quinta-feira, abril 09, 2026

«PÁSCOA» LUSA - NÁBIA, LIDA, JÚPITER...


Ara de Marecos, onde se pode ler o ritual a Nábia Corona e demais Deidades

Coloco aqui este artigo porque se trata de uma descrição sumária daquele que é talvez o único ritual indígena (lusitano, galaico) cuja inscrição é maioritariamente bem conhecida por parte dos estudiosos das religiões indígenas da Europa Antiga - poder-se-á eventualmente considerá-lo como uma «páscoa lusitana». Este ritual pode assim constituir uma ponte que permite, aos portugueses e galegos leais à parte mais sagrada da herança que trazem no sangue, estabelecer um elo com o Outro Mundo dos Deuses da nossa estirpe, Cujo culto desapareceu, mas que nada impede de reaparecer.
A inscrição da Ara de Marecos é uma das mais importantes da religião indígena lusitana, ou, mais precisamente, galaico-luso-romana: galaica e lusitana, porque foi encontrada mais ou menos na fronteira entre Galaicos e Lusitanos; romana, porque tem (pelo menos) uma Divindade latina, Júpiter, ao lado de Deuses indígenas, além de ser redigida em Latim.
Aqui se podem contemplar nomes de Deuses ibéricos citados juntamente com um nome de um Deus romano:

O(ptimae V(irgini) CO(ornigerae uel conservatrici)
ET NIM(phae) DANIGO/M NABIAE CORONAE VA/CA(m) BOVEM NABIAE AGNV(m)/ IOVI
AGNVM BOVE(m) LA/CT(endem) [...]VRGO AGNVM LIDAE (uel Idae) COR/(nigerae uel cornutae uel coronam)/ ANN(o) ET DOM(o) ACTVM V APR(ilis) LA/RGO ET MESALLINO
CO(n)S(vlibvs) CURATOR(ibvs)/ LUCRETIO VITULINO LUCRETIO SAB/INO POSTVMO
PEREGRINO
Tradução:
«À excelente virgem protectora e ninfa de Danigo Nabia Corona, uma vaca, um boi; a Nabia um cordeiro; a Júpiter um cordeiro, um vitelo; a [...]vrgo um cordeiro; a Lida (ou Ida) uma coroa (ou cornuda).
Procederam-se aos sacrifícios para o ano e no santuário (ou casa) no quinto dia dos idos de Abril sendo cônsules Largo e Messalino, foram ordenantes Lucrécio Vitulino, Lucrécio Sabino e Póstumo Peregrino.
»
(Leia-se aqui algo mais sobre o Sacrifício entre os Lusitanos.)
Ora os idos de Abril calha a 13.
O ritual de NABIA aconteceria no quinto dia dos idos, e este quinto conta-se para trás, incluindo os dias do princípio e do fim da contagem, ou seja: o quinto dos idos de Abril é 9 de Abril.
Nesta inscrição, são dedicadas a várias Deidades - NABIA, JÚPITER, LIDA, e Outra(s) - algumas oferendas, o que poderá prender-se com uma celebração de fertilidade, verosimilmente típica da época, Abril, mês consagrado a VÉNUS, Deusa do Amor e da Fertilidade («Abril» vem de «Aprire», pois que «Abril» é o mês no qual a terra abre).

Os dias 7 e 8 de Abril foram celebrados pelos Germânicos antigos como datas da Easter, festa religiosa em honra de OSTARA, Deusa (saxã) da Primavera e da Lua.
Esta festividade saudava a chegada da Primavera à zona do norte da Europa, enquanto os Romanos, mais a sul, a celebravam no princípio de Março.

Se os Lusitanos e seus parentes indo-europeus da Ibéria vieram de uma região fria da Europa - Europa central, por exemplo - então faz todo o sentido que a celebração de NABIA fosse similar em essência à de OSTARA.
Jantai e/ou almoçai por isso lautamente, caros leitores, e oferecei previamente ao menos um brinde a Nábia, a Júpiter, a Lida... e a outra(s) Deidade do dia, que não conhecemos, de momento...
É de louvar que a banda Sangre Cavallum tenha dedicado uma música a esta Deidade, como a seguir se pode ouvir:

Ainda outra, esta dos jovens Azagatel:


A romana DIANA pode bem ter sido considerada equivalente à lusitana/galaica NÁBIA, no dizer do arqueólogo Cardim Ribeiro, neste seu artigo http://ifc.dpz.es/.../publicaci.../30/23/04cardimribeiro.pdf, do qual retiro o seguinte trecho referente a NÁBIA:

«(...) Porventura estaríamos perante uma deusa triforme — e trifuncional — correspondente ao protótipo indo-europeu que poderemos designar como de tipo Ártemis, ou seja, simultaneamente celeste (sendo a Lua), vinculada à aretê (sendo uma virgem guerreira) e fecunda (a deusa também é ninfa).
Esta divindade, quando consagrada em todas as vertentes da sua complexa personalidade, recebia uma oferenda composta por três diferentes animais, cada qual correspondente a um diferente nível funcional. 
É isto que podemos ver, por exemplo, na invocação saguntina a Diana Maxuma, a quem se oferece vaccam, ovem albam, porcam (CIL II2, 14, 292).5 
O início da ara de Marecos traduz uma situação basicamente idêntica, constituindo aliás, na nossa opinião, um dos mais sólidos argumentos para se aceitar a hipótese expendida por Melena 1984, 244-245, quanto à inclusão de Nabia no referido arquétipo de deusa trifuncional, em paralelo com Diana e com Ártemis
Em Marecos a deusa é sucessivamente invocada como: O(ptimae) V(irgini) Co(nservatrici)6 et Nim(phae)7 Danigom, Nabiae Coronae, que recebe vacca(m) bovem; e Nabiae sem quaisquer epítetos, à qual se sacrificou agnu(m). (...)»

