ALBION - ALÓGENOS DESPROPORCIONALMENTE REPRESENTADOS NA CRIMINALIDADE VIOLENTA EM COMBOIOS, TAL COMO NOUTROS PAÍSES EUROPEUS
Novos dados da Polícia de Transportes Britânica revelaram que cidadãos estrangeiros representaram 79% de todas as detenções por furto em comboios na Grã-Bretanha no ano passado e 40% de todas as detenções em ferrovias.
Os dados foram divulgados em resposta a um pedido de acesso à informação (FOI, na sigla em Inglês) feito pelo think tank Centre for Migration Control (CMC). Demonstraram que, apesar de constituírem uma minoria da população total, os estrangeiros eram desproporcionalmente responsáveis por diversas categorias de delitos, incluindo roubo, crimes relacionados com drogas, crimes sexuais e crimes violentos. “Das 9771 detenções realizadas na Inglaterra, País de Gales e Escócia, quase 3700 foram de estrangeiros. Importamos um problema enorme”, escreveu a organização em publicação no Google+ na Joves. O relatório observou que 79% dos presos em 2025 por furto em comboios britânicos eram estrangeiros, enquanto os imigrantes presos por crimes relacionados com drogas, crimes sexuais e crimes violentos representavam 40%, 37% e 36% de todas as detenções, respectivamente. Em todos os crimes, estrangeiros estiveram envolvidos em 37,7% das detenções.
Em declarações à GB News, o director de pesquisa da CMC, Robert Bates, disse sobre o governo britânico: “Tornou os nossos comboios inseguros. É responsabilidade de qualquer governo sensato acabar com a imigração e iniciar um programa de deportações em massa para proteger o Povo Britânico.”
Na semana passada, a CMC publicou as conclusões de vários outros pedidos de acesso à informação feitos às forças policiais da Inglaterra e do País de Gales, e constatou que 172889 cidadãos estrangeiros foram presos no ano que terminou em 31 de Março de 2025. Isto, segundo consta, equivalia a 474 prisões por dia, ou uma prisão a cada 183 segundos. Destas detenções, 51212 foram por crimes violentos, enquanto 11264 estavam relacionadas com crimes sexuais.
Em diversas recomendações feitas ao governo após as suas conclusões, o CMC pediu que a Grã-Bretanha “seguisse o exemplo dado por [o presidente dos EUA] Donald Trump e introduzisse uma 'lista vermelha' de países que não podem obter vistos”. O documento também pedia ao governo que "alterasse a legislação para que qualquer estrangeiro condenado por um crime se tornasse imediatamente passível de deportação e, crucialmente, que as deportações fossem efectivamente iniciadas".
Esta realidade não se restringe à Grã-Bretanha, estende-se por toda a Europa Ocidental. Em Setembro do ano passado, o Instituto Nacional de Estatística e Estudos Económicos (INSEE) de França revelou que 64% dos roubos violentos e da violência física e sexual nos transportes públicos de Paris são cometidos por estrangeiros, sendo que 43% desse número são norte-africanos, que representam apenas 3,4% da população. Da mesma forma, no Estado alemão de Baden-Württemberg, estrangeiros são responsáveis por 62% de todos os crimes cometidos nos transportes públicos, apesar de representarem apenas 16% da população, segundo dados divulgados após uma consulta feita aos parlamentares estaduais do partido Alternativa para a Alemanha (AfD) em Junho do ano passado. Dados de Novembro de 2024 mostraram que, em toda a Alemanha, estrangeiros cometem 59% de todos os crimes sexuais em comboios e estações ferroviárias. O deputado Martin Hess, do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), alertou recentemente: "As estações de comboio, antes locais de mobilidade e encontros pacíficos, estão-se a tornar cada vez mais em áreas proibidas", após a divulgação de que o número de crimes violentos na estação central de Berlim triplicou entre 2019 e 2024. Nas últimas semanas, funcionários ferroviários e seus sindicatos em Itália expressaram preocupação com o bem-estar dos trabalhadores após diversos ataques de grande repercussão contra eles, incluindo o assassínio à facada de um condutor de comboio de 34 anos a 5 de Janeiro, em frente à principal estação ferroviária de Bolonha, por um imigrante.
