domingo, janeiro 18, 2026

BATALHA DE PEDROSO - VAGIDO DA NAÇÃO A 18 DE JANEIRO DE 1071

Condado Portucalense em 1070

Batalha de Pedroso ocorreu a 18 de Janeiro de 1071 perto da freguesia de Mire de Tibães, no concelho de Braga. Nuno Mendes, então conde de Portucale, não conseguiu conter Garcia da Galiza, perdendo a vida e a batalha.
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Pedroso


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Em resultado, Garcia II passou a nomear-se «rei de Portugale». Costuma considerar-se D. Afonso Henriques como «o pai da nacionalidade», como se a Nacionalidade pudesse ter um criador em vez de ser aquilo que realmente é, a saber, sangue e língua, e nada disto é criado por um indivíduo... 
A Nacionalidade é bem anterior a D. Afonso Henriques ou então nem sequer existe. Quanto à teoria de que só surge com Aljubarrota, enfim... o erro crasso de que a nacionalidade depende da manifestação de uma consciência colectiva. Bem antes do pai de D. Afonso Henriques ter sequer vindo para a Ibéria, já Nuno Mendes lutava pela independência desta grei do extremo ocidente europeu. Conforme diz a Wikipédia, «A reocupação e possível reconstrução ou fortificação de Portugale verificou-se após a presúria de Vímara Peres, em 868, vivendo, a partir de então, um próspero período da sua história: daí partiu toda a acção de reorganização, bem sucedida, e nalguns casos de repovoamento, para além dos limites da antiga diocese nela sediada, quer ao norte do rio Ave, quer ao sul do rio Douro. Por esta altura, o território designava-se de Terra Portugalense ou Portugalia. Desta forma, o antigo burgo de Portucale deu o nome a um novo Estado ibérico. Paulo Merêa refere a existência de documentos comprovadamente encontrados na província de Ourense, na Galiza, nos quais surge a referência expressa a terras situadas em Portugal, ou seja, ao sul do rio Lima, e que então pertenciam, e vieram ainda a pertencer durante algum tempo, no âmbito da organização eclesiástica de Tui, repovoada durante o reinado de Ordonho I. Apenas dez anos decorridos sobre a reconquista definitiva de Portucale deve ter sido tomada a cidade de Coimbra e erigida em condado independente às mãos de Hermenegildo Guterres em 878; a sua posição de charneira entre os mundos cristão e muçulmano permitiu uma vivência de maior paz no Entre-Douro-e-Minho, se bem que a região era alvo de incursões normandas regulares. As campanhas do Almançor, em finais do século X, porém, fizeram recuar a linha de fronteira de novo até ao Douro e o condado de Coimbra é suprimido. Na segunda metade do século XI, reconstituiu-se ao sul o condado de Coimbra, que incluía ainda as terras de Lamego, Viseu e Feira, sendo entregue ao conde ou alvazil Sesnando Davides, que conquistara definitivamente a cidade em 1064. Este condado viria mais tarde a ser incorporado no Portucalense. (...) 

Na secção de discussão do artigo, pode ler-se esta citação de João Ameal: "Os Suevos já não têm concorrentes. Durante mais de uma centúria sustenta-se o seu reino na parte noroeste da Península. Alarga-se até o Tejo com a capital em Braga (já sede de um bispado desde Diocleciano) e chama-se Reino de Portu-Cale — do nome de dois castros fronteiros nas margens do Douro" (AMEAL, p. 24). 
Isto ter-se-á passado antes do domínio visigótico, ou seja, uns séculos antes da invasão norte-africana. A ser verdade o que conta Ameal, entende-se que a génese da Portugalidade é portanto bem antiga e pode até ter na Antiguidade tardia as suas raízes directas. A Batalha de Pedroso é formalmente falando uma das primeiras batalhas desta entidade do extremo ocidente europeu que hoje se quer ver soberana, algo que o malogrado e heróico Nuno Mendes também quis e que D. Afonso Henriques veio décadas depois dele a alcançar. Uma Nação não é simplesmente um Estado ou um país independente - é, antes de mais nada, povo e língua, sangue e voz, merecendo a soberania mas tendo o mais das vezes de lutar para a conseguir.

quarta-feira, janeiro 14, 2026

ITÁLIA - ITALIANO GRAVEMENTE FERIDO POR MOURO DEVIDO A TER DEFENDIDO RAPARIGAS

Um italiano que havia confrontado um cidadão marroquino por assediar jovens garotas perto de uma estação de comboio ficou com ferimentos faciais permanentes após ser atacado com uma garrafa de vidro quebrada pelo imigrante, em agressão que um tribunal italiano considerou ter sido realizada com a intenção de matar. Segundo o jornal La Tribuna, o ataque ocorreu em Maio do ano passado, atrás da estação ferroviária de Mogliano.

A vítima confrontou Isam Rachid, um marroquino de 49 anos, alguns dias antes, após vê-lo assediar jovens garotas perto da estação.

Os dois homens encontraram-se novamente na tarde de 27 de Maio de 2025, e um novo confronto ocorreu. Imagens de câmaras de segurança apresentadas no tribunal mostraram uma discussão entre os dois antes da escalada da violência.

