sábado, setembro 12, 2026

BATALHA DE MARATONA - VITÓRIA DA MAIS ANTIGA DEMOCRACIA OCIDENTAL SOBRE UM IMPÉRIO ORIENTAL


Stoa Poikile, Pórtico Pintado,[1] Estoa Pintado ou Estoa Pecile (em grego: Στοά Ποικίλη; transl.: Stoá Poikíle), originalmente chamado de Pórtico de Peisianax (emgrego: Στοά Πεισιανάκτειος; transl.: Stoá Peisianákteios), foi um antigo edifício da ágora de Atenas, construído durante o século V a.C.. 
Pode ver-se em maior dimensão aqui: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/ef/Marathon_battle_in_Stoa_Poikile,_Carl_Robert.jpg


A batalha de Maratona (em grego: Μάχη τοῡ Μαραθῶνος; transl.: Māche tou Marathōnos) ocorreu durante a Primeira Guerra Médica, em Setembro de 490 a.C., numa planície a leste de Atenas.
Milcíades, avisado do desembarque persa, incumbiu os atenienses a fazerem frente. Enviaram Fidípides a Esparta para solicitar ajuda, correndo cerca de 200 quilómetros em menos de um dia a pé. Os espartanos prometeram enviar ajuda, mas argumentaram que, por razões religiosas (já que se encontravam no nono dia do mês lunar), não poderiam fazê-lo antes de seis dias. Milcíades não podia esperar tanto tempo e lançou-se ao ataque contra os persas com os efectivos que dispunha.
O número de atenienses flutuava provavelmente entre dez e quinze mil combatentes, e as forças persas entre vinte e trinta mil. Heródoto diz que os persas tinham seiscentos barcos, se bem que outros autores gregos aumentam as forças inimigas até um milhão de efectivos, dado exagerado e inverossímil. Os gregos cercaram os persas, que responderam com uma chuva de flechas, levando os gregos a precipitarem-se contra o inimigo e forçando a disposição em formações fechadas, impedindo o uso da cavalaria.
Esta acção foi determinante, pois os persas não podiam fazer muito contra as largas lanças das forças gregas preparadas para um combate corpo a corpo, já que os seus arcos não os serviam, e as espadas, punhais e espadas curtas não podiam fazer grande dano aos gregos protegidos com couraça. Os persas ofereceram grande resistência, conseguindo romper num momento o cerco grego, mas este rapidamente foi reagrupado e os gregos fizeram recuar os persas até ao local do desembarque, onde se deu a última parte do combate.
Os atenienses capturaram sete barcos, mas eram insuficientes para impedir a retirada do exército inimigo, que foi totalmente massacrado. Do lado persa houve cerca de 6000 baixas, e pelos atenienses morreram 192 hoplitas. As tropas persas, derrotadas, regressaram à Ásia, mas isto não significava que o problema estava solucionado entre persas e gregos, porquanto em breve ocorreria uma nova guerra.
Fidípides, segundo conta a lenda, foi mandado por Milcíades a correr os 42 quilómetros (250 estádios) que separavam a Maratona de Atenas para anunciar a vitória grega. Após anunciá-la com a frase "Alegrai-vos, atenienses, nós vencemos!", caiu morto devido ao esforço.
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Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Batalha_de_Maratona

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Conta-se que quando Fidípides voltava da sua missão a Esparta, foi abordado pelo Deus Pã, que lhe perguntou porque é que os Atenienses não O honravam, ao que o mensageiro respondeu que essa honra passaria a ser feita. De acordo com a lenda, Pã gostou da promessa e apareceu na batalha, infundindo aos soldados persas o tipo de temor desesperado que costumava infundir às suas vítimas, o chamado «pânico» (termo derivado de «Pan», como é bom de ver). Depois da batalha, foi consagrado um recinto a Pan numa gruta na encosta norte da Acrópolis, em Atenas, onde anualmente se Lhe oferecia um sacrifício...
Realizou-se também o festival «Agroteras Thysia» («Sacrifício a Agrotera») , em Agrae, perto de Atenas, para honrar Ártemis Agrotera (Ártemis a Caçadora, que é Ártemis, equivalente à latina Diana, como Deusa da Caça). Tratou-se aqui da concretização de um voto feito pela cidade antes da batalha, o de consagrar à Deusa uma certa quantidade de bodes, no mesmo número que o dos persas que tombassem na batalha. Como o número de soldados da Pérsia mortos em combate era muito elevado, passaram a oferecer-se quinhentos bodes todos os anos à Deusa neste festival. Noventa anos depois, ainda o mesmo número de bodes era oferecido a Ártemis neste festival.
Consta também que durante o embate os Atenienses viram o fantasma do rei Teseu, mítico herói ateniense, a liderar, coberto pela sua armadura, o exército ateniense contra os Persas. A imagem de Teseu foi de facto representada no mural Stoa Poikile, juntamente com outros heróis e os doze Deuses Olímpicos. Segundo conta Pausânias, foi avistado no meio do combate um homem de aparência rústica que com um arado massacrou incontáveis estrangeiros. Ninguém mais o viu, depois disso. Quando os Atenienses consultaram o oráculo a respeito do sucedido, foi-lhes respondido que deveriam passar a honrar Echetlaeus («O do arado») como herói...
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Fonte: https://en.wikipedia.org/wiki/Battle_of_Marathon#Legends_associated_with_the_battle

