terça-feira, fevereiro 10, 2026

«COMO É QUE HÁ CATÓLICOS QUE VOTAM NO CHEGA!»


Mais uma tirada «antirra» típica da elite reinante na sua ala mais beata. Só por abjecta desonestidade se pode acusar o Chega de ter «exposto crianças reais» só por referir os seus nomes a título de exemplo do que a iminvasão está a fazer ao país, como se alguém quisesse, ou pudesse, fazer alguma coisa contra crianças só por saber nomes, é que ainda se os nomes tivessem sido ilustrados com fotos, mas nem isso... ora se se torna necessário ser detentor de uma abjecta desonestidade como condição sine qua non para usar um «argumento» destes contra o Chega, é então forçoso não ter um pingo de vergonha na cara para continuar a papaguear isso meses depois. É, também, sinal do ódio e desespero de quem quer criar uma ridícula comoção, ou histérico escarcéu, para desviar a conversa daquilo que os henriqueraposos não querem que o «povinho» pense, que é o facto de estar neste momento a acontecer uma iminvasão oriunda do terceiro-mundo.
De resto, o cronista até é... coerente... naquilo que diz sobre a incompatibilidade entre o Nacionalismo e o Cristianismo. Efectivamente, a moral cristã está na raiz do anti-racismo militante que é hoje o novo «credo» das elites reinantes do Ocidente, que estão a matar as Nações por dentro, motivo pelo qual a cristianização da Europa foi a maior catástrofe da história dos Europeus. Quem quer ser nacionalista e religioso ao mesmo tempo, pode, e deve, recordar a máxima referida por Cícero no século I antes de Cristo: «Pro Aris et Focis», ou seja, «Pelos Altares e pelos Lares», que é uma versão mais antiga, e mais plena, de «Deus, Pátria e Família». Significa isto que não é preciso ser-se cristão para adorar Deus, o Deus Pai, o Deus do Céu, que já reinava no céu dos nossos ancestrais europeus muito antes do JC nascer. 

LÍDER DA DIPLOMACIA EUROPEIA AFIRMA QUE A RÚSSIA TAMBÉM DEVE FAZER CONCESSÕES EM ACORDO DE PAZ SOBRE A UCRÂNIA


“Vamos discutir o que queremos falar com os Russos antes de falarmos sobre quem é que vai falar com os Russos”, avisou Kallas, que também considera que o bloco europeu deve decidir sobre as concessões que a Rússia deve fazer num acordo de paz com a Ucrânia antes de falar com o Kremlin.
Kallas defende que “todos os que estão à mesa, incluindo os Russos e os Americanos, têm de perceber que precisam dos Europeus para concordarem [com o acordo de paz]”, e pressionar a Rússia a aceitar as condições europeias.
Ao programa da Euronews “Europe Today”, emitido na Lues, a chefe da diplomacia europeia acredita que a Rússia não está a levar as negociações “a sério” e admitiu a possibilidade de levar um enviado especial europeu para a mesa das negociações.
Na Martes, em entrevista publicada em vários jornais europeus, o presidente francês defendeu que a União Europeia deve retomar contactos com o presidente russo, Vladimir Putin, para envolver o bloco europeu nas conversações de paz para terminar a guerra na Ucrânia, e construir a nova arquitectura de segurança europeia no pós-guerra.
Além disso, o país enviou um conselheiro diplomático, Emmanuel Bonne, para negociar com o Kremlin, o primeiro encontro entre representantes diplomáticos dos dois países desde 2022.
A Rússia, através do porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, que confirmou a existência de contactos, pelo menos com a França, e que “se necessário e desejado, irá ajudar a retomar o diálogo ao mais alto nível prontamente”, com as comunicações directas entre os dois países restabelecidas.
A Itália, através da primeira-ministra Giorgia Meloni afirmou em Janeiro que “chegou a altura da Europa falar também com a Rússia” e não limitar as negociações apenas com a Ucrânia, temendo que o contributo europeu seja “limitado”.
Além da França e da Itália, também o Luxemburgo, Chéquia e Áustria mostraram interesse em retomar o diálogo para negociar a paz, mas países como a Alemanha, Estónia e Lituânia manifestam-se contra, com o chanceler alemão, Friedrich Merz, Outros países como a Suécia consideram não ser ainda a altura.
A União Europeia é o maior doador da Ucrânia. Desde o início da guerra, em 2022, o bloco europeu já doou 193,3 mil milhões de euros ao país, com um novo empréstimo de 90 mil milhões de euros negociado na passada semana.
*
Fonte: https://www.rtp.pt/noticias/mundo/chefe-da-diplomacia-europeia-pede-que-a-ue-decida-sobre-o-restabelecimento-de-dialogo-com-a-russia_n1717911

* * *

A Rússia está de tal modo convencida da bananice da UE que há pouco tempo até se deu ao luxo de ditar quem deve ou não representar a Europa em conversações sobre a Ucrânia, declarando então que não aceita dialogar com a vice-presidente da Comissão Europa, a estónia Kaja Kallas.
Pudera - o Ministério do Interior russo já em Fevereiro de 2024 tinha dado notícia de que Kallas era «procurada» na Federação Russa pelo «crime» de ter deitado abaixo estatuária soviética na Estónia quando era primeira-ministra, o que, de um ponto de vista autenticamente democrático e ocidental, é até um ponto a favor da senhora.
Faço pois votos que a UE não tenha o despudor banânico de a substituir... 

