conflito em determinado momento e iniciar negociações. Este é o conceito de ataque e recuo na guerra. Após seguir uma linha de ataque específica, o inimigo chega a um ponto em que pede para conversar.”
“Isto também acontecia nos dias dos profetas. Eles não lutavam sem parar. A guerra era interrompida para negociações. O exemplo mais notório é o Tratado de Hudaybiyyah. À primeira vista, parecia que o Profeta estava a recuar, mas, na realidade, abriu caminho para futuras vitórias e conquistas, especialmente a conquista de Meca.”
(...)
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Robert Spencer do Jihad Watch fala do contexto histórico destas palavras:
Como explica o livro "A História da Jihad", Maomé concluiu o Tratado de Hudaybiyyah com os pagãos coraixitas em termos desfavoráveis ​​aos muçulmanos, para grande confusão e ira de alguns dos seus companheiros. Uma nova revelação prometia aos muçulmanos descontentes "muitos despojos" (Alcorão 48:19). Talvez para cumprir essa promessa, Maomé liderou-os contra o oásis de Khaybar, habitado por judeus, muitos deles exilados de Medina, e massacrou os judeus ali presentes, apoderando-se da prometida abundância de despojos. O Tratado de Hudaybiyyah durou apenas até que os muçulmanos se tornassem fortes o suficiente para rompê-lo. Agora, Mohammad-Hossein Saffar-Harandi está a comparar as negociações entre EUA e Irão ao mesmo tratado. O governo Trump deveria prestar muita atenção a isto e ponderar as suas implicações para a utilidade das negociações como um todo. Mas não o fará.»
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Fontes: 
https://jihadwatch.org/2026/07/iranian-official-likens-u-s-iran-talks-to-muhammads-treaty-of-hudaybiyyah-it-paved-the-way-for-future-victories
https://www.memri.org/tv/saffar-harandi-negotiations-attack-retreat-hudaybiyyah-muhammad-hormuz

NEDERLANDA - ALÓGENO VIOLA MIÚDA DE 13 ANOS E PEDE-LHE QUE SE CASE COM ELE, MILITANTE DE ESQUERDA DIZ QUE A CULPA É DOS «HOMENS»...