quarta-feira, abril 08, 2026

HAAKON SIGURDSSON, UM DOS GRANDES NOMES DA VERDADEIRA EUROPA


O dia 9 é porventura uma data de importância central na herança religiosa do extremo ocidente ibérico, devido à celebração de Nábia CoronaJúpiterLida e outra(s) Divindade(s) de nome(s) ainda desconhecido(s). E, a nível europeu, é também um dia para saudar a memória do Jarl (nobre, aristocrata, palavra etimológicamente ligada ao termo inglês «earl») Haakon Sigurdsson, rei da Noruega entre os anos de 976 e 995.
O seu pai, Sigurd Haakonsson, fora morto pelos homens do rei Harald o Cinzento em 963. Haakon Filho de Sigurd lutou então contra Haraldo II  da Noruega, ou Harald Gráfeld (o Cinzento), mas teve de se refugiar na Dinamarca, onde se tornou vassalo do rei Haroldo I da Dinamarca, também conhecido como Harald Blatand Gormson (Harald Dente Azul), conseguindo o seu apoio para regressar à Noruega e aniquilar Harald Gráfeld, vingando assim o seu pai Sigurd e ascendendo ao trono, embora continuasse como vassalo do monarca dinamarquês. Ao tornar-se rei, Haakon restaurou o culto aos antigos Deuses germânicos dos seus antepassados e combateu o Cristianismo, restaurando neste processo as antigas liberdades políticas do seu Povo, que tinham sido restringidas pela autoridade cristã.
Batalha entre Haakon Jarl e os irmãos de Harald Greyhide, gravura de Christian Krogh (1899)

Harald Blatand obrigara Haakon a converter-se ao culto do Crucificado, baptizando-o e fazendo-o levar clérigos cristãos quando retornasse à Noruega. Mas Haakon, no seu íntimo, manteve-se leal aos Deuses pagãos ancestrais, e, assim que teve poder, expulsou os padres cristãos que Blatand queria ver a cristianizar a Noruega.
Haakon mandando embora os sacerdotes cristãos (desenho de 1899)
                           
Mais tarde, em 975, Blatand tentou forçar Haakon a tornar-se cristão, mas este recusou-se, quebrando assim a aliança com o seu suserano. Em 977, Haakon deu guarida ao rei eslavo Vladimir Sviatoslavich, igualmente pagão, que daí voltou a Kiev, juntamente com alguns guerreiros noruegueses, e recuperou o seu território, reinando com monarca pagão até à sua conversão ao Cristianismo. Em 986, o rei dinamarquês Harald Blatand tentou invadir a Noruega, mas foi derrotado na batalha de Hjorungavag. Haakon acabou mais tarde por ser assassinado pelo seu próprio escravo e falso amigo, Tormod Kark , que o matou à traição e o decapitou, entregando depois a cabeça a Olaf Tryggvason, que viria a ser rei da Noruega e a fazer uma guerra «santa» contra o Paganismo. Quanto a Kark, foi ele próprio decapitado por ter traído o seu senhor.
Haakon Sigurdsson, ao retardar, heroicamente, o avanço da religião oriental, permitiu que o culto às suas Deidades Nacionais vigorasse por mais algum tempo, o que pode ter sido decisivo para que o essencial dessa religião sobrevivesse até hoje. Tal sobrevivência da memória tem estado a permitir que, ao longo das últimas décadas, o Paganismo Nórdico (Asatru) se restaure e ganhe terreno. Assim, o Asatru conseguiu já reconhecimento estatal na Islândia em 1973, na Noruega em 1994 e na Dinamarca em 2003.
Haakon Filho de Sigurd consagrou-se deste modo como um representante da melhor e mais autêntica Europa, figura histórica da mais elevada ética, consciente da verdadeira hierarquia de valores, pois que soube colocar a sagrada lealdade aos Deuses acima de um compromisso político temporário.

SOBRE O CHAMADO «GENE GUERREIRO», MAOA-L, FREQUENTE EM POPULAÇÕES AFRICANAS


«
As análises revelaram que homens afro-americanos portadores do alelo de 2 repetições são significativamente mais propensos do que todos os outros genótipos a envolverem-se em comportamentos de disparo de arma de fogo e esfaqueamento e a relatarem ter múltiplas vítimas desses crimes.»
 
https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/24326626/
https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC2650118/?fbclid=IwY2xjawRDlRpleHRuA2FlbQIxMABicmlkETBiQUJMNjV2aG96bklzMTFkc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHmTynmvEH94pIaSwMGfu0Tpjc_PXtexGMGid4A-i7AjnEc2N9GhraTzuA43x_aem_jdS_dnV2GzBjAwZG_ilVUg
https://x.com/chaotichermes/status/2031495356337492313?fbclid=IwY2xjawRDlSVleHRuA2FlbQIxMABicmlkETBiQUJMNjV2aG96bklzMTFkc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHmTynmvEH94pIaSwMGfu0Tpjc_PXtexGMGid4A-i7AjnEc2N9GhraTzuA43x_aem_jdS_dnV2GzBjAwZG_ilVUg

