sexta-feira, setembro 04, 2026

ALEMANHA - ALÓGENO FERE GRAVEMENTE UMA MULHER E UM HOMEM

A polícia alemã divulgou a fotografia de um suspeito violento, Emre Battal, que a polícia acredita estar armado. Battal é acusado de ter atingido a tiro duas pessoas na tarde de sábado na cidade de Worms e continua foragido. Segundo o relatório policial, o homem envolveu-se em altercação com outro homem e uma mulher por volta das 16h30, e a discussão tornou-se violenta. Battal sacou a sua arma e atingiu tanto o homem como a mulher. Ambos sofreram ferimentos graves por arma de fogo, mas não correm risco de vida. Battall fugiu rapidamente do local e, apesar de uma intensa busca policial, conseguiu escapar da captura. Como resultado, uma fotografia do suspeito de 31 anos foi divulgada. No momento do tiroteio, ele vestia uma camiseta preta, sapatos pretos, bermuda escura e um boné de basebol preto. Tem também uma tatuagem de leão bastante característica. 
A polícia alemã alerta o público para não se aproximar do homem, pois ele pode ainda estar armado.
*
Fonte: https://rmx.news/article/german-police-are-searching-for-violent-suspect-who-shot-a-man-and-a-woman-in-worms/

11 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Para quem tiver curiosidade de saber quem são os portugueses geneticamente e outros povos, através de adn autosomal em proximidades, visitem:

https://genemaps.net/

1) Carreguem em Open Maps
2) Coloquem no Target Sample à esquerda a média das amostragens dos portugueses no Global25 (G25):

Portuguese,0.1061741,0.1446114,0.0360075,-0.0044316,0.042137,-0.0040494,-0.0037412,0.0027598,0.0255982,0.029741,-0.000734,0.0074214,-0.0127373,-0.0112631,0.0125568,-0.0003978,-0.0011316,-0.0008869,-0.005762,-0.0002452,0.0011379,-0.002572,0.0013015,-0.0011326,-0.0001053

3) Carregar em Generate HeatMap, e escolham no painel acima se querem comparar a amostra de portugueses modernos, com o resto da Europa, ou com outros continentes, ou com outros períodos históricos: idade do bronze, idade do ferro, período romano.

4) Em Baixo podem carregar no View Distances, e aparece à direita as populações mais próximas uma por uma.

Notas: Pena não estarem presentes amostras portuguesas da idade do ferro, devido à incineração, que ocorria, e também poucas da idade do bronze, só estão duas, uma, que eles referem ser do final da idade do bronze, e chamam de Lusitana, o que é pouco provável que fosse e outra da zona do Alentejo. Neste periodo BA, a amostra mais próxima dos portugueses aqui presente é da Urnfield Culture - Proto-Celta, da Alemanha.

5 de setembro de 2026 às 13:19:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«Pena não estarem presentes amostras portuguesas da idade do ferro, devido à incineração,»

Achas que haveria muita distância relativamente ao período romano?


«periodo BA, a amostra mais próxima dos portugueses aqui presente é da Urnfield Culture - Proto-Celta, da Alemanha.»

Se é a esta que chamam lusitana, então bate certo, mais coisa menos coisa, com a noção geral de que os Lusitanos são oriundos da Europa Central.
Se esta é a outra, da zona do Alentejo, então fortalece-se, por pouco que seja, a ligação dos Celtici à proto-celticidade centro-europeia.

6 de setembro de 2026 às 10:48:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

"Achas que haveria muita distância relativamente ao período romano?"

