sábado, abril 25, 2026

MEIO SÉCULO E MAIS DOIS ANOS DE DEMOCRACIA: 25 DE ABRIL SEMPRE - 25 DE ABRIL JÁ




Independentemente do que possa ter havido de mau a partir da revolução de Abril de 1974, eventualmente decorrente, pelo menos nalguns aspectos, da desordem geral que usualmente se segue às revoluções, e da crise e sujeição em que o País se encontra neste momento, sucedendo de resto o mesmo com outros países europeus que não tiveram nenhum 25 de Abril... independentemente de tudo isto, dizia, não podem negar-se duas belas consequências deste golpe de Estado:
 - primeiro, a Liberdade, um dos valores cardeais do Ocidente, divinizada já na Antiguidade, a Liberdade e a sua concretização política, a Democracia, embora severamente falseada, como whiskey marado, dada a proibição, de resto generalizada no mundo ocidental, do «racismo» político, isto é, a tudo o que a elite reinante queira chamar «racismo»;
 - segundo, o facto de, pelo menos oficialmente, Portugal ter deixado de ser uma pátria multicontinental e voltado a ser o que sempre foi enquanto nação - um país inteiramente europeu, isto independentemente de a elite reinante tentar, por via da promoção da lusofonia, recuperar em parte essa multi-continentalidade, que, de resto, é ainda hoje excepcionalmente cara à «Direita» conservadora, incluindo a salazarista... 
Só por estes dois ganhos, ainda que em segunda mão, a saber, o da Liberdade e o da re-europeização, já valeu a pena o 25 de Abril.
Quanto à corrupção e ao fosso sócio-económico reinantes na actualidade, ambos os flagelos devem-se não à Democracia mas sim a um défice da mesma - não acontecem por causa da Democracia mas sim contra a Democracia, porque a democracia portuguesa é, ainda, insuficientemente democrática. Números e estatísticas, factos apurados, indicam, efectivamente, que quanto mais democráticos são os países menor é a sua corrupção e desnível social, como já aqui foi demonstrado, de resto.

Não é demais reforçar a limitação relativa e não intencionalmente ideológica (digo eu) mas nem por isso menos real que o 25 de Abril impôs à multirracialização que o Estado Novo preconizava. Interessa lembrar que, ironicamente, um dos obreiros desta desafricanização prática foi um dos vultos históricos do maior partido da Esquerda, Almeida Santos:


Este ano assinalam-se nesta celebração os seus cinquenta e dois anos. T
em a sua piada no actual contexto político português - há dois anos, aos cinquenta anos de Revolução, correspondiam 50 deputados anti-imigração; este anos, aos cinquenta e dois anos de revolução, já os deputados anti-imigração ascendem aos sessenta... Obrigado também por isto, Revolução de Abril...

DIA MUNDIAL DO ADN

A descoberta da estrutura da molécula de ADN ocorreu a 28 de Fevereiro de 1953? No entanto a publicação desta descoberta na revista "Nature" só aconteceu no dia 25 de Abril desse mesmo ano. Por isso, é celebrado neste dia, o Dia Mundial do ADN, por todo o mundo.
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Fonte: http://omic.centrosciencia.azores.gov.pt/actividade/dia-mundial-do-adn-21
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O ácido desoxirribonucleico (ADN, em português: ácido desoxirribonucleico; ou DNA, em inglês: deoxyribonucleic acid) é um composto orgânico cujas moléculas contêm as instruções genéticas que coordenam o desenvolvimento e funcionamento de todos os seres vivos e alguns vírus, e que transmitem as características hereditárias de cada ser vivo. A sua principal função é armazenar as informações necessárias para a construção das proteínas de ARNs. Os segmentos de ADN que contêm a informação genética são denominados genes. O restante da sequência de ADN tem importância estrutural ou está envolvido na regulação do uso da informação genética.
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81cido_desoxirribonucleico

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Um dos dois cientistas que fez esta descoberta, o norte-americano James Watson, que até recebeu o Prémio Nobel por isso, está hoje com o nome queimado porque se atreveu a dizer, há poucos anos, que os brancos eram mais inteligentes que os negros...
É, também, o dia em que o ADN português ficou relativamente mais salvaguardado, pelo menos por uns tempos, porque chegou ao fim o seu império multirracial que nunca deveria ter existido...

quarta-feira, abril 22, 2026

PELO DIA MUNDIAL DO LIVRO, SUPORTE CLÁSSICO DA LEITURA NO OCIDENTE

«Até a leitura comporta uma função mitológica - não somente porque ela substitui a narração dos mitos nas sociedades arcaicas e a literatura oral, viva ainda nas comunidades rurais da Europa, mas sobretudo porque, graças à leitura, o homem moderno consegue obter uma "saída do tempo" comparável à efectuada pelos mitos. Quer se "mate" o tempo com um romance policial, ou se penetre num universo temporal alheio, aquele que qualquer romance representa, a leitura projecta o moderno fora do seu tempo pessoal e integra-o noutros ritmos, fá-lo viver numa outra "história".»

