quarta-feira, fevereiro 18, 2026

SOBRE A GENÉTICA DE PORTUGAL E DAS DEMAIS NAÇÕES EUROPEIAS

Agradecimentos a quem aqui trouxe este texto, que vou colocar a itálico, fazendo depois comentários a escrita normal:

Vou deixar aqui umas referências a 2 estudos que podem interessar a quem quiser ler, o primeiro, do Gretzinger 2025, um gráfico de Admixture interessante, como se sabe os povos europeus são na sua essência a famosa mistura de três populações antigas (WHG, Yamnaya e os Neolithic Farmers), dentro da mesma, o estudo identifica componentes genéticos modernos que dominam em determinadas populações.
O componente que domina nos portugueses é classificado neste estudo como Continental Southern European (CWE), também domina nos espanhóis, franceses, sardos/sardenhos e bascos, mas sobretudo nos sardenhos, se é verdade que os europeus todos partilham estes segmentos, nuns mais, noutros menos, noto que os portugueses têm praticamente os quase os mesmos componentes que os franceses, terem parecidos aos espanhois não é surpresa, como é natural, dos franceses a similaridade é notável. Componentes por ordem do que mais têm os portugueses: 1º Continental Southern European (que domina nos sardenhos, espanhois, franceses e em nós) 2º Western British Irish (WBI) que domina nos irlandeses, escoceses etc, 3º "West Asian" (WAS) que não é bem west asian, mas que domina nos gregos, cipriotas etc 4º Continental Northern European (CNE) que domina nos dinamarqueses e norte alemães, 5º Norse (nórdico NOR) que domina nos suecos e noruegueses. O resto é residual ou não tem expressão, baltico etc, não marcamos adn subsariano.
Imagem do estudo: https://postimg.cc/CzKV9wXj


Portugal é o país do sul da Europa, só atrás da França, com mais adn nórdico ou germânico, o que não é uma surpresa, mas ao mesmo tempo acaba por ser.
Fonte da imagem acima e do estudo:
https://www.nature.com/articles/s41586-025-09437-6

O segundo estudo, é este: "As origens do consumo do leite cru na Península Ibérica e no território português: Arqueogenética e Zooarqueologia" https://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/193
Mostra que apesar de haver produções e consumos de leite desde tempos muito antigos, a tolerância à lactose (mutação genética que permite a mesma) em Portugal, e em linha com o resto da Europa só se tornou mais comum na idade média, a primeira amostra encontrada com LP (tolerância) na Península Ibérica foi na idade do Bronze, e em Portugal a 1º amostra é do período romano. Claro que isto vale o que vale, porque depende do nº de amostragem.

Ao contrário do que algumas agendas diziam, não existe adn subsariano nos portugueses, ou é considerado ruído 0-1, os portugueses são 55% Neolithic Farmer, 30-35% Steppe Yamnaya, 10-12% WHG e depois têm 5% de adn proto-berber, isto é os valores médios nacionais. No passado, tentavam dizer que os portugueses tinham adn subsariano, porque tinham encontrado marcadores de Mtdna como L em Portugal, só que uma linhagem de mtdna não é sequer 1% do adn de alguem (mas isto não explicavam isto como é obvio), diz-te pouco ou nada sobre mistura genética (autosomal) que é todo o adn. CAPA DE JORNAL: «os portugueses e os espanhois têm adn subsariano» Nada mais falso, porque primeiro isso não é sequer 1% do adn de alguem, é uma linhagem uniparental, nem é 0,5% do adn de alguem, segundo, nem todos os marcadores L (mtdna) são subsarianos, uns existem nos berberes, outros existem localmente nos europeus, terceiro, não só já foi encontrado em toda a Europa (até na Noruega, Russia, Inglaterra), como se provou que entrou na peninsula ibérica há milhares e milhares de anos atrás, o que também desmistificou parte de outro mito, só que nada disto foi explicado às pessoas, nem isto que se veio a descobrir depois: 1) http://dienekes.blogspot.com/2018/01/eurasian-origin-of-mtdna-l3-and-y.html Ou isto 2): https://postimg.cc/d7mQ3xns
O estudo do Gretzinger 2025, à semelhança do também recente estudo do John Lerga-Jaso (2025): https://postimg.cc/Yhzw1WYZ

 ambos adn autosomal, mostra os componentes ancestrais (WHG, Steppe, Ymanya etc que dominam nos europeus) distribuídos por marcadores modernos e que dominam em determinadas regiões, neste caso do Gretzinger deu-lhe uma distribuição regional: CWE, NOR, WBI etc. Por exemplo na imagem do Gretzinger os portugueses não estão a marcar o proto-berber, que têm 5%, porque não existe uma amostra de tal, mas ele existe como podes ver no do Lerga Jaso, ou seja, esse valor estará certamente dentro do WAS ou assim. Já amostra subsariana (para comparar) existe no estudo, e como se pode ver os portugueses marcam zero, o que está em linha com outros estudos recentes: Claire 2019: https://postimg.cc/DSv4g7Xx


Mas calma, o estudo diz que o L é subsariano, ainda que se tenha desenvolvido na Europa.

Sim e não, parte do L como o L3 etc é de origem eurasian, como podes ler: http://dienekes.blogspot.com/2018/01/eurasian-origin-of-mtdna-l3-and-y.html E parte das outras linhagens do L (L1, L2) entraram na Europa há imenso tempo e divergiram das que dominam nos SSA.
Ou seja, no passado quando diziam que Portugal marcava 5% mtdna subsariano L, e recordo que isto diz pouco ou nada sobre mistura, porque nem é 1% do adn de pessoa x, na verdade era menos de metade disso: https://postimg.cc/fkvWDpy1

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Não encontrei neste estudo 
https://www.nature.com/articles/s41586-025-09437-6
a primeira imagem, a de cima, que mostra as diferentes componentes genéticas dos países europeus, mas não me custa acreditar que corresponda à verdade, depois de todos os anteriores estudos que têm sido revelados aqui ao longo das décadas. 

Que os Portugueses tenham mais «sangue» norte-europeu que os demais países do sul europeu, tirando a França, que nem é bem sul, não me surpreende, desde a infância que tenho essa impressão, mormente no que respeita à comparação do modo de estar dos Portugueses com o de «Espanhóis» e italianos», mas, muito mais do que isso, pela diferença dos sons dos idiomas, dado que a sonoridade lusa é geralmente considerada como semelhante à dos países de leste, ou seja, a gentes do «frio», mais fechadas e sóbrias, em contraste com a abertura de sons das gentes meridionais.

