terça-feira, janeiro 27, 2026

CONFLITO ENTRE JUDEUS SOBRE IMIGRAÇÃO E ANTI-SEMITISMO...

Uma divergência sobre como definir as fontes do crescente anti-semitismo na Europa transformou-se em confronto público na semana passada entre dois proeminentes líderes judeus, com o bilionário da tecnologia Elon Musk a intervir para apoiar o enviado do governo dos EUA para o anti-semitismo em detrimento de um proeminente rabino europeu.
A controvérsia gira em torno de declarações feitas Mércores no Fórum Económico Mundial pelo rabino Pinchas Goldschmidt, presidente da Conferência de Rabinos Europeus, durante um painel de discussão sobre anti-semitismo, extremismo e coesão social.
Respondendo a uma pergunta sobre o aumento do anti-semitismo na Alemanha e em outros países, Goldschmidt disse que o ataque liderado pelo Hamas contra Israel em 7 de Outubro de 2023 desencadeou um aumento dramático em todo o mundo nos incidentes anti-semitas, incluindo o que ele descreveu como actividade organizada e patrocinada pelo Estado em campi universitários e em espaços públicos. Goldschmidt relacionou então os desenvolvimentos políticos mais amplos na Europa com as ansiedades relativas à imigração: “Acredito que a ascensão da Extrema-Direita em muitos países europeus seja uma resposta à insegurança sentida pelos chamados europeus tradicionais em relação aos novos imigrantes vindos do Médio Oriente”, disse ele. Prosseguiu argumentando que o combate conjunto ao anti-semitismo e à islamofobia era do interesse comum das comunidades judaica e muçulmana, apontando para iniciativas inter-religiosas passadas que, segundo ele, ajudaram a promover a coesão social.
O rabino Yehuda Kaploun, enviado especial dos EUA para monitorizar e combater o anti-semitismo, criticou publicamente, na X, as declarações de Goldschmidt, classificando-as como uma interpretação equivocada dos factores que impulsionam o anti-semitismo contemporâneo na Europa. A intervenção representou uma das primeiras declarações públicas importantes de Kaploun desde a sua confirmação pelo Senado em Dezembro: Culpar a 'velha Europa' pelo actual aumento do anti-semitismo é vergonhoso”, escreveu Kaploun, argumentando, em vez disso, que a imigração em massa desempenhou um papel significativo na recente violência anti-semita e nas ameaças à segurança dos Judeus: Tenho orgulho de servir numa administração que entende que a imigração em massa é um grande impulsionador do anti-semitismo”, escreveu Kaploun. “Ela gera mudanças sociais drásticas e ameaça a segurança de todos os cidadãos. Esta administração, liderada pelo Presidente Trump e pelo Secretário Rubio, reconhece e enfrenta os desafios actuais com clareza. A imigração em massa, por si só, ameaça a segurança dos Judeus e de todas as comunidades.
Musk, o proprietário da X, amplificou a crítica de Kaploun ao republicar os seus comentários e responder: "Exactamente. Obrigado por se manifestar", uma atitude que rapidamente ampliou a disputa para além dos círculos comunitários judaicos.
Goldschmidt respondeu poucas horas depois, rejeitando a caracterização das suas declarações e afirmando que tinham sido tiradas de contexto. Ele disse que não culpava a cultura europeia pelo anti-semitismo e reiterou que considera que o anti-semitismo tem origem em múltiplas fontes ideológicas, incluindo a Extrema-Direita, a Extrema-Esquerda e a violência islâmica radical: “Eu nunca culpei a 'velha Europa' pelo actual aumento do anti-semitismo”, escreveu Goldschmidt, acrescentando que os seus comentários em Davos tinham a intenção de explicar as reacções políticas à imigração, e não de justificar ataques anti-semitas.
A troca de mensagens destaca uma crescente divisão entre líderes judeus sobre como abordar o anti-semitismo em debates polarizados sobre imigração, integração e segurança pública — debates que se têm infiltrado cada vez mais na política partidária nos Estados Unidos.
A ênfase de Kaploun na imigração ecoa a linguagem usada pelo vice-presidente J.D. Vance, que disse em Dezembro que reduzir a imigração era "a coisa mais importante" que os Estados Unidos poderiam fazer para conter o anti-semitismo, ao mesmo tempo em que descartava as alegações de crescente sentimento anti-semita dentro do Partido Republicano.
A disputa também reflete tensões institucionais de longa data. Kaploun é afiliado no movimento Chabad-Lubavitch, que se tornou numa força dominante na vida comunitária judaica na Rússia e em partes da Europa. Goldschmidt, ex-rabino-chefe de Moscovo que deixou a Rússia após recusar apoiar a guerra na Ucrânia, representa uma corrente rabínica europeia que, por vezes, entrou em conflito com o Chabad em questões de autoridade e representação.
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Fonte: https://www.timesofisrael.com/us-antisemitism-envoy-feuds-with-prominent-european-rabbi-drawing-praise-from-elon-musk/

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É bom sinal que haja cada vez mais judeus a pôr-se ao lado da luta europeia contra a iminvasão, sabendo que têm toda a conveniência nisso, uma vez que, sem Europa europeia, Israel vai ao ar em pouco tempo...


