segunda-feira, agosto 10, 2026

CATALUNHA - MODELO DECLARA PUBLICAMENTE: «SE VÊM PARA COMETER CRIMES, PREFIRO QUE SEJAM DEPORTADOS»


A influenciadora e modelo Jessica Goicoechea publicou um vídeo nas suas redes sociais no qual critica abertamente a insegurança que, segundo ela, assola Barcelona, ​​e detalha as medidas pessoais que tomou para se proteger. No vídeo, Goicoechea exibe diversos itens de segurança que comprou recentemente em Andorra, incluindo quatro sprays de pimenta e uma arma de choque, que ela descreve como os seus “novos itens essenciais”. 
O vídeo termina com uma mensagem directa: “Agora, posso andar tranquilamente por Barcelona”.

A publicação rapidamente gerou um intenso debate nas redes sociais. Enquanto alguns usuários a criticaram por exibir publicamente armas de auto-defesa, muitos outros — principalmente mulheres — expressaram apoio e perguntaram onde poderiam ser adquiridos produtos semelhantes. Em resposta, Goicoechea afirmou estar a receber “inúmeras mensagens” de mulheres em busca de maneiras de se proteger. Ela defendeu as suas acções dizendo que, dada a situação actual, acredita que “se você não se proteger, ninguém o fará”.
Após a viralização do vídeo, Goicoechea divulgou uma declaração por escrito. Ela explicou que nunca quis entrar em debates sobre segurança ou imigração, mas sentiu-se compelida a manifestar-se porque as condições se deterioraram. "Nunca mais me vou calar", declarou ela. A modelo descreveu o medo que sente ao caminhar pelas ruas de Barcelona e destacou o que chamou de aumento diário de esfaqueamentos e tiroteios, dos quais toma conhecimento quase constantemente.
Na mesma declaração, Goicoechea enfatizou que as suas preocupações não se dirigem à imigração em geral, mas especificamente a indivíduos que cometem crimes. Ela apontou a reincidência, a impunidade e os controles insuficientes sobre pessoas com antecedentes criminais graves como os principais problemas. “O problema não é a origem da pessoa, mas sim o seu comportamento”, afirmou ela.
Respondendo aos comentários no seu vídeo, Goicoechea comentou sobre uma seguidora que relacionou o aumento da criminalidade em Barcelona com a imigração, dizendo que concordava "100%". “Tudo isto decorre de erros políticos, independentemente da orientação política do partido, devido a um planeamento imigratório inadequado”, dizia o comentário com o qual ela concordou. Mais tarde, ela esclareceu que esta concordância se aplicava apenas àqueles que se envolvessem em actividades criminosas. Argumentou que "se você vier para roubar ou matar, prefiro que seja deportado".
Goicoechea reiterou que o seu objectivo é exigir mais segurança nas ruas e uma resposta mais firme ao crime. "Acredito que exigir ruas seguras e leis rigorosas contra aqueles que vêm cometer crimes é essencial e de bom senso", concluiu na declaração partilhada nos seus perfis.
Os comentários dela surgem no contexto de uma série de incidentes violentos registados na Catalunha nas últimas semanas, incluindo cerca de trinta ocorrências com armas de fogo, muitas delas concentradas na região metropolitana de Barcelona. Estes incidentes foram acompanhados por frequentes roubos e agressões que continuam a afectar tanto moradores locais quanto turistas, muitas vezes gerando grande repercussão pública.
Outras modelos europeias já transmitiram mensagens semelhantes sobre preocupações com a criminalidade no passado, incluindo a supermodelo polaco-americana Joanna Krupa.
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Fonte: https://rmx.news/article/if-you-come-to-steal-or-kill-i-prefer-you-be-deported-spanish-model-jessica-goicoechea-denounces-rising-rising-crime-and-immigration-in-barcelona/

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Note-se que isto é notícia de há quase um mês, ou seja, muito anterior à invasão de Ceuta...
Só acho que a moça não foi prudente em mostrar tantos dos seus meios de defesa pessoal, é melhor que quem se defende não perca o factor surpresa... Se calhar era melhor que se limitasse a expor os vários materiais sem dizer que eram seus...
O essencial está bem à vista - até muito recentemente, o habitual era que quem se queixava da insegurança nas ruas se situasse no âmbito das classes baixas e dos políticos de Ultra-Direita; agora, a queixa já parte de uma profissional de uma área altamente dependente dos média, com tudo o que isto implica de dependência relativamente a pessoal do sector esquerda-caviar, malta sofisticada e urbanóide de todo... ora quando uma sofisticada profissional deste meio se atreve a declarar publicamente o que declarou, fica-se com uma ideia mais aproximada do que a iminvasão está a fazer à segurança diária da população...