Quanto ao elemento da Ásia Ocidental (AO), é curioso que haja mais em Portugal do que em «Espanha», imagino que a cifra referente a este último país seja uma média nacional, pois que o sul espanhol terá recebido muito mais influência de Povos mediterrânicos do que a área que é hoje Portugal, a menos que este elemento AO tenha permanecido mais em território português do que no sul espanhol devido às matanças que ocorriam no lado espanhol durante a Reconquista, aparentemente muito mais sanguinárias do que as cometidas pelos Portugueses, e há também a eventualidade de este elemento AO ser abundante nos judeus que vieram parar à Ibéria e foram depois muito mais escorraçados e expulsos de Espanha do que de Portugal.

No que toca à presença quase total do elemento báltico em toda a Europa, inclusivamente no outro extremo da Europa, ou seja, Portugal, não deixa de ser curiosa, podendo talvez dever-se ou a um estrato indo-europeu arcaico pré-céltico, ou a alguma componente genética balto-eslava em vários dos Povos do grupo oriental dos Germânicos - Visigodos, Ostrogodos, Longobardos, Hérulos, Burgúndios, Vândalos - que, oriundos da área que é hoje a Polónia, invadiram a Europa Ocidental a partir do final do mundo antigo.

A título de curiosidade etnográfica, é interessante constatar que a Nederlândia parece ser o país com mais componente germânica ocidental propriamente dita («North Sea Zone» ou «Zona do Mar do Norte»), nicho onde mais se preservou a herança genética do grupo ocidental dos Germânicos, que incluía três sub-grupos, os Irminones (das margens do Elba, como os Suevos, e, ainda, a raiz principal da actual língua alemã), os Istvaeones (das margens do Weser, que incluíam sobretudo os Francos e estão na origem da actual língua holandesa) e os Ingvaones (da margem sul do Mar do Norte, ou seja, do norte da Alemanha e da antiga Dinamarca, incluindo os Saxões, os Anglos, os Jutos e os Frísios, e estão na origem essencial da língua inglesa, daí que a língua frísia, hoje falada por uns milhares de pessoas em solo maioritariamente holandês, seja, de todos as línguas do mundo, a que está mais próxima do Inglês antigo).
Entretanto a população da Alemanha não é exclusivamente de raiz germânica, longe disso, tem aliás componentes célticas e balto-eslavas notórias.
Quanto à Inglaterra, é notório como aqui se confirma na genética a sua raiz germânica, contrastando com os seus vizinhos territoriais mais próximos, nomeadamente os Galeses, na medida em que os Ingleses têm notoriamente menos sangue céltico e mais sangue germânico do que todos os outros Povos das Ilhas Britânicas, aliás, os Ingleses têm até mais do elemento germano-nórdico do que os Alemães, o que confirma uma outra suspeita minha já desde há umas décadas.

FRANÇA - NACIONALISTA QUE PROTEGIA MULHERES NACIONALISTAS FEMINISTAS É MORTALMENTE ESPANCADO POR TERRORISTAS DE EXTREMA-ESQUERDA

Um segurança que acompanhava ativistas do grupo feminista de direita Collectif Némésis ficou em estado vegetativo após confrontos violentos em Lyon, ligados a protestos contra a presença da eurodeputada Rima Hassan, do partido La France Insoumise, segundo o grupo. Promotores abriram um inquérito por agressão qualificada.
A Procuradoria de Lyon confirmou na Vernes que uma investigação foi iniciada imediatamente após os acontecimentos. “Nesta fase, é necessário determinar o contexto e as circunstâncias destes eventos”, disseram as autoridades judiciais.
Hassan tinha sido convidada a discursar na noite de Joves no Instituto de Estudos Políticos durante uma conferência intitulada “Relações entre a União Europeia e os Governos Europeus no Contexto do Conflito no Médio Oriente”. Segundo relatos, os estudantes receberam a eurodeputada franco-palestiniana com uma ovação de pé dentro do local.
Do lado de fora, activistas do colectivo Collectif Némésis reuniram-se para protestar contra a visita de Hassan. Segundo fontes de segurança citadas pela ActuLyon, a tensão aumentou por volta das 18h30, quando outro grupo confrontou os manifestantes, levando a confrontos. Vídeos partilhados online mostram cenas caóticas, incluindo tentativas de apreensão de faixas e pelo menos uma mulher a ser deitada ao chão.
Segundo Alice Cordier, líder do Collectif Némésis, membros da equipa de segurança do grupo foram atacados em seguida:“Um membro da nossa segurança está entre a vida e a morte após a acção em Lyon. Foi linchado pela Jeune Garde Antifa”, escreveu Cordier nas redes sociais. “Os anti-fascistas deitaram-no ao chão e espancaram-no, deixando-o a morrer na rua. Quentin foi arrastado para o chão, a sua cabeça bateu no asfalto e ele foi linchado a pontapé”, dizia um comunicado da organização. Os seus agressores estavam mascarados, armados com luvas reforçadas e gás lacrimogéneo, não deixando dúvidas sobre a natureza premeditada do ataque”, acrescentou.
Os serviços de emergência foram accionados por volta das 19h40 no Quai Fulchiron, no 5º arrondissement de Lyon, após relatos de que dois jovens na faixa dos vinte anos tinham sido agredidos. Uma das vítimas foi levada ao hospital com ferimentos leves. A segunda vítima, de 23 anos, sofreu complicações médicas graves repentinamente. Segundo fontes de segurança, ele desmaiou enquanto se convulsionava e precisou de ser intubado no local antes de ser levado à pressa para o Hospital Édouard-Herriot. Entende-se que ele sofreu graves lesões cerebrais compatíveis com uma hemorragia cerebral. Na Vernes, o seu estado foi descrito como crítico e, posteriormente, o Collectif Némésis declarou que ele tinha sido declarado com morte cerebral. 
O autarca Grégory Doucet condenou o que descreveu como "a briga extremamente violenta que ocorreu ontem", acrescentando: "Nada justifica tais confrontos; ofereço o meu total apoio à vítima e à sua família."
A eurodeputada nacionalista Marion Maréchal, sobrinha da influente figura da Reunião Nacional, Marine Le Pen, escreveu que o jovem tinha sido "linchado por um comando do Antifa", atribuindo a culpa ao que descreveu como complacência judicial e política em relação à violência da Extrema-Esquerda.
O líder da Reconquête, Éric Zemmour, acrescentou no X: “Um membro da equipa de segurança do colectivo feminista Némésis está a lutar pela vida. Teria sido espancado por militantes da Jeune Garde, movimento de Extrema-Esquerda fundado por Raphaël Arnault, colaborador próximo de Jean-Luc Mélenchon.
A violência também ocorre dias depois de parlamentares do partido de Extrema-Esquerda La France Insoumise (LFI) terem publicado uma declaração opondo-se às medidas do governo para dissolver a organização anti-fascista Jeune Garde, argumentando que tais medidas ameaçavam a liberdade de associação e de expressão: “Num momento em que os crimes e delitos racistas se multiplicam em França, a prioridade do governo macronista é criminalizar as vozes anti-fascistas, ao mesmo tempo que permite que a Extrema-Direita internacional chegue ao poder”, afirmou.
“Jeune Garde é essencial precisamente porque ajuda a impedir a criação de uma Extrema-Direita eleitoral, contra grupos neonazis cada vez mais violentos em França”, acrescentou.
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Fontes: 
https://rmx.news/article/antifa-attack-leaves-young-security-guard-brain-dead-while-protecting-female-right-wing-activists-in-lyon/
https://jihadwatch.org/2026/02/in-france-a-far-left-antifa-group-leaves-a-security-guard-brain-dead