ALEMANHA - AFRICANO ACUSADO DE INVADIR DOMICÍLIO E ABUSAR SEXUALMENTE DE DUAS CRIANÇAS DE NOVE ANOS DE IDADE

Notícia do ano passado que merece registo (texto de imprensa a itálico):

Um refugiado somali de 28 anos está a ser acusado de invadir uma casa na Alemanha durante uma festa de casamento em família e abusar sexualmente de duas crianças gémeas de 9 anos.
O Tribunal Regional de Darmstadt ouviu como Mahamad A. entrou na propriedade em Ginsheim-Gustavsburg, Hesse, a 5 de Outubro do ano passado, por volta das 23h, através de uma porta da frente destrancada.
Enquanto cerca de 30 convidados celebravam um casamento no andar de baixo, o imigrante somali, sob efeito de álcool e canabis, teria subido até aos quartos das crianças, segundo o jornal Bild.
O promotor público Dominik van Gember detalhou como o suspeito primeiro entrou sorrateiramente no quarto do menino, no primeiro andar, expôs-se e tentou tirar a calça do pijama do garoto. Quando a criança, Ben (nome fictício), acordou assustada, correu para a sua mãe, Elke H., uma médica, que inicialmente pensou que ele tivesse imaginado o ocorrido e o colocou de volta na cama. No entanto, momentos depois, a sua irmã gémea, Marie (nome fictício), apareceu, vestindo apenas calças.
“Eu fui com ela aos lavabos e, naquele momento, Ben gritou: 'Socorro, socorro, há aqui alguém!'”, relembrou Elke H. O suspeito teria entrado novamente no quarto de Ben.
Um agente da polícia federal, que estava entre os convidados do casamento, interveio e deteve Mahamad A. até à chegada das autoridades. Os polícias encontraram com ele dois bichos de peluche que ele carregava consigo ao entrar na propriedade.
O tribunal ouviu que o suspeito vivia na Alemanha desde 2017 e que anteriormente trabalhava como operador de empilhadeira.
Ele negou as acusações durante um interrogatório policial, afirmando: "Eu não fiz nada".
No entanto, o réu alegou posteriormente em juízo que, embora admitisse ter invadido a casa, não se lembrava dos seus crimes.
As duas crianças vítimas devem prestar depoimento em tribunal nos próximos dias.
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Fonte: 
https://rmx.news/article/somali-refugee-on-trial-in-germany-for-breaking-into-house-and-sexually-abusing-9-year-old-twins-during-wedding-celebration/

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As mães às vezes acham que só na imaginação das crianças é que há monstros à noite e depois é isto... porque, com as portas abertas para a imigração, entram coisas piores do que o bicho-papão...

UM TEMPLO POR SINAL DIVINO DE VITÓRIA NACIONAL

                               



Dia 27 de Janeiro é data do aniversário da dedicação do templo de Castor e de Pollux no fórum, que aconteceu em 484 a.e.c. - 269 a.u.c..
Castor e Pollux, Cavaleiro e Pugilista, são os Gémeos Divinos ou Dióscuros (Dios + Kouroi, Deus + Rapazes = os Rapazes, Filhos, de ZEUS). Quando Castor morreu, Pollux, imortal, pediu ao pai, Zeus, que Castor pudesse partilhar da imortalidade junto dos Deuses, e então Zeus pôs os dois juntos, para sempre, entre as estrelas. 
Na Romanidade, conta-se que o último rei de Roma, Lúcio Tarquínio Soberbo, que foi expulso pela revolução republicana em 509 a.e.c., juntou-se a tropas latinas e, juntos, declararam guerra contra a ainda incipiente República Romana. Antes da batalha, o ditador romano Aulo Postúmio Albo Regilense jurou construir um templo aos Dióscuros se Roma vencesse. De acordo com a lenda, Castor e Pólux apareceram no campo de batalha como dois habilidosos cavaleiros para socorrer os Romanos. E, depois de a batalha ser vencida, apareceram novamente no Fórum Romano para dar água aos seus cavalos na Fonte de Juturna (Lacus Juturnae), anunciando assim a sua vitória. O templo foi construído no exacto local onde Eles teriam aparecido.
Eram particularmente adorados pelas tropas como penhor da camaradagem dos homens de armas. Independentemente disso, o mito dos Gémeos Divinos é dos mais arcaicos na tradição religiosa indo-europeia, existindo em diversas mitologias - para além da grega, e da romana por influência grega, os Gémeos Divinos também existem na religião da Índia ariana e na Germânia.

