terça-feira, fevereiro 10, 2009

ESTUDO PSICOLÓGICO REVELA QUE ORGULHO ÉTNICO AUMENTA A SATISFAÇÃO DIÁRIA

Nos EUA, uma professora de Psicologia na Universidade de Wake Forest, Lisa Kiang, de raça mongólica, publicou em Outubro um estudo segundo o qual o orgulho étnico pode ajudar os adolescentes a viverem positivamente e a enfrentarem triunfantemente o «stress».
Diz Kiang que os jovens que nutram sentimentos favoráveis ao seu grupo étnico são mais felizes no dia-a-dia do que os que alimentam uma atitude negativa a respeito da sua identidade étnica.
A pesquisa envolveu várias centenas de adolescentes de origem mexicana e chinesa, que responderam a vários questionários a avaliar, primeiro, a sua postura para com a sua própria estirpe, as suas reacções perante as adversidades quotidianas, e, depois, o registo do seu estado de espírito. Os que tinham mais elevada auto-estima étnica mostravam ter um nível de contentamento com a vida mais elevado.
O estudo centrou-se em adolescentes porque é na adolescência que a questão da identidade é mais importante. Kiang concluiu por isso que os efeitos positivos sugerem que os pais e a sociedade deveriam encorajar a identidade étnica forte no seio familiar.

Aguardam-se agora as vozes politicamente correctas a debitar o habitual repertório de imbecilidades e invertebralidades: «Ah, não têm nada que se sentir orgulhosos porque não foram vocês que fizeram as coisas boas que as pessoas da vossa raça fizeram!» ou «mas qual é o sentido de terem orgulho em serem de uma raça??!», ou ainda a clássica acusação de que ter orgulho étnico é racismo...

A menos, claro, que os adolescentes não brancos tenham um especial direito a serem etnicamente orgulhosos, porque os brancos são culpados daquilo que «os seus pais fizeram» e tal... ou então o «problema» está só em que os brancos não têm identidade étnica, são simplesmente brancos e acabou-se...