terça-feira, março 24, 2026

EUROVISÃO - TURQUIA QUER BANIR GRUPO CROATA POR FALAR DO GENOCÍDIO OTOMANO CONTRA ESLAVOS...


A Turquia quer banir a banda Lelek, da Croácia, do Festival Eurovisão da Canção, porque este grupo compôs uma canção sobre o genocídio dos Eslavos pelos Turcos durante o Império Otomano. Ainda no século XX, a política turca, que quase exterminou o Povo Arménio, é a verdadeira perpetradora de um genocídio clássico — um dos maiores e mais vergonhosos da história. Pois bem, agora esta mesma política turca está incomodada com a participação das raparigas no Festival Eurovisão da Canção porque as suas tatuagens «fazem referência» à história otomana — uma época em que as mulheres eslavas só se podiam proteger da violação e do casamento forçado tatuando cruzes na cara, nas mãos e nos corpos.

Alguma vez a Alemanha, por exemplo, teria despudor para exigir que uma banda polaca fosse expulsa da Eurovisão por ter uma letra sobre a invasão nazi da Polónia em 1939?... Talvez não, mas um país asiático que por sorte sua participa num evento europeu tem despudor para querer silenciar artistas europeias, e logo numa época em que tanto se atacam os crimes patriarcais contra as mulheres...


VICE-PRESIDENTE DO CHEGA NO PARLAMENTO DE ISRAEL


https://www.youtube.com/watch?v=dqEbfoAq8Og

É bom sinal que haja no maior partido da verdadeira Direita portuguesa uma voz saliente que manifesta solidariedade para com um Estado étnico branco contra forças do mundialismo, nomeadamente o Islão e a Esquerda «anti-racista». Israel é um aliado natural da Europa e uma frente democrática no Próximo Oriente, ponte para que, num futuro possível, se possa ter também o Irão e, quem sabe, o Curdistão, como aliados do Ocidente, diante do Islão radical e dos potentados asiáticos anti-democráticos, como a Rússia e a China. Sic itur ad astra, em direcção a um Eixo da Liberdade: EUA - UE - Israel - Curdistão - Irão - Índia.

segunda-feira, março 23, 2026

FRANÇA - RN SOMA E SEGUE, CONQUISTANDO NICE E AUMENTANDO A VOTAÇÃO EM GERAL

Resultados das eleições municipais de 2026: a Esquerda perde terreno para a Direita e o Centro, mas mantém Paris, Lyon e Marselha; a Reunião Nacional continua a sua conquista de cidades de médio porte.
Em Lille, Rennes e Nantes, os socialistas Arnaud Deslandes, Nathalie Appéré e Johanna Rolland foram reeleitos. Thomas Cazenave deu à Renascença a sua primeira grande cidade em Bordéus, enquanto François Bayrou foi derrotado por uma pequena margem em Pau.
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Fonte: https://www.lemonde.fr/politique/live/2026/03/23/en-direct-resultats-des-municipales-2026-la-gauche-cede-du-terrain-face-a-la-droite-et-au-centre-mais-sauve-paris-lyon-et-marseille-le-rn-poursuit-sa-conquete-des-villes-moyennes_6673595_823448.html


A Reunião Nacional (RN) obteve um aumento de apoio sem precedentes, mas desigual, durante o segundo turno das eleições municipais.
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Fonte: https://www.lemonde.fr/politique/article/2026/03/23/le-rn-realise-une-progression-inedite-mais-inegale-lors-du-second-tour-des-municipales_6673842_823448.html

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É notório como a grande maioria dos cabeçalhos desta notícia apresenta um tom triunfalista em prol da Esquerda, porque as forças esquerdistas coligadas conseguiram não perder em Paris e em mais algumas cidades grandes... 
Mais: «embora a RN tenha apresentado um número recorde de listas (cerca de 650), o sistema eleitoral de duas voltas nas municipais tende a favorecer coligações de "frente republicana" que barram o partido em muitas cidades no segundo turno.
Portanto, enquanto o RN é uma força política dominante em eleições de âmbito nacional (como as europeias ou legislativas), nas municipais de 2026, o maior volume de votos e de cidades permaneceu dividido entre a Esquerda (nas metrópoles) e a Direita Tradicional (no interior e cidades médias).»
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Reagrupamento Nacional (RN) teve um crescimento expressivo em relação às eleições municipais de 2020, embora o sistema eleitoral francês torne difícil a comparação em números absolutos totais.
Aqui estão os principais pontos desse crescimento nas eleições de Março de 2026:
  • Número de Listas: O RN apresentou um recorde de aproximadamente 650 listas em todo o país, um aumento considerável face a 2020, o que por si só gera um volume total de votos mais elevado.
  • Conquista de Cidades: O partido passou de controlar cerca de 11 municípios em 2020 para uma projecção de cerca de 60 cidades em 2026.
  • Vitórias Estratégicas: Conseguiu uma vitória histórica em Nice através do seu aliado Éric Ciotti e manteve bastiões importantes como Perpignan.
  • Crescimento em Cidades Médias: Em cidades como Lens, o voto no RN subiu de 22,7% em 2020 para 46,5% em 2026.
  • Aumento de Conselheiros: O partido multiplicou por treze o seu número de conselheiros municipais eleitos em comparação com o acto eleitoral anterior.
Apesar deste crescimento, o RN continua a enfrentar dificuldades nas maiores metrópoles (como Paris e Lyon), onde as coligações de esquerda e de centro conseguiram barrar o seu avanço no segundo turno.
Em suma, as elites têm os seus caciquismos locais bem estabelecidos - nem isso impede o avanço lento mas visível das forças nacionalistas, como mais uma vez se constata.