Durante a altercação, Rachid, que segurava uma garrafa de cerveja, quebrou-a e atacou o homem com o gargalo quebrado. Atingiu-o quatro vezes no rosto, mirando o pescoço. Os golpes quase atingiram a veia jugular, mas causaram danos permanentes à orelha e à boca da vítima. O homem caiu ao chão.

O ataque ocorreu à frente de várias testemunhas, algumas das quais chamaram as autoridades. Os socorristas que chegaram ao local encontraram a vítima caída em poça de sangue. Os paramédicos transportaram-na para o Hospital Ca' Foncello em Treviso, enquanto Rachid foi preso por polícias da esquadra de Mogliano sob suspeita de tentativa de homicídio.

O agressor foi inicialmente detido na prisão de Santa Bona, antes de ser colocado em prisão domiciliar no seu apartamento em Mogliano. Ele não tinha antecedentes criminais.

Após um julgamento sumário, Rachid foi condenado por tentativa de homicídio e sentenciado a três anos, seis meses e 20 dias de prisão. A pena foi reduzida em um terço devido à escolha de um procedimento processual alternativo e ao reconhecimento de circunstâncias atenuantes.

O tribunal retirou a circunstância agravante de agir por motivos fúteis, conforme solicitado pela acusação, depois de imagens de câmaras de segurança do supermercado mostraram que as provocações entre os dois homens foram mútuas.

Durante a investigação, o Ministério Público local ordenou uma perícia para determinar se o ataque poderia ter sido fatal. Com base nos ferimentos da vítima e nas imagens de vigilância, o perito concluiu que os golpes foram desferidos com a intenção de matar.

A vítima também entrou com um processo civil contra Rachid por danos. Após cumprir a sua pena, Rachid será expulso de Itália.

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Fonte: https://rmx.news/article/three-years-for-attempted-murder-man-who-confronted-moroccan-migrant-harassing-young-girls-left-permanently-scarred-after-near-fatal-bottle-attack-in-italy/


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Se o mouro for mesmo expulso, em vez de receber só uma daquelas ordens de expulsão que não passam do papel mas servem para enganar o «povinho» por meio de estatísticas e estudos com base em «dados oficiais», pois se o norte-africano for devolvido à procedência, é mais um ponto a favor do governo de Meloni.

IRÃO - POVO QUER AUXÍLIO NORTE-AMERICANO, DO QUE ESTÁ O CABRÃO DO LOIRO IANQUE À ESPERA?


