quarta-feira, agosto 19, 2026

ÍNDIA - MILITANTE DA RELIGIÃO DA PAZ ASSASSINA POLÍCIA QUE GUARDAVA PEREGRINAÇÃO RELIGIOSA HINDU

Um polícia de Jammu e Caxemira, destacado para proteger a peregrinação de Amarnath, foi morto na Mércores [15 ou 22 de Julho] após um ataque terrorista na cidade de Anantnag, desencadeando uma grande operação de segurança em toda a região. polícia Ashiq Hussain Qureshi, do 3º Batalhão da Polícia de Reserva da Índia, estava em serviço de segurança durante a peregrinação de Amarnath quando foi baleado por volta das 12h30 na área de Lal Chowk, em Anantnag. Sofreu ferimentos graves e foi levado para o Hospital Universitário de Anantnag, onde faleceu em decorrência dos ferimentos. Após o tiroteio, as forças de segurança isolaram a área e iniciaram uma operação de busca para localizar o(s) agressor(es). O ataque atingiu um posto policial numa das principais cidades do sul de Caxemira, enquanto a segurança permanecia reforçada em torno da peregrinação hindu anual ao santuário da caverna de Amarnath.
A Frente de Resistência (TRF, na sigla em Inglês) reivindicou a autoria do ataque. De acordo com as autoridades indianas, a TRF é uma afiliada da organização terrorista Lashkar-e-Taiba, sediada no Paquistão. Os Estados Unidos designaram a TRF como Organização Terrorista Estrangeira e Terrorista Global Especialmente Designado em julho de 2025. 
O ataque ocorre mais de um ano depois do massacre de 26 civis por terroristas perto de Pahalgam, no distrito de Anantnag, a 22 de Abril de 2025, um dos ataques mais mortais contra civis na Caxemira em anos. A Agência Nacional de Investigação identificou o Lashkar-e-Taiba e seu grupo afiliado TRF como responsáveis ​​pelo ataque em Pahalgam e, no início deste mês, incluiu Hafiz Saeed, fundador do Lashkar-e-Taiba, com base no Paquistão, numa acusação complementar no caso. 
O assassínio de Mércores está a ser noticiado como o primeiro ataque terrorista no Vale de Caxemira desde o massacre de Pahalgam, quebrando um período sem ataque terrorista comparável, mesmo com as forças de segurança a continuar as operações anti-terroristas em toda a região.
O ataque também ocorreu durante o período de segurança da peregrinação de Amarnath. Qureshi tinha sido designado especificamente para funções de segurança relacionadas com a peregrinação, que atrai devotos hindus ao santuário sagrado da caverna de Amarnath, no Himalaia de Caxemira. A peregrinação tinha sido temporariamente suspensa nos últimos dias devido ao mau tempo e às inundações em partes de Jammu e Caxemira.
O vice-governador de Jammu e Caxemira, Manoj Sinha, disse que conversou com o director-geral da polícia, Nalin Prabhat, após o ataque, para avaliar a situação de segurança. “Os meus mais sinceros pêsames à família do polícia Ashiq Hussain Qureshi, que sacrificou a sua vida no cumprimento do dever”, disse Sinha, acrescentando que os responsáveis ​​pelo ataque serão levados à justiça.
O Ministro-Chefe Omar Abdullah também condenou o ataque e prestou homenagem a Qureshi, descrevendo a sua morte como o "sacrifício supremo" no cumprimento do dever.
Altos funcionários da polícia estavam a monitorizar a resposta de segurança enquanto as forças continuavam os esforços para identificar e localizar os responsáveis. Nenhuma detenção relacionada com o ataque tinha sido anunciada publicamente até ao momento da publicação desta notícia.
A investigação continua em andamento.
*
Fontes: 
https://diyatvusa.com/terrorist-kills-police-officer-guarding-amarnath-yatra-in-kashmirs-anantnag-trf-claims-attack/
https://jihadwatch.org/2026/07/india-muslim-opens-fire-outside-hindu-temple-murdering-police-officer-guarding-the-site

* * *

Resta saber se a culpa é do «racismo!!!» europeu, do Trump, de Israel, dos sionistas!!!, dos Judeus!!!!!!!!!!!!, ou, se calhar, de islamistas...