sexta-feira, março 20, 2026

ITÁLIA - GANGUE EGÍPCIO APANHADO EM ASSALTOS VIOLENTOS PORQUE FILMAVA OS PRÓPRIOS ACTOS E GABAVA-SE DELES NA INTERNET

Vários membros de um gangue de imigrantes egípcios foram presos em Turim após supostamente realizarem uma série de roubos violentos nas ruas e publicarem vídeos dos seus crimes nas redes sociais.
A Polícia Estatal Italiana confirmou a prisão de quatro suspeitos, todos de origem egípcia, após uma investigação sobre múltiplos ataques em áreas de vida nocturna e distritos centrais da cidade.
Conforme relatado por Imola Oggi, as detenções, ordenadas por um juiz de instrução, estão relacionadas com três incidentes distintos em locais que incluem os Jardins Sambuy e as proximidades do Parque Valentino.
Segundo os investigadores, o grupo atacava as vítimas na rua, aproximando-se delas repentinamente e agindo em conjunto para subjugá-las. As vítimas teriam sido ameaçadas com facas e atingidas por spray de pimenta antes de os seus colares de ouro serem roubados à força.
Incidentes semelhantes foram relatados em outras cidades italianas, como mostra o vídeo abaixo, gravado em Milão.
A polícia afirma que um dos suspeitos é considerado o líder do grupo e já tinha sido detido anteriormente por delitos semelhantes.
Um elemento crucial no caso foi o uso das redes sociais pelos suspeitos. As autoridades afirmam que o grupo filmou os roubos e posteriormente publicou as imagens online, inclusive no TikTok, onde supostamente exibiam os itens roubados como "troféus".
Uma combinação de imagens de video-vigilância e publicações dos próprios suspeitos nas redes sociais foi usada para identificar os envolvidos e construir um caso contra eles.
Os quatro enfrentam agora acusações relacionadas com roubo qualificado e agressão.
No mês passado, o jornal La Stampa noticiou um incidente em que o gangue atacou a casa de uma mulher de 89 anos, e um dos membros foi ouvido numa transmissão ao vivo no TikTok a dizer: “Dá-me o dinheiro, filha da puta. Onde está o dinheiro? Juro que te mato, sua vadia”, antes de pressionar uma arma contra a têmpora da idosa enquanto ela estava sentada na sua cama. A filha da vítima, que também estava na propriedade e foi atacada, disse ao jornal: “O que me lembro deles? Eram muito jovens. Norte-africanos. O que me impressionou foi que um deles, o que estava com a arma, estava sempre a segurar o telemóvel na outra mão. Parecia que estava a tentar tirar fotos.”
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Fonte: https://rmx.news/article/egyptian-gang-in-italy-charged-after-filming-violent-robberies-and-flaunting-trophies-on-tiktok/

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É assim a impunidade da sub-humanidade terceiro-mundista, a sua consciência de que tem quentes as costas... porque uma outra sub-humanidade os meteu na Europa e lhes dá guarida, e até impede, em geral, que sejam expulsos do território europeu.