Os portugueses modernos são praticamente a mesma gente que as amostras que viviam no Miroiço no período Romano, e bastante próximos de quem vivia em Conimbriga, como se pode ver no site acima. Não tendo amostras do core da idade do ferro anterior para Portugal, Galiza, WOes.Castela Leão, Extremadura, Asturias etc, devido à incineração, pelo menos até ao momento, só podemos comparar ou com as que tempos da idade do bronze, ou com as que existem em Espanha da idade do ferro, que são sobretudo da zona basca, nordeste e uma ou outra da zona centro-sul de Espanha (EIA). Com as amostras da idade do bronze, existe continuidade genética, mas observa-se também que de lá para cá, houve um decréscimo de adn WHG e um aumento do Yamnaya, e variações pequenas do Taforalt, que já por cá andava, mas se hoje é 5% em média, ou no periodo Romano era 6% em média, na idade do bronze era 1-2% em média, mas isso é residual. A questão é que passou de 15% Yamanya na idade do bronze para 30-35% Yamnaya hoje, e de 20-25% WHG para 10% WHG hoje. Por exemplo as amostras da idade do bronze de Portugal chegavam a ser 25% Caçador Recolector (WHG), isto é um valor colossal, que foi certamente diluído nos séculos e mesmo milénios seguintes, sobretudo pela vaga celta que fez diminuir o WHG e aumentar o Yamnaya. E por isso mesmo é que quando se compara as amostras de portugueses modernos com as amostras da idade do bronze de toda a Europa, a amostra mais próxima de nós é a LBA proto-celta da zona da Alemanha: Germany_Baden-Wurttemberg_UrnfieldCulture_LBA(1100BC-900BC),
E ocorre igual com as amostras da idade do ferro, a mais proxima dos portugueses modernos é as Hallstatt da Europa central, dos Cisalpine Gauls do norte de itália (veronas etc), Hallstats da croácia, eslovénia, dos Picentes de Itália, dos La Tenes na Austria etc. As amostras da idade do ferro que temos da zona basca etc parece que não foram tão afectadas pelos celtas como foi o Ocidente da Península Ibérica, como é que se explica que os austriacos estejam geneticamente mais proximos dos portugueses ou castelhanos que estão os bascos ou as amostras da zona basca da idade do ferro:

https://www.pasteboard.co/SlmwrXj3OL8S.jpg


"Se é a esta que chamam lusitana, então bate certo, mais coisa menos coisa, com a noção geral de que os Lusitanos são oriundos da Europa Central.
Se esta é a outra, da zona do Alentejo, então fortalece-se, por pouco que seja, a ligação dos Celtici à proto-celticidade centro-europeia."

Não, a amostra que eles chamam de "Lusitana", mas não é, é do Monte Cabida: https://www.researchgate.net/figure/A-sepultura-1-do-Monte-da-Cabida-3-Observa-se-a-ultima-inumacao-em-posicao-fetal-e-as_fig4_333632544 Zona de Évora, Alentejo, é da idade do Bronze.
Estou a comparar os portugueses modernos a essas amostras, os portugueses modernos estão mais proximos da amostra da idade do bronze da Urnfield Culture - Proto-Celta, da Alemanha do que estão da amostra do Monte Cabida da idade do Bronze em Portugal, por causa daquilo que referi acima. Houve um aumento do adn Yamnaya, e uma diminuição do WHG.

Ver:
https://www.pasteboard.co/lhGdvINE7-L1.jpg

https://www.pasteboard.co/Wve_rS0c0fc-.jpg

Também pode haver a questão do aumento de algum adn do mediterrâneo (east_med) ter entrado na peninsula ibérica no periodo grego/romano, mas também esse em parte já cá estava antes dos romanos.

6 de setembro de 2026 às 21:39:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«os portugueses modernos estão mais proximos da amostra da idade do bronze da Urnfield Culture - Proto-Celta, da Alemanha do que estão da amostra do Monte Cabida da idade do Bronze em Portugal, por causa daquilo que referi acima. Houve um aumento do adn Yamnaya, e uma diminuição do WHG.

Ver:
https://www.pasteboard.co/lhGdvINE7-L1.jpg

https://www.pasteboard.co/Wve_rS0c0fc-.jpg»

É realmente surpreendente - e chocaria muito boa gente - que os Portugueses estejam afinal mais próximos dos «arianos» do que de populações que viveram «em Portugal» na Idade do Bronze, além de que mostra ter sido determinante, no caso português, a Idade do Ferro e/ou a presença romana.

É também uma surpresa que no coração da celticidade primordial, a cultura de Hallstat (formalmente falando, é considerada a primeira cultura céltica seguramente identificada como céltica, sem contar com a classificação nebulosa da cultura dos Campos de Urnas, tanto quanto sei) era afinal muito menos céltica geneticamente do que as actuais populações célticas do noroeste europeu.
Já aqui se tinha discutido isto noutro tópico, também a respeito de achados na Alemanha.