PATRIARCA DE LISBOA DECLARA QUE AUMENTO DOS ESTRANGEIROS EM PORTUGAL NÃO PÕE EM CAUSA A MATRIZ CRISTÃ E CRITICOU OS CATÓLICOS QUE SÃO CONTRA OS IMIGRANTES


O patriarca de Lisboa considera que o aumento dos estrangeiros em Portugal não coloca em causa a matriz cristã da sociedade portuguesa e
criticou os católicos que são contra os imigrantes, por desrespeitarem os ensinamentos de Cristo.
Em entrevista à Lusa, Rui Valério salientou que o catolicismo e a cultura cristã são "forte promotor da mentalidade universalista" e a presença de muitos imigrantes de outras religiões não diminui o cariz cristão e católico dos valores morais da sociedade portuguesa. "Porque essa tal matriz a que se refere está no coração das pessoas e não é isso que está em questão", resumiu o responsável do patriarcado.
Sobre o discurso contra os imigrantes, protagonizado por muitos que se dizem católicos e de movimentos conservadores, Rui Valério recordou que "o próprio Cristo se identificou como peregrino e como estrangeiro", citando o Evangelho: "Eu era peregrino e estrangeiro e vós me recolhestes, eu tive fome e deste-me de comer, eu estava no hospital e fostes-me visitar, eu estava na prisão e vós viestes em meu auxílio", recordou o patriarca católico de Lisboa, salientando que a diocese deve estar unida nesse sentimento de ajuda ao próximo e aos mais pobres, imigrantes ou nacionais.
No final de 2024, Portugal passou a ter 1,5 milhões de estrangeiros a residir do país, um aumento que criou problemas sociais e novas divisões, a par do crescimento da intolerância, admitiu o prelado. "O fenómeno da imigração apanhou-nos a todos de surpresa e não fomos preparados para ele", considerou Rui Valério, apontando "falta de preparação por um lado no acolhimento e, por outro, na preparação de nós próprios", enquanto sociedade.
A imigração é um "fenómeno complexo", mas, "numa perspectiva cristã e evangélica, nunca nós podemos deixar de tratar o outro, seja ele quem for, como um irmão ou como uma irmã", acrescentou.
Sobre os imigrantes de outras religiões em Portugal, Rui Valério saudou a convivência e o respeito que têm pela fé católica, dando o seu próprio exemplo pessoal, quando contacta com essas comunidades. Em ocasiões de distribuição de comida aos carenciados nas ruas de Lisboa, muitos crentes de outras religiões "olham para mim e vêm pedir a bênção", exemplificou, salientando que tem ouvido muitas histórias pessoais.
"A principal dificuldade é a legalização, encontrar documentos", num processo de exclusão social em que se confundem com os portugueses mais pobres, que também enfrentam o aumento galopante do custo de vida. "A tarefa pastoral da Igreja é ser ela própria uma comunidade de encontro que promove o encontro", disse ainda Rui Valério.
O patriarca de Lisboa acusou ainda alguns dos líderes mundiais mais poderosos de serem imaturos e de quererem fazer a guerra, promovendo uma corrida ao armamento que coloca em causa a paz mundial e o equilíbrio das nações. “Há da parte de alguns líderes de superpotências uma vontade explícita de fazer a guerra e, portanto, quando é assim, dificilmente chegamos a um acordo”, afirmou.
Rui Valério disse subscrever “linha por linha" a posição do Papa Leão XIV sobre o tema. “Quando ele nos fala de uma paz desarmada e de uma paz desarmante, ele quer contrariar exactamente esta cultura do armamento exacerbado”, afirmou o arcebispo de Lisboa, antigo bispo das Forças Armadas portuguesas.
A tensão mundial tem subido de tom após a invasão da Ucrânia pela Rússia, as mortes em Gaza ou a recente captura do chefe de Estado da Venezuela pelos EUA, cujo Presidente tem ameaçado derrubar, pela força, governos no Irão e Cuba, bem como invadir a Gronelândia.
"No capítulo da vontade, de facto, eu constato que na origem de todos estes conflitos existe vontade de fazer guerra. Não venham cá com outra conversa”, acusou, esperando que as tradições humanistas de muitos desses países venham a despertar a consciência das respetivas sociedades, porque “fazer guerra só provoca mais guerra, só provoca destruição”.
Para Rui Valério, alguns dos líderes mundiais — que nunca nomeia — correspondem a “gente não resolvida, gente que não amadureceu”. “São pessoas que não cresceram, que ficaram numa fase de desenvolvimento muito ali à beira da adolescência” e “têm de resolver qualquer coisa dentro delas”, pelo que usam o discurso bélico e a guerra para “afirmar as suas personalidades”, acrescentou ainda o patriarca de Lisboa.
*
Fonte: https://expresso.pt/sociedade/religiao/2026-01-17-imigracao-nao-coloca-em-causa-matriz-crista-da-sociedade-portuguesa-defende-patriarca-de-lisboa-bd77f9e7?fbclid=IwY2xjawP1d6BleHRuA2FlbQIxMABicmlkETBlVGJFNlRlOEFZbHV6QW8yc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHpF73NoE7Hye83QqdUa3609J7LSsIJRA2d_ykK6VCBAe2VKrSdntKep23sPw_aem_be5fNnpDdY3W0BUFXiB9aA#Echobox=1768692186   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa).


* * *


Com que então a paz boa é a paz desarmada, e todos os que falam em armas são culpados... falaria ele assim dos Cruzados e dos combatentes da Reconquista Ibérica, graças à qual ele pode sentar o coiro no supremo poleiro cristão da capital do País, que esteve séculos nas mãos dos muçulmanos e só passou para as dos cristãos à força de braço e espada?... E de quem resistiu aos Nazis de armas na mão, o que diria ele?...

Quererá entretanto o fulano desmobilizar o esforço europeu que faz frente à potência formalmente mais cristã da Europa, encabeçada por Putin?...