quarta-feira, março 18, 2026

ROMA - PREGOS CRAVADOS NO PEITO ERAM PARTE DE RITO FUNERÁRIO ANTIGO

Imagine acordar na Roma Antiga. O Sol ainda não aqueceu as lajes de pedra e já está a atravessar as ruas a caminho do fórum. Lá, vai discutir sobre política, ouvir rumores de guerra ou de comércio e partilhar o pão com aqueles que fazem parte da sua comunidade. Está vestido com uma túnica simples, eleva uma prece aos seus Deuses domésticos e roga por prosperidade antes de começar o dia.
A vida é dura e marcada por hierarquias. Se tiver sorte, come duas vezes por dia. Caso contrário, trabalha sem descanso ao serviço de um patrão, de uma família ou do próprio império. Tudo responde a uma ordem superior: primeiro os Deuses, depois o Destino e só no final os homens.
Por isso, cada gesto quotidiano tem um significado espiritual. Levantar o olhar para o céu não é apenas contemplar as nuvens: é esperar um sinal divino, um relâmpago ou o voo de um pássaro que confirme que os Deuses aprovam as suas decisões.
Manter esse equilíbrio com as forças que governam o universo era essencial para os Romanos. E nem mesmo a morte escapava a esse sistema de crenças. Porque, para eles, o descanso eterno nem sempre estava garantido.
Numa zona recentemente escavada da necrópole situada junto à antiga Via Ostienseos arqueólogos encontraram algo inesperadovários esqueletos enterrados com pregos colocados na zona do peito. A descoberta, feita num dos cemitérios mais importantes situados nos arredores da antiga Roma, despertou grande curiosidade entre os investigadores. Embora possa parecer uma cena tirada de uma história de vampiros, não se tratava de um acto de violência nem de uma execução. Era um ritual.
necrópole, que durante séculos acompanhou a estrada que ligava a capital ao seu grande porto mediterrânico, reflecte a diversidade social do Império. Ali coexistem mausoléus monumentais com inscrições e frescos, ao lado de sepulturas muito mais modestas escavadas directamente na terra.
Os túmulos onde os pregos foram encontrados pertencem à Antiguidade tardia, uma época em que as crenças religiosas romanas se misturavam com superstições populares e antigas tradições etruscas. Nelas, o detalhe repete-se: o ferro aparece colocado sobre o peito do falecido, como se alguém tivesse querido fixar algo invisível.
Para os Romanos, o prego não era apenas uma ferramenta. No seu imaginário espiritual, possuía propriedades mágicas e protectoras. A sua função física – prender, fixar ou garantir – transferia-se também para o terreno simbólico. Cravar um pino de ferro numa tumba podia significar "garantir" a alma do falecido, assegurar que a sua passagem para o além era definitiva e impedir que regressasse para perturbar o mundo dos vivos.
A morte não era necessariamente o fim de uma história. Na mentalidade antiga, os espíritos inquietos podiam tornar-se uma ameaça para os familiares ou para a comunidade. Além disso, o gesto podia ter outros significados protectores. Alguns investigadores acreditam que servia para proteger o corpo da profanação ou impedir que forças malignas se apoderassem do espírito.
Em certos contextos, o seu significado era inclusive positivo. Um dos rituais mais conhecidos era o clavum figendi, a cerimónia em que se cravava um grande prego num templo durante momentos-chave do calendário religioso ou político. O acto simbolizava o encerramento de um ciclo e a purificação da comunidade, como se o próprio tempo ficasse fixado na parede sagrada.
As fontes antigas também falam da sua utilização em remédios populares. Alguns textos mencionam que cravar um prego no local onde uma pessoa epiléptica tinha sofrido o seu primeiro ataque podia curar a doença. Noutros casos, acreditava-se que os pregos ajudavam a proteger a cidade contra epidemias ou mesmo contra catástrofes naturais.
No entanto, se o destino assim o determinasse, o ferro poderia ser usado contra si. Nas deflexões – finas lâminas de chumbo – gravavam-se invocações contra inimigos, rivais ou amantes infiéis. Depois, eram dobradas e perfuradas com um prego para selar a maldição.
A descoberta na necrópole de Óstia lembra até que ponto os Romanos tentavam controlar o desconhecido por meio de rituais. A religião, a magia e a vida quotidiana não estavam separadas: faziam parte de uma mesma forma de entender o mundo.
Hoje, séculos depois, esses pequenos pregos de ferro falam-nos de algo profundamente humano: o medo da morte… e, talvez ainda mais, o medo de que os mortos não permaneçam onde deveriam.
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https://www.msn.com/pt-pt/noticias/other/descoberta-arqueol%C3%B3gica-na-necr%C3%B3pole-de-%C3%B3stia-revela-uma-pr%C3%A1tica-funer%C3%A1ria-romana-inquietante/ar-AA1YUGK2?ocid=winp2fp&cvid=69bac7b51d2048dfb760c47944036773&ei=34
https://www.nationalgeographic.pt/historia/descoberta-arqueologica-na-necropole-ostia-revela-pratica-funeraria-romana-inquietante-pregos-peito_6957

CHEGA APROVEITA FUTURÁLIA PARA DIVULGAR O ALERTA QUE MAIS INTERESSA NO ACTUAL OCIDENTE

Partido Chega contra a Substituição Populacional na Futurália:


Agradecimentos a quem aqui trouxe esta notícia: 
https://x.com/franciscotrad_/status/2032101116519895195
https://www.youtube.com/watch?v=rNrsNpMkRl8