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Foi uma vitória do Ocidente, sem dúvida - e também da Democracia, uma vez que o regime democrático ateniense ficou particularmente beneficiado com este triunfo. Devem ter-se sempre presentes as palavras de Heródoto, o chamado «pai da História», a respeito da glória militar ateniense:
«Os Atenienses aumentaram o seu poder; e é evidente, não apenas por uma instância mas em todos os sentidos, que a Igualdade é uma coisa excelente, uma vez que os Atenienses quando eram governados por déspotas não eram melhores na guerra do que qualquer dos seus vizinhos, mas quando se viram livres dos déspotas tornaram-se de longe nos maiores. Isto prova que enquanto eram mantidos em submissão, eram voluntariamente passivos, porque estavam a trabalhar para um mestre, mas quando se libertaram, cada um deles estava pronto para fazer algo por si mesmo.» (Ler em «História» livro V, 78, de Heródoto).

DIADA - DIA DA CATALUNHA

 Celebração da Nação na Catalunha, há dois anos


Diada, Dia da Catalunha - saudações nacionalistas aos irmãos do outro lado da península, que merecem tanto a independência como Portugal.

sexta-feira, setembro 11, 2026

ACTUALIZAÇÃO SOBRE O QUE FORÇAS DO ISLÃO TÊM FEITO ONDE QUER QUE TENHAM PODER

Onze de Setembro de 2001, Martes - milhões de europeus e norte-americanos, usualmente distraídos, descobriram subitamente que afinal a ameaça muçulmana contra o mundo ocidental não acabou há séculos e está agora notoriamente viva. Mais uns milhares de pessoas foram assassinadas em nome de um globalismo, porque o Islão, recorde-se, é um globalismo.
Não foi pois nem um começo nem um fim - foi um ponto de passagem, quando muito um recrudescer, assinalado por quase três mil mortos.
Ainda assim, continua a haver quem repita o estribilho de que «ai, as religiões querem todas o mesmo» - esquecendo que não se têm visto budistas, taoístas ou hindus a lançarem aviões contra torres nos últimos anos...
No Ocidente, só as forças nacionalistas assumem uma posição unívoca, coerente e permanente: a ameaça islamista tem de ser travada a todo o custo, começando-se, antes de mais nada, por travar a imigração oriunda do mundo islâmico. 
Um louvor póstumo é devido aos passageiros do voo 93 da United Airlines que se revoltaram contra os sequestradores e os impediram de atirar o aparelho contra a Casa Branca.

CINQUENTA ANOS DE BIONICÃO E FALCÃO AZUL



Onze de Setembro de 1976, data em que a Hanna-Barbera apresentou ao público a sua dupla Dynomutt, Dog Wonder e Blue Falcon (que na banda desenhada brasileira que cá chegava era traduzida como Bionicão e Falcão Azul).
Dynomutt é um cão biónico que tem como parceiro de combate ao crime uma espécie de Batman, que é Falcão Azul. Também este duo maravilha vive numa mansão onde guarda inúmeros gadgets perfeitamente alucinados e recebe um sinal de apelo das autoridades. O cão é a figura de proa destes desenhos animados perfeitamente inofensivos. Trata-se de mais um produto que todo o apreciador do género «super-heróis» pode degustar sem preocupações ou caganças... 

quarta-feira, setembro 09, 2026

ALEMANHA - COMO FOI O SUCESSO QUASE INACREDITÁVEL DA AFD

O partido Alternativa para a Alemanha (AfD) obteve uma vitória retumbante e histórica na Saxónia-Anhalt, mas quando dados específicos são analisados, a vitória torna-se ainda mais notável.
Aqui estão quatro pontos-chave dos dados eleitorais que mostram que a AfD, que obteve aproximadamente 43,8% dos votos, tem muito a comemorar, independentemente de conseguir ou não o controle do Estado.

