sábado, junho 27, 2026

SOBRE A AMEAÇA IMINVASORA ORIUNDA DO MAIS HOSTIL TERCEIRO-MUNDO

Concluída a primeira fase do inquérito aos gangues de violadores no Reino Unido, houve diversas revelações que nos mostram um lado nunca antes visto da imigração, e revelam o que o futuro nos reserva se a Europa continuar neste caminho.
O Relatório Casey de 2025 já afirmava a existência de “um número desproporcionado de homens de «origens étnicas asiáticas»” na exploração sexual de crianças em grupo. Este inquérito veio provar a existência de uma perseguição sistemática, racialmente e religiosamente motivada, contra raparigas brancas por parte de muçulmanos de origem paquistanesa.
No mínimo 250000 jovens britânicas foram submetidas a violações repetidas, conversão forçada ao islamismo, entre outros abusos, por parte destas gangues, cuja grande maioria dos envolvidos não foi condenada.
Cerca de 87% dos condenados por exploração sexual de menores em grupo são muçulmanos de origem estrangeira, e Dr. Taj Hargey, ímã da Oxford Islamic Congregation alega que os números podem chegar aos 95%.
Convido os leitores a lerem o relatório na sua integridade, que está disponível em Português de Portugal no site “Nunca te Cales”, para compreenderem a verdadeira gravidade da situação que não irei abordar na totalidade neste artigo.
A realidade é que este relatório, que sofreu várias tentativas de boicote por parte do poder político, veio demonstrar o que já há muito se sabia e era frequentemente silenciado com acusações de intolerância: há uma grande quantidade de imigrantes que partilham um ódio anti-europeu e estão activamente a atacar os Povos que os acolheram.
Atendendo aos factos, a Europa precisa de reconhecer a incapacidade de coexistência com todos os tipos de identidades externas, estabelecendo critérios de imigração mais rígidos, focados nas necessidades migratórias e na compatibilidade dos imigrantes com a civilização europeia.
Para além disso, não podemos ignorar que já se encontram diversas comunidades anti-europeias no interior do continente, pelo que não basta apenas uma política de imigração mais rígida, mas também é evidentemente necessária uma estratégia remigratória.
Posto isto, conclui-se que este relatório veio confirmar suspeitas já há muito levantadas e constantemente silenciadas pelo poder político, que mostram a existência de uma política migratória que ameaça o bem-estar europeu, ao permitir a entrada de forças racialmente e religiosamente motivadas contra nós, e isto demanda acção urgente.
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Fonte: https://observador.pt/opiniao/o-relatorio-negro-da-imigracao/?utm_term=Autofeed&utm_medium=Social&utm_source=Facebook#Echobox=1782429877

10 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Como vais remigrar milhões de invasores? Como seria feito isto?

1 de julho de 2026 às 16:51:00 WEST  
Blogger Lol said...

ue cade as misandricas wokes brancos pra atacar os homens bronzeados nao elas vao culpar brancos ou entao homens no geral pois so pode generalizar genero mas raça nao hipocrisia seletiva..

2 de julho de 2026 às 07:37:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«Como vais remigrar milhões de invasores?»

Deportando ilegais, alterando as leis para garantir que só o Ius Sanguinis mais estrito vigora, elaborar leis com efeito retroactivo sobre os imigrantes «naturallizados» que cometam crimes, convite organizado aos imigrantes e seus descendentes para que regressem aos seus países de origem.

2 de julho de 2026 às 15:22:00 WEST  
Anonymous Zédias said...

Eu sugeria o seguinte:
- os cidadãos europeus com ancestralidade extra-europeia (exemplo, um "alemão" com nome urdu que nasceu em Berlim em 1997, cujo pai nasceu em Frankfurt em 1975 mas o avô nasceu em Islamabad em 1937) que demonstrassem atitudes anti-europeias, leia-se antidemocráticas, tais como promover e defender a sharia no continente ou que cometessem crimes, eram extirpados da nacionalidade e enviados para os países dos ancestrais.
- aqueles migrantes que entram ilegalmente no continente eram todos recambiados para os países de origem, ADN registado numa base de dados e banidos de entrar no país para o resto da vida deles.

Penso que assim 90% do problema ficava resolvido.






2 de julho de 2026 às 15:29:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«demonstrassem atitudes anti-europeias»

Sim, leis retroactivas, aplicadas a quem adquiriu a nacionalidade antes de saber que tal coisa poderia acontecer. Seria complicado fazer leis destas, mas possível, desde que houvesse número suficiente de apoiantes no parlamento nacional. Em Portugal, por exemplo, o Chega talvez pudesse contar com votos do PSD, mais concretamente dos deputados social-democratas menos ideologicamente politizados e mais rurais.

2 de julho de 2026 às 16:34:00 WEST  
Anonymous Zédias said...

Infelizmente não me parece que o PSD tenha deputados que pensem assim. Aliás, eu até nem tenho problemas em admitir que aprecio menos o PSD do que o PS, porque com os socialistas, já se sabe no que vai dar porque eles não contêm o seu pensamento, enquanto que com os social-democratas eles prometem uma coisa, mas depois fazem outra. Além de que claramente o PSD está alinhado com os interesses dos grandes empresários em mão de obra barata do 3º mundo...

Esqueci-me ainda de uma uma 3ª medida... Naturalmente, pensar que a Europa ficaria com 0 paquistaneses, 0 sírios, 0 iraquianos, 0 muçulmanos extra-europeus é irrealista infelizmente. Por isso, o ideal seria cada país limitar o número de muçulmanos e de imigrantes extra-europeus permitidos no seu território e criar uma espécie de crédito social para os imigrantes de fora da Europa. Exemplo: se os 200 paquistaneses permitidos no Reino Unido causam problemas, limite-se o número de paquistaneses a 100, se os 300 sírios permitidos no Reino Unido causam problemas, limite-se o número de sírios a 200 e por aí adiante.

Isto tudo, lá está, porque infelizmente é irrealista a meu ver pensar que será possível banir todos os paquistaneses e todos os sírios da Europa.


2 de julho de 2026 às 19:06:00 WEST  
Anonymous Zédias said...

Não podem falar porque são pagas pelos partidos de esquerda báizuǒ 白左 (ver wikipédia) para fazerem as figuras que fazem... E muita síndrome de Estocolmo metida à mistura.

2 de julho de 2026 às 19:09:00 WEST  
Blogger Caturo said...

«Não podem falar porque são pagas pelos partidos de esquerda báizuǒ»

Pagas? Nem precisam de ser pagas, elas já são baizuo à partida, desde pelo menos a adolescência...
É, em muitos casos, ainda pior do que a síndroma de Estocolmo. É uma doença nunca antes vista - é o etno-masoquismo, a endofobia, o ódio-a-si-mesmo em termos colectivos, uma versão laica do complexo de culpa colectivo cristão diante do Amado.

3 de julho de 2026 às 10:06:00 WEST  
Blogger Lol said...

sim jus sangue dna bio deve ser full nao parcial senao pardos filhos de brancos trairas entram

3 de julho de 2026 às 13:50:00 WEST  
Blogger Lol said...

sim o auto odio do ethos semita curiosamente esse auto odio e so pra branco o alien nao precisa se auto odiar..

3 de julho de 2026 às 13:52:00 WEST  

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