ALEMANHA - ARGELINO ESPANCA E TORTURA EX-NAMORADA QUE O QUERIA LARGAR

Um tribunal na Alemanha condenou um homem germano-argelino de 29 anos a 12 anos de prisão após ele ter submetido a sua ex-companheira a uma agressão prolongada e brutal que a deixou à beira da morte. Os juízes do Tribunal Regional de Heilbronn condenaram o homem por sequestro e agressão qualificada após um ataque que começou depois de a vítima terminar o relacionamento e buscar refúgio em abrigo para mulheres. 
Conforme relatado pela Focus, os promotores argumentaram que a violência configurava tentativa de homicídio, mas o tribunal decidiu que não era possível provar além de qualquer dúvida razoável que ele tinha a intenção de matá-la. 
Ela foi obrigada a usar burca, a abandonar o emprego, a família e os amigos, e era espancada regularmente se o jantar dele não estivesse na mesa à hora certa. Em Maio do ano passado, ela foi hospitalizada após uma agressão particularmente brutal, o que lhe deu a coragem de finalmente sair do lar abusivo. No entanto, foi localizada e submetida a um ataque horrível que durou 30 horas.
No dia 15 de Junho, o homem visitou o abrigo para mulheres onde ela estava hospedada e espancou-a com os punhos, antes de estrangulá-la e apagar um cigarro no seu corpo. Ela foi então obrigada a ficar apenas de roupa íntima e desfilou pelas ruas de Künzelsau, completamente humilhada. Segundo o jornal regional Heilbronner Stimme, a vítima sofreu uma hemorragia cerebral e danos permanentes na visão em decorrência do ataque.
Apesar da gravidade dos crimes, o tribunal rejeitou o argumento da acusação de que ele tinha a intenção de matar a vítima, e isso reflectiu-se na sua sentença de 12 anos de prisão.
O agressor atribuiu os seus actos ao vício em drogas e álcool. O tribunal determinou que ele pudesse ser encaminhado para uma clínica de reabilitação para tratamento após cumprir seis anos de prisão.
A vítima continua a sofrer de ataques de pânico, insônia e dores crónicas. Segundo relatos, ela vive agora sob protecção e raramente sai de casa devido ao trauma contínuo.
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Fonte: https://rmx.news/article/german-algerian-monster-jailed-for-12-years-after-dragging-ex-half-naked-through-streets-as-punishment-for-leaving-him/

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Entretanto, é altamente provável que o alógeno nem sequer seja expulso depois de uma dúzia de anos em pildra paga pelo Estado...
É mais uma facada no interseccionalismo alegadamente feminista do esquerdalhame, mas claro que casos destes pouca visibilidade alcançam nos grandessíssimos mé(r)dia, e quanto mais «povinho» disto souber, mais as elites guincham contra as «fake news!!!!!!!!» e tentam descredibilizar as redes sociais e assim...