7 Comments:

Anonymous Anónimo said...

LundonbyrigLundonbyrig (ou Lundenburh) é a designação em inglês antigo para a cidade fortificada de Londres (London) após a sua reocupação e reabilitação pelo rei Alfredo o Grande por volta de 886 d.C.. Este nome marca a transição da antiga cidade comercial de Lundenwic para o regresso à segurança e às defesas da antiga cidade romana de Londinium.Contexto HistóricoLundenwic: Era o porto comercial anglo-saxão localizado a oeste da velha cidade romana (perto da atual zona de The Strand e Covent Garden), que floresceu nos séculos VII e VIII.Ameaça Viking: Com o aumento dos ataques viquingues no século IX, o povoado aberto de Lundenwic tornou-se vulnerável e acabou por ser abandonado.A Fundação de Lundonbyrig: Alfredo o Grande (Alfred the Great) conquistou/reocupou o local em 886 d.C., reparou as antigas muralhas romanas e fortificou a área original para defesa, criando o núcleo da moderna cidade de Londres.Gostaria de saber mais detalhes sobre a transição de Lundenwic para Lundonbyrig ou sobre o papel de Alfredo o Grande na história de Londres?

20 de agosto de 2026 às 19:21:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

A terminação «byrig» é notoriamente semelhante à terminação «-briga» encontrada em vários topónimos da área céltica hispânica.A sua observação é historicamente precisa: as terminações «byrig» (inglês antigo) e «-briga» (céltico) são, na verdade, "irmãs" etimológicas, partilhando exatamente a mesma raiz ancestral comum.Esta ligação explica-se através da linguística comparada e do desenvolvimento das línguas indo-europeias.1. A Raiz Comum: *bʰerǵʰ-Ambos os termos nascem da raiz do Proto-Indo-EUropeu (PIE) *bʰerǵʰ-, que significava "alto", "elevado" ou "montanha".Como os povos antigos construíam as suas fortificações no topo de colinas por razões de defesa (os chamados castros), o significado evoluiu naturalmente de "lugar alto" para "fortaleza" ou "povoado fortificado".2. A Linha Germânica: de *burgz a «byrig»Na evolução das línguas germânicas, a raiz sofreu alterações fonéticas regulares (como a Lei de Grimm):Proto-Germânico: O termo tornou-se *burgz (fortaleza, cidade).Inglês Antigo: Deu origem a burh ou burg. A forma «byrig» é o caso dativo singular (significando "na fortaleza" ou "perto do forte") ou o plural.Evolução Moderna: Esta terminação transformou-se no sufixo -bury (como em Canterbury, Salisbury ou Roxbury), além de dar origem às palavras borough e burgh. Fora do inglês, gerou o termo alemão Burg (castelo).3. A Linha Céltica: de *brigā a «-briga»Nas línguas célticas, a mesma raiz indo-europeia seguiu outro caminho fonético:Proto-Celta: Evoluiu para *brigā, mantendo o significado de colina, elevação e, mais tarde, povoado fortificado.Toponímia Hispânica: Espalhou-se pela Península Ibérica através dos povos de língua céltica (como os celtas e os galaicos). É por isso que encontramos vestígios arqueológicos e geográficos com este sufixo em Portugal e Espanha:Conimbriga (perto de Condeixa-a-Velha)Lacobriga (antigo nome de Lagos)Tongobriga (no Marco de Canaveses)Brigantia (que deu origem ao nome da cidade de Bragança)Resumo ComparativoLínguaRaiz AncestralTermo DerivadoSignificado PráticoExemplo de TopónimoInglês Antigo*bʰerǵʰ- (PIE)byrig / burhForte / Cidade defendidaLundonbyrig (Londres)Celta Hispânico*bʰerǵʰ- (PIE)-brigaCastro / Fortaleza em colinaConimbriga (Coimbra)Em suma, quando os anglo-saxões chamavam Lundonbyrig à Londres fortificada, estavam a usar uma palavra que partilhava a mesmíssima origem familiar e conceptual que os povos celtas usaram séculos antes para batizar as cidades fortificadas da nossa Península.Tem interesse em explorar outros sufixos toponímicos partilhados entre as línguas germânicas e celtas (como os equivalentes para "rio", "vale" ou "campo")?