SUÍÇA - AUMENTO DA CRIMINALIDADE MOURA

As autoridades suíças estão sob crescente pressão devido ao aumento da criminalidade ligada a jovens norte-africanos que transitam pelo sistema de asilo do país. Vários cantões alertam que os reincidentes estão a sobrecarregar a polícia e os promotores, embora as suas chances de obter asilo sejam praticamente inexistentes.
A questão foi levantada no jornal NZZ am Sonntag, que noticiou que os requerentes de asilo argelinos, marroquinos e tunisinos não só têm os seus pedidos quase sempre rejeitados, como também estão desproporcionalmente representados em casos de furto e pequenos delitos em diversas regiões da Suíça.
O problema é particularmente prevalente nos cantões de língua alemã, onde as autoridades dizem estar a ser forçadas a aumentar o patrulhamento, acelerar os processos judiciais e reforçar a coordenação, numa tentativa de conter os crimes antes que os suspeitos desapareçam, voltem a cometer delitos ou se mudem.
Segundo os dados mais recentes citados no relatório, 2127 argelinos solicitaram asilo na Suíça no ano passado, mas apenas 0,3% obtiveram protecção. As taxas correspondentes foram de 0,7% para marroquinos e 2,5% para tunisinos, todas drasticamente inferiores às de requerentes de países como a Eritreia e o Afeganistão. Apesar destas taxas de aprovação insignificantes, as autoridades suíças continuam a processar um grande número de pedidos de Nações árabes, permitindo que os requerentes permaneçam no país durante todo o processo e, muitas vezes, mesmo depois de concluído.
Um estudo da consultoria Ecoplan, encomendado pelo governo federal e pelos cantões, identificou os requerentes de asilo norte-africanos como o principal grupo problemático nas estatísticas de criminalidade. O relatório afirma que, embora tendam a permanecer por um curto período na Suíça, quase 60% são acusados ​​de algum crime durante esse tempo. Os homens envolvidos são frequentemente chamados de "Harraga", um termo usado para jovens imigrantes norte-africanos que viajam sem documentos e que, segundo relatos, "queimam os seus documentos".
Autoridades de segurança em vários cantões afirmam agora que a dimensão do problema pode ser ainda pior do que os números iniciais sugerem. Em Thurgau, um relatório de segurança recente destacou um aumento de 242% nos furtos em veículos, com o número de casos subindo de 74 para 253. Segundo o relatório, metade dos casos solucionados foram cometidos por requerentes de asilo norte-africanos.
Em Aargau, as autoridades afirmaram que uma grande parte dos roubos também está a ser cometida por homens da Argélia, Marrocos e Tunísia. Três quartos dos 900 casos solucionados foram atribuídos a suspeitos destes três países. As autoridades locais também mantêm uma lista de reincidentes, e 19 dos 50 nomes nessa lista são de países do Magrebe. Um argelino de 17 anos, segundo um porta-voz da polícia, foi condenado no ano passado por oito furtos em veículos, além de furtos em lojas, arrombamentos, furtos de carteiras e outros delitos.
Avisos semelhantes foram emitidos em outros locais. Em Zurique, o director de segurança, Mario Fehr, afirmou que argelinos e marroquinos são particularmente notórios por crimes de furto de todos os tipos. Solothurn anunciou a criação de um novo órgão cantonal, em parte devido à reincidência de pequenos delitos no sector de solicitantes de asilo. Em St. Gallen, o governo cantonal informou que pessoas do Magrebe estão a dar muito trabalho à polícia e à promotoria com roubos de automóveis, arrombamentos de carros e furtos em residências, frequentemente usando vários pseudónimos.
Só no ano passado, os promotores de St. Gallen emitiram 1765 ordens de penalidade contra este grupo. Florian Schneider, porta-voz da polícia cantonal de St. Gallen, afirmou que alguns infractores estavam a ser abordados repetidamente em questão de horas. "Vimos alguns reincidentes três vezes num único dia", disse ele, descrevendo um ciclo desmoralizante para as forças da lei, impulsionado pela baixa dissuasão e pela reincidência implacável. Ele também disse que os polícias se deparam regularmente com suspeitos que são "frequentemente temperamentais e muito desrespeitosos", conforme citado pelo jornal 20 Minuten.
As autoridades suíças estão a tentar responder com processos legais mais ágeis e uma coordenação mais estreita entre a polícia e os agentes de imigração. Em nível federal, a Secretaria de Estado para as Migrações destacou diversas medidas já implementadas. Desde o início de 2024, as autoridades realizaram mesas-redondas estratégicas, recrutaram ex-polícias para aprimorar a partilha de informações com as forças regionais e criaram uma força-tarefa dedicada a reincidentes. O governo também afirmou que está a acelerar os procedimentos de asilo e a priorizar a deportação de criminosos condenados, com uma avaliação inicial do projecto-piloto prevista para os próximos meses.
Os críticos argumentam que estas medidas estão longe de ser suficientes. Beat Stauffer, jornalista veterano e especialista em Magrebe citado no relatório, afirmou que a situação actual é uma “loucura” e defendeu uma abordagem muito mais rigorosa. Ele argumentou que a Suíça gasta dezenas de milhões de francos suíços anualmente a processar pedidos de países cujos cidadãos são rejeitados numa taxa de quase 99%, e muitos destes rejeitados permanecem a receber auxílio emergencial por anos a fio. Na sua opinião, pedidos de asilo de países como Argélia e Marrocos só deveriam ser processados ​​se razões convincentes forem demonstradas desde o início.
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Fonte: https://rmx.news/article/swiss-cantons-sound-alarm-over-migrant-crime-as-60-of-north-african-asylum-seekers-accused-of-an-offense-despite-just-1-likely-to-be-granted-asylum/