ITÁLIA - AUMENTA NOTORIAMENTE A VIOLÊNCIA DE RUA COMETIDA POR ALÓGENOS EM ROMA

Moradores do bairro de San Lorenzo, em Roma, estão a soar o alarme sobre um aumento da violência que, segundo eles, é cada vez mais impulsionada por imigrantes sem-abrigo, após mais um ataque brutal nas ruas que deixou um homem hospitalizado e renovou os apelos por medidas de segurança urgentes.
O incidente mais recente ocorreu na Piazza di Porta San Lorenzo, onde um gambiano de 30 anos teria atacado um marroquino com uma garrafa quebrada no meio da rua, atingindo-o no pescoço e no rosto e deixando-o caído no chão. A vítima foi levada à pressa para o Hospital Umberto I, onde permanece em estado grave, enquanto a polícia usou imagens capturadas no local para identificar e prender rapidamente o suspeito após a sua fuga.
Para muitos moradores locais, no entanto, o ataque é apenas o mais recente de um padrão crescente. Os residentes dizem que a área passou a ser dominada por grupos de moradores de rua, frequentemente embriagados ou sob o efeito de drogas, que brigam regularmente entre si, mas também atacam transeuntes aleatoriamente: “O problema é que eles não brigam apenas entre si, também nos atacam a nós, moradores. Homens, mulheres e até crianças”, disse Sofia, empregada de mesa que mora perto da Piazza dei Caduti, ao jornal Il Messaggero.
Segundo o jornal italiano, uma assembleia de bairro foi convocada em resposta, com os moradores a descrever uma situação que se tornou “insustentável”.
Katia Pace, chefe do comité local que organiza a reunião, disse que a violência aumentou drasticamente nas últimas semanas. "Os casos aumentaram visivelmente nos últimos dois meses. Há poucos dias, duas mulheres foram espancadas e roubadas", afirmou.
Apesar do aumento do patrulhamento e das recentes operações policiais que resultaram em várias detenções em distritos vizinhos, os moradores dizem que a resposta está aquém do necessário para restabelecer a ordem. “Não é suficiente”, disse Maria, outra moradora preocupada. “Não podemos mais viver assim.”
Cenas de desordem que alimentam a insegurança tornaram-se comuns, dizem os moradores. Em parques públicos, famílias com crianças pequenas são obrigadas a transitar por áreas onde homens dormem em bancos, bebem em excesso, discutem e urinam a céu aberto, aumentando os temores sobre segurança e higiene.
Também surgiram preocupações com ataques envolvendo menores. Num caso, uma menina de 12 anos foi alvo, enquanto em outro incidente, um tunisino foi preso após agredir uma mulher, fracturando-lhe o nariz e as maçãs do rosto. O ataque, registado por câmaras de segurança, desencadeou uma onda de denúncias de mulheres relatando violência semelhante e sem provocação. “Houve pelo menos 15 casos”, disse Pace, acrescentando que os responsáveis ​​são geralmente “estrangeiros sem-tecto” que vivem na região, muitos dos quais sofrem de dependência química ou problemas de saúde mental.
Os acampamentos espalharam-se em várias partes do distrito, incluindo ao longo das Muralhas Aurelianas e em diversas praças centrais, sendo as tendas e os abrigos improvisados ​​uma visão comum.
“A paciência de quem vive aqui não é infinita”, disse outro morador ao Il Messaggero, alertando que reacções de grupos de vigilantes podem surgir se a situação continuar a deteriorar-se.
Os distúrbios em San Lorenzo reflectem preocupações mais amplas em toda a Itália, onde incidentes semelhantes envolvendo populações imigrantes aumentaram a percepção de insegurança, particularmente em áreas urbanas.
Em Ravenna, no início deste ano, funcionárias da ferrovia relataram assédio repetido por parte de um imigrante que continuava a frequentar a estação apesar das múltiplas queixas. "As trabalhadoras estão aterrorizadas", disse a dirigente sindical Manola Cavallaro, alertando que a inacção imediata poderia acarretar violência ainda mais grave.
Em Milão, um homem de 25 anos sofreu ferimentos graves na cabeça após ser atacado por dois muçulmanos bósnios por causa do seu relógio perto do centro da cidade, e posteriormente alertou outras pessoas para evitarem a área à noite. “Um conselho: em Milão, não se vire em direcção à Duomo, porque não é seguro. Levei uma surra na cabeça por causa de um relógio”, disse a vítima Alessandro Briguglio no Verão passado.
Dados oficiais também apontam para a dimensão do problema. O comissário de polícia de Milão disse aos legisladores que estrangeiros são responsáveis ​​por cerca de 80% dos crimes sexuais na cidade, enquanto números do Ministério do Interior indicam que estrangeiros estão desproporcionalmente representados em certos crimes violentos, apesar de constituírem uma minoria da população. Em particular, 44% de todos os crimes sexuais são supostamente cometidos por estrangeiros.
Ao mesmo tempo, mais de 30000 estrangeiros estão actualmente a cumprir penas fora da prisão sob medidas alternativas, o que levanta novas questões sobre a aplicação da lei e a segurança pública.
Apesar destas preocupações, a Câmara Municipal de Roma continua a incentivar famílias a acolherem imigrantes. Em Setembro do ano passado, lançou um concurso para encontrar famílias dispostas a hospedar imigrantes com autorização de residência válida nas suas casas pelos próximos três anos. Autoridades afirmam que o serviço tem como objectivo proporcionar “um ambiente acolhedor voltado para a inclusão e a autonomia”, ajudando principalmente os jovens adultos a conquistarem a sua independência.
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Fonte: https://rmx.news/italy/we-cant-live-like-this-anymore-residents-demand-action-as-migrant-linked-violence-spirals-in-romes-san-lorenzo/

ALEMANHA - ADOLESCENTE ASSASSINADO À FACADA POR «ALEMÃO» QUE AFINAL É TURCO

Na investigação do ataque fatal a um menino de 15 anos em Eckernförde, as autoridades detiveram um "alemão de 23 anos", segundo declarações oficiais da polícia. Após uma consulta feita pelo jornal alemão Nius, esclareceu-se que o indivíduo em questão possui dupla cidadania, alemã e turca.
A investigação conjunta do Ministério Público de Kiel e da polícia local levou à identificação do homem como principal suspeito. Ele está a ser acusado de homicídio culposo após uma violenta altercação ocorrida em frente a um supermercado a 11 de Março de 2026. A vítima adolescente sofreu ferimentos graves durante o confronto e faleceu posteriormente.
Na manhã de Martes, foi divulgado um comunicado de imprensa oficial sobre a detenção do suspeito, um alemão de 23 anos. Ao ser contatada pela Nius para mais detalhes, uma porta-voz da polícia de Kiel confirmou por telefone que o suspeito possui dupla cidadania alemã e turca.
O incidente ocorreu nas imediações de um supermercado em Eckernförde. Após a sua detenção, o jovem de 23 anos foi apresentado a um juiz no Tribunal Distrital de Bremen no final daquela tarde. Um mandado de prisão foi expedido e o suspeito encontra-se actualmente em prisão preventiva.
Conforme relatado anteriormente pela Remix News, cidadãos com dupla nacionalidade e cidadãos alemães com histórico de imigração estão a distorcer amplamente os dados sobre crimescomo revela o caso das gangues de clãs na Alemanha. Em muitos Estados alemães, se um cidadão com dupla nacionalidade comete um crime, o crime é simplesmente registado como "alemão". Vários Estados já tomaram medidas para aumentar a notificação de crimes envolvendo esses cidadãos com dupla nacionalidade, a fim de fornecer dados mais claros e transparentes.
Permanece incerto se a dupla cidadania do suspeito neste caso específico teria sido tornada pública se não fosse pelo Nius.
Vale destacar que o Ministro-Presidente de Schleswig-Holstein, Daniel Günther, desencadeou um intenso debate nacional após a sua participação no programa de entrevistas alemão "Markus Lanz", no início deste ano, onde defendeu a proibição do uso de redes sociais por menores de idade e "critérios de qualidade" mais rigorosos para os veículos de comunicação. Citou especificamente o portal de notícias Nius, afirmando que os seus artigos "geralmente não contêm nada de correcto" e que o seu trabalho é "completamente desprovido de factos". Pediu um controle de qualidade mais rigoroso nos média. Os seus comentários atraíram acusações de autoritarismo e ameaças às liberdades constitucionais de todo o espectro político.
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Fonte: https://rmx.news/article/german-police-report-15-year-old-boy-was-murdered-by-23-year-old-german-without-mentioning-he-is-a-dual-turkish-citizen/

