INGLATERRA - AMNISTIA INTERNACIONAL MANIFESTA-SE CONTRA POLITIZAÇÃO NACIONALISTA DO HOMICÍDIO DO JOVEM BRANCO HENRY NOWAK
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Nada disto causa estranheza a quem esteja com atenção à sociedade em que vive. Quando neste artigo se lê, a meio, que é surpreendente a atitude da Amnistia Internacional por, tendo o hábito de condenar a polícia, desta vez não o fazer, de imediato se considera que ou há aqui da parte do autor ou grossa ingenuidade ou a mais pura ironia; o fim do texto confirma a veracidade da segunda hipótese.
Efectivamente, a Esquerda ocidental raramente se preocupa verdadeiramente com a alegada brutalidade policial em si. Ponha-se uma parelha de bófias anti-racistamente amestrados a agredir violentamente um skinhead facho e dificilmente se ouvirá um único pio de crítica esquerdista. Sucede simplesmente que, até ver, a esmagadora maioria dos agentes da polícia no Ocidente é de raça branca, enquanto a maioria esmagadora dos que precisam de ser contidos pela força policial é composta de, ou pessoal não branco, ou antifaria. Se, entretanto, um branco não ideologicamente identificado for agredido pelas autoridades, isso também é porreiro para os activistas anti-bófia - mas apenas porque serve de combustível para queimar a polícia a propósito de casos mais racializados/politizados... «estão a ver, brancos anónimos?, a vossa polícia também é vossa inimiga, vocês e as minorias raciais estão do mesmo lado contra a autoridade estatal e policial branca...»... Dá, efectivamente, um jeitaço.
Sendo então os dirigentes da Amnistia Internacional verdadeiros «clérigos» da «religião» do anti-racismo militante, estão tão somente a agir com toda a sinceridade e honestidade que a sua sensibilidade lhes dita. O problema reside precisamente no facto de a quinta-essência da sua sensibilidade ser a aberração nojenta que já se conhece. Uma vez que, na sua Boa e Sã Doutrina da Santa Madre Igreja do Anti-Racismo e do Multiculturalismo dos Últimos Dias do Ocidente (SMIARMUDO), está garantido, como fundamento ontológico, que o branco (europeu/ocidental) tem em si o pecado original do «racismo» (por causa da escravatura e do colonialismo, embora só o europeu tenha resolvido abolir a escravatura e o colonialismo, mas não interessa, dogma é dogma, não se discute, em vez disso vive-se, sente-se), todo o mal que aconteça ao comum branco é, quando muito, uma tristeza, mas não suscita revolta se quem causa este mal for não branco. A revolta é um sentimento - e se o próprio sentimento está formatado na direcção contrária, então não haverá naqueles corpos lugar algum para essa revolta. Desta maneira, o assassínio de um branco pela mão de um alógeno é simplesmente de lamentar, acontece, todos os dias há pessoas a morrer, «é a vida», como diria Guterres. Pronto, mais uma fatalidade, fatalidades há muitas, adiante, passe-se à frente. Não é preciso insistir no assunto. Dá-se os pêsames de uma forma mui profissional e acabou, ponto final. Está evidentemente fora de questão politizar o caso, politizar o quê, um indivíduo matar outro? (atenção: esquecer de imediato a raça desta vez), pois se há tantos homicídios por aí... O caso do negro Floyd, esse sim, esse é que é para politizar, por motivos óbvios - porque, ao ver um branco matar um negro, a sensibilidade dos «clérigos» da SMIARMUDO é de imediato activada, como seria em tempos antigos activada a sensibilidade de um cristão devoto ao contemplar a vandalização de uma igreja, por exemplo, ou a morte de um mártir cristão às mãos de não cristãos. É claro que a morte de Floyd tem de se politizar!, aliás, isto sai-lhes naturalmente das beiças falantes e das gânfias escreventes, precisamente porque aquilo para eles nem é verdadeiramente politizar mas sim agir com a indignação que o seu sentido de decência lhes impõe.
Enquanto isso, o «povinho» revoltado por ver um dos seus familiares a ser morto por um alógeno, este «povinho» só tem é de se calar, caso contrário apanha com uma acusação de «incitação ao ódio!», e reserva-se a isto o vocábulo «ódio» porque, no dicionário da SMIARMUDO, «ódio» significa apenas e exclusivamente a hostilidade que os «maus» têm pelas vítimas boas, definindo-se os «maus» como sendo os brancos hereges, blasfemos, que não foram devidamente «evangelizados» pela SMIARMUDO e por isso não fazem fé no Santíssimo Dogma da Inegabilidade da Sua Própria Culpa Colectiva. Deste dogma se deduz que o pecado capital começa quando o branco sente hostilidade contra o não branco. Isto é profundamente sentido como pior do que tudo - pior do que qualquer crime cometido por um não branco.
Quando, em vez disso, são os anti-racistas que odeiam um «mau», a isso não se chama então «odiar» mas sim «indignar-se».
Até nisto, é que até nisto, são os antirras moralmente herdeiros dos cristãos: o cristão pode incitar à destruição de um exército herege, mas nunca dirá que isto é ódio e sim indignação ou determinação no serviço a Cristo, etc.. «Ódio» é palavra que nunca usará, pois que, na sua moral, há o dever de unir sem fronteiras, e o «ódio» separa, e, se Deus é amor e o amor é o contrário do ódio, então o ódio é do diabo, logo, o bom cristão não pode sentir ódio...
