quinta-feira, janeiro 22, 2026

JANEIRAS - ELEMENTO PAGÃO LATINO DO FOLCLORE NACIONAL



Daqui e daqui, retiram-se trechos para compor este texto:

As Janeiras ou cantar as Janeiras é uma tradição em Portugal que consiste na reunião de grupos que se passeiam pelas ruas no início do ano, cantando de porta em porta e desejando às pessoas um feliz ano novo.
Realizam-se em Janeiro. Este mês era consagrado a Jano, o Deus das Portas e das Passagens. Era o Porteiro dos Céus e por isso muito importante para os Romanos que esperavam a Sua protecção. Era-Lhe pedido que afastasse das casas os espiritos maus, sendo especialmente invocado no Seu mês, o primeiro.
Era tradição que os Romanos se saudassem em Sua honra no começar de um novo ano e daí derivam as Janeiras.

O Dicionário da Porto Editora (4ª Edição) define Janeiras como “Cantigas de boas-festas por ocasião do Ano Novo”.
Assim sendo, não podemos deixar de relacioná-las com Janeiro, o primeiro mês do ano, assim chamado em honra do Deus Jano (de janua = porta, entrada). Este Deus ocupa um lugar muito importante na mitologia romana, sendo o Seu nome invocado antes de JúpiterJano é o Porteiro Celestial, e, consequentemente, o Deus das Portas, que as abria e fechava, esperando-se a Sua protecção na partida e no regresso. Considerado um Deus dos começos, Jano era invocado para afastar das casas os espíritos funestos e não podia deixar de ser invocado no mês de Janeiro, começo do novo ano. Em Sua honra aproveitariam os Romanos para se saudarem uns aos outros. Parece, portanto, que as Janeiras têm origem nesses cultos pagãos, que o cristianismo não conseguiu apagar e que se foram transmitindo de geração em geração. 
A tradição geral e mais acentuada, é que grupos de amigos ou vizinhos se juntem, com ou sem instrumentos (no caso de os haver, são mais comuns os folclóricos: pandeireta, bombo, flauta, viola, etc.). Depois do grupo feito, e de destribuídas as letras e os instrumentos, vão cantar de porta em porta pela vizinhança.
Terminada a canção numa casa, espera-se que os donos tragam as janeiras (castanhas, nozes, maçãs, chouriço, morcela, etc. Por comodidade, é hoje costume dar-se chocolates e dinheiro, embora não seja essa a tradição).
No fim da caminhada, o grupo reúne-se e divide o resultado, ou então, comem todos juntos aquilo que receberam.
As músicas utilizadas, são por norma já conhecidas, embora a letra seja diferente em cada terra.

A mais conhecida parece ser esta:
Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras

Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas

Vira o vento e muda a sorte
Vira o vento e muda a sorte
Por aqueles olivais perdidos
Foi-se embora o vento norte

Muita neve cai na serra
Muita neve cai na serra
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem tem saudades da terra

Quem tem a candeia acesa
Quem tem a candeia acesa
Rabanadas pão e vinho novo
Matava a fome à pobreza

Já nos cansa esta lonjura
Já nos cansa esta lonjura
Só se lembra dos caminhos velhos
Quem anda à noite à ventura

Vamos cantar as janeiras
Vamos cantar as janeiras
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas solteiras

Vamos cantar orvalhadas
Vamos cantar orvalhadas
Por esses quintais adentro vamos
Às raparigas casadas
Detalhe da tradição das Janeiras no Minho

As Janeiras na zona centro, arredores de Leiria, em Castanheira de Pera

Janeiras na Quinta da Saudade, Algarve

É de lembrar que já na obra «De Correctione Rusticorum», do século VI, se lê (Ponto 10) que já nessa altura o Povo considerava o início de Janeiro (as Calendas de Janeiro) como o início do ano, ao passo que no Cristianismo da época se afirmava, conforme diz o autor, que o ano só começava no equinócio da Primavera...
É de aproveitar especialmente o dia 9, que na tradição religiosa latina que nos chegou - a romana - é marcado por uma celebração em honra de Janus...

quarta-feira, janeiro 21, 2026

A QUEM INTERESSA QUE A EUROPA NÃO SE UNA E NÃO TENHA FORÇA?