Quanto à questão da imigração, é o clérigo coerente. O Cristianismo sempre foi universalista, desde o próprio Jesus C., aliás, o cerne da moral cristã é inclusivamente o maior inimigo moral, ideológico, visceral do Nacionalismo. O supremo vigário lisboeta do Judeu Morto vem portanto confirmar o óbvio, que tenho denunciado aqui ao longo de vinte e poucos anos - a incompatibilidade incontornável entre Nacionalismo e Cristianismo. Só se engana quem quer. Note-se que a passagem por si referida é apenas uma das que atesta esta oposição insanável, dado que é a que mais directamente refere a questão, mas há várias outras, já aqui mencionadas, que mostram com afiada clareza o carácter visceralmente anti-nacionalista, anti-etnicista, anti-racialista, anti-racista, do culto ao carpinteiro que foi crucificado perto de onde Judas perdeu as botas.


Isto abala os católicos mais ingénuos que são nacionalistas, é bem notório.

Precisam de Deus, é natural. Precisam de uma herança religiosa familiar, é salutar. Precisam de uma religião simples, directa, prática, é normal.

Precisam de uma religião óbvia, sim. Têm-na ao seu alcance sem precisarem de renunciar ao Nacionalismo. É só isto: prestar culto a Deus. Deus sem Cristo, evidentemente. Fale-Se de Deus na raiz literal da palavra na nossa língua - «Deus» é uma palavra de raiz indo-europeia que designa uma Entidade do Céu brilhante. O Deus do Céu propriamente dito é o Deus Pai, que origina nomes como o latino Diespiter ou Júpiter, o grego Zeus, o ilírio Daipatures, provavelmente o germânico Tyr e seguramente o indiano Dyaus Pitar... É então o Pai Celestial luminoso, adorado pelos nossos ancestrais indo-europeus que nos deram a língua que falamos. Nada é mais óbvio, mais forte e mais simples que isto, e, em matéria de religiosidade popular, uma ideia que não é simples não é uma boa ideia. Renova-se destarte o cerne da mensagem integral nacionalista que já vem desde a noite dos tempos e que Cícero referiu no século I a.c. com o lema «Pro Aris et Focis», que é «Pelos Altares e pelos Lares», e que, já no século XX, se formulou como «Deus, Pátria, Família» e que quadra mal com o Cristianismo mas faz pleno sentido com a herança etno-religiosa da Grei.


segunda-feira, fevereiro 09, 2026

IRÃO - FALA UMA IRANIANA CONTRA QUEM NÃO SE SOLIDARIZA COM A REVOLTA POPULAR CONTRA OS AIATOLAS


«Deixe-me explicar porque é que todos esses pró-Palestina, todos esses defensores dos direitos humanos, estão agora em silêncio. Porque 90% das pessoas que apoiam a Palestina são muçulmanas e só a apoiam porque os Palestinianos são muçulmanos. Então, o único motivo pelo qual não apoiam o meu povo é porque o país está a ser controlado pela República Islâmica. Os líderes são muçulmanos. Para eles, apoiar os iranianos seria ir contra a República Islâmica, o que significa ir contra a sua religião. Por isso estão em silêncio. Já não se trata de direitos humanos. Trata-se de religião. Porque nós, Iranianos, nunca fomos muçulmanos. O Islão foi-nos imposto. Quando os Árabes invadiram o nosso país, roubaram tudo, agrediram as nossas mulheres – não quero usar essa palavra, mas vocês sabem o que fizeram, foi mais do que uma agressão – impuseram-nos o Islão. Para começar, nunca fomos muçulmanos. Somos os descendentes de Ciro...» *
Fonte: https://www.facebook.com/photo/?fbid=1310311994458160&set=a.636197348536298

* * *

O gordo loiro que se despache a entrar por ali dentro com tudo o que seja necessário para estoirar de vez o regime aiatola, embora esta perspectiva pareça, para já, boa de mais para ser verdade...

SOBRE A TOLERÂNCIA À LACTOSE EM PORTUGAL DESDE A PRÉ-HISTÓRIA


Um dos muitos mapas que se encontram na Internet a mostrar a actual tolerância à lactose na Europa - verifica-se que, grosso modo, esta tolerância é maior nas partes mais germânicas e célticas do Velho Continente, porventura aquelas cujas populações mais dependeram, historicamente, do consumo de produtos lacticínios.

Na Europa, a tolerância à lactose após o desmame (persistência da lactase – LP) depende de uma única mutação no gene MCM6. O tempo e o modo de emergência do consumo de leite cru em território português não foram investigados, apesar da sua importância na dieta e na cultura culinária portuguesas.
Para identificar a ocorrência mais antiga da mutação causativa da LP, utilizámos o Allen Ancient DNA Resource para investigar os dados de ADN antigo (aDNA) para este locus em indivíduos ibéricos, do Paleolítico à Idade Moderna. A partir de fontes bibliográficas, revimos dados zooarqueológicos sobre espécies produtoras de leite domesticadas.
Na Península Ibérica, a ocorrência mais antiga de LP ocorre em um indivíduo do início da Idade do Bronze. Este também apresentava o haplogrupo R1b do cromossoma Y, tipicamente associado ao hipotético movimento de pessoas associadas à cultura Yamnaya durante este período. Em Portugal, o primeiro indivíduo com LP data do Período Romano. Os dados zooarqueológicos sugerem que o leite era consumido em pequenas quantidades em Portugal até ao Período Romano. A produção de leite aumentou mais significativamente durante a Idade Média, mas o impacto desse aumento na LP ainda está por determinar.
*
Agradecimentos a quem aqui trouxe este estudo: https://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/193/141
* * *
Pode ver-se, num dos gráficos do estudo, que, no centro e norte europeus, verifica-se na Idade do Bronze um forte aumento de indivíduos com tolerância à lactose; na Idade do Ferro, o aumento é muitíssimo maior ainda, o que bate certo com o avolumar das influências genéticas indo-europeias. 
Tudo isto tem que ver com a quantidade e qualidade de amostras disponíveis, bem entendido, e eventualmente ainda a procissão vai no adro quando se fala neste tema.


ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2026

Contra o grosso da elite reinante, ou seja, quase todos os políticos do chamado arco da governação, contra a imprensa «livre» em peso, a maralha intelectual «mainstream», as igrejas em registo indirecto sonso, pois contra tudo isto, viu-se que o mais influente representante do Nacionalismo e da causa anti-imigração em Portugal, André Ventura (AV), não só passou à segunda volta das eleições presidenciais, fazendo, só por isso, história, como também alcançou mais de um terço dos votos (33,9%), chegando assim a ultrapassar a percentagem com que o actual partido do governo, PSD, foi eleito. 

Se o voto no seu adversário foi, em muitos casos, um voto anti-AV, não é menos verdade que o voto em AV foi, numerosas vezes, um voto contra o sistema, seja qual for a razão de queixa de cada um dos seus eleitores. 
Mais de um milhão e setecentos mil portugueses acordaram para perceber a necessidade de se defenderem, de forma civilizada, do que lhes está a ser impingido pelas classes dominantes. Compreende-se, assim, que a maioria dos eleitores com estudos universitários votasse no oponente, muito menos motivados pelo mérito reconhecido do dito oponente, António José Seguro, do que por ódio a AV - quanto mais se está sujeito à influência cultural da elite reinante, mais se recebe também a sua influência ideológica, razão pela qual o maior foco de ódio, no Ocidente, ao Nacionalismo, ao racismo, ao próprio Ocidente e, por extensão, a Israel, está precisamente nas universidades ocidentais. Verifica-se, em contraste, que, no seio da massa popular, o impulso mais forte é o apelo tribal, que não desperta em pleno de um dia para o outro, pois que Roma e Pavia não se fizeram num dia, mas faz-se notar com cada vez mais impacto político, porque quanto mais o povo ouve em discurso directo a mensagem nacionalista anti-imigração, mais nela vota. Nunca será demasiado dizer que este é o motivo pelo qual quanto mais democrática for uma sociedade, ou seja, quanto mais nela se exercer a vontade popular, mais politicamente influente será aí a política nacionalista, como se está a ver um pouco por todo o Ocidente desde há algumas décadas. 
O que AV fez agora já o bretão e patriota francês Jean-Marie Le Pen tinha feito em 2002, quando passou à segunda volta das eleições presidenciais francesas, mais uma vez contra tudo e contra todos, tendo do seu lado «apenas» o instinto tribal do povo, ou seja, o factor mais influente em Democracia. Le Pen entendeu que a Democracia é de facto a melhor das vias políticas e marcou uma época ao enveredar definitivamente pela via democrática, o que lhe granjeou alguma hostilidade nos meios da Extrema-Direita «purista» ou cretinamente anti-democrática. Conforme disse o bretão, é óbvio que, se falharmos um golpe de Estado, somos presos ou mortos, enquanto uma falha em eleições permite-nos muito simplesmente voltar a tentar daí a quatro anos, tendo então mais tempo para despertar, galvanizar e arregimentar consciências, pois que é exactamente este o terreno em que o Nacionalismo se move, o de ter de trabalhar a massa telúrica para daí retirar o diamante em bruto e trabalhá-lo como é devido. O papel do Movimento Nacionalista é o do mitológico Anteu - receber forças da «terra».
Note-se que AV teve percentagem superior ao seu homólogo de França, o qual se ficou pelos vinte por cento dos votos, enquanto a sua filha, Marine Le Pen, está agora a chegar aos quarenta por cento nas eleições presidenciais francesas. É também verdade, por outro lado, que o Portugal de 2026 tem menos tempo para se defender da iminvasão do que a França de 2002...

Entretanto, talvez tenha sido bom para o Nacionalismo em Portugal que AV não tivesse ganho ontem as eleições. Faz mais falta como primeiro-ministro do que como presidente - faz mais falta, antes de mais nada, como líder da oposição. Pode acontecer que, dentro de cinco anos, já haja no seu partido alguma figura suficientemente destacada e carismática capaz de representar o Nacionalismo nas próximas eleições presidenciais, entre Rita Matias, Cristina Rodrigues, Bruno Nunes, Pedro Pinto e outros que possam surgir. Por agora, o trabalho nacionalista não escasseia e revela-se, até ver, cada vez mais frutífero.