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A cidade francesa de Lyon está em choque após a morte de Quentin Deranque, estudante de matemática de 23 anos, que sucumbiu aos ferimentos sofridos durante um violento ataque de membros do movimento Antifa em 12 de Fevereiro. Investigadores teriam identificado de cinco a seis participantes no linchamento. Vários destes suspeitos já constavam em listas de criminosos perigosos, o termo francês para este tipo de crime, pelos seus vínculos com o extinto movimento Antifa, a Guarda Jovem (Jeune Garde).
Na sequência do brutal assassínio, já há quem afirme que o ataque prenuncia uma guerra civil em França.
As circunstâncias da morte de Quentin, quando ele veio proteger as mulheres do Collectif Némésis, são um prenúncio da guerra civil que se aproxima. Os soldados rasos e servis do 'anti-fascismo' são a carne de canhão do Islamismo, que busca derrubar a nossa ordem social liberal e igualitária e aprisionar as mulheres. O jovem Quentin é um herói”, escreveu Florence Bergeaud-Blackle, presidente do CERI e doutora em Antropologia.
O ataque brutal contra Deranque, um católico devoto, chocou a França, e até mesmo o presidente francês, Emmanuel Macron, comentou o assassínio: “Em Lyon, Quentin foi vítima de um surto de violência sem precedentes. Perdeu a vida com apenas 23 anos. À sua família e entes queridos, envio os meus pensamentos e o apoio da Nação. Na República, nenhuma causa, nenhuma ideologia jamais justificará um assassínio”, escreveu Macron. Também pediu “calma” e “moderação” após o assassínio.
assassínio ocorreu em Lyon, por volta das 18h, no cruzamento da Rue Victor-Lagrange com a Rue Camille-Desmoulins. Imagens de vídeo obtidas e divulgadas em sites de notícias franceses mostram uma cena terrível em que um dos agressores, usando um boné claro e uma jaqueta cáqui, "desfere um último pontapé na cabeça da vítima" antes de fugir.
Antes do ataque, Deranque trabalhava na segurança da organização feminista Collectif Némésis, juntamente com cerca de uma dúzia de outras pessoas. Aproximadamente 40 activistas anti-fascistas perseguiram o grupo de mulheres, resultando em confrontos nos quais Deranque foi encurralado e pontapeado várias vezes na cabeça por um grande grupo de militantes anti-fascistas.
Apesar da gravidade dos ferimentos, Deranque recuperou brevemente a consciência. Acompanhado pelo amigo Max, também ferido, os dois tentaram caminhar 1,5 quilómetros até ao apartamento de Quentin, em vez de buscar atendimento médico imediato. Segundo relatos de familiares de Max, a jornada de aproximadamente 1,5 quilómetros foi longa e árdua, pois o estado de Quentin D., provavelmente devido a uma hemorragia cerebral, piorava progressivamente. Os dois finalmente chegaram ao Quai Fulchiron por volta das 19h30 — 90 minutos após o ataque —, onde um pedestre interveio e insistiu em chamar o serviço de emergência. Deranque teve morte cerebral declarada no dia seguinte.
A tragédia desencadeou uma onda de acusações políticas. O Collectif Némésis afirmou que membros activos do grupo anti-fascista Jeune Garde, incluindo um colaborador parlamentar do deputado Raphaël Arnault, estavam envolvidos. Em resposta, Yaël Braun-Pivet, presidente da Assembleia Nacional, suspendeu um dos potenciais suspeitos, Jacques-Elie Favrot: “Após a morte de Quentin em Lyon e à luz dos depoimentos que mencionam o Sr. Jacques-Elie Favrot, assistente parlamentar do deputado Raphaël Arnault, decidi, como medida de precaução e sem prejuízo dos resultados da investigação judicial, suspender o seu direito de acesso às instalações da Assembleia Nacional, a fim de evitar perturbações da ordem pública que a sua presença possa provocar”, escreveu ela em X. Raphaël Arnault é conhecido como político de Extrema-Esquerda do partido de Jean-Luc Mélenchon, La France Insoumise (LFI).
O advogado de uma colaboradora de Arnault afirmou que o seu cliente “nega formalmente qualquer responsabilidade por esta tragédia”. Arnault expressou “horror e repulsa” pela morte, declarando nas redes sociais o seu desejo de que “toda a luz seja lançada” sobre as circunstâncias. Uma audiência sobre a legalidade da dissolução da Jeune Garde estava marcada para a última Mércores, mas foi cancelada sem explicações.
Além disso, o grupo extremista de Extrema-Esquerda Jeune Garde divulgou um comunicado por meio da sua advogada, Aïnoha Pascual, afirmando que "não podem ser responsabilizados" pelos eventos, uma vez que a organização tinha suspendido todas as atividades após sua dissolução em Junho de 2025.
O partido LFI de Jean-Luc Mélenchon está agora sob fogo cruzado de críticos. A porta-voz do governo, Maud Brégeon, denunciou a “responsabilidade moral” do partido político de Mélenchon, que, segundo ela, fomenta “um clima de violência”. A LFI é conhecida pelos seus fortes laços com o Antifa e organizações extremistas de Esquerda, com alguns a chegar a pedir uma investigação anti-terrorista contra o partido.
Após o assassínio de Deranque, o Collectif Némésis lançou uma petição para declarar a Antifa uma organização terrorista.
“Um dia após um ataque de extrema gravidade contra um jovem de vinte e poucos anos, Quentin, deixado para morrer nas ruas de Lyon por grupos anti-fascistas deExtrema-Esquerda, o governo deve assumir as suas responsabilidades e classificar o movimento Antifa na lista de organizações terroristas”, escreveu o grupo. “Há muitos anos alertamos sobre a periculosidade desses grupos e sobre a extrema violência de que são capazes. Os factos recentes, infelizmente, não são isolados: fazem parte de um clima de intimidação, ataques e pressão constante que visa silenciar toda a oposição ideológica através do medo e da violência.
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Fonte: https://rmx.news/article/civil-war-looming-numerous-suspects-identified-in-connection-with-beating-death-of-nationalist-23-year-old-quentin-deranque-in-lyon-macron-calls-for-calm/