FRANÇA - ARGELINO INVADE DOMICÍLIO DE SEPTUAGENÁRIA, VIOLA-A E TORTURA-A LONGAMENTE

Uma mulher de 74 anos foi vítima de um ataque extremo, no qual o suspeito teria torturado e estuprado a vítima em sua própria casa em Romainville, no departamento de Seine-Saint-Denis, nos arredores de Paris.
Segundo a polícia, um homem encapuzado invadiu o apartamento dela a meio da noite e violou-a com um pedaço de pau antes de submetê-la a torturas prolongadas. Um suspeito de 25 anos, que se identificou como argelino, foi preso logo após o estupro.
A vítima estava a dormir quando o suspeito mascarado entrou em sua casa, aparentemente sem arrombamento — possivelmente por uma janela destrancada.
Em seguida, sujeitou-a a "actos excepcionalmente brutais", segundo o portal de notícias francês Actu17. A polícia informou que o agressor usou um pedaço de pau para cometer o estupro, seguido de novas agressões, humilhações e abusos prolongados. A idosa sofreu graves ferimentos físicos e psicológicos, necessitando de amplo atendimento médico e psicológico.
Os vizinhos alertaram a polícia após ouvirem sons estranhos ou gritos abafados, mas quando a polícia chegou, o suspeito já tinha concluído a agressão.
Os investigadores começaram a trabalhar na recolha de provas, incluindo ADN, impressões digitais e outros materiais. Com base nessas provas, os investigadores identificaram rapidamente o suspeito do caso.
A polícia prendeu o suspeito de 25 anos, que disse aos investigadores ser argelino. Aparentemente, a polícia ainda não conseguiu identificar a nacionalidade do homem de forma independente, o que pode indicar que ele esteja no país ilegalmente. O homem foi colocado em prisão preventiva e acusado de estupro, tortura e actos de barbárie.
“Estes ataques contra idosos vulneráveis ​​revelam uma tendência preocupante de aumento da violência na nossa sociedade”, disse uma fonte próxima da investigação.
Até ao momento, a polícia não divulgou nenhuma informação sobre os antecedentes criminais do homem, mas os investigadores estão a apurar a possibilidade de crimes semelhantes anteriores estarem ligados a ele. De facto, a Remix News noticiou um caso muito parecido no bairro vizinho no ano passado. Nesse caso, uma idosa francesa estava simplesmente a fechar a janela do seu apartamento quando um indivíduo não identificado invadiu a sua casa para estuprá-la e roubá-la no bairro “sensível” de Mureaux, em Yvelines, nos arredores de Paris. O bairro é conhecido por ter um número extremamente alto de moradores norte-africanos. Até agora, nenhum suspeito foi preso neste caso, mas a polícia certamente investigará se o argelino envolvido tem alguma ligação com o ocorrido.
Curiosamente, a Remix News também noticiou vários casos semelhantes do ano passado. Em Paris, o imigrante Mohammed D., de 24 anos, entrou sorrateiramente por uma janela e estuprou uma zeladora idosa sob a mira de uma faca, sendo condenado a nove anos de prisão.
A violência de estrangeiros contra idosos em França não é novidade, tendo ocorrido uma onda de ataques semelhantes nos últimos anos. Em muitos casos,  as vítimas tinham mais de 80 anos, mas algumas tinham mais de 90, e num caso, a vítima tinha 102 anosEste último caso de estupro, entre outros, reacendeu os debates sobre imigração e segurança pública em Seine-Saint-Denis e em toda a França. Seine-Saint-Denis é um dos departamentos mais densamente povoados e multiculturais da França. Recentemente, um novo autarca de Extrema-Esquerda, Bally Bagayoko, foi eleito para o departamento e prometeu desarmar a polícia municipal, apesar das contínuas ameaças à segurança pública.
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Fonte: https://rmx.news/article/exceptionally-savage-acts-algerian-man-accused-of-raping-and-torturing-74-year-old-frenchwoman-with-a-stick-inside-her-home-outside-paris/

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Mais uma série de casos isolados todos fundamentalmente iguais para que se contabilizem os contributos da iminvasão terceiro-mundista para a Europa - e mais uma vez, ou mais uma série de vezes, se constata que quem mais sofre com esta imigração maciça imposta aos Povos Ocidentais pelas classes privilegiadas do Ocidente é precisamente a gente europeia mais desprotegida.


ESPANHA - MARROQUINO FERE MULHERES E UM HOMEM À MACHADADA COM RISCO DE MORTE, LÍDER DA ULTRA-DIREITA ACUSA MÉDIA DE OCULTAR A IDENTIDADE DO CRIMINOSO

Um violento ataque com machado na Lues na cidade de Montefrío, no sul de Espanha, deixou duas mulheres em estado crítico e uma terceira pessoa ferida. O líder do Vox, Santiago Abascal, acusou o primeiro-ministro Pedro Sánchez e a emissora estatal Televisión Española (TVE) de suprimir informações sobre o incidente.
O ataque, ocorrido em plena luz do dia, teve como autor um marroquino de 45 anos, acusado de agredir três pessoas na rua com um machado, incluindo idosos que sofreram ferimentos graves na cabeça. Duas das vítimas permanecem internadas na UTI de um hospital em Granada, enquanto a terceira sofreu ferimentos menos graves.
O suspeito, descrito em diversas reportagens como sendo de origem marroquina, foi preso após uma intensa busca policial. Informações indicam que ele foi localizado em área rural próxima, depois de tentar fugir do local.
O jornal La Bandera noticiou na Mércores que o suspeito fez uma declaração enquanto estava sob custódia, alegando ter "ouvido o chamado de Alá" e que "todos os cristãos devem morrer", sugerindo uma motivação terrorista para o ataque.
Logo após o ataque, moradores disseram que ele foi o culminar de semanas de crescente insegurança. Os residentes descreveram um padrão de furtos noturnos e desordem cada vez maior, com um deles afirmando que a situação tinha ficado "fora de controle" e que as autoridades não responderam adequadamente.
O jornal El Debate noticiou que um grupo local no WhatsApp, criado em resposta à aparente falta de acção, cresceu rapidamente, com centenas de moradores a aderir para partilhar as suas preocupações e exigir medidas de segurança mais rigorosas. Seguiram-se manifestações e protestos, com os moradores a expressar a sua frustração com o que consideram uma falha na segurança pública.
O incidente rapidamente ganhou relevância política nacional depois de Abascal, líder do partido de direita Vox, acusar as autoridades de minimizarem deliberadamente a história. Em artigo publicado no X, ele afirmou que “duas mulheres estão a lutar pela vida e um homem foi ferido com um machado em Montefrío”, acrescentando que “a TVE está a esconder isso” e que o governo estava a tentar silenciar a verdade: “A TVE está a esconder isso. Sánchez está a silenciar. Eles sabem que, se o povo espanhol souber a verdade, os dias deste governo estão contados”, escreveu ele.
As críticas concentraram-se, em particular, no papel da TVE, emissora pública espanhola. Vozes da oposição e alguns veículos de comunicação alegam que o ataque não foi noticiado nos principais telejornais nacionais, apesar da gravidade do incidente e da reacção pública local. No entanto, a cobertura do ataque apareceu em pelo menos um programa da TVE, que noticiou a violência e os protestos em Montefrío, embora sem fornecer detalhes sobre a nacionalidade do suspeito.
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Fonte: https://rmx.news/article/vox-accuses-spanish-government-of-suppressing-coverage-after-moroccan-axe-attack-suspect-allegedly-said-all-christians-must-die/

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Fazei a vossa parte, leitores, divulgai o sucedido...