segunda-feira, janeiro 26, 2026

SUÉCIA - PARELHA DE ÁRABES SEQUESTRA E VIOLA SUECA ALCOOLIZADA

Um tribunal distrital de Gotemburgo condenou um árabe de 42 anos a cinco anos de prisão por estupro qualificado, após constatar que ele e outro homem sequestraram e estupraram colectivamente uma mulher que acreditava estar a ser levada para casa de táxi.
Um segundo autor do crime ainda não foi sentenciado e, em vez disso, será submetido a um exame psiquiátrico forense, apesar de o tribunal ter concluído que existem provas convincentes da sua culpa.
O ataque ocorreu a 8 de Junho do ano passado, depois de a mulher, uma jovem mãe, sair de uma festa em Gotemburgo e tentar voltar para casa. Enquanto esperava num ponto de encontro de aplicativos de transporte, dois homens pararam ao lado dela num Mercedes preto com vidros escuros e alegaram ser taxistas. Confiando neles e estando bastante embriagada, ela entrou no veículo.
Em depoimento citado na reportagem do tribunal feita por Samnytt, a mulher disse que perguntou repetidamente aos homens se eles a estavam a levar para casa. “Eu estava muito cansada e muito bêbada. Perguntei se eles realmente me iriam levar para casa, e eles disseram que sim”, contou ela aos investigadores. Ela disse que inicialmente acreditou que a boleia era legítima até o carro passar pela saída para sua casa.
“No início, o clima não era ruim. Pensei que ia para casa. Só quando bloquearam a minha saída é que me comecei a perguntar o que íamos fazer”, disse ela.
Em vez de a levarem para casa, os homens passaram por um McDonald's em Mölndal antes de seguirem para Näset, a sul de Gotemburgo. Durante a viagem, trocaram mensagens de texto entre si, incluindo a palavra "Näset", que o tribunal distrital posteriormente citou como prova de que o trajecto e o destino foram planeados com antecedência. Os homens também conversavam frequentemente entre si em idioma que a mulher não entendia.
“O rapaz baixinho estava um pouco em cima de mim, e eles estavam a conversar em outra língua. Acho que era Árabe”, disse a mulher. “Eles conversavam tanto que eu não entendia nada do que diziam. Interpretei como se estivessem a falar sobre o que iam fazer comigo. Para que me iam usar.”
O carro parou finalmente em área florestal isolada em Askim. De acordo com uma reportagem do Göteborgs-Posten, a mulher viu-se diante de uma escolha: “O que prefere, um de cada vez ou os dois ao mesmo tempo?” Sem conseguir escapar e temendo pela sua vida, a mulher cedeu. "Concordei em fazer um de cada vez", disse ela posteriormente à polícia. Ela relatou ao tribunal que, durante o calvário, acreditou que havia apenas três desfechos possíveis: que seria morta, que seria levada para um apartamento onde mais homens a aguardavam ou que seria estuprada. Ela descreveu a agressão como "muito violenta" e disse que sentiu como se os homens a estivessem a filmar, o que a levou a virar o rosto.
O tribunal distrital constatou que a mulher estava embriagada, assustada e em posição particularmente vulnerável, e que as circunstâncias eram ameaçadoras e profundamente humilhantes. Na sua sentença, citada por Riks, o tribunal declarou: “Como o estupro foi cometido por duas pessoas juntas e em comum acordo, em local isolado, após a vítima ter estado sob seu controle por um longo período e em circunstâncias que a vítima deve ter percebido como muito ameaçadoras e degradantes, o estupro deve ser classificado como agravado.”
O homem de 42 anos, identificado por Samnytt como Mohammad Deeb, nascido no Kuwait, foi condenado a cinco anos de prisão e obrigado a pagar 370000 coroas suecas em indemnização à vítima. Ele chegou à Suécia em 2010 e possui antecedentes criminais, incluindo condenações por ameaças ilegais, agressão contra a sua ex-esposa e colocação de criança em perigo, sentença que foi confirmada pelo Tribunal de Apelação em 2024. Ele recorreu da condenação por estupro, e a promotoria apresentou um recurso cruzado. O segundo autor do crime é Walid Zeidan, de 28 anos, nascido na Suécia, mas cujos pais são originários do Líbano. Zeidan ainda não foi sentenciado. O tribunal afirmou haver provas convincentes da sua participação no estupro, mas ordenou um exame psiquiátrico forense devido à suspeita de um grave transtorno mental que poderia impedir o tribunal de condená-lo à prisão. A polícia ligou o homem de 28 anos ao crime por meio de dados de telemóvel, provas forenses e o veículo usado no ataque. O seu sémen foi encontrado nas roupas da mulher. O carro estava registado em nome da sua mãe, e uma busca no veículo revelou preservativos, lubrificante, lenços humedecidos, vodca e um bilhete manuscrito com instruções, incluindo frases como "Seja uma pessoa que não pode ser propriedade de uma mulher". Ao ser interrogado pela polícia, o homem de 28 anos admitiu ter tido relações sexuais com a mulher, mas alegou que foram consensuais e negou tê-la estuprado.
O tribunal deverá decidir sobre a sua sentença após a conclusão da avaliação psiquiátrica.
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Fonte: https://rmx.news/article/arab-man-jailed-for-aggravated-gang-rape-after-young-mother-lured-into-fake-taxi-in-sweden-accomplice-faces-psychiatric-assessment/

domingo, janeiro 25, 2026

FRANÇA - ÁRABE VIOLA SEXAGENÁRIA E LEVA NOVE ANOS DE CADEIA

Em França, um homem de 24 anos, Mohammed D., foi condenado a nove anos de prisão após invadir um prédio e estuprar uma zeladora sob ameaça de faca, em caso que remonta ao Verão de 2023.
O Tribunal de Justiça de Paris condenou o homem a nove anos de prisão a 16 de Janeiro de 2026, por um incidente ocorrido entre 7 e 8 de Agosto de 2023, no 12º arrondissement de Paris.
A vítima, uma mulher na casa dos sessenta anos que trabalhava como zeladora do prédio no Boulevard de Charonne, tinha deixado a janela do apartamento aberta devido ao calor do Verão.
Mohammed D., que tinha 22 anos na altura, entrou ilegalmente na residência. A vítima descobriu-o enquanto ele "remexia na sala de estar". Após o confronto, o acusado estuprou a mulher sob mira de faca. A vítima conseguiu escapar do apartamento e alertar as autoridades.
O autor do crime foi detido quatro dias após o ataque pela polícia municipal perto da estação ferroviária de Argenteuil, em Val-d'Oise. Ao ser preso, confessou os crimes e prestou depoimento completo.
Uma fonte judicial confirmou que o homem recebeu uma pena de nove anos de prisão, proibição de entrada em território francês, proibição de porte de armas por 15 anos e registo como agressor sexual.
Após o veredicto, o jornal francês Actu Paris noticiou que ele trouxe um desfecho a um caso que tinha "paralisado" a comunidade local devido à natureza horrível do estupro.
Curiosamente, o caso é muito semelhante a um caso mais recente, ocorrido no mês passado, em que um homem desconhecido estuprou uma mulher de 72 anos. A idosa francesa estava simplesmente a tentar fechar a janela do seu apartamento quando um indivíduo não identificado invadiu a sua casa para estuprá-la e roubá-la no bairro "sensível" de Mureaux, em Yvelines, nos arredores de Paris. O bairro é conhecido por ter um número extremamente elevado de residentes norte-africanos.
O incidente, ocorrido a 15 de Dezembro, envolveu um suspeito não identificado que, segundo a polícia, “a agrediu e a arrastou para o quarto dela, onde a amarrou. Imobilizou-a no chão, tirou-lhe as roupas e penetrou-a vaginalmente. O agressor roubou então diversos objectos da casa da vítima antes de fugir do local.”
O ADN envolvido no caso foi recolhido pela polícia e a investigação está em curso.
Outros casos envolvendo homens que entram rastejando pelas janelas das vítimas e frequentemente as agridem sexualmente têm sido generalizados, inclusive na Suíça.
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Fonte: https://rmx.news/article/france-24-year-old-migrant-mohammed-d-snuck-through-a-window-and-raped-an-elderly-building-caretaker-at-knifepoint-in-paris-sentenced-to-9-years-in-prison/

sábado, janeiro 24, 2026

IRÃO - CANCELAMENTO DE ATAQUE NORTE-AMERICANO PODE VIR A SER MAGNA TRAIÇÃO AO POVO IRANIANO EM REVOLTA CONTRA OS AIATOLAS