Uma política holandesa de Esquerda, de origem turca, está a culpar "os homens" pelo estupro de uma menina de 13 anos num matagal por um solicitante de asilo na sua cidade, Alkmaar. O caso tornou-se num grande escândalo na cidade. O solicitante de asilo ganhou manchetes internacionais ao dizer à jovem vítima, em tribunal, que se queria casar com ela para "corrigir as coisas".
A vereadora Kivilcim Pinar, nascida e criada na cidade turca de Istambul e filiada no Partido dos Animais (PvdD), de Esquerda, classificou a discussão sobre o estupro como “ridícula” e argumentou que crimes sexuais não se restringem a um único grupo. “Brancos, negros, jovens, idosos — todos são culpados de crimes sexuais. Em Alkmaar, lutamos especificamente contra toda a forma de violência contra a mulher: é simplesmente um problema dos homens”, afirmou. A sua declaração foi considerada "paradoxal", pois ela afirma numa frase que acusações de crimes sexuais não devem ser generalizados a um grupo inteiro e, em seguida, rotula todo um grupo, os homens, como o problema. 
O caso ganhou destaque internacional quando surgiram relatos de que o homem se ofereceu para casar com a jovem durante o julgamento, dizendo: "Se eu puder consertar as coisas, quero fazer isso. Gostaria de me casar com ela." A declaração teria causado grande espanto no tribunal na altura.
O facto de ninguém, nem mesmo o conselho municipal, ter sido informado sobre o estupro por quase um ano, também se tornou num escândalo na cidade. O estupro teria ocorrido em 2025, mas ninguém, nem o público nem o conselho municipal, soube de nada até à primeira audiência judicial deste mês, Junho de 2026.
A autarca Anja Schouten, de Alkmaar, afirmou durante um debate de emergência que não pôde informar o conselho municipal no início do ano passado sobre o estupro de uma menina de 13 anos no Bolwerk, de acordo com o Headliner.nl. Ela declarou ainda que não havia base legal na altura para alertar activamente o conselho ou os moradores sobre o estupro cometido pelo solicitante de asilo, porque não havia problemas directos de ordem pública ou distúrbios generalizados.
Esta visão está a ser contestada pelo conselho municipal, que afirma que a autarca poderia ter tomado esta decisão em consulta com as autoridades policiais. Alguns chegam a alegar que ela tentou acobertar o estupro.
O caso continua a ser um ponto de tensão política em Alkmaar, cidade já envolvida em debate contínuo sobre a segurança em torno do seu centro de acolhimento de requerentes de asilo. Os partidos de oposição OPA e BAS pressionaram pela convocação do debate emergencial para exigir esclarecimentos sobre o que a autarca Anja Schouten e o conselho municipal sabiam, quando souberam e não foi o conselho informado antes que o caso se tornasse público por meio de reportagens dos média, em vez de ser informado pelo governo municipal.
Segundo o portal de notícias Streekradio Alkmaar, “Vários partidos de Alkmaar ficaram chocados ao lerem sobre o incidente no jornal. Exigiram explicações do autarca durante o debate de emergência.” “Estamos surpreendidos por não termos recebido informações activas sobre o caso. Nem mesmo após a publicação do artigo no jornal. Recebemos comunicados sobre câmaras de segurança, fechamento de prédios, sobre jogos de futebol, sobre o Dia do Rei. Isto é uma escolha consciente ou não? A autarquia não quer depender da imprensa para tomar conhecimento de tais eventos”, disse Tamara Vermeulen, da OPA.
Outra política, Pien Bijl, do partido BAS, declarou: “Estou desapontada. Somos o órgão administrativo máximo. Só recebemos informações sobre caixas electrónicas que explodiram, mas não quando uma menina de 13 anos é estuprada?”
Na noite de Lues, a câmara municipal realizou um debate de emergência sobre o caso, que gerou indignação na comunidade. Um homem identificado apenas como TN, residente do centro de acolhimento para requerentes de asilo local, é suspeito pelo Ministério Público de ter estuprado uma menina de 13 anos num matagal próximo do centro.
Os promotores pediram uma pena de prisão de quatro anos, e a decisão do tribunal é esperada para 7 de Julho.
“Um crime sexual gravíssimo”, declarou o Ministério Público ao jornal Noordhollands Dagblad. “Uma jovem vulnerável, que atravessava um período difícil da vida. As coisas não iam bem na escola nem em casa. Ela tinha fugido de casa e procurava um lugar para dormir, não tinha para onde ir. Entrou em contacto com o suspeito, que não hesitou em estuprá-la.”
Segundo a promotoria, a menina disse repetidamente à polícia que não queria fazer sexo com o homem, que doía e que ele continuou mesmo assim. O ADN da menina correspondia ao do suspeito. Numa defesa incomum, TN alegou que o seu ADN poderia ter ido parar nela porque o dedo dela tinha tocado o dele, e teria questionado no tribunal porque acreditariam os juízes numa menina tão jovem, afirmando que ela não sabia de nada e não entendia nada sobre sexo.
Durante a audiência, a mãe da menina dirigiu-se ao suspeito de forma directa e emocionada, afirmando que as suas acções tinham prejudicado as suas vidas. A vítima teria pedido uma indemnização de 12000 euros e, segundo relatos, continua a enfrentar problemas psicológicos.
Tamara Vermeulen, membro do conselho da OPA, relacionou directamente o caso a preocupações com a segurança no entorno do centro de acolhimento de requerentes de asilo: “As pessoas não se sentem seguras por causa do centro de acolhimento de requerentes de asilo. Parece que o autarca está a tentar abafar o caso para manter tudo em segredo”, disse ela.
Notavelmente, os Países Baixos foram palco de tumultos devido à construção de centros de acolhimento para requerentes de asilo em diversas cidades do país este ano. Além disso, outros casos de estupro de grande repercussão também chocaram os Países Baixos, incluindo o estupro e assassínio de Lisa, de 17 anos.
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Fonte: https://rmx.news/article/dutch-left-wing-party-blames-men-after-asylum-seeker-rapes-13-year-old-girl-in-a-bush-and-offers-to-marry-her/