Directamente do Irão, uma voz desafiadora rompeu corajosamente o bloqueio da internet para detalhar os horrores que testemunhou e dizer ao presidente dos Estados Unidos: "O povo está à espera que os Estados Unidos intervenham".
A manifestante iraniana Sarah afirma que o regime do Irão quer quebrar a sua resistência e teme que possam matá-la. Mas, como muitos outros jovens iranianos, ela está disposta a arriscar a vida por um Irão melhor. Após dias sem comunicação com o mundo exterior, esta mulher inteligente e instruída de Teerão, cujo nome verdadeiro estamos a ocultar por motivos de segurança, entra em contacto com a ABC. Usa uma conexão Starlink que cai e volta constantemente — cujo uso ela sabe que poderia levá-la a ser morta pelas forças de segurança da República Islâmica — mas ela quer transmitir a sua mensagem ao Ocidente e calcula que vale a pena correr o alto risco. "Mal temos acesso à Iran International, à BBC ou a jornalistas como você; tudo está cortado", disse ela à ABC News em Farsi.
Protestos em todo o Irão eclodiram a 28 de Dezembro devido ao agravamento das condições económicas, mas rapidamente se voltaram contra os governantes religiosos. O regime reprimiu os manifestantes e grupos de direitos humanos relatam que o número de mortos já chega aos milhares. A organização de direitos humanos HRANA, sediada nos EUA, afirma que 2500 manifestantes foram mortos, enquanto a Iran International, um grupo de jornalistas opositores ao regime com sede em Londres, alega que o número de mortos chega a 12000. Vídeos a mostrar centenas de sacos para cadáveres do lado de fora de um centro médico forense, com familiares a chorar sobre os seus entes queridos falecidos, vazaram em momentos de conexão com a internet. Ajudaram o mundo a compreender a dimensão do massacre que ocorre no Irão.  
Após dias de total isolamento da internet, esta conversa representa o primeiro contacto de Sarah com o mundo exterior. "Os telefones ficaram fora de serviço até ontem à noite (Lues, horário local) — não conseguíamos ligar para ninguém. As mensagens de texto também foram completamente bloqueadas, não conseguíamos trocar mensagens", disse ela. Segundo ela, o objectivo do regime era isolar os manifestantes do mundo e, sob o manto da escuridão, tinha vindo a cometer atrocidades. "Quando as famílias vão buscar os corpos, elas têm de assinar um documento [oficial] que diz que essas pessoas morreram de causas naturais, que não foram assassinadas", disse ela. "Havia tantos corpos empilhados em contentores... e quando as famílias iam buscar o corpo, eles abriam o contentor e diziam: 'Encontrem. Vão procurar os vossos filhos'. Havia de 600 a 800 corpos." "Eles precisam de encontrar os seus filhos no meio de cadáveres com rostos ensanguentados e desfigurados." E isto se as famílias consigam ter acesso aos corpos dos seus entes queridos. "Se eles [o regime] devolverem, vão cobrar muito dinheiro e causar muito stress", disse ela.
"Durante o sepultamento dos corpos em Behesht-e Zahra, eles atacaram pessoas durante o enterro dos seus filhos", lembrou ela, referindo-se ao maior cemitério do Irão, em Teerão.
Sarah disse acreditar que milhões de iranianos estavam a protestar na Joves, 8 de Janeiro, data que observadores de direitos humanos identificaram como o início do bloqueio das comunicaçõesEla contou à ABC que testemunhou a violência e disse que na noite de Joves viu forças da milícia do regime a usar gás lacrimogéneo e armas de fogo, e que "atingiram as pessoas no rosto". "Mas na segunda noite, eles começaram a usar espingardas semi-automáticas", disse ela. No fim de semana, "eles abriram fogo contra civis com metralhadoras", disse Sarah. "A curta distância, eles mataram uma das minhas amigas. Atingiram-na na cara. Para eles, não importa quem sejam, eles simplesmente disparam."
A Iran International classificou o massacre como "o maior assassínio da história contemporânea do Irão". 
A ABC não conseguiu verificar as alegações de forma independente. 
Enquanto a República Islâmica desencadeia a sua brutal repressão, iranianos como Sarah anseiam desesperadamente por um sinal claro de que o Sr. Trump intervirá para ajudar. "Eles esperavam alguma movimentação de países estrangeiros — especialmente do presidente [Trump]", disse ela. "Infelizmente, eles ainda não viram nenhum momento [de acção]. Todos estão sentados, esperando e pensando que talvez hoje ou esta noite haja alguma notícia." "O presidente vai cumprir a sua promessa ou não? Todos estão à espera que alguma acção aconteça para que possam reunir forças novamente [para ir às ruas]." Sarah disse que se não houvesse ajuda do mundo exterior e se o presidente não cumprisse a sua palavra, ela não acreditava que as pessoas teriam motivação para continuar a protestar. Ela disse que na noite de Joves viu iranianos jovens, idosos, religiosos e seculares marchando para exigir uma mudança de regime. 