A ameaça vazia de Trump pode ter consequências muito além da República Islâmica.
Quando o Povo Iraniano se levantou contra os seus opressores em 2009, Barack Obama fez vista grossa. Quando o Povo Iraniano se levantou contra os seus opressores em 2022, o velho Joe Biden enviou biliões de dólares para os seus opressores. Mas Donald Trump foi diferente. A 2 de Janeiro, Trump escreveu: “Se o Irão disparar e matar violentamente manifestantes pacíficos, como é de costume, os Estados Unidos da América virão em seu socorro. Estamos prontos para agir. Obrigado pela atenção a este assunto! Presidente DONALD J. TRUMP.”
A Guarda Revolucionária Islâmica do Irão e outras entidades começaram a matar manifestantes pacíficos impunemente, o que levou Trump a escrever a 13 de Janeiro: “Patriotas iranianos, CONTINUEM A PROTESTAR – OBTENHAM AS VOSSAS INSTITUIÇÕES!!! Guardem os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um preço alto. Cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que o assassínio sem sentido de manifestantes PARE. A AJUDA ESTÁ A CAMINHO. MAGA!!! PRESIDENTE DONALD J. TRUMP.”
O Povo Iraniano confiava nele. Continuaram a protestar, mesmo enquanto os desumanos guardiões da República Islâmica os massacravam em números cada vez maiores, chegando a 20000Renomearam ruas em sua homenagem. Sabiam que ele enviaria a ajuda prometida. Sabiam que ele os ajudaria a ver o fim do regime sanguinário e demoníaco que assassinou tantos iranianos desde 1979. Sabiam que finalmente tinham alguém que ouvia os seus clamores. Alguém com quem podiam contar. Mas na tarde de Mércores, algo tinha mudado. Trump disse: “Fomos informados de que as mortes no Irão estão a parar, pararam, estão a parar. E não há planos para execuções, ou ex-execuções. Portanto, disseram-me isto de uma fonte confiável, vamos descobrir mais sobre isto.”
Não havia motivos para acreditar nisso, e não estava claro se o próprio Trump acreditava nisso. A República Islâmica erige-se sobre o terror e preserva-se por meio dele, pois, como governo islâmico, segue a orientação do Alcorão sobre como lidar com os seus oponentes: “semeie o terror nos inimigos de Alá” (8:60). A República Islâmica continuará a matar manifestantes enquanto existir uma República Islâmica.
E apesar da estranha declaração de Trump na tarde de Mércores, naquela noite parecia que a República Islâmica finalmente estava  a chegar ao fim. Os aiatolás esvaziaram o espaço aéreo iraniano em antecipação de ataque. Os manifestantes iranianos vislumbravam a hora da sua libertação. O mundo prendeu a respiração.
E a noite e a manhã passaram, e nada aconteceu. A República Islâmica permaneceu no poder. O espaço aéreo iraniano foi reaberto. Os mulás respiraram aliviados.
Na manhã de Joves, Trump tentou demonstrar um tom triunfal: “FoxNews: 'Manifestante iraniano já não será condenado à morte após os alertas do presidente Trump. O mesmo vale para outros.' Isto é uma boa notícia. Espero que continue assim!”
A menos que se trate de uma manobra estratégica, como muitos afirmam, e o ataque prometido ainda esteja em andamento, aparentemente a República Islâmica também continuará a agir, escondendo os seus assassínios à porta fechada em vez de exibi-los ao mundo. A promessa de ajuda de Trump provou-se, até agora, vazia. O seu incentivo aos manifestantes resultou apenas na morte de 20000 deles. Pior ainda, há relatos de que Trump cancelou um ataque no último minuto a pedido da Turquia, do Catar e da Arábia Saudita, três Estados sunitas que há muito consideram a República Islâmica do Irão xiita como inimiga, mas cuja preocupação com o bem-estar dos Estados Unidos não deve ser dada como certa.
Na Joves, Reza Amiri Moghadam, embaixador da República Islâmica do Irão no Paquistão, afirmou que Trump tinha dito ao governo iraniano que os Estados Unidos não atacariam o Irão. Se isto se confirmar e nenhum ataque ocorrer, a promessa de Trump de ajudar os manifestantes e seu apelo para que fossem às ruas serão considerados uma das traições mais covardes da história mundial. Isto também terá consequências que vão muito além da mera existência do regime maligno em Teerão. Se nenhum ataque acontecer, Trump terá finalmente entregado aos seus oponentes uma arma que poderão usar para destruí-lo. Depois de tentarem incriminar Trump por crimes que ele não cometeu, e até mesmo de tentarem assassiná-lo, os esquerdistas, cujos planos e agenda foram tão prejudicados por Trump, poderão apontar para as suas promessas ao Povo Iraniano e dizer simplesmente que Trump não é confiável. Ele é um homem de palavras vazias. E, neste caso, as suas ameaças vazias levaram ao assassínio de 20000 pessoas. Trump pode ter acabado de dar aos seus inimigos, cujos empreendimentos malignos ele frustrou em tantas áreas, a arma de que finalmente precisam para derrotá-lo, e também o seu movimento. As ameaças vazias de Trump podem resultar na vitória final nos Estados Unidos dos autoritários socialistas internacionalistas, cujo plano de transformar o país num inferno socialista de fronteiras abertas Trump combateu de forma tão abrangente. No fim, ele pode não ter traído apenas os Iranianos.
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Fonte: https://jihadwatch.org/2026/01/iran-the-great-betrayal