«O Sagrado e o Profano - A Essência das Religiões», pág. 214, da autoria de Mircea Eliade em 1959.

Por cima, ou ao lado, da avalanche tecnológica por meio da Internet e das variações diversas dos telemóveis e afins, o livro continua a constituir um suporte acessível e barato para a superação da condição material concreta como eco do caminho para a transcendência.

terça-feira, abril 21, 2026

PELA CIDADE DE UM FILHO DE UM DEUS E DE UMA VIRGEM


Nós, Latinos, temos na nossa tradição um líder que era filho de um Deus e de uma virgem, e que foi perseguido à nascença e refugiado numa gruta entre animais e pastores; na idade adulta, fundou nova ordem... quando, mais tarde, foi traído e morto pelos seus, ascendeu ao céu e aí se tornou Deus, uma das Entidades de uma primordial trindade... Falo, é claro, de Rómulo, fundador de Roma em 753 a.c., raiz da nossa Latinidade, filho de Marte e da vestal Reia Sílvia, adorado depois da sua morte como Quirino, um dos Deuses da Trindade romana mais antiga, juntamente com Júpiter e Marte...

ALEMANHA - SÍRIOS E AFEGÃOS SÃO MAIS DE DEZ VEZES MAIS VIOLENTOS DO QUE OS ALEMÃES

Dados alemães mostram que os sírios são 11 vezes mais violentos que os Alemães, enquanto os afegãos têm 14 vezes mais probabilidade de cometer crimes sexuais graves do que os Alemães. No geral, os suspeitos estrangeiros em crimes violentos, com 41,1%, e em crimes sexuais graves, com 39,6%, estão inexplicavelmente sobre-representados, o que levanta questões de grande relevância para a sociedade alemã.
Os dados do PKS de 2025 mostram que suspeitos não alemães continuam significativamente sobre-representados em crimes violentos em toda a Alemanha, com foco particular em suspeitos da Síria e do Afeganistão.
Segundo Christoph de Vries (CDU), secretário de Estado parlamentar do Ministério Federal do Interior, isto fica claro pelos chamados números de suspeita de envolvimento em crimes (TVBZ). 
“A taxa de criminalidade violenta (TVBZ) é quase onze vezes maior entre os cidadãos sírios do que entre os cidadãos alemães”, disse de Vries ao Bild. “Em crimes sexuais graves, os afegãos lideram com uma taxa cerca de 14 vezes maior do que os cidadãos alemães.” 
O político da CDU observou ainda que “a imigração de requerentes de asilo do mundo árabe na última década tornou o nosso país mais inseguro, especialmente para as mulheres”. 
Embora o total de crimes violentos registados tenha apresentado uma ligeira queda em relação aos níveis recordes de 2024, o perfil demográfico dos suspeitos revela uma tendência bem diferente, de acordo com os relatórios de cada Estado.
Embora os estrangeiros representem 15% da população em geral, eles estão massivamente sobre-representados em crimes graves. Em Estados como Baviera, Berlim e Baden-Württemberg, a pesquisa sobre crimes violentos indica que quase metade dos suspeitos não é alemã. Estes dados são provenientes das Estatísticas Policiais sobre Crimes (PKS), que, embora não contabilizem as condenações judiciais definitivas, servem como principal “referência para avaliar a situação da segurança”.
O que também não se pode negar é que, após décadas de imigração em massa, muitos dos suspeitos alemães são cidadãos alemães com ascendência estrangeira, um tema que a Remix News tem abordado rotineiramente. Por exemplo, muitos dos grupos criminosos mais violentos da Alemanha, as gangues de clãs, frequentemente compostas por grupos turcos, curdos e libaneses, muitas vezes têm 75% dos seus membros com cidadania alemã, apesar de todos esses grupos terem origem imigratória no Médio Oriente. Sempre que um desses membros comete um crime, é registado como "alemão" nas estatísticas criminais, criando uma imagem extremamente distorcida.
Apesar desta realidade, os estrangeiros sem cidadania alemã são tão criminosos que a sua parcela de crimes ainda está extraordinariamente sobre-representada nas estatísticas.
Na Baviera, o índice geral de crimes violentos diminuiu 4,5% no ano passado, mas a proporção de suspeitos não alemães continuou a sua trajectória ascendente. O Ministro do Interior, Joachim Herrmann (CSU), destacou o papel dos “suspeitos de imigração”, categoria que inclui solicitantes de asilo, pessoas protegidas e aqueles sem direito de residência. Herrmann observou que existe uma “clara ligação com a alta imigração dos últimos anos”.
Os dados do Gabinete Federal de Polícia Criminal, que calcula o número de suspeitos por 100000 habitantes, mostram que a carga estatística de suspeitos não alemães na Baviera é aproximadamente quatro vezes maior do que a de cidadãos alemães em geral.
O Remix News noticiou no ano passado que estrangeiros são responsáveis ​​por quase metade dos casos de agressão sexual, roubo e crimes violentos.
A disparidade torna-se ainda mais acentuada ao analisarmos nacionalidades específicas. De acordo com os dados do PKS, os sírios apresentam uma carga estatística de suspeita aproximadamente 16 vezes maior do que os Alemães, enquanto para os afegãos, esta carga é 14 vezes maior. Os cidadãos turcos também apresentam uma taxa de suspeita significativamente maior em comparação com os suspeitos alemães.
Estas descobertas suscitaram um intenso debate dentro do governo alemão. Alexander Throm (CDU), porta-voz para assuntos internos do grupo parlamentar da União, argumentou que a alta proporção de suspeitos estrangeiros evidencia uma “necessidade urgente de novas medidas”, afirmando que a deportação de criminosos reincidentes ou que cometem crimes graves “deve ser uma prioridade”.
Clara Bünger, do Partido da Esquerda, argumentou que factores como idade, género e situação social dos suspeitos devem ser levados em consideração. No entanto, como a Remix News já noticiou, quando analisados ​​por faixa etária, os dados mostram que estrangeiros também são consideravelmente mais violentos e propensos a cometer crimes graves do que jovens alemães da mesma idade. De facto, os dados demonstram que os Alemães estão-se a tornar mais pacíficos a cada ano que passa, enquanto os estrangeiros estão-se a tornar cada vez mais violentos.
Outros partidos de Esquerda tentaram generalizar a questão, citando tendências violentas gerais na sociedade. Irene Mihalic, do Partido Verde, defendeu uma estratégia focada em “luta abrangente contra as causas da violência”. Devido à política de imigração em massa dos Verdes nos últimos anos, muitos eleitores, no entanto, estão a começar a ver a situação de forma diferente. Uma pesquisa recente constatou que (...?).
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Fonte: https://rmx.news/article/germany-syrians-11-times-as-violent-as-germans-afghans-14-times-more-likely-to-commit-sexual-offenses-as-germans/