ONU APROVA RESOLUÇÃO QUE CLASSIFICA A ESCRAVATURA COMO O MAIOR CRIME DA HUMANIDADE, SEM MENCIONAR O PAPEL DE AFRICANOS E MÉDIO-ORIENTAIS NESSE PROCESSO

Em artigo publicado no Le Figaro Histoire intitulado “Porque nunca falamos sobre a responsabilidade dos Africanos na escravização do seu próprio povo?”, Marie-Claude Mosimann-Barbier faz um apelo para que os Africanos reconheçam o papel que desempenharam no tráfico de escravos “como fornecedores, intermediários ou organizadores”. Ela também convoca instituições ocidentais, como as Nações Unidas, a pararem de ignorar o assunto.
O artigo surge na sequência da resolução da Assembleia Geral da ONU, adoptada no mês passado, que designou o tráfico atlântico de escravos e seu envolvimento na escravização de africanos como “o crime mais grave contra a humanidade”. Segundo um comunicado da ONU, a resolução busca uma ordem que “enfrente a verdade histórica e, ao mesmo tempo, construa mecanismos para futuros equitativos”.
No entanto, o claro envolvimento de várias Nações Africanas e do Médio Oriente no comércio de escravos africanos continua a ser um "tabu", muitas vezes totalmente excluído da discussão, escreve Mosimann-Barbier, que é professora honorária da École normale supérieure de Paris-Saclay e membro do GRER (grupo de pesquisa sobre racismo e eugenia) da Universidade Paris-Cité.
Como Mosimann-Barbier destaca, “desde os primórdios do comércio transaariano de escravos no século VII, os Africanos vendiam escravos a árabes muçulmanos”, e, à medida que a demanda do Novo Mundo cresceu séculos depois, os Africanos étnicos atenderam-na de bom grado. Muito antes da chegada dos Europeus e do desenvolvimento do tráfico atlântico de escravos, a escravidão interna era uma realidade estrutural na maioria das sociedades africanas”, escreve ela.
O tráfico árabe de escravos envolveu a  escravização de aproximadamente 1 milhão de europeus brancos ao longo da vasta costa da Europa. Árabes e persas também tiveram ampla participação  no tráfico de escravos africanos.
Segundo estudiosos, qualquer não-muçulmano poderia ser escravizado de acordo com a doutrina islâmica, e antes do século XX, o número de escravos variava entre 12 e 15 milhões, o que supera substancialmente o número de escravos nos Estados Unidos, que chegou a 4 milhões no seu auge.
Mesmo na era moderna, estima-se que existam 40 milhões de escravos em todo o mundo, e quase nenhuma dessas redes de escravidão existe em países ocidentais.
O que Mosimann-Barbier considera mais alarmante é que a resolução foi idealizada pelo presidente de Gana, John Mahama, que exigiu reparações, pedidos formais de desculpas das Nações escravistas e a devolução de artefactos culturais saqueados para combater as desigualdades sistémicas e duradouras da escravidão. Mosimann-Barbier observa que o Reino Ashanti, localizado no actual Gana, foi um dos grupos étnicos responsáveis ​​pela escravização e venda de escravos. Congo, Camarões, Benim e Nigéria foram outras Nações conhecidas por abrigarem comerciantes de escravos activos, de origem africana. Ela também mencionou o intenso comércio de escravos (e marfim) na África Oriental, administrado por árabes muçulmanos.
Em 2006, o governo do Gana pediu desculpas formalmente pelo papel que desempenhou na escravidão, incentivando outras Nações Africanas a fazerem o mesmo. Outro pedido público de desculpas ocorreu em 2022, feito pelo reitor da Universidade de Excelência Obokese à diáspora africana em evento da ONU.
“A alegação do Gana parece um tanto surreal: como pode o vendedor eximir-se de toda a responsabilidade na transacção e transferir todo o ónus para o comprador?” No entanto, Mosimann-Barbier questiona: Um dia antes da votação, o presidente John Mahama disse: "Esta resolução é uma salvaguarda contra o esquecimento".
Recentemente, Ferghane Azihari, colunista da revista Figaro e autor do novo livro "O Islão contra a Modernidade", destacou que a escravidão era generalizada fora da Europa e continuou a ser disseminada mesmo após o seu fim na Europa. “Antes da colonização ocidental, a maioria das sociedades muçulmanas era totalmente autoritária e estratificada, sendo, além disso, sociedades escravistas que praticavam a escravidão em proporções por vezes superiores às encontradas nos Estados Unidos. O Califado de Sokoto, no que é hoje a Nigéria, foi uma das maiores sociedades escravistas da sua época. É importante lembrar que estas sociedades eram incapazes de abolir a escravidão por iniciativa própria.” Noutra entrevista, ele afirmou: “Foram os Franceses que forçaram os Argelinos a abandonar o tráfico de escravos, como era conhecido na época, em 1848. Foram os Franceses que fecharam os mercados de escravos em Marrocos… Não estou a dizer que o Islão tem o monopólio da escravidão. Estou a dizer que, diferentemente do Ocidente, o Islão não conseguiu desafiar esta instituição. O tráfico de escravos, senhora, é uma invenção do Islão. Foram os muçulmanos que inventaram o primeiro circuito de escravos. E porque nunca conseguiram eles desafiá-lo?”
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Fonte: https://rmx.news/article/new-un-resolution-on-slavery-omits-african-and-middle-eastern-slave-trades-ignores-millions-enslaved-by-islam/