Talvez o aspecto mais positivo da eleição para a AfD seja a expressiva vitória, alcançada com um nível recorde de participação eleitoral de 77,8%. Em essência, mais democracia significou mais votos para a AfD, segundo cálculos da Infratest dimap. A empresa destacou que a AfD conquistou 170 mil eleitores que se abstiveram nas últimas eleições, em 2021, o que representa 10% dos aproximadamente 1,7 milhão de eleitores aptos a votar na Saxónia-Anhalt. Isto significa que o eleitorado total da AfD era composto por aproximadamente 30 a 35% de não votantes.
Para aqueles desiludidos com a política, o programa da AfD está a trazê-los de volta à participação na democracia. Em teoria, os meios de comunicação do país deveriam estar a celebrar este resultado, mas, na realidade, talvez preferissem que estes eleitores simplesmente ficassem em casa, desiludidos e desanimados.
Os resultados do AfD mostram que ainda há espaço para melhorias. Aproximadamente 65% dos eleitores do AfD relataram enfrentar dificuldades financeiras. À medida que a economia alemã continua a apresentar fragilidades, o leque de potenciais eleitores que o AfD pode alcançar expandir-se-á provavelmente para outros Estados.
É importante notar que o facto de muitos destes eleitores enfrentarem dificuldades financeiras não significa necessariamente que estejam desempregados. De facto, a AfD conquistou 61% dos votos dos operários que efectivamente votaram. No entanto, muitos destes trabalhadores, frequentemente de baixa renda, também podem estar a enfrentar dificuldades financeiras num sistema que muitas vezes recompensa o desemprego.
Alguns vêem os resultados do AfD como um modelo a ser seguido.
65% dos eleitores do AfD na Saxónia-Anhalt relataram enfrentar dificuldades financeiras. Acontece que, quando se associa correctamente a imigração em massa ao declínio da segurança no emprego, da propriedade de imóveis, do acesso à saúde, da educação de qualidade, de salários dignos e de quase todos os outros indicadores de qualidade de vida dos residentes actuais, eles respondem de acordo nas urnas”, escreveu Gabe Guidarini, chefe de gabinete dos Jovens Republicanos de Ohio. Embora americano, a sua publicação destaca que os resultados eleitorais do AfD estão a ser acompanhados pela direita em todo o mundo, especialmente quando oferecem um plano claro para a vitória.
A narrativa desgastada da esquerda, que retrata os partidos de direita a obter apoio apenas de "homens brancos mais velhos", foi mais uma vez desmascarada pela AfD na Saxónia-Anhalt. A AfD conquistou o voto jovem em números esmagadores, alcançando 42% dos eleitores entre 18 e 24 anos e 44% dos eleitores entre 25 e 40 anos. Martin Sellner, CEO do Instituto de Remigração, comemorou os resultados, escrevendo: “Os jovens estão bem. A juventude alemã está cada vez mais patriota e rejeita a 'culpa alemã', a imigração substitutiva, a ideologia trans e o marxismo cultural.”
Na verdade, foram os eleitores mais velhos que, de facto, impediram a AfD de conquistar a maioria absoluta, com apenas 31% dos eleitores com 70 anos ou mais a apoiar o partido. Números semelhantes têm sido observados consistentemente em toda a Alemanha, com os eleitores mais velhos a optar pelos partidos tradicionais, enquanto os eleitores jovens e de meia-idade se voltam para a AfD. Embora a AfD possa comemorar o apoio entre os eleitores mais jovens, o peso combinado da população votante mais velha significa que o partido terá que conquistar estes eleitores ou continuará sem conseguir alcançar uma posição de poder nos níveis estadual e federal.
A história da Saxónia-Anhalt não pode ser contada sem mencionar o colapso da União Democrata Cristã (CDU). O partido viu o seu apoio cair pela metade desde a última eleição, chegando a 17,2%.
A cientista política Petra Dobner foi questionada se o chanceler Friedrich Merz renunciaria. Ela respondeu: “Isto também pode depender do resultado das próximas eleições. Talvez ele consiga manter-se na Saxónia-Anhalt, mas se Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental e Berlim apresentarem resultados semelhantes, então realmente não vejo futuro para Merz.”
Vale destacar que Merz afirmou, em 2018, que a CDU poderia reduzir o apoio à AfD pela metade. “Podemos atingir novamente os 40% e reduzir o AfD pela metade. Isto é possível! Mas nós próprios precisamos de criar as condições para isso. Esta é a nossa tarefa”, disse ele. Desde então, Merz conseguiu reduzir pela metade o apoio à CDU na Saxónia-Anhalt e dobrar o apoio à AfD.
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Fonte: https://rmx.news/article/4-reasons-why-the-afds-victory-in-saxony-anhalt-is-so-incredible/

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Isto quando a Democracia funciona mesmo e o «povinho» vota cada vez mais de acordo com o que realmente pensa, meu amigo, é a catástrofe das elites...


JOGOS DO MEDITERRÂNEO - ATLETA MARROQUINO TENTA VIOLAR ATLETA FRANCESA DURANTE CRUZEIRO

A polícia italiana está a investigar uma suposta tentativa de agressão sexual envolvendo uma jogadora de vólei francesa e um jogador de futebol marroquino durante os Jogos do Mediterrâneo em Taranto, Itália. O incidente teria ocorrido na noite de 30 para 31 de Agosto a bordo do navio de cruzeiro que servia de vila olímpica. Segundo uma reconstrução inicial, a atleta francesa rejeitou uma investida sexual do suposto agressor, que não parou e continuou a insistir. Ela começou a pedir ajuda, o que chamou a atenção da tripulação. Médicos de emergência do serviço 118 e polícias foram ao local. A atleta foi levada ao hospital para exames e não apresentava nenhuma lesão. Após o exame médico, ela retornou à vila dos atletas. 
Os investigadores identificaram o alegado agressor como um jogador de futebol marroquino. Ele já tinha retornado a Marrocos com a delegação nacional após concluir os seus compromissos no torneio. As autoridades afirmaram que não havia motivos para uma medida cautelar ou prisão policial, e ele foi autorizado a embarcar no voo de retorno, já agendado há muito tempo, com o seu grupo.
Uma equipa da polícia italiana, liderada pelo director Antonio Serpico, está a entrevistar testemunhas e a analisar imagens das câmaras internas do navio, principalmente as instaladas perto da área da piscina. As autoridades afirmam já ter reunido informações que podem ajudar a reconstruir o que aconteceu naquela noite. A saída do jogador de futebol não interrompeu a investigação, segundo o jornal italiano La Gazzetta del Mezzogiorno.
O director-geral dos Jogos do Mediterrâneo, Carlo Molfetta, afirmou: “Estamos a acompanhar de perto o andamento das investigações conduzidas pelas autoridades competentes para apurar as responsabilidades pelo ocorrido. As investigações estão a utilizar imagens das câmaras presentes no navio-vila, que somam cerca de 1200. Da nossa parte, só posso reiterar a minha total cooperação com o trabalho dos investigadores.”
Nenhuma medida formal foi até ao momento tomada contra o atleta identificado. Os investigadores afirmam que continuam a examinar as circunstâncias e a verificar a versão da atleta francesa.
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Fonte: https://rmx.news/article/mediterranean-games-french-volleyball-player-accuses-moroccan-football-player-of-sexual-assault/