Em 2009, protestos no Irão foram desencadeados por fraude eleitoral. Em 2022, os protestos de Mahsa Amini "estavam principalmente relacionados com a recusa das mulheres em usar o hijab", disse Sarah. "Desta vez é diferente, todos estão nas ruas. Pessoas com hijab. Jovens e idosos juntos clamando pelo retorno de Pahlavi." "Um dos cânticos é 'esta é a batalha final. Pahlavi retornará'", disse ela, referindo-se ao filho do último xá do Irão, o príncipe herdeiro Reza Pahlavi, que vive exilado nos Estados Unidos.
Ontem, Donald Trump publicou no Truth Social: "Patriotas iranianos, continuem a protestar... a ajuda está a caminho."
Sarah disse: "Se queremos uma mudança de regime, ele é o único que nos pode ajudar." "Precisamos da sua ajuda para derrubar este regime", disse ela, como se estivesse a tentar enviar uma mensagem directamente ao Sr. Trump.  
Este período de levante já dura 18 dias e começam a surgir preocupações com o abastecimento de alimentos e a sobrecarga dos hospitais. "Está tudo fechado. O preço dos alimentos subiu muito. Muito, muito caro. Custa seis, sete vezes mais e está a ficar escasso", disse Sarah. "Durante alguns dias, as pessoas foram às lojas e compraram o máximo de comida que podiam, mas agora o problema é a escassez de alimentos. Tememos que as pessoas morram de fome."
Os hospitais estão sobrecarregados e as autoridades estão a instruir os médicos a não tratarem os feridos, o que está a levar a mais mortes, disse ela. Sarah conhece alguém que trabalha em cargo de chefia num hospital e que relatou "que o número de mortos é muito alto". "Algo que nos deixa muito tristes é que a Basij não permitiu que [a equipa do hospital] os tratasse. Eles diziam: 'deixem-nos morrer'", disse ela. 
A Basij são as forças paramilitares do regime iraniano — os executores do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC). 
Sarah disse acreditar que o regime tinha trazido militantes de países árabes para o Irão para actuarem como forças paramilitares Basij, porque os ouviu a falar em Árabe em vez de Farsi.
Há relatos não confirmados de milícias xiitas do Iraque a entrar no Irã para ajudar o regime a reprimir protestos
No passado, a Basij foi acusada de graves violações dos direitos humanos, incluindo tortura, estupro e violência sexual.
Sarah explicou que agora havia membros da Basij em cada esquina e que as pessoas tinham medo de sair de casa. "Para cada pessoa comum que se vê na rua, existem várias forças Basij com armas e motocicletas, esperando que as pessoas saiam de suas casas para as atingir", disse ela. Ela disse que muitos dos manifestantes baleados poderiam ter sobrevivido se tivessem recebido tratamento. Mas alguns estão com muito medo de ir ao hospital, temendo que a Basij os capture e prenda. "Uma das minhas amigas teve 26 tiros de chumbo disparados na perna", disse ela. "Ela não pôde ir ao hospital porque sabia que Basij iria atrás dela. Agora a sua perna está infectada." Ela afirma que a Basij está agora a apreender imagens de câmaras de segurança de hospitais e lojas. "Eles foram para as ruas reunir imagens para identificar e alvejar pessoas. Muitas pessoas estão a apagar as gravações para que a Basij não consiga obtê-las", disse ela. 
Sarah conta que, depois do primeiro apelo do príncipe herdeiro para que protestassem, milhões de pessoas foram às ruas. "Até mesmo pessoas que não estavam nas ruas gritavam e protestavam das suas janelas", disse ela. "As pessoas gritavam: 'Morte ao ditador! O governo de Khamenei não é válido. Pahlavi voltará!'. Todos se uniram em uníssono."
Questionada sobre a opinião de alguns no Ocidente de que os Estados Unidos não se deveriam envolver, Sarah disse: "Tenha certeza de que as pessoas estão à espera de que os Estados Unidos intervenham."  "Não nos importa se uma guerra começar. Já vimos tantas pessoas serem mortas... queremos que os EUA nos venham resgatar desta situação."
Ao ser questionada se teme pela sua vida e se participará em algum protesto, Sarah faz uma pausa e desaba em lágrimas. "Claro que tenho medo [de protestar]. Mas os nossos objectivos são maiores do que isto. Tantas vidas jovens foram perdidas, não é para termos medo. Já não temos medo. Queremos que o Ocidente nos ouça… queremos uma mudança de regime. Todos queremos isto", disse ela. "Não me importo com o que aconteça comigo pessoalmente. Mas espero que a próxima geração no Irão tenha uma vida melhor."
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Fonte: https://www.abc.net.au/news/2026-01-15/from-inside-iran-protester-asks-donald-trump-to-help/106228502