A quem interessa então que a Europa não se una e não seja forte? Só à chinesada, ao Putinedo, aos MAGAS mais palermas, aos «nacionalistas» mais míopes e, claro, a todos os inimigos da Democracia que gostam é de lamber os pés a um líder forte...Esta última parte aplica-se sobretudo aos comentadeiros e anónimos das redes sociais que por aí há, gajos nos seus vintes, trintas, quarentas, cinquentas, às vezes até sessenta anos de idade, mas com mentalidade de adolescentes, que simpatizam com Putin e mostram o seu ódio contra Zelensky, acusando-o de causar centenas de milhares de mortes ucranianas, como se fosse Zelensky o invasor, ou como se ele devesse dobrar a cerviz, isto é mentalidade de puto dos recreios escolares e dos bairros, que, no seu micro-universo, está habituado a baixar a cabeça diante dos mais fortes, e à sua volta todos os outros fazem o mesmo, nada no mundo é tão hierarquizado como os meandros juvenis, ou, segundo se conta, como os estabelecimentos prisionais masculinos, e no entanto esta opinião revela-se ridiculamente contraditória quando é proferida por bocas que andaram toda a vida a guinchar que é civilizacionalmente imperioso promover os valores da virilidade!, as virtudes guerreiras!!, os exemplos de heroísmo!!!, a defesa da Pátria acima das vidas e vidinhas individuais dos burgueses pacíficos e consumistas!!!!, a valorosa capacidade «dos nossos antepassados!» de «lutar até à morte!!!!!!!!!!!», mesmo em grande desvantagem numérica, e tal... mas depois acham que os Ucranianos não o deviam fazer porque não, porque têm é de obedecer ao «chefe do recreio/bairro», que é o Putin... pinga de nojo, esta atitude, envergonhando gravemente uma parte visível da chamada área nacionalista em toda a Europa.É, entretanto, cada vez mais necessário que os Nacionalistas europeus se demarquem de Trump e das suas homéricas e colossais cagadas em matéria de geopolítica, nomeadamente no que respeita às ameaças sobre a Gronelândia. Pode imaginar-se a imensa barracada e balázio nos pés que será para o Movimento Nacionalista europeu se Trump tomar a Gronelândia pela força - já prometeu que não, mas nunca fiando - e, um dia, um presidente de Esquerda norte-americano devolver a Gronelândia à Dinamarca, então aí é que a esquerdaria europeia nunca mais se cala com o respeito pelas Nações que os Nacionalistas afinal não souberam defender por se aliarem a quem desrespeitou uma Nação europeia. Tudo na actual política global mostra que o fortalecimento da União Europeia deve ser uma prioridade de todos os europeus conscientes, mormente os que mais afirmam o ideário nacionalista. Não há na Europa nacionalismo consequente que não seja europeísta.

