quarta-feira, março 04, 2026
«OS JUDEUS É QUE CONTROLAM A AMÉRICA E ENGENDRARAM O ATAQUE AO IRÃO!!!!!!!!!!!!!!»
FRANÇA - AFRICANOS EM CORRIDA NA ESTRADA ASSASSINAM MULHER FRANCESA
Dois estrangeiros foram condenados por homicídio culposo após atropelarem Estelle Roaux, de 32 anos, enquanto disputavam uma corrida em ponte estreita. Os dois homens não cumprirão pena de prisão, pois receberam uma sentença de três anos, com dois anos suspensos. Além disso, poderão voltar a conduzir em apenas dois anos, ou até antes, considerando o seu histórico de condução sem habilitação. A 15 de Junho de 2022, os dois homens, Mamadou D., originário do Mali, e Zidane Junior NM, conduziam a alta velocidade no trecho entre Saint-Pierre-d'Oléron e Dolus, em pista de corrida. A condução imprudente, que os levou a atingir 110 km/h em zona de 70 km/h, terminou numa ponte próxima do viaduto da Ilha de Oléron. Segundo testemunhas, os dois estavam a ziguezaguear entre as faixas da ponte estreita, tentando ultrapassar um ao outro, quando Estelle Roaux foi atingida por Mamadou D., que conduzia a sua motocicleta na faixa oposta.
"Levaram a minha única filha, a minha princesa... Arruinaram a minha vida", disse Brigitte Roaux, que está devastada pela dor há quase quatro anos desde a morte da filha.
Mamadou D. teve a sua carta de condução suspensa e não poderá solicitar uma nova por dois anos. Zidane Junior NM sequer possuía carta de condução quando Estelle Roaux foi assassinada. Ele também terá de esperar dois anos antes de poder solicitar uma nova. Apesar das suas repetidas infracções de trânsito, inclusive após a morte de Estelle Roaux, eles poderão conduzir novamente em apenas dois anos. Devido à sentença do juiz, o jornal francês Sud Ouest afirmou que os homens não cumpririam pena de prisão.
Os dois eram amigos desde os 16 anos e ambos trabalhavam em empresa de instalação de fibra óptica. Estavam em canteiro de obras no dia do acidente.
Testemunhas descreveram o veículo "conduzindo como um louco", ziguezagueando entre os carros, enquanto motoristas vindo na direcção oposta eram obrigados a desviar-se para evitar uma colisão. Imagens de câmaras de segurança confirmaram a descrição das testemunhas.
Em juízo, os dois réus demonstraram pouco remorso. O comportamento deles após o acidente só agravou a situação — ambos cometeram novas infracções de trânsito durante o período em que estavam em liberdade condicional, apesar de estarem proibidos de conduzir. Um deles acumulou sete multas por excesso de velocidade desde a morte de Estelle Roaux.
A acusação não poupou críticas. Philippe Courtois, advogado dos sogros da vítima, chamou-lhes “irresponsáveis” e “imbecis”. Embora reconhecendo que nenhum dos dois homens tinha a intenção de causar uma morte, o Ministério Público argumentou que eles “adoptaram intencionalmente um comportamento extremamente perigoso em relação a outros usuários da via”. O facto de o motorista sem carteira de habilitação francesa válida não ter sido o responsável pelo atropelamento não o absolveu — afinal, são precisos dois para correr. Este raciocínio levou a promotora Lucile Babin a solicitar a mesma pena de 3 anos de prisão para ambos os homens, com suspensão condicional da pena.
A defesa pediu aos magistrados que “não julgassem com o coração”. O tribunal acabou por proferir sentenças de três anos de prisão, incluindo dois anos suspensos com liberdade condicional por três anos, juntamente com a obrigação de procurar tratamento e manter um emprego.
A pena branda para este tipo de corrida de rua contrasta fortemente com casos semelhantes em outros países, como o da Alemanha, onde Faraz A. recebeu uma sentença de prisão perpétua pelo assassínio de Janine W., de 22 anos.
Em 2019, o então procurador de Berlim, Andreas Winkelmann, foi entrevistado pelo jornal Welt após uma corrida de rua ilegal que resultou em morte e a introdução de uma nova lei para combater a crescente onda de acidentes fatais desse tipo: “A maioria dos autores dos crimes são homens, na faixa dos 20 anos, e têm histórico de migração”, disse ele.
NÚMEROS ÉTNICOS DO MÉDIO-ORIENTE
Ramo Irânico (Ariano) do Indo-Europeu
Cáucaso Indo-Europeu
Semitas
- Druzos 1300000
EUA - IMIGRANTE ILEGAL AFRICANO ASSASSINA UMA MULHER À FACADA
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Mais um caso que não ouvireis nos grandessíssimos mé(r)dia, porque dá total, completa, integral razão à política de Trump... e, sobretudo, mostra qual o real resultado das políticas de imigração e da actuação pró-imigrante e anti-nacional da esquerdaria em geral...
MULTICULTURALISMO NA EUROPA - EM FRANÇA, GUINEENSE VIOLA BRASILEIRA
SUÉCIA - EMISSORA TELEVISIVA ADMOESTADA POR CHAMAR «IMIGRANTES ILEGAIS» AOS IMIGRANTES ILEGAIS
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A preocupação esquerdista com as palavras não é só uma questão de «ofensa» em si. É uma atenção ao efeito moral que as palavras têm - é uma tentativa de controlar as sensibilidades. Não se consegue fazer lavagem cerebral antirra ao «povinho» se o «povinho» puder sequer ouvir palavras de valor sequer remotamente contrário ao dogma imigracionista. Acto contínuo, os fiéis da Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente estão à coca e denunciam toda e qualquer prevaricação «racista» aos órgãos da Santa Inquisição Anti-Racista e esta actua... que é para o «povinho» não ouvir verdades em demasia...