domingo, agosto 09, 2026

SOBRE UMA TRAGÉDIA DE 9 DE AGOSTO DE 1945

A 6 de Agosto de 1945, os EUA fizeram descer sobre a cidade japonesa de Hiroxima a «Little Boy», que se tornou assim na primeira bomba atómica da História a ser usada num conflito armado; como os Japoneses não se rendessem, a nove de Agosto caiu em Nagasáqui a segunda, denominada «Fat Man», que matou quase tanta gente como a primeira. Tornou-se hábito considerar criminosa esta actuação dos Ianques, o que só pode aceitar-se quando se esquece que foram os Nipónicos quem iniciou o conflito, o que tem tanta justeza aqui como quando um pirralho acusa outro de ter começado a bulha - justiça é justiça, em todas as escalas da vida humana, e nenhum relativismo intelectual ou intelectualóide serve para abafar a óbvia relevância de saber quem tomou a iniciativa de agredir fisicamente, seja com punhos, seja com exércitos invasores. Estive para escrever «seja por punhos, seja por balas», estilisticamente calhava melhor, mas as balas são às vezes equívocas, pois que numa fronteira de alta tensão há pequenitas escaramuças e trocas de tiros entre soldados aí estacionados e às tantas não se sabe se foi o Jó dos Verdes ou o Tó dos Azuis quem primeiro deu ao gatilho, por estar num mau dia ou com um copito a mais, mas não há dúvidas de coisa nenhuma quando um corpo de tropas com milhares de Jós ou Tós invade território alheio e aí se estabelece. O Japão já há muito era uma potência imperial e o gosto por submeter tudo e todos parecia estar-lhe no goto, praticamente até ao seu catastrófico fim. Mesmo nas lonas e com a radiação nuclear a chacinar em Hiroxima e em Nagasáqui, o Japão tinha, a 10 de Agosto de 1945, a intenção de manter a Coreia como colónia imperial japonesa contra o avanço soviético, depois de o país de Estaline lhe ter declarado guerra, a 8 de Agosto. A miríade de violências imperiais japonesas cometidas nos anos anteriores à II Guerra Mundial não foi menos repugnante que quaisquer outras da época. Sabe-se, embora se fale pouco nisso, que milhares de chineses morreram depois de usados em experiências científicas absolutamente revoltantes, afigurando-se como cenários equivalentes aos dos mais repulsivos e aparvalhados filmes de terror americanos. A autorização para a constituição do grupo científico-militar que as levou a cabo foi dada pelo próprio imperador Hirohito. Ao todo, este agrupamento, conhecido como Unidade 731, veio a matar mais de meio milhão de pessoas não só em experiências científicas mais também através do uso de armas bacteriológicas. Os oficiais japoneses responsáveis por isto nunca foram julgados por crimes de guerra. Alguns dos cientistas envolvidos nisto vieram a ocupar cargos elevados em ministérios japoneses do pós-guerra - safaram-se todos a troco de entregar aos EUA a informação científica resultante das suas experiências. Se não há hoje ficção cinematográfica e televisiva a ilustrar tais horrores, incluindo a impunidade dos seus autores, como há por exemplo a respeito dos Campos de concentração nazis, tal silêncio mediático só pode justificar-se ou porque os Tarantinos, os Spielbergs e outros artistas endinheirados ainda não se lembraram disso ou porque não têm contra amarelos a mesma vontade de diabolizar que têm contra brancos europeus.
Já a sabedoria popular bem diz que quem vai à guerra dá e leva e, sobretudo, que quem não quer ser lobo, não lhe veste a pele. Impingir aos outros o seu próprio império dá sempre chatice e é que começa a tragédia, que depois precisa de ser terminada, de uma maneira ou doutra. Neste caso, foi com uma solução «mais brilhante que mil sóis», como disse alguém ao descrever o cogumelo mais venenoso até à data, o atómico. Podia ter sido pior. Na guerra entre cowboys e samurais, podia ter vindo a morrer ainda mais gente de ambos os lados, aliás, houve mais vítimas mortais em Tóquio, bombardeada com armas convencionais, do que em Hiroxima; o governo ianque cumpriu uma prioridade que era seu dever cumprir, a de salvar vidas de soldados ocidentais. Convém, de passagem, saber, e dizer, que o Estado Nipónico preparava entretanto armas biológicas que poderiam atingir território norte-americano. Os pobres civis de Hiroxima e de Nagasáqui não tinham culpa das decisões dos «xogums» que mandavam neles, mas os talvez não menos pobres John Does do exército americano também não. O ministro da Guerra japonês, Corechica Anami, chegou a perguntar-se se não «seria maravilhoso que toda esta Nação fosse destruída como uma bela flor»... Pouco interessa se a sua posição era uma questão de honra poética ou não - nenhuma espécie de honra que se faz à custa de honra alheia pode ser respeitada. 
Nada tenho contra o Japão - considero-o até, em certa medida, um país exemplar a nível mundial, a par da Índia, por não se ter deixado cristianizar, mantendo assim a Sagrada Lealdade aos seus Deuses Nacionais. Honra a sério é mesmo isto, é-se honrado e depois paga-se pelos seus erros, tal como o mítico Hércules, seguindo depois em frente.
Passando isso, o caso ilustrado pela montagem de fotos que acima se contempla é bonito, talvez um sinal, de que, acima e independentemente das arrogâncias históricas, pode sempre prevalecer o cerne de uma identidade nacional. 

quarta-feira, agosto 05, 2026

ALEMANHA - ANTERIOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL CONSTITUCIONAL FEDERAL CONDENA AS TENTATIVAS ANTI-DEMOCRÁTICAS DA ELITE CONTRA O PARTIDO NACIONALISTA AFD

