quarta-feira, fevereiro 18, 2026

JAPÃO - TEM JÁ CEM MESQUITAS E QUASE MEIO MILHÃO DE MUÇULMANOS, E UMA EXTREMA-ESQUERDA ANTI-RACISTA

Com mais de 100 mesquitas e mais de 400000 muçulmanos, o Japão está em perigo.
Poucos meses antes do seu assassínio, Charlie Kirk visitou o Japão e alertou que a imigração em massa buscava "substituir e erradicar o Japão, trazendo indonésios, árabes e muçulmanos".
Com mais de 100 mesquitas e mais de 400000 muçulmanos já a viver no Japão, e apesar de 95% dos eleitores japoneses se oporem à imigração muçulmana em massa, era inevitável que ocorresse uma explosão política.
Agora, os eleitores japoneses infligiram uma derrota impressionante às forças da imigração em massa, com uma vitória surpreendente para a primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, que os média já passaram a descrever como uma figura "trumpista" por se opor à imigração em massa. O seu Partido Liberal Democrático (PLD) conquistou a sua maior vitória até ao momento, assim como vários outros partidos de Direita, incluindo aquele para o qual Kirk discursava, demonstrando que os eleitores estavam cansados ​​da imigração em massa.
Na cidade de Kawaguchi, onde tantos muçulmanos turcos vivem de auxílio social que um candidato turco anunciou a sua candidatura à autarquia no ano passado com uma plataforma de "multiculturalismo", outra candidata conservadora, Yuriko Okamura, venceu com uma participação recorde, defendendo o combate aos estrangeiros após estatísticas mostrarem que os muçulmanos tinham 1000% mais probabilidade de cometer crimes do que a população japonesa nativa. Os média, no entanto, atribuíram a vitória à "desinformação" e alegaram que Kawaguchi era o ponto central da disseminação da xenofobia anti-muçulmana em todo o Japão.
Em contrapartida, o Reiwa Shinsengumi, um partido de Extrema-Esquerda que apoiava a imigração em massa, defendia o multiculturalismo e dedicava grande parte de sua energia a campanhas contra Israel e a favor de terroristas islâmicos, viu a sua bancada cair de 8 cadeiras parlamentares para apenas 1, numa derrota esmagadora para a sua agenda.
95% dos eleitores japoneses opõem-se à imigração muçulmana em massa, 60% descrevem os muçulmanos como “radicais”, “agressivos” ou “atrasados” e 62% consideram-nos como um “risco para a segurança”. A Esquerda japonesa viu-se do lado errado de um debate sobre a imposição de um limite à imigração em massa para o país e não teve outra resposta a não ser repreender a maioria pela sua “xenofobia” e “intolerância”.
Embora o Japão tenha tradicionalmente sido bastante restritivo em relação à imigração, a sua baixa taxa de natalidade (a média é de 1,15 filhos por mulher e houve menos de 690000 nascimentos em 2024) obrigou-o a depender cada vez mais de mão-de-obra estrangeira. E grande parte dessa mão-de-obra estrangeira, como descreveu Charlie Kirk, vem da Indonésia e de outros países de supremacia islâmica.
Em 2005, havia 100000 muçulmanos a viver no Japão. Em 2023, esse número saltou para 350000 e, em 2024, estimava-se que chegasse a 420000, caminhando rapidamente para o ponto crítico de meio milhão. Esse crescimento exponencial da população muçulmana imigrante é preocupantemente típico e explica porque tantos países desenvolvidos da Europa foram ocupados tão rapidamente.
Os Japoneses demoraram a perceber o que estava a acontecer, com mesquitas a surgir em locais inesperados e cultos islâmicos de "oração" superlotados a ocupar bairros inteiros.
O chamado islâmico à 'oração' e a condenação dos infiéis (de acordo com a lei islâmica, a maioria dos Japoneses é 'pagã' e pode ser morta ou estuprada sumariamente) ecoam agora de 'mega-mesquitas' como a Mesquita de Tóquio, com as suas torres e cúpulas imponentes, onde mais de 5000 imigrantes muçulmanos comparecem. E isto foi rapidamente seguido por outras demandas, como mudanças fundamentais na dieta japonesa, que é extremamente 'não halal', e por cemitérios muçulmanos dentro do Japão, além de outras formas pelas quais se esperava que o Japão se adaptasse ao Islão.
Para muitos japoneses, as mais de 100 mesquitas que ocupam partes do seu território (um aumento significativo em relação à dúzia de uma geração atrás), as escolas islâmicas para uma crescente população de jovens muçulmanos e as demandas cada vez maiores por mudanças na natureza do Japão indicam que os trabalhadores muçulmanos não estão a vir para o país temporariamente, mas sim para ficar. Mais de 50000 muçulmanos já obtiveram o estatuto de residente permanente e este número provavelmente aumentará drasticamente.
A baixa taxa de natalidade e o envelhecimento da população japonesa tornam o país, ao mesmo tempo, dependente de mão-de-obra estrangeira e vulnerável a invasões. No entanto, os eleitores japoneses resistiram à ocupação.
O primeiro-ministro Takaichi fez campanha com a promessa de endurecer as leis de residência e os controles de imigração. Enquanto a fraude cometida por somalis se tornava um assunto de repercussão nacional nos Estados Unidos, a fraude em programas de assistência social e vistos por imigrantes tornava-se numa crescente controvérsia no Japão. O mesmo acontecia com o abuso de animais por estrangeiros.
Embora inicialmente os estrangeiros não fossem elegíveis para participar no generoso estado de bem-estar social do Japão, o número crescente de imigrantes nas principais cidades conseguiu inscrever-se, juntamente com as suas famílias, no programa de assistência social. E uma vez inscritos, a imigração auto-financia-se.
A mensagem de Takaichi contrapôs-se aos crescentes apelos à imigração em massa feitos por muitos políticos japoneses. Por exemplo, as Directrizes de Tóquio para a Promoção da Coesão Intercultural parecem um material genérico de DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão) de qualquer governo ocidental, repleto de jargões sobre “diversidade”, ser uma “cidade global” e “uma tradição de respeito por pessoas com valores diversos”.
No ano passado, a Associação Nacional de Governadores do Japão emitiu a "Declaração de Aomori", que pedia a integração de trabalhadores estrangeiros, condenava as críticas "xenófobas" à imigração em massa e instava à criação de uma infra-estrutura para construir uma "coexistência multicultural". O objectivo final era transformar o Japão em "comunidade multicultural" na qual os Japoneses seriam gradualmente substituídos por imigrantes estrangeiros em nome da "integração" e do "multiculturalismo".
O governador de Nara alegou que havia “críticas infundadas contra residentes estrangeiros que se espalhavam online” e descartou uma “vaga ansiedade” por parte de “japoneses, principalmente das gerações mais jovens”. Já o governador de Miyagi argumentou que um cemitério muçulmano era necessário e “deveria ser construído apesar das críticas”, porque “com o aumento do número de estrangeiros, também aumentam as pessoas que se casam e têm filhos. Há também japoneses que se convertem ao Islamismo e desejam um enterro islâmico”.
Os eleitores japoneses, no entanto, rejeitaram as propostas de imigração em massa e integração multicultural, sinalizando que desejam que o seu país permaneça japonês. Isto, porém, exigirá mais do que pequenos ajustes. Imigrantes muçulmanos têm podido casar-se com mulheres cidadãs japonesas. E com a presença de mais de 100 mesquitas e quase meio milhão de muçulmanos, eles considerarão o Japão como mais um posto avançado da crescente "ummah" imperial do Islão que se espalha pelo mundo.
A Irmandade Muçulmana e outras redes islamistas globais já estabeleceram presença no Japão por meio de mesquitas, escolas e "centros comunitários" que foram criados. Figuras jihadistas vangloriam-se agora de espalhar o Islão no Japão. E não pretendem desistir.
Os eleitores japoneses deram um passo importante ao escolherem o seu país em vez de um multiculturalismo ilusório que permitiria que aqueles que os odeiam invadissem o país e destruíssem a sua cultura, os seus valores e o seu Povo. Mas os defensores esquerdistas da imigração em massa e da ideologia islâmica que a utiliza como trampolim para suas conquistas não desistirão facilmente.
O Japão tem um longo caminho pela frente. E a única maneira de avançar é restaurar a sua cultura, reconstruir a sua taxa de natalidade e parar de depender de mão de obra estrangeira. E se precisar de recorrer à mão de obra estrangeira, as Nações asiáticas parceiras são uma escolha muito melhor do que importar trabalhadores indonésios, paquistaneses e de outros países muçulmanos que não vêm para trabalhar, mas apenas para invadir e hastear a bandeira conquistadora do Islão.
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Fonte: https://jihadwatch.org/2026/02/japan-fights-back-against-muslim-migration