ITÁLIA - MOURO MATA MOURO EM CONTEXTO DE VIOLÊNCIA JUVENIL AFRICANA EM ITÁLIA

Vamos começar do início. Na escola profissionalizante Einaudi-Chiodo, em La Spezia, na última Vernes, o egípcio Abanoub Youssef, de 19 anos, cristão copta e cidadão italiano, foi esfaqueado até à morte numa sala de aula por Zouhair Atif, de 18 anos, marroquino que chegou a Itália em 2017 por meio de um reencontro familiar. O ataque assassino foi aparentemente desencadeado por fotos de infância trocadas entre a vítima e uma garota de origem indiana com quem Atif namorava.
Um professor descreveu Atif como um aluno que “amava poesia e estudar, podia ser generoso, mas tinha um abismo interior”. Segundo colegas, era uma tragédia anunciada. O marroquino costumava andar armado com uma faca e já tinha ameaçado outro aluno fora da instituição. Um colega disse que o marroquino “andava a perguntar o que acontece a quem mata alguém em Itália”. “Durante uma reunião com um professor, todos tinham de partilhar um sonho. Quando chegou a vez de Atif, ele disse: 'Eu gostaria de saber qual é a emoção de matar alguém', mas não fez nada”, contou outro aluno. Tudo isto deveria ter levado a uma profunda reflexão sobre o que agora se tornou numa verdadeira emergência: a violência da chamada “maranza”. Nos centros de detenção juvenil, quase 50% dos internos é estrangeiro, apesar de os estrangeiros representarem apenas 12% da população italiana nessa faixa etária. Além disso, os “novos italianos”, aproximadamente 1 milhão de menores de origem estrangeira que adquiriram a cidadania italiana, são contabilizados como italianos. Acresce que, de acordo com o relatório do Departamento de Segurança Pública do Ministério do Interior, em 2023, dos 315 menores denunciados pelo crime de violência sexual, 177 eram estrangeiros, ou seja, 56%.
A Itália está a seguir exactamente e em grande velocidade o mesmo caminho de França, onde, como bem explica o livro investigativo “Racismo contra brancos”, de François Bousquet (publicado na Itália pela Passaggio al Bosco), estudantes nativos têm sido submetidos a violência por colegas de origem estrangeira há décadas, em completo silêncio institucional. De facto, está a ocorrer uma espécie de assimilação ao contrário: para se protegerem dos ataques de animais alogénicos, os jovens franceses estão-se a africanizar, tornando-se «deuses» maranza eles mesmos.
Além disso, há alguns anos, Rokhaya Diallo, jornalista francesa de origem africana, afirmou: “A França branca já não existe e quem não gosta disto deve-se ir embora”.
Entretanto, crianças e jovens franceses são espancados, roubados, intimidados e humilhados na escola por colegas com histórico de imigração. Muitas vezes, eles nem sequer recebem a protecção das suas famílias, pois estas estão muito influenciadas por ideologias progressistas. “Se, por aventura, os filhos de imigrantes não europeus se entregarem a insultos ou ataques racistas, a culpa nunca será deles, mas nossa, porque a juventude desorientada deles é produto da nossa opressão sistémica”, escreve Bousquet.
Na verdade, os progressistas italianos justificaram o assassínio de Abanoub, falando de falta de inclusão e acusando a linguagem de ódio contra os imigrantes.
Agora está óbvio. Os média de Esquerda progressistas jamais farão um mea culpa sério  pela crise da criminalidade importada. Isto porque, com a política de portas abertos e a propaganda apologética de uma sociedade multicultural, mudaram a cara da nossa Nação em cerca de uma década. Assim, para cada evento sangrento, cada estupro, cada roubo violento, censuram as notícias e, quando isto não é possível, justificam estas brutalidades perpetradas por imigrantes por meio de acusações ridículas de ausência de políticas de inclusão.
O que fez o mundo progressista saltar da cadeira foi Pierluigi Peracchini, autarca de La Spezia, declarar que “o uso da faca é exclusivo de certos grupos étnicos”. Em Agosto de 2024, após múltiplos esfaqueamentos perpetrados por imigrantes em Trieste, o procurador-geral Federico Frezza falou sobre a “cultura da faca”, afirmando: “É um fenómeno interminável relativamente ao qual estamos a lutar para responder, e começo a ficar preocupado”.
Após o assassínio de Abanoub, no  jornal Republic, Concita De Gregorio escreveu que é indispensável “desarmar as palavras”. A jornalista fez referência específica às manchetes de jornais de centro-direita sobre a violência de jovens imigrantes: “Facas armam as mãos dos rapazes depois de outras lâminas armarem o seu modo de pensar e agir”. Além disso, pelo menos por enquanto, Zouhair Atif não pode ser absolvido pelos média sob o pretexto de doença mental ou de uma vida à margem da sociedade.
Para piorar a situação, o director do Fanpage, Francis Cancelled, escreveu sobre a sabotagem da educação afectiva nas escolas: “Crianças de origem estrangeira são o bode expiatório perfeito para 2026”. É óbvio que estes indivíduos vivem na sua bolha, mas nunca estiveram diante de uma estação de comboio ou num parque? A retórica progressista também se estendeu. Saverio Tommasi atacou o governo, escrevendo: “O facto de este governo sequer ter a decência de considerar a necessidade de cursos sobre afectividade e sexualidade permanecerá como uma das manchas indeléveis na reputação de cada pessoa que faz parte deste governo ou o apoia”.
Durante uma transmissão na La7, John Floris afirmou que, na escola, deve-se estudar uma educação eficaz para se relacionar com os outros, mas que isso não é possível sem o consentimento dos pais. Em seguida, abordou o racismo de famílias italianas que chegam a alertar os seus filhos da seguinte forma: “Cuidado, aqueles que têm facas são filhos de africanos”. Então, norte-africanos esfaqueiam-no porque você acha que eles esfaqueiam? Floris apresentou então uma solução brilhante: “Se pessoas de outras Nações vêm, nós acolhemo-las e dizemos: aqui não se usa violência”. O convidado do mesmo programa, Massimo Giannini, minimizou o assassínio de Abanoub, destacando a necessidade de se usar “uma linguagem inclusiva e respeitosa”.
Em segundo lugar, Silvia Salis, autarca de Génova, para acabar com a violência da "maranza" (uma brincadeira com a palavra "maranza", que significa "reunião de trabalho"), devemos ouvir o desconforto das crianças, inclusivamente fortalecendo a educação sexual nas escolas. Respondendo a ela no jornal La Verità, Francesco Borgonovo comentou: "A medida mais educativa é repatriar o estrangeiro que não respeita a lei". Já no jornal To Come, Maurizio Ambrosini escreveu que a resposta é a integração dos jovens estrangeiros, e não a "remigração prejudicial".
Sara Funaro, autarca democrata de Florença, afirmou: “Temos um problema de segurança no nosso país e temos um problema de segurança em nossas cidades”. Mas, até três anos atrás, a falta de segurança não era apenas uma percepção equivocada dos cidadãos?
Enquanto imigrantes e pessoas de segunda geração continuam a ser responsabilizados, justificando cada uma das suas maldades pela falta de medidas voltadas à inclusão, o homem branco nativo está a ser exposto e esforços estão a ser feitos para reeducá-lo. E é exactamente para isso que serve a educação sexual eficaz, tão defendida pelos progressistas.
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Fonte: https://rmx.news/article/an-18-year-old-moroccan-man-stabbed-a-boy-to-death-in-the-classroom-but-progressives-blame-the-lack-of-emotional-education-in-italian-schools/