Segundo Hans-Jürgen Papier, ex-presidente do Tribunal Constitucional Federal, os partidos políticos tradicionais da Alemanha contribuíram para impulsionar os eleitores em direcção a alternativas mais radicais ao não representarem as preocupações da populaçãoO antigo juiz mais importante do país e um dos seus mais renomados juristas rejeitaram o argumento de que o crescente apoio a partidos de direita e de esquerda representa o principal perigo para a democracia alemã. “Eu diria quase o oposto”, disse ele ao TagesspiegelAs deficiências da nossa democracia parlamentar e dos partidos estabelecidos, que levaram à estagnação das reformas e a lacunas na representação, fomentaram a radicalização. É precisamente isso que, em última análise, põe em risco a democracia”, afirmou.
Papier, que presidiu o mais alto tribunal constitucional da Alemanha de 2002 a 2010, afirmou que grandes parcelas da população acreditam que os partidos tradicionais já não representam os seus interesses, medos ou prioridades. “Os partidos tradicionais já não estão suficientemente próximos da população em muitas áreas”, disse ele. “Muitas pessoas já não se sentem representadas.”
Papier argumentou que a democracia representativa não pode funcionar apenas por meio de instituições formais, mas exige que os eleitores acreditem que as suas opiniões são genuinamente reflectidas na tomada de decisões políticas. Segundo ele, este crescente distanciamento entre os eleitores e a CDU/CSU, o SPD, os Verdes e o FDP fortaleceu os movimentos políticos fora do centro tradicional. Ele afirmou que havia "motivo para preocupação em relação à Alemanha", alegando que aproximadamente metade da população já não confiava no sistema democrático para resolver os problemas do país, e afirmou que esta perda de confiança era resultado de "anos de políticas míopes e má gestão política".
No entanto, Papier rejeitou comparações entre o actual clima político da Alemanha e os últimos anos da República de Weimar. “Não estamos a enfrentar uma tomada de poder por um regime autoritário”, disse ele. “Esses cenários alarmistas não têm nada a ver com a realidade. No entanto, são perigosos.”
Papier também se opôs às tentativas de proibir o partido Alternativa para a Alemanha, argumentando que os requisitos constitucionais não foram estabelecidos. “Será que o AfD está a travar uma guerra contra a ordem fundamental livre e democrática? Considero essa sugestão injustificável”, disse ele, acrescentando que os processos para proibir um partido inteiro não se podem basear unicamente em declarações feitas por membros individuais da equipa.
Papier também defendeu o conceito de populismo, afirmando que não deve ser automaticamente tratado como um termo pejorativo. "Para mim, populismo não é necessariamente uma palavra suja", disse ele. "Populismo também significa estar próximo do povo."
Não é a primeira vez que Papier se manifesta abertamente sobre o estado da governança na Europa. Em entrevista ao The Times no ano passado, ele criticou a expansão da jurisprudência europeia sobre asilo, alertando que as decisões dos tribunais nacionais e do Tribunal Europeu dos Direitos Humanos estavam a restringir a capacidade dos governos de controlar a imigração. Ele descreveu o crescente conjunto de decisões judiciais como um "direito de facto à imigração pelas portas dos fundos" que se estava a instalar "como bolor" sobre a autoridade política dos Estados europeus, e argumentou que as interpretações expansivas das disposições relativas aos direitos humanos permitiram que os tribunais impedissem deportações em circunstâncias muito além do âmbito original da Convenção de Genebra.
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Fonte: https://rmx.news/article/german-legacy-parties-failure-to-represent-voters-is-greatest-threat-to-democracy-former-top-judge-warns/

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Que isto seja dito por quem vive no âmago da elite jurídica constitui novidade quase milagrosa. Tanta lucidez e sentido de justiça não é nada usual da parte dos que, nesse meio, botam pública faladura. Ao contrário do que muitas vezes chega a parecer, ler muitos livros e muito estudar não é obstáculo a que se consiga ver a realidade com um mínimo razoável de bom senso popular. É, a este título, deveras sintomático que seja necessário alguém com o seu estatuto vir dizer o óbvio sobre a diabolização de princípio do populismo por parte das elites reinantes, que com essa atitude objectivamente anti-povo, verdadeiramente demofóbica, evidencia a sua ridiculamente gritante, e crescentemente notória, incompatibilidade com a Democracia.

ESPANHA - SERVIÇO ANTI-TERRORISTA INDICA QUE VÁRIOS ISLAMISTAS PODEM TER REENTRADO EM ESPANHA ATRAVÉS DA INVASÃO DE CEUTA

Pelo menos uma dúzia de imigrantes ilegais que entraram em Ceuta na semana passada já tinham sido investigados por terrorismo jihadista em Espanha antes de serem deportados para Marrocos, segundo o jornal EL ESPAÑOLEspecialistas do Comissariado Geral de Informações da Polícia Nacional e da Sede de Informações da Guarda Civil identificaram os suspeitos após analisarem imagens de câmaras de vigilância, imagens dos média e vídeos publicados nas redes sociais na última semana. Alguns já tinham sido presos ou condenados por terrorismo antes de serem expulsos de Espanha. Teriam agora reentrado no país e podem estar entre os milhares de imigrantes que ainda não retornaram ao Marrocos. O jornal espanhol relata que a investigação ainda está em fase inicial e que os agentes anti-terroristas esperam que o número de suspeitos identificados com ligações jihadistas aumente à medida que mais imagens forem analisadas.
As autoridades espanholas já tinhiam alertado que jihadistas estavam a utilizar rotas de imigração ilegal para entrar no país. Três membros de uma célula acusada de planear um ataque com metralhadora entraram em Espanha de barco, atravessando o Estreito de Gibraltar, antes que o plano fosse frustrado em 2021.
Dados do Ministério do Interior publicados em 2022 mostraram que pelo menos 15 suspeitos de terrorismo islâmico utilizaram redes de tráfico humano para entrar em Espanha. Oito por cento dos 191 islamitas radicais presos entre 2018 e 2022 eram imigrantes indocumentados.
As estratégias de segurança nacional de Espanha têm identificado repetidamente as rotas de imigração ilegal como uma potencial vulnerabilidade. Relatórios oficiais alertam que indivíduos ligados ao terrorismo podem explorar os fluxos migratórios para chegar à Europa e que actores hostis podem instrumentalizar a imigração irregular em massa para pressionar Espanha.
As autoridades estão agora a investigar se o fluxo migratório da semana passada para Ceuta foi explorado exactamente dessa maneira.
O especialista espanhol em imigração Rubén Pulido afirmou: “Desde o início do ataque marroquino a Ceuta, tenho vindo a alertar sobre esta questão. O cenário que se desenrolou na cidade autónoma é um vector para a infiltração de jihadistas e militares.
Diversos políticos do partido de direita Vox comentaram o relatório, alegando ser o exemplo mais recente de negligência por parte do primeiro-ministro socialista Pedro Sánchez. “Jihadistas entre os invasores de Ceuta, a máfia transportando-os para a costa da Andaluzia e Pedro Sánchez de férias”, escreveu Manuel Gavira, presidente do Vox Andalusia. “As suas concessões a Marrocos e as suas políticas suicidas de imigração transformaram as nossas fronteiras num filtro.
“Intolerável”, acrescentou o deputado do Vox, Ignacio Hoces Íñiguez. “É um golpe directo na Defesa Nacional. A sua traição ataca a nossa segurança, integridade territorial, soberania e paz.”
O relatório causou grande repercussão na Europa, com o líder do partido francês de direita Rassemblement National, Jordan Bardella, a comentar também a notícia e a afirmar que justificava os apelos para a suspensão do acordo de livre circulação de Schengen: Deixar as nossas fronteiras abertas significa permitir a entrada em nossa casa de inimigos da nossa civilização: a brecha aberta em Ceuta pela ingenuidade da esquerda é uma brecha na segurança de todos os Europeus”, escreveu ele. “Se não fizermos nada, os autores de futuros ataques que atingirão inocentes na Europa terão entrado em nossa casa por Ceuta.”
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Fonte: https://rmx.news/article/at-least-a-dozen-suspected-jihadists-previously-deported-from-spain-re-entered-during-ceuta-migrant-surge-counterterrorism-police-say/