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Como dizia Estáline, uma morte é uma tragédia, mil mortes é uma estatística - se o regime iraniano comutar a pena de morte de um jovem de 26 anos sentenciado a enforcamento agendado para este dia 14 de Janeiro, se o regime iraniano não o matar e exibir o seu exemplo como sinal de misericórdia do regime, qualquer intervenção dos EUA irá parecer abusiva - e, desta forma, o regime dos aiatolas vai continuar a prender e chacinar milhares de anónimos iranianos, e a revolução falha. Não é por isso bom para o Irão, e para o Ocidente, que Trump trace uma linha vermelha na execução deste iraniano em particular.

IRÃO - MESQUITAS INCENDIADAS PELO POVO EM REVOLTA CONTRA O REGIME MUÇULMANO DOS AIATOLAS


Pode ser mero «desabafo» físico contra o regime, pode ser algo de mais profundo contra o credo de Mafoma, logo se vê...

SILÊNCIO «FEMINISTA» SOBRE AS MULHERES IRANIANAS EM REVOLTA CONTRA UM DOS PATRIARCADOS MAIS VIOLENTOS DO MUNDO E DA HISTÓRIA


Como sói dizer-se, a verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima - sobretudo quando a própria verdade é azeiteira, como é azeiteira a pretensão moralista das elites me(r)diáticas que cada vez mais mostram o que são, não só com os seus habituais guinchos, zurros e grunhidos, mas também com os seus imundos silêncios. Pelos vistos, as mulheres iranianas não contam para a asquerosa «interseccionalidade», «talvez» porque os seus opressores não são ocidentais e sim inimigos do Ocidente.

SOBRE O SILÊNCIO DOS «JUSTICEIROS» ME(R)DIÁTICOS A RESPEITO DO MASSACRE DA POPULAÇÃO IRANIANA PELO REGIME DOS AIATOLAS


Como sói dizer-se, a verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima - sobretudo quando a própria verdade é azeiteira, como é azeiteira a pretensão moralista das elites me(r)diáticas que cada vez mais mostram o que são, não só com os seus habituais guinchos, zurros e grunhidos, mas também com os seus imundos silêncios. Pelos vistos, as mulheres iranianas não contam para a asquerosa «interseccionalidade», «talvez» porque os seus opressores não são ocidentais e sim inimigos do Ocidente.

OS GRANDESSÍSSIMOS MÉ(R)DIA OCIDENTAIS DIANTE DO IRÃO E DE ISRAEL


Diferença real que chega a ser caricatural. Não seria de esperar que gentinha tão sonsa e sofisticada como a da imprensa fosse capaz de se revelar tão gritante e abjectamente parcial na sua cobertura dos acontecimentos. Podeis bem cagar de alto no «jornalismo de causas» e na esmagadora maioria dos seus intérpretes. Por cá, não fossem as conversas de Ireneu Teixeira na NOW, e pouco ou nada se via na televisão sobre o que está a acontecer na «Terra dos Arianos», ou Irão, onde cada vez mais povo sai à rua para confrontar o opressivo regime totalitário baseado na doutrina do profeta pedófilo das Arábias.
Como sói dizer-se, a verdade é como o azeite, vem sempre ao de cima - sobretudo quando a própria verdade é azeiteira, como é azeiteira a pretensão moralista das elites me(r)diáticas que cada vez mais mostram o que são, não só com os seus habituais guinchos, zurros e grunhidos, mas também com os seus imundos silêncios. Pelos vistos, as mulheres iranianas não contam para a asquerosa «interseccionalidade», «talvez» porque os seus opressores não são ocidentais e sim inimigos do Ocidente.

