sábado, agosto 29, 2026

FALECEU NARANA COISSORÓ

Morreu hoje Narana Coissoró, goês hindu que foi um dos principais militantes do CDS. Vejamos o que diz a IA sobre a sua acção a respeito do que mais interessa, o travão à imigração em massa, o texto da IA está a itálico:

Narana Coissoró — histórico líder parlamentar do CDS, reputado jurista e professor de Direito — actuou de forma proeminente ao longo da sua carreira política para introduzir critérios mais rígidos e cautelosos na atribuição da nacionalidade portuguesa por naturalização. [1, 2, 3, 4]
Como um dos principais rostos do CDS-PP para os assuntos jurídicos e constitucionais, o seu papel centrou-se em travar o que considerava ser uma "facilitação excessiva" do acesso à cidadania. As suas acções dividiram-se em três vertentes principais: [1]
1. Defesa do aumento dos prazos de residência legal
Ao longo dos debates de revisão da Lei da Nacionalidade (datada originalmente de 1981), Coissoró e o seu partido bateram-se consecutivamente contra a redução dos anos necessários para um estrangeiro pedir a naturalização. Defendia que a obtenção da cidadania devia ser o culminar de um longo e comprovado processo de integração cultural e social, e não um mero trâmite burocrático rápido. Os projectos de lei inspirados na sua visão propunham prazos mais alargados (em linha com modelos europeus mais conservadores) do que aqueles que a esquerda acabou por aprovar. [1, 2]
2. Exigência de idoneidade moral, civil e subsistência
Em 2005, durante um dos maiores debates de alteração à Lei da Nacionalidade, Narana Coissoró liderou a redacção do projecto de lei do CDS e criticou ferozmente a proposta do governo socialista da altura. Coissoró insurgiu-se publicamente contra o facto de o executivo pretender dispensar requisitos fundamentais, tais como: [1]
  • O comprovativo de idoneidade moral e civil do requerente.
  • A prova de meios de subsistência autónomos em Portugal.
  • O conhecimento efectivo da língua e a ligação à comunidade nacional.
    Para Coissoró, retirar estes filtros representava um perigo de segurança e desvalorizava o estatuto de ser cidadão português. [1]
3. O alerta contra o "Passaporte para a Europa"
Narana Coissoró justificava a sua postura restritiva com o enquadramento de Portugal no espaço Schengen e na União Europeia. O seu argumento político central baseava-se num aviso: se a legislação de Portugal facilitasse demasiado o acesso à naturalização, o país passaria a funcionar como uma "porta de entrada fácil" para conceder um passaporte europeu a cidadãos terceiros, permitindo-lhes circular livremente por todo o espaço comunitário sem preencherem os requisitos exigidos por outros Estados-membros. [1]
A sua linha de pensamento pretendia harmonizar a lei portuguesa com as práticas mais restritivas da Europa Central, protegendo o conceito tradicional de soberania nacional através da imposição de barreiras burocráticas, criminais e económicas rigorosas aos imigrantes que pretendiam naturalizar-se. [1, 2]