7 de setembro de 2026 às 20:21:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

"É realmente surpreendente - e chocaria muito boa gente - que os Portugueses estejam afinal mais próximos dos «arianos» do que de populações que viveram «em Portugal» na Idade do Bronze, além de que mostra ter sido determinante, no caso português, a Idade do Ferro e/ou a presença romana."

Sim, parece-me que foi isso mesmo que ocorreu. Se bem que há que ter em conta uma coisa, amostras do final da idade do bronze por cá, provavelmente, ou quase de certeza, já teriam valores mais elevados de Steppe, o que os aproximaria mais e mais de nós. Há qpadm genéticos hoje em dia que mostram valores de 50% Celta Hallstatt para os portugueses modernos: https://www.pasteboard.co/ybsvn0ncE4nM.jpg O que é um valor enorme. Mas há que levar isto com um grãozinho de sal, até porque há adn partilhado com populações pré-celticas, e igual ocorre por exemplo no berber dessa imagem, o mesmo contém parte adn ibérico devido a isto: https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.1800851115 Ou como explicam aqui no ponto 3: https://www.exploreyourdna.com/article/139/al-andalus-in-the-genome-why-modern-spaniards-have-so-little-north-african-ancestry Por isso é que é usado o Taforalt/iberomaurusian, para dar o valor correcto de NA na Europa, e não valores inflacionados porque a amostra já contem adn ibérico. Em Portugal, Extremadura, Castela Leão, Galiza, Asturias, basicamente no ocidente da Península ibérica é por volta de 5%, por exemplo na Catalunha ou Aragão é menos: 1-2%
Sobre o Celta, há modelos que dão valores mais elevados até: https://www.pasteboard.co/f9v_aW7EU6HP.jpg
e há outros que são mais modestos: https://www.pasteboard.co/3spSAoaoz7gJ.png

Depende um pouco da amostra.

Acho que este mapa da Europa representa mais ou menos a realidade em termos genético-culturais na Europa Ocidental: https://www.pasteboard.co/VzdqEpapxg_d.png
E cada vez mais estou convencido da ligação italo-celta que é possivel ver geneticamente nos heatmaps de proximidades com o period da Republica Romana e com os La Téne: https://www.pasteboard.co/X3tkcHpCNZnt.jpg

"É também uma surpresa que no coração da celticidade primordial, a cultura de Hallstat (formalmente falando, é considerada a primeira cultura céltica seguramente identificada como céltica, sem contar com a classificação nebulosa da cultura dos Campos de Urnas, tanto quanto sei) era afinal muito menos céltica geneticamente do que as actuais populações célticas do noroeste europeu."

Porque é que achas isso?

9 de setembro de 2026 às 15:28:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«Sobre o Celta, há modelos que dão valores mais elevados até: https://www.pasteboard.co/f9v_aW7EU6HP.jpg
e há outros que são mais modestos: https://www.pasteboard.co/3spSAoaoz7gJ.png»

É curioso que, em ambos os casos, é a faixa ocidental hispânica que tem mais sangue céltico, apesar de muitas vezes se dizer que o grande coração da Celticidade na Hispânia foi a Celtibéria, no centro da península.
Tens fonte académica destes mapas?


«Acho que este mapa da Europa representa mais ou menos a realidade em termos genético-culturais na Europa Ocidental: https://www.pasteboard.co/VzdqEpapxg_d.png»

Genericamente, sim, só acho que a Inglaterra é tão germânica como o norte da Alemanha, pelo menos o nordeste de Inglaterra.

«E cada vez mais estou convencido da ligação italo-celta que é possivel ver geneticamente nos heatmaps de proximidades com o period da Republica Romana e com os La Téne: https://www.pasteboard.co/X3tkcHpCNZnt.jpg»

O primeiro, ainda vá, que a Itália teve depois muitas sobreposições, mas em que época é que a Hispânia teve alguma vez mais sangue de La Téne do que a Irlanda e a Escócia?


"É também uma surpresa que no coração da celticidade primordial, a cultura de Hallstat (formalmente falando, é considerada a primeira cultura céltica seguramente identificada como céltica, sem contar com a classificação nebulosa da cultura dos Campos de Urnas, tanto quanto sei) era afinal muito menos céltica geneticamente do que as actuais populações célticas do noroeste europeu."