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Claro que a esquerdaria tenta sempre pôr água na fervura porque gosta da situação tal como ela está. O aumento da presença de gente estrangeira violenta é um aumento que, por princípio ideológico, não os incomoda, porque a violência cometida por alógenos de modo algum lhes causa qualquer indignação, antes pelo contrário, tacitamente aceitam-na, entre a desculpabilização e o «mea culpa» porque os «brancos» são «racistas» por natureza e, por isso, «colhem os frutos» do seu «racismo». É toda uma sensibilidade que lhes molda a percepção e a ética. Uma sensibilidade que não é partilhada pelo «povinho», porque, afinal, o «povinho» nunca foi suficientemente «evangelizado» pela «Boa Nova» Anti-Racista, daí que, quanto mais os acontecimentos se desenrolam, mais largo se torna o fosso entre essas elites e o voto popular, motivo pelo qual a Democracia é, cada vez mais, aliada natural do Nacionalismo.

DATA SAGRADA DA ESTIRPE - PALES, FUNDAÇÃO DE ROMA E SERRA DA ESTRELA

Venus Genetrix
antepassada mítica dos Romanos
Mosaico representando a cena em que Marte desce das Alturas para fecundar Reia Sílvia

Adoração de Pales, Deusa dos Rebanhos, pelo pintor flamengo Joseph-Benoît Suvée's (1743 – 1807)