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Já se sabe como é o activismo «feminista» de Esquerda - condena por princípio «a Discriminação!», pecado capital, mas só se for a de índole étnica, aliás, só se a discriminação for contra não brancos...
A promoção racional do anti-racismo é bem conhecida - torna-se injusto discriminar negativamente todo um grupo só por as pessoas desse grupo terem nascido nesse grupo, e não têm culpa disso, tampouco podem mudar a sua natureza biológica. Ora essa conversa cai completamente por terra quando se trata de discriminar a metade masculina da humanidade, que também não tem culpa de ter nascido com sexo masculino, mas neste caso o activismo «anti-discriminação» não se ensaia nada de acusar os homens em peso, mas note-se, tome-se bem atenção ao subtexto destas acusações, porque os «homens» que esta/es activistas «feministas» têm em mente quando guincham não é simplesmente o género masculino em geral mas sim, sempre, o homem branco cis heterossexual. A partir do momento em que o homem opressor não seja branco, desmancha-se para aí metade do zelo «misândrico» de muitas das activistas «feministas». Ou então pura e simplesmente ignoram a identidade étnica dos homens culpados e fazem como fez esta turca, «batem» nos «homens» em abstracto mas querendo atingir sobretudo os homens brancos como bode expiatório de toda a maldade que os homens de outras etnias possam ter feito. Se alguma Netflix quisesse fazer uma série sobre este caso em epígrafe, era altamente provável que o actor escolhido para interpretar o papel de violador fosse europóide...
Esta espécie de gente pode ter todo um discurso contra o «heteropatriarcado» - o seu ódio, todavia, está focado, não no heteropatriarcado, não nos homens enquanto tal, mas sim na humanidade branca europeia, o que bate certo com o facto de que, ideologias contingentes à parte, a sua verdadeira «religião» é o anti-racismo militante. Não é pois a «discriminação» o que verdadeiramente mais lhe acende o antagonismo mas sim a condição do branco em si. Não é verdadeiramente a igualdade que move a sua militância mas sim o ódio ao seu próprio grupo, o que, mais uma vez, tem uma raiz moral de carácter religioso, ou seja, isto é a versão laica das palavras de Jesus que mandam odiar a sua própria família (Lucas 14:26), sendo que o próprio Jesus afirmou, abertamente, que vinha trazer o conflito dentro de cada família (Mateus 10:34-39). 

ALEMANHA - SÍRIOS VIOLAM MENOR DE IDADE

Dois homens sírios foram presos sob a acusação de estuprar uma jovem de 18 anos numa boate de Munique. O caso teria ocorrido no início de Junho. Dois funcionários de uma boate estão a ser elogiados por ajudarem na captura dos autores do crime. Segundo a polícia, a mulher e os dois homens conheceram-se na boate, localizada no subsolo da rua Arnulfstrasse. Pouco tempo depois, a dupla síria teria convencido a adolescente a acompanhá-los até um quarto destrancado no primeiro andar do prédio. Lá, de acordo com a polícia, eles assediaram-na e estupraram-na, apesar de ela ter resistido. Em seguida, eles fugiram do local. Quando uma amiga da jovem alertou a polícia, uma grande operação policial foi iniciada para localizar os dois sírios. Uma funcionária da boate desempenhou um papel fundamental na sua localização. Ela disse tê-los visto enquanto voltava para casa a pé, segundo o portal de notícias BR
“Chegámos lá muito rapidamente e conseguimos prender os dois suspeitos perto do local do crime”, disse o porta-voz. A polícia prendeu um jovem de 21 anos e outro de 19, ambos cidadãos sírios. Os investigadores estão a analisar as imagens das câmaras de segurança. 
Ambos os homens estão em prisão preventiva e os investigadores estão a analisar os seus telemóveis em busca de provas.
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Fonte: 
https://rmx.news/article/germany-2-syrians-rape-a-girl-near-a-munich-nightclub/

