terça-feira, fevereiro 10, 2026
LÍDER DA DIPLOMACIA EUROPEIA AFIRMA QUE A RÚSSIA TAMBÉM DEVE FAZER CONCESSÕES EM ACORDO DE PAZ SOBRE A UCRÂNIA
Kallas defende que “todos os que estão à mesa, incluindo os Russos e os Americanos, têm de perceber que precisam dos Europeus para concordarem [com o acordo de paz]”, e pressionar a Rússia a aceitar as condições europeias.
Ao programa da Euronews “Europe Today”, emitido na Lues, a chefe da diplomacia europeia acredita que a Rússia não está a levar as negociações “a sério” e admitiu a possibilidade de levar um enviado especial europeu para a mesa das negociações.
Na Martes, em entrevista publicada em vários jornais europeus, o presidente francês defendeu que a União Europeia deve retomar contactos com o presidente russo, Vladimir Putin, para envolver o bloco europeu nas conversações de paz para terminar a guerra na Ucrânia, e construir a nova arquitectura de segurança europeia no pós-guerra.
Além disso, o país enviou um conselheiro diplomático, Emmanuel Bonne, para negociar com o Kremlin, o primeiro encontro entre representantes diplomáticos dos dois países desde 2022.
A Rússia, através do porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, que confirmou a existência de contactos, pelo menos com a França, e que “se necessário e desejado, irá ajudar a retomar o diálogo ao mais alto nível prontamente”, com as comunicações directas entre os dois países restabelecidas.
A Itália, através da primeira-ministra Giorgia Meloni afirmou em Janeiro que “chegou a altura da Europa falar também com a Rússia” e não limitar as negociações apenas com a Ucrânia, temendo que o contributo europeu seja “limitado”.
Além da França e da Itália, também o Luxemburgo, Chéquia e Áustria mostraram interesse em retomar o diálogo para negociar a paz, mas países como a Alemanha, Estónia e Lituânia manifestam-se contra, com o chanceler alemão, Friedrich Merz, Outros países como a Suécia consideram não ser ainda a altura.
PATRIARCA DE LISBOA DECLARA QUE AUMENTO DOS ESTRANGEIROS EM PORTUGAL NÃO PÕE EM CAUSA A MATRIZ CRISTÃ E CRITICOU OS CATÓLICOS QUE SÃO CONTRA OS IMIGRANTES
O patriarca de Lisboa considera que o aumento dos estrangeiros em Portugal não coloca em causa a matriz cristã da sociedade portuguesa e criticou os católicos que são contra os imigrantes, por desrespeitarem os ensinamentos de Cristo.
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Com que então a paz boa é a paz desarmada, e todos os que falam em armas são culpados... falaria ele assim dos Cruzados e dos combatentes da Reconquista Ibérica, graças à qual ele pode sentar o coiro no supremo poleiro cristão da capital do País, que esteve séculos nas mãos dos muçulmanos e só passou para as dos cristãos à força de braço e espada?... E de quem resistiu aos Nazis de armas na mão, o que diria ele?...
Quererá entretanto o fulano desmobilizar o esforço europeu que faz frente à potência formalmente mais cristã da Europa, encabeçada por Putin?...
Quanto à questão da imigração, é o clérigo coerente. O Cristianismo sempre foi universalista, desde o próprio Jesus C., aliás, o cerne da moral cristã é inclusivamente o maior inimigo moral, ideológico, visceral do Nacionalismo. O supremo vigário lisboeta do Judeu Morto vem portanto confirmar o óbvio, que tenho denunciado aqui ao longo de vinte e poucos anos - a incompatibilidade incontornável entre Nacionalismo e Cristianismo. Só se engana quem quer. Note-se que a passagem por si referida é apenas uma das que atesta esta oposição insanável, dado que é a que mais directamente refere a questão, mas há várias outras, já aqui mencionadas, que mostram com afiada clareza o carácter visceralmente anti-nacionalista, anti-etnicista, anti-racialista, anti-racista, do culto ao carpinteiro que foi crucificado perto de onde Judas perdeu as botas.
Isto abala os católicos mais ingénuos que são nacionalistas, é bem notório.
Precisam de Deus, é natural. Precisam de uma herança religiosa familiar, é salutar. Precisam de uma religião simples, directa, prática, é normal.