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Claro que a classe pulhítica que faz parte da elite reinante queria poder continuar a controlar a informação relativa à criminalidade e à imigração, para depois poder apresentar «factos» em debates televisivos que «esclareçam» as «percepções» e «sensações» do «povinho» relativamente às catadupas de merda imigrante que enfia pelas fronteiras adentro. 
Eu nem sou de dar ouvidos a teorias de conspiração, mas cada vez parece mais exagerada a corrente histeria sobre o acesso de menores de idade às redes sociais... não é que não haja razões para ter cuidado com o que os putos vêem na internet, mas esta insistência toda cada vez parece mais suspeita, sobretudo depois de se ter apurado que o TikTok tem sido grande veículo de divulgação ideológica nacionalista...
Enfim, se não vai de uma maneira, vai doutra - terão de se criar mais e mais novas formas de dar a conhecer o ideário nacionalista aos jovens e à população em geral.


FRANÇA - AFRICANO PRESO POR ESFAQUEAR MORTALMENTE OUTRO IMIGRANTE

Um tribunal na França condenou um imigrante da Costa do Marfim a 25 anos de prisão pelo assassínio à facada de um jovem de 22 anos durante as comemorações do Dia da Bastilha, durante uma luta de bêbados.
O Tribunal de Justiça de Moselle condenou, na Vernes, Mohamed Sylla, de 21 anos, pelo assassínio de Samir Hamraoui em Metz, nas primeiras horas de 15 de Julho de 2022. Os juízes também impuseram uma proibição de Sylla retornar ao território francês após cumprir a sua pena. A pena excedeu os 22 anos solicitados anteriormente pelo promotor David Touvet, que também pediu que Sylla fosse banido permanentemente de França. O réu chegou ao país vindo da Costa do Marfim em 2018 como menor desacompanhado.
Conforme noticiado pelo Sud Ouest, o assassínio ocorreu durante as festividades do Dia da Bastilha em Metz, cidade para onde Hamraoui e alguns amigos haviam viajado para passar a noite. Por volta de 1h30 da manhã, o grupo foi confrontado por Sylla e outro homem, Fisnik Lahu. Os dois grupos não se conheciam antes do incidente.
Durante a altercação, Hamraoui foi esfaqueado no peito. O ferimento perfurou o seu coração, matando-o. Após o ataque, Sylla fugiu de França com outras duas pessoas e só foi preso cerca de um mês depois, após viajar em direcção a Espanha. Ao ter a última oportunidade de falar, Sylla dirigiu-se aos familiares da vítima. "Sinto muito mesmo. Não foi minha intenção fazer isso", disse ele ao tribunal. O promotor Touvet descreveu o assassínio como violência sem sentido ao apresentar o caso ao júri. "É surreal, irracional, não faz sentido", disse ele ao solicitar uma longa pena de prisão. O tribunal também condenou Lahu por agressão armada contra outra vítima durante o mesmo incidente. Ele recebeu uma sentença de três anos, com um ano de pena suspensa, e sua ex-companheira, uma terceira ré, também foi condenada por ajudar os homens a fugir para Espanha no dia seguinte ao esfaqueamento. Ela recebeu uma sentença de dois anos de prisão, a maior parte da qual foi cumprida com pena suspensa.^ Durante o julgamento, o advogado de Sylla argumentou que o encontro fatal não deveria ser tratado como homicídio, descrevendo-o, em vez disso, como uma briga caótica envolvendo vários indivíduos embriagados. Os advogados que representam a família de Hamraoui rejeitaram essa interpretação. O seu advogado, Paul Herhard, disse ao tribunal que o homicídio não poderia ser descartado como um trágico acidente. "É um assassínio, não um infeliz esfaqueamento", afirmou.
Durante os cinco dias de julgamento, o tribunal estava lotado de amigos e familiares, e os pais e a irmã de Hamraoui estavam visivelmente emocionados no término do processo. Descreveram a vítima como um jovem conhecido por ajudar os outros. O julgamento também ouviu que incidentes violentos continuaram durante o período em que Sylla esteve detido, embora esses episódios não tenham resultado em processos criminais adicionais. Uma avaliação psiquiátrica apresentada durante o processo alertou que o risco de reincidência permanecia "significativo", segundo a acusação.
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Fonte: https://rmx.news/article/ivorian-killer-jailed-for-25-years-after-bastille-day-street-stabbing-in-metz/