sexta-feira, fevereiro 06, 2026

PORQUÊ VOTAR EM ANDRÉ VENTURA

Porque é a mais influente voz contra a imigração em Portugal. Sim, só isto já é mais que suficiente para justificar tal voto quantas vezes for possível.
A questão da imigração em massa é uma parte vital do grande combate ideológico, até espiritual, do nosso tempo, aquele que opõe o Universalismo ao Nacionalismo. A imigração, que ganha já foros de iminvasão quando quase dois(2) em cada 10(dez) habitantes do País são alógenos, quase sempre de origem não europeia, pois esta imigração constitui ameaça directa e objectiva à identidade nacional, por motivos óbvios. Um Cabo Verde ou um Brasil em solo europeu não serão nunca Portugal. Portugal faz-se com Portugueses - e não se garante com papéis a outorgar títulos de portugalidade ou cidadania seja a quem for. Os Portugueses, relembre-se o que se dizia até numa enciclopédia de Raças Humanas publicada na década de setenta, quando ainda se podia fazê-lo, pois então os Portugueses são um Povo caucasóide de língua latina do sudoeste europeu. Se deixarem de ser isto, deixam de ser portugueses, passam a ser outra coisa qualquer, que pode agradar muito a muita gente (provavelmente não será muita, só a das elites), mas que não será Portugal. Ainda que o País passasse a funcionar muitamelhor, que ficasse uma Suíça da Ibéria, ainda assim não se justificaria essa substituição étnica - quanto mais se a probabilidade claramente maior é a de ficar bem pior do que está em todos os funcionamentos e mais alguns, a começar pelo da segurança nas ruas, que é um dos fundamentos básicos em matéria de qualidade de vida.
Enquanto se conversa sobre mil e um outros assuntos, continuam a entrar milhares de alógenos pelas fronteiras portuguesas adentro. É violentamente mau. Não há maior prioridade em política do que esta. Não há. Continuar, numa situação destas, a tecer considerações sobre o valor do indivíduo em questão, se é oportunista ou muito oportunista, se é troca-tintas ou vira-casacas, se é maçónico ou Opus Dei, se é isto ou, em vez disto, aquilo, se é extraterrestre ou clone de vampiro, pois continuar com merdas destas, é nada menos que moralmente criminoso, para além de palerma, e quem no Movimento Nacionalista ainda está nesse registo, constitui testemunho vivo para explicar porque é que, dos anos setenta até 2019, não se fez nada que se visse grandemente no Nacionalismo em Portugal. É pessoal que só está bem em intrigas & novelas e caganifâncias diversas, lides de extensas caganças morais quase sempre grandiloquentes de quem leu eventualmente demasiados romances épicos e acha que está nalguma espécie de Guerra dos Tronos. Ora, em matéria de referências literárias, isto não é o cuaralho da Guerra dos Tronos, isto é a porra do Senhor dos Anéis - as fronteiras estão abertas, os Orcs estão a chegar, não há tempo para rigorosamente mais nada senão para avançar com o que se tem e com quem se tem, seja quem for. Não é tempo de lutas pessoais pelo poder e pela honra de cada um. É tempo de estancar a brecha na muralha. Não é um concurso para ver quem é mais honrado. É uma corrida para fechar a porta de casa. Se em 50 anos de militância cheia de «valores e princípios!» não foram capazes de gerar um partido anti-imigração que pelo menos entrasse na A.R. e conseguisse pôr na ordem do dia o tema do combate à imigração, então bem podem limpar as mãos à parede com todos e cada um dos seus «valores e princípios!». Tudo o mais que tenham feito não interessa. Isto é que interessa. O que não é isto não interessa.
Por isso urge votar em AV, seja ele quem for. Se, em vez de se tratar de um beto beato nascido na década de oitenta, fosse um texugo, um bacalhau seco ou um fogão a gás, mas servisse para que se falasse mais frequentemente contra a imigração, pois então ainda assim tal voto seria um dever.
Tudo o resto é contraproducente e será parte do possível fracasso na defesa da Nação.

300 CATÓLICOS POR SEGURO, ALIÁS, CONTRA VENTURA


Não é surpresa nenhuma. O Cristianismo, religião universalista totalitária, constitui a raiz moral do actual anti-racismo das elites reinantes. O próprio Jesus C. declarou que era preciso amar não apenas os parentes mas sim também os inimigos, tal como mandou dar a outra face ao agressor e até o seu próprio manto se o agressor o pedir... J. C. afirmou igualmente que vinha trazer a guerra dentro de cada família, virar filho contra pai, mãe contra filha, nora contra sogra...
Quem é nacionalista e quer Deus, pode sempre prestar culto ao Deus da nossa verdadeira herança, o Pai Celestial adorado pelos nossos ancestrais que criaram a raiz da nossa língua, que nada tem a ver com Cristo, é simplesmente o Deus do Céu propriamente dito. 

quinta-feira, fevereiro 05, 2026

ITÁLIA - CULTO À DEUSA PROTECTORA DOS LATINOS NO BERÇO DA LATINIDADE

Celebração religiosa pública em honra de Juno Sospita, Rainha do Céu Protectora do Povo, evento realizado em Roma pela Communitas Populi Romani, associação religiosa italiana.
*
Fonte: https://www.facebook.com/CommunitasPopuliRomani/posts/pfbid02yQECSQqFRjyi8YfrAfkyZGGS4x3vGUgLKrKbcCBbhJ9ykxzTc7cYvx1oBdNHqfCHl