NEDERLANDA - MOUROS CELEBRAM COM VIOLÊNCIA GENERALIZADA A SUA VITÓRIA FUTEBOLÍSTICA SOBRE O PAÍS QUE OS RECEBEU

Após a eliminação da selecção holandesa de futebol pela selecção marroquina do Campeonato do Mundo, tumultos irromperam na manhã de 30 de Junho em Haia, com imagens dramáticas mostrando polícias holandeses em motocicletas fugindo de adeptos marroquinos. A polícia também utilizou canhões de água para controlar a multidão e pelo menos uma dúzia de pessoas foram presas, segundo relatos.
O vídeo da fuga da polícia holandesa provocou uma reacção contundente do líder político anti-imigração Geert Wilders, que escreveu: “Varram essas ruas e mandem essa ralé com as suas famílias para Marrocos. Este é o nosso país. Ala daqui para fora!
Veeg die straten school and zet het relatuig with family uit at Marokko. Esta é a nossa terra. Wegwezen! #NEDMAR #Schilderswijk https://t.co/IR8pLKIcnO – Geert Wilders (@geertwilderspvv) 30 de Junho de 2026
Marroquinos reuniram-se nas ruas, bloqueando o trânsito e entoando cânticos com bandeiras marroquinas. Alguns adeptos dançaram em cima dos carros. Muitos deles são cidadãos holandeses, de segunda e até terceira geração. A polícia reagrupou-se e realizou investidas com cassetetes, utilizou canhões de água e efectuou prisões selectivas. Um porta-voz afirmou que os canhões de água foram utilizados após a polícia ter sido alvo de pedras e fogos de artifício.
Com a selecção marroquina a avançar no Campeonato do Mundo, é provável que a polícia em toda a Europa fique apreensiva com os próximos jogos envolvendo a equipa norte-africana. Nos anos anteriores, as vitórias marroquinas em eventos desportivos de futebol levaram ao caos e a tumultos generalizados. De facto, já em 2022, Wilders defendia deportações em massa em reacção aos grandes distúrbios que se seguiram às vitórias da selecção marroquina.
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Fonte: https://rmx.news/article/dutch-motorcycle-police-flee-on-video-during-riots-in-the-hague-after-morocco-knocks-netherlands-out-of-world-cup/

INGLATERRA - CHEFE PAKI MUSLO DE REDE DE PEDOFILIA QUE VITIMOU TRINTA CRIANÇAS NÃO ESTÁ A PODER SER DEPORTADO DEPOIS DE PRESO E ESTÁ ENTÃO EM LIBERDADE...