«Porque é que achas isso?»

Se o celta autêntico, de raiz, é predominantemente oriundo da estepe - independentemente de se poder dizer que a cultura céltica propriamente dita só surge na fusão da estepe com a Europa Central e Ocidental - e se a gente de Hallstatt tinha por volta de trinta por cento de estepe, então como é que os actuais Povos célticos têm bem para cima cinquenta por cento da estepe?
Entretanto, a IA diz que esta grande quantidade de elemento da estepe no noroeste europeu já lá estava a chegar desde muito antes, desde a Cultura do Vaso Campaniforme ou Vaso Sino, deve ser disso.

9 de setembro de 2026 às 16:54:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

"É curioso que, em ambos os casos, é a faixa ocidental hispânica que tem mais sangue céltico, apesar de muitas vezes se dizer que o grande coração da Celticidade na Hispânia foi a Celtibéria, no centro da península."

Sim, acho que quase sempre que vi mapas desses mostravam esse padrão, mas normalmente Castela e Leão também costuma ter valores elevados senão dos mais elevados.

"Tens fonte académica destes mapas?"

Estes mapas são do Global25 do eurogenes, não sei se existe um estudo académico que analise especificamente as percentagens de adn autosomal celta na Europa. Sem ser os estudos que tentam perceber onde originou, e para onde se espalhou tal como as linguas através de rasto genético: https://www.labrujulaverde.com/en/2025/03/genetic-evidence-reveals-the-enigma-of-the-origin-and-expansion-of-celtic-languages-in-europe/ Mas hoje em dia com boa amostragem, essas ferramentas dão valores muito aproximados ao que a academia normalmente define. O qpAdm é usado na academia regularmente e bastante preciso.

"Genericamente, sim, só acho que a Inglaterra é tão germânica como o norte da Alemanha, pelo menos o nordeste de Inglaterra."

Eu por acaso achava que o nordeste de Inglaterra seria mais estilo a Alemanha do Sul, uma combinação de celta com germânico, parece-me que a Alemanha do norte seria mais germânico 'core', tipo Dinamarca. O Nordeste de Inglaterra certamente manteve uma considerável percentagem celta, é um combo dos dois penso eu, mas posso estar enganado.

"O primeiro, ainda vá, que a Itália teve depois muitas sobreposições, mas em que época é que a Hispânia teve alguma vez mais sangue de La Téne do que a Irlanda e a Escócia?"

Esses mapas mostram mais similaridade. O mapa mostra que quanto mais a laranja mais as populações modernas estão proximas, ou são similares dos La Téne: https://www.reddit.com/r/illustrativeDNA/comments/1by4uv8/original_celtic_iron_age_heatmap/?rdt=53056

"Entretanto, a IA diz que esta grande quantidade de elemento da estepe no noroeste europeu já lá estava a chegar desde muito antes, desde a Cultura do Vaso Campaniforme ou Vaso Sino, deve ser disso."

Ora aí está, é esse mesmo o ponto, as populações Bell Beakers de Inglaterra e da Irlanda na idade do bronze já tinham valores acima dos 50% de Yamnaya: https://www.pasteboard.co/djjosSoCgflt.jpg e depois igual: https://www.pasteboard.co/yJFPa-dH3SkK.jpg Daí quando comparadas com a média da maioria dos vulgos Celtas da Europa central, tenham mais baixas proximidades ou mesmo % de adn
Ver: https://www.pasteboard.co/gkd9AXbPhAVe.jpg

Repara o que acontece com uma amostra singular de Hallstatt que já teria bem mais adn Yamanya: https://www.reddit.com/r/MapPorn/comments/k2axdi/genetic_similarity_of_an_ancient_celt_to_modern/?rdt=65254
Ocorre o oposto.