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Eu quando Trump prometeu que não atacaria caso as execuções fossem suspensas, vi logo a desgraça que isso significaria para a continuidade e sucesso da revolução iraniana em curso. E guincham os anti-sionistas e quejandos apanhadinhos das conspirações que o movimento de rebelião nas ruas iranianas foi organizado pela CIA e pela Mossad... era bem bom que isso fosse verdade, de uma forma competente, a ver se Trump não dizia o que disse sobre a condição do fim das execuções, e se o porta-aviões necessário ao ataque ianque já lá estava a postos em vez de ainda demorar dez dias a lá chegar...
Queira o Destino que um ataque ianque à República Islâmica do Irão ainda esteja na calha, agendado para breve, para muito breve, ou então esta foi talvez a mais grave barracada de Trump em matéria de política externa, não apenas porque traiu um Povo inteiro, mas também devido à importância que este Povo pode ter em termos geoestratégicos, nomeadamente como aliado da China e da Rússia de Putin, e como força islamista contrária à existência de Israel, que constitui uma das fronteiras entre a Europa e o mundo islâmico. Resta ver.

sexta-feira, janeiro 23, 2026

ALEMANHA - METADE DO POVO JÁ ACHA QUE A IMIGRAÇÃO É O MAIOR PROBLEMA DO PAIS E A MAIORIA QUER DEPORTAÇÕES EM MASSA

Apesar de uma longa lista de guerras e ameaças globais, bem como de uma economia doméstica lidando com uma série de falências, dados de uma nova pesquisa do Insa mostram que metade dos Alemães acredita que a imigração é "o maior problema da Alemanha". De forma geral, a pesquisa do Insa mostra que 50% dos entrevistados concordam que a imigração é o maior problema da Alemanha, enquanto 38% rejeitam essa posição.
Analisando por partido, o Alternativa para a Alemanha (AfD) considera claramente a imigração o maior problema, com 83% dos entrevistados apontando-a como a questão mais importante. No entanto, outros partidos também a reconhecem como o maior problema do país, incluindo o partido de esquerda BSW, com 58% dos eleitores do partido apontando-a como a questão número um.
Para os democratas-cristãos (CDU), 50% dos eleitores apontaram isso como o maior problema, enquanto 38% disseram que não era o maior problema.
À esquerda, apenas 23% dos eleitores do Partido Verde e 24% dos eleitores do Partido da Esquerda apontaram isso como o maior problema, enquanto apenas 36% dos eleitores do SPD o classificaram como a principal prioridade. No entanto, esses resultados ainda são notáveis, com parcelas consideráveis ​​de eleitores de esquerda a considerar ainda a imigração como a questão mais importante. Pesquisas semelhantes mostraram que muitos eleitores de esquerda estão seriamente preocupados com a imigração, mesmo continuando a votar em partidos que apoiam fronteiras abertas.
Estas medidas também surgem após uma grande pesquisa da YouGov mostrar que a maioria dos Alemães apoia uma moratória na imigração e deportações em massa. A pesquisa também constatou que a maioria dos Alemães acredita que muitos imigrantes legais chegaram ao país.
Além da imigração, os Alemães estão cada vez mais preocupados com a saúde económica do país. Uma expressiva parcela de 65% dos entrevistados em nova pesquisa do Insa concorda com a afirmação de que a economia alemã está a passar por um declínio significativo. Apenas 21% discordam. Essa ansiedade económica transcende as linhas partidárias, com até mesmo metade dos eleitores do Partido Verde e do SPD a reconhecer a recessão.
A pesquisa do Insa também mostra que a maioria dos Alemães acredita que a liberdade de opinião está ameaçada. O levantamento constatou que 56% expressam grande preocupação com a liberdade de expressão na Alemanha, enquanto 33% discordam. Este sentimento é particularmente forte na região leste do país (63%) em comparação com a região oeste (54%). Embora os eleitores do AfD e do BSW estejam bastante preocupados com a sua capacidade de se expressarem livremente, os apoiantes dos Verdes e do FDP geralmente não partilham esses temores na mesma medida.
A pesquisa também mostrou que o AfD lidera com 26%, seguido de perto pela CDU/CSU com 25%. Os partidos a governar continuam com dificuldades. O SPD está com 14%, os Verdes com 12% e o Partido da Esquerda com 10,5%.
Embora a União (CDU/CSU) possua o maior “potencial” teórico, com 41%, a AfD mantém a base mais fiel. A Insa observa que a AfD tem a “maior proporção de votos considerados seguros”, com 20%, em comparação com os 18% da CDU/CSU.
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Fonte: https://rmx.news/article/50-of-germans-say-migration-is-germanys-biggest-problem-large-majority-see-economic-decline-and-threat-to-freedom-of-opinion/

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É assim a Democracia - quanto mais tempo passa, mais força dá ao Nacionalismo, porque o «povinho» quanto mais pensa nas coisas, mais pensa com a sua cabeça, que é predominantemente tribalista...

DIA MUNDIAL DA LIBERDADE

                  


O Dia Mundial da Liberdade celebra-se a 23 de Janeiro.
Em Portugal o Dia da Liberdade comemora-se a 25 de Abril mas a data internacional para celebrar a liberdade calha no calendário a 23 de Janeiro. A data foi criada pela ONU e proclamada pela UNESCO.
A liberdade é um direito de todos os seres humanos para realizarem as suas próprias escolhas, para traçarem o seu futuro e determinarem as suas opções de vida.
Liberdade na Declaração Universal dos Direitos Humanos
A Declaração Universal dos Direitos Humanos contempla a liberdade no Artigo 1.º: “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade.”
Já o Artigo 2.º refere que: “Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação.”
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Fonte: https://www.calendarr.com/portugal/dia-mundial-da-liberdade/