A Loba amamentando Rómulo e Remo

Diz a lenda que em 21 de Abril de 753 antes da era cristã ou era comum, o latino Rómulo, irmão de Remo, filho de Marte, Deus da Guerra, e de Reia Sílvia, vestal (sacerdotisa de Vesta, Deusa do Fogo Sagrado do Lar e da Pátria), fundou a cidade de Roma, que viria a ser a capital de um dos maiores impérios de sempre, proto-fundador do Ocidente e raiz étnica - pelo menos em parte - das actuais Nações latinas, entre as quais se inclui Portugal.
Reia Sílvia era filha de Numitor, filho de Procas, rei da cidade latina de Alba Longa. O irmão de Numitor, Amúlio, tomou o poder e obrigou a filha do irmão a tornar-se vestal (sacerdotisa de Vesta) porque as vestais não podiam deixar de ser virgens e Amúlio não queria que Reia Sílvia tivesse filhos, os quais um dia poderiam reclamar o trono que Amúlio queria para si e para os seus próprios filhos.
Todavia, Reia Sílvia foi fecundada por Marte, que das Alturas desceu sobre ela e fez com que a virgem desse à luz dois gémeos, Rómulo e Remo. Amúlio ordenou que fossem atirados, mãe e filhos, ao rio Tibre, mas Tiberinus, o Deus do rio, salvou Reia de se afogar. Quanto aos filhos, foram recolhidos e amamentados por uma loba (daí a conhecida imagem da Loba que amamenta duas crianças, como se pode ver acima) sob uma figueira (a ruminalis ficus) e protegidos por um pica-pau (ambos os animais são consagrados a Marte), tendo posteriormente sido adoptados por um pastor, Fáustulo, e sua esposa, Acca Larentia, que os criaram.
Mais tarde, os irmãos colocaram o seu avô Numitor no trono e decidiram depois criar outra cidade. Remo viu seis abutres sobre o monte Aventino e afirmou que a nova urbe teria de nascer ali, mas Rómulo viu doze abutres sobre o monte Palatino e decidiu-se por esta última elevação como ponto de partida do novo Estado. Traçou por isso um sulco numa área plana, em torno do monte, dizendo «Morto será aquele que violar esta fronteira!». Como Remo troçasse do irmão e saltitasse de um lado para o outro do sulco, Rómulo matou-o. Isto é mito fundador, é lenda imortal, narrativa primordial (de alguns) dos nossos ancestrais. Por isso, o caminho do sulco de Rómulo seria o caminho que, mais tarde, os jovens solteiros romanos iriam percorrer, à volta do Monte Palatino, todos os anos, por ocasião da celebração da Lupercalia.
Soa, a muitos ouvidos, como blasfémia, isto de dizer que os Romanos são antepassados dos Portugueses, pois que, no entender popular, essa gente vinda do Lácio oprimiu aqueles que tradicionalmente nos habituámos a considerar como Os nossos avós por excelência, que são os Lusitanos. Mas é tempo de começar a perceber que a Romanidade constitui parte fundamental da nossa etnicidade, a par ou quase a par (a tradição mítica conta muito e por isso digo «quase a par») da identidade pré-romana do povo de Viriato. O próprio facto de falarmos o Português, que é língua latina (é Camões quem explica a simpatia que Vénus, Deusa do Amor, tem pelos Portugueses: diz o vate que a Deusa, em relação à língua portuguesa, «crê, com pouca corrupção, que é latina») e não o Lusitano, do qual pouco ou quase nada sabemos, atesta a importância crucial que tem na raiz dos Portugueses a estirpe latina, romana, a da Loba e da Águia de Prata, símbolo de Júpiter transportado pelas legiões da chamada Cidade Eterna.
Somos pois Lusitano-Romanos na nossa essência, o que acaba por significar que, no fundo, somos filhos duma violação. Paciência. O filho dum violador não tem necessariamente de cometer estupros, ou sequer de aprovar o execrando acto do pai, mas também nenhuma moral sensata o obriga a suicidar-se ou a deixar-se matar só porque o seu nascimento não aconteceria caso o pai tivesse tido um comportamento decente... Do mesmo modo, mutatis mutandis, Portugal é filho dum imperialismo, mas nem por isso perde o direito à existência ou sequer à honra da ligação aos seus ancestrais pré-imperiais, isto é, os indígenas hispânicos (Lusitanos, Galaicos, Celtici, etc.). E, mesmo correndo o risco de parecer simplista, pode até dizer-se que a perda da independência lusitana, do povo de Viriato, foi de certo modo «vingada», ou compensada, pela multisecularmente posterior independência de Portugal, significando isto que a estirpe do extremo ocidente ibérico voltou, por portas travessas e com diferente voz, a ser livre na sua própria terra. Lusitanos e Romanos, de resto, acabaram por se fundir.
Além do mais, e independentemente de todas as guerras e ódios passados, o que é certo é que os Romanos pertencem à mesma família étnica que os Lusitanos, a indo-europeia. Pode pois encarar-se a vinda e conquista romana como a chegada de mais uma «tribo» indo-europeia, do mesmo modo que, a leste da Lusitânia, por exemplo, os célticos Vetões desalojaram os célticos Vaqueus. Os Romanos foram portanto um povo indo-europeu vindo do Lácio que aqui veio impor-se, a par da(s) invasão(ões) céltica(s) ou mesmo pré-céltica(s), bem como das invasões germânicas. A este propósito, é pertinente observar que, nas fileiras nacionalistas, patrióticas e não só, não se costuma lamentar as invasões germânicas como inimigas das identidades nacionais não germânicas, ao invés do que se faz com a romana (e faz-se não apenas em Portugal mas também na Grã-Bretanha, por exemplo, onde muitos acreditam que os malandros dos Romanos foram oprimir os coitadinhos dos Bretões, embora as maiores responsáveis pelo recuo e quase extermínio da Celticidade insular tenham sido as invasões germânicas dos Anglos e Saxões, antepassados directos dos Ingleses, ou em França, onde os Romanos são por vezes vistos como os grandes inimigos dos «verdadeiros franceses», isto é, dos Gauleses, enquanto os germânicos Francos como que passam impunes por esta onda de ódio a um certo passado...). A repulsa pelo invasor é exclusivamente dirigida contra os Romanos, o que pode ter muito a ver com um certo romantismo, ou seja, com a influência duradoura da corrente cultural romântica do século XIX, que exaltava o Norte brumoso e grandioso e depreciava o Sul «mesquinhamente» racionalista e luminoso.
Ora o Romantismo tem a sua beleza, um mérito muito próprio também, contribuiu grandemente para despertar a Chama Nacional, Tribal, que, como bem disse Berdiaev, dormitava desde o fim do mundo pagão, mas tem também as suas limitações, como sucede, de resto, a tudo o que é humano. Já vai sendo tempo de deixar para trás certos pontos de vista derivados de rivalidades circunstanciais e historicamente limitadas para perceber que, ao fim ao cabo, os Europeus são todos do Norte (do planeta), do Grande Setentrião, como diz Guillaume Faye, e quase todos de raiz étnica indo-europeia.
Um dos muitos testemunhos desta ligação primordial tem também a ver com o dia de hoje, no qual Roma, além de festejar a sua fundação, celebrava também a Parilia, cerimónia religiosa em honra de Pales, a Deusa Protectora dos Rebanhos. A figura da Divindade feminina protectora Cujo nome radica em Pal- será eventualmente uma das mais antigas e disseminadas do mundo indo-europeu. Na Grécia, uma das mais importantes Deusas, Atenaprotectora de Atenas, tinha nesta cidade o título de Pallas; nota-se ao mesmo tempo a semelhança (como fez Georges Dumézil) entre a romana Pales, protectora dos rebanhos, e a indiana Vispala, Deusa igualmente protectora dos rebanhos, mas em Cujo nome «Vis» significa «Tribo», «Casa». Há na Lusitânia uma Deidade Cujo nome é Trebopala, em que «Trebo» significa, em Céltico, «Tribo», «Povo», enquanto «-pala» terá o sentido de «Protecção». A lusitana Trebopala seria pois exactamente equivalente, na Sua origem e significado, à indiana Vispalacomo se pode deduzir da leitura do artigo «O Sacrifício entre os Lusitanos», da Dra. Maria João Santos Arez, bem como da tese de licenciatura do Dr. Andrés Pena Granha, intitulada «Território Político Celta na Galícia Prerromana e Medieval».