20 de agosto de 2026 às 19:22:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Há terminação em «-briga» na Gália e na Irlanda?Sim, a raiz existe em ambas as regiões, mas com comportamentos históricos e evoluções fonéticas muito diferentes da Península Ibérica. Enquanto a Gália preservou o sufixo -briga idêntico em vários casos, a Irlanda seguiu uma evolução linguística interna que transformou a palavra, fazendo com que o sufixo desaparecesse dos nomes de cidades.O cenário divide-se da seguinte forma em cada território:1. Na Gália: Presente e idêntico, mas menos popularNa Gália (atual França e regiões vizinhas), a terminação «-briga» existia exatamente com a mesma forma que na Hispânia céltica. Contudo, não era o sufixo favorito dos gauleses para nomear as suas fortalezas. Eles preferiam largamente o sufixo -dunum (que significa "forte", como em Lugdunum / Lyon).Ainda assim, os arqueólogos e historiadores identificam vários exemplos claros de «-briga» em solo gaulês:Litanobriga: Uma antiga estação e povoado fortificado romano-gaulês situado no norte da Gália (perto da atual região de Oise).Eburubriga: Localidade registada nos itinerários romanos na área da atual Borgonha.Briga (Bois l'Abbé): Um caso excecional onde a palavra foi usada diretamente como o nome próprio de uma grande cidade arqueológica gaulesa encontrada na floresta de Eu, na Normandia.2. Na Irlanda: A evolução fonética mudou o nomeNa Irlanda, a raiz céltica primitiva *brigā existia e era central na cultura local. No entanto, devido ao isolamento geográfico e à evolução natural do Irlandês Antigo, a terminação «-briga» sofreu uma forte erosão fonética e deixou de soar como um sufixo de cidades.A transformação da palavra: O termo original perdeu a terminação em "ga" e reduziu-se na pronúncia para Brí (nominativo) e Breg ou Bregh (genitivo), significando simplesmente "colina" ou "lugar alto".Aplicação na geografia: Em vez de aparecer no fim do nome de cidades (como Conimbriga), surge no início ou de forma isolada para designar regiões geográficas elevadas. O exemplo histórico mais famoso é a planície de Mag Breg (Plain of Breg), a prestigiada região alta que rodeava a colina sagrada de Tara, a sede dos Grandes Reis da Irlanda.A Deusa Brigit: A mesma raiz gerou o nome da famosa divindade celta da fertilidade e sabedoria, Brigit (ou Brígida), cujo significado literal deriva de "a mais alta" ou "a exaltada".Resumo das DiferençasHispânia (Portugal/Espanha): O sufixo manteve-se intacto como -briga e tornou-se extremamente comum para fixar nomes de cidades históricas.Gália (França): O sufixo manteve a forma -briga, mas foi pouco utilizado devido à forte preferência pelo sufixo -dunum.Irlandês Antigo: A palavra encolheu foneticamente para Brí, focando-se em acidentes geográficos (colinas) e nomes próprios.