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«Desde os primórdios do comércio transaariano de escravos no século VII, os Africanos vendiam escravos a árabes muçulmanos» - logo à cabeça, esta passagem é só a ponta do iceberg do que está em causa - e logo aí se constata o gigantismo da obscenidade que é culpar «o branco» pela escravização do negro-coitadinho. Uma obscenidade que não deriva nem de estupidez nem tampouco de ignorância mas sim de ódio e ressentimento de maus perdedores, de um lado e, do outro, e muito mais determinante e influente, de complexo de culpa branco, produto laico da moral cristã do pecado original colectivo, da ordem de dar a outra face e da incitação ao ódio dentro da própria família, como Jesus abertamente declarou mais de uma vez. É toda uma sensibilidadezinha que encontra a plena satisfação e concretização do sentido da vida ao ajoelhar-se perante o Sagrado Alógeno para fazer mea culpa pelos actos de avoengos de casa do caralho mais velho e pelos seus próprios micro-actos de merda sem relevância alguma (as «micro-agressões») e, à falta disso, castigar-se pelos seus pecados em pensamento. Não fiquei minimamente surpreendido quando, aqui há uns quinze anos, uma jovem portuguesa me disse que, de cada vez que tinha um pensamento racista, punia-se a si própria, é que não me admirei mesmo nada, zero surpresa, e não tive dúvida de que a moça estava a falar a sério. 



CHINA DESENVOLVE-SE SEM IMPORTAR MILHÕES DE IMIGRANTES

Há uma mentira a ser contada de que milhões de imigrantes são necessários para revitalizar as economias ocidentais, mas um simples meme basta para desmentir toda essa afirmação. O meme mostra que há menos estrangeiros a residir em toda a China do que apenas numa cidade alemã, Berlim.

Uma simples pesquisa confirma esta estatística surpreendente. De acordo com o censo chinês de 2020, havia aproximadamente 845697 estrangeiros a residir em todo o país — uma Nação de 1,4 bilião de habitantes.
Em contraste, Berlim sozinha, apenas uma cidade na Alemanha, tem mais de 1 milhão de estrangeiros. Isto sem contar todas as pessoas com cidadania alemã, mas com origem estrangeira. Uma estimativa aponta que a parcela de pessoas com histórico de imigração é de 39,4% da população de Berlim, o que elevaria o número total para perto de 1,8 milhão.
Com base em alegações incessantes não só da Esquerda, mas também do partido democrata-cristão (CDU), de Centro-Direita, é necessário um número cada vez maior de imigrantes para impulsionar a economia alemã, apesar de esses mesmos imigrantes custarem 50 biliões de euros por ano em benefícios sociais, integração e habitação. Notavelmente, apesar das promessas de que esses imigrantes fortaleceriam o sistema previdenciário alemão quando começaram a chegar em massa em 2016, o governo agora estuda planos para aumentar a idade de aposentadoria para 73 anos até 2060.
O distanciamento da realidade é tão extremo que a ideologia das "fronteiras abertas" está claramente a tornar-se mais um mantra religioso do que algo fundamentado em factos e dados.
A Alemanha é apenas uma das Nações ocidentais, mas o seu declínio rápido e contínuo conta a história de grande parte do Ocidente. ONGs alemãs, activistas de Esquerda, jornalistas dos grandes média e vários partidos liberais de Esquerda e defensores do livre mercado observam enquanto países asiáticos ultrapassam a indústria alemã e ridicularizam a sua economia tudo isto enquanto evitam completamente a imigração em massa. Com efeito, grande parte da força da Ásia reside no facto de esses países serem extremamente restritivos em relação à imigração. Embora não estejam isentos de problemas, eles contam com cidades seguras, indústrias manufactureiras dominantes e projectos de infraestrutura que a Alemanha e outros países europeus hoje só podem sonhar.
Na China e em grande parte do resto da Ásia, isto é alcançado com mão-de-obra nativa, e mesmo com a queda das taxas de natalidade, esta mão-de-obra oferece enormes benefícios.
Um artigo recente da Bloomberg detalhou como investidores de capital de risco ocidentais viajaram para a China para determinar em primeira mão que ameaça — ou oportunidade — as empresas chinesas representam para os sectores de energias renováveis ​​e tecnologias limpas. Este grupo de investidores ocidentais visitou fábricas chinesas e relatou à Bloomberg um veredicto chocante: europeus e  americanos estão consideravelmente atrás da China em termos de painéis solares, turbinas eólicas, veículos eléctricos, tecnologia de baterias e hidrogénio. De facto, a diferença é tão grande que já não compensa investir em startups ocidentais focadas nessas áreas. Em vez disso, estes investidores ocidentais estão a optar por trabalhar com empresas chinesas e investir nelas. Estas mesmas empresas chinesas dependem inteiramente de talentos locais e certamente não estão a importar milhões de indianos, norte-africanos e pessoas do Médio Oriente para impulsionar o sucesso extraordinário que estão a alcançar em praticamente todos os sectores. Um dos investidores de capital de risco disse à Bloomberg: "É muito claro que os investidores ocidentais vivem numa bolha, com ideias erradas sobre a China." A Bloomberg News também escreveu que estes investidores de capital de risco "sabiam que a China tinha disparado na frente em sectores como baterias e 'tudo relacionado com energia', mas ver em primeira mão a dimensão desta diferença deixou-os perplexos, questionando como os concorrentes europeus e norte-americanos conseguiriam sobreviver", afirma Talia Rafaeli, ex-banqueira de investimentos do Goldman Sachs Group Inc. e do Barclays Plc, actualmente sócia da Kompas VC. O veículo de comunicação continua, escrevendo: “A Planet A Ventures, uma empresa de capital de risco com sede em Berlim, decidiu que os investimentos em startups ocidentais que abrangem fabricação e reciclagem de baterias, electrolisadores, energia solar e equipamentos para energia eólica já não são viáveis, afirma Nick de la Forge, sócio-gerente e cofundador da empresa. Ele diz que, antes da viagem, suspeitava que a China estivesse muito à frente; mas, depois de ir para lá, estes sectores agora estão 'totalmente fora de questão'.”
Parece a China ser um país que precisa de ondas de mão de obra migrante estrangeira para competir com o Ocidente?