E ainda hoje a palavra «pala» é em Português usada com o sentido de protecção... «viver à pala de», é, como se sabe, «viver sob a protecção de», ou «à custa de», e constitui expressão assaz usual.
Honremos pois o nosso passado milenar, cuja raiz se oculta na noite dos tempos, mas que, seguramente, constitui a base dos principais elementos da herança nacional, a estirpe indo-europeia.
Interessa já agora lembrar o que aqui foi noticiado há poucos anos sobre a provável origem arcaica da designação  da Serra da Estrela: http://gladio.blogspot.pt/2013/05/nome-popular-da-maior-serra-de-portugal.html
As entradas dos dólmens construídos há seis mil anos em volta da maior montanha da Serra da Estrela estão todas viradas para o lugar onde, no horizonte, a estrela Aldebaran nasce em Abril, e explicam a origem do nome da mais alta serra de Portugal Continental.
(...)

Ora é particularmente interessante que Aldebaran, que, segundo Ptolomeu, é da natureza de Marte (talvez por ser vermelha, não sei) e que, de acordo com as escrituras védicas, indicou em tempos o equinócio de Outono no hemisfério norte, é particularmente interessante, dizia, que Aldebaran tivesse entre os Romanos o nome de Palilicium, em referência precisamente à Parilia acima mencionada. No fim de Abril esta estrela ver-se-ia no crepúsculo.
Fontes: 
https://pt.wikipedia.org/wiki/Aldebar%C3%A3
https://en.wikipedia.org/wiki/Aldebaran

Significa isto que tanto os arcaicos Latinos como os ancestrais pré-históricos dos Portugueses contemplavam com particular respeito religioso o mesmo grande astro rubro, guia da grei.