GRÉCIA - AFEGÃO MATA ESCOCESA POR ELA FALAR DEMASIADO EM JUDEU CRUCIFICADO

Segundo relatos, um homem afegão teria matado uma mulher britânica e escondido o corpo dela em uma mala porque ela insistia em falar sobre suas crenças cristãs. Elisabeth Ross, de 38 anos, foi encontrada dentro de uma mala num prédio abandonado em Atenas no mês passado – antes que a polícia prendesse um suspeito de 26 anos. A polícia grega informou que o cidadão afegão está sob custódia, acusado de homicídio doloso, roubo e violação da lei de armas. É acusado de matar Elisabeth, esconder o corpo dela dentro de uma mala e, em seguida, roubar o cartão de crédito dela antes de sacar £9000 (€10000) da conta dela em seis dias.
O suspeito teria dito à esposa que matou a vítima porque ela não parava de falar sobre as suas crenças cristãsSegundo relatos, Elisabeth estava a tentar influenciá-lo religiosamente, de acordo com o jornal grego Protothema.
O suspeito, que deverá ser formalmente acusado hoje, foi detido na Joves, dois dias após o corpo de Elisabeth ter sido identificado.
Entende-se que a companheira do afegão era amiga de Elisabeth.
O suspeito alegou que Elisabeth já estava morta quando a encontrou e que a colocou numa mala apenas para poder roubar o seu dinheiro sem levantar suspeitas. O afegão disse à polícia: "Para não parecer estar envolvido, coloquei-a na mala para poder tirar dinheiro do cartão dela."
A possibilidade de Elisabeth ter sido sufocada está a ser "seriamente considerada", dada a ausência de ferimentos evidentes no seu corpo, disse uma fonte bem posicionada ao jornal The Sun.
Também foi relatado que o cidadão afegão trabalhava como faxineiro no prédio onde Elisabeth morava.
George Kalliakmanis, presidente do sindicato dos polícias da Ática, disse ao The Times: “[O suspeito] e sua esposa trabalhavam como faxineiros no prédio onde Elisabeth morava. "Supostamente, ele matou-a, agarrou no seu cartão bancário e colocou o corpo numa mala ou caixa. Em seguida, transportou-o até ao prédio abandonado usando um carrinho." “Ao chegar lá, percebeu que a mala que tinha usado conteria provavelmente as suas impressões digitais, então transferiu o corpo para uma segunda mala, tentando ser mais cuidadoso para evitar deixar marcas.”
Durante uma operação na casa do suspeito, localizada a dez minutos a pé do quarteirão abandonado onde o corpo de Elisabeth foi encontrado, a polícia encontrou uma réplica de pistola e uma faca. 
O suspeito teria admitido ter colocado Elisabeth dentro de uma mala antes de levá-la para um local abandonado em Kypseli, onde ela foi encontrada posteriormente.
O telefone de Elisabeth foi usado para enviar mensagens e enganar os seus entes queridos até que a sua identidade fosse revelada a 29 de Julho. O pai dela, um advogado de Edimburgo, disse que recebeu mensagens de texto por até duas semanas após a morte dela. Mensagens enviadas para familiares e amigos afirmavam que ela precisava de um tempo para si mesma e queria ficar sozinha por um período.
Uma  publicação no Facebook anunciando que ela viajaria para a Turquia foi feita a 24 de Julho, seis dias após o seu corpo ter sido encontrado, de acordo com o Mail.
Elisabeth chegou à capital grega em voo proveniente de Edimburgo no dia 26 de Junho.
Um casal grego com quem Elisabeth estava hospedada em Keratsini disse à polícia que ela iria ficar com alguns americanos que conhecia em Kypseli. Mas a polícia revelou posteriormente que acreditava que ela usou isso como história de fachada para visitar a comunidade de moradores de rua no centro de Atenas sem preocupar os seus amigos. Elisabeth, conhecida como Lisa, foi vista a conversar com pessoas sem-tecto perto de um estacionamento abandonado, onde elas consomem drogas, bebem e dormem ao relento. 
Ela viajava regularmente para a Grécia e era voluntária da One Heart, uma organização beneficente que presta assistência médica a refugiados do Afeganistão e do Irão.
A sua tia, Anne Bangham, descreveu-a como uma "jovem linda, amorosa e gentil".
As autoridades gregas disseram que a causa da morte dela poderá ser revelada em "dias",  já que estão a acelerar a realização de exames cruciais. Exames de sangue, urina e tecidos de órgãos vitais serão essenciais para determinar se houve crime. 
O Ministério das Relações Exteriores e da Commonwealth declarou anteriormente: "Os nossos pensamentos estão com a família de Elisabeth neste momento difícil." “Estamos a prestar apoio consular e estamos em contacto com as autoridades locais.”
Um porta-voz da Polícia da Escócia disse: “Estamos cientes da morte de uma mulher escocesa em Atenas e estamos em contacto com as autoridades na Grécia. “Os agentes estão a prestar apoio à família dela na Escócia.”
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Fontes: 
https://www.thesun.co.uk/news/39947903/afghan-killed-brit-suitcase-christian-beliefs/
https://jihadwatch.org/2026/08/woman-who-helped-migrants-flood-eu-was-murdered-by-afghan-because-she-kept-talking-about-her-christian-beliefs

