sexta-feira, junho 27, 2025
quinta-feira, junho 26, 2025
EM MEMÓRIA DE JULIANO, UM DOS MAIS AUTÊNTICOS REPRESENTANTES DO OCIDENTE
Carta de Juliano à população de Alexandria em 362:
A Juliano sucedeu Joviano, cristão que a princípio se mostrou tolerante para com os cultos religiosos tradicionais, pagãos, mas que rapidamente viria a implementar contra estes violentas medidas repressivas.
quarta-feira, junho 25, 2025
«O NOSSO SANGUE NÃO SE COMPRA»
AUMENTO DOS GASTOS COM A DEFESA? CLARO - O GRANDE CAPITAL É A RESPOSTA
Num momento em que o império euro-asiático putineiro adopta uma postura eminentemente militarista e declaradamente anti-ocidental, ataca impunemente um Povo irmão e Estado soberano, e, mais recentemente, junta forças militares ao longo da fronteira de mil quilómetros com a Finlândia - imagine-se o que pode isto fazer, por exemplo, à pequena Estónia - torna-se óbvio que ignorar o perigo oriundo de onde vieram os Hunos é nada menos que suicidário, quando não é, por outro lado, cumplicidade com o agressor.
Havendo, por isso, necessidade de aumentar notoriamente os gastos de cada um dos países da OTAN com a sua própria defesa militar, parte da defesa militar de todos os outros, urge decidir como se sustentarão tão brutais gastos. Parece-me óbvio qual é ou seria a forma mais justa de o fazer - da criação, a nível europeu, de um pacote legal de semi-urgência, que incluiria a nacionalização parcial das grandes empresas e bancos em todo o espaço da UE. Nacionalização apenas parcial, sublinhe-se, para que nenhum dos proprietários privados ficasse sem a sua empresa, bem entendido... Com efeito, todas as grandes multinacionais em solo da UE poderiam continuar nas mãos daqueles que hoje são seus detentores, sucedendo simplesmente que
1 - Não poderiam vender nenhuma empresa a outros privados,
2 - não poderiam mover quaisquer materiais ou capitais para países de fora da UE,
3 - teriam de pagar impostos muitíssimo elevados sobre os seus rendimentos para sustentar o esforço industrial bélico do Ocidente,
4 - esta lei seria aplicada de imediato, tendo este imediatismo o propósito de não dar tempo aos proprietários do grande capital para deslocarem os seus proventos em direcção a países onde não pagassem impostos.
Seria evidentemente uma linha de procedimento muito mais sensata do que tirar dinheiro aos sectores da Saúde ou da Segurança Social, pois que todo e qualquer Estado tem ou deve ter como primeira função a defesa da Pátria, da Nação, do Povo, defesa esta que se exerce, em primeiro e mais imediato lugar, pela defesa das fronteiras nacionais contra ameaças externas, pela defesa da população contra ameaças internas, pela saúde da sua população - e, só depois disso, pela defesa da propriedade privada, nomeadamente a dos mais abastados.
A JUGOSLÁVIA, A UCRÂNIA E UNS QUANTOS INIMIGOS DA DEMOCRACIA
ALEMANHA - ALÓGENO ESTAVA ASSINALADO COMO PERIGOSO MAS MESMO ASSIM NÃO FOI EXPULSO...
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Quanto será que custa, em horas de trabalho e gastos diversos, expulsar um simples alógeno, tal é a teia de leis criada pela elite com o intuito de impedir que o povo se possa libertar de alógenos...
FRANÇA - RECLUSO ÁRABE TORTURA CRUELMENTE COLEGA DE CELA ATÉ À MORTE
DINAMARCA - PIVETES ALÓGENOS ARMAM CILADA A GAYS PARA OS AGREDIREM BRUTALMENTE
Dois adolescentes imigrantes, de 15 e 16 anos, foram condenados à prisão na Dinamarca por uma série de agressões violentas e humilhantes contra homens gays em Odense.