Esta realidade também se reflecte no sector automobilístico alemão, a joia da coroa do país.
A produção de automóveis na Alemanha diminuiu drasticamente nos últimos 10 anos. Em 2017, foram produzidos 5,7 milhões de carros de passageiros no país, enquanto em 2024, este número caiu 29%, para 4 milhões, segundo o Instituto de Pesquisa Económica de Colónia (Cologne Institute). A análise baseia-se em dados da Associação Internacional de Fabricantes de Automóveis (IAM).

Entretanto, a China está a ampliar a sua vantagem sobre a UE e a Alemanha, produzindo 30% mais carros no mesmo período. Em 2024, a China produziu 27,48 milhões de carros, em comparação com apenas 21,08 milhões em 2015.

Muitos europeus estão cada vez mais a optar por comprar carros chineses.

Notavelmente, a Alemanha acolheu 6 milhões de estrangeiros durante este período, de 2015 a 2024, muitos dos quais deverão impulsionar o sector automobilístico alemão. Ao mesmo tempo, a China manteve as suas fronteiras notavelmente fechadas.

Países que se recusaram a aceitar imigrantes, como a China, que também enfrenta um crescente envelhecimento da população, assim como a Alemanha, eram considerados os grandes perdedores. Agora, instituições alemãs estão a publicar relatórios incentivando empresas alemãs a copiar o sucesso da inovação chinesa.

Os principais resultados de um relatório do ITIF mostram que “as montadoras chinesas produzem 21% dos veículos de passageiros do mundo — um número que analistas estimam que chegará a 33% até 2030 — e, em 2022, produziram 62% dos veículos eléctricos e 77% das baterias para veículos eléctricos do mundo. De 2020 a 2023, as exportações globais de veículos eléctricos da China aumentaram 851%, com a maior parte destas exportações (quase 40%) destinada à Europa.”

Quando se trata da maior indústria do futuro, apesar da imigração recorde para a Alemanha, não existe uma única empresa de IA de destaque em todo o país, um facto que a imprensa alemã lamenta constantemente. Enquanto isso, o CEO da Nvidia, Jensen Huang, afirmou recentemente que o “mercado chinês abriga 50% dos pesquisadores de IA do mundo”.

Até mesmo a liderança dos EUA em IA está a ser questionada, com a BBC a noticiar na semana passada "como a China está a desafiar o domínio da Nvidia no mercado de chips de IA". Empresas chinesas estão a produzir cada vez mais os seus próprios chips e tecnologias de IA.

Novamente, como consegue a China isto sem diversidade? Como se sai com uma população de 92% de chineses Han e praticamente nenhuma imigração estrangeira? A Esquerda deveria começar a fazer-se algumas perguntas difíceis.

Enquanto isso, a vizinha Taiwan continua a ser a maior produtora mundial de chips de IA para empresas como Nvidia e AMD. Taiwan, uma potência económica por si só, também apresenta um conjunto de políticas altamente anti-imigração, frequentemente comparadas às do Japão. Apesar de a sua população ser composta inteiramente por diversos grupos asiáticos, na sua maioria chineses Han, o governo considera tornar as suas políticas ainda mais extremas, incluindo uma repressão aos direitos de naturalização.

Os estrangeiros representam apenas 3,8% da população taiwanesa. Além disso, muitos destes estrangeiros são cônjuges de pessoas originárias de países do Sudeste Asiático, como Vietname e Indonésia, que não são muito diferentes culturalmente da população de Taiwan.

Resumindo, os países asiáticos com políticas de imigração restritivas parecem estar na vanguarda em muitas áreas, como inteligência artificial, manufactura, tecnologia verde e “cidades do futuro”.

É uma realidade que as indústrias de alta qualificação que outrora impulsionaram a economia alemã não só estão em declínio, como também nem sequer procuram novos funcionários. Pelo contrário, estão a dispensá-los a um ritmo acelerado.

Nos últimos 12 meses, empresas alemãs anunciaram demissões em massa, incluindo 35000 na Volkswagen, 40000 na Mercedes, 7500 na Audi, 5000 na Daimler Truck, 14000 no Grupo ZF, e a Bosch acaba de anunciar 22000 demissões.

Na verdade, as empresas alemãs estão a contratar cada vez menos, em grande parte devido aos avanços da IA ​​que tornam obsoletas as novas funções. Um comentário do NIUS detalha este processo em curso“Porque estão cada vez mais empresas na Alemanha a migrar para a automação e a IA. Isto significa que posições serão eliminadas ou vagas simplesmente já não serão preenchidas — porque a IA assume os empregos. Ao mesmo tempo, isto representa uma bomba-relógio para o sistema previdenciário alemão: cada vez mais pessoas se aposentam e cada vez menos contribuem para o sistema — porque a IA assume o trabalho, mas não paga as contribuições previdenciárias”, escreve Andreas Moring. Ele alerta que “enquanto os políticos continuam a afirmar que a imigração visa resolver os problemas da escassez de mão-de-obra qualificada no mercado de trabalho, as empresas alemãs estão a seguir numa direcção completamente diferente. Estão a utilizar cada vez mais inteligência artificial para automatizar o trabalho que antes era feito por humanos. Para alcançar este objectivo, estão a ser feitos cortes massivos de postos de trabalho. E muitas outras vagas nem sequer são preenchidas ou criadas. No entanto, este não é um problema para o governo de Merz e Klingbeil. É uma bomba-relógio para o sistema social alemão.”

Embora as empresas alemãs não estejam a desenvolver grande parte da tecnologia de IA do futuro, certamente estão a utilizar estas ferramentas para automatizar os seus processos de trabalho. Em resumo, muitos dos imigrantes que chegam à Alemanha não serão necessariamente necessários. No entanto, os partidos de Esquerda e a CDU ainda participam nessa ilusão, porque ela é fundamental para a sua ideologia. “Enquanto todos os partidos de Esquerda na Alemanha, incluindo a União, continuam a afirmar que a imigração é necessária devido às mudanças demográficas, as empresas alemãs estão a substituir o trabalho humano pela inteligência artificial. Cada vez mais empresas na Alemanha compreendem que a imigração é praticamente inútil para elas em termos da escassez de mão de obra qualificada e da necessidade de pessoal”, escreve Moring.