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Mais uma europeia vitimada pelo universalismo militante que a usou e depois lhe consumiu a vida, mais concretamente o universalismo militante na sua versão original, a cristã. O seu Jesus morreu pelos pecados da humanidade e esta moça morreu pelos pecados dos racistas dos Europeus, ou se calhar pelos pecados de quem impinge aos Europeus imigração à força toda.
Dificilmente servirá o seu exemplo para educar novas gerações, até porque o caso pura e simplesmente não aparece nos grandessíssimos mé(r)dia - dificilmente se, entretanto, as redes sociais nacionalistas não conseguirem fazer chegar a notícia ao grande público, evidentemente.


ÁUSTRIA - ARGELINO DEPORTADO COM SUCESSO À SÉTIMA TENTATIVA

Um argelino reincidente foi finalmente deportado da Áustria no Soles, após seis tentativas anteriores de expulsá-lo terem falhado, o que gerou novas críticas ao sistema de imigração do país.

Conforme noticiado pelo jornal Heute, o homem teria entrado ilegalmente na Áustria vindo da Hungria no início de 2024. Posteriormente, foi preso por suspeita de furto qualificado, danos a veículo e tentativa de furto qualificado. Após cumprir mais uma pena de prisão, foi detido novamente em 2025 por um crime relacionado com drogas. As autoridades colocaram-no sob custódia para deportação após mais um arrombamento, mas as repetidas tentativas de removê-lo do país foram infrutíferas. No final, foram necessárias sete tentativas para que a deportação fosse concluída.

O secretário-geral do Partido da Liberdade da Áustria (FPÖ), Michael Schnedlitz, afirmou que o caso expôs um sistema governamental incapaz de fazer cumprir prontamente as suas próprias decisões: “O facto de esse homem ter sido finalmente deportado deve-se aos esforços dos agentes da lei envolvidos”, disse Schnedlitz. “Politicamente, porém, este caso não é motivo para comemoração.” Argumentou que a necessidade de sete tentativas e cerca de dois anos e meio para deportar um imigrante ilegal com múltiplas condenações demonstrava que o Ministério do Interior tinha perdido o controle do processo. Schnedlitz afirmou que os cidadãos austríacos foram deixados a arcar com as consequências, enquanto os polícias foram forçados a operar dentro de um sistema de deportação disfuncional e burocrático. “As pessoas esperam, com razão, que as decisões juridicamente vinculativas sejam cumpridas e que os criminosos não sejam libertados repetidamente, que desapareçam e voltem a atacar”, disse ele.

O FPÖ defendeu que criminosos estrangeiros permaneçam em detenção para deportação até à sua remoção, uma verificação de identidade mais rigorosa, acordos de repatriação mais eficazes e que as deportações sejam concluídas na primeira tentativa. “A Áustria não precisa de uma loteria de deportação em que o Estado de Direito tenha de torcer para que funcione na próxima tentativa”, acrescentou Schnedlitz.

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Fonte: https://rmx.news/article/algerian-repeat-offender-finally-deported-from-austria-at-seventh-attempt/


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Boa!, um já foi, à sétima tentativa; agora faltam mais uns milhões, ora se forem sete tentativas para cada um, pode ser que ainda demore um bocado até irem todos embora, ou que demore demasiado, se entretanto novos governos resolverem dar nacionalidade a alguns desses milhões... motivo pelo qual, já sabeis, caros nacionalistas, estais totalmente proibidos de deixar de votar nem que seja uma só vez. Pode ser uma questão de vida ou de morte, em todos os sentidos, incluindo o literal.



FLANDRES - JOVEM É BRUTALMENTE ESFAQUEADO POR DOIS NEGROS QUE SE QUERIAM VINGAR DE UM AMIGO DELE DEVIDO A UMA RIXA NO DIA ANTERIOR...

Um jovem de 19 anos relatou como lutou pela vida após ser supostamente atacado com uma arma de fogo e uma faca por dois homens negros, num caso de vingança equivocada, na sequência das festividades de Ghent, no mês passado, na Bélgica.

A vítima, que preferiu permanecer anónima, disse à HLN que nunca tinha visto os agressores antes e que estava simplesmente à espera de um autocarro quando foi atacada. “Sinceramente, ali mesmo no chão, eu já tinha aceitado que ia morrer”, disse ele.

O adolescente sofreu oito facadas, quatro na parte superior do corpo e quatro nas pernas. Uma lâmina passou-lhe a raspar pelo coração, enquanto outra atingiu-lhe o fígado. "Um [dos agressores] abriu um buraco na minha cabeça com a arma, enquanto o outro continuava a golpear-me com uma faca que eu nem vi", disse ele ao site de notícias belga. “Um dos ferimentos estava a apenas dois centímetros do coração dele”, acrescentou a mãe. “Estes criminosos tinham apenas uma intenção: assassinar o meu filho.”

