DEMOCRACIA, NASCIDA SOB A ÉGIDE DA DEUSA DO MÊS DE ABRIL
![]() |
Afrodite Pandemos sobre um bode, L. Sèchan, art. Venus, in C. Daremberg - E. Saglio (edd.), Le Dictionnaire des Antiquités Grecques et Romaines, V.1, Parijs, 1919 |
Local internético onde se diz o que me dá na telha e me parece importante dizer-se. Os leitores podem, se quiserem, enviar comentários privados para o endereço de correio electrónico GLADIOLUSO@sapo.pt
![]() |
Afrodite Pandemos sobre um bode, L. Sèchan, art. Venus, in C. Daremberg - E. Saglio (edd.), Le Dictionnaire des Antiquités Grecques et Romaines, V.1, Parijs, 1919 |
* * *
Um dos dois cientistas que fez esta descoberta, o norte-americano James Watson, que até recebeu o Prémio Nobel por isso, está hoje com o nome queimado porque se atreveu a dizer, há poucos anos, que os brancos eram mais inteligentes que os negros...
É, também, o dia em que o ADN português ficou relativamente mais salvaguardado, pelo menos por uns tempos, porque chegou ao fim o seu império multirracial que nunca deveria ter existido...
«Até a leitura comporta uma função mitológica - não somente porque ela substitui a narração dos mitos nas sociedades arcaicas e a literatura oral, viva ainda nas comunidades rurais da Europa, mas sobretudo porque, graças à leitura, o homem moderno consegue obter uma "saída do tempo" comparável à efectuada pelos mitos. Quer se "mate" o tempo com um romance policial, ou se penetre num universo temporal alheio, aquele que qualquer romance representa, a leitura projecta o moderno fora do seu tempo pessoal e integra-o noutros ritmos, fá-lo viver numa outra "história".»
«O Sagrado e o Profano - A Essência das Religiões», pág. 214, da autoria de Mircea Eliade em 1959.
Por cima, ou ao lado, da avalanche tecnológica por meio da Internet e das variações diversas dos telemóveis e afins, o livro continua a constituir um suporte acessível e barato para a superação da condição material concreta como eco do caminho para a transcendência.
* * *
Claro que a esquerdaria tenta sempre pôr água na fervura porque gosta da situação tal como ela está. O aumento da presença de gente estrangeira violenta é um aumento que, por princípio ideológico, não os incomoda, porque a violência cometida por alógenos de modo algum lhes causa qualquer indignação, antes pelo contrário, tacitamente aceitam-na, entre a desculpabilização e o «mea culpa» porque os «brancos» são «racistas» por natureza e, por isso, «colhem os frutos» do seu «racismo». É toda uma sensibilidade que lhes molda a percepção e a ética. Uma sensibilidade que não é partilhada pelo «povinho», porque, afinal, o «povinho» nunca foi suficientemente «evangelizado» pela «Boa Nova» Anti-Racista, daí que, quanto mais os acontecimentos se desenrolam, mais largo se torna o fosso entre essas elites e o voto popular, motivo pelo qual a Democracia é, cada vez mais, aliada natural do Nacionalismo.
* * *
Teoricamente, é uma bela medida; é bem provável, entretanto, que o esquerdalhame organizado não a deixe passar, invocando o argumento da proibição da discriminação, totalmente inventado e imposto por eles próprios, sem qualquer aprovação popular. Se esta proposta falhar, isto parecerá mau, evidentemente; todavia, e sendo realista, convém ter em mente que isto faria com que as energias nacionalistas europeias se focassem em medidas defensivas desta ordem, o que só nos prejudicaria, a longo prazo, porque isto não impediria a vinda de imigrantes terceiro-mundistas para Portugal (e para Espanha, claro).
Assim, e em vez desta idealista mas ingénua iniciativa anti-invasão, é bem mais útil que a pressão continue a ser posta nos governos europeus que recebem imigrantes em massa para que deixem de o fazer. Dito com mais clareza - é fundamental assegurar que a nossa desgraça em Portugal não seja só nossa; é fundamental que a nossa desgraça imigrante também afecte outros países europeus, porque só assim é que as Franças, as Dinamarcas, a Itálias, etc., podem pressionar as Espanhas e os Portugais a fechar as fronteiras. Sem isto, nós Portugueses e demais ibéricos, caros leitores, estamos lixados com F grande.
* * *
Não me custa rigorosamente nada acreditar no que disse a jornalista, verdadeira jornalista, Jornalista com J grande, Yvonne Kussmann, quando testemunhou que a polícia dá de bom grado informações sobre a identidade étnica dos criminosos, o grosso da imprensa é que não quer saber disso... bate perfeitamente certo com o facto de que a militância anti-racista é especialmente forte no seio das elites universitárias e me(r)diáticas, tendo pouca expressão no seio do povo, do qual os agentes policiais fazem parte. Depois queixam-se de que os jornais estão em crise, depois queixam-se de que o povo opta cada vez mais por redes sociais para se informar, depois queixam-se se o povo das ruas lhes dá nos cornos à força toda como lhes aconteceu em Espanha aqui há meses, talvez a sua última queixa venha a acontecer num dia em que alguma autoridade os vá buscar aos respectivos domicílios antes que possam fugir do país, para depois os levar para julgamento sumário em tribunal popular.
* * *
É sintomático que Sanchez já seja idolatrado pelas Esquerdas «bem-pensantes», incluindo os «moderados» do PS tuga... o seu modus operandi e a sua argumentação é a mesmíssima obscenidade que define a ideologia das elites desde há décadas - encher o país de alógenos, mesmo que seja preciso fazê-lo abertamente contra a lei, e mesmo que pura e simplesmente se ignorem por completo as estatísticas a mostrar o grau de criminalidade mais abjecta e violenta e, note-se, ostensivamente patriarcal que imaginar se possa, dificilmente se ouvem o esquerdalhame espanhol, ou de qualquer outro país, a comentar os números de violadores alógenos oriundos do terceiro-mundo em solo europeu... e depois guinchar que «já não vale a pena expulsá-los, eles já cá vivem há muito...», ou seja, dão por adquirido um facto que eles próprios impuseram ao povo e que, de resto, nem sequer é inalterável, antes pelo contrário...