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É de esperar que o Chega faça um voto de pesar na Assembleia da República Portuguesa por este assassínio político cometido intencionalmente por terroristas de rua que julgam poder intimidar a voz de quem na sua própria terra recusa a iminvasão, ou talvez porque quem odeia Israel não admitiu que se protestasse contra quem diaboliza o Estado Judaico, bem entendido...
Foi entretanto muito significativo o que tinha sido declarado pelo líder da Extrema-Esquerda franciú a propósito da proibição do grupo terrorista que agora cometeu o crime: pôs no mesmo patamar a violência de rua e o «facto» de o governo «deixar» que a Extrema-Direita ascenda, como se violência política de Extrema-Esquerda fosse instrumento aceitável para travar a ascensão de um sector político que está a acontecer apenas e exclusivamente pela via democrática, ou seja, da vontade popular expressa nas urnas de voto. Mélenchons & Companhia andam portanto mal habituados, durante demasiado tempo gozaram de uma impunidade moral que lhes permitia promover violência contra quem rejeita sumariamente os dogmas do seu «credo» antirra e agora não se coíbem de reivindicar direitos contrários à Democracia. Quanto mais os Povos da Europa tiverem consciência, mais perto estão mélenchons de perderem por completo a sua representação parlamentar e chegarem um dia a sentar-se no banco dos réus de tribunais populares para julgamento sumário.


JÁ HÁ NO OCIDENTE QUEM SE ATREVA A SUGERIR QUE OS CÃES NÃO DEVEM ANDAR NA RUA PORQUE OS MUSLOS NÃO GOSTAM?...


Tive de ir ao Google para averiguar se era falsificação ou não. Há pelo menos uns vinte anos ou mais que leio diariamente sobre actos e declarações de arrogância imperial islamista registados um pouco por todo o mundo, quando em Portugal ainda ninguém falava nisso, e li afirmações quase inacreditáveis da parte de altos clérigos muçulmanos, mas nunca pensei que uma jovem mulher militante a viver em Nova Iorque, que parece o topo do mundo em matéria de sensibilidades modernas, incluindo as mais animalistas e igualitárias, pois não pensei que uma mulher com esta aparência, nascida na mais liberal e despreocupada das décadas, a de noventa, e a viver neste ambiente, tivesse lata para dizer uma destas assim. Ainda se fosse um imigrante de sessenta e tal anos acabado de chegar das Arábias, enfim, agora uma mulher de trinta e poucos anos, alinhada com a Esquerda, que viveu toda a vida no Brooklin?
Entretanto, o caso teve desenvolvimentos. Um congressista republicano, Randy Fine, disse o absolutamente óbvio que qualquer ocidental normal facilmente diria a qualquer hora do dia ou da noite da sua vida toda - «Se nos obrigarem a escolher, a escolha entre cães e muçulmanos não será difícil». Isto é o óbvio, o maximamente óbvio, o absolutamente óbvio, o mais que evidente, é aliás o tipo de coisa que facilmente aparece escrito em memes de facebook desde há anos, em que as pessoas dizem aos amigos hipotéticos «se entras em minha casa e não gostas de cães, és tu quem tem de sair!» e nunca parece ter havido qualquer problema com isso, mas eis que agora entra em cena o tema do «anti-racismo», que é o cerne da «religião» das elites reinantes no Ocidente... e não é que houve maralha política do lado oposto, e de um grupo de «direitos» humanos muslo, a exigir a sua demissão? Não hão-de as nardeenkiswanis ter impunidade moral para dizerem o que dizem, sabem bem que têm as costas quentes com a Esquerda mediática em peso...
Eis então mais um pesadelozito para os interseccionalistas - decidam lá entre animalistas e islamistas quem é que tem razão... enquanto os «islamófobos» só confirmam o que andam a dizer há décadas: o Islão é incompatível com o Ocidente democrático.