segunda-feira, abril 20, 2026

FRANÇA - NACIONALISTAS QUEREM QUE CIDADÃOS DE ORIGEM NÃO EUROPEIA NÃO POSSAM CIRCULAR LIVREMENTE NA EUROPA

A regularização de centenas de milhares de imigrantes ilegais pela Espanha deixou as aldeias francesas ao longo da fronteira em alerta, e com razão. Devido à livre circulação permitida dentro do Espaço Schengen, a França poderia facilmente receber um fluxo maciço de imigrantes recém-legalizados de Espanha que decidiram viver e trabalhar noutros lugares. Agora, a Reunião Nacional de França, juntamente com partidos de Direita e conservadores de toda a Europa, está a pedir uma revisão do funcionamento do Espaço Schengen na Europa: “Acredito que a livre circulação dentro do Espaço Schengen deva ser reservada exclusivamente aos cidadãos de países europeus. A obtenção de uma autorização de residência em Espanha, por exemplo, não deve permitir a livre circulação por todos os países da União Europeia”, escreveu Jordan Bardella, líder do partido Reunião Nacional.
Uma aldeia, a apenas quatro quilómetros da fronteira espanhola, é bem conhecida pelos imigrantes indocumentados da Península Ibérica. David Cerdan, um ferroviário, encontra-os regularmente nos trilhos e disse à Europe 1: "Eles preferem vir à noite." “Já vimos chegar grupos de 50 a 60 pessoas, na maioria argelinos e marroquinos, geralmente entre 16 e 25 anos”, disse ele.
Um imigrante maliano sem documentos lamenta não ter conseguido obter residência em França e, por isso, irá para Espanha na esperança de conseguir amnistia e regularizar sua situação.Estou em França desde 2008. Mas não tenho documentos franceses e, sinceramente, é muito difícil consegui-los. Então, vou para Espanha tentar a sorte”, disse ele à Europe1.
O primeiro-ministro socialista de Espanha, Pedro Sánchez, afirmou na semana passada que a medida é tanto um dever moral quanto uma necessidade económica, descrevendo-a como "um acto de justiça" e um reconhecimento da "realidade de quase meio milhão de pessoas" que já vivem em Espanha.
Os candidatos devem comprovar que estavam em Espanha antes de 31 de Dezembro de 2025 e que permaneceram no país por pelo menos cinco meses. Após a comprovação, terão direito a autorização provisória de residência e trabalho, desde que não possuam antecedentes criminais graves, embora, segundo informações, pessoas suspeitas de fraude também possam ser admitidas.
Após a apresentação do pedido, o processo de deportação é suspenso e os candidatos aprovados recebem uma autorização de residência renovável por um ano. O maliano em questão não terá permanecido em Espanha pelos 5 meses necessários, mas afirma que um amigo possui documentos que ele pode utilizar.
A principal preocupação reside no número de imigrantes ilegais que, em última instância, receberão autorização de residência. Embora o número divulgado seja de 500000, estimativas apontam que, na realidade, este número pode ultrapassar 1,6 milhão. Um relatório do Centro Nacional de Emigração e Fronteiras de Espanha estimou que entre 750000 e 1 milhão de imigrantes indocumentados já presentes no país provavelmente solicitarão a autorização, além de outros 250000 a 350000 solicitantes de asilo também elegíveis.
E as aldeias francesas temem que muitos deles procurem melhores condições de vida em França.
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Fonte: https://rmx.news/article/spain-mass-amnesty-has-french-nationalists-calling-for-an-end-to-free-movement-in-the-eu-as-fears-of-migration-wave-grow/

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Teoricamente, é uma bela medida; é bem provável, entretanto, que o esquerdalhame organizado não a deixe passar, invocando o argumento da proibição da discriminação, totalmente inventado e imposto por eles próprios, sem qualquer aprovação popular. Se esta proposta falhar, isto parecerá mau, evidentemente; todavia, e sendo realista, convém ter em mente que isto faria com que as energias nacionalistas europeias se focassem em medidas defensivas desta ordem, o que só nos prejudicaria, a longo prazo, porque isto não impediria a vinda de imigrantes terceiro-mundistas para Portugal (e para Espanha, claro).
Assim, e em vez desta idealista mas ingénua iniciativa anti-invasão, é bem mais útil que a pressão continue a ser posta nos governos europeus que recebem imigrantes em massa para que deixem de o fazer. Dito com mais clareza - é fundamental assegurar que a nossa desgraça em Portugal não seja só nossa; é fundamental que a nossa desgraça imigrante também afecte outros países europeus, porque só assim é que as Franças, as Dinamarcas, a Itálias, etc., podem pressionar as Espanhas e os Portugais a fechar as fronteiras. Sem isto, nós Portugueses e demais ibéricos, caros leitores, estamos lixados com F grande.

 