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Nota prévia: «maranza» é termo que se aplica aos jovens maioritariamente de origem norte-africana que vivem no norte de Itália.
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Vá lá que pelo menos desta vez não morreu nenhum europeu, do mal o menos. Pode entretanto dar-se o caso de o crime ter algum contorno religioso, que o Remix News não abordou, mas acho que é uma coincidência curiosa que o homicida fosse de um país muçulmano do norte de África e a vítima fosse da minoria cristã de outro país igualmente norte-africano e de maioria igualmente muçulmana.
Salienta-se, no que mais nos interessa, que os Italianos estão a descobrir o que já se sabe em Portugal desde pelo menos os anos oitenta, senão antes - que a africanagem é useira e vezeira no uso da faca como arma de crime. Salienta-se mais ainda tudo o que cobri a amarelo, que foi carradas de texto, foi mesmo muito, porque tudo aquilo é crucial ter em mente e disseminar o mais possível. Fala da situação em França e em Itália - e parece que está a falar de Portugal, com uma similitude que se torna caricatural, é que é tal e qual:
 - a mesma elite reinante, fiel do credo da Santa Madre Igreja dos Últimos Dias do Ocidente, sempre disposta, por isto mesmo, a culpar o Europeu por todos os males, inclusivamente pelos males que vitimam os próprios Europeus;
 - a mesma arrogância despudorada com que se atrevem a dizer que os horrores quotidianos sofridos há décadas por europeus na sua própria terra às mãos de alógenos do terceiro-mundo são «percepções»;
 - o mesmo autismo criminoso com que propõem soluções completamente palermas para travar a violência alógena, e quanto mais isto é dito por gente com responsabilidades políticas, mais o comum cidadão se sente como se sentiria um passageiro de avião à espera de levantar voo que visse passar por si um invisual uniformizado e alguém lhe dissesse que aquele era o piloto;
 - o mesmo fenómeno de africanização da juventude, não apenas pela via da iminvasão e da alta taxa de natalidade africana em solo europeu (iminvasão a partir de dentro do país, como os «aliens» que brotam de dentro de corpos humanos no filme «Alien»), mas também pela via da violência diária nas escolas e nos bairros, que leva jovens autóctones a «terem» de se «integrar» ou obedecer à lei do mais forte, africanizando-se também eles, culturalmente, para assim sobreviverem socialmente, algo que já referi no blogue há nem sei quantos anos...
Todo o combate nacionalista pelo travão à imigração, pela remigração e pela valorização das identidades nacionais é radicalmente urgente como nunca foi na história da Europa desde a invasão dos Hunos, os quais até tinham alguns nativos do seu lado, mas isto agora atinge outras proporções...

ALEMANHA - ATÉ JÁ ALGUNS REPRESENTANTES DA ESQUERDA RECONHECEM QUE A IMIGRAÇÃO ESTÁ NA RAIZ DE MUITA VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS

A crescente violência nas escolas alemãs é um problema que afecta todo o país, em grande parte devido à imigração em massa. Agora, após a promotoria de Cottbus ter iniciado uma investigação sobre 18 casos específicos de violência grave na Escola Primária Regine Hildebrandt, predominantemente frequentada por imigrantes, no sul de Cottbus, o partido Alternativa para a Alemanha (AfD) manifestou-se contra a violência.
A revelação de que tantas investigações criminais estão em andamento em apenas uma escola foi feita pelo Ministro do Interior de Brandemburgo, René Wilke, na Mércores, durante a Comissão de Assuntos Internos do Parlamento Estadual de Brandemburgo. Há também outras sete investigações pendentes perante a polícia.
A escola atraiu a atenção nacional devido aos níveis de violência observados no seu interior, com pais a escrever uma carta aberta a pedir ajuda às autoridades, pois os seus filhos estão a ser alvos. Na carta, divulgada inicialmente pelo veículo de notícias alemão Junge Freiheit, os pais relataram agressões físicas com ferimentos graves, incluindo um aluno que sofreu uma concussão. Além disso, os alunos estavam a usar spray de pimenta e a envolver-se em brigas com pontapés e murros.
Um pai de aluno da Escola Primária Regine Hildebrandt disse ao jornal Junge Freiheit que houve “pelo menos dois ou três ataques” na semana anterior à sua saída da escola. Ele afirmou que os nomes dos agressores eram, “por exemplo, Ali, Mohammed e Ahmed”Os dados mostram que 43% dos alunos da Escola Primária Regine Hildebrandt têm histórico de imigração.
Dennis Hohloch, político do partido Alternativa para a Alemanha (AfD), respondeu: “A imigração é o maior problema, o maior risco para a segurança das nossas crianças nas escolas. Registamos 3209 crimes violentos nas nossas escolas em 2024. Considerando os 190 dias lectivos do ano, isto representa 17 crimes violentos por dia. Este número é 20% maior do que há quatro anos. A violência nas escolas, especialmente aqui em Brandemburgo, já não pode ser minimizada ou ignorada, mesmo que o SPD e o Ministério da Educação continuem a tentar.” Ele acrescentou que as soluções do seu partido incluem: “Em primeiro lugar, gostaríamos de reduzir a idade de responsabilidade penal para 12 anos. Vamos aplicar o princípio do Alemão antes do ensino regular. Vamos implementar limites de imigração nas nossas escolas. Vamos proibir a doutrinação por lei. Vamos retomar o princípio do desempenho, de acordo com o princípio de incentivar em vez de exigir, e vamos voltar a dar ênfase ao ensino de competências culturais básicas.”
Embora o AfD seja o partido mais votado em Brandemburgo por uma grande margem, ainda está longe do poder. Enquanto isso, o caos só aumenta no sistema escolar.
O ministro do Interior descreveu uma grave crise na escola e anunciou que “esses actos também terão consequências muito rapidamente”. No entanto, quais serão essas consequências ainda está por se ver, já que, pelas leis actuais, menores não podem ser processados ​​como adultos e, em muitos casos, muito pouco pode ser feito criminalmente. Embora seja possível transferi-los para outras escolas, essas escolas enfrentarão os mesmos problemas.
O ministro afirmou que a lista de crimes é “muito, muito longa e variada”. Ele descreveu lesões corporais graves, ameaças, insultos e coerção. Wilke descreveu “a agressividade e a disposição para usar a violência como uma dimensão proeminente”.
Agora, em resposta à violência, uma equipa de segurança começou a patrulhar a escola, à custa dos contribuintes. Além disso, a polícia está a realizar interrogatórios sobre possíveis ameaças aos agressores conhecidos. As autoridades também se estão a reunir com o autarca de Cottbus, Tobias Schick (SPD). O autarca, que pertence ao partido de Esquerda SPD, um dos principais defensores da imigração em massa, afirmou durante uma colectiva de imprensa em Agosto de 2025 que o problema é consequência "da imigração parcialmente desregulamentada e parcialmente descontrolada dos últimos anos". Este sentimento também foi partilhado por outros políticos de Esquerda em toda a Alemanha, quando os resultados das suas próprias políticas, e das políticas dos seus próprios partidos, começam a afectar a população.
Esta situação não é exclusiva de Cottbus, pois o problema afecta escolas alemãs em todo o país, incluindo grandes cidades como Berlim. Aproximadamente 40% de toda a violência em escolas alemãs é cometida por estrangeiros; no entanto, não se sabe quanto dos 60% restantes é cometido por alemães com histórico de imigração.
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Fonte: https://rmx.news/article/immigration-is-the-biggest-safety-risk-for-our-children-in-schools-german-prosecutor-investigates-18-cases-of-massive-violence-in-migrant-heavy-cottbus-school/