No início desta semana, um estrangeiro sem-tecto acusado de assediar sexualmente funcionárias da ferrovia em três ocasiões distintas na estação de comboio de Ravenna recebeu uma ordem de banimento de um ano após denúncias do sindicato e intervenção policial. “Os trabalhadores estão apavorados”, disse Manola Cavallaro, secretária regional da FIT CISL Emilia-Romagna. “O medo não é apenas físico, é psicológico. Você vai trabalhar sabendo que tem essa pessoa a rondar por perto, observando-o, aproximando-se. E você não sabe até onde ela pode ir.”
Na semana passada, a CMC publicou as conclusões de vários outros pedidos de acesso à informação feitos às forças policiais da Inglaterra e do País de Gales, e constatou que 172889 cidadãos estrangeiros foram presos no ano que terminou em 31 de Março de 2025. Isto, segundo consta, equivalia a 474 prisões por dia, ou uma prisão a cada 183 segundos. Destas detenções, 51212 foram por crimes violentos, enquanto 11264 estavam relacionadas com crimes sexuais.
Em diversas recomendações feitas ao governo após as suas conclusões, o CMC pediu que a Grã-Bretanha “seguisse o exemplo dado por [o presidente dos EUA] Donald Trump e introduzisse uma 'lista vermelha' de países que não podem obter vistos”. O documento também pedia ao governo que "alterasse a legislação para que qualquer estrangeiro condenado por um crime se tornasse imediatamente passível de deportação e, crucialmente, que as deportações fossem efectivamente iniciadas".
Esta realidade não se restringe à Grã-Bretanha, estende-se por toda a Europa Ocidental. Em Setembro do ano passado, o Instituto Nacional de Estatística e Estudos Económicos (INSEE) de França revelou que 64% dos roubos violentos e da violência física e sexual nos transportes públicos de Paris são cometidos por estrangeiros, sendo que 43% desse número são norte-africanos, que representam apenas 3,4% da população. Da mesma forma, no Estado alemão de Baden-Württemberg, estrangeiros são responsáveis por 62% de todos os crimes cometidos nos transportes públicos, apesar de representarem apenas 16% da população, segundo dados divulgados após uma consulta feita aos parlamentares estaduais do partido Alternativa para a Alemanha (AfD) em Junho do ano passado. Dados de Novembro de 2024 mostraram que, em toda a Alemanha, estrangeiros cometem 59% de todos os crimes sexuais em comboios e estações ferroviárias. O deputado Martin Hess, do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), alertou recentemente: "As estações de comboio, antes locais de mobilidade e encontros pacíficos, estão-se a tornar cada vez mais em áreas proibidas", após a divulgação de que o número de crimes violentos na estação central de Berlim triplicou entre 2019 e 2024. Nas últimas semanas, funcionários ferroviários e seus sindicatos em Itália expressaram preocupação com o bem-estar dos trabalhadores após diversos ataques de grande repercussão contra eles, incluindo o assassínio à facada de um condutor de comboio de 34 anos a 5 de Janeiro, em frente à principal estação ferroviária de Bolonha, por um imigrante.
No início desta semana, um estrangeiro sem-tecto acusado de assediar sexualmente funcionárias da ferrovia em três ocasiões distintas na estação de comboio de Ravenna recebeu uma ordem de banimento de um ano após denúncias do sindicato e intervenção policial. “Os trabalhadores estão apavorados”, disse Manola Cavallaro, secretária regional da FIT CISL Emilia-Romagna. “O medo não é apenas físico, é psicológico. Você vai trabalhar sabendo que tem essa pessoa a rondar por perto, observando-o, aproximando-se. E você não sabe até onde ela pode ir.”
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Fonte: https://rmx.news/article/migrant-crime-wave-on-british-trains-79-of-theft-arrests-and-40-of-violent-crime-suspects-are-foreign-nationals/* * *
Contabilizando cada um destes crimes, pode-se, um dia, apresentá-los como parcialmente atribuíveis às elites responsáveis pela imigração e não deportação de alógenos em solo europeu, num dia em que tais responsáveis possam ser julgados em tribunal popular.

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