ALEMANHA - NEGRO COM ORDEM DE EXPULSÃO MAS QUE RECORREU DO PROCESSO DE EXPULSÃO VIOLA UMA ALEMÃ

Um homem de 24 anos, originário do Benim, está em prisão preventiva sob suspeita de ter arrastado uma mulher de 27 anos da calçada e a seguir estuprado num matagal numa pequena cidade de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental. A polícia só divulgou o caso quatro semanas após o ataque. 
Notavelmente, o Estado oriental de Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental tem o menor número de refugiados entre todos os Estados alemães e, em termos per capita, é o terceiro menor.
A polícia e a promotoria afirmam que o ataque ocorreu por volta das 14h30 do dia 9 de Agosto, um Soles, na rua Mühlenstrasse, em Friedland, uma cidade com cerca de 6000 habitantes na região dos lagos de Mecklemburgo. Segundo o relato inicial, o suspeito puxou a mulher alemã da rua para um arbusto ao lado de um prédio e ali a violou. A mulher foi posteriormente encontrada ferida.
Uma descrição detalhada do agressor rapidamente levou os investigadores a um suspeito específico, informaram o jornal regional Nordkurier e a emissora pública NDR. A polícia criminal de Neubrandenburg deteve o homem em Friedland na noite seguinte, 10 de Agosto. Posteriormente, um tribunal local ordenou a sua prisão preventiva a pedido da promotoria de Neubrandenburg.
As autoridades não descreveram publicamente o caso quando a mulher foi estuprada pela primeira vez. Questionados posteriormente pelo jornal Nordkurier, os investigadores disseram que suspenderam o apelo por testemunhas para não comprometer a busca ou uma detenção iminente.
Uma porta-voz da polícia também disse ao Bild: "Para não comprometer uma possível prisão, não foi feito nenhum apelo público por testemunhas."
Entrevistas e perícias realizadas nas horas seguintes à denúncia reforçaram as suspeitas contra o cidadão beninense, disseram as autoridades. O T-Online noticiou que os investigadores acreditam que o jovem de 24 anos não tentou deixar a cidade por temer ser identificado.
A polícia informou que o suspeito já tinha estado no distrito vizinho de Vorpommern-Greifswald. Ele foi visto várias vezes em Friedland e nas proximidades de um abrigo comunitário local, embora não residisse no local. O motivo das suas frequentes visitas ainda está a ser investigado.
O seu pedido de asilo na Alemanha foi rejeitado. Ele contestou essa decisão na justiça e, como o processo ainda está em andamento, ele tinha permissão legal para permanecer no país no momento da sua prisão, informou a polícia. Uma decisão final sobre o asilo ou uma possível deportação só será tomada após a conclusão desse processo.
A polícia recusou dar mais detalhes sobre a agressão, alegando protecção da vítima. A investigação do estupro continua.
No ano passado, o Ministério do Interior alemão informou que estrangeiros foram responsáveis ​​por 53% dos estupros colectivos na Alemanha, atingindo o maior número já registado. Eles também são responsáveis ​​por 39,1% de todos os crimes sexuais.
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Fonte: https://rmx.news/article/in-german-state-with-fewest-refugees-african-migrant-arrested-for-dragging-24-year-old-woman-into-bush-and-raping-her/

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Soma-se mais um à montanha de casos em que gente europeia sofre na sua própria terra por causa da relutância das elites em expulsar alógenos. A única esperança de um dia punir, na carne ou em efígie (se já tiverem morrido ou tiverem fugido), estes responsáveis das elites, será eleger governos nacionalistas com poder suficiente para exercer a justiça retroactivamente.