NEDERLÂNDIA - AFRICANOS COMETEM QUINZE (15) VEZES MAIS VIOLÊNCIA CONTRA A POLÍCIA E O PESSOAL MÉDICO DOS QUE OS NEDERLANDESES

Segundo uma análise do economista Dr. Jan van de Beek, que utilizou dados oficiais da polícia e da população, os imigrantes estão desproporcionalmente representados entre os suspeitos de agressão e violência contra prestadores de cuidados nos Países Baixos. Os cálculos de Van de Beek baseiam-se num relatório encomendado pelo Ministério da Justiça e Segurança e pelo Centro de Investigação Científica e Dados (WODC), publicado em Novembro de 2025. O estudo foi realizado pela empresa de pesquisa política DSP-groep, em cooperação com a Ipsos I&O, e relaciona os registos policiais sobre violência contra trabalhadores da linha da frente com micro-dados anonimizados do Instituto Nacional de Estatística dos Países Baixos (CBS).
Utilizando as tabelas subjacentes do relatório, Van de Beek mediu a frequência com que suspeitos de diferentes países de origem são registados por agressão e violência contra polícias, agentes de fiscalização municipal, bombeiros e paramédicos, em comparação com pessoas de origem holandesa. A análise revela uma sobre-representação extrema em alguns grupos. Suspeitos de origem somali e eritreia foram registados cerca de 15 vezes mais frequentemente do que pessoas de origem holandesa, após correcção pelo tamanho da população. Altos níveis de sobre-representação também foram encontrados entre suspeitos de origem marroquina e pessoas das antigas Antilhas Holandesas e do Suriname. Vários outros grupos não europeus também apresentaram índices acima da média, enquanto suspeitos de origem alemã e belga ficaram no nível ou abaixo da média holandesa.
O conjunto de dados abrange 24488 suspeitos únicos. De acordo com o relatório, pessoas de origem holandesa representam 47% do total de suspeitos, enquanto diversos grupos de imigrantes constituem uma parcela muito maior de suspeitos do que a sua proporção na população.
Os autores do relatório alertam que os números não apontam para uma única causa, enfatizando que factores como idade, género, vulnerabilidade socio-económica e uso de álcool e drogas devem ser considerados. No entanto, Van de Beek sugere que há provas irrefutáveis ​​de que imigrantes de certos países de origem são mais propensos à violência do que a população nativa.
O trabalho de Van de Beek há muito tempo suscita críticas por parte do sistema holandês. Em 2021, ele foi co-autor de "Estado de Bem-Estar Social sem Fronteiras: As Consequências da Imigração para as Finanças Públicas", obra que concluiu que a imigração, em geral, teve um impacto fiscal líquido negativo nos Países Baixos. Este estudo estimou o custo líquido total da imigração entre 1995 e 2019 em cerca de €400 biliões, ou aproximadamente €17 biliões por ano. Constatou-se que os imigrantes que chegavam para trabalhar ou estudar, principalmente de países ocidentais e do Leste Asiático, tinham maior probabilidade de contribuir positivamente, enquanto os imigrantes solicitantes de asilo e de reunificação familiar tinham maior probabilidade, em média, de contribuir negativamente, principalmente devido ao menor nível de escolaridade. O economista holandês, no entanto, parece bastante desdenhoso em relação às críticas dos média tradicionais, tendo publicado recentemente no X: "Você terá problemas com alguns jornalistas holandeses se não se enquadrar exactamente na 'narrativa correcta sobre imigração'".
As consequências criminais da integração na Holanda vieram à tona na semana passada, após a exposição de uma experiência multicultural mal-sucedida em Amsterdão. O programa de integração Stek Oost, no distrito de Watergraafsmeer, lançado em 2018, reuniu 125 refugiados e 125 jovens estudantes, mas rapidamente se transformou num pesadelo. Jovens, predominantemente da Síria, Eritreia e Somália, foram alojados nas instalações, que rapidamente se tornaram palco de relatos de agressões sexuais e violência física. Em 2019, um sírio foi acusado de estuprar uma estudante no seu quarto. Em 2023, houve uma investigação de estupro colectivo. Entre 2018 e 2021, um refugiado foi acusado de seis agressões sexuais. Outro refugiado ameaçou estudantes com uma faca de cozinha. A associação de moradores alertou as autoridades em diversas ocasiões, mas estas ignoraram as queixas, alegando dificuldades com os despejos. Apesar de ter gerado ampla cobertura da imprensa internacional, documentando casos de violência, agressões sexuais e crimes relacionados com drogas no projecto de integração habitacional partilhada, a cidade de Amsterdão recusa encerrá-lo.
Segundo a emissora pública BNNVARA, o município rejeitou os apelos para o encerramento antecipado das instalações e planeia manter o projecto em funcionamento até ao término previsto, em Abril de 2028.
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Fonte: https://rmx.news/netherlands/netherlands-study-finds-migrants-heavily-overrepresented-among-suspects-of-violence-against-care-providers/