Essa não é apenas a opinião de Moring, mas também a posição daquela que muitos consideram a principal empresa de gestão de ativos do mundo, a BlackRock. Eis o que o renomado CEO Larry Fink disse no início deste ano sobre a Ásia e suas políticas de imigração "xenófobas". Ele observa que a revolução da IA ​​será muito mais fácil de ser absorvida e adaptada pelas sociedades asiáticas: “Sabe, costumávamos pensar que a diminuição da população era a causa do crescimento negativo. Mas, nas minhas conversas com a liderança desses grandes países desenvolvidos que têm políticas de imigração xenófobas, que não permitem a entrada de ninguém, e com o desemprego a diminuir, aliás, com a demografia em declínio, estes países desenvolverão rapidamente robótica, inteligência artificial e tecnologia. E se a promessa – não estou a dizer que vai acontecer, mas a promessa de que tudo isto transformará a produtividade, como a maioria de nós acredita que acontecerá – seremos capazes de elevar o padrão de vida dos países e o padrão de vida dos indivíduos, mesmo com populações em declínio”, disse Fink. “Portanto, o paradigma do crescimento populacional negativo vai mudar. E os problemas sociais que surgirão com a substituição de humanos por máquinas serão muito mais fáceis de resolver nos países com populações em declínio”, acrescentou.

Certamente, muitas das profissões especializadas do passado serão preenchidas por robôs, automação e inteligência artificial, reduzindo a necessidade de imigração para a Europa. Esta é uma realidade que muitos políticos nem sequer querem discutir, muito menos reconhecer, mesmo nos seus próprios pensamentos.

Se os estudantes de hoje são a economia de amanhã, então a situação na Europa tende a piorar ainda mais.

A China continua a superar a Alemanha no ranking do PISA e agora inova mais do que o país alemão. Além disso, está a desenvolver projectos de engenharia cada vez mais audaciosos, mesmo quando a Alemanha, outrora reconhecida pela sua própria capacidade de engenharia, enfrenta humilhações devido a projectos como o ferroviário Stuttgart 21. Este projecto, originalmente orçado em 1,5 mil milhões de euros, já ultrapassou os 11 mil milhões de euros e continua incompleto. O sistema ferroviário da China ultrapassou em muito o da Alemanha, incluindo os comboios de alta velocidade.


Quanto mais diversa a Alemanha se tornava, maior era a produção económica e mais dinâmica a economia. Pelo menos, essa era a teoria. No entanto, parece que quanto maior a diversidade, mais estagnada se torna a economia europeia e mais tensões sociais, criminalidade e um sistema educacional precário se tornam realidade. Todos os especialistas alertam que a futura mão de obra altamente qualificada de que a Europa precisa para sobreviver certamente não está a ser formada no sistema educacional europeu cada vez mais disfuncional, onde os alunos muitas vezes chegam às salas de aula sem sequer falar algumas palavras na sua língua materna.

Certamente, um aumento no número de motoristas da Uber e uma corrida para a redução dos salários não se traduzirão numa perspectiva económica mais optimista na Europa.

Mesmo em áreas como a saúde, onde a mão de obra humana ainda é necessária em muitos sectores, sempre existiram soluções alternativas para a contratação de milhões de pessoas com culturas muito diferentes. Um ano de trabalho social obrigatório para jovens em lares de idosos, mais inteligência artificial e soluções automatizadas (como as vistas no Japão) e melhores salários poderiam melhorar significativamente a situação. Além disso, condições mais rigorosas para o acesso a benefícios sociais ainda poderiam incentivar muitas pessoas a ingressarem nestas áreas. De facto, estas soluções ainda estão a ser consideradas.
Talvez seja hora de o Ocidente repensar toda a base das suas políticas de fronteiras abertas, mas, é claro, existe um movimento religioso por trás dessa crença. Nenhuma quantidade de factos, números ou estatísticas vai dissuadir essas pessoas. O poder político da Esquerda não só está atrelado a esta crença, como a diversidade e a imigração em massa são essenciais para a sua própria identidade e alimentam o seu sentimento de superioridade moral em relação a qualquer um que a questione.

Em muitos aspectos, a UE parece estar a trilhar o caminho restritivo da China, só que não em relação à imigração. Isto significa uma repressão da Democracia e uma vigilância crescente — tudo isto sem sequer conseguir concluir um projecto ferroviário no prazo. Os países europeus com os maiores índices de imigração estão agora a ver o tecido social a desfazer-se, como se observa em países como a Alemanha.

A solução da UE e de Berlim? Simplesmente abolir a Democracia por completo, enquanto alegam protegê-la. Na Alemanha, o partido Alternativa para a Alemanha (AfD) está a desafiar os princípios e pressupostos ideológicos da classe dominante alemã a tal ponto que a única solução encontrada foi proibir o partido.

A realidade é que eles não conseguem resolver os problemas que criaram e, na Alemanha, não suportam a ideia de que o AfD e todas estas "pessoas más" possam estar certas. Portanto, a solução deles é censurar, proibir, ostracizar e, enquanto o seu mundo estiver protegido — por meio de escolas particulares, bairros de luxo e renda disponível suficiente —, lutarão com unhas e dentes pela sua ideologia, mesmo que isso lhes custe tudo no final. 
Entretanto, espera-se que a China continue a fortalecer-se, pois, apesar dos seus problemas, possui uma sociedade educada, dinâmica e coesa com a qual a Europa está cada vez mais incapaz de competir.

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Fonte: https://rmx.news/commentary/the-big-immigration-lie-china-smashes-the-myth-that-foreigners-are-needed-to-secure-the-wests-economic-future/


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Mais uma achega maciça a confirmar o que estou farto de dizer - na Europa actual, a iminvasão não só não é necessária como é, até, insustentável, pelo que se torna logicamente indefensável. Só continua a ter lugar no Ocidente precisamente por aquilo que eu também já disse e o artigo repetiu - há uma espécie de credo anti-racista que moralmente se assemelha a «uma religião», a saber, o Cristianismo, que está a matar a Europa por dentro.