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Quem diria que no Japão também há um BE, e que esse BE também está só com um deputado, isto às vezes parece inventado, tal é o carácter caricatural das semelhanças de discurso antirra e de reacção popular ao discurso antirra...
A elite reinante no Ocidente estende agora os seus tentáculos ao Japão. A primeira leva de universalismo militante falhou quando o Cristianismo foi devidamente travado em solo japonês aqui há uns séculos, mas esta nova onda universalista, a do Anti-Racismo, está agora a crescer, ameaçando trazer uma outra onda universalista militante, sua parceira tácita, a do Islão.
Pode ser que o País de Amaterasu também se consiga defender agora dessa praga moral, sobretudo se estiver em aliança com outras forças nacionalistas de outros países - e o que de qualquer modo se constata é que o Anti-Racismo não é uma conspiração contra o branco em particular mas sim uma mentalidade universalista a-racial e anti-racial, fruto do Cristianismo mas em franco desenvolvimento laico, quase sempre ateu, o que só significa merda às catadupas, desgraça em cima de desgraça, doença pegada como nunca antes foi visto na história da espécie humana.

terça-feira, fevereiro 17, 2026

DONDE VÊM AS MÁSCARAS DO ENTRUDO? DA RELIGIÃO CLÁSSICA


«[31] Durante muitos anos pensaram em propiciar Dis com cabeças humanas e Saturno com o sacrifício dos homens, uma vez que o oráculo lhes tinha ordenado: “Oferecei cabeças ao Hades e um homem ao Pai”. Mais tarde, porém, conta a história, Hércules, ao regressar através de Itália com os rebanhos de Gerião, convenceu os seus descendentes a substituir estes sacrifícios impuros por outros de bom presságio, oferecendo a Dis pequenas máscaras habilmente desenhadas para representar o rosto humano, em vez de cabeças humanas. Saturno com velas acesas em vez de com sangue de homem; pois a palavra ọõta significa “luzes” e também “um homem”.»