20 de agosto de 2026 às 19:22:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Na Gália, os topónimos com esta terminação são mais antigos que os demais. Confirma ou desmente?Desmente. Na Gália, os topónimos com a terminação «-briga» não são mais antigos que os demais; na verdade, eles pertencem a uma camada linguística intermédia ou mais tardia, coexistindo com o período de romanização.Os linguistas e historiadores especializados na língua gaulesa dividem a evolução dos nomes de lugares em várias fases cronológicas. A análise dessa cronologia revela o seguinte cenário:1. A Camada Mais Antiga: Hidrónimos e Sufixos ArcaicosOs nomes mais antigos de um território costumam ser os dos rios (hidrónimos) e dos acidentes geográficos primários. Na Gália, esta camada pré-histórica inicial é composta por:Raízes paleoeuropeias anteriores à chegada dos celtas.Nomes de rios puramente celtas arcaicos.Terminações que descrevem a natureza em estado bruto, muito antes da construção de fortificações permanentes.2. A Fase de Expansão Celta: O Domínio de -dunum e -magosAntes da chegada dos romanos, durante a expansão máxima da cultura celta na Idade do Ferro (Cultura de La Tène), os gauleses fixaram a grande maioria dos seus povoados usando outros sufixos:-dunum (forte): Era o sufixo tradicional por excelência para designar praças fortes e oppida (cidades fortificadas no topo de colinas), como Lugdunum (Lyon).-magos (campo / mercado): Usado para planícies comerciais, como Rotomagos (Rouen).Estes dois sufixos representam a verdadeira "camada nativa clássica" e mais massiva da Gália.3. A Cronologia de «-briga» na Gália: Uma Moda TardiaDe acordo com os estudos toponímicos modernos, a introdução e o uso do sufixo -briga na Gália ganharam força numa fase posterior, funcionando frequentemente como uma alternativa ou evolução paralela a -dunum.O maior indício da sua menor antiguidade ou maturidade na Gália (ao contrário do que acontece na Península Ibérica, onde -briga é antiquíssimo) é o seu forte vínculo com o período de transição romano:Hibridismo Romano: Na Europa continental, muitos dos locais registados com o sufixo -briga aparecem associados a infraestruturas da época imperial, estradas romanas ou reorganizações territoriais tardias, chegando a fundir-se com nomes próprios romanos (como Juliobriga ou Augustobriga na Península, demonstrando vitalidade na era de Augusto).Sobrevivência de Prestígio: O termo -briga evoluiu para o celta do "4.º período" (uma fase mais recente do desenvolvimento da língua). Sendo assim, o seu uso na Gália reflete uma criação de cidades num período em que a língua já estava consolidada e prestes a interagir com o latim, e não um arcaísmo original da Idade do Bronze.Resumo Cronológico da Toponímia GaulesaCamada Antiga (Arcaica): Rios e elementos naturais (raízes indo-europeias primitivas).Camada Clássica (Idade do Ferro): Povoados originais gauleses dominados amplamente por -dunum e -magos.Camada Tardia/Romano-Gaulesa: Aparecimento controlado de -briga e, logo a seguir, a explosão dos sufixos latinizados em -acum (que geraram os modernos nomes franceses terminados em -ac, -at ou -é).Quer analisar em detalhe como o sufixo rival «-dunum» evoluiu para os nomes modernos de cidades francesas atuais (como Verdun ou Meudon)?