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Liberdade, valor cardinal da civilização ocidental, que a considera, implícita ou até explicitamente, como condição sine qua non para que possa haver dignidade. 
É, também, um parâmetro da maturidade, porque constitui a maior distinção entre a menoridade e maioridade em termos individuais - é tradicionalmente o adulto quem, sendo «maior e vacinado», como sói dizer-se, não tem de dar satisfações da sua vida a ninguém.
Esta é uma das definições e prerrogativas da dignidade do adulto, significando isto que só é verdadeiramente digna a sociedade em que haja liberdade para todos os seus cidadãos, todas as liberdades - todas as liberdades políticas, ou seja, as que se definem tendo em conta o espaço privado de cada um, de maneira a que a liberdade de um não interfira com a liberdade de outro - todas as liberdades incluindo, centralmente, a de expressão, que em quase todos os quadrantes políticos tem inimigos, aqueles que respeitam pouco o espaço alheio e visam impor as suas ideias, ou presença, contra e por cima dos direitos alheios, daí que o preço da liberdade seja a eterna vigilância, como disse alguém, porque ao virar da esquina ou nos meandros menos «suspeitos», há sempre quem queira reduzir o direito de outrem à manifestação da opinião individual.
O Ocidente como civilização é a maior salvaguarda cultural, ideológica, política, contra essa ameaça à dignidade de todos e de cada um, motivo pelo qual inventou a Democracia, que é, como dizia Norberto Bobbio, o produto ideológico com mais sucesso na Europa e menos sucesso fora dela...

quinta-feira, janeiro 22, 2026

JANEIRAS - ELEMENTO PAGÃO LATINO DO FOLCLORE NACIONAL



Daqui e daqui, retiram-se trechos para compor este texto:

As Janeiras ou cantar as Janeiras é uma tradição em Portugal que consiste na reunião de grupos que se passeiam pelas ruas no início do ano, cantando de porta em porta e desejando às pessoas um feliz ano novo.
Realizam-se em Janeiro. Este mês era consagrado a Jano, o Deus das Portas e das Passagens. Era o Porteiro dos Céus e por isso muito importante para os Romanos que esperavam a Sua protecção. Era-Lhe pedido que afastasse das casas os espiritos maus, sendo especialmente invocado no Seu mês, o primeiro.
Era tradição que os Romanos se saudassem em Sua honra no começar de um novo ano e daí derivam as Janeiras.

O Dicionário da Porto Editora (4ª Edição) define Janeiras como “Cantigas de boas-festas por ocasião do Ano Novo”.
Assim sendo, não podemos deixar de relacioná-las com Janeiro, o primeiro mês do ano, assim chamado em honra do Deus Jano (de janua = porta, entrada). Este Deus ocupa um lugar muito importante na mitologia romana, sendo o Seu nome invocado antes de JúpiterJano é o Porteiro Celestial, e, consequentemente, o Deus das Portas, que as abria e fechava, esperando-se a Sua protecção na partida e no regresso. Considerado um Deus dos começos, Jano era invocado para afastar das casas os espíritos funestos e não podia deixar de ser invocado no mês de Janeiro, começo do novo ano. Em Sua honra aproveitariam os Romanos para se saudarem uns aos outros. Parece, portanto, que as Janeiras têm origem nesses cultos pagãos, que o cristianismo não conseguiu apagar e que se foram transmitindo de geração em geração. 
A tradição geral e mais acentuada, é que grupos de amigos ou vizinhos se juntem, com ou sem instrumentos (no caso de os haver, são mais comuns os folclóricos: pandeireta, bombo, flauta, viola, etc.). Depois do grupo feito, e de destribuídas as letras e os instrumentos, vão cantar de porta em porta pela vizinhança.
Terminada a canção numa casa, espera-se que os donos tragam as janeiras (castanhas, nozes, maçãs, chouriço, morcela, etc. Por comodidade, é hoje costume dar-se chocolates e dinheiro, embora não seja essa a tradição).
No fim da caminhada, o grupo reúne-se e divide o resultado, ou então, comem todos juntos aquilo que receberam.
As músicas utilizadas, são por norma já conhecidas, embora a letra seja diferente em cada terra.

A mais conhecida parece ser esta:
Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras

Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas

Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte

Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra

Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza

Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura

Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras

Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas
Detalhe da tradição das Janeiras no Minho

As Janeiras na zona centro, arredores de Leiria, em Castanheira de Pera

Janeiras na Quinta da Saudade, Algarve

É de lembrar que já na obra «De Correctione Rusticorum», do século VI, se lê (Ponto 10) que já nessa altura o Povo considerava o início de Janeiro (as Calendas de Janeiro) como o início do ano, ao passo que no Cristianismo da época se afirmava, conforme diz o autor, que o ano só começava no equinócio da Primavera...
É de aproveitar especialmente o dia 9, que na tradição religiosa latina que nos chegou - a romana - é marcado por uma celebração em honra de Janus...

quarta-feira, janeiro 21, 2026

A QUEM INTERESSA QUE A EUROPA NÃO SE UNA E NÃO TENHA FORÇA?