domingo, abril 19, 2026

ALEMANHA - SÍRIOS DETIDOS POR HOMICÍDIO DE ALEMÃO E FERIMENTOS GRAVES EM BÓSNIO-HERZEGÓVINO

As autoridades alemãs prenderam dois cidadãos sírios após um ataque fatal com faca em Pulheim, Renânia do Norte-Vestfália, na madrugada de Soles, 12 de Abril de 2026. O incidente ocorreu no parque da cidade após uma briga entre várias pessoas.
Um alemão de 28 anos foi morto no ataque, enquanto um cidadão bósnio-herzegovino de 35 anos sofreu ferimentos graves por arma branca e foi levado para um hospital próximo. Os suspeitos, de 20 e 24 anos, foram detidos pela polícia nas proximidades do local do crime logo após o ataque.
Os serviços de emergência foram accionados por volta das 00h10 por testemunhas que relataram uma perturbação. Os polícias que chegaram ao cruzamento da Johannisstrasse com a Am Stadtgarten encontraram as duas vítimas; apesar dos esforços dos paramédicos para salvar a vítima mais jovem, ela foi declarada morta no local. 
A polícia de Colónia está a liderar a investigação, mas até agora recusou divulgar detalhes específicos sobre o motivo ou a sequência exacta dos eventos que levaram ao esfaqueamento.
O caso foi inicialmente noticiado pelos média locais, mas nenhuma informação foi divulgada sobre o histórico dos autores. No entanto, a jornalista cidadã Yvonne Kussmann contactou a polícia local, que prontamente lhe forneceu as informações. Embora a pessoa que publicou a notícia inicialmente tenha reclamado da falta de divulgação destas informações, Kussmann escreveu que acredita que a polícia geralmente está mais do que disposta a fornecer estes dados; o problema é que os veículos de comunicação não os publicam ou solicitam. “Os suspeitos detidos são dois sírios, o falecido era alemão e o ferido tem nacionalidade bósnio-herzegovina. Entrei em contacto com a polícia de Colónia e recebi informações muito cordiais. Às vezes, acho que não é tanto a polícia que não divulga informações, mas sim os média que nem sequer as solicitam”, escreveu Kussmann no X.
O ataque à facada ocorre mais uma vez durante o intenso debate sobre crimes cometidos por imigrantes na Alemanha, incluindo uma declaração recente do chanceler Friedrich Merz sobre o assunto.
“Também precisamos de abordar o facto de que uma parcela considerável dessa violência na República Federal da Alemanha vem de grupos de imigrantes”, disse o chanceler no início deste mês.
Segundo as estatísticas do BKA (Escritório Federal de Investigação Criminal), a percentagem de estrangeiros entre os criminosos aumentou de 29% em 2014 para 41,8% em 2024.
Dados do ano passado revelaram um aumento de 50% no número de vítimas de ataques com faca que necessitaram de atendimento de emergência num período de quatro anos, segundo informações de hospitais.
“É alarmante ver que facas estão a ser usadas como armas com frequência crescente na Alemanha”, disse Andreas Seekamp, ​​que trabalha há 20 anos como cirurgião de trauma sénior no Hospital Universitário Schleswig-Holstein, Campus de Kiel, à revista Der Spiegel
Médicos alemães também observaram que, além do aumento no número de ataques com faca relatados, a brutalidade destes ataques também está a aumentar. "Temos a impressão de que os ataques estão a ser realizados de forma mais deliberada", disse Dietmar Pennig, secretário-geral da Sociedade Alemã de Ortopedia e Traumatologia. Estamos definitivamente a ver um aumento nos ferimentos por arma branca no pescoço ou no peito, precisamente onde é particularmente perigoso.”
Conforme relatado anteriormente pela Remix News, os imigrantes estão particularmente sobre-representados em crimes violentos, incluindo ataques com faca. “Importamos a violência com facas. Noutras culturas, a faca é uma espécie de símbolo de estatuto. Isto está a mudar o clima social aqui no país”, afirmou o advogado criminal Udo Vetter em 2024. Ele observou ainda que “as facas se tornaram companheiras do dia a dia para muitas pessoas. E a barreira para usá-las é baixa”.
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Fonte: https://rmx.news/article/germanys-knife-crime-crisis-2-syrians-arrested-for-stabbing-28-year-old-german-victim-in-pulheim/

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Não me custa rigorosamente nada acreditar no que disse a jornalista, verdadeira jornalista, Jornalista com J grande, Yvonne Kussmann, quando testemunhou que a polícia dá de bom grado informações sobre a identidade étnica dos criminosos, o grosso da imprensa é que não quer saber disso... bate perfeitamente certo com o facto de que a militância anti-racista é especialmente forte no seio das elites universitárias e me(r)diáticas, tendo pouca expressão no seio do povo, do qual os agentes policiais fazem parte. Depois queixam-se de que os jornais estão em crise, depois queixam-se de que o povo opta cada vez mais por redes sociais para se informar, depois queixam-se se o povo das ruas lhes dá nos cornos à força toda como lhes aconteceu em Espanha aqui há meses, talvez a sua última queixa venha a acontecer num dia em que alguma autoridade os vá buscar aos respectivos domicílios antes que possam fugir do país, para depois os levar para julgamento sumário em tribunal popular.



sábado, abril 18, 2026

ESPANHA - GOVERNO ESQUERDISTA VAI MESMO «REGULARIZAR» MEIO MILHÃO DE ALÓGENOS, OU MAIS...