ESPANHA - ASSOCIAÇÃO DE PROTECÇÃO DE ANIMAIS QUER PROCESSAR MOUROS QUE MATARAM GOLFINHO

Após um grupo de imigrantes ter sido filmado a desfilar com um filho de golfinho-nariz-de-garrafa morto em Ceuta, um debate público polarizado eclodiu e uma organização ambiental está a pressionar os promotores espanhóis para que investiguem o caso como um crime. Na Mércores, 2 de Setembro de 2026, vídeos gravados na praia de Trampolín mostraram várias pessoas segurando um filho de golfinho-nariz-de-garrafa morto como se fosse um troféu. Ele sangrava acima de um dos olhos. Um influenciador espanhol gravou todo o incidente, afirmando que eles mataram o golfinho. “Eles mataram um golfinho… Dizem que o mataram. Ali, como vocês podem ver, eles matam espécies protegidas”, disse o influenciador. O filho estava a nadar perto da margem em área que funciona há semanas como assentamento informal para os imigrantes que chegaram no final de Julho. Reportagens locais e um grupo ambientalista afirmam que o golfinho foi retirado da água e, posteriormente, aparentava estar morto ou a morrer.
A associação Defesa das Árvores Urbanas, da Biodiversidade e do Meio Ambiente (DAUBMA), sediada em Ceuta, apresentou uma queixa à Guarda Civil no dia seguinte. Em comunicado, o grupo afirmou que o animal chegou à costa vivo e desorientado, foi retirado à força do mar e atingido na cabeça com um pedaço de pau.
A DAUBMA apresentou fotografias e vídeos que, segundo a associação, mostram um ferimento com sangramento perto de um dos olhos e pessoas tentando limpar o sangue do animal. A associação solicitou a identificação das pessoas que aparecem nas imagens, a abertura de uma investigação e o encaminhamento do caso ao Ministério Público Ambiental da Espanha.
A associação argumentou que os eventos poderiam constituir tanto crueldade contra animais resultando em morte quanto uma ofensa contra uma espécie protegida.
Um funcionário da empresa Ecoservicios, responsável pela limpeza da praia e presente no local, disse ao grupo que não podiam tratar o animal como captura e que especialistas ambientais deveriam ser chamados. Após essa intervenção, o grupo tentou devolver o filho à água. Alguns relatos indicam que ele já parecia sem vida.
Os golfinhos-nariz-de-garrafa são estritamente protegidos pelas leis da UE e de Espanha. A captura, o ferimento ou a morte intencional de cetáceos são proibidos. As licenças de pesca recreativa emitidas em Ceuta abrangem apenas peixes e cefalópodes específicos; os golfinhos não estão entre eles. Portanto, o incidente não pode ser tratado como um caso de pesca comum e legal.
Até 4 de Setembro, nenhum resultado oficial do exame do corpo, nem quaisquer prisões, haviam sido divulgados.
Uma petição no Change.org exigindo a identificação dos envolvidos também circulou rapidamente, segundo o El Faro Ceuta. A praia continua lotada de pessoas vivendo em acampamentos improvisados ​​de imigrantes, aumentando a tensão que marca Ceuta desde as travessias de Julho. A DAUBMA e o grupo local de conservação marinha CECAM aproveitaram o episódio para reiterar queixas anteriores sobre casos recorrentes de golfinhos e tartarugas mutilados encalhados na praia, que atribuem em parte a redes de deriva ilegais. Esses casos anteriores são distintos dos eventos de Mércores, mas servem de pano de fundo para que a associação pressione as autoridades a tratarem essa morte como um crime, e não como um incidente isolado.
A Guarda Civil possui a denúncia, as provas em vídeo e os depoimentos das testemunhas. Ainda não está claro se será aberto um processo por crueldade contra animais ou por violação da protecção da vida selvagem.
Entretanto, a pressão sobre o governo do primeiro-ministro Pedro Sánchez está a aumentar, com protestos em massa envolvendo dezenas de milhares de espanhóis ocorrendo em cidades de todo o país durante o fim de semana.
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Fonte: https://rmx.news/article/animal-cruelty-environmental-association-calls-for-prosecution-after-migrants-accused-of-killing-baby-bottlenose-dolphin-on-ceuta-beach/

