domingo, junho 28, 2026

REINO UNIDO - DADOS SOBRE AS DUZENTAS E CINQUENTA MIL (250000) CRIANÇAS, MAIORITARIAMENTE BRANCAS, VITIMADAS PELA PEDOFILIA MUÇULMANA ORGANIZADA


10 Comments:

Anonymous Anónimo said...

A propósito, ó Caturo:

https://x.com/Cobratate/status/1819035477799768396

lol

30 de junho de 2026 às 20:42:00 WEST  
Anonymous Zédias said...

E o doutor Taj Hargey cujo nome aparece nessa imagem até é muçulmano! E manifesta-se contra a Sharia no Reino Unido e contra a chamada para oração nas mesquitas. https://www.facebook.com/TalkTVUK/videos/islamic-scholar-dr-taj-hargey-says-the-call-to-prayer-should-be-banned-in-britai/1549906530182720/

Se um muçulmano não tem problemas em admitir que a larga maioria dos perpetuadores era muçulmana, porque é que certos esquerdistas terão? Cada vez me convenço mais de que esses partidos estão a ser altamente financiados pelo mundo islâmico! O Podemos aparentemente foi um deles!

https://contraprova.pt/posts/esquerda-espanhola-e-irao-uma-relacao-que-vem-de-longe

30 de junho de 2026 às 22:38:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«https://x.com/Cobratate/status/1819035477799768396»

Humor negro, ou quase...

1 de julho de 2026 às 15:07:00 WEST  
Blogger Lol said...

coloured ne mesmo cristaos de pele marrom tambem cometem delitos nao so arabes monhes..

2 de julho de 2026 às 07:35:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Pois, o que há mais na Europa são cristãos "marrons" a esfaquearem pessoas, sem mais nem menos.

2 de julho de 2026 às 15:39:00 WEST  
Blogger Lol said...

pois se marrons nao muslos sao bonzinhos basta vcs importarem brasileiros e indianos em massa no br sao 50 mil homicidios cristaos pior que golfo..

3 de julho de 2026 às 13:49:00 WEST  
Blogger Sara Veludo said...

Oláa.
Se tiverem oportunidade, convido-vos também a visitar o meu blog: noite.blix.pt
Se o seguirem, terei todo o gosto em retribuir e seguir o vosso também.

Obrigada

3 de julho de 2026 às 18:44:00 WEST  
Anonymous Anónimo said...

Tenho a impressão que essa gente de cristão tem muito pouco. E ninguém nacionalista é a favor da importação de brasucas.

3 de julho de 2026 às 19:26:00 WEST  
Anonymous Zédias said...

Ainda está para confirmação, mas aparentemente um sueco está em morte cerebral após ter sido agredido em Copenhaga enquanto assistia a um jogo de futebol: https://www.hungarianconservative.com/articles/current/swedish-fan-assault-african-men-dead-denmark-ivory-coast/

Pois é, naquela conversa num outro tópico acerca das medidas a tomar para limpar a Europa, esqueci-me de tocar no assunto "futebol" que está a esteróides neste momento por causa da porcaria do Mundial.
Infelizmente os europeus são completamente fanáticos por este desporto que nada de útil acrescenta e que só é nocivo às causas nacionalistas europeias. Alguma vez a Grécia Antiga teria sido o que foi se os helénicos tivessem escolhido andar às patadas a uma superfície esférica em vez de se exercitarem na luta, no dardo, no tiro ao arco, na maratona? E o pior é que há mesmo grupos de delinquentes (leia-se "claques") que se autoproclamam nacionalistas aos berros e a agitar bandeirinhas dentro de estádios por causa de fulanos a correr atrás de uma bola, sendo muitas vezes esses fulanos não só estrangeiros, mas também extra-europeus.