«REPÚBLICA POPULAR DE NARVA» - POSSÍVEL PRINCÍPIO DE GUERRA ABERTA ENTRE OTAN E RÚSSIA

A RBC-Ucrânia explica porque se tornou a cidade de Narva num alvo e se a Estónia e a OTAN estão preparadas para uma agressão russa.

Pontos principais:

  • Ameaça de anexação: a Rússia está a promover a ideia de estabelecer a República Popular de Narva, replicando o cenário da tomada de poder no Donbas em 2014.

  • Influência dos "falantes de Russo": Na cidade fronteiriça de Narva, 95% da população é de etnia russa, o que torna a cidade vulnerável à propaganda russa.

  • Pressão híbrida: O Kremlin intensificou a sua campanha durante a guerra no Irão, tentando demonstrar a incapacidade da OTAN de responder rapidamente às provocações.

Enquanto os EUA estão atolados numa guerra contra o Irão e a China, juntamente com a Coreia do Norte, intensifica as tensões em torno da Formosa (Taiwan), outro ponto crítico perigoso pode surgir no mapa mundial. Desta vez, trata-se de uma potencial agressão russa contra a Estónia e, por extensão, contra a OTAN.
Embora as principais forças russas estejam ocupadas pelas Forças Armadas da Ucrânia, desde o início de Março o Kremlin tem intensificado a ideia de proclamar uma República Popular de Narva nas redes sociais e no Telegram. Segundo o jornal Bild, a inteligência estoniana considera esta campanha uma possível preparação narrativa para uma invasão do país. O modelo é o mesmo de 2014, quando Moscovo alegou proteger a população de língua russa nas chamadas Repúblicas Populares de Luhansk e Donetsk.
A escolha da Rússia por Narva como centro da sua influência não é coincidência. Actualmente, esta cidade fronteiriça situa-se em frente a Ivangorod, na Rússia, e abriga uma comunidade unida de língua russa — cerca de 95% da população de Narva. No condado de Ida-Viru, onde Narva está localizada, os russos étnicos e os residentes de língua russa compõem cerca de 70% da população. Esta composição demográfica é resultado das políticas soviéticas. Durante a ocupação da Estónia, de 1940 a 1991, Narva tornou-se num polo da indústria de petróleo de xisto.
Assim como no Donbas, milhares de trabalhadores foram trazidos de outros territórios soviéticos para trabalhar em empresas locais. Os estonianos étnicos foram deslocados, e os migrantes soviéticos e seus descendentes formaram uma comunidade fechada, nostálgica da URSS. Após a Estónia reconquistar a independência em 1991, líderes locais organizaram um referendo sobre a autonomia em Narva, onde 97% votaram "sim", mas a participação foi baixa, de 55%, e as autoridades estonianas declararam a votação inconstitucional. Nas décadas seguintes, Narva entrou em declínio gradual. O alto índice de desemprego e as dificuldades na integração da população de língua russa agravaram ainda mais as condições de vida dos moradores da cidade. O Kremlin tem vindo a "incitar" a situação em torno de Narva há muito tempo e de forma metódica. Em 2007, após a remoção do monumento do Soldado de Bronze em Tallinn, a cidade tornou-se palco de protestos da população de língua russa. A inteligência estoniana já registava, na altura, como os média russa propagavam narrativas sobre a "opressão dos russos" no país. Após a anexação da Crimeia e a invasão de Donbas, a Rússia começou a promover a ideia de criar também uma República Popular de Narva na Estónia. Por uma série de razões, esse cenário nunca se concretizou, mas as tensões em Narva aumentam de tempos em tempos. Por exemplo, em 2022, o desmantelamento do monumento ao tanque soviético T-34 provocou protestos locais. Esta situação persiste. Uma fonte da inteligência estoniana disse ao jornal Bild que a campanha russa está a ser iniciada deliberadamente agora, "enquanto a atenção mundial está voltada para o Irão", mas ainda não está claro qual é o objectivo final da narrativa russa. Actualmente, o foco está mais em demonstrar as capacidades da Rússia, afirma Yevhen Magda, director do Instituto de Política Mundial: "É claro que os Russos estão a tentar mostrar que, ao contrário dos Estados Unidos, eles conseguem jogar em vários tabuleiros de xadrez ao mesmo tempo. A questão é quão eficazmente conseguem fazer isso. Mas demonstrar que esse potencial existe é politicamente importante", disse Magda à RBC-Ucrânia. Nas circunstâncias actuais, é necessária uma resposta clara e decisiva às acções da Rússia em relação a Narva. "Não acho que isso deva ser exagerado. No entanto, ignorar a situação também é imprudente, porque essa ameaça é real. Para a Rússia de hoje, uma pequena guerra híbrida bem-sucedida no teatro europeu é muito significativa", enfatizou Magda. Segundo ele, a Rússia não pode deixar de compreender que a inteligência estoniana tem vindo a preparar contra-medidas há muito tempo. Portanto, é improvável que o Kremlin tenha ilusões sobre o seu próprio sucesso.
As autoridades estonianas já intensificaram a vigilância nas fronteiras e estão a preparar contra-medidas contra agentes de influência russos. Além disso, há muito tempo o governo se tem concentrado na rápida integração da população de língua russa e no fortalecimento das linhas defensivas ao longo da fronteira com Ivangorod. No entanto, isto não exclui outros objectivos que a Rússia possa ter. Politicamente, trata-se de minar o sistema de segurança colectiva da OTAN. A Rússia tem perseguido esse objectivo sistematicamente desde a invasão em larga escala da Ucrânia. Moscovo tem estado particularmente activa desde o Outono passado, quando duas dezenas de drones russos entraram no espaço aéreo polaco. "Isto é mais um elemento da pressão sistémica da Rússia sobre os países da OTAN, que se deve em parte ao facto de a OTAN não estar na sua melhor forma político-militar no momento. Vemos declarações dos EUA e de todos os outros", observou Magda. Isto é especialmente perigoso no contexto das acções do presidente dos EUA, que, por um lado, pressiona os membros europeus da OTAN a gastarem mais em defesa, enquanto, por outro, os ameaça. A situação da Gronelândia, que ocasionalmente volta à pauta, é apenas um exemplo — mas está longe de ser o único — dessa abordagem. 
Como demonstraram os últimos meses, não se deve esperar que a Aliança tome medidas rápidas ou decisivas. Os motivos não se resumem apenas à burocracia de Bruxelas, mas também aos interesses muito diferentes dos Estados-membros. "Quer queiramos ou não, o principal país da OTAN são os EUA. Portanto, não creio que a OTAN vá mudar rapidamente o seu modo de operar e começar a, sabe, demonstrar força na fronteira da Rússia", concluiu Magda.
Ao mesmo tempo, em caso de escalada por parte da Rússia, a Estónia certamente poderá contar com o apoio daqueles que compreendem a real ameaça representada pela Rússia — os outros países bálticos, o norte da Europa e também a Ucrânia.