MEIO SÉCULO DE NOVA


Faz dia dez de Setembro cinquenta anos do surgimento de Nova, uma das personagens Marvel mais esteticamente ricas do género super-heroístico, digo eu, independentemente de a grande maioria da população não saber nem precisar de saber a ponta de um corno sobre o figurão.
Criada a sua fatiota e o cerne da sua definição em 1967, foi remodelado e formalmente apresentado pela Marvel ao público a 10 de Setembro de 1976, numa revista com o seu nome - Nova #1 - coisa rara na época, quando cada novo herói começava por aparecer em publicações de outras personagens já bem estabelecidas. 
Leia-se, agora a itálico, uma dedescrição sumária do que era a personagem antes de o ser, segundo conta a IA, para não perder mais tempo:
Em 1966, um jovem Marv Wolfman, com apenas 20 anos de idade, criou uma personagem para a sua fanzine independente chamada Super-Adventures. Essa personagem original chamava-se The Star-Man (O Homem das Estrelas).A concepção original apresentava várias diferenças marcantes em relação ao herói que hoje conhecemos:
O Nome e o Fato: Naquela publicação amadora, a personagem não se chamava Nova, mas sim Black Nova. O seu fato inicial já exibia a icónica cor azul-escura, mas ostentava um padrão de estrelas vermelhas e amarelas no peito, em vez dos tradicionais três losangos xandarianos.
A Origem Conceptual: Marv Wolfman desenhou o herói como um jovem humano de nome Kraig Vance, um estudante de medicina que ganhava os seus poderes extraordinários não de um alienígena moribundo, mas sim através de uma farda alienígena especial de cariz tecnológico e biológico.
O Argumento Primitivo: Kraig Vance encontrava a farda e usava-a para combater uma invasão de seres extraterrestres que ameaçavam o planeta Terra, funcionando muito mais como um herói de ficção científica clássica do que propriamente um super-herói urbano.
Anos mais tarde, já ao serviço da Marvel Comics, Marv Wolfman decidiu recuperar o conceito básico daquela fanzine de 1966. Juntamente com o desenhador John Buscema, o autor reformulou o herói: alterou o nome civil para Richard Rider, conferiu-lhe o ambiente característico do bairro de Queens (para evocar o espírito do Homem-Aranha) e simplificou o nome do alter-ego para, simplesmente, Nova. Aquela ideia nascida num folheto amador transformava-se, finalmente, num dos maiores ícones cósmicos da editora.
Ora então um puto quase adulto, Richard Rider, enrascado na sua vida pessoal, recebe o apelo telepático de um soldado extra-terrestre às portas da morte, Rhomann Dey, oficial do exército Nova do planeta imperial Xandar, cuja nave espacial se despenha na Terra. O adolescente passa destarte a ser detentor de uma fulgurante armadura que lhe dá poderes cósmicos e etc.. 
É em tudo o típico super-herói, pelo que gostará deste boneco quem gostar deste tipo de personagem, precisamente o super-herói, que, tendo tomado nos anos de 1930 a estrutura que tem hoje, marcou a cultura pop do século XX, constituindo uma espécie de cavaleiro andante (quase sempre urbano) com poderes sobre-humanos, farda lustrosa e eco de semi-deus mitológico...

Segundo o criador de Nova, Marv Wolfman, trata-se de «recapturar a essência do Homem-Aranha mas numa personagem totalmente diferente». A essência a que se refere é a do herói perfeitamente anónimo, originário das classes trabalhadoras, tendo uma vida privada entre o banal e o merdoso; isto é o igualitarismo inserido letra a letra no campo do épico pop, qual Sancho Pança que se torna um Quixote bem sucedido.
Pormenor característico das personagens deste género é o nome do seu alter-ego ser aliterativo, Richard Rider, tal como Peter Parker (Homem-Aranha), e outra antroponímia de b.d. igualmente aliterativa, em que o nome próprio e o apelido são igualmente começados pela mesma consoante/som: Clark Kent (Super-Homem), Bruce Banner (Hulk), Raymond Randall (Birdman), etc.; Stan Lee disse em tempos que «era para ficar no ouvido», é só mais uma característica popular quase no campo do popularucho, ou pimba, que, efectivamente, também é cultura e contribuir para define uma era.

Se «recaptura» ou não a essência do Homem-Aranha, parece-me cagativo, mas a semelhança com aspecto de cópia a que me referi no início é a que assemelha Nova a uma das principais personagens da grande editora concorrente, a D.C. - essa personagem é Lanterna Verde (1959), que também recebe os poderes de um e.t. prestes a esticar o pernil, e esse e.t. também é um soldado de um corpo de tropas intergalácticas, tal como R. Dey... A diferença é que o da D.C. veste de verde e tem uma mascarilha foleira, daquelas que só na b.d. mais palerma é que podem servir para esconder a identidade seja de quem for, enquanto a fatiota do da Marvel é amarela e azul (por coincidência ou não, amarelo mais azul dá verde) e, em vez de ter um poder tipo pastilha elástica ou plasticina concentrado num anel, usa habilidades mais elegantemente distribuídas e verticalmente convencionais: voo, disparo de raios, manipulação de energia, etc.. Se houve intenção de o fazer parecer uma imitação do gajo do anel verde da D.C., por motivo comercial ou se calhar provocatório, não restam grandes dúvidas de que, em qualquer caso, saiu melhor a «cópia» do que o «original», acrescento.
Não apareceu no segundo filme de «Guardiões da Galáxia», embora no primeiro houvesse uma referenciazita à personagem, nomeadamente com a presença de Rhomann Dey cujo uniforme militar constitui uma versão mais apagadita do do super-herói da b.d..; ao contrário do que se esperava (eu já mal esperava), acabou por não aparecer no terceiro filme dessa saga, diz-se é entretanto que já vai sair para o ano uma fita centrada na personagem, logo se vê.