A parelha, composta por indivíduos que são ambos de origem étnica não dinamarquesa, foi considerado culpada de atrair vítimas por meio de um aplicativo de namoro gay antes de emboscá-las, filmar os ataques e partilhar os vídeos online.
Conforme relatado pela emissora TV2 Fyn, os ataques foram realizados em rápida sucessão na noite de 17 de Setembro de 2024. O primeiro ocorreu às 19h25 no Cemitério de Assistens, o segundo às 19h50 na Escola Hunderup e o terceiro às 20h25 perto do campo de treinamento de futebol Odense Boldklub em Ådalen.
Os promotores descreveram os ataques como “particularmente grosseiros e brutais” e enfatizaram que foram premeditados e coordenados.
Os rapazes usaram o aplicativo de namoro gay Romeo, passando-se por "ledereftersex" — que significa "procurando sexo" — e fingiram ser um homem de 24 anos. Assim que as vítimas combinaram encontrar-se, foram recebidas pelos jovens agressores, que as espancaram, gritaram insultos homofóbicos e acusaram-nas de serem pedófilas.
Durante o julgamento, descobriu-se que as vítimas acreditavam estar a encontrar-se com um adulto, não com um menor, e que, em pelo menos um caso, tinha sido discutido sexo consensual. No entanto, os adolescentes justificaram os seus ataques alegando que estavam a confrontar possíveis pedófilos. O tribunal não encontrou fundamento para essa alegação e decidiu que as acusações foram usadas como pretexto para humilhação e violência planeadas.
Uma vítima sofreu várias hemorragias cerebrais leves e precisou de vários pontos após ser chutada na cabeça, atingida com um bastão de metal e um cinto, além de levar um tiro na cabeça com uma arma de pressão. Outra foi obrigada a deitar-se no asfalto antes de ser socada, pontapeada e pisada. As três vítimas foram vítimas de abuso verbal, incluindo termos como "pedófilo", "homo" e "gay".
O jovem de 15 anos foi condenado a oito meses de prisão e o de 16 a sete meses. Cada um deve cumprir um mês imediatamente, com o restante suspenso por dois anos sob condição de bom comportamento. Eles também perderão os seus telemóveis e deverão pagar indemnização às vítimas. Dois outros jovens, também de 15 e 16 anos, foram absolvidos por uma decisão de 2 a 1 dos juízes.
Embora os promotores tenham pressionado por uma sanção juvenil de dois anos envolvendo detenção em unidade segura, o tribunal optou por sentenças de custódia mais curtas.
Vários menores de idade também participaram nas emboscadas. Um desses menores, que não pode ser processado, teria sido o indivíduo responsável por operar o perfil falso de namoro e por organizar os encontros.
Embora os adolescentes condenados tenham sido absolvidos das acusações de crimes de ódio, o tribunal reconheceu a "natureza humilhante" dos ataques. Ao longo do processo, a defesa alegou que a violência não foi motivada pela orientação sexual das vítimas. No entanto, o uso repetido de insultos homofóbicos e a escolha de um aplicativo de namoro gay como isca contradiziam essas alegações.
O caso também reacendeu o debate na Dinamarca sobre integração cultural. Em Outubro do ano passado, dados publicados pelo Ministério da Justiça dinamarquês revelaram que imigrantes estrangeiros e de segunda geração não ocidentais, que representam 10,6% da população dinamarquesa, cometem 29,6% dos crimes violentos graves e 32,4% dos estupros no país.
"Enfurece-me profundamente que pessoas que convidamos para o nosso país retribuam a nossa hospitalidade cometendo estupros e violência grave que destroem a vida de outras pessoas aqui na Dinamarca", disse o Ministro da Justiça, Peter Hummelgaard, ao canal de notícias dinamarquês Berlingske na época.
Em Dezembro do ano passado, o governo dinamarquês anunciou planos para abolir o chamado sistema de escada, uma estrutura que limita a deportação de estrangeiros criminosos com base na gravidade de seus crimes e na duração da sua estadia no país. A medida foi parte de um esforço para agilizar as deportações de todos os estrangeiros condenados a penas de prisão incondicionais, garantindo medidas mais rígidas contra aqueles que cometem crimes na Dinamarca.