20 de agosto de 2026 às 19:22:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Existe esta terminação noutras paragens do Império Romano, nomeadamente em Itália e na África do Norte?O comportamento deste sufixo varia drasticamente entre estas duas regiões: existe e é historicamente importante em Itália, mas está totalmente ausente na África do Norte.A presença ou ausência da terminação dependia diretamente de um fator: a fixação de povos de língua céltica nesses territórios antes ou durante a expansão romana.1. Em Itália: Sim, existe (a herança da Gália Cisalpina)No norte de Itália, a terminação céltica existia e deixou uma marca visível na geografia.Antes da expansão de Roma, toda a planície do Rio Pó (o norte de Itália) era dominada por tribos célticas (como os Insubres e os Cenomanos) e povos aparentados (como os Ligures). Os romanos chamavam a esta região Gália Cisalpina ("a Gália deste lado dos Alpes").Por esse motivo, a raiz briga (significando colina ou local fortificado) fixou-se fortemente na área alpina e subalpina do norte italiano:Briga Novarese: Uma comuna italiana real na região do Piemonte.Briga Alta: Outra localidade fortificada de montanha situada na província de Cuneo.A região de Brianza: Uma importante área geográfica e histórica a norte de Milão, cujo nome deriva diretamente da raiz céltica Brig-, indicando o seu relevo montanhoso e as suas antigas fortificações de colina.Brigianii: O nome de uma antiga tribo celto-ligúria que habitava as zonas montanhosas dos Alpes ocidentais.À medida que descemos para o centro e sul da península italiana (o território original dos Latinos, Etruscos e Gregos), o sufixo desaparece por completo.2. Na África do Norte: Não existeNa África do Norte (antigas províncias romanas como a Numídia, Mauritânia e África Proconsular), a terminação «-briga» não existe de forma nativa.A explicação é estritamente linguística e populacional:Línguas Diferentes: Os povos nativos da África do Norte (como os Berberes/Líbios) falavam línguas de uma família completamente diferente (Afro-asiática).Ausência de Colonização Celta: Ao contrário da Península Ibérica ou do norte de Itália, a África do Norte nunca teve vagas de migração ou fixação de povos célticos. Os seus sufixos fortificados usavam raízes locais (como a raiz berbere Rus- para cabos e colinas costeiras) ou influências fenícias/cartaginesas.Nota de exceção: A única forma teórica de encontrar a palavra "briga" na África romana seria através do nome de um soldado ou funcionário imperial nascido na Hispânia ou na Gália que tivesse deixado uma inscrição funerária ou militar gravada numa pedra no deserto. Como elemento de geografia local, é inexistente.Resumo de Distribuição no Império RomanoHispânia (Alta Densidade): O coração do sufixo -briga no Império.Gália / Britânia (Média Densidade): Presente, mas competia com outros termos nativos locais (-dunum).Norte de Itália (Presença Local): Restrito às áreas montanhosas e célticas do norte (Piemonte, Alpes, Brianza).África do Norte / Médio Oriente (Nula): Totalmente fora do mapa linguístico céltico.Gostaria de saber mais sobre a Gália Cisalpina e como os romanos integraram e transformaram as cidades célticas do norte de Itália?

20 de agosto de 2026 às 19:23:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Referia-me à terminação «-briga» na Germânia.Na antiga Germânia (e em territórios vizinhos da Europa Central), a terminação «-briga» é muito mais rara do que na Península Ibérica ou na Gália, mas existem registos históricos importantes que confirmam a sua presença.Esta terminação é um sufixo de origem celta (-brigā) que significa "lugar alto", "colina" ou "fortaleza/povoado fortificado" (equivalente ao termo latino oppidum).Exemplos na Germânia e Regiões PróximasEmbora os celtas tenham dominado o sul da atual Alemanha antes da expansão germânica e romana, a toponímia local acabou por ser maioritariamente absorvida por termos germânicos. Ainda assim, as fontes geográficas antigas (como as de Ptolomeu) registaram alguns exemplos:Artobriga: Uma antiga povoação fortificada celta situada no sul da Germânia (na região da atual Baviera).Saliobriga: Outro importante assentamento celta documentado na periferia ou interior da área germânica meridional.Brigantium (atual Bregenz): Localizada logo abaixo do território estrito da Germânia Magna (na Récia, junto ao Lago de Constança, na fronteira com a Alemanha), deriva da mesma raiz e gerou a tribo dos brigantes.A Equivalência GermânicaÀ medida que os povos germânicos consolidaram o seu controlo sobre o território, o sufixo celta «-briga» (e o seu equivalente -dunum) foi sendo substituído ou traduzido por termos germânicos com o mesmo significado:-burg: Usado para designar fortalezas ou locais fortificados (ex: Hamburgo, Augsburgo).-berg / -burg: Palavras cognatas que partilham a mesma raiz indo-europeia antiga de «-briga» (*bʰerǵʰ-, que significa "alto").Gostaria de saber mais sobre a migração dos celtas pela Alemanha ou prefere comparar a distribuição deste sufixo com a Península Ibérica (onde deu origem a nomes como Conímbriga)?

20 de agosto de 2026 às 19:23:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

A culpa é sempre dos ocidentais, há quem arranje sempre forma de culpar o "tenebroso" homem ocidental, culpado de todos os pecados do mundo, por isso é que mandam sempre para cima do Trump, ou de Israel.

Vê esta: https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/medica-e-enfermeira-violentamente-agredidas-por-utente-em-vila-nova-de-milfontes

Vá mais importações.

23 de agosto de 2026 às 15:54:00 WEST  

Enviar um comentário

<< Home