GAZA - TURQUIA INAUGURA MESQUITA COM NOME DE FUNDADOR DE ORGANIZAÇÃO TERRORISTA

A Turquia inaugurou recentemente uma mesquita na Faixa de Gaza em homenagem ao teólogo salafista Sheikh Abdullah Azzam, afirmou no Soles o ministro israelita para Assuntos da Diáspora e Combate ao Anti-semitismo, Amichai Chikli.
“Que ‘gesto’ da Turquia: financiar uma mesquita em Gaza com o nome de Abdullah Azzam — o homem que foi mentor de Osama bin Laden e co-fundador da Al-Qaeda”, escreveu o ministro israelita em postagem no X.
Azzam, um estudioso islâmico de Silat al-Harithiya, uma vila perto de Jenin, na Samaria, é amplamente considerado o "pai da jihad global", tendo sido mentor de bin Laden antes de ser assassinado com uma bomba no seu carro, detonada por agressores não identificados em Peshawar, no Paquistão, em 1989. Também lançou as bases para o estabelecimento da Al-Qaeda e do grupo jihadista paquistanês Lashkar-e-Taiba, que realizou os ataques em Mumbai, na Índia, em 2008, matando 166 pessoas e ferindo 300. O rabino Gavriel Holtzberg e sua esposa, Rivka, que dirigiam o centro Chabad Nariman House na cidade, estavam entre os assassinados.
Na sua publicação no X Post, Chikli afirmou que, sob o governo do presidente Recep Tayyip Erdoğan, a Turquia tornou-se "um perigoso cavalo de Troia, promovendo activamente redes ligadas à Al-Qaeda em Gaza, na Síria, e em Mogadíscio, na Somália".
“A contínua cegueira do Ocidente em relação ao jogo de Erdoğan é extremamente perigosa”, escreveu Chikli, alertando: “Acordem antes que seja tarde demais”.
A Mesquita Abdullah Azzam, no bairro de Sabra, na Cidade de Gaza, foi um dos três locais de culto que abriram com o apoio de Ancara antes do Ramadão, que começa esta semana.
Segundo o canal de notícias estatal turco TRT , a Diyanet — órgão religioso oficial de Ancara que opera sob o gabinete de Erdoğan — também financiou a Mesquita Al-Huda em Jabalia e a Mesquita Al-Isra no distrito de Sheikh Radwan, na Cidade de Gaza.
A Diyanet — formalmente a Direcção de Assuntos Religiosos — é financiada pelo orçamento do Estado e é responsável pela supervisão das mesquitas, pela nomeação de imãs e pela emissão de orientações religiosas em conformidade com a política do Estado Turco.
No mês passado, o gabinete do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, criticou o presidente dos EUA, Donald Trump, por este ter estendido um convite à Turquia para se tornar membro fundador do seu Conselho de Paz, que supervisionará o acordo de cessar-fogo com o Hamas na Faixa de Gaza. O gabinete do primeiro-ministro sublinhou, em comunicado, que a medida não foi coordenada com Jerusalém e contrariava a sua política.
Ao anunciar o Conselho de Paz a 15 de Janeiro, Trump reconheceu o papel da Turquia, do Catar e do Egipto na negociação de um acordo "abrangente" sobre "a entrega de todas as armas e o desmantelamento de todos os túneis".
Jerusalém vê o crescente papel regional da Turquia e do Catar como uma ameaça, enquanto Trump demonstra grande consideração por Ancara e Doha. Ambos os países já acolheram líderes do Hamas e financiaram suas operações.
Netanyahu já tinha descartado a participação da Turquia no acordo de paz, definindo-o como a "linha vermelha" do Estado Judeu para Gaza. Segundo o jornal Israel Hayom, a menção do primeiro-ministro a "novas ameaças" em discurso no Knesset a 20 de Outubro referia-se à influência da Turquia e do Catar.
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Fontes:
https://www.jns.org/turkey-inaugurates-gaza-city-mosque-named-for-father-of-global-jihad/
https://jihadwatch.org/2026/02/turkey-inaugurates-gaza-mosque-named-after-al-qaeda-founder

ALEGADOS RACISMOS E GARANTIDAS IMPUNIDADES MORAIS

Quem é que acredita que um único jogador ou funcionário do Benfica seria suficientemente atrevido para dizer fosse o que fosse que pudesse ser considerado «racista», depois de décadas de lavagem cerebral colectiva anti-racista e intimidação e pregação de ódio público contra os «racistas»?
Note-se que o afro-brasuca que se queixou de «racismo» foi de tal forma provocador ao longo do jogo, ao mais asqueroso estilo favelado, que até o árbitro lhe espetou com um cartão amarelo. Às tantas, um jogador do Benfica, Prestiani, insultou-o, tapando a boca, e o brasuca diz que o insulto foi de índole racista, «macaco», o que sem dúvida constitui abjecto insulto aos macacos, mas isto nem sequer é uma questão de direitos dos animais. Ora de facto o atleta do clube da Águia Rubra tapou a boca quando dirigiu a palavra ao futebolista tropical, pois foi, se calhar queria ocultar qualquer coisa, pois sim - a questão é que o brasuca não pode provar coisa alguma, pelo que punir agora Prestiani seria um obsceno exagero, como se todo o histérico cagaçal antirra que se gerou a nível mundial (sim, planetário) não fosse já arraial inquisitório que chegasse para que clérigos & fiéis da Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente satisfizessem os seus ímpetos evangelizadores e inquisitoriais.

Se, entretanto, lhe chamassem panasca, burro, gordo, careca, deficiente, e outras características mentais e físicas que não se escolhem, tal como a raça, será que havia semelhante escarcéu? Se sim, então nesse caso já não há quaisquer insultos nos estádios, será verdade? Ou será que, em vez disso, só o racismo incomoda quem controla o mainstream, porque só o racismo é real obstáculo ao ideal político das elites de acabar com todas as fronteiras, sendo para isso necessário silenciar/intimidar o «povinho» racista e impedir o desenvolvimento de projectos políticos de índole racial?

Entretanto, no Brasil houve polémica antirra por algum jogador ter dito «tivemos um dia negro». É assim o despudor persecutório da sanha anti-racista quando os seus sequazes têm as costas quentes com o sistema. «Tem de se ter muito cuidado com aquilo que se diz», comenta uma cronista televisiva de um programa de jet-set, o «Passadeira Vermelha», e se até alguém da imprensa cor-de-rosa já diz isto, está bem à vista onde é que já vai a liberdade de expressão prometida pelo 25 de Abril e seus alegados promotores, o terrorismo moral anti-racista já não é só noticiado pelos «fachos»...