Embora valorizasse, formalmente, os laços da chamada Lusofonia, como é típico da direita conservadora democrata-cristã do seu partido, Coissoró acabou por actuar de forma que, intencionalmente ou não, beneficiou, relativamente, a identidade étnica da Nação - continuando agora com a IA, cá vai, novamente a itálico,
pugnou convictamente pelo ius sanguinis (direito de sangue) como o pilar estrutural da cidadania portuguesa. [1, 2]
Narana Coissoró e as sucessivas bancadas parlamentares do CDS-PP alinharam-se historicamente com a visão de que a nacionalidade originária deve ser transmitida de pais para filhos, rejeitando as tentativas de generalização do ius soli (direito do solo, que atribui a nacionalidade a quem nasce no território, independentemente da origem dos pais). [1, 2]
O seu combate em defesa do ius sanguinis assentava em pressupostos jurídicos e políticos muito claros:
1. A defesa da Lei de 1981 (A consagração do Ius Sanguinis)
A Lei da Nacionalidade de 1981 (Lei n.º 37/81) — aprovada no parlamento com forte participação da AD (coligação que incluía o CDS) — operou uma ruptura com o modelo anterior ao mudar o eixo central da atribuição da cidadania para o ius sanguinis. Coissoró foi um defensor acérrimo desta matriz, argumentando que ela protegia a coesão da identidade nacional e, sobretudo, garantia os direitos da vasta diáspora e das comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo (emigrantes cujos filhos nasciam no estrangeiro mas mantinham o sangue português). [1, 2]
2. A oposição às revisões de pendor Ius Soli (2006)
O momento de maior confronto doutrinário ocorreu na revisão da lei em 2006 (e nos debates que a antecederam). O governo do PS, apoiado pela esquerda, pretendia reintroduzir e alargar critérios de ius soli para facilitar a integração das segundas e terceiras gerações de imigrantes nascidos em Portugal. [1, 2]
  • Coissoró combateu estas alterações, alertando que transformar o solo no critério principal desvalorizava o conceito de pertença a uma comunidade histórica. [1]
  • Para o jurista, o nascimento circunstancial num território não criava, por si só, um elo identitário ou cultural automático com o país, elo esse que o ius sanguinis e a filiação asseguravam. [1, 2]
3. O paradoxo pessoal e a coerência jurídica
O facto de Narana Coissoró ter nascido em Goa (na Índia Portuguesa) e ser de etnia indiana confere uma nuance crucial à sua defesa do ius sanguinis: a sua perspectiva não era um nacionalismo de cariz "racial branco ou europeu". Para ele, o direito de sangue ligava-se à continuidade civilizacional, jurídica e familiar do Estado Português (que historicamente incluía as parcelas ultramarinas como Goa). Ele via a transmissão familiar da cidadania como o mecanismo mais seguro para evitar que a atribuição do passaporte se tornasse um ato puramente administrativo ou geográfico desprovido de herança partilhada. [1, 2]
Pugnar pelo ius sanguinis era, na perspectiva de Coissoró, defender uma concepção contractual e geracional da pátria, protegendo Portugal de pressões migratórias globais que pudessem descaracterizar o equilíbrio demográfico e legal do país. [1]
A Lei da Nacionalidade de 1981 (Lei n.º 37/81) consolidou um processo de exclusão jurídica em massa que afectou milhões de cidadãos das antigas colónias africanas (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe).
Embora o corte principal tenha começado logo após o 25 de Abril com o Decreto-Lei n.º 308/75, a Lei de 1981 fixou o golpe definitivo ao instituir o ius sanguinis (direito de sangue) como o critério exclusivo de atribuição da nacionalidade originária.
O impacto deste enquadramento legal processou-se em três eixos centrais:
1. A Consagração do Corte da Cidadania Ultramarina
Até 1974, ao abrigo da doutrina jurídica do Estado Novo, todos os habitantes das províncias ultramarinas eram, formalmente, cidadãos portugueses. Com a descolonização, o Estado português desenhou leis para evitar que milhões de cidadãos dos novos países africanos independentes mantivessem o passaporte português.
  • O Decreto de 1975: O Decreto-Lei n.º 308/75 determinou que só mantinham a nacionalidade os indivíduos nascidos em Portugal continental e ilhas, ou aqueles que, tendo nascido no ultramar, fossem descendentes de pais ou avós nascidos na metrópole (critério de sangue europeu).
  • O Fecho em 1981: A Lei de 1981 veio perenizar esta lógica. Ao eliminar quase por completo o ius soli (direito do solo) que vigorava na lei anterior de 1959, Portugal garantiu que as populações residentes nos PALOP ficassem definitivamente desvinculadas da cidadania portuguesa, a menos que tivessem ascendência directa europeia/metropolitana.
2. O Impacto na Imigração e a Criação de "Estrangeiros na sua Própria Terra"
O impacto mais dramático da transição para o ius sanguinis em 1981 sentiu-se na vaga de imigração africana que rumou a Portugal nos anos 1980 e 1990:
  • Segundas Gerações Desprotegidas: Os filhos de imigrantes cabo-verdianos, angolanos ou moçambicanos que nasceram em hospitais portugueses ao longo das décadas de 1980 e 1990 nasceram estrangeiros. Como a lei de 1981 exigia que pelo menos um dos progenitores fosse português (ius sanguinis), o nascimento em solo nacional já não garantia qualquer direito à cidadania.
  • Marginalização burocrática: Milhares de jovens cresceram em Portugal, falavam apenas Português e nunca tinham visitado os países de origem dos pais, mas necessitavam de autorizações de residência e vistos para permanecer legalmente no país onde tinham nascido.
3. A Excepção das Elites e o Contraste com o "Caso de Goa"
A aplicação do ius sanguinis e os cortes de 1975/1981 criaram assimetrias profundas no espaço pós-colonial português:
  • Diferença Geográfica: Ao contrário do que aconteceu em África, os cidadãos de Goa, Damão e Diu (anexados pela Índia em 1961) e, mais tarde, os cidadãos de Macau mantiveram o direito à nacionalidade portuguesa originária. Portugal considerou que esses territórios tinham sido integrados por outros Estados sem o consentimento da metrópole, permitindo que as populações locais continuassem a registar-se como portuguesas por via da descendência.
  • O Filtro em África: Para as populações africanas, a independência dos seus países foi tratada juridicamente como uma renúncia implícita à soberania portuguesa, restando o passaporte apenas às elites coloniais brancas (os "retornados") ou aos africanos que já tinham ligações familiares directas com a metrópole antes da descolonização.
Esta opção política e jurídica pela matriz do ius sanguinis em 1981 moldou o panorama social português durante mais de duas décadas, gerando um contingente de milhares de cabo-verdianos e angolanos nascidos em Portugal sem direitos políticos, situação que só começou a ser revertida com as sucessivas flexibilizações introduzidas a partir da reforma da lei em 2006.
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No seu contexto e no seu tempo, e apesar da educação provavelmente universalista que deve ter tido, Coissoró foi portanto um dos melhores protectores da Nação contra aquilo que mais a ameaçava e ameaça. A terra lhe seja leve, descanse para sempre no Svarga, paraíso hindu.