GRONELÂNDIA - ORBÁN SAÚDA PRESIDENTE POLACO POR DIZER QUE A QUESTÃO É SÓ ENTRE OS EUA E A DINAMARCA...

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, elogiou o presidente polaco, Karol Nawrocki, pela sua posição em relação à Gronelândia, onde as tensões estão a aumentar devido à crescente retórica do presidente dos EUA, Trump, de que a ilha se deve tornar parte dos Estados Unidos. “Muito bem dito. Óptimo ponto!”, publicou Orbán, acompanhando os comentários de Nawrocki sobre o assunto. “Acho que a discussão sobre a Gronelândia deve, antes de mais nada, permanecer uma questão entre o primeiro-ministro da Dinamarca e o presidente Donald Trump”, escreveu o presidente polaco.
O “Reino da Gronelândia” inclui o estatuto da Gronelândia como território autónomo dentro do Reino da Dinamarca, juntamente com a própria Dinamarca e as Ilhas Faroé. Mas, como país membro da OTAN, qualquer ataque ou tomada forçada da Gronelândia seria, portanto, um ataque à OTAN, o que deveria preocupar, e de facto preocupa, por meio do Artigo 1, todos os membros da OTAN. 
Nunca ocorreu uma guerra em grande escala entre dois ou mais membros da OTAN, nem um membro jamais atacou outro.
A Remix News noticiou ontem que quatro membros da OTAN enviaram tropas para reconhecimento e para preparar defesas adicionais para a ilha. Agora, mais países aderiram: Dinamarca, França, Alemanha, Suécia, Noruega, Finlândia, Holanda e Reino Unido também enviaram tropas, segundo a BBC.
Macron afirma que "o contingente inicial será reforçado em breve com 'recursos terrestres, aéreos e marítimos'".
Quanto ao chefe da OTAN, Mark Rutte, manteve um silêncio estratégico, embora nem todos tenham visto dessa forma. Pressionado sobre a sua posição a respeito do assunto pela parlamentar dinamarquesa Stine Bosse em reunião do Parlamento Europeu, Rutte novamente se esquivou da questão, declarando simplesmente: “O meu papel como secretário-geral é muito claro — eu nunca comento quando há discussões dentro da aliança. Trabalha-se nos bastidores”, segundo a France24.
Além disso, é preciso levar em consideração o povo da Gronelândia. Numa pesquisa realizada em 2025, uma maioria quase total, 85%, afirmou não querer deixar o Reino.
Após conversas realizadas na Mércores entre a Dinamarca, a Gronelândia e os Estados Unidos, a diplomacia dinamarquesa afirmou que a discussão foi "franca, mas também construtiva". O ministro das Relações Exteriores da Dinamarca, Lars Løkke Rasmussen, afirmou, no entanto, que a posição dos Estados Unidos não foi influenciada. "Não conseguimos mudar a posição dos EUA. Ainda temos uma discordância fundamental, então continuaremos as negociações", disse Rasmussen. Referindo-se aos argumentos de Trump de que a Gronelândia sob domínio dinamarquês se poderia tornar num alvo da China ou da Rússia, Rasmussen disse: "Não há ameaça imediata da China ou da Rússia", enfatizando que "não há necessidade de os EUA tomarem a Gronelândia", observa Do Rzeczy.
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Fonte: https://rmx.news/article/orban-nawrocki-say-leave-the-issue-of-greenland-to-the-us-and-denmark/

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Compreende-se a posição polaca, até certo ponto - encontrando-se diante da crescentemente gigantesca ameaça putineira, Varsóvia precisa de todo o apoio norte-americano possível e mais algum. É triste mas é verdade. Quanto ao comportamento de Orbán, é a desgraça subserviente do costume, a querer dividir os Europeus diante dos grandes blocos não europeus. Deixa muito a desejar como exemplo de líder nacionalista, em tudo se comporta como um bully ou servente de bully.