A quem interessa então que a Europa não se una e não seja forte? Só à chinesada, ao Putinedo, aos MAGAS mais palermas, aos «nacionalistas» mais míopes e, claro, a todos os inimigos da Democracia que gostam é de lamber os pés a um líder forte...Esta última parte aplica-se sobretudo aos comentadeiros e anónimos das redes sociais que por aí há, gajos nos seus vintes, trintas, quarentas, cinquentas, às vezes até sessenta anos de idade, mas com mentalidade de adolescentes, que simpatizam com Putin e mostram o seu ódio contra Zelensky, acusando-o de causar centenas de milhares de mortes ucranianas, como se fosse Zelensky o invasor, ou como se ele devesse dobrar a cerviz, isto é mentalidade de puto dos recreios escolares e dos bairros, que, no seu micro-universo, está habituado a baixar a cabeça diante dos mais fortes, e à sua volta todos os outros fazem o mesmo, nada no mundo é tão hierarquizado como os meandros juvenis, ou, segundo se conta, como os estabelecimentos prisionais masculinos, e no entanto esta opinião revela-se ridiculamente contraditória quando é proferida por bocas que andaram toda a vida a guinchar que é civilizacionalmente imperioso promover os valores da virilidade!, as virtudes guerreiras!!, os exemplos de heroísmo!!!, a defesa da Pátria acima das vidas e vidinhas individuais dos burgueses pacíficos e consumistas!!!!, a valorosa capacidade «dos nossos antepassados!» de «lutar até à morte!!!!!!!!!!!», mesmo em grande desvantagem numérica, e tal... mas depois acham que os Ucranianos não o deviam fazer porque não, porque têm é de obedecer ao «chefe do recreio/bairro», que é o Putin... pinga de nojo, esta atitude, envergonhando gravemente uma parte visível da chamada área nacionalista em toda a Europa.É, entretanto, cada vez mais necessário que os Nacionalistas europeus se demarquem de Trump e das suas homéricas e colossais cagadas em matéria de geopolítica, nomeadamente no que respeita às ameaças sobre a Gronelândia. Pode imaginar-se a imensa barracada e balázio nos pés que será para o Movimento Nacionalista europeu se Trump tomar a Gronelândia pela força - já prometeu que não, mas nunca fiando - e, um dia, um presidente de Esquerda norte-americano devolver a Gronelândia à Dinamarca, então aí é que a esquerdaria europeia nunca mais se cala com o respeito pelas Nações que os Nacionalistas afinal não souberam defender por se aliarem a quem desrespeitou uma Nação europeia. Tudo na actual política global mostra que o fortalecimento da União Europeia deve ser uma prioridade de todos os europeus conscientes, mormente os que mais afirmam o ideário nacionalista. Não há na Europa nacionalismo consequente que não seja europeísta.

ITÁLIA - MOURO MATA MOURO EM CONTEXTO DE VIOLÊNCIA JUVENIL AFRICANA EM ITÁLIA

Vamos começar do início. Na escola profissionalizante Einaudi-Chiodo, em La Spezia, na última Vernes, o egípcio Abanoub Youssef, de 19 anos, cristão copta e cidadão italiano, foi esfaqueado até à morte numa sala de aula por Zouhair Atif, de 18 anos, marroquino que chegou a Itália em 2017 por meio de um reencontro familiar. O ataque assassino foi aparentemente desencadeado por fotos de infância trocadas entre a vítima e uma garota de origem indiana com quem Atif namorava.
Um professor descreveu Atif como um aluno que “amava poesia e estudar, podia ser generoso, mas tinha um abismo interior”. Segundo colegas, era uma tragédia anunciada. O marroquino costumava andar armado com uma faca e já tinha ameaçado outro aluno fora da instituição. Um colega disse que o marroquino “andava a perguntar o que acontece a quem mata alguém em Itália”. “Durante uma reunião com um professor, todos tinham de partilhar um sonho. Quando chegou a vez de Atif, ele disse: 'Eu gostaria de saber qual é a emoção de matar alguém', mas não fez nada”, contou outro aluno. Tudo isto deveria ter levado a uma profunda reflexão sobre o que agora se tornou numa verdadeira emergência: a violência da chamada “maranza”. Nos centros de detenção juvenil, quase 50% dos internos é estrangeiro, apesar de os estrangeiros representarem apenas 12% da população italiana nessa faixa etária. Além disso, os “novos italianos”, aproximadamente 1 milhão de menores de origem estrangeira que adquiriram a cidadania italiana, são contabilizados como italianos. Acresce que, de acordo com o relatório do Departamento de Segurança Pública do Ministério do Interior, em 2023, dos 315 menores denunciados pelo crime de violência sexual, 177 eram estrangeiros, ou seja, 56%.
A Itália está a seguir exactamente e em grande velocidade o mesmo caminho de França, onde, como bem explica o livro investigativo “Racismo contra brancos”, de François Bousquet (publicado na Itália pela Passaggio al Bosco), estudantes nativos têm sido submetidos a violência por colegas de origem estrangeira há décadas, em completo silêncio institucional. De facto, está a ocorrer uma espécie de assimilação ao contrário: para se protegerem dos ataques de animais alogénicos, os jovens franceses estão-se a africanizar, tornando-se «deuses» maranza eles mesmos.
Além disso, há alguns anos, Rokhaya Diallo, jornalista francesa de origem africana, afirmou: “A França branca já não existe e quem não gosta disto deve-se ir embora”.
Entretanto, crianças e jovens franceses são espancados, roubados, intimidados e humilhados na escola por colegas com histórico de imigração. Muitas vezes, eles nem sequer recebem a protecção das suas famílias, pois estas estão muito influenciadas por ideologias progressistas. “Se, por aventura, os filhos de imigrantes não europeus se entregarem a insultos ou ataques racistas, a culpa nunca será deles, mas nossa, porque a juventude desorientada deles é produto da nossa opressão sistémica”, escreve Bousquet.
Na verdade, os progressistas italianos justificaram o assassínio de Abanoub, falando de falta de inclusão e acusando a linguagem de ódio contra os imigrantes.
Agora está óbvio. Os média de Esquerda progressistas jamais farão um mea culpa sério  pela crise da criminalidade importada. Isto porque, com a política de portas abertos e a propaganda apologética de uma sociedade multicultural, mudaram a cara da nossa Nação em cerca de uma década. Assim, para cada evento sangrento, cada estupro, cada roubo violento, censuram as notícias e, quando isto não é possível, justificam estas brutalidades perpetradas por imigrantes por meio de acusações ridículas de ausência de políticas de inclusão.
O que fez o mundo progressista saltar da cadeira foi Pierluigi Peracchini, autarca de La Spezia, declarar que “o uso da faca é exclusivo de certos grupos étnicos”. Em Agosto de 2024, após múltiplos esfaqueamentos perpetrados por imigrantes em Trieste, o procurador-geral Federico Frezza falou sobre a “cultura da faca”, afirmando: “É um fenómeno interminável relativamente ao qual estamos a lutar para responder, e começo a ficar preocupado”.
Após o assassínio de Abanoub, no  jornal Republic, Concita De Gregorio escreveu que é indispensável “desarmar as palavras”. A jornalista fez referência específica às manchetes de jornais de centro-direita sobre a violência de jovens imigrantes: “Facas armam as mãos dos rapazes depois de outras lâminas armarem o seu modo de pensar e agir”. Além disso, pelo menos por enquanto, Zouhair Atif não pode ser absolvido pelos média sob o pretexto de doença mental ou de uma vida à margem da sociedade.
Para piorar a situação, o director do Fanpage, Francis Cancelled, escreveu sobre a sabotagem da educação afectiva nas escolas: “Crianças de origem estrangeira são o bode expiatório perfeito para 2026”. É óbvio que estes indivíduos vivem na sua bolha, mas nunca estiveram diante de uma estação de comboio ou num parque? A retórica progressista também se estendeu. Saverio Tommasi atacou o governo, escrevendo: “O facto de este governo sequer ter a decência de considerar a necessidade de cursos sobre afectividade e sexualidade permanecerá como uma das manchas indeléveis na reputação de cada pessoa que faz parte deste governo ou o apoia”.
Durante uma transmissão na La7, John Floris afirmou que, na escola, deve-se estudar uma educação eficaz para se relacionar com os outros, mas que isso não é possível sem o consentimento dos pais. Em seguida, abordou o racismo de famílias italianas que chegam a alertar os seus filhos da seguinte forma: “Cuidado, aqueles que têm facas são filhos de africanos”. Então, norte-africanos esfaqueiam-no porque você acha que eles esfaqueiam? Floris apresentou então uma solução brilhante: “Se pessoas de outras Nações vêm, nós acolhemo-las e dizemos: aqui não se usa violência”. O convidado do mesmo programa, Massimo Giannini, minimizou o assassínio de Abanoub, destacando a necessidade de se usar “uma linguagem inclusiva e respeitosa”.
Em segundo lugar, Silvia Salis, autarca de Génova, para acabar com a violência da "maranza" (uma brincadeira com a palavra "maranza", que significa "reunião de trabalho"), devemos ouvir o desconforto das crianças, inclusivamente fortalecendo a educação sexual nas escolas. Respondendo a ela no jornal La Verità, Francesco Borgonovo comentou: "A medida mais educativa é repatriar o estrangeiro que não respeita a lei". Já no jornal To Come, Maurizio Ambrosini escreveu que a resposta é a integração dos jovens estrangeiros, e não a "remigração prejudicial".
Sara Funaro, autarca democrata de Florença, afirmou: “Temos um problema de segurança no nosso país e temos um problema de segurança em nossas cidades”. Mas, até três anos atrás, a falta de segurança não era apenas uma percepção equivocada dos cidadãos?
Enquanto imigrantes e pessoas de segunda geração continuam a ser responsabilizados, justificando cada uma das suas maldades pela falta de medidas voltadas à inclusão, o homem branco nativo está a ser exposto e esforços estão a ser feitos para reeducá-lo. E é exactamente para isso que serve a educação sexual eficaz, tão defendida pelos progressistas.
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Fonte: https://rmx.news/article/an-18-year-old-moroccan-man-stabbed-a-boy-to-death-in-the-classroom-but-progressives-blame-the-lack-of-emotional-education-in-italian-schools/