CHEGA QUER PRIORIDADE NAS ESCOLAS PARA CRIANÇAS PORTUGUESAS

O Chega entregou esta Mércores, no Parlamento, um projecto de lei para que as crianças portuguesas, bem como os filhos de portugueses e de cidadãos de outros Estados-Membros da União Europeia, beneficiem de prioridade no processo de matrícula nas escolas.
“A iniciativa que ora se propõe estabelece uma orientação simples e vinculativa, aplicável exclusivamente quando o número de candidatos exceda o número de vagas disponíveis”, lê-se na exposição de motivos, em que são salvaguardados os casos de alunos com necessidades educativas específicas e em que se argumenta que distinção não assenta "numa oposição indiferenciada entre nacionais e estrangeiros, alicerçando-se, diversamente, na cidadania portuguesa ou europeia". 
No mesmo dia, o partido de André Ventura insistiu numa proposta para que as vagas em creches financiadas publicamente sejam ocupadas com "um princípio de prioridade nacional, na afectação de recursos, privilegiando os agregados familiares de origem portuguesa" e "cujos progenitores sejam contribuintes do sistema de Segurança Social". Em Abril, uma iniciativa com o mesmo objectivo não foi admitida para votação. 
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/chega-quer-prioridade-para-criancas-portugueses-nas-matriculas-na-escolas   (Artigo originariamente redigido sob o acordo ortográfico de 1990 mas corrigido aqui à luz da ortografia portuguesa)

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Medida de elementar justiça que nenhum governo saudável poderia deixar de aplicar. Se passar, é sinal de que a Democracia continua a dar cada vez mais força ao Nacionalismo; se não passar, o combate democrático tem de se intensificar de forma a que mais e mais povo acorde para a urgência de defender os seus interesses vitais, só o podendo fazer, pacificamente, através do voto no maior partido contrário à iminvasão.

CEUTA - POVO ATACA ACAMPAMENTO DE IMINVASORES MOUROS E BRADA «EXPULSEM OS INVASORES»

Os residentes de Ceuta destruíram um acampamento improvisado de imigrantes numa praia, numa altura em que ainda permanecem naquele território de Espanha várias pessoas que passaram a fronteira a partir de Marrocos.
Os habitantes locais derrubaram as tendas, atiraram os pertences dos imigrantes ao mar e acenderam uma fogueira enquanto agitavam bandeiras espanholas, sob o olhar atento dos imigrantes.
Antes, os manifestantes bloquearam uma estrada junto à praia, entoando palavras de ordem como "expulsem os invasores".
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Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: https://cnnportugal.iol.pt/videos/expulsem-os-invasores-residentes-de-ceuta-derrubam-tendas-e-acendem-fogueiras-contra-os-migrantes/6a919be50cf2b42132dbf57a

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Ai... então mas então... então afinal o povo, o povinho!, não estava contra os fachos do Vox, conforme os profissionalíssimos jornalistas do Público noticiaram???
Então afinal o povo não foi para a rua defender os mouros contra os nazis anti-imigração????
Então mas então... onde é que estava desta vez o povo de Ceuta que se tinha manifestado contra o Vox?...
Isto foi mazé culpa do Abascal, está visto! O gajo apareceu em cena com mais quatro ou cinco fascistas armados de pêndulos para hipnotizarem o povinho e fazerem o povinho ficar racista, foi o que foi!!!!!!!!!!!!!! O que é preciso é extinguir o partido e prender os raciiiiiiistas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!, e prender o povinho!!!!!!!!!!!!, ops!, não, espera, prende-se só os fascistas e ameaça-se o povinho, ops, isto também não, então prende-se só os fascistas e avisa-se o povinho, quer-se dizer, consciencializa-se o povinho de que não se pode ser racista, aliás, o povinho já sabe que não se pode ser racista!, o povinho nunca foi racista!!, o povinho é sempre anti-racista!!!!!!!!!!!, isto foi só um deslize do povinho, calhou assim, mas o povinho sem ouvir vozes racistas deixa de pensar que se pode normalizar o racismo, e vai daí o povinho acaba por encarreirar e ficar caladinho...