Por conseguinte, o futebol (e os outros desportos coletivos modernos em geral, tais como o basquetebol, o beisebol, o râguebi, o futebol americano, o hóquei no gelo, o hóquei em patins, o futebol de salão, etc) tinha de ser relegado para os locais adequados. Acabe-se com todas estas competições idiotas, e entreguem os estádios às populações locais para que estas, se o pretenderem, se possam exercitar nos tempos livres sem serem remuneradas por isso.

Adultos a correr atrás de uma bola e a ganhar dinheiro enquanto outros adultos assistem aos berros e aos gritos completamente possuídos é só estúpido, e o pior é que muitos nacionalistas não entendem nem querem entender isso.

3 de julho de 2026 às 21:48:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«se os helénicos tivessem escolhido andar às patadas a uma superfície esférica em vez de se exercitarem na luta, no dardo, no tiro ao arco, na maratona»

A meu ver, a questão não está na actividade desportiva em si, conta pouco se se trata de andar às patadas a uma superfície esférica ou de, em vez disso, andar à porrada, a atirar ferros aguçados à distância ou flechas, ou a correr durante horas a fio - a questão é que o futebol tem servido para internacionalizar as mentalidades, com a facilidade com que se vendem ou compram jogadores estrangeiros a ponto de equipas inteiras serem constituídas por pessoal de fora do país e, pior, de fora da raça. Sucede o mesmo com as outras provas desportivas, o que bem se viu pelo modo como os me(r)diáticos do costume tentaram cobrar aos Portugueses «racistas» o sucesso dos africanos vestidos com as cores portuguesas a correr em provas de atletismo. Olha que isso ainda foi pior, pois que, no futebol, esta participação não branca é sempre algo relativizada enquanto a maioria da selecção nacional for branca, ao passo que nas provas de dez mil metros, ou no combate físico (Judo, por exemplo), a situação é diferente.

Acresce que, na Grécia antiga, só os atletas de origem helénica podiam participar nos Jogos Olímpicos, motivo pelo qual este evento tinha um carácter fortemente etnicista. O mundo grego antigo não era um país unificado, mas sim um conjunto fragmentado de centenas de cidades-estado (poleis) rivais, como Atenas, Esparta, Tebas, Argos e Corinto, que por vezes guerreavam entre si. Os Jogos Olímpicos — juntamente com a língua e a religião — eram um dos momentos em que estes Estados esqueciam as suas divisões e celebravam a sua pertença à mesma etnia (Hellas). Durante o evento, era decretada a Ekecheiria (a Trégua Sagrada) para que todos os Gregos pudessem viajar em segurança até Olímpia. Repara neste belo episódio: o caráter etnicista dos Jogos Olímpicos era tão rígido que gerava crises dinásticas e diplomáticas. Quando o rei Alexandre I da Macedónia (antepassado de Alexandre, o Grande) quis competir na corrida do estádio no início do século V a.C., os outros atletas gregos protestaram, exigindo a sua exclusão por considerarem que os Macedónios eram «bárbaros» (ou seja, estrangeiros). Alexandre teve de apresentar provas genealógicas detalhadas perante os juízes (Hellanodikai) para demonstrar que a sua dinastia descendia de Argos, uma cidade grega legítima, antes de obter autorização para correr.

Ou seja, isto é exactamente o contrário do que está hoje a ser feito com os Jogos Olímpicos e com o desporto em geral, que servem para fomentar o mundialismo, e porquê?, porque a mentalidade das elites actuais é bem diferente da mentalidade da Grécia antiga a este respeito, e porquê?, porque agora há outra componente ideológica metida ao barulho, originada no culto de um carpinteiro semita desenraizado e rejeitado pelo próprio Povo...

Nota - já na Antiguidade Clássica se tinha diluído o carácter etnicista dos Jogos Olímpicos, mas porquê?, porque a Grécia foi conquistada pelo Império Romano, pelo que cidadãos romanos de várias origens étnicas começaram a ser autorizados a participar no certame, ou seja, a etnicidade foi adulterada por um império, não é surpresa.

4 de julho de 2026 às 15:10:00 WEST  

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