O líder da notória quadrilha de aliciamento sexual de Rochdale – condenado por 30 estupros de crianças – foi libertado da prisão há poucos dias, enquanto Downing Street continua a insistir que não tem poder para deportá-lo da Grã-Bretanha. Shabir Ahmed, de 73 anos, foi libertado da prisão de Leeds na Joves e deverá começar a cumprir pena num albergue para pessoas em liberdade condicional no norte de Inglaterra, a um custo estimado de 120 libras por noite para os contribuintes. Está-se a mudar para uma instalação perto de Rochdale, onde muitas das suas vítimas ainda moram, e está a usar uma tornozeleira electrónica com GPS. Ahmed – que instruía as suas vítimas a chamar-lhe "paizinho" – é um cidadão paquistanês que adquiriu a cidadania britânica por meio da naturalização. Ele oferecia bebidas e drogas a meninas de até 13 anos antes de "passá-las de mão em mão" para serem abusadas por ele e oito cúmplices. Apesar da sua condenação em 2012, as suas vítimas – a maioria delas meninas brancas da classe trabalhadora – foram informadas de que ele não pode ser deportado para o Paquistão devido a uma brecha legal. Também expressaram receio quanto à sua segurança agora que o líder da quadrilha de aliciamento de Rochdale está em liberdade após cumprir 14 anos de uma sentença de 19 anos.
O Ministério da Justiça recusou dizer se ele já saiu da prisão, alegando "razões de segurança", mas uma fonte disse ao Daily Mail: "Ahmed já foi libertado. Ele está em local seguro nos arredores da área da Polícia Metropolitana de Manchester." 
Ahmed possuía dupla cidadania britânica e paquistanesa e teve a sua cidadania britânica cassada após a sua condenação. No entanto, o governo insiste que não tem poderes legais para removê-lo do Reino UnidoO primeiro-ministro eleito, Andy Burnham, afirmou que pedirá a ministros de alto escalão que encontrem uma maneira de deportar Ahmed, declarando que "nada está descartado". Mas ele foi contrariado hoje por Downing Street, onde o porta-voz de Sir Keir Starmer disse que Ahmed possuía uma 'isenção de deportação' de acordo com a lei do Reino Unido. "Os crimes horríveis de Ahmed estiveram no cerne do escândalo da quadrilha de aliciamento sexual, que representa um dos momentos mais sombrios da história do nosso país. Ele será, com razão, incluído no registo de agressores sexuais para o resto da vida, terá ordem para se manter afastado das suas vítimas e será proibido de contactar qualquer criança ou jovem", disse ela aos repórteres. 'Todos os seus movimentos serão monitorizados e ele será obrigado a usar uma tornozeleira electrónica. Neste caso específico, não podemos deportar alguém que está protegido pela Lei de Imigração de 1971, pois estas são as mesmas disposições que...'protegeu muitas pessoas envolvidas na crise Windrush.' Questionado se o Sr. Starmer está frustrado com a lei que impede a deportação de Ahmed, o porta-voz acrescentou: "É justo dizer que o primeiro-ministro sempre desejará ver esses criminosos desprezíveis deportados." O porta-voz oficial do Primeiro-Ministro acrescentou que este pediu à Ministra do Interior que analisasse todas as opções, incluindo "o que pode ser feito para remover este indivíduo do Reino Unido".
Ahmed passou anos lutando contra a deportação para o Paquistão à custa dos contribuintes, citando leis de direitos humanos e argumentando que a sua remoção do Reino Unido afectaria o bem-estar da sua família. Após a sua condenação, ele reclamou que isso ocorreu porque havia "onze jurados brancos" no seu julgamento, acrescentando: "Virou moda culpar os muçulmanos por tudo hoje em dia." 
Ahmed, que já se casou três vezes, tem quatro filhos que vivem no Reino Unido, para onde se mudou do Paquistão há cerca de 50 anos. 
