quarta-feira, março 11, 2026
terça-feira, março 10, 2026
SOBRE O MAIS ANTIGO TEMPLO CONHECIDO
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Quanto mais se sabe do passado, mais se confirma o que disse Plutarco há mil e novecentos anos: «Se viajarmos pelo mundo, é possível encontrar cidades sem muralhas, sem escrita, sem reis, sem riqueza, sem moeda, sem escolas e sem teatros; mas uma cidade sem um templo, ou que não pratica culto religioso, oração ou algo análogo, nunca ninguém viu.»
De notar que é desta grande região, a Ásia Menor ou Anatólia, uma das três principais componentes genéticas da população europeia, a dos chamados Agricultores do Neolítico Anatólicos, constituindo, ao que tudo indica, cerca de cinquenta por cento da composição genética dos Portugueses.
Nota - não são turcos, evidentemente, que os Turcos só por lá se impuseram há meros quinhentos anos...
ALEMANHA - AFRICANO DADO COMO «IMIGRANTE MODELO» CORTA ESPOSA AOS BOCADOS
ITÁLIA - MELONI DECLARA: «COMO É QUE UMA MULHER PODE CONFIAR NO SISTEMA SE O SEU VIOLADOR NEM SEQUER PODE SER EXPULSO?»
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, criticou duramente as decisões judiciais que bloqueiam a detenção de imigrantes transferidos para a Albânia, citando o caso de um estuprador marroquino com extensos antecedentes criminais, que as autoridades afirmam não poder deter ou deportar após ter solicitado protecção internacional.
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Mais uma vez, mais outra, mais outra ainda - o povo escolheu o fim da imigração e a expulsão de alógenos criminosos, mas claro que quem controla os tribunais não pode admitir que o «povinho» faça realmente o que quer, era o que mais faltava levar-se a sério a Democracia... confirma-se portanto que o anti-racismo das elites não eleitas continua a sabotar o próprio teor democrático do sistema e a ameaçar, e insultar, o povo, na sua dignidade e na sua mais elementar segurança.
segunda-feira, março 09, 2026
ESPANHA - SENEGALÊS VIOLA MIÚDA DE 14 ANOS E É PRESO PARA DEPOIS SER EXTRADITADO, NÃO, É SÓ PRESO, NÃO, NEM SEQUER É PRESO...
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Mais uma carrada de casos a mostrar o que é de facto o contributo da imigração terceiro-mundista para um país europeu: ardente calor humano ao nível mais baixo e visceral.
domingo, março 08, 2026
DIA INTERNACIONAL DA MULHER
sábado, março 07, 2026
SOBRE A SINGELA LEGITIMAÇÃO DO TERRORISMO DE CUNHO GENOCIDA
sexta-feira, março 06, 2026
ESPANHA - UM EXEMPLO DO PIOR UNIVERSALISMO, PELO MENOS EM CERTOS SECTORES...
quarta-feira, março 04, 2026
IRÃO - O REGIME AIATOLA É FUNDAMENTALMENTE INIMIGO DA NAÇÃO ARIANA IRANIANA
«A relação dos Ayatollahs com a herança pré-islâmica do Irão tem sido marcada por uma tensão profunda, variando entre a hostilidade ideológica inicial e uma aceitação pragmática mais recente.
«OS JUDEUS É QUE CONTROLAM A AMÉRICA E ENGENDRARAM O ATAQUE AO IRÃO!!!!!!!!!!!!!!»
É a converseta anti-sionista do costume, de quem dá por adquirido que a culpa é sempre do Ocidente, ou, neste caso, de uma sua extensão, Israel. Alimenta-se, desta feita, com o fantasma da conspiração judaica, originalmente formado pela necessidade judaica de viver na clandestinidade, aquilo que certa vez ouvi denominar como «factor alheira», e compreendia-se perfeitamente que os Judeus «manobrassem na sombra», quanto mais não fosse para safarem o coiro.