Precisam de uma religião óbvia, sim. Têm-na ao seu alcance sem precisarem de renunciar ao Nacionalismo. É só isto: prestar culto a Deus. Deus sem Cristo, evidentemente. Fale-Se de Deus na raiz literal da palavra na nossa língua - «Deus» é uma palavra de raiz indo-europeia que designa uma Entidade do Céu brilhante. O Deus do Céu propriamente dito é o Deus Pai, que origina nomes como o latino Diespiter ou Júpiter, o grego Zeus, o ilírio Daipatures, provavelmente o germânico Tyr e seguramente o indiano Dyaus Pitar... É então o Pai Celestial luminoso, adorado pelos nossos ancestrais indo-europeus que nos deram a língua que falamos. Nada é mais óbvio, mais forte e mais simples que isto, e, em matéria de religiosidade popular, uma ideia que não é simples não é uma boa ideia. Renova-se destarte o cerne da mensagem integral nacionalista que já vem desde a noite dos tempos e que Cícero referiu no século I a.c. com o lema «Pro Aris et Focis», que é «Pelos Altares e pelos Lares», e que, já no século XX, se formulou como «Deus, Pátria, Família» e que quadra mal com o Cristianismo mas faz pleno sentido com a herança etno-religiosa da Grei.
segunda-feira, fevereiro 09, 2026
IRÃO - FALA UMA IRANIANA CONTRA QUEM NÃO SE SOLIDARIZA COM A REVOLTA POPULAR CONTRA OS AIATOLAS
SOBRE A TOLERÂNCIA À LACTOSE EM PORTUGAL DESDE A PRÉ-HISTÓRIA
ELEIÇÕES PRESIDENCIAIS DE 2026
sexta-feira, fevereiro 06, 2026
PORQUÊ VOTAR EM ANDRÉ VENTURA
300 CATÓLICOS POR SEGURO, ALIÁS, CONTRA VENTURA
quinta-feira, fevereiro 05, 2026
ITÁLIA - CULTO À DEUSA PROTECTORA DOS LATINOS NO BERÇO DA LATINIDADE
quarta-feira, fevereiro 04, 2026
INGLATERRA - MUÇULMANO ACUSADO DE TERRORISMO QUE INCITOU À VIOLÊNCIA ANTI-SIONISTA É AGORA CANDIDATO EM ELEIÇÕES LOCAIS
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Ainda que não fosse realmente culpado de terrorismo nos casos em que diz que foi obrigado a confessar culpa sob tortura, ainda que isso que diz fosse verdade, só a maneira como politizou um evento desportivo e incitou à violência, só isso deveria ser mais que suficiente para que não se pudesse candidatar agora a eleição alguma, pelo menos desta vez, isto já para não falar no facto de ser alógeno, bem entendido. Que tenha a impunidade moral que tem mostra bem o que é a elite me(r)diática e política reinante no Ocidente.
INGLATERRA - SEGURANÇA DE CAMINHOS DE FERRO VIOLA RAPARIGA DE 14 ANOS
EUA - SENADOR ACUSA GOVERNO BIDEN DE TER DADO MILHÕES DE DÓLARES A UMA ORGANIZAÇÃO MUÇULMANA QUE DEPOIS METEU IMIGRANTES MUÇULMANOS NO PAÍS
EUA - MUSLO (CONVERSO?) PREPARAVA ATENTADO CONTRA JUDEUS EM NOME DO CALIFADO
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Numa das fotos, em que se vê a turva a sua fuça, dá-me ideia que é afro, mas não tenho certeza... de qualquer modo, este é mais um daqueles que não percebeu que o Islão é a «religião da paz», e que promete festa rija depois de sair da pildra, o que só pode fazer desejar que nunca mais de lá saia vivo, por motivos óbvios, e/ou que, entretanto, se considere a eventualidade, em todo o Ocidente, de prevenir situações destas, contemplando um regime de detenção que a retenção por tempo indefinido de quem constitua ameaça mortal para os cidadãos, que é a única alternativa séria à sua simples eliminação física, estando evidentemente fora de questão permitir que uma coisa destas fique à solta em solo ocidental.
ESPANHA - POVO E AUTARCA QUERIAM REJEITAR A VINDA DE PETIZES ALÓGENOS MAS A ELITE OBRIGA A POPULAÇÃO LOCAL A ACEITÁ-LA
A autarca socialista de Cartes, no norte de Espanha, reverteu a sua oposição ao acolhimento de menores imigrantes desacompanhados, após tentar impedir a sua chegada, emitindo um pedido público de desculpas na sequência da pressão da liderança do seu partido.
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Portanto, o povo não quer lá alógenos, uma autarca, uma, isolada, atreve-se a querer fazer a vontade do povo... mas eis que a elite reinante em peso lhe cai em cima, obrigando-a a obedecer à ordem iminvasora... nada de novo, isto é a actual política do Ocidente num microcosmo europeu como outro qualquer. A senhora Lorena Cueto pode então escolher entre continuar a militar no seu partido imigracionista ou largá-lo para integrar uma força partidária que partilhe realmente a sua perspectiva relativamente à iminvasão... isto se a questão for para ela suficientemente relevante para justificar tal procedimento, bem entendido.
