RECUPERAÇÃO DE OSSÓNOBA - CULMINAR DA RECONQUISTA IBÉRICA EM TERRITÓRIO PORTUGUÊS
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Em relação a Epstein, embora as acusações no caso sejam repreensíveis, ninguém foi especificamente condenado por estupro colectivo. Há inúmeras alegações de que o Príncipe Andrew cometeu estupro colectivo, mas o seu caso permanece sob investigação. O caso envolvendo Sean "Diddy" Combs, que, embora não tão notório quanto o caso Epstein, também envolveu inúmeras alegações de estupro colectivo, todas envolvendo suspeitos afro-americanos, invalidando ainda mais a afirmação de van Aken de que os casos de maior repercussão envolvem apenas homens brancos.
Três homens africanos foram acusados de estupro, lesão corporal grave e roubo qualificado contra uma turista georgiana de 27 anos. Um dos suspeitos era um somali de 21 anos que viajava ilegalmente pela Alemanha desde 2016, usando onze identidades diferentes.
Em 2023, após os média internacionais ter divulgado amplamente a prisão de cinco homens alemães pelo estupro de uma jovem espanhola de 18 anos, logo se revelou que todos eles tinham histórico de imigração. Mesmo assim, a grande maioria dos veículos de comunicação referiu-se aos homens como "alemães", omitindo o facto de que eles tinham origem imigratória, chegando muitos a chamar-lhes "bando de alemães". Embora o jornal espanhol Última Hora tenha noticiado que os suspeitos, com idades entre 21 e 23 anos, eram de origem turca, grande parte da imprensa espanhola concentrou-se no aspecto "alemão" do crime, que os homens supostamente filmaram com os seus smartphones. Até mesmo a imprensa alemã se apressou em afirmar que os homens eram alemães, sem qualquer contexto. O jornal alemão Welt, um dos mais populares e conservadores do país, publicou a manchete "Cinco turistas alemães em Maiorca precisam de ser mantidos sob custódia". Em nenhum momento da matéria o Welt menciona a origem migratória dos suspeitos. A mesma história foi contada pela imprensa internacional, com a Associated Press, a Deutsche Welle e o Daily Mail sem qualquer menção à origem migratória dos homens.
Em relação aos casos mais recentes, estes são apenas alguns exemplos:
Uma jovem de 17 anos foi atraída pelo ex-namorado para um apartamento onde cinco homens sírios, entre 17 e 26 anos, a aguardavam. Ela foi estuprada sob ameaça de arma de choque. Uma pistola também foi encontrada durante a busca subsequente. A investigação foi ampliada para três casos de estupro distintos após outras vítimas se apresentarem.
Três homens sírios são acusados de estuprar uma mulher de 27 anos sobre o capô de um carro em Dresden, e um dos réus reclamou posteriormente de ter recebido uma intérprete mulher durante o processo.
Numa manifestação associada a forças de Direita, um indivíduo atira um cocktail Molotov a uma família, engenho esse que, por inverosímil sorte, não explode, poupando assim a vida às pessoas atacadas. A menos que o perpetrador seja atrasado mental, e, nesse caso, não pode andar na rua depois de fazer uma destas, devendo por isso ser hospitalizado, pois a menos que o dito seja inimputável, isto é uma tentativa de homicídio - um acto terrorista, politicamente motivado, movido por ódio e, se calhar, tentativa de intimidação, que é para isso que serve o terrorismo desde há mais de cem anos, quando Lênine dizia que o terror era útil como arma política. Nos grandessíssimos mé(r)dia, é dito que usou «piroctenia», o que de imediato faz pensar para aí em bombinhas de Carnaval ou coisa parecida, o que de modo algum se aplica a um cocktail Molotov, que é, especificamente, uma arma.
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Mais uma notícia que não vereis nos grandessíssimos mé(r)dia tugas, podia talvez dar uma ideia errada do que é um grande conhecedor da chamada «religião da paz»...
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Que surpresa do camandro, um africano eleito pela extrema-esquerda a declarar de imediato que, o quê?, vai aumentar a segurança nas ruas de uma das áreas do país mais assoladas pela violência?, melhorar outra coisa qualquer?, claro que não, o que é preciso é tirar as armas aos representantes mais imediatos da autoridade local de uma Nação branca, pois 'tá claro, olha quem...
«That's the spirit», como diriam os Ianques, o mesmo «spirit» de quem diz que é preciso mestiçar a Nação, como se lê nas palavras do patrão deste negro, mélenchon, eventualmente a provocar, tal como quando acusa raparigas autóctones de «causarem» violência só por manifestarem publicamente a sua opinião, e tudo isto pode de facto ser acima de tudo uma provocação, para desencadear reacções violentas das quais se possa depois caguinchar - tendo nisso o apoio maciço da imprensa dominante não apenas do seu país mas do resto do Ocidente - mas é, também, um retrato do que de pior os Europeus enfrentam, não apenas em França, mas em todo o continente europeu.