CROÁCIA - TRÊS MUSLOS COM CIDADANIA BRITÂNICA VIOLAM UMA MULHER NUM HOTEL

Três homens britânicos foram acusados ​​de violação colectiva de uma mulher no seu hotel na Croácia.
Ami Arifi, de 30 anos, Gezhim Xhafa, de 29 anos, e Sohqib Shakibi, de 25 anos, são acusados ​​de terem violado uma mulher local de 28 anos durante um período de duas horas no quarto de hotel em Split, na manhã de 22 de Julho do ano passado.
Eles podem apanhar até dez anos de prisão na Croácia depois de terem sido indiciados pelo Ministério Público do Condado de Split na Mércores.
Os promotores alegam que o trio conheceu a mulher em Matejuska, uma área ribeirinha popular da cidade, antes de a levar para um hotel conhecido por volta das 5h30 da manhã. Arifi supostamente a insultou-a e humilhou-a, mordeu-lhe os lábios e tocou-lhe nas partes íntimas. Ele também é acusado de, intermitentemente, agarrar o telemóvel dela e pedir que ela mantivesse relações sexuais com o segundo réu. Segundo relatos, a vítima disse à polícia que se sentia incapaz de recusar as relações sexuais porque temia que os seus agressores se tornassem ainda mais violentos.
Xhafa e Shakibi supostamente mantiveram relações sexuais após acreditarem erroneamente que, pelo facto de ela não ter oferecido resistência física, tinha consentido.
A suposta agressão teria durado cerca de duas horas.
A mulher conseguiu entrar em contacto com o seu ex-parceiro, que alertou a polícia sobre o hotel.
Os polícias prenderam um suspeito no local e localizaram os outros dois em local separado pouco tempo depois.
Os três homens ficaram detidos por um período na prisão de Bilice antes de serem libertados após pagarem fiança de 26000 libras cada e prometerem comparecer ao tribunal.
Durante o período em que estiveram sob custódia, um dos réus sofreu uma fractura na mandíbula após uma altercação com outro detento. Ele foi então transferido para um hospital em Split, onde foi submetido a uma cirurgia, antes de retornar à prisão. 
Dois dos réus são, segundo consta, de origem kosovar. 
Se forem condenados de acordo com a lei croata, os homens podem enfrentar penas de prisão que variam de seis meses a 10 anos. O processo judicial está em andamento.
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Fontes:
https://www.dailymail.co.uk/news/article-15553479/Three-Brits-charged-gang-raping-local-woman-hotel-Croatia.html
https://jihadwatch.org/2026/02/croatia-muslim-migrants-from-uk-charged-with-gang-raping-woman-daily-mail-calls-them-three-brits

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O Jihad Watch critica severamente o Daily Mail por este chamar «britânicos» aos muslos, e tem alguma razão nisso, mas vá lá que pelo menos os seus nomes e a real origem étnica de dois deles, outros mérdia teriam a sonsice de referir apenas as iniciais dos seus nomes e ficariam por aí...


ALEMANHA - CIDADÃO DA CHINA PRESO POR VIOLAÇÕES EM LARGA ESCALA

Um cidadão chinês de 44 anos, que cometeu uma série de estupros durante anos antes de ser preso, foi condenado num caso extraordinário em Frankfurt. Os detalhes do caso são especialmente perturbadores, considerando a escala dos estupros e o facto de muitas mulheres terem sido drogadas a tal ponto que nem sequer perceberam o estupro até serem informadas posteriormente pela polícia.

No Tribunal Regional de Frankfurt, o homem, que não teve o nome divulgado, foi considerado culpado na Vernes da semana passada por tentativa de homicídio, estupro qualificado, lesão corporal grave, distribuição de conteúdo pornográfico violento e tráfico ilegal de narcóticos e produtos farmacêuticos.
O suspeito foi condenado a 14 anos de prisão e teve a sua prisão preventiva decretada. O tribunal também o condenou a pagar indemnizações de cinco dígitos a cada uma das suas vítimas, a maioria delas chinesas.
De acordo com as conclusões do tribunal, entre Janeiro de 2020 e Novembro de 2024, o cidadão chinês drogou e estuprou mulheres com idades entre 18 e 33 anos em diversas cidades alemãs, incluindo Frankfurt, Göttingen, Nuremberg, Mannheim e Dreieich.

Segundo o Tagesschau, foram julgados 20 crimes diferentes durante o julgamento, mas não foi divulgado um número específico de vítimas.

Ele filmava e fotografava os seus ataques, partilhando posteriormente as imagens em grupos do Telegram, onde era chamado de "mestre" por outros usuários devido à sua prolífica habilidade em estuprar.

O juiz Jörn Immerschmitt declarou que os homens partilhavam fantasias de estupro e davam dicas e conselhos uns aos outros no chat.

Notavelmente, o grupo também se referiu ao infame caso de Gisèle Pelicot em França, em que o seu marido organizou homens para irem até sua casa e estuprarem a sua esposa drogada. “Haha, eu também quero participar nessa acção”, disse o chinês condenado, referindo-se a Pelicot.

As vítimas incluíam uma grande variedade de mulheres diferentes, entre elas pessoas do círculo social do condenado, colegas de trabalho, amigas próximas, inquilinas e vizinhas.

O homem também usava as plataformas chinesas Xiaohongshu e WeChat para encontrar as suas vítimas e, em alguns casos, até se passava por mulher ao oferecer imóveis para alugar. Depois de se encontrar com as vítimas, drogava-as com narcóticos, estuprava-as e, frequentemente, filmava o acto.

Segundo o jornal taza mulher envolvida no caso muitas vezes não tinha ideia de que tinha sido violada até à chegada da polícia, pois estava sedada durante o incidente, criando um cenário em que o trauma só começou muito tempo depois do ocorrido.

O juiz Immerschmitt afirmou que a vítima passou por "mudanças de vida muito sérias, provavelmente para sempre", e que muitas sofrem com pensamentos suicidas. Diversas mulheres deixaram os seus empregos e mudaram de cidade em decorrência do que vivenciaram.

O juiz descreveu uma "personalidade narcisista" com uma profunda falta de empatia, cujas acções se tornaram cada vez mais descaradas ao longo dos anos. Num dos casos, violou uma colega no meio de uma transmissão ao vivo e, noutro, violou uma inquilina ao lado de um bebé de 11 meses. Apesar destes detalhes chocantes, o juiz Immerschmitt afirmou que o tribunal estava deliberadamente a omitir certos detalhes do caso do público por serem perturbadores demais.

A acusação de tentativa de homicídio também estava relacionada com os sedativos usados ​​pelo homem, que poderiam ter matado as mulheres que ele visava devido às altas doses da droga. Em oito casos, ele sedou mulheres com remédios para dormir com receita médica e violou-as, e o juiz decidiu que o facto de ele tê-las seduzido significava que ele também aceitava a possibilidade das suas mortes. Em vários casos, ele deixou as mulheres inconscientes enquanto saía do apartamento.
Os investigadores apreenderam discos rígidos que continham 176755 vídeos e imagens de conteúdo sexual, incluindo casos graves de abuso sexual infantil.
O julgamento está em andamento desde Outubro do ano passado, mas não recebeu ampla cobertura dos média, nem houve um debate público acirrado na Alemanha sobre os direitos das mulheres. Não houve uma única reportagem importante na televisão pública alemã sobre o caso. O veículo de notícias público alemão Taggespiegel forneceu poucos detalhes sobre o caso, mas o jornal Taz apresentou, possivelmente, os detalhes mais aprofundados sobre as violações.