quarta-feira, fevereiro 04, 2026

INGLATERRA - MUÇULMANO ACUSADO DE TERRORISMO QUE INCITOU À VIOLÊNCIA ANTI-SIONISTA É AGORA CANDIDATO EM ELEIÇÕES LOCAIS

Um activista muçulmano que cumpriu pena de prisão pelo seu envolvimento em plano terrorista no estrangeiro está agora a concorrer a um cargo eletivo em Birmingham, a segunda maior cidade da Grã-Bretanha, em meio à aproximação das eleições locais e ao aumento das tensões comunitárias.
Shahid Butt foi condenado por um tribunal iemenita em 1999 e sentenciado a cinco anos de prisão após ser considerado culpado de formar um grupo armado e conspirar para bombardear o consulado britânico em Aden, uma igreja anglicana e um hotel de propriedade suíça no Iémen. Na época, os promotores iemenitas disseram que o grupo tinha sido enviado para cometer actos de violência por Abu Hamza, o pregador extremista que era pai de um dos condenados.
Concorre agora como candidato pela recém-formada Aliança de Candidatos Independentes nas eleições para o Conselho Municipal de Birmingham, em 7 de Maio.
Butt mantém a sua inocência, alegando que a sua confissão foi obtida sob coacção, mediante tortura, e que as provas contra ele foram forjadas, informou o The Daily Telegraph.
Segundo o The Daily Telegraphdisputará a vaga no distrito de Sparkhill, uma área onde quase dois terços dos moradores são de origem paquistanesa.
A candidatura de Butt surge num momento em que Birmingham — lar de uma das maiores populações muçulmanas do Reino Unido — enfrenta novas tensões relacionadas com a política externa, à política identitária e à ordem pública. Estas tensões ficaram ainda mais evidentes em Novembro passado, quando o clube de futebol israelita Maccabi Tel Aviv enfrentou o Aston Villa numa partida da Liga Conferência Europa.
Antes do jogo, Butt usou as redes sociais para convocar muçulmanos de todo o país a viajarem para Birmingham para demonstrar solidariedade para com os Palestinianos e impedir que os adeptos da equipa israelita, nas suas palavras, "profanassem" e "sujassem" a cidade. Numa publicação, referiu-se aos adeptos visitantes como "assassinos de bebés das Forças de Defesa de Israel", de acordo com o  Birmingham Live.
As autoridades acabaram por proibir os adeptos do Maccabi Tel Aviv de assistirem à partida, alegando preocupações com a segurança, após terem sido planeados protestos em larga escala.
Em vídeo publicado durante um protesto relacionado à instalação, Butt fez comentários que, segundo críticos, ultrapassaram os limites do discurso político e se transformaram em apologia à violência. "Muçulmanos não são pacifistas", disse Butt no vídeo. "Se alguém vier para cima de você, você parte-lhe os dentes — esta é a minha mensagem para os jovens."
Emma Schubart, pesquisadora da Henry Jackson Society, afirmou que os acontecimentos revelam fracturas mais profundas na sociedade britânica. "Shahid Butt, um terrorista condenado, está a concorrer a uma eleição num distrito eleitoral onde cerca de 80% da população é muçulmana. Adeptos do Maccabi Tel Aviv foram proibidos de entrar na segunda maior cidade do Reino Unido, que agora tem quase um terço de sua população muçulmana", disse Schubart. "Politicamente", acrescentou ela, "estes eventos prenunciam uma provável onda sectária muçulmana nas eleições locais, já que candidatos como Butt estão prestes a corroer o domínio do Partido Trabalhista em diversas cadeiras em Birmingham."
A Aliança de Candidatos Independentes foi fundada pelos activistas Akhmed Yakoob e Shakeel Afsar, ambos candidatos que concorreram sem sucesso a cargos electivos em distritos de Birmingham durante as eleições gerais de 2024, defendendo uma plataforma pró-Gaza. O grupo pretende lançar candidatos em cerca de 20 distritos da cidade.
*
Fonte:
https://www.foxnews.com/world/convicted-terrorist-who-plotted-consulate-church-bombings-run-uk-election
https://jihadwatch.org/2026/01/uk-convicted-jihad-terrorist-who-plotted-consulate-church-bombings-running-for-birmingham-city-council

* * *

Ainda que não fosse realmente culpado de terrorismo nos casos em que diz que foi obrigado a confessar culpa sob tortura, ainda que isso que diz fosse verdade, só a maneira como politizou um evento desportivo e incitou à violência, só isso deveria ser mais que suficiente para que não se pudesse candidatar agora a eleição alguma, pelo menos desta vez, isto já para não falar no facto de ser alógeno, bem entendido. Que tenha a impunidade moral que tem mostra bem o que é a elite me(r)diática e política reinante no Ocidente.


INGLATERRA - SEGURANÇA DE CAMINHOS DE FERRO VIOLA RAPARIGA DE 14 ANOS

Um segurança de uma estação que assediou uma rapariga de 14 anos enquanto estava de serviço numa estação ferroviária de Worcestershire foi detido, após uma investigação da Polícia de Transportes Britânica (BTP).
Aamar Mohammed, de 35 anos, residente na Shireland Road, em Sandwell, foi considerado culpado de duas acusações de agressão sexual, após um julgamento que durou uma semana. No Tribunal da Coroa de Worcester, a 12 de Janeiro, um juiz condenou-o a três anos e oito meses de prisão. Recebeu ainda uma Ordem de Prevenção de Danos Sexuais (SHPO, na sigla em Inglês) por tempo indeterminado e ficará registado como agressor sexual para o resto da vida.
A 14 de Novembro de 2021, Mohammed abordou a adolescente na estação ferroviária de Worcester Shrub Hill, usando um colete reflector, e perguntou-lhe para onde viajava. Acompanhou-a até à plataforma onde o seu comboio deveria chegar, antes de entrar num escritório na estação. Pouco tempo depois, convidou-a a entrar naquele escritório, oferecendo-lhe um lugar aquecido para esperar pelo comboio. E quando ela se aproximou, ele apagou as luzes da sala. Dentro do escritório, Mohammed forçou a adolescente a ter relações sexuais. Ela conseguiu escapar e voltar para a plataforma para embarcar no comboio. Ele saiu então do escritório e acenou-lhe enquanto o comboio partia. 
A vítima, que sofreu hematomas devido ao ataque, relatou o sucedido à família, que chamou a polícia.
Foi detido na mesma noite e uma extensa investigação conduzida por detectives da Polícia de Transportes Britânica (BTP) resultou em várias acusações contra ele.
A vítima recebeu apoio especializado durante toda a investigação e ao longo do processo judicial.
Mohammed não compareceu a uma audiência judicial subsequente e teve de ser novamente detido na sua residência em Março de 2023.
O detective Tim Friend, da Polícia de Transportes Britânica (BTP), declarou: “Aamar Mohammed usou a sua posição de confiança como segurança de uma estação para assediar uma adolescente e submetê-la a um deplorável ataque sexual. O seu ataque foi tão violento que deixou a vítima com ferimentos físicos e terá, sem dúvida, um impacto psicológico duradouro. Foi graças à coragem dela em denunciá-lo à polícia e à sua determinação em acompanhar o processo judicial que conseguimos levar um homem verdadeiramente vil à justiça. Não pouparemos esforços para garantir que predadores sexuais como Mohammed sejam removidos das nossas comunidades e colocados atrás das grades, onde devem estar.”
*
Fontes:
https://www.btp.police.uk/cy-GB/news/btp/newyddion/in-the-courts/station-security-guard-jailed-for-sexually-assaulting-teenager--worcestershire/
https://jihadwatch.org/2026/01/uk-muslim-rail-station-security-guard-sexually-assaults-14-year-old-girl

* * *

Mais um testemunho de como a «integração» de um alógeno não melhorou rigorosamente nada a vida do País, antes pelo contrário... Só quem seja desonesto, ou ingénuo, ou burro que nem um cepo, pode continuar a dizer que a «integração» de imigrantes do terceiro-mundo é só por si uma panaceia que soluciona tensões sociais causadas pela iminvasão, o que já é claro há décadas.