Em 2022, quando era autarca da Grande Manchester, Andy Burnham pediu ao governo conservador que "fizesse tudo ao seu alcance" para deportar membros de gangues de aliciamento sexual
A falha em deportar membros de gangues de aliciamento sexual causou profunda indignação nas comunidades e entre as vítimas. 
Em 2012, Sir Keir – então chefe da Coroa do Ministério Público - supervisionou o encarceramento da quadrilha. Mas, no ano passado, um dos presos – Abdul Aziz – venceu uma batalha judicial pelos direitos humanos que impediu a sua deportação para o Paquistão. 
O ministro da Justiça, Jake Richards, disse ao programa Politics Live da BBC que existem problemas antigos com "a nossa capacidade de deportar estrangeiros condenados por crimes para o Paquistão". "Precisamos de tentar trabalhar nisso e ver se é possível, mas, neste caso, parece improvável", disse ele. Quando questionado se a lei deveria ser alterada para permitir a deportação, ele disse: 'Acho muito difícil mudar a lei para olhar retrospectivamente.' Mas acrescentou que estava "a analisar atentamente este indivíduo e, caso ele seja libertado da prisão, verificando o que estamos a fazer para garantir, em primeiro lugar, o cuidado com as suas vítimas e a segurança da comunidade". 
Entretanto, uma das vítimas – identificada apenas como 'Ruby' – disse: 'Estou com medo pela minha segurança e pela segurança dos meus filhos.' 'O principal líder está a sair da prisão e é bem conhecido em Rochdale, Oldham e Middleton, então, mesmo que não esteja nesta área, ele ainda conhece pessoas e tem chance de conversar com pessoas daquela região.' Isto deixa-me insegura.» Ela afirmou que as vítimas de abuso receberam "falsas promessas" e foram deixadas "à própria sorte" devido à falta de apoio das autoridades.
Documentos publicados online – que se acredita serem do Serviço de Liberdade Condicional – afirmam que ele não pode ser deportado de volta para o Paquistão devido a disposições da Lei de Imigração de 1971 que impedem a sua remoção. São elas: ele chegou ao Reino Unido antes de 1973 e viveu no Reino Unido por pelo menos cinco anos antes da sua deportação ser considerada. 
Uma investigação nacional sobre gangues de aliciamento sexual foi anunciada no início deste ano após o governo passar a ser alvo de críticas crescentes. 
O Ministério do Interior afirmou que os crimes de Ahmed foram "terríveis" e que ele estará sujeito a condições rigorosas de liberdade condicional após a sua libertação da prisão.
Inicialmente, ele deverá residir em alojamento supervisionado 24 horas por dia, 7 dias por semana, e estará sujeito a uma "zona de exclusão" centrada em Rochdale. 
Ahmed foi condenado a 19 anos de prisão em 2012 no Tribunal da Coroa de Liverpool, sendo um dos nove homens da quadrilha de aliciamento de Rochdale considerados culpados de crimes contra cinco meninas. A polícia afirmou que até 50 meninas podem ter sido vítimas da quadrilha e que muitas delas eram de conjuntos habitacionais "caóticos". O juiz Gerald Clifton afirmou que as vítimas foram tratadas "como se não valessem nada e não merecessem nenhum respeito" por não fazerem parte da comunidade ou religião do gangue.
A polícia da Grande Manchester afirmou na altura que não havia nenhum elemento "racial ou cultural" nos crimes. Um relatório posterior concluiu que a polícia não agiu apesar das múltiplas preocupações levantadas. O relatório afirmou que houve "falhas graves e repetidas" por parte da polícia e das autoridades locais.
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Fontes:
https://www.dailymail.com/news/article-15947361/Rochdale-grooming-gang-leader-raped-girls-set-released-prison-amid-furious-row-inability-deport-him.html
https://jihadwatch.org/2026/07/uk-muslim-migrant-rape-gang-leader-convicted-of-30-child-rapes-is-freed-will-not-be-deported