60 ANOS DE FANTASMA DO ESPAÇO...


A dez de Setembro de 1966, a editora norte-americana Hanna-Barbera estreia os desenhos animados de Space Ghost, Fantasma do Espaço, espécie de super-homem galáctico mas com poderes mais a pender para o etéreo, conforme o nome indica - invisibilidade, intangibilidade - e com estética quase batmânica, o que também corresponde bem ao nome, e sem as cuecas por fora do uniforme, o que só o beneficia diante dos seus congéneres acima referidos. 
Trata-se de mais um produto criado para o entretenimento infanto-juvenil mas que mais tarde se reelabora de forma a puxar para o adulto, na medida do possível, bem entendido... um polícia interestelar que é vítima quase mortal de um grupo de polícias corruptos e mais tarde, depois de saber que a sua esposa e filho tinham sido mortos, vai parar a um planeta fantasma (e quem não quereria um planetazito deserto e fresco só para si?) onde, por obra e graça de um alien cobarde que se queria redimir, recebeu uma fatiota com super-poderes e voltou para castigar os seus algozes, dedicando-se depois a fazer justiça, etc., o costume. 
Na década de noventa teve um talk-show com convidados humanos, o Space Ghost Coast to Coast...
Nos desenhos animados para os putos, tinha com ele algumas crianças a coadjuvá-lo no combate ao crime, o que sempre me pareceu um bocado anti-climáxico, é como o Robin de Batman, foi criado para tirar «sinistrice» ao morcego de Ghotam City e não, ao contrário do que muitos disseram, por alguma intenção subliminarmente pedófilo-paneleiresca...
Falta que apareça no grande ecrã, enriquece o panorama da cultura de massas com a sua aparência entre o «dread» mais ou menos «gótico» europeu e o futurismo triunfante, bom impulso, consciente ou não.

ALEMANHA - 3 AFEGÃOS VIOLAM UMA JOVEM ALEMÃ E FILMAM O ACTO ENQUANTO SE RIEM


Uma jovem alemã do grupo feminista Lukreta [mulher da foto maior acima] publicou um vídeo denunciando mais um estupro colectivo cometido por estrangeiros no seu país, desta vez envolvendo três suspeitos afegãos acusados ​​de estuprar colectivamente uma jovem de
17 anos em Dortmund, filmar o estupro e depois rir enquanto traumatizavam a vítima.
Os três homens – Quais W., de 20 anos, Burhanulla N., de 19 anos, e Kambiz H., de 25 anos – estão a ser julgados no Tribunal Regional de Dortmund por uma série de acusações graves, incluindo estupro e filmagem de vídeo pornográfico de menor.
Segundo relatos, os três homens atraíram a jovem para o apartamento deles em Setembro de 2024, na cidade de Dortmund, sob falso pretexto. No entanto, uma vez no apartamento, os suspeitos embriagaram a jovem a tal ponto que ela perdeu a consciência. “Durante a noite, a testemunha perdeu a consciência em consequência do consumo de álcool. O acusado aproveitou-se então dessa situação”, disse o promotor Fabian Weishaupt. Os três homens estupraram então sistematicamente a garota e filmaram-se a rir. Um deles chegou a abrir os olhos da garota inconsciente com o dedo.
Segundo o jornal Bild, os três suspeitos possuem extensas fichas criminais, incluindo roubo, ataques contra agentes da lei, tráfico de drogas, agressão e outros delitos.
Quanto ao grupo feminista Lukreta, uma das suas integrantes afirmou que o caso “não foi abordado nem pelas emissoras públicas nem pela esquerda política, embora seja difícil encontrar um exemplo superável em termos de anormalidade e misoginia”. “O motivo, claro, é que os três agressores são todos de origem afegã e conhecidos da polícia”, disse ela. Por outras palavras, os média e os grupos feministas de esquerda são muito cautelosos quando os autores desses ataques são estrangeiros, mas apenas porque esses casos estão a impulsionar rapidamente a ascensão do partido Alternativa para a Alemanha (AfD). Os dados também são claros. O Remix News noticiou que, no ano passado, um número recorde de suspeitos envolvidos em estupro colectivo eram estrangeiros, chegando a 53% pela primeira vez.
A jovem de Lukreta também tem pouca fé no sistema judiciário alemão e questiona se os afegãos serão deportados caso sejam condenados, afirmando: “É questionável se os três afegãos serão condenados de forma justa. O que é certo, porém, é que, em caso de deportação, activistas de extrema esquerda da Antifa estarão no aeroporto para impedir a fuga dos estupradores."
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Fonte: https://rmx.news/article/germany-3-afghan-men-gang-filmed-themselves-laughing-as-they-gang-raped-a-young-girl/

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Claro que ainda não foram expulsos do país, pode acontecer que desta vez o sejam finalmente, quanto mais não seja para ver se o «povinho» não vota tanto na AdD... De resto, o «povinho», mormente o das classes populares de origem europeia, está completamente entregue à mais violenta das bicharadas se não tiver como defesa, única defesa, a ascensão da chamada Extrema-Direita.

ESCRITORA POLACA PRÉMIO NOBEL EXPRESSA «TERROR» DIANTE DA BRANCURA DA SUA PRÓPRIA GENTE


Antes de mais nada - «degeneração» vem do latim «de + genus», significando «fora da estirpe/raça»

Chama-se oicofobia ao que esta autora aqui diz.
Ora, como se chega a uma patologia destas, a uma doença moral deste quilate, a um grau de degeneração de tal ordem que se passa a considerar «aterradora» a simples existência de um canto do mundo onde só o seu próprio Povo vive?
É o resultado de um longo processo de endoutrinamento, aliás, de evangelização anti-racista, que prega o ódio - literalmente - à sua própria gente e a crença profunda de que a identidade étnica constitui só por si uma ameaça moral que tem de ser erradicada.
Se esta Tokarczyk fosse a casa da sua própria família e dissesse «que terror, só há lá gente da minha família, todos iguais, a falar a mesma língua», ora o que diria um comum observador? Que esta Tokarczyk devia ter um trauma familiar grave... ou que simplesmente odiava a família...
Faz lembrar as palavras de um certo carpinteiro crucificado há 2026 anos lá para os lados da Judeia: «Julgais que vim trazer a paz? Não, vim trazer o fogo, vim virar filho contra pai, mãe contra filha, de maneira a que, em cada casa, três sejam inimigos de dois»...
Nesta Tokarczyk, foi total o sucesso dessa mensagem desse crucificado...