“Infelizmente, os estrangeiros na Dinamarca estão super-representados nas estatísticas de criminalidade e frequentemente cometem crimes graves — como aqueles relacionados com gangues. Não precisamos lidar com isso. O martelo precisa de ser ainda mais duro”, observou o Ministro da Integração, Kaare Dybvad Bek.
Na semana passada, um grande jornal dinamarquês, o Berlingske Tidende, publicou um editorial a favor da remigração, significando uma mudança na opinião pública em todo o país. “Eles não devem ser integrados. Devem voltar para casa. A remigração é necessária. Uma interrupção completa da imigração do Médio Oriente e aceleração total na expulsão de pessoas do Médio Oriente sem cidadania dinamarquesa da Dinamarca”, escreveu.
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Fonte: https://rmx.news/article/migrant-teenagers-jailed-in-denmark-for-brutal-ambush-attacks-on-gay-men-in-odense/
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Haver um jornalista de topo a promover o ideal de remigração num dos países mais desenvolvidos da Europa, e governado por um partido de Esquerda, haver algo assim ultrapassa a imaginação dos mais realistas e choca de frente com o alegado realismo dos pessimistas do movimento nacionalista... é mais um um indicador do potencial do Nacionalismo em Democracia...
Fala o Berlingske Tidende em expulsar os médio-orientais sem cidadania dinamarquesa - pode um dia vir o momento em que se retira cidadania europeia a filhos de alógenos. Tudo a seu tempo.
DINAMARCA - ANUNCIADA PARA JULHO A DEPORTAÇÃO DE TODO E QUALQUER ESTRANGEIRO CONDENADO A PENA DE PRISÃO INCONDICIONAL
"Infelizmente, os estrangeiros na Dinamarca estão super-representados nas estatísticas de criminalidade e, com muita frequência, cometem crimes graves — como aqueles relacionados com gangues. Não precisamos de lidar com isso. O martelo precisa de ser batido com ainda mais força. Por isso, queremos tornar as regras mais rigorosas para que possamos deportar ainda mais estrangeiros criminosos. Cada estrangeiro criminoso deportado pela Dinamarca é uma vitória para a comunidade jurídica e uma vitória para o nosso país.”
A reforma visa tornar as obrigações internacionais a única limitação às deportações, afastando-se da estrutura existente. O governo argumenta que esse endurecimento das regras de deportação enviará uma forte mensagem sobre as consequências da actividade criminosa para estrangeiros na Dinamarca.
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«Cada criminoso deportado pela Dinamarca é um vitória para o nosso país.» Há muito tempo que não se ouviam tão belas palavras pronunciadas por um político europeu. Numa União Europeia saudavelmente dirigida, este ministro de um governo social-democrata, dito de Esquerda, seria automaticamente candidato, só por isto, ao prémio de Europeu do Ano...
Que medidas destas estejam a ser anunciadas por um governo europeu liderado por um partido que, no parlamento europeu, integra a bancada socialista, é, até ver, um sinal de esperança para a Europa autêntica, e, como brinde, motivo de descomunal choradeira de baba e ranho «anti-racista» nas hostes esquerdistas, e o resto logo se vê...
ALEMANHA - ALUNOS ESCOLARES MUSLOS A IMPOR NORMAS MUSLAS AOS OUTROS ALUNOS, SOBRETUDO ÀS ALUNAS, EM ESCOLAS PÚBLICAS...
FRANÇA - ATAQUE COM AGULHAS EM FESTIVAL DE MÚSICA ATINGE 145 MULHERES
terça-feira, junho 24, 2025
BATALHA DE S. MAMEDE A 24 DE JUNHO DE 1128 - PRIMEIRO MOMENTO DA SOBERANIA NACIONAL
Tinha o primeiro momento da soberania nacional de ser assinalado com um sóbrio monumento pétreo. A Nação nasceu dos castros, que são só rocha e névoa nos confins do extremo ocidente. Nasceu portanto bem antes de D. Afonso Henriques, antes até de o seu pai vir parar ao Condado Portucalense. A primeira batalha dos Portucalenses foi a de Pedroso em 18 de Janeiro de 1071, quando Nuno Mendes morreu ao tentar alcançar a soberania de Portuscale.