sexta-feira, agosto 28, 2026

GRÉCIA AVISA TURQUIA DE QUE ESTARIA PRONTA PARA RESPONDER EM SITUAÇÃO DE CONFLITO BÉLICO

O ministro das Relações Exteriores da Grécia, Giorgos Gerapetritis, fez um forte alerta à Turquia, afirmando que "a Grécia da estagnação diplomática passiva pertence definitivamente ao passado". “Qualquer tentativa de violar os nossos direitos soberanos será combatida com todos os meios à nossa disposição”, afirmou. Gerapetritis descreveu os “parques marítimos” promovidos pela Turquia como “ilegais e sem validade legal”, ao mesmo tempo que salientou que a Grécia está “totalmente preparada para qualquer cenário”, apesar de continuar a buscar a paz.
Gerapetritis afirmou na Lues, em entrevista ao canal de televisão grego OPEN TV, que a Grécia está preparada para responder no terreno caso a Turquia tome medidas que, segundo Atenas, violem os seus direitos, informou o N12 News na Lues. Questionado sobre a possibilidade de a Turquia enviar navios de guerra para a região, Gerapetritis afirmou que a Grécia não pretende abster-se de responder e que dispõe de várias opções. “É evidente que a Grécia exercerá plenamente os seus direitos soberanos”, teria dito Gerapetritis, acrescentando: “Faremos tudo o que for necessário. Responderemos às provocações e responderemos com firmeza.” Questionado sobre se a Grécia responderia caso a Turquia enviasse fragatas para a região, Gerapetritis enfatizou a capacidade da Grécia de mobilizar os seus próprios navios, sem especificar o número, informou a N12: “A Grécia provou que pode enviar fragatas e caças F-16, e, a partir do ano que vem, também enviará F-35”, teria ele dito. O ministro das Relações Exteriores da Grécia também destacou o contínuo fortalecimento militar do país, citando os caças Rafale, as aeronaves F-16 modernizadas, as fragatas da classe Belharra e os caças F-35 que deverão integrar as Forças Armadas gregas no futuro. Gerapetritis afirmou, segundo a reportagem: “Sim, queremos a paz. Mas queremos a paz a partir de uma posição de força. Com segurança e sem complexos de medo”, disse Gerapetritis.
Ao abordar a relação da Grécia com Israel, Gerapetritis afirmou que a cooperação com Jerusalém não é um "investimento excessivo", mas sim parte de uma política externa mais ampla e multifacetada, na qual Atenas continua a manter canais abertos com o mundo árabe.
Autoridades gregas disseram à N12 que as relações entre Israel e Grécia estão "novamente a aquecer" e que a cooperação em segurança entre os países deverá expandir-se. “A guerra atrasou os processos e agora, com o fim da guerra, as negociações com a Grécia foram retomadas com maior intensidade”, disseram fontes da indústria de defesa ao N12.
As fontes também descreveram o recente exercício aéreo realizado pelos países sobre o Mediterrâneo como uma "mensagem para os Turcos", informou a emissora. 
"A partir de agora", disseram as fontes ao N12, "a cooperação militar entre Israel e Grécia será mais forte e mais visível."
Entretanto, o veículo de comunicação grego Pro News publicou recentemente uma reportagem descrevendo um possível cenário em que um confronto militar entre Israel e Turquia poder-se-ia expandir para o Mediterrâneo Oriental e potencialmente envolver Chipre.
Segundo o relatório, Israel estaria a considerar um cenário em que atacaria alvos turcos no norte do Chipre, caso Jerusalém determine que a presença militar da Turquia na região ameace os interesses israelitas.
O relatório citou a operação israelita contra a base de Abu al-Duhur, na província síria de Idlib, como um possível modelo, alegando que oito ataques aéreos foram realizados no local diante de preocupações com o fortalecimento militar turco.
Segundo a Pro News, um dos cenários mencionados no relatório inclui um ataque ao aeroporto de Ercan, no norte do Chipre, e a uma base naval turca perto de Kyrenia, onde se espera que estejam estacionados navios de guerra.
No entanto, o relatório não forneceu nenhuma indicação oficial de que Israel tenha decidido realizar tal operação.
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Fontes:
https://www.jpost.com/international/article-906473
https://jihadwatch.org/2026/08/greece-warns-turkey-against-violating-its-sovereign-rights-vows-response-from-position-of-strength