ALEMANHA - TRÊS ALÓGENOS DO TERCEIRO-MUNDO PRESO POR ESPANCAREM MUI GRAVEMENTE UM ESTUDANTE ALEMÃO

Um grupo de delinquentes espancou brutalmente Paul S., um aspirante a estudante de medicina de 23 anos, fracturando o seu joelho em sete lugares diferentes e danificando gravemente a sua perna a ponto de ele precisar de uma prótese. Agora, após semanas de incompetência policial, quatro suspeitos foram finalmente presos.

Vale destacar que três deles têm cidadania alemã, mas todos são originários de países estrangeiros, nomeadamente Síria, Iraque e Afeganistão.
Paul S. tinha saído de um bar com amigos no bairro de Rüttenscheid, em Essen, quando ele e seus amigos foram atacados por um grupo de homens com aparência típica «do sul». Para saber todos os detalhes da história, leia esta reportagem da Remix News aqui.
A agressão foi tão violenta que a perna de Paul está agora presa por parafusos e placas. Ainda não se sabe se ele voltará a andar, e os médicos dizem que provavelmente precisará de uma prótese de joelho. A sua mãe conta como o sonho dele de ser cirurgião parece ter chegado ao fim para sempre.

No entanto, após o ataque, praticamente todas as instituições falharam com Paul. Uma médica do pronto-socorro disse que não havia nada de errado e até lhe negou analgésicos, antes que outro hospital o aceitasse e revelasse que ele tinha um dos piores casos de lesão no joelho que já tinham visto. A decisão dela de mandá-lo embora sem analgésicos teve um efeito cascata no caso, já que a polícia foi informada de que os ferimentos eram leves. Como resultado, eles não procuraram testemunhas nem obtiveram imagens de câmaras de segurança. No entanto, a polícia teria sido informada rapidamente da gravidade dos ferimentos, mas mesmo assim não buscou testemunhas ou outras provas.

A mãe de Paul ofereceu uma recompensa de 10000 euros por informações sobre os autores do crime, e foi somente graças aos seus esforços que o caso está a ser solucionado. “O meu filho quer ser cirurgião”, disse Jeanine S., de 46 anos, em entrevista ao Bild. Ela observa que os médicos precisam de ficar de pé por longas horas numa mesa de cirurgia, e agora não está claro se ele algum dia será capaz de fazer isto. “Com estas consequências para toda a vida, ninguém sabe o que esperar”, disse ela.

A 10 de Janeiro, por volta das 00h15, duas testemunhas ligaram para a polícia e disseram conhecer vários dos criminosos envolvidos no caso. Os suspeitos foram localizados no Christinenpark, onde a polícia os perseguiu enquanto se tentavam esconder num arbusto, segundo o jornal BildUm dos suspeitos era um cidadão alemão de 17 anos com nacionalidade iraquiana, outro era um cidadão alemão de 18 anos com nacionalidade afegã, e o outro era um jovem de 19 anos com cidadania alemã e nacionalidade síriaNo entanto, o quarto suspeito é um alemão de 19 anos conhecido pelo seu histórico de crimes graves e controversos. Contudo, o simples facto de ser alemão não revela nada sobre a sua nacionalidade. Enquanto os outros suspeitos têm dupla cidadania, o quarto pode ter histórico de imigração, mas essa informação não foi divulgada ao público.

O caso é notável porque o mantra é que os estrangeiros vêm para a Alemanha para serem médicos e engenheiros, mas, neste caso, eles acabaram prematuramente com a carreira de um aspirante a médico. A mesma história repete-se por todo o país, com imigrantes a cometer uma quantidade incrível de crimes na Alemanha e na Europa nos últimos 10 anos.
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Fonte: https://rmx.news/article/germany-4-suspects-arrested-for-destroying-young-medical-students-leg-in-vicious-attack-3-from-syria-iraq-and-afghanistan/

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Mais um caso em que os grandessíssimos mé(r)dia aproveitariam para dizer que o crime fora cometido por «jovens alemães», e pronto, ficava assim a história, o «povinho» não seria devidamente informado sobre os reais efeitos da imigração oriunda do terceiro-mundo, o que significa que não votaria com pleno conhecimento de causa...