Perguntas e respostas rápidas:

– Porque escolheu a Rússia a cidade de Narva para um ataque híbrido contra a Estónia?
– Narva é o ponto mais vulnerável devido à sua geografia e demografia: a cidade está localizada na fronteira com a Rússia e 95% dos seus residentes são falantes de Russo. O Kremlin explora o isolamento social da região e a nostalgia pela URSS para disseminar sentimentos separatistas.

– O que é a República Popular de Narva?, e ainda existe?
– Trata-se de um projecto de propaganda do Kremlin que visa criar um auto-proclamado quase-Estado modelado segundo a LPR/DPR (Repúblicas Populares de Luhansk e Donetsk). Actualmente, existe apenas como campanha de informação, que a Rússia intensificou em Março de 2026 para exercer pressão política sobre Tallinn e a OTAN.

– Protegeria a
 OTAN a Estónia se ocorresse uma tentativa de proclamar a República Popular de Narva ?
– De acordo com o Artigo 5 da Carta da OTAN, um ataque à Estónia é considerado um ataque a toda a Aliança. No entanto, a natureza híbrida da ameaça (protestos, desinformação, "homenzinhos verdes") pode retardar o processo de tomada de decisão política para uma resposta militar.

– Estão os eventos em torno da Estónia relacionados com a guerra dos EUA contra o Irão?
– Sim, a Rússia está a aproveitar o foco dos EUA no Médio Oriente como oportunidade. O Kremlin busca demonstrar que o Ocidente não consegue gerir a segurança simultaneamente em múltiplos pontos estratégicos ao redor do mundo.

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Fonte: https://newsukraine.rbc.ua/news/narva-republic-in-nato-country-how-russia-1773679243.html

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Preparem-se os que podem ir dar o coiro ao manifesto numa frente leste da OTAN, e mandem para lá, com prioridade, os putineiros e anti-Ucrânia que por aí guincham, pode ser que consigam convencer as tropas do Kremlin a ficarem sossegadas...