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Quem quer que, depois de casos destes, tenha a lata ou autistice de mostrar estranheza diante do crescimento eleitoral da Ultra-Direita na generalidade dos países europeus - incluindo o Reino Unido, evidentemente - merece um convite urgente para abandonar definitivamente a Europa enquanto ainda pode sair a bem.


PAQUISTÃO - FRANCESA LIBERTADA DEPOIS DE VIVER DOZE ANOS EM CATIVEIRO IMPOSTO PELO MARIDO

A polícia do Paquistão informou na Mércores 24 de Junho de 2026 que resgatou uma mulher francesa e seus cinco filhos depois de ela relatar às autoridades ter sido mantida em cativeiro pelo marido por mais de uma década e submetida a anos de violência doméstica no noroeste do país. A mulher, identificada como Sylvie Yasmina, de 54 anos, foi resgatada no início desta semana de uma casa de tijolos de barro em Bara, uma cidade na província de Khyber Pakhtunkhwa, perto da fronteira com o Afeganistão, disse o chefe de polícia do distrito, Waqar Ahmad. Ele disse que o marido da Sra. Yasmina, Ahmad Khan, foi preso e que as investigações estão em andamento.
A violência doméstica continua a ser um problema significativo no Paquistão. Grupos de direitos humanos afirmam que centenas de mulheres denunciam abusos físicos e psicológicos por parte de maridos e outros membros da família todos os anos, embora muitos casos não sejam denunciados. Inúmeras mulheres são assassinadas no Paquistão todos os anos por violarem normas conservadoras sobre amor, casamento e comportamento em público.
Segundo a polícia, a Sra. Yasmina foi resgatada depois de um dos seus filhos conseguir sair de casa e chegar à esquadra local. Ela e seus filhos foram transferidos para uma esquadra especializada em protecção à mulher.
O chefe de polícia, Sr. Ahmad, disse que a mulher tinha manifestado o desejo de retornar a França e que as autoridades estavam a coordenar-se com os funcionários competentes e a embaixada francesa a respeito da sua repatriação. Não houve comentários imediatos da embaixada francesa.
Segundo a polícia, a Sra. Yasmina alegou, no seu depoimento inicial, que o seu marido a agredia física e psicologicamente e tinha um temperamento extremamente violento. O Sr. Ahmad disse à Associated Press que a Sra. Yasmina e seus filhos foram encontrados num quarto dilapidado e que ela apresentava sinais visíveis de ferimentos no rosto. A Sra. Yasmina disse aos investigadores que não conseguia viver livremente desde que se mudou para o Paquistão em 2014. O Sr. Ahmad afirmou que os filhos dela nunca foram matriculados na escola.
Em vídeo gravado pela polícia e partilhado com os média, a Sra. Yasmina falou numa mistura de Inglês e Pachto, agradecendo aos polícias por tê-la resgatado e reiterando o seu desejo de retornar a França.
Shabina Ayaz, directora de um grupo de direitos humanos, a Fundação Aurat, condenou o alegado tratamento dado à Sra. Yasmina e disse esperar que a embaixada francesa e as autoridades paquistanesas forneçam à família toda a assistência possível, afirmando que o caso deve servir de alerta para as autoridades e a sociedade.
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Fontes:
https://www.thehindu.com/news/international/pakistan-police-rescue-french-woman-5-children-after-decade-of-alleged-captivity/article71143244.ece
https://jihadwatch.org/2026/07/french-woman-who-married-pakistani-muslim-man-rescued-after-twelve-years-of-captivity

terça-feira, julho 07, 2026

LÍBANO - COMUNIDADES CRISTÃS PEDEM A ISRAEL QUE ANEXE AS SUAS POVOAÇÕES E LHES DÊ CIDADANIA ISRAELITA?



Quem diria que Israel é tão mau, tão mau, tão mau, que até os cristãos do Líbano preferem os Israelitas aos Hezbollahs...