Sobre o monumento que acima se vê (http://www.guimaraesturismo.com/pages/154?geo_article_id=118):
«Segundo a tradição de muitas gerações, foi em S. Torcato que teve início, em 24 de Junho de 1128, a Batalha de S. Mamede, na qual D. Afonso Henriques conquistou a chefia do Condado Portucalense e iniciou o processo político da independência de Portugal, ao afastar a tentativa de hegemonia galega. Não deixa de ser significativo que o nome do lugar seja o de "Campo da Ataca" - ou do ataque - designação guerreira bem sugestiva.
Em 1996 foi inaugurado o actual arranjo artístico-monumental, que celebra este acontecimento.»
Sobre a batalha:
segunda-feira, junho 23, 2025
A CELEBRAÇÃO DO «SÃO JOÃO»...
No dia de Santo António fomos à procura da sua origem. A professora Magda Pinheiro lançou-nos um cenário e ficámos a saber que o grande santo popular foi sempre São João. Até em Lisboa. O culto e as festas do santo lisboeta tal como as conhecemos hoje nasceram muito tardiamente, já nos anos 60, antes eram uma organização institucional que a Igreja levava a cabo para não perder terreno face aos republicanos anticlericais.
Quando surge a festa e quando se separa do culto?
O culto de Santo António já é um culto tardio na cidade, só se desenvolve no século XVI. O santo padroeiro de Lisboa é o São Vicente, os cultos mais antigos são os dos santos mártires e o de São Félix, anteriores à Reconquista. Mas o culto de Santo António existe associado às pestes que grassaram a cidade e deu origem a uma procissão importante. Agora a inserção do Santo António nos santos populares é bem mais complexa.
Por uma razão específica?
Sim. De facto o São João era muito mais referido em todas as fontes como santo popular no século XIX. Apesar de se falar dos tronos e dos altarzinhos do Santo António.
Mas havia o São João também em Lisboa?
Exacto. Os festejos existem quer no passeio público pombalino, quer, por exemplo, no Campo Grande. O São João tinha uma componente mais espontânea, com as fogueiras, enfim, era uma romaria muito importante. Estas romarias são uma tentativa de catolicizar cultos pré-romanos que estão associados à chegada do Verão. O Santo António insere-se aqui um bocadinho menos nitidamente.
E como é que nasce a festa?
É preciso pensar que no final do século XIX, como há uma progressiva reinvenção da nação com a valorização dos artesanatos populares e toda uma série de elementos que vão constituir aquilo a que hoje chamamos a identidade portuguesa, há também a valorização dos bairros que não foram reconstruídos depois do terramoto. Nascem os bairros tradicionais. E estas festas emergem. No fim do século XIX há na cidade uma forte tendência anticlerical e nesse contexto cria-se uma comissão de comemoração de Santo António.
O que fazia essa comissão?
Essa comissão tem como organizadores personagens importantes como a rainha que tenta demarcar o espaço público numa tentativa de devolver à Igreja o espaço que estava a perder. A festa realiza-se já com fogo de artifício e projecção de luz.
Como é que depois associamos o Santo António aos casamentos, às marchas, à festa na rua, às sardinhas e por fora?
Tudo isso vai ser realizado pelo Estado Novo, que não quer imponderáveis. São festas organizadas, com direito a concursos e um pouco distante da festa de massas de hoje e da espontaneidade. É nesse contexto que, em 1932, os olissipógrafos que são clericais não esquecem a necessidade de organização de um culto à volta de Santo António.
São essas as festas das colectividades?