Ao contrário do caso Pelicot, que desencadeou um debate nacional sobre violação, este caso não gerou nenhum tipo de debate nacional. Também não houve protestos em larga escala em apoio às mulheres envolvidas, como ocorreu na França após o caso Pelicot.

Surpreendentemente, outro cidadão chinês, de 27 anos, está a ser julgado por drogar, violar e filmar a sua namorada durante meses. Durante o julgamento, confessou os seus actos, dizendo que foram “impulsivos, egoístas, perigosos, repugnantes e grosseiros”. Disse ao tribunal que achava que as mulheres a dormir eram “muito bonitas”.

Dados da polícia alemã mostram que cidadãos chineses estão consistentemente entre os grupos com as menores taxas de crimes violentos e sexuais na Alemanha.

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Fonte: https://rmx.news/article/germany-chinese-serial-rapist-migrant-sentenced-to-14-years-in-prison-after-knocking-out-and-raping-multiple-women-across-the-country/


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Ora lá cidadão chinês pode ele ser, nada garante é que seja realmente de etnia «chinesa», por assim dizer... A esmagadora maioria da população da China é da etnia Han, mas há outras etnias dentro do Estado Chinês, nomeadamente a dos Uigures, que vive na região de Xinjiang e é de credo maioritariamente muçulmano... e mais não se sabe...


JAPÃO - TEM JÁ CEM MESQUITAS E QUASE MEIO MILHÃO DE MUÇULMANOS, E UMA EXTREMA-ESQUERDA ANTI-RACISTA

Com mais de 100 mesquitas e mais de 400000 muçulmanos, o Japão está em perigo.
Poucos meses antes do seu assassínio, Charlie Kirk visitou o Japão e alertou que a imigração em massa buscava "substituir e erradicar o Japão, trazendo indonésios, árabes e muçulmanos".
Com mais de 100 mesquitas e mais de 400000 muçulmanos já a viver no Japão, e apesar de 95% dos eleitores japoneses se oporem à imigração muçulmana em massa, era inevitável que ocorresse uma explosão política.
Agora, os eleitores japoneses infligiram uma derrota impressionante às forças da imigração em massa, com uma vitória surpreendente para a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, que os média já passaram a descrever como uma figura "trumpista" por se opor à imigração em massa. O seu Partido Liberal Democrático (PLD) conquistou a sua maior vitória até ao momento, assim como vários outros partidos de Direita, incluindo aquele para o qual Kirk discursava, demonstrando que os eleitores estavam cansados ​​da imigração em massa.
Na cidade de Kawaguchi, onde tantos muçulmanos turcos vivem de auxílio social que um candidato turco anunciou a sua candidatura à autarquia no ano passado com uma plataforma de "multiculturalismo", outra candidata conservadora, Yuriko Okamura, venceu com uma participação recorde, defendendo o combate aos estrangeiros após estatísticas mostrarem que os muçulmanos tinham 1000% mais probabilidade de cometer crimes do que a população japonesa nativa. Os média, no entanto, atribuíram a vitória à "desinformação" e alegaram que Kawaguchi era o ponto central da disseminação da xenofobia anti-muçulmana em todo o Japão.
Em contrapartida, o Reiwa Shinsengumi, um partido de Extrema-Esquerda que apoiava a imigração em massa, defendia o multiculturalismo e dedicava grande parte de sua energia a campanhas contra Israel e a favor de terroristas islâmicos, viu a sua bancada cair de 8 cadeiras parlamentares para apenas 1, numa derrota esmagadora para a sua agenda.
95% dos eleitores japoneses opõem-se à imigração muçulmana em massa, 60% descrevem os muçulmanos como “radicais”, “agressivos” ou “atrasados” e 62% consideram-nos como um “risco para a segurança”. A Esquerda japonesa viu-se do lado errado de um debate sobre a imposição de um limite à imigração em massa para o país e não teve outra resposta a não ser repreender a maioria pela sua “xenofobia” e “intolerância”.
Embora o Japão tenha tradicionalmente sido bastante restritivo em relação à imigração, a sua baixa taxa de natalidade (a média é de 1,15 filhos por mulher e houve menos de 690000 nascimentos em 2024) obrigou-o a depender cada vez mais de mão-de-obra estrangeira. E grande parte dessa mão-de-obra estrangeira, como descreveu Charlie Kirk, vem da Indonésia e de outros países de supremacia islâmica.
Em 2005, havia 100000 muçulmanos a viver no Japão. Em 2023, esse número saltou para 350000 e, em 2024, estimava-se que chegasse a 420000, caminhando rapidamente para o ponto crítico de meio milhão. Esse crescimento exponencial da população muçulmana imigrante é preocupantemente típico e explica porque tantos países desenvolvidos da Europa foram ocupados tão rapidamente.
Os Japoneses demoraram a perceber o que estava a acontecer, com mesquitas a surgir em locais inesperados e cultos islâmicos de "oração" superlotados a ocupar bairros inteiros.
O chamado islâmico à 'oração' e a condenação dos infiéis (de acordo com a lei islâmica, a maioria dos Japoneses é 'pagã' e pode ser morta ou estuprada sumariamente) ecoam agora de 'mega-mesquitas' como a Mesquita de Tóquio, com as suas torres e cúpulas imponentes, onde mais de 5000 imigrantes muçulmanos comparecem. E isto foi rapidamente seguido por outras demandas, como mudanças fundamentais na dieta japonesa, que é extremamente 'não halal', e por cemitérios muçulmanos dentro do Japão, além de outras formas pelas quais se esperava que o Japão se adaptasse ao Islão.
Para muitos japoneses, as mais de 100 mesquitas que ocupam partes do seu território (um aumento significativo em relação à dúzia de uma geração atrás), as escolas islâmicas para uma crescente população de jovens muçulmanos e as demandas cada vez maiores por mudanças na natureza do Japão indicam que os trabalhadores muçulmanos não estão a vir para o país temporariamente, mas sim para ficar. Mais de 50000 muçulmanos já obtiveram o estatuto de residente permanente e este número provavelmente aumentará drasticamente.
A baixa taxa de natalidade e o envelhecimento da população japonesa tornam o país, ao mesmo tempo, dependente de mão-de-obra estrangeira e vulnerável a invasões. No entanto, os eleitores japoneses resistiram à ocupação.
O primeiro-ministro Takaichi fez campanha com a promessa de endurecer as leis de residência e os controles de imigração. Enquanto a fraude cometida por somalis se tornava um assunto de repercussão nacional nos Estados Unidos, a fraude em programas de assistência social e vistos por imigrantes tornava-se numa crescente controvérsia no Japão. O mesmo acontecia com o abuso de animais por estrangeiros.
Embora inicialmente os estrangeiros não fossem elegíveis para participar no generoso estado de bem-estar social do Japão, o número crescente de imigrantes nas principais cidades conseguiu inscrever-se, juntamente com as suas famílias, no programa de assistência social. E uma vez inscritos, a imigração auto-financia-se.
A mensagem de Takaichi contrapôs-se aos crescentes apelos à imigração em massa feitos por muitos políticos japoneses. Por exemplo, as Directrizes de Tóquio para a Promoção da Coesão Intercultural parecem um material genérico de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão) de qualquer governo ocidental, repleto de jargões sobre “diversidade”, ser uma “cidade global” e “uma tradição de respeito por pessoas com valores diversos”.
No ano passado, a Associação Nacional de Governadores do Japão emitiu a "Declaração de Aomori", que pedia a integração de trabalhadores estrangeiros, condenava as críticas "xenófobas" à imigração em massa e instava à criação de uma infra-estrutura para construir uma "coexistência multicultural". O objectivo final era transformar o Japão em "comunidade multicultural" na qual os Japoneses seriam gradualmente substituídos por imigrantes estrangeiros em nome da "integração" e do "multiculturalismo".
O governador de Nara alegou que havia “críticas infundadas contra residentes estrangeiros que se espalhavam online” e descartou uma “vaga ansiedade” por parte de “japoneses, principalmente das gerações mais jovens”. Já o governador de Miyagi argumentou que um cemitério muçulmano era necessário e “deveria ser construído apesar das críticas”, porque “com o aumento do número de estrangeiros, também aumentam as pessoas que se casam e têm filhos. Há também japoneses que se convertem ao Islamismo e desejam um enterro islâmico”.
Os eleitores japoneses, no entanto, rejeitaram as propostas de imigração em massa e integração multicultural, sinalizando que desejam que o seu país permaneça japonês. Isto, porém, exigirá mais do que pequenos ajustes. Imigrantes muçulmanos têm podido casar-se com mulheres cidadãs japonesas. E com a presença de mais de 100 mesquitas e quase meio milhão de muçulmanos, eles considerarão o Japão como mais um posto avançado da crescente "ummah" imperial do Islão que se espalha pelo mundo.
A Irmandade Muçulmana e outras redes islamistas globais já estabeleceram presença no Japão por meio de mesquitas, escolas e "centros comunitários" que foram criados. Figuras jihadistas vangloriam-se agora de espalhar o Islão no Japão. E não pretendem desistir.
Os eleitores japoneses deram um passo importante ao escolherem o seu país em vez de um multiculturalismo ilusório que permitiria que aqueles que os odeiam invadissem o país e destruíssem a sua cultura, os seus valores e o seu Povo. Mas os defensores esquerdistas da imigração em massa e da ideologia islâmica que a utiliza como trampolim para suas conquistas não desistirão facilmente.
O Japão tem um longo caminho pela frente. E a única maneira de avançar é restaurar a sua cultura, reconstruir a sua taxa de natalidade e parar de depender de mão de obra estrangeira. E se precisar de recorrer à mão de obra estrangeira, as Nações asiáticas parceiras são uma escolha muito melhor do que importar trabalhadores indonésios, paquistaneses e de outros países muçulmanos que não vêm para trabalhar, mas apenas para invadir e hastear a bandeira conquistadora do Islão.
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Fonte: https://jihadwatch.org/2026/02/japan-fights-back-against-muslim-migration