O ataque ocorreu depois de o adolescente passar a noite com amigos nas festividades de Ghent. Mais tarde, foi com um conhecido até uma paragem de autocarro perto da Sint-Jorisbrug. “De repente, num instante, vi dois homens negros passarem”, disse ele. “Parecia que estavam a colocar algum tipo de balaclava. Um deles levantou a camisa e vi o brilho de uma arma.” Os dois amigos tentaram fugir, mas separaram-se. O adolescente escorregou em alguns degraus, enquanto o seu companheiro conseguiu escapar. “Aqueles dois homens acabaram por se voltar contra mim”, disse ele, antes de perceber que tinha sido esfaqueado. “Senti como se água a ferver estivesse a escorrer pela minha cabeça. Toquei no meu rosto com uma das mãos e vi que estava completamente vermelho. Sangue”, recordou. Percebeu então que a sua camisa e calças também estavam cobertas de sangue. "Quando vi aqueles ferimentos de faca, entrei em pânico", disse ele. "Depois de alguns passos, desmaiei." O adolescente precisou de atendimento de emergência, mas conseguiu sobreviver ao ataque. Mais tarde, a família descobriu que os agressores aparentemente buscavam vingança contra um amigo da vítima por causa de uma briga ocorrida no dia anterior. O adolescente não tinha nenhum envolvimento nessa discussão. “Aqueles dois homens queriam-se vingar daquele outro menino”, disse a mãe. “Mas como não conseguiram apanhá-lo, meu filho inocente teve de pagar o preço.”

Os dois suspeitos foram identificados por meio de imagens de câmeras de vigilância e presos. Continuam a ser investigados por tentativa de homicídio.
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Fonte: https://rmx.news/belgium/i-had-accepted-i-was-going-to-die-teen-victim-recounts-being-stabbed-eight-times-by-black-attackers-at-ghent-festivities/

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Ou a rixa do dia anterior ocorreu porque o tal outro amigo tinha assassinado a família de um dos negros, ou então toda aquela exuberância sangrenta foi, enfim, resultado do calor humano do sul global, sem o qual os Europeus não conseguem viver, porque não conseguem, por causa das pensões e a camada de ozono e o aquecimento global, e tanta pomba assassinada e assim...

ESPANHA - QUASE METADE DOS ALÓGENOS QUE RECEBEM RENDIMENTO MÍNIMO DE SUBSISTÊNCIA É MARROQUINA

Quase metade de todos os estrangeiros que recebem o Rendimento Mínimo de Subsistência (RMS) em Espanha são marroquinos, de acordo com dados inéditos obtidos pelo The Objective através de um pedido de transparência.
O Instituto Nacional de Segurança Social registou 139446 beneficiários estrangeiros, incluindo 69517 cidadãos marroquinos. Os estrangeiros representam, portanto, cerca de metade dos quase 280000 beneficiários registados, enquanto os marroquinos representam quase 50% do total de estrangeiros.
Os dados fornecem a primeira discriminação oficial por nacionalidade dos beneficiários estrangeiros do IMV. Anteriormente, as estatísticas públicas distinguiam apenas entre requerentes espanhóis e estrangeiros, sem identificar seus países de origem.
Os romenos constituíram o segundo maior grupo estrangeiro, com 15262 beneficiários, seguidos pelos ucranianos, com 4612. Os colombianos representaram 3549 beneficiários, os argelinos 3362, os italianos 3043 e os búlgaros 2826.
Outros beneficiários incluíam cidadãos portugueses, paquistaneses, venezuelanos, brasileiros e nigerianos. No total, mais de 100 nacionalidades estavam representadas, além de 215 pessoas categorizadas como “outras nacionalidades” e 175 beneficiários apátridas.
Os dados contabilizam apenas o beneficiário registado em cada domicílio, e não todos os membros da família que recebem o auxílio. Portanto, o número real de pessoas beneficiadas pelo programa é maior.
Os totais também excluem o País Basco e Navarra, que administram a Renda Mínima de Subsistência de forma independente, de acordo com os seus regimes fiscais específicos.
Os dados da Segurança Social também indicam que cerca de 70% das mulheres marroquinas em idade activa não contribuem formalmente para o sistema de emprego espanhol, o que reflecte uma participação particularmente baixa na força de trabalho desse grupo.
A divulgação dos números ocorre num momento politicamente delicado, dada a ampla cobertura do fluxo migratório do país árabe para o enclave espanhol de Ceuta.
Estima-se que mais de 50000 marroquinos tenham entrado ilegalmente na cidade autónoma na última semana, e o número de pessoas que já foram deportadas é alvo de muita controvérsia.
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Fonte: 
https://rmx.news/article/half-of-foreign-welfare-recipients-in-spain-are-moroccan/

FRANÇA - EURODEPUTADA NACIONALISTA VÊ-SE NA NECESSIDADE DE DIZER QUE O SEU POVO EXISTE...


Embora possa parecer óbvio para alguns que existam europeus de origem europeia que constituem uma população autóctone que habita a Europa há milénios, muitos na esquerda querem negar até mesmo a existência destes grupos. Numa aparição na televisão francesa, a eurodeputada francesa Marion Maréchal defendeu a ideia de que não só existem franceses de origem francesa, como também que estes têm o direito de serem defendidos: “Não entendo porque se sentiria alguém constrangido em dizer que também existem franceses de origem francesa. Isto não significa que não existam franceses de outras origens”, disse ela durante a sua participação num painel da BFMTV. Referindo-se à sua própria família, disse: “Estou a falar dos meus bisavós. Estes franceses são os que construíram a França, através da dor, das lágrimas e das dificuldades. Venho de uma família de pescadores, agricultores e trabalhadores rurais. Eram famílias que tinham de 11 a 14 filhos. Tenho dois bisavôs que estiveram em Verdun durante a Primeira Guerra Mundial. Eles têm o direito de existir, nós temos o direito de respeitá-los, nós temos o direito de falar sobre eles.”

Em particular, disse que, embora outros franceses de origem estrangeira tenham tido as suas próprias conquistas, os franceses étnicos têm "o direito de não serem sistematicamente reduzidos a um povo — desculpem por dizer isto de forma tão grosseira — de bastardos, colonizadores, colaboradores e escravistas, aos quais é dito o dia todo que foi a imigração que lhes trouxe a civilização, e aos quais é dito para aceitarem que serão superados em número e que a sua cultura desaparecerá".