O primeiro-ministro socialista de Espanha, Pedro Sánchez, está a prosseguir com uma das medidas migratórias mais controversas da história recente do país, confirmando que o seu governo aprovará um decreto real para iniciar a regularização extraordinária de centenas de milhares de imigrantes ilegais.
Em carta publicada na Martes, Sánchez apresentou a medida como um dever moral e uma necessidade económica, descrevendo-a como “um acto de justiça” e um reconhecimento da “realidade de quase meio milhão de pessoas” que já vivem em Espanha. Ele insistiu que a política “reconheceria direitos, mas também exigiria obrigações”, argumentando que a integração dos imigrantes ilegais no sistema fortaleceria a coesão social e a contribuição económica.
Mas a decisão gerou fortes críticas, não apenas pelo seu conteúdo, mas também pela forma como está a ser imposta. A regularização, anunciada inicialmente em Janeiro, foi negociada entre o Partido Socialista de Sánchez e o partido de Extrema-Esquerda Podemos e será aprovada por decreto real, permitindo que o governo ignore uma votação vinculativa no parlamento — apesar de propostas semelhantes estarem paralisadas no Congresso há mais de um ano devido à falta de apoio.
De acordo com o programa, imigrantes ilegais que comprovarem estar em Espanha antes de 31 de Dezembro de 2025 e terem permanecido no país por pelo menos cinco meses terão direito a autorizações provisórias de residência e trabalho, desde que não possuam antecedentes criminais graves. Após a apresentação do pedido, o processo de deportação é suspenso. Os candidatos aprovados recebem uma autorização de residência renovável por um ano.
Embora o governo continue a citar cerca de 500000 beneficiários, análises internas da polícia sugerem que o número real de regularizações pode ser mais do que o triplo disso.
Um relatório do Centro Nacional de Imigração e Fronteiras de Espanha estimou que entre 750 mil e 1 milhão de imigrantes indocumentados já presentes no país provavelmente solicitarão asilo, com mais 250 mil a 350 mil requerentes de asilo também elegíveis — elevando o total para entre 1 milhão e 1,35 milhão de pessoas.
Um relatório separado do Comissariado Geral de Espanha, divulgado no mês passado, sugeriu que este número poderia ser ainda maior, chegando a 1,6 milhão de potenciais candidatos.
Estes números surgem num contexto de forte aumento da imigração ilegal. De acordo com estimativas citadas pelo think tank Funcas, o número de imigrantes indocumentados em Espanha saltou de cerca de 107000 em 2017 para quase 840000 em 2025 — um aumento de quase 685%. O Funcas também estima que os imigrantes ilegais representam agora 17,2% da população estrangeira não pertencente à UE.
Poucos dias após o anúncio da amnistia, a pressão intensificou-se nas fronteiras externas de Espanha, particularmente em Ceuta, onde a Guarda Civil alertou que trechos da cerca fronteiriça estavam em estado de "colapso", permitindo que imigrantes a ultrapassassem em menos de 30 segundos devido a danos causados por tempestades que não tinham sido reparados.
Figuras da oposição afirmam que a política envia uma mensagem clara de que a entrada ilegal acabará por ser recompensada.
Santiago Abascal, líder do Vox, disse: “O povo espanhol não deu permissão para isto. Se os imigrantes ilegais 'já fazem parte do nosso dia a dia', é apenas porque vocês e o PP [de Centro-Direita] os deixaram entrar, contrariando as nossas leis e os nossos interesses.
Na Martes, a Vox anunciou que recorreria da aprovação do decreto real ao Supremo Tribunal e, na práctica, pediria uma liminar para suspender a sua implementação enquanto o processo de revisão judicial estiver em andamento.
A controvérsia foi ainda mais acirrada por declarações de figuras do Podemos. A ex-ministra da Igualdade, Irene Montero, descreveu a amnistia como uma “medida urgente de justiça social” e pressionou para que o processo fosse “rápido”, ao mesmo tempo que defendeu que os imigrantes eventualmente conquistassem plenos direitos políticos. Expressou o desejo de que os imigrantes ilegais “substituíssem” os “fascistas e racistas” que se opuseram à medida, o que levou o bilionário americano Elon Musk a acusá-la de “incitar o genocídio”.
O governo espanhol de Extrema-Esquerda parece ignorar o facto de que os estrangeiros no país estão representados de forma desproporcional nas estatísticas de criminalidade e na população carcerária. Um relatório do Observatório Demográfico CEU-CEFAS, divulgado em Dezembro, constatou que os estrangeiros compõem 31% da população carcerária de Espanha e, per capita, cometem taxas significativamente mais altas de certos crimes graves, incluindo 500% mais estupros e 414% mais homicídios do que os cidadãos espanhóis.
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Fonte: https://rmx.news/article/spain-socialist-sanchez-presses-on-with-mass-amnesty-for-illegal-migrants-by-decree-describing-move-as-act-of-justice/

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É sintomático que Sanchez já seja idolatrado pelas Esquerdas «bem-pensantes», incluindo os «moderados» do PS tuga... o seu modus operandi e a sua argumentação é a mesmíssima obscenidade que define a ideologia das elites desde há décadas - encher o país de alógenos, mesmo que seja preciso fazê-lo abertamente contra a lei, e mesmo que pura e simplesmente se ignorem por completo as estatísticas a mostrar o grau de criminalidade mais abjecta e violenta e, note-se, ostensivamente patriarcal que imaginar se possa, dificilmente se ouvem o esquerdalhame espanhol, ou de qualquer outro país, a comentar os números de violadores alógenos oriundos do terceiro-mundo em solo europeu... e depois guinchar que «já não vale a pena expulsá-los, eles já cá vivem há muito...», ou seja, dão por adquirido um facto que eles próprios impuseram ao povo e que, de resto, nem sequer é inalterável, antes pelo contrário...