EUA - SENADOR ACUSA GOVERNO BIDEN DE TER DADO MILHÕES DE DÓLARES A UMA ORGANIZAÇÃO MUÇULMANA QUE DEPOIS METEU IMIGRANTES MUÇULMANOS NO PAÍS

O senador Josh Hawley revela que o governo Biden estava a canalizar secretamente milhões de dólares para o Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR) em Estados como Califórnia e Washington.
Eles esconderam o dinheiro para que não pudesse ser rastreado e usaram-no para trazer muçulmanos, inclusive terroristas.
“Encontramos mais de 30000 pessoas sem identificação formal. Repita este número. Acredito que o número correcto seja 36000. É impressionante.”
O Conselho de Relações Americano-Islâmicas (CAIR, na sigla em Inglês), conforme a gravação telefónica da reunião de 1993 em que o CAIR foi fundado, afirmou especificamente que se apresentaria como uma organização legítima de direitos civis, ao mesmo tempo que promoveria a missão do Hamas.
Quanto dinheiro recebeu do governo federal para facilitar a libertação condicional de cidadãos afegãos?
Posso afirmar com certeza que na Califórnia eles receberam 15 milhões de dólares.
- No Estado de Washington, receberam mais de um milhão de dólares.
Agora, quando consulto os bancos de dados federais para verificar se há alguma referência ao CAIR, não encontro nada.
Porque o dinheiro não foi directamente do governo federal para o CAIR, mas sim por meio de um intermediário, e foi assim que eles esconderam o dinheiro.
Precisamos de descobrir para onde foi esse dinheiro. Isto é um escândalo. Isto é corrupção. E precisamos de descobrir como o dinheiro do contribuinte foi parar às mãos de mais uma organização com ligações terroristas.
*
Fontes:
https://x.com/WallStreetApes/status/2012716030624182310?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E2012716030624182310%7Ctwgr%5Eb406d73dcf53799a71d3ce6b67edd5c33f51caf7%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fjihadwatch.org%2F2026%2F02%2Fbiden-regime-secretly-sent-millions-to-hamas-linked-cair-which-then-brought-in-muslim-migrants-including-jihadis
https://jihadwatch.org/2026/02/biden-regime-secretly-sent-millions-to-hamas-linked-cair-which-then-brought-in-muslim-migrants-including-jihadis

EUA - MUSLO (CONVERSO?) PREPARAVA ATENTADO CONTRA JUDEUS EM NOME DO CALIFADO

Um homem de Maryland, acusado de planear ataques nos EUA contra judeus e apoiantes de Israel, declarou-se culpado de tentar fornecer apoio material a uma organização terrorista estrangeira designada. 
Michael Teekaye, de 22 anos, manteve diversas conversas com um agente infiltrado entre Março e Abril de 2023, nas quais afirmou desejar viajar para África para se juntar ao Estado Islâmico como combatente.
Teekaye também disse à UCO que o seu “plano B” era realizar um ataque nos EUA contra judeus e pessoas que apoiam Israel. Ele afirmou ter pesquisado prédios próximos que apoiam Israel e ter pensado em como “abater a tiro membros ou qualquer pessoa envolvida”.
Em meados de 2024, comprou munição e reservou tempo para praticar numa carreira de tiro em Maryland, o que, segundo ele disse a um agente de segurança não autorizado, fazia parte do seu "treino" para o Estado Islâmico. Em seguida, tentou comprar uma metralhadora Kalashnikov, mas teve o pedido negado devido à liberdade condicional decorrente de um processo criminal estadual.
Teekaye informou então a UCO que tinha entrado em contacto com um combatente somali do ISIL e que planeava viajar para a Somália para se juntar ao ISIL. Enviou à UCO capturas de tela do seu itinerário de viagem e dos vistos necessários para a viagem.
Em 10 de Outubro, Teekaye enviou à UCO uma foto sua a usar uma máscara preta, armado com um grande punhal, com a legenda: “vitória ou shahada [martírio]… ou você faz isto aqui ou lá, ou em ambos os lugares”.
O agente da UCO perguntou a Teekaye se ele tinha “certeza” de que se queria juntar ao ISIL, e ele respondeu que “tinha certeza porque tinha pesquisado bastante” e que “eles são o único grupo que tem as intenções mais verdadeiras e sinceras”.
Foi preso por agentes do FBI no Aeroporto Internacional de Baltimore-Washington (BWI) a 14 de Outubro de 2024 e enfrenta uma pena máxima de 20 anos de prisão federal e liberdade condicional vitalícia. A sua sentença está marcada para 8 de Julho de 2026, às 10h (horário do leste dos EUA).
Após a sua detenção, Teekaye disse: “Vou sair daqui a 20 anos e vou fazer isto aqui mesmo. Entendeu? Nunca vai parar. A jihad nunca vai parar. Vou fazer isto aqui mesmo, quando sair... Vocês acham que 20 anos é alguma coisa? Vou ter uns 40 quando sair, aí vou fazer isto. Não me importo. Nunca vai parar. A jihad nunca vai parar. Vou voltar e matar os vossos soldados. Vou-vos matar.”
Kelly Hayes, procuradora dos EUA para o Distrito de Maryland, explicou que "Teekaye tomou medidas concretas para realizar um ataque terrorista em Maryland, incluindo a tentativa de comprar uma metralhadora e pesquisar locais onde poderia matar judeus e apoiantes de Israel".
Isto ocorre pouco depois de um relatório do FBI, de Agosto de 2025, revelar que 70% dos crimes de ódio com motivação religiosa nos EUA, em 2024, tiveram como alvo judeus. O relatório mostrou que 1938 crimes de ódio anti-semitas foram cometidos, o maior número desde que o FBI começou a recolher dados, em 1991.
*
Fontes:
https://www.jpost.com/diaspora/antisemitism/article-885220
https://jihadwatch.org/2026/02/maryland-muslim-pleads-guilty-to-planning-jihad-attack-on-jews

* * *

Numa das fotos, em que se vê a turva a sua fuça, dá-me ideia que é afro, mas não tenho certeza... de qualquer modo, este é mais um daqueles que não percebeu que o Islão é a «religião da paz», e que promete festa rija depois de sair da pildra, o que só pode fazer desejar que nunca mais de lá saia vivo, por motivos óbvios, e/ou que, entretanto, se considere a eventualidade, em todo o Ocidente, de prevenir situações destas, contemplando um regime de detenção que a retenção por tempo indefinido de quem constitua ameaça mortal para os cidadãos, que é a única alternativa séria à sua simples eliminação física, estando evidentemente fora de questão permitir que uma coisa destas fique à solta em solo ocidental.