O debate gira em torno da questão de se grupos como Alemães, Franceses, Ingleses e outros constituem grupos étnicos ou se este termo é inteiramente determinado pelo passaporte. Para alguns, a questão é se esses grupos nativos realmente existem, com alguns revisionistas de esquerda e activistas de extrema-esquerda a afirmar que não.

Um elemento importante de muitas ideologias de esquerda — a promoção e a protecção de grupos étnicos indígenas — vacilaria se reconhecessem que os Povos Europeus também podem ser categorizados como “indígenas”. Para estes críticos, reconhecer que pessoas brancas na Europa podem-se enquadrar nesta categoria abriria caminho para todas as narrativas incómodas que a esquerda não quer considerar em relação à imigração em massa.

Muitos na esquerda afirmam, em vez disso, que qualquer pessoa com passaporte pode declarar-se alemã, francesa ou inglesa de um dia para o outro, e que o argumento não pode ir além disso. Simplesmente não existem grupos étnicos nativos nestas Nações europeias, apenas portadores de passaporte.

O que Maréchal propõe é que existe uma espécie de meio-termo. Embora alguém possa obter a cidadania francesa, isto não significa que esta pessoa seja de etnia francesa. Afirmar o contrário é um ataque directo ao facto de que os europeus étnicos existem, representam um Povo e uma cultura que, por vezes, existem há mais de mil anos, e merecem reconhecimento e representação política.

Ela também observa que as pessoas que são "francesas" em França são rotineiramente demonizadas e ouvem dos defensores do multiculturalismo que, mesmo que existam, não possuem uma cultura que valha a pena preservar ou celebrar. “Porque, com a promoção constante do multiculturalismo, explicamos que estas pessoas [francesas], portadoras desta cultura de referência à qual os outros se devem assimilar, acabam por perder toda a sua importância no meio das demais. E eu digo, é isto que estou tentando transmitir nesta história”, disse a eurodeputada francesa.

Maréchal está particularmente preocupada com o partido França Insubmissa, liderado por Jean-Luc Mélenchon, que, segundo ela, nutre “um ódio implacável pelos franceses nativos”. Mélenchon tem promovido abertamente a Grande Substituição, afirmando: “No nosso país, uma em cada quatro pessoas tem um avô ou avó estrangeiro(a). 40% da população fala pelo menos duas línguas. Estamos destinados a ser uma nação crioula, e isso é óptimo! Que a jovem geração seja a grande substituta da velha geração.”

Maréchal destaca o que a elite ideológica do Ocidente não quer admitir: que em cada Nação europeia existe um Povo indígena que construiu os seus respectivos países século após século. Lutaram e morreram pelas suas pátrias, trabalharam em condições precárias no mar, na agricultura e nas fábricas. Sangraram, choraram e presenciaram desastres e triunfos. 
É claro que houve "grandes mentes" e artistas de ascendência europeia que criaram maravilhas arquitectónicas, pintaram obras-primas, inventaram medicamentos revolucionários, escreveram literatura que perdurará através dos tempos e idealizaram muitas das inovações tecnológicas que impulsionam o mundo moderno. Também é verdade que a grande maioria jamais alcançou tais alturas, mas, colectivamente, estes diferentes Povos Europeus construíram as Nações onde imigrantes do mundo todo desejam agora viver, mesmo que muitos ainda nutram ressentimento contra estes europeus brancos.

É importante destacar que a Europa continua a ser um bastião dos direitos humanos, mesmo que ainda apresente algumas deficiências, enquanto muitas regiões do mundo ainda sofrem com abusos generalizados contra mulheres e crianças, patriarcados, violência e corrupção desenfreadas, e até mesmo milhões de escravos modernos. Ao mesmo tempo, a Europa e os Estados Unidos continuam a impulsionar grande parte da inovação mundial. Isto não significa que continentes como África, que ainda apresentam níveis extremamente altos de pobreza e desespero, devam ser menosprezados. Significa, porém, que os Povos Europeus podem-se orgulhar da sua cultura, das suas conquistas e do que muitos consideram as melhores sociedades do mundo para se viver, assim como outros Povos ao redor do mundo se orgulham das suas próprias culturas e povos.

Negar a existência de franceses de origem francesa deveria ser considerado uma mentira vulgar, assim como afirmações semelhantes sobre o resto da Europa. No entanto, esta crença é exactamente o que a ideologia dominante exige. Se estes "europeus" são sequer mencionados, é apenas nos termos mais negativos: colonialistas, escravistas, privilegiados, etc. Enquanto isso, pessoas que chegaram à Europa apenas nas últimas décadas, ou mesmo no último ano, são celebradas pela esquerda pelas suas culturas, muitas das quais, de facto, são marcadas por séculos de escravidão, falta de direitos humanos, ausência de democracia e regimes linha-dura e anti-progressistas.
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Fonte: 
https://rmx.news/commentary/french-mep-marechals-defense-of-ethnic-french-people-shows-the-absurd-situation-europeans-are-facing-in-their-own-homelands/