ITÁLIA - FUNCIONÁRIO GOVERNAMENTAL À BEIRA DA MORTE DEPOIS DE ESPANCADO POR ALÓGENOS, UM DESTES JÁ COM ANTERIOR ORDEM DE EXPULSÃO

Um funcionário do governo italiano luta pela vida após ser brutalmente espancado em um ataque de um grupo de imigrantes perto da estação Termini, em Roma. A polícia acredita que este foi um de dois ataques relacionados, ocorridos em um intervalo de uma hora na noite de Sáturnes. A vítima do primeiro ataque é um italiano de 57 anos que trabalha para o Ministério das Empresas. Segundo informações do jornal Il Giornale, foi cercado e brutalmente espancado por volta das 22h na Via Giolitti, perto da estação Termini.
Testemunhas disseram que o homem foi deixado na rua a sangrar. Equipas de emergência levaram-no à pressa para o Hospital Umberto I, onde os médicos confirmaram que ele tinha sofrido ferimentos extremamente graves. Permanece em estado crítico. 
Menos de uma hora depois, um entregador foi atacado na Via Manin, no bairro Esquilino, também perto da estação Termini. A vítima, um tunisino de 23 anos, foi espancada, mas conseguiu escapar antes que os agressores pudessem feri-la gravemente.
Os investigadores acreditam que ambos os ataques foram perpetrados pelo mesmo grupo. Imagens de câmaras de segurança mostram, segundo relatos, sete ou oito indivíduos a aproximar-se de uma das vítimas antes de iniciar o ataque. A polícia iniciou imediatamente uma grande operação na área durante a madrugada, realizando buscas, verificação de documentos e detenções. Vários dos detidos são estrangeiros, muitos já conhecidos da polícia. Entre eles está um egípcio de 18 anos com antecedentes criminais por roubo, receptação e porte de armas e objectos ofensivos. Ele já estava sob ordem de expulsão no início deste mês por estar ilegalmente em Itália.
A polícia também identificou um tunisino de 20 e poucos anos com antecedentes criminais por brigas e tráfico de drogas, um homem de 46 anos das Ilhas Maurício com um mandado de prisão em aberto e um peruano de 43 anos acusado de danificar uma viatura policial durante uma abordagem. No total, quatro imigrantes foram presos, enquanto outros foram encaminhados para escritórios de imigração para verificação da sua situação legal.
Novas verificações na área resultaram em mais detenções por tráfico de drogas, mandados de prisão em aberto e comportamento violento. Um total de 16 pessoas foram detidas para verificações de imigração enquanto a polícia tentava retomar o controle da área ao redor da estação.
“O duplo ataque na estação Termini, contra um funcionário do governo e um motorista de entregas com poucas horas de diferença, está a causar grande alarme e preocupação”, disse Luisa Regimenti, secretária da Forza Italia em Roma. Ela alertou que, apesar da forte presença policial, a área ao redor de Termini continua perigosa à noite. Regimenti pediu medidas mais rigorosas, incluindo vigilância ampliada, ordens de exclusão mais estritas e controles policiais mais fortes, afirmando que a área da estação está "sitiada por traficantes de drogas e vagabundos". 
O deputado Rossano Sasso, do partido Liga, acrescentou no X: “Mais um ataque de imigrantes. Um italiano ficou à beira da morte pelas mãos da habitual gangue de desajustados que infesta aquela área dia e noite. Quem viaja para Roma de comboio sabe que a estação Termini é perigosa para qualquer pessoa.” 
“Quase diariamente, italianos, homens e mulheres, são vítimas de imigrantes. Para a segurança dos italianos, um decreto de emergência e especial deve ser emitido: a nossa guerra é em casa, é para lá que devemos enviar dinheiro e armas. Não para outro lugar.”
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Fonte: https://rmx.news/italy/italian-government-official-left-fighting-for-his-life-after-migrant-gang-attack-near-romes-termini-station/

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Que urge defender a população contra criminosos alógenos, é bem verdade. Usar isso para indirectamente afastar o país de qualquer apoio a outro país, isso é que foleiro, visto daqui, tendo em vista a necessidade europeia de união para fazer frente a potências manifestamente opostas à Europa...

FRANÇA - MOURO COM ORDEM DE DEPORTAÇÃO FOI PRESO POR VIOLAR ADOLESCENTE

Na cidade francesa de Melun, um argelino de 22 anos, que tinha um mandado de deportação em aberto, foi preso pelo estupro de uma menina de 15 anos.
O homem, chamado Hakim Daoudi, é acusado de agarrar a adolescente, beijá-la à força e depois estuprá-la no dia 11 de Janeiro, às 22h15, segundo o portal de notícias francês Valeurs Actuelles.
A adolescente estava a voltar para casa a pé quando Daoudi supostamente começou a assediá-la num autocarro e, posteriormente, numa paragem de autocarro. Quando a jovem se aproximou da Praça Beauregard, o argelino tê-la-ia agarrado e tentado beijá-la à força. Em seguida, arrastou-a para o chão e violou-a, de acordo com fontes policiais.
Após fugir do local, continuou a trocar mensagens com a garota pelo Snapchat até ser rastreado até um ginásio da cidade que abrigava imigrantes. A polícia prendeu-o lá e verificou a sua identidade.
De acordo com fontes policiais, Daoudi, de 22 anos, é sem-tecto e já tinha duas entradas no Cadastro de Antecedentes Criminais (TAJ). Já tinha uma ordem de deportação (OQTF) e mandados de prisão em aberto no momento do estupro. A polícia continua a investigar.
No passado, casos envolvendo argelinos que estupraram menores ganharam as manchetes em toda a França, incluindo o famoso caso de Lola, uma menina parisiense de 12 anos. A jovem foi torturada, estuprada e assassinada, e o seu corpo foi colocado numa maleta por uma imigrante argelina que tinha um mandado de deportação em aberto. Vale ressaltar que, de acordo com dados analisados ​​pela Remix News na altura do assassínio de Lola, os argelinos com ordem de deportação foram deportados em apenas 0,2% dos casos.
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Fonte: https://rmx.news/article/france-algerian-migrant-with-deportation-order-arrested-for-raping-15-year-old-girl-flees-to-migrant-accommodation-center/

