quarta-feira, janeiro 21, 2026

A QUEM INTERESSA QUE A EUROPA NÃO SE UNA E NÃO TENHA FORÇA?

A quem interessa então que a Europa não se una e não seja forte? Só à chinesada, ao Putinedo, aos MAGAS mais palermas, aos «nacionalistas» mais míopes e, claro, a todos os inimigos da Democracia que gostam é de lamber os pés a um líder forte...Esta última parte aplica-se sobretudo aos comentadeiros e anónimos das redes sociais que por aí há, gajos nos seus vintes, trintas, quarentas, cinquentas, às vezes até sessenta anos de idade, mas com mentalidade de adolescentes, que simpatizam com Putin e mostram o seu ódio contra Zelensky, acusando-o de causar centenas de milhares de mortes ucranianas, como se fosse Zelensky o invasor, ou como se ele devesse dobrar a cerviz, isto é mentalidade de puto dos recreios escolares e dos bairros, que, no seu micro-universo, está habituado a baixar a cabeça diante dos mais fortes, e à sua volta todos os outros fazem o mesmo, nada no mundo é tão hierarquizado como os meandros juvenis, ou, segundo se conta, como os estabelecimentos prisionais masculinos, e no entanto esta opinião revela-se ridiculamente contraditória quando é proferida por bocas que andaram toda a vida a guinchar que é civilizacionalmente imperioso promover os valores da virilidade!, as virtudes guerreiras!!, os exemplos de heroísmo!!!, a defesa da Pátria acima das vidas e vidinhas individuais dos burgueses pacíficos e consumistas!!!!, a valorosa capacidade «dos nossos antepassados!» de «lutar até à morte!!!!!!!!!!!», mesmo em grande desvantagem numérica, e tal... mas depois acham que os Ucranianos não o deviam fazer porque não, porque têm é de obedecer ao «chefe do recreio/bairro», que é o Putin... pinga de nojo, esta atitude, envergonhando gravemente uma parte visível da chamada área nacionalista em toda a Europa.É, entretanto, cada vez mais necessário que os Nacionalistas europeus se demarquem de Trump e das suas homéricas e colossais cagadas em matéria de geopolítica, nomeadamente no que respeita às ameaças sobre a Gronelândia. Pode imaginar-se a imensa barracada e balázio nos pés que será para o Movimento Nacionalista europeu se Trump tomar a Gronelândia pela força - já prometeu que não, mas nunca fiando - e, um dia, um presidente de Esquerda norte-americano devolver a Gronelândia à Dinamarca, então aí é que a esquerdaria europeia nunca mais se cala com o respeito pelas Nações que os Nacionalistas afinal não souberam defender por se aliarem a quem desrespeitou uma Nação europeia. Tudo na actual política global mostra que o fortalecimento da União Europeia deve ser uma prioridade de todos os europeus conscientes, mormente os que mais afirmam o ideário nacionalista. Não há na Europa nacionalismo consequente que não seja europeísta.