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Negar a própria existência da identidade étnica europeia é um dos sintomas mais óbvios da anti-racistite aguda, verdadeira nova «religião» das elites - e, do mesmo modo que os legisladores destas mesmas elites afirmam que, por exemplo, negar um genocídio deve ser proibido e punido por lei, porque essa negação é alegadamente parte de um processo que visa eliminar o dever de punir culpados por esse crime em especial, pois do mesmíssimo modo se conclui que os que negam a existência de uma identidade étnica europeia devem ser devidamente investigados e eventualmente levados a tribunal pela intenção de darem como nula uma identidade étnica, primeiro passo da sua eliminação física, isto de acordo com o próprio raciocínio destas elites, o que serve para demonstrar o significado dessa declaração, de acordo com a sua própria lógica.
Independentemente da intenção, este niilismo étnico é consequência óbvia do universalismo militante das elites, que elege como guia moral, desde sempre, a cartilha da abolição final das fronteiras entre os Povos - ora a definição étnica de um Povo constitui a maior das fronteiras, a que não pode ser contornada com uma mera declaração burocrática, e é exactamente por isto que as elites apátridas, visceralmente totalitárias, tanto a querem ignorar ou diluir. Com um papel escrito, pode-se declarar que fulano tal é ou passa a ser português, luxemburguês ou sudanês, mas não se pode proclamar que, doravante, passa a ser branco ou negro. Lançam por isso mil e uma campanhas de propaganda ou evangelização para deitar abaixo toda e qualquer noção de raça, se não vai de uma maneira vai doutra, por isso dizem tudo e o seu contrário, é a ver qual pega melhor com diferentes indivíduos: ou as raças não existem «porque a ciência diz que não!», ou existem mas não no caso dos Europeus, ou se existem mesmo, não interessam nada porque não devem interessar, porque há o dever de vivermos todos juntos e dizer o contrário é ser mal formado. Também existem quando se trata de culpar os Europeus por racismo, claro, ainda que, nessas alturas, já haja a esperteza saloia de dizer que as alegadas vítimas de «racismo» são pessoas «racializadas», ou seja, é o malandro do Europeu que lhes atribui raça, porque sem essa determinação europeia, elas não teriam raça alguma, porque as raças não existem, os racistas europeus é que as inventaram... 
Por cá, atira-se à cara do Zé Povinho que «somos descendentes dos esclavagistas e também dos escravos!», o que, note-se, significa «somos culpados de nascença por sermos brancos mas também somos mestiços, motivo pelo qual não podemos ter qualquer orgulho racial branco!», tau!, lá está, ou vai de uma maneira ou vai doutra, preso por ter cão e por não ter, mesmo que seja as duas coisas ao mesmo tempo, preso por já ter tido cão e preso por agora não o ter, vale tudo, reforçando-se neste processo a carga emocional sobre o indivíduo, como se o zé povo nem devesse atrever-se a pensar racionalmente porque o peso do pecado ultrapassa a racionalidade...
O discurso das elites reinantes está pois, cada vez mais, como que a concretizar a voz de «são» Paulo: «em Cristo não há nem judeu nem grego», bem como a concretização de Justino o Mártir, um século depois, «Nós que antes vivíamos afastados uns dos outros devido às nossas diferenças de raça, vivemos agora todos juntos devido à vinda de Cristo»... Isto pega é cada vez menos com as classes populares, que, ontem e hoje, nunca foram profundamente evangelizadas na sua moral...

ESPANHA - LÍDER DA ULTRA-DIREITA ACUSA O PRIMEIRO-MINISTRO DE PERMITIR IMINVASÃO EM CEUTA POR SER SUBSERVIENTE PARA COM MARROCOS

O líder do Vox, Santiago Abascal, pediu que o primeiro-ministro Pedro Sánchez seja levado ao banco dos réus, acusando o seu governo de mentir sobre o número de imigrantes ilegais devolvidos a Marrocos após o último fluxo migratório em massa para Ceuta.
Abascal viajou para o enclave espanhol no fim de semana, após cancelar uma visita planeada à Colômbia, alegando que a situação exigia a sua presença em Espanha. Ao chegar, publicou imagens de um número significativo de pessoas, aparentemente imigrantes ilegais, ocupando as praias da cidade. Afirmou que “milhares e milhares” de imigrantes ilegais permaneciam em Ceuta e que os moradores, amedrontados, ainda não conseguiam sair de casa. “O que aconteceu em Ceuta foi uma invasão e um acto de guerra promovido por Marrocos e permitido por Sánchez, que é incapaz de reagir porque é subserviente a Marrocos”, disse Abascal a jornalistas no Soles. Exigiu o retorno imediato de todos os imigrantes marroquinos ilegais, a militarização permanente da fronteira, o fechamento da passagem fronteiriça, a suspensão do acordo da União Europeia com Marrocos e a instauração de processos judiciais contra Sánchez.
Segundo o OKdiario, o governo espanhol afirma que mais de 48000 dos aproximadamente 50000 imigrantes que chegaram a Ceuta já retornaram a Marrocos. Abascal contestou estes números, argumentando que imagens da cidade mostravam um grande número de imigrantes ainda presentes.
O Partido Popular, de centro-direita, também intensificou as suas críticas a Sánchez. O líder do partido, Alberto Núñez Feijóo, permaneceu em Ceuta durante o fim de semana, reunindo-se com representantes da Guarda Civil e sindicatos policiais.
O secretário-geral do PP, Miguel Tellado, acusou Sánchez de estar de férias enquanto tentava fazer o público esquecer que ele não conseguiu impedir o que Tellado chamou de o maior ataque à soberania espanhola. “O pior primeiro-ministro no pior momento possível”, disse ele.
O jornal La Gaceta noticiou que imigrantes sem documentos realizaram saques generalizados em lojas e supermercados em Ceuta, pressionando severamente os comércios locais que lutam para manter o abastecimento de alimentos e outros itens essenciais.
O delegado do governo, Miguel Ángel Pérez Triano, insistiu, no entanto, que o número de imigrantes em Ceuta havia diminuído substancialmente e afirmou que as autoridades acelerariam os procedimentos de retorno. “Há muito menos gente do que quando chegaram. Houve muitas partidas”, disse ele, prometendo que as remoções seriam processadas “sem falta”.
Alguns imigrantes já tentaram seguir viagem para a Espanha continental. O jornal El País noticiou que a Polícia Nacional interceptou duas embarcações com 17 pessoas de origem norte-africana perto de Algeciras e La Línea de la Concepción.
A polícia está a investigar de onde as embarcações partiram e as circunstâncias que envolveram a sua chegada à costa de Cádiz.
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Fonte: https://rmx.news/article/ceuta-abascal-accuses-pm-sanchez-of-lying-about-mass-returns-to-morocco-and-calls-for-him-to-be-put-in-the-dock/