Em suma: se o branco vitima o não branco, isto é automaticamente político; se o não branco vitima o branco, isto não é nunca político, ou sequer politizável, precisamente porque a boa moral diz que tal situação não pode ser politizada, e não pode ser politizada porque, acima de tudo, há o dever de erodir todas as fronteiras entre os Povos, enquanto estes ódios só criam distâncias «racistas».
A existência das «amnistias internacionais» e dos demais «sacerdócios» organizados do anti-racismo, constituindo uma herança moral em versão laica da Cristandade, constituem por isso mais uma chusma de motivos pelos quais a cristianização da Europa foi, garantidamente, a maior tragédia da história europeia.


17 Comments:
a policia so é nazi se atacar bandidos negros se atacar brancos ai a policia vira aliada embora no caso orelha e henry borel a midia estado regime acobertou brancos justo por que as vitimas nao eram negras..
Há muito que a AI demonstrou ser uma organização militantemente globalista. Esta é apenas mais uma confirmação dessa realidade, apesar de ser uma confirmação particularmente obscena.
https://www.reddit.com/r/europe/comments/1tw2ngt/number_of_migrant_boats_launched_from_belgium_to/
https://www.europol.europa.eu/media-press/newsroom/news/small-boats-supply-chain-disrupted-21-arrested-for-supplying-channel-smugglers-nautical-equipment
Na Alemanha decidiu-se agir e o resultado é que o fluxo de migrantes vindos da Bélgica para o Reino Unido quase que ficou a zeros.
Mais uma prova de que não há impossíveis e que há capacidade de agir, quando as nações europeias agem fraternamente e em conformidade com o que lhes é exigido.
Só falta uma marinha europeia potente capaz de patrulhar desde pelo menos os Açores e Canárias até às ilhas gregas e Chipre. Porque apesar de os migrantes irem parar sempre primeiro a Espanha, Itália, Malta, Grécia, o Reino Unido, a França, a Alemanha, os Países Baixos, os nórdicos irão sempre por sofrer as consequências depois.
O Zédias não me leve a mal, mas a palavra correcta é imigrante, como "i", não é migrante. Isto pode parecer uma picuinhice da minha parte, mas como o Caturo escreveu aqui há uns dias:
« É entretanto sintomático que o autor (...) tenha escrito «migrantes» em vez de «imigrantes» - de tal modo está a confusão estabelecida nos grandessíssimos mé(r)dia a respeito do termo correcto para migrantes oriundos de fora, ou seja, imigrantes, que até há militantes anti-imigração a serem contaminados nessa imprecisão linguística, que dá imenso jeito a quem quer relativizar a diferença entre ser-se autóctone e ser-se estrangeiro, para que se pense mais facilmente que «somos todos estrangeiros».
"Warrior skeletons reveal Bronze Age Europeans couldn't drink milk"
https://www.science.org/content/article/warrior-skeletons-reveal-bronze-age-europeans-couldn-t-drink-milk
The Italo-Celtic Theory - Similarities between Latin, Welsh and Gaelic
https://www.youtube.com/watch?v=_8Av0cBq0nw
Caturo, já viste o horripilante video do Africano a degolar um homem, europeu, no meio da rua na Irlanda do Norte? Mais um, e mais outro e mais outro ...este pesadelo não tem fim á vista.
O dizes disto, ó Caturo?
https://www.youtube.com/watch?v=FRHNzMbkoJc
Sim. Por sorte, os racistas dos vizinhos interferiram a tempo, conseguindo deter o «««jovem»»» africano. Isto mostra bem a impunidade, não apenas de quem vem da selva, mas também de quem traz bichos desses.
«https://www.science.org/content/article/warrior-skeletons-reveal-bronze-age-europeans-couldn-t-drink-milk»
Ainda não tive tempo de abrir, mas dá ideia que a mais forte indo-europeização só se deu a partir do final da Idade do Bronze, início da Idade do Ferro, precisamente porque os Indo-Europeus teriam provavelmente alto nível de tolerância à lactose.
«The Italo-Celtic Theory - Similarities between Latin, Welsh and Gaelic»
Entre uns e outros, estariam os Lusitanos...
ele vai inventar que foi chamado de macaco..
niggas jews bad news
Infelizmente intervieram tarde. Ou sobrevive com horríveis sequelas (daquelas que mais vale estar morto) ou morre mesmo.
tem certos graus de pcd que e igual morrer em vida..mas como a medicina e pro vida acha a vida superior senao seria igual nazis..
Nem uma palavrinha, ó Caturo?
É bom sinal que o alerta anti-imigração se esteja a disseminar. Casos destes já acontecem há bem mais de quinze anos, mas nunca foram tão falados como agora - porque o povo está cada vez mais nas redes sociais, e é mesmo isto que mais leva as elites me(r)diáticas a manifestar a sua «preocupação» com o efeito das redes sociais na Democracia.
Aquele caso de um líder do ISIS estar a viver no Reino Unido à conta dos nacionais, é mesmo um absurdo, ó Caturo.
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