Trata-se pois da mais literal degeneração - rompimento com a própria estirpe, doença moral dominante nas elites do Ocidente. Por isso mesmo é que esta nobilizada autora pode impunemente dizer o que disse sem consequências de maior.
Faça-se, a propósito, um exercício de «imaginação» - qual seria a reacção de qualquer representante das elites me(r)diáticas se um polaco fosse ao Chade ou ao Ruanda e dissesse que era «aterrador» só haver negros nas ruas? ou se fosse ao Japão e dissesse que em todas as ruas só via amarelos que pareciam todos iguais e todos a falar a mesma língua e que uma coisa dessas era «aterradora»? Quantos processos por «discurso de ódio» não lhe cairiam em cima...

UM DOS GRANDES SÍMBOLOS DA MAIS AUTÊNTICA EUROPA - «NÃO ABANDONAREI A FÉ DOS MEUS ANCESTRAIS»

"Skilde sig från henne, för att han inte ville vara gift med "en hednahynda". Intressant nog var hennes son med Erik Segersäll, Olof Skötkonung, den förste svenske"
"separou-se dela, porque não queria estar casado com "uma cadela pagã". Curiosamente, o filho dela com Erik, o Vitorioso (Erik Segersäll), Olof Skötkonung, [foi] o primeiro [rei] sueco"
Isto foi dito pelo seu primeiro marido, Eurico, o Vitorioso (Erik Segersäll) da Suécia, que se terá divorciado dela devido às suas crenças pagãs (daí o termo pejorativo "hednahynda"). O filho de ambos, Olof Skötkonung, acabou por se tornar historicamente o primeiro rei a governar tanto os Suíades (Svear) como os Geatas (Götar), e foi também o primeiro rei cristão da Suécia.

A lendária Sigrid Storråda ou Sigrid a Orgulhosa, filha do rei da Suécia, foi em 998 levada a casar-se com o rei norueguês Olaf Tryggvason. Mas recusou o matrimónio porque o monarca norueguês exigiu a sua conversão ao Cristianismo. Disse-o claramente a Tryggvason, frente a frente:
 «Não irei abandonar a fé que os meus antepassados mantiveram antes de mim.»
O norueguês, enraivecido, bateu-lhe. A resposta de Sigrid foi calma e altaneira: «Isto que fizeste poderá um dia causar a tua queda».
Tryggvason, que fora pagão, e se tornara famoso por ter saqueado Londres em 994, queimando nesse ataque a ponte de Londres (que originou uma rima infantil da cultura popular inglesa), converteu-se a dada altura ao Cristianismo, construiu a primeira igreja da Noruega e passou a empreender uma espécie de guerra santa em nome do Crucificado, campanha de terror e massacres destinada a destruir a religião dos seus ancestrais e do seu Povo: numa ocasião, forçou um compatriota seu a engolir uma víbora pelo facto de este recusar o culto do Judeu Morto, tendo depois oferecido as terras da vítima à Igreja, deixando a família do assassinado na miséria; noutro episódio, colocou uma taça com brasas no estômago doutro resistente à nova ordem cristã até que as entranhas do pagão rebentaram. Chacinou além disso centenas de homens e mulheres por realizarem o festival de Ostara (festa pagã nórdica equivalente à Páscoa e donde deriva o inglês «Easter»). E cortou a língua do rei anterior, Guthroth, por se pronunciar contra a tirania do novo rei cristão.
Converteu a Islândia ao Cristianismo - com base na chantagem e no cerco asfixiante. Os seus missionários falharam na missão de converter os Islandeses ao culto do Judeu Morto, um deles até foi declarado fora-da-lei em solo islandês por ter andado a destruir santuários e estátuas de Deuses. Trygvasson recorreu então a métodos político-económicos: proibiu o acesso de marinheiros islandeses aos portos noruegueses, o que prejudicou o principal comércio islandês, e tomou como reféns sob ameaça de morte vários islandeses que viviam na Noruega, entre os quais se contavam filhos de alguns dos principais líderes da Islândia. Os actuais asatruar (adoradores dos Deuses nórdicos) chamam-lhe «Olaf o Traidor».
Sigrid conseguiu sempre evitar o casamento com o monarca cristão, ao mesmo tempo que criou uma coligação dos inimigos do seu pretenso esposo. Logrou assim mover a Suécia e a Dinamarca contra a Noruega. No dia 9 de Setembro do ano 1000 obteve a vingança que prometera: as forças cristãs de Olav Tryggvason foram batidas pela aliança sueco-dinamarquesa na batalha naval de Svolder, que representou um grande revés para o Cristianismo no extremo norte europeu.