Sim, elas desenvolvem-se em pequenas comunidades e nascem as primeiras festas institucionalizadas com desfiles de marchas. Mas isso não exclui que continue a haver os tronos e as sardinhas. A institucionalização das festas é muito mal vista pela intelectualidade de esquerda e será muito mal vista até aos anos 60.
A seguir ao 25 de Abril há nova ruptura?
O que acontece é que colectividades que não costumavam participar começam a fazê-lo e nasce uma nova maneira da festa se implantar na cidade.
Já com toda a gente na rua, com a cerveja, a sangria, o vinho e as célebres sardinhas, a festa pura e dura que hoje conhecemos?
Sim, mas essa festa que descreve penso que começa a fundar-se no final dos anos 60 e é nessa altura que o São João morre completamente.
Passa definitivamente para o Porto?
A componente de festa de Lisboa é mais cosmopolita do que a do Porto. E, por outro lado, há um bairrismo mais afirmativo.
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Diz Teófilo Braga, na obra «O Povo Português Nos Seus Costumes, Crenças e Tradições», volume II, página 211 e seguintes:
«A festa de São João Baptista em todos os povos europeus está ligada a um fenómeno astronómico, o solstício do Verão, em 24 de Junho. O célebre ritualista Guilherme Durandus, interpretando alegoricamente a festa do Precursor, não pode ocultar o seu sentido mítico: "Faz-se girar uma roda, em certas localidades, para assim designar que o Sol não se pode elevar mais, mas torna a descer no seu círculo, assim também a fama de São João, que era olhado como um Cristo, diminuiu quando este apareceu. Alguns dizem que é porque neste tempo os dias minguam, e que crescem de novo no Natal de Jesus Cristo..."»
Ou seja, uma forma de diminuir o prestígio do Sol perante o Judeu Morto, primeiro substituindo-O por um sucedâneo («São João») e depois «integrando» na religião do Deus oriental os rituais que ao Sol são devidos. A isto se chama «cristianização».
Continuando, novamente com Teófilo Braga...
«É justamente uma tal concepção primitiva que faz com que a festa do solstício de Verão seja comum a todos os Povos indo-europeus, e ainda aos Povos semitas; o fenómeno é diversamente dramatizado, mas entre os povos europeus toma a expressão de um Combate de Verão expulsando o Inverno (24 de Junho), ou a sua inversa, a expulsão do Verão pelo Inverno (24 de Dezembro). (...) nos antigos prazos portugueses notou João Pedro Ribeiro, que o ano era sempre contado de São João a São João, e no Alvará de 1 de Julho de 1774, chamou-se-lhe ano irregular. (...) entre os povos eslavos é onde se apresenta mais completo, correspondendo muitas das suas particularidades a costumes portugueses (...). Por um documento da Câmara de Coimbra, de 1464, citado por Viterbo, se nota a forma de combate: "cavalhada na véspera de São João com sina e bestas muares". Em outros povos, esta cavalgada ficou simplesmente lendária, na Mesnie Furieuse, que tanto se localiza no solstício diurno (circa horam medirianam) como no solstício vernal. (...) Nos costumes provinciais conservam-se quase todas as formas dramáticas desta antiquíssima festa solsticial.
(...)
Na Beira Alta acende-se um facho no cimo dos montes (o galheiro) ou na ceira das azenhas (a roda, que ainda na Alemanha se deixa rolar dos montes). O facho, como escreve Leite de Vasconcelos, é um pouco de lenha em volta de um pau alto. Os rapazes que o vão acender levam músicas de tambores e pífaros, e grandes algazarras. O monte é além disto cercado de pinhas acesas.»
Nos Açores, fazem-se as fogueiras na rua, e os rapazes saltam por cima das labaredas; o mesmo no Algarve e no Alentejo.»

E, como todos sabem, o mesmo se faz um pouco por toda a Europa nesta data - o salto dos jovens por cima das fogueiras, para dar força e saúde, boa sorte, etc..
Tudo isto só ajuda ao tom despreocupado e livre dos folguedos da data, que é isso que interessa. É pela noite dentro, cambada. Força nos Martelos.