NEDERLÂNDIA - MOURO ESQUIZOFRÉNICO ESFAQUEIA MORTALMENTE UMA MIÚDA DE 11 ANOS À FRENTE DO IRMÃO DELA

Um tribunal em Utrecht ouviu que o homem acusado de esfaquear até à morte Sohani, de 11 anos, em Nieuwegein, era uma "bomba-relógio", apesar de parecer estar a funcionar normalmente nas semanas anteriores ao assassínio, segundo reportagem da RTL.
Sohani foi assassinada no ano passado enquanto caminhava na rua com o seu irmão e outras crianças. O suspeito, Hamza L., de 30 anos, esfaqueou-a até à morte no dia da sua festa de aniversário. O tribunal ouviu que o réu tinha começado recentemente a reduzir a dose da medicação que tomava para tratar a psicose.
Embora os riscos fossem conhecidos, o seu psiquiatra concordou em reduzir a dosagem. Na altura, o suspeito do assassínio parecia estar razoavelmente bem e trabalhava num supermercado Lidl, onde os seus colegas desconheciam a sua deterioração mental. “A família dele também achava que ele se estava a sair razoavelmente bem”, observou o juiz durante a audiência.
O tribunal ouviu que o estado de saúde de Hamza L. piorou rapidamente nos dias que antecederam o assassínio. Vizinhos deram o alarme diversas vezes, e ele escapou por pouco da prisão pouco antes da morte de Sohani. Na manhã anterior ao crime, ele agrediu uma mulher no rosto com um carrinho de bebé perto de um centro comercial. Foi abordado pela polícia com base numa descrição, mas como a vítima não tinha certeza da sua identidade, ele não foi detido. A polícia também recebeu vários relatos de moradores do bairro alegando comportamento agressivo e perturbador. Um vizinho preocupado ligou para a polícia algumas noites antes do assassínio, após ver o homem parado na rua no meio da noite a gritar mensagens ameaçadoras e incoerentes. Os polícias que atenderam à ocorrência ficaram preocupados com a situação, mas, após deliberação, decidiram não o prender.
O tribunal ouviu relatos de como Hamza L. teve pelo menos 75 encontros com a polícia, incluindo a sua mãe, terapeutas e os próprios polícias entre os seus alvos durante episódios psicóticos. Ao mesmo tempo, os depoimentos também o retrataram como um homem que podia ser gentil e atencioso, com amor pela família e pela natureza.
O réu declarou ao tribunal que não se lembra de quase nada do período em que o seu estado de saúde se deteriorou. "Eu via demónios e tinha alucinações", disse ele ao ser questionado repetidamente sobre as suas lembranças. Explicou que as recordações que ainda tinha durante interrogatórios policiais anteriores se tinham dissipado ao longo do último ano, porque desde então sofreu vários outros episódios psicóticos.
Psiquiatras e psicólogos do Centro Pieter Baan examinaram Hamza L. ao longo do último ano e concluíram que ele sofre de psicose grave. Afirmaram também que ele fazia uso de drogas. Os especialistas médicos concluíram que ele deveria ser declarado totalmente inimputável, evitando assim a prisão. A RTL observou que esta conclusão foi contestada pelo advogado da vítima, que exigiu pena de prisão além de tratamento psiquiátrico compulsório. Ele observou que a decisão de Hamza L. de usar drogas apesar do diagnóstico foi uma escolha que agravou o seu quadro.
O Ministério Público holandês está a solicitar apenas tratamento psiquiátrico para o réu.
“Hamza viu um demónio, mas ela era um anjo”, disseram os pais de Sohani sobre a filha. Eles também descreveram o trauma que o irmão mais novo de Sohani, que presenciou o ataque, sofreu ao longo da vida. “Ele está, como descrevemos, vivo, mas ao mesmo tempo morto. Uma criança foi esfaqueada até à morte e enterrada, e outra criança está morta nos seus pensamentos.”
Reportagens anteriores detalharam o longo histórico de violência e ameaças do réu. Segundo a NOS, em 2016, ele teria ameaçado a sua mãe, dizendo: “Tira as calças. Quero beijar, tocar e acariciar a tua vagina”, acrescentando: “Vou-vos matar a todos”. Em Agosto de 2022, foi condenado por tentativa de agressão qualificada e ameaças de morte. Nesse caso, pontapeou um cão várias vezes, esfaqueou uma vítima e deu um soco tão forte em outra que quebrou a própria mão. Foi sentenciado a 120 dias de prisão, com 66 dias suspensos, e colocado em liberdade condicional por três anos.
Em Fevereiro de 2025, o vice-chefe de polícia de Midden-Nederland, Michel de Roos, afirmou que o caso reflectia uma falha sistémica. “Perdemos uma menina de 11 anos que jamais voltará. Uma família devastada. Um bairro em turbulência. E uma paciente psiquiátrica agora confinada numa cela”, disse ele ao jornal de Volkskrant. “Este não é um incidente isolado. É o resultado de um sistema falho. Se os políticos não tomarem decisões fundamentais para melhorar o atendimento psiquiátrico, isto acontecerá novamente.”
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Fonte: 
https://rmx.news/netherlands/hamza-l-who-stabbed-11-year-old-girl-to-death-in-the-netherlands-was-a-ticking-time-bomb-dutch-court-told/