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Mais uma violação cuja culpa moral recai parcialmente em cheio nos cornos da elite reinante que não deportou o criminoso alógeno que viria a cometer o acto.

ITÁLIA - ÁRABE DETIDO POR TENTATIVA DE VIOLAÇÃO DE UM ADOLESCENTE

Um requerente de asilo egípcio foi colocado em prisão preventiva na Itália após ser preso sob suspeita de agredir sexualmente um menino de 14 anos em plena luz do dia, enquanto ele voltava da escola para casa. O ataque ocorreu por volta das 14h, perto da Via Settembrini, em Reggio Emilia, no norte do país.
Conforme relatado pela Gazzetta di Reggio, o menor tinha descido de um autocarro e estava a voltar da escola a pé quando foi abordado pelo imigrante. Os investigadores disseram que o suspeito já tinha notado o adolescente dentro do autocarro e começou a segui-lo depois de ele descer na paragem. O suspeito teria tentado iniciar uma conversa com o menino, que se tentou afastar. Segundo a polícia, o suspeito agarrou o menino por trás, despiu-o e agrediu-o sexualmente. A vítima conseguiu escapar e correu para uma sorveteria próxima em busca de ajuda. Os funcionários alertaram então as autoridades.
As imagens das câmaras de segurança, tanto do interior do autocarro quanto das áreas adjacentes, auxiliaram os polícias na reconstrução dos momentos que antecederam e sucederam a agressão. Depoimentos de testemunhas e um vídeo gravado pela própria vítima nos momentos que antecederam o ataque também foram cruciais para a formação do processo contra o suspeito.
Em audiência preliminar de instrução, o juiz aprovou o pedido do Ministério Público para prisão preventiva. O suspeito, de 25 anos, foi acusado de abuso sexual de menor e transferido para a prisão, onde permanecerá em prisão preventiva.
Poucos detalhes sobre como e quando o cidadão egípcio chegou à Europa foram divulgados; no entanto, ele já tem antecedentes criminais em Itália por delitos menores.
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Fonte: https://rmx.news/article/italy-egyptian-asylum-seeker-charged-for-sexually-assaulting-teen-boy-as-he-walked-home-from-school/

NEDERLÂNDIA - SEXAGENÁRIO MORRE DEPOIS DE AGREDIDO POR ADOLESCENTES, OS QUAIS ESTÃO EM LIBERDADE PORQUE SE ACHOU QUE O REFERIDO ÓBITO NÃO FOI CULPA DELES...

A promotoria holandesa ordenou a libertação de dois adolescentes presos pela morte de um homem de 60 anos em Schiedam, alegando que actualmente não há provas suficientes para mantê-los sob custódia ou para estabelecer uma relação causal clara entre as suas acções e o desfecho fatal.

Em um comunicado divulgado na Lues, o Ministério Público holandês (OM) informou que os dois rapazes, de 16 e 17 anos e ambos de Schiedam, compareceram perante um juiz de instrução na Joves em relação a um incidente ocorrido a 5 de Janeiro.
O incidente ocorreu na rua Van Limburg Stirumstraat, em Schiedam, perto da estação de metro Nieuwland. De acordo com a polícia e relatos de testemunhas, a vítima tinha criticado os jovens por atirarem bolas de neve a veículos que passavam. Testemunhas relataram que o homem foi então agredido por um grupo de jovens.
O homem foi atingido e atirado ao chão. Posteriormente, faleceu em decorrência dos ferimentos, apesar das tentativas de reanimação feitas por pessoas que estavam no local.
Inicialmente, os polícias prenderam outros dois jovens de Rotterdam, mas depois libertaram-nos. "Com base em depoimentos de testemunhas, prendemos duas pessoas na Lues, mas descobrimos que não eram os culpados", disse um porta-voz da polícia. O porta-voz acrescentou que imagens de câmaras de segurança levaram os investigadores aos dois rapazes de Schiedam. O jovem de 16 anos apresentou-se posteriormente numa esquadra da polícia, enquanto o de 17 anos foi detido em sua casa. A legislação holandesa impediu as autoridades de divulgarem mais detalhes que identificassem os suspeitos devido à sua idade. Segundo o Ministério Público, o jovem de 17 anos foi libertado devido ao que descreveu como seu papel limitado no incidente. O jovem de 16 anos foi libertado porque o juiz de instrução considerou que não havia “provas suficientes de que as acções do suspeito levaram à morte da vítima”. “Os detalhes precisos dos eventos que levaram ao incidente fazem parte da investigação em curso”, afirmou a OM. Acrescentou ainda que o corpo da vítima foi examinado pelo Instituto Médico Legal dos Países Baixos e que ficou claro que “a saúde frágil da vítima pode ter contribuído para este desfecho trágico”.
Nos dias que se seguiram ao incidente, flores e cartões foram deixados no local. Um cartão da filha da vítima dizia: “Tão especial quanto a neve que caiu, tão especial foi a tua partida, pai”. Outra mensagem dizia: “Tenho orgulho em ti, pai. Amo-te muito! Com amor, a tua filhinha (grande)”. Um terceiro cartão dizia: “Obrigada pela tua ajuda e pelas risadas. Sempre estiveste presente para nós. Obrigado, Berry”.
O autarca de Schiedam, Harald Bergmann, afirmou em comunicado que a violência tinha a sua “total atenção”. Acrescentou: “Assim como todos em Schiedam, estou indignado e entristecido pela violência sem sentido que ocorreu na nossa cidade. Os meus pensamentos estão com as famílias das vítimas, para quem este ano começou de forma muito triste.”
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Fonte: https://rmx.news/article/no-charges-as-prosecutors-say-victims-fragile-health-clouds-cause-of-death-after-teens-fatally-beat-60-year-old-man-over-snowballs-in-schiedam/