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Nota prévia: «maranza» é termo que se aplica aos jovens maioritariamente de origem norte-africana que vivem no norte de Itália.
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Vá lá que pelo menos desta vez não morreu nenhum europeu, do mal o menos. Pode entretanto dar-se o caso de o crime ter algum contorno religioso, que o Remix News não abordou, mas acho que é uma coincidência curiosa que o homicida fosse de um país muçulmano do norte de África e a vítima fosse da minoria cristã de outro país igualmente norte-africano e de maioria igualmente muçulmana.
Salienta-se, no que mais nos interessa, que os Italianos estão a descobrir o que já se sabe em Portugal desde pelo menos os anos oitenta, senão antes - que a africanagem é useira e vezeira no uso da faca como arma de crime. Salienta-se mais ainda tudo o que cobri a amarelo, que foi carradas de texto, foi mesmo muito, porque tudo aquilo é crucial ter em mente e disseminar o mais possível. Fala da situação em França e em Itália - e parece que está a falar de Portugal, com uma similitude que se torna caricatural, é que é tal e qual:
 - a mesma elite reinante, fiel do credo da Santa Madre Igreja dos Últimos Dias do Ocidente, sempre disposta, por isto mesmo, a culpar o Europeu por todos os males, inclusivamente pelos males que vitimam os próprios Europeus;
 - a mesma arrogância despudorada com que se atrevem a dizer que os horrores quotidianos sofridos há décadas por europeus na sua própria terra às mãos de alógenos do terceiro-mundo são «percepções»;
 - o mesmo autismo criminoso com que propõem soluções completamente palermas para travar a violência alógena, e quanto mais isto é dito por gente com responsabilidades políticas, mais o comum cidadão se sente como se sentiria um passageiro de avião à espera de levantar voo que visse passar por si um invisual uniformizado e alguém lhe dissesse que aquele era o piloto;
 - o mesmo fenómeno de africanização da juventude, não apenas pela via da iminvasão e da alta taxa de natalidade africana em solo europeu (iminvasão a partir de dentro do país, como os «aliens» que brotam de dentro de corpos humanos no filme «Alien»), mas também pela via da violência diária nas escolas e nos bairros, que leva jovens autóctones a «terem» de se «integrar» ou obedecer à lei do mais forte, africanizando-se também eles, culturalmente, para assim sobreviverem socialmente, algo que já referi no blogue há nem sei quantos anos...
Todo o combate nacionalista pelo travão à imigração, pela remigração e pela valorização das identidades nacionais é radicalmente urgente como nunca foi na história da Europa desde a invasão dos Hunos, os quais até tinham alguns nativos do seu lado, mas isto agora atinge outras proporções...