10 de setembro de 2026 às 14:55:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«Eu por acaso achava que o nordeste de Inglaterra seria mais estilo a Alemanha do Sul, uma combinação de celta com germânico, parece-me que a Alemanha do norte seria mais germânico 'core', tipo Dinamarca. O Nordeste de Inglaterra certamente manteve uma considerável percentagem celta, é um combo dos dois penso eu,»

Pode ser, não teimo nisso nem ponho a mão no fogo pelo meu parecer a respeito disso. Recordo, de qualquer modo, um estudo que alguém aqui deixou, não sei se foste tu, repara que a percentagem germânica (e escandinava) é tão grande (ou maior) em Inglaterra como (ou do que) na Alemanha:
https://blogger.googleusercontent.com/img/a/AVvXsEgW6OBynARb8ldAB4IYt2ozEoqYDIHMeBcsZ4HfyFrc8fYDmxaW6yljpmTTXVR_baFoS8bNayhrghCRZsM5ZMo3zu8u_w4TY6YKCt8uQTi83cBxZAsEdBTjvE4-sHXeq5-qBr40O54VivP1eKAC8SFXUBoi67oy9KwrOXjkPyk12_KOWkCIdcBOFw

11 de setembro de 2026 às 01:59:00 WEST  
Blogger Caturo said...

Acrescento - bem sei que a Alemanha é muito desigual neste aspecto, e que, no mapa que trouxeste, o sul e o centro são celto-germânicos, pelo que a média geral do mapa que eu trouxe pode não dar conta das notórias diferenças regionais que se verificam no país, mas, de qualquer modo, não acho que a Inglaterra possa estar no mesmo patamar de celticidade que Irlanda, Escócia e Gales, ou então estes três últimos mereciam o seu grupo «céltico» em vez de «celto-germânico» (talvez exceptuando o leste escocês, partes de Gales e a Irlanda do Norte).

11 de setembro de 2026 às 17:10:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

"Recordo, de qualquer modo, um estudo que alguém aqui deixou, não sei se foste tu, repara que a percentagem germânica (e escandinava) é tão grande (ou maior) em Inglaterra como (ou do que) na Alemanha:"

Sim, fui, é o estudo do Gretzinger do ano passado, e é bem visto teres mostrado, eu de facto não tenho qualquer certeza em relação ao nordeste de Inglaterra, continuo a achar que é celto-germânico, mas é um facto que nessa zona houve maior incidência escandinava ou germânica, que no resto de Inglaterra até é possivel de ver no estudo do Jon-Lerga Jaso também de 2025, e que também analisava os portugueses e outras populações europeias: https://www.pasteboard.co/b64HxjOgT7IL.jpg A média no circulo de mais de 53 mil amostras do Reino Unido, dá valores substanciais de germânico e escandinavo (FRG é frança-alemanha, e o SCA é escandinávia), mas isso é a média nacional, nessa região deve ser bem maior como se vê no mapa.

"não acho que a Inglaterra possa estar no mesmo patamar de celticidade que Irlanda, Escócia e Gales"

Pois eu percebo, sobretudo do ponto de vista cultural/linguístico, mas ainda assim provavelmente terias que ver que partes de Inglaterra, apesar de ser relativamente homogenea (Inglaterra), talvez até teriam mais afinidades com o grupo céltico. As populações das ilhas britânicas mais próximas a quem vive no norte da Alemanha: https://www.pasteboard.co/0XlbabxdNUEE.jpg
São os escoceses e os ingleses do nordeste, faz sentido, mas repara os ingleses da Cornualha, estão mais longe que os irlandeses ou galeses.

12 de setembro de 2026 às 02:53:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«ingleses da Cornualha, estão mais longe que os irlandeses ou galeses»

Só que o pessoal da Cornualha não é propriamente inglês mas sim... córnico, ou cornualho, que é doutra Nação céltica, a Cornualha, uma das seis Nações célticas, uma das três célticas britónicas, parente mais próxima de Gales e da Bretanha (do noroeste de França). É talvez a área britânica com mais substracto não apenas pré-germânico mas também pré-céltico, que eventualmente acaba por ser incluído na celticidade, a fazer lembrar os Sílures, gente morena de cabelo encaracolado que vivia na zona onde é hoje o sul de Gales.

Quanto aos Escoceses, interessa lembrar que no leste da Escócia se fixaram noruegueses e, na zona sul, carradas de mercadores flamengos, mais tarde.

12 de setembro de 2026 às 03:52:00 WEST  

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