ÁUSTRIA - RAPARIGAS MENORES DE IDADE DROGADAS E VIOLADAS POR ALÓGENOS DO TERCEIRO-MUNDO MUÇULMANO

Segundo relatos, meninas menores de idade na Áustria estão a ser abordadas por homens de origem árabe que lhes oferecem drogas e prometem algo mais em Viena, após as autoridades revelarem a morte de outra jovem de 16 anos em quarto de hotel vienense.
Conforme noticiado pelo jornal Heute, os investigadores concluíram que a vítima provavelmente morreu de overdose de drogas após ter sido encontrada num hotel perto da Stadthalle de Viena, a 31 de Outubro do ano passado. As informações sobre a morte só foram divulgadas na Joves.
Segundo a emissora austríaca ORF, a exploração sexual por um gangue de imigrantes está entre os cenários que estão a ser examinados pelos investigadores.
O jornal Heute relata que sete menores de 18 anos que estavam sob a supervisão dos serviços de protecção à criança e ao adolescente morreram em Viena em 2025 em decorrência do uso de drogas. Muitas das vítimas são meninas de famílias com relacionamentos instáveis ​​ou que vivem em lares adoptivos ou instituições de acolhimento.
Os incidentes não se limitam à capital austríaca, sendo Salzburgo também considerada um terreno fértil para gangues que se aproveitam de jovens vulneráveis, aliciando-as com drogas e álcool e explorando-as.
Belinda Plattner, chefe do departamento de psiquiatria infantil e da adolescência em Salzburgo, disse à ORF que o consumo de drogas entre os jovens aumentou drasticamente. "Actualmente, estamos a ver um número significativamente maior de jovens que usam drogas. Pelo menos em Salzburgo, isto nunca tinha ocorrido nessa proporção", afirmou. Disse ao programa de notícias ZIB2 da emissora: “As meninas não têm valor nesta sociedade dominada por homens – são meninas inúteis que podem ser facilmente manipuladas. São desvalorizadas e, ao mesmo tempo, são aliciadas para serem levadas a esses apartamentos. E então, como me contaram, ocorrem repetidamente agressões sexuais.
Plattner descreveu como meninas de 14 a 16 anos são alvos deliberados, particularmente nos arredores da estação ferroviária principal de Salzburgo. "As meninas dizem que são abordadas na estação ferroviária principal de Salzburgo por jovens de origem árabe que lhes oferecem drogas e prometem ainda mais drogas em Viena. E muitas dessas meninas acabam por ir com eles."
Alega-se que, em seguida, são oferecidas drogas pesadas como cocaína e metanfetamina — ambas substâncias altamente viciantes — gratuitamente às meninas, que inicialmente são tratadas com respeito e convidadas a morar com homens estrangeiros, "mas muitas vezes isto leva a abuso sexual e comportamento humilhante em relação às meninas", disse Plattner.
O psiquiatra apresentou uma queixa formal à polícia de Viena relacionada com a morte mais recente. A sede da polícia estadual de Viena confirmou que uma investigação está em andamento, mas afirmou que “por razões investigativas, nenhum outro detalhe será divulgado neste momento”.
Preocupações também foram levantadas no âmbito político. Em Novembro, o Conselheiro de Assuntos Sociais de Salzburgo, Wolfgang Fürweger, do FPÖ, afirmou que as autoridades tinham reunido diversos indícios de actividades criminosas ligadas à exploração de menores. “Nós mesmos reunimos informações por meio do Departamento de Bem-Estar da Criança e do Jovem, cerca de meia dúzia de provas. Entregámos tudo à polícia criminal no início de Dezembro”, disse ele. “O nosso pedido é claro: se você presenciar algo assim, não se cale. Informe as autoridades. Coisas inacreditáveis ​​estão a acontecer bem diante dos nossos olhos.”
Mais detalhes sobre a morte em Viena foram divulgados pelo MeinBezirk. A polícia informou que a jovem foi encontrada morta num hotel no 15º distrito de Viena e que, até ao momento, não há indícios de crime violento. A causa mais provável da morte é uma overdose de drogas. Os investigadores estão a apurar se a adolescente consumiu as drogas sozinha ou na presença de outras pessoas e se o uso de drogas esteve relacionado com um encontro sexual.
A jovem morava em casa de acolhimento administrada pelo Departamento de Assistência à Criança e ao Adolescente de Viena, MA 11. Na noite da sua morte, ela não retornou à instituição, mas hospedou-se num hotel, onde foi encontrada no dia seguinte.
A Remix News tem acompanhado de perto o escândalo de aliciamento sexual em curso na capital austríaca. O caso de maior repercussão foi o da estudante austríaca Leonie, de 13 anos, que foi brutalmente estuprada e assassinada por três imigrantes afegãos em Junho de 2021. O seu corpo foi encontrado por transeuntes encostado a uma árvore perto da Viktor-Kaplan-Strasse, em Viena-Donaustadt. Foi encontrada estrangulada e o seu corpo foi atirado a uma área verde perto do apartamento de um dos agressores. Em Dezembro de 2022, um tribunal de Viena considerou que os imigrantes afegãos tinham oferecido ecstasy à vítima com a intenção de estuprá-la; o laudo da autópsia concluiu que ela morreu de overdose e asfixia. O principal réu, de 24 anos, foi condenado a prisão perpétua, enquanto dois cúmplices, de 19 e 20 anos, foram condenados a 19 e 20 anos de prisão, respectivamente.
Em Dezembro do ano passado, um imigrante sírio de 27 anos foi condenado por estuprar uma menina de 14 anos que tinha sido dada como desaparecida pela sua família. O tribunal ouviu o relato de como a menina foi abordada por três homens sírios que a levaram para o apartamento deles no bairro de Donaustadt e a drogaram.
Em Setembro de 2025, dez imigrantes com idades entre 16 e 21 anos foram acusados ​​de crimes sexuais contra uma menina de 12 anos que foi abordada pelo Snapchat e coagida a fazer sexo após recusar. Segundo a promotoria, durante o julgamento, os abusos ocorreram ao longo de vários meses em parques, escadarias, quartos de hotel e apartamentos particulares no bairro de Favoriten, em São Paulo. Os réus foram absolvidos de forma controversa depois de o tribunal levantar dúvidas sobre o depoimento da menina. Os juízes citaram inconsistências, incluindo a omissão inicial da menina em denunciar a coerção, o facto de ela ter apresentado um documento de identidade e alegado ser mais velha, além da sua aparência, o que levou o tribunal a concluir que não estava claro se os réus sabiam que ela era menor de idade.
Em Março do ano passado, dois imigrantes argelinos foram julgados pelo ataque brutal a duas adolescentes, de 14 e 15 anos, que teriam sido atraídas para um prédio abandonado, drogadas e estupradas sob a mira de uma armaOs eventos desenrolaram-se durante o feriado nacional da Áustria, a 26 de Outubro de 2024, quando os suspeitos abordaram as adolescentes, convidando-as para uma festa. Pouco depois da meia-noite, as meninas entraram num táxi com eles e foram levadas para um complexo de escritórios abandonado no 20º distrito de Viena — uma área que, segundo relatos, era usada como abrigo ilegal para solicitantes de asilo e ponto de venda de drogas. A promotoria declarou ao tribunal: "Os réus administraram diversas substâncias debilitantes às duas menores", fato posteriormente confirmado por exames de sangue. As vítimas relataram terem sido forçadas a engolir comprimidos de ecstasy sob ameaça de morte. O primeiro réu, de 31 anos, teria estuprado a menina de 15 anos, dizendo-lhe que ninguém ouviria os seus gritos e ameaçando matá-la caso resistisse. Exames médicos posteriores confirmaram marcas de estrangulamento, hematomas e arranhões compatíveis com o seu depoimento.
Também em Viena, em Setembro passado, um afegão de 27 anos foi condenado a seis anos e meio de prisão por estuprar uma jovem de 17 anos que voltava para casa de uma festa. O tribunal constatou que a vítima foi abordada pelo agressor, que lhe perguntou se queria fazer sexo. Ao recusar, ela foi imobilizada com uma chave de braço e arrastada para trás de um carro estacionado, onde foi estuprada enquanto o homem se filmava tapando a sua boca. Em tribunal, o agressor foi descrito como um "residente na Áustria bem integrado e cumpridor da lei", que chegou durante a crise migratória de 2015. O homem trabalhava no sector da hotelaria e não tinha antecedentes criminais.
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Fonte: https://rmx.news/article/men-of-arab-descent-accused-of-luring-underage-girls-with-drugs-as-16-year-old-girl-found-dead-in-vienna-hotel-room/

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Mais uma série de casos que não vereis nos grandessíssimos mé(r)dia cá do burgo, uma vez que em tudo contrariam o cerne da narrativa imigracionista e esquerdista do interseccionalismo, motivo pelo qual as «feministas» de Esquerda também não exibem a sua histérica e justiceira «indignação!» diante do patriarcado, porque isto de patriarcados há uns que são mais patriarcais que outros, ou que merecem denúncia por serem ocidentais, enquanto os outros, enfim, sem comentários, é que nem pio...