quarta-feira, outubro 14, 2026

DINAMARCA - ALÓGENOS NÃO EUROPEUS SÃO 8& DA POPULAÇÃO E COMETEM MAIS DE 20% DOS CRIMES SEXUAIS

Dados recentemente divulgados sobre criminalidade na Dinamarca revelaram que estrangeiros estão drasticamente sobre-representados nas condenações por estupro, com imigrantes a representar cerca de um quarto dos considerados culpados deste crime no ano passado.
“Os números mostram claramente que temos um problema de viés étnico quando um número relativamente grande de estrangeiros é condenado por estupro, assim como temos um problema óbvio quando mais da metade dos presos nas cadeias e centros de detenção do país são imigrantes, seus descendentes ou estrangeiros”, disse o Ministro da Justiça da Dinamarca, Nick Hækkerrup, do Partido Social-Democrata. Ele afirmou que os números são bastante preocupantes e alega estar a levar o assunto a sério. Em declarações à BT Nyheder, Hækkerrup disse: "Encaro estes números com muita seriedade, porque estupro é um crime repugnante, que infelizmente é cometido em excesso."
Tanto as acusações quanto as condenações por estupro na Dinamarca dispararam nos últimos oito anos, de acordo com um comunicado do Ministério da Justiça. Desde 2012, o pequeno país escandinavo — actualmente governado pelo Partido Social-Democrata, de Esquerda e contrário à imigração em massa — tem visto um aumento constante tanto nas acusações quanto nas condenações por estupro a cada ano, segundo o jornal dinamarquês BT Nyheder.
Em 2020, o país registou um total de 987 casos de estupro — mais que o dobro do número de denúncias feitas em 2012, quando foram relatadas 417. Com relação às condenações, um total de 217 foram proferidas no ano passado, contra 132 em 2012. Das 217 pessoas condenadas por estupro, quase 25% (53) eram estrangeiras sem cidadania dinamarquesa. Em 2014, apenas 8% da população da Dinamarca era composta por imigrantes — um número que exclui os chamados imigrantes de segunda geração, ou seja, descendentes de imigrantes nascidos na Dinamarca.
A maioria dos condenados do ano passado era originária da Síria, da Turquia ou eram apátridas, sendo a maioria deles originários da Palestina e do Médio Oriente.
Ao contrário da grande maioria dos partidos social-democratas e de Esquerda em toda a União Europeia, o ministro da Justiça social-democrata não hesitou em admitir que os crimes sexuais cometidos por imigrantes são um "problema enorme" para a sociedade dinamarquesa. “É, antes de mais nada, um enorme problema para a nossa comunidade e para a nossa sociedade que existam grupos que tenham um impacto tão significativo na prática de crimes”, acrescentou o ministro da Justiça. “Isto põe em causa a nossa coesão social e, por isso, é também política do governo que os estrangeiros sem cidadania dinamarquesa condenados por violação sejam deportados, sempre que exista fundamento para tal.”
Naser Khader, membro do Parlamento pelo Partido Popular Conservador, também se manifestou sobre o preocupante fenómeno, chegando a sugerir que o número de estupros cometidos por estrangeiros pode ser muito maior do que os números oficiais indicam: “Quero perguntar ao ministro quantos dos condenados com nacionalidade dinamarquesa são, na verdade, imigrantes de segunda ou terceira geração, para que possamos descobrir quantos com histórico de imigração são de facto acusados ​​ou condenados por estupro”, disse o deputado conservador.
No início deste ano, em Janeiro, a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, do Partido Social-Democrata, anunciou que o seu governo implementaria políticas para reduzir a zero o número de requerentes de asilo. “Este é o nosso objectivo. Não podemos prometer zero pedidos de asilo, mas podemos ter isso como uma visão. Queremos um novo sistema de asilo e faremos o que pudermos para implementá-lo”, disse Frederiksen.
Desde que assumiu o poder em 2019, o Partido Social Democrata (SPD), de Centro-Esquerda, que governa a Dinamarca, tem cumprido as suas promessas de repatriar solicitantes de asilo e de limitar — ou talvez até mesmo impedir completamente — o número de novos imigrantes que entram no país.
Segundo uma reportagem anterior da Remix News, os sociais-democratas, para concretizar os ambiciosos objectivos que definiram para si próprios, implementaram uma política que oferece aos requerentes de asilo cujas autorizações de residência foram revogadas as seguintes duas opções: 1) repatriar-se voluntariamente e receber um incentivo de 30000 euros, ou 2) viver num centro de acolhimento para requerentes de asilo.
A Dinamarca é o primeiro Estado-membro da União Europeia a revogar as autorizações de residência de requerentes de asilo sírios cujas casas foram consideradas seguras para o seu regresso. As políticas do partido governante de Centro-Direita em matéria de imigração são quase diametralmente opostas às defendidas por todos os seus vizinhos do noroeste europeu.
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Fonte: https://rmx.news/article/denmark-foreigners-drastically-over-represented-in-rising-number-of-rape-convictions/

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Tudo factos que só um «racista primário!!!!» poderia prever, já se sabe... Tudo factos que as elites ou ocultam ou, se o não puderem fazer, pura e simplesmente negam, ou pelo menos tentam relativizar, quando não desviam pura e simplesmente a conversa, e porquê?, porque isto é tudo factos que, quanto mais forem revelados ao «povinho», mais o «povinho» vota nos «racistas!!!!»... ou então, mais «obriga» os partidos moderados a adoptar medidas anti-imigracionistas, caso talvez do partido social-democrata dinamarquês que, segundo deixou saber o ex-eurodeputado socialista Vitorino, muito indigna a bancada socialista do parlamento europeu, que condena os seus camaradas dinamarquesas por adoptarem políticas tão anti-imigracionistas, ao que estes colegas daneses respondem «Pois, mas temos sucesso» (democrático), isto a vida tem destas coisas, porque a Democracia é mesmo uma cada vez mais apaixonada amante do Nacionalismo...