ESPANHA - POVO E AUTARCA QUERIAM REJEITAR A VINDA DE PETIZES ALÓGENOS MAS A ELITE OBRIGA A POPULAÇÃO LOCAL A ACEITÁ-LA

Lorena Cueto, alcaide de Cartes, na terra dos antigos Cântabros

A autarca socialista de Cartes, no norte de Espanha, reverteu a sua oposição ao acolhimento de menores
imigrantes desacompanhados, após tentar impedir a sua chegada, emitindo um pedido público de desculpas na sequência da pressão da liderança do seu partido.
Lorena Cueto, autarca da cidade cantábrica de cerca de 6000 habitantes, descreveu inicialmente a transferência de menores imigrantes para o seu município como "uma punição" e emitiu uma ordem municipal de emergência buscando interromper o acolhimento de 18 menores estrangeiros transferidos pelo sistema nacional de redistribuição da Espanha. A medida provocou protestos na cidade e atraiu duras críticas tanto do governo regional quanto de figuras do próprio partido socialista de Cueto, que a acusaram de criar alarme público e obstruir uma realocação legalmente determinada.
O conflito começou quando o governo regional da Cantábria, liderado pelo Partido Popular (PP), de Centro-Direita, prosseguiu com os planos de abrir um centro de acolhimento em Cartes para realocar menores. Ironicamente, a medida só foi tomada em cumprimento do mandato emitido pelo governo do primeiro-ministro Pedro Sánchez, o mesmo Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) no qual Cueto é filiada.
Segundo a Canarias7, dois menores chegaram ao centro no início desta semana, e outras chegadas estão previstas para os próximos dias. Em resposta, Cueto assinou uma ordem municipal alegando supostas deficiências no planeamento urbano do local e exigindo a suspensão imediata da chegada dos menores. A ordem, segundo relatos, ameaçava lacrar o prédio e cortar o fornecimento de água e electricidade caso os menores fossem acolhidos.
A ministra da Inclusão Social da Cantábria, Begoña Gómez del Río, rejeitou as alegações da autarca, afirmando que o estabelecimento tinha passado por inspecções e possuía as licenças necessárias para operar. Ela acusou a autatca de tentar obstruir o processo e de inflamar as tensões na cidade: “A autarca de Cartes fez manobra após manobra para obstruir o acolhimento e a protecção dos menores (...) Ela criou alarme público e alertou todos os municípios da Cantábria para ficarem em alerta”, disse Del Río em conferência de imprensa urgente.
As autoridades regionais recorreram à justiça para contestar a ordem da autarca.
Diante das crescentes críticas e da pressão de membros mais influentes do seu partido de Esquerda, Cueto mudou abruptamente de posição no dia seguinte, publicando um pedido de desculpas nas redes sociais. Expressou pesar "por tudo o que está a acontecer" e prometeu o compromisso da sua cidade em acolher os menores "antes, agora e no futuro", conforme citado pelo Democrata.
Cueto insistiu que a sua “prioridade máxima” era a protecção e o bem-estar das crianças, para que elas pudessem “encontrar na nossa cidade as oportunidades de vida que merecem”.
Pedro Casares, secretário-geral do PSOE na Cantábria, reconheceu publicamente que a câmara municipal “cometeu um erro” e “agiu precipitadamente”, embora tenha indicado que o partido não estava a considerar a expulsão de Cueto.
Anteriormente, a Ministra da Infância de Espanha, Sira Rego, criticou a posição da autarca, afirmando que descrever a chegada de menores como um castigo ou ameaçar com cortes de serviços era “absolutamente intolerável”. “Os direitos das crianças não são algo com que se deva brincar”, disse ela, instando a autarca a retificar a situação e a cumprir a lei.
Os moradores locais continuaram a realizar manifestações, argumentando que a cidade não possui infraestrutura e serviços suficientes para acolher os menores. Preocupações com a segurança também foram levantadas, visto que, segundo relatos, a polícia local opera apenas até ao meio da tarde, deixando as noites sem patrulhamento. Um morador disse ao El País: “Não estamos a dizer que eles são criminosos, mas este não é um lugar adequado para integrá-los. Eles têm problemas psicológicos devido a tanto sofrimento, e não é fácil.”
*
Fonte: https://rmx.news/article/socialist-mayor-in-spain-vowed-to-block-arrival-of-migrant-minors-then-quickly-reversed-course-amid-political-pressure/

* * *

Portanto, o povo não quer lá alógenos, uma autarca, uma, isolada, atreve-se a querer fazer a vontade do povo... mas eis que a elite reinante em peso lhe cai em cima, obrigando-a a obedecer à ordem iminvasora... nada de novo, isto é a actual política do Ocidente num microcosmo europeu como outro qualquer. A senhora Lorena Cueto pode então escolher entre continuar a militar no seu partido imigracionista ou largá-lo para integrar uma força partidária que partilhe realmente a sua perspectiva relativamente à iminvasão... isto se a questão for para ela suficientemente relevante para justificar tal procedimento, bem entendido.