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Quem diria que no Japão também há um BE, e que esse BE também está só com um deputado, isto às vezes parece inventado, tal é o carácter caricatural das semelhanças de discurso antirra e de reacção popular ao discurso antirra...
A elite reinante no Ocidente estende agora os seus tentáculos ao Japão. A primeira leva de universalismo militante falhou quando o Cristianismo foi devidamente travado em solo japonês aqui há uns séculos, mas esta nova onda universalista, a do Anti-Racismo, está agora a crescer, ameaçando trazer uma outra onda universalista militante, sua parceira tácita, a do Islão.
Pode ser que o País de Amaterasu também se consiga defender agora dessa praga moral, sobretudo se estiver em aliança com outras forças nacionalistas de outros países - e o que de qualquer modo se constata é que o Anti-Racismo não é uma conspiração contra o branco em particular mas sim uma mentalidade universalista a-racial e anti-racial, fruto do Cristianismo mas em franco desenvolvimento laico, quase sempre ateu, o que só significa merda às catadupas, desgraça em cima de desgraça, doença pegada como nunca antes foi visto na história da espécie humana.

terça-feira, fevereiro 17, 2026

DONDE VÊM AS MÁSCARAS DO ENTRUDO? DA RELIGIÃO CLÁSSICA


«[31] Durante muitos anos pensaram em propiciar Dis com cabeças humanas e Saturno com o sacrifício dos homens, uma vez que o oráculo lhes tinha ordenado: “Oferecei cabeças ao Hades e um homem ao Pai”. Mais tarde, porém, conta a história, Hércules, ao regressar através de Itália com os rebanhos de Gerião, convenceu os seus descendentes a substituir estes sacrifícios impuros por outros de bom presságio, oferecendo a Dis pequenas máscaras habilmente desenhadas para representar o rosto humano, em vez de cabeças humanas. Saturno com velas acesas em vez de com sangue de homem; pois a palavra ọõta significa “luzes” e também “um homem”.»

- «Saturnália», Livro I, capítulo 7, por Macróbio, séculos IV-V d.c..