FRANÇA - AFRICANO ABUSA SEXUALMENTE DE CINCO IDOSAS EM HOSPITAL

Um homem sem-tecto nascido no Mali, país africano, foi preso após agredir sexualmente cinco pacientes idosas, todas na casa dos 80 anos, num hospital de Villepinte, em França, no departamento multicultural de Seine-Saint-Denis. O caso segue uma onda de ataques semelhantes em França e noutros países, envolvendo estrangeiros e vítimas idosas. Segundo fontes policiais, as cinco mulheres — todas nascidas entre 1936 e 1940 — foram abordadas pelo homem nos corredores do centro hospitalar inter-municipal Robert-Ballanger durante a noite de 27 para 28 de Junho. As mulheres relataram que ele expôs os seus genitais e começou a molestá-las e a apalpá-las. Os serviços de segurança foram alertados por um médico do hospital, que relacionou uma série de relatos da equipa de enfermagem ao comportamento suspeito de um indivíduo que já tinha sido visto a perambular pelos corredores. Segundo o portal de notícias francês Actu Niort, a equipa do hospital denunciou o homem à polícia já às 12h20, depois de um gerente de saúde o vir a perambular pelos corredores. O suspeito teria sido atendido no pronto-socorro durante a noite e deveria ter deixado o hospital às 5h30 da manhã seguinte, mas foi encontrado a circular ainda pelas dependências do hospital. A polícia chegou e prendeu o suspeito africano sem resistência. Ele permanece sob custódia policial enquanto os investigadores trabalham para determinar a extensão total das agressões e se ele possui antecedentes criminais. Segundo Actu Niort, as vítimas estão a considerar apresentar queixas formais.
A activista política francês Thaïs d'Escufon escreveu no X: “Em França, está a surgir um fenómeno horrível: imigrantes sexualmente frustrados estão agora a aproveitar-se das nossas avós. A 27 de Junho, cinco mulheres com mais de 80 anos foram agredidas num hospital por um malinês de 44 anos. Devemos proteger os mais vulneráveis ​​do nosso Povo. Vamos parar de acolher essas bombas-relógio e mandá-las de volta para os seus países de origem!
Há dois meses, a Remix News publicou uma reportagem sobre 14 casos diferentes envolvendo imigrantes que atacaram pacientes idosos, sendo que muitas das vítimas foram atacadas directamente dentro de hospitais franceses. 
A jornalista francesa Charlotte d'Ornellas afirmou que existe um padrão chocante de estrangeiros a estuprar mulheres idosas em França. Referiu um imigrante marroquino que foi preso por estuprar e torturar uma mulher de 74 anos em Romainville com um bastão telescópico. “Ela foi estuprada, uma mulher de 74 anos, é inimaginável. E isto acontece repetidamente”, disse d'Ornellas. O nosso trabalho é testemunhar a realidade. E é por isto que algumas pessoas estão em guerra connosco, elas não querem que mostremos esta realidade. Se não falarmos sobre isto, ninguém falará.” 
No início deste mês, um imigrante marroquino invadiu um hospital em Ibiza, Espanha, e agrediu sexualmente uma paciente de 69 anos com câncer terminal, o que levou o hospital a mudar radicalmente a sua política de segurança. O Boulevard Voltaire, que noticiou este último caso em Villepinte, também o situou dentro de um padrão mais amplo de violência sexual em unidades de saúde francesas.
Segundo pesquisas realizadas separadamente pelo Conselho Nacional da Ordem dos Médicos (CNOM) e pela Ordem Nacional dos Enfermeiros (ONI) em Setembro e Dezembro de 2024, 54% das médicas afirmam ter sofrido violência “sexista e sexual” no hospital. A publicação observou que os pacientes são igualmente vulneráveis ​​— muitas vezes frágeis emocional ou fisicamente, ou mesmo inconscientes, o que os torna alvos fáceis para predadores.
O Boulevard Voltaire não conseguiu obter um comentário do hospital. O veículo levantou a questão de se uma “cultura do silêncio” envolve estes casos, citando o relato de uma mulher chamada Christina, cuja filha de 50 anos — que tem síndroma de Down e Alzheimer em estágio inicial — teria sido abusada sexualmente por outro paciente na ala geriátrica do hospital Sainte-Périne-Rossini, no 16º arrondissement de Paris, em Julho de 2023.
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Fonte: https://rmx.news/article/france-african-migrant-arrested-for-sneaking-into-hospital-and-sexually-assaulting-5-elderly-patients/

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Isto o calor humano do «sul global» nunca acaba, o que seria da Europa sem este contributo multicultural...