FRANÇA - AFRICANOS EM CORRIDA NA ESTRADA ASSASSINAM MULHER FRANCESA
Dois estrangeiros foram condenados por homicídio culposo após atropelarem Estelle Roaux, de 32 anos, enquanto disputavam uma corrida em ponte estreita. Os dois homens não cumprirão pena de prisão, pois receberam uma sentença de três anos, com dois anos suspensos. Além disso, poderão voltar a conduzir em apenas dois anos, ou até antes, considerando o seu histórico de condução sem habilitação. A 15 de Junho de 2022, os dois homens, Mamadou D., originário do Mali, e Zidane Junior NM, conduziam a alta velocidade no trecho entre Saint-Pierre-d'Oléron e Dolus, em pista de corrida. A condução imprudente, que os levou a atingir 110 km/h em zona de 70 km/h, terminou numa ponte próxima do viaduto da Ilha de Oléron. Segundo testemunhas, os dois estavam a ziguezaguear entre as faixas da ponte estreita, tentando ultrapassar um ao outro, quando Estelle Roaux foi atingida por Mamadou D., que conduzia a sua motocicleta na faixa oposta.
"Levaram a minha única filha, a minha princesa... Arruinaram a minha vida", disse Brigitte Roaux, que está devastada pela dor há quase quatro anos desde a morte da filha.
Mamadou D. teve a sua carta de condução suspensa e não poderá solicitar uma nova por dois anos. Zidane Junior NM sequer possuía carta de condução quando Estelle Roaux foi assassinada. Ele também terá de esperar dois anos antes de poder solicitar uma nova. Apesar das suas repetidas infracções de trânsito, inclusive após a morte de Estelle Roaux, eles poderão conduzir novamente em apenas dois anos. Devido à sentença do juiz, o jornal francês Sud Ouest afirmou que os homens não cumpririam pena de prisão.
Os dois eram amigos desde os 16 anos e ambos trabalhavam em empresa de instalação de fibra óptica. Estavam em canteiro de obras no dia do acidente.
Testemunhas descreveram o veículo "conduzindo como um louco", ziguezagueando entre os carros, enquanto motoristas vindo na direcção oposta eram obrigados a desviar-se para evitar uma colisão. Imagens de câmaras de segurança confirmaram a descrição das testemunhas.
Em juízo, os dois réus demonstraram pouco remorso. O comportamento deles após o acidente só agravou a situação — ambos cometeram novas infracções de trânsito durante o período em que estavam em liberdade condicional, apesar de estarem proibidos de conduzir. Um deles acumulou sete multas por excesso de velocidade desde a morte de Estelle Roaux.
A acusação não poupou críticas. Philippe Courtois, advogado dos sogros da vítima, chamou-lhes “irresponsáveis” e “imbecis”. Embora reconhecendo que nenhum dos dois homens tinha a intenção de causar uma morte, o Ministério Público argumentou que eles “adoptaram intencionalmente um comportamento extremamente perigoso em relação a outros usuários da via”. O facto de o motorista sem carteira de habilitação francesa válida não ter sido o responsável pelo atropelamento não o absolveu — afinal, são precisos dois para correr. Este raciocínio levou a promotora Lucile Babin a solicitar a mesma pena de 3 anos de prisão para ambos os homens, com suspensão condicional da pena.
A defesa pediu aos magistrados que “não julgassem com o coração”. O tribunal acabou por proferir sentenças de três anos de prisão, incluindo dois anos suspensos com liberdade condicional por três anos, juntamente com a obrigação de procurar tratamento e manter um emprego.
A pena branda para este tipo de corrida de rua contrasta fortemente com casos semelhantes em outros países, como o da Alemanha, onde Faraz A. recebeu uma sentença de prisão perpétua pelo assassínio de Janine W., de 22 anos.
Em 2019, o então procurador de Berlim, Andreas Winkelmann, foi entrevistado pelo jornal Welt após uma corrida de rua ilegal que resultou em morte e a introdução de uma nova lei para combater a crescente onda de acidentes fatais desse tipo: “A maioria dos autores dos crimes são homens, na faixa dos 20 anos, e têm histórico de migração”, disse ele.