- «Saturnália», Livro I, capítulo 7, por Macróbio, séculos IV-V d.c..

CARETOS E KURENTS





«Kurents (ou Kurenti) são as mais icónicas figuras do carnaval esloveno, reconhecíveis pelas suas fantasias de pele de carneiro, máscaras assustadoras com chifres ou penas, e grandes campainhas, que simbolizam a expulsão do Inverno e a chegada da Primavera, da boa sorte e da fertilidade, sendo a sua tradição protegida pela UNESCO.
Características Principais:
  • Fantasias (Kurentija): Incluem um chapéu de pele, um fato de pele de carneiro, perneiras vermelhas ou verdes, botas, uma corrente com campainhas à volta da cintura e um bastão (ježevka) com espinhos de ouriço.
  • Máscaras: Podem ser de couro, com narizes longos e línguas vermelhas, com chifres (tipo Haloze) ou com penas (tipo Markovci), e são adornadas com fitas coloridas e flores de papel.
  • Função: Através de saltos e barulho, os Kurents afastam os maus espíritos e o Inverno, convidando à prosperidade, boa colheita e uma Primavera quente.
Tradição:
  • Período: Acontecem entre a Candelária (2 de Fevereiro) e a Quarta-feira de Cinzas.
  • Eventos: As rondas de porta em porta são a tradição original, culminando no grande festival Kurentovanje na cidade de Ptuj, o maior carnaval da Eslovénia.
  • Evolução: Originalmente usadas por homens solteiros, hoje em dia as fantasias podem ser usadas por homens, mulheres e crianças, e são passadas de geração em geração.
Reconhecimento:
  • A tradição das rondas dos Kurents está inscrita na Lista do Património Cultural Imaterial da Humanidade da UNESCO.»
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«Caretos (Portugal) e Kurents (Eslovénia) são figuras carnavalescas mascaradas e vestidas com trajes ruidosos, simbolizando a fertilidade e a expulsão do Inverno para dar as boas-vindas à Primavera, com os Caretos de Podence (Portugal) sendo reconhecidos pela UNESCO como Património Cultural Imaterial da Humanidade. Ambos usam máscaras, chocalhos e vestes de peles/lã, mas os Caretos portugueses usam máscaras mais grotescas de madeira/metal, enquanto os Kurents eslovenos usam peles de ovelha e chifres, com os seus "Kurents" a serem um símbolo central do carnaval de Ptuj, na Eslovénia.
Caretos (Portugal)
  • Origem: Trás-os-Montes e Alto Douro, com destaque para Podence.
  • Traje: Máscaras de madeira ou lata com narizes salientes e chifres, fatos coloridos de lã com franjas, e chocalhos pesados à cintura.
  • Acção: Correm pelas ruas, fazendo barulho, assustando e "chocalhando" as pessoas, especialmente mulheres, num ritual de fertilidade e renovação.
  • Reconhecimento: Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO desde 2019.
Kurents (Eslovénia)
  • Origem: Principalmente na região de Ptuj, Eslovénia, durante o "Kurentovanje" (carnaval).
  • Traje: Máscaras de couro com olhos grandes, peles de ovelha, enormes campainhas à cintura, e um mace com espinhos de ouriço-cacheiro (ježevka).
  • Ação: Correm para afugentar o Inverno e os maus espíritos, anunciando a Primavera.
  • Simbolismo: Representam fertilidade e a vitalidade da vida, com os lenços (obtidos de raparigas) a simbolizar popularidade.
Semelhanças Chave
  • Ambos são figuras carnavalescas com máscaras e sinos/chocalhos.
  • Ambos estão ligados a rituais pagãos antigos e simbolizam a expulsão do Inverno e a vinda da Primavera.
  • Ambos os rituais envolvem o ruído (chocalhos/campainhas) para afastar energias negativas e trazer boa sorte.»

Ora sabendo-se que Lusitanos e Galaicos poderão ser oriundos do centro da Europa perto da Eslovénia, e que há um parentesco genético verificado entre os Lusitanos e os antigos Iápodes da região do noroeste das Balcãs, incluindo parte da Eslovénia, que, grosso modo, é uma Nação eslava mas que tem algum substrato céltico e romano,
parece então especialmente plausível que haja uma raiz comum entre Caretos e Kurents, tão gritante é a sua semelhança tanto em termos onomásticos como em matéria conceptual e funcional.