PETIÇÃO PELO FIM DA IMINVASÃO E INÍCIO DA REMIGRAÇÃO
Nas últimas décadas, Portugal tem sido sujeito a uma experiência sem precedentes na sua história.
Os sucessivos governos perseguiram uma estratégia de aumento indiscriminado e ad aeternum do número de imigrantes no País através de políticas irresponsáveis e radicais, com um impacto extremamente disruptivo para a população, sem que a mesma fosse consultada.
Em apenas dez anos, o número de imigrantes legais em Portugal passou de cerca de 400 mil para mais de 1,54 milhões em 2024 — um aumento explosivo de cerca de 285%.
Este número oficial data de 2024, devendo ser revisto em alta, podendo aproximar-se dos 2 milhões de imigrantes legais em Portugal.
Se somarmos as estimativas de imigrantes ilegais e nacionalidades atribuídas nos últimos anos, o número total de imigrantes aproxima-se dos 2,5 a 3 milhões — ou seja, quase 30% da população residente.
As consequências desta transformação são nefastas: deterioração dos transportes públicos, colapso nos serviços de saúde, aumento inédito do preço da habitação, estagnação dos salários, queda da produtividade e estagnação económica.
Para além disso, assiste-se a uma substituição progressiva dos Portuguezes nas vilas, cidades e aldeias de norte a sul do país por povos, culturas e religiões incompatíveis com a nossa identidade nacional.
Esta imigração em massa implica também sérios riscos para a Democracia, com a importação de povos provenientes de Estados falhados ou corruptos, que desconhecem ou rejeitam os princípios do Estado de Direito.
É assim fundamental reverter os fluxos de imigração massiva que ameaçam tanto a cultura e identidade nacional, como o dia-a-dia da população, hipotecando gravemente as gerações futuras.
Os cidadãos signatários desta petição exigem:
1. Suspensão imediata da imigração.
2. Remigração obrigatória dos imigrantes ilegais e de todos os delinquentes e criminosos, independentemente da data em que entraram no país.
3. Programa nacional de remigração que incentive e facilite a repatriação voluntária daqueles que não possuem capacidade ou vontade de se assimilar aos valores e à cultura da sociedade Portugueza.
Exigimos que esta petição seja debatida e votada na Assembleia da República. Comprometemo-nos a recolher dezenas de milhares de assinaturas para que o Povo Portuguez seja finalmente ouvido e recupere o controlo do seu destino.
Para assinar, aceder a esta página: https://peticaopublica.com/pview.aspx?pi=PT131230&fbclid=IwY2xjawSExF5leHRuA2FlbQIxMQBzcnRjBmFwcF9pZBAyMjIwMzkxNzg4MjAwODkyAAEe3YIRXFKGLanbWTchVxUuMbzxPlz9jxqd170zdcAoYSNZHjFuDT_C-_ciU24_aem_qhLykNBWi_qkfiW3AaNW-Q


18 Comments:
os brs cucks so falam de arabes com medo do racismo como se o resto do sul global nao adulterasse basta ser cristao mesmo se vc for alien..
ou ocidentalizado falar lingua ocidental imitar nativos e vc vira nativo kk os cucks morrem de medo da raça os wokes nao mas pra atacar grupos faceis nao raciais sao ligeiros corajosos..
Uma boa iniciativa e pelo que vejo já tem algumas dezenas de milhares de assinaturas, o que revela que houve um acordar da população para o que está a ocorrer. Acho que basta 10.000 para ir parar ao parlamento a debate no plenário.
Noutro tema, o ano passado o WorldGenetics tinha publicado a composição genética dos portugueses nos seus componentes basal, através do Global25: https://www.pasteboard.co/aqv0BPeLeDmv.jpg
Agora (ou já há algum tempo) existe uma técnica estatística usada para medir a Admixture, o qpAdm: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC8049561/ que foi usada por exemplo nos estudos do Haak que identificou aquele famoso quadro do adn dos europeus (whg, farmer e steppe/yamnaya). Com o qpAdm, para os portugueses, parece que temos mais que 30% de adn Yamnaya (proto-indo-europeu), mais propriamente 36,3% : https://www.pasteboard.co/N8VNXOrCyEjX.jpg o resto parece valores idênticos ao que tinha dado no G25.
Eu não sei se sabes desta notícia publicada há um ano atrás, mas é um enorme golpe naqueles que defendem que a Rússia putinista(e a sua extensão Bielorrússia) são o último bastião do Ocidente:
https://www.rferl.org/a/lukashenka-belarus-pakistan-migrants-eu/33382244.html
Convidar 150 mil paquistaneses para a Bielorrússia! É de loucos! Mas siga, o Putin é que tem razão, e o Lukashenko também, vão salvar as tradições europeias!
russia bielo russia nunca foram ocidente e sim brancos quanto aos pakis ha pashtuns que parecem brancos
Para quem não consegue ver a 1ª imagem (de início tive alguns problemas mas já consegui visualizar), os resultados são: 53.4% Anatolian Neolithic Farmer; 30% Yamnaya; 11% Western Hunter Gatherer; 5.6% Iberomaurusian.
Por outro lado partilho aqui os dados desse mesmo estudo para os bascos, bávaros, turcos de Istanbul, curdos iraquianos, palestinianos muçulmanos, minoicos, arménios:
https://www.instagram.com/p/DIJJTDms2J0/?img_index=3
https://www.instagram.com/p/DFpm4A1PHwL/?img_index=3
https://www.instagram.com/p/DFSbwA6CKya/?img_index=3
https://www.instagram.com/p/DEuYm2ACAr3/?img_index=3
https://www.instagram.com/p/DDwljkMuTh1/?img_index=3
https://www.instagram.com/p/DEHwrUFtRS6/?img_index=3
https://www.instagram.com/p/DEhgprto7nO/?img_index=3
O que é que eu concluo no meio disto tudo:
- os resultados portugueses (linguisticamente IE) estão mais próximos dos resultados bascos (linguisticamente não IE) do que dos resultados bávaros (linguisticamente IE).
- os arménios sempre têm pouco dna yamnaya. Lá vem a teoria dos Urartas que adotaram a língua do invasor indoeuropeu (influência persa, talvez).
- há mais dna yamnaya nos turcos de Istanbul (linguisticamente não IE) do que nos curdos do Iraque (linguisticamente IE) e a quantidade de DNA levantino e iraniano nos curdos é o dobro da quantidade dos turcos.
- os resultados dos muçulmanos da Palestina mostram bem que a Anatólia acaba sempre por estar mais próxima geneticamente da Europa do que do atual Mundo Árabe.
Andei à procura dos georgianos mas infelizmente não os encontrei nesse estudo.
«mais propriamente 36,3% : https://www.pasteboard.co/N8VNXOrCyEjX.jpg»
Palavra que não me surpreende. Ao contrário do que se ouve à saciedade da boca de quem escreve livros, jornais e televisão, eu sempre tive dos Portugueses uma ideia de gente muito europeia (se calhar por causa do contraste com Moçambique), mais europeia do que os Castelhanos e Italianos, embora saiba que os estudos costumem indicar mais sangue norte-africano em Portugal do que em Castela (mas mais indo-europeu também, note-se). A área do país geneticamente menos europeia parece ser o Alentejo, pois até nas imagens de grupo de velhotes alentejanos só consigo ver faces europeias, mesmo quando lhes procuro nas caras traços norte-africanos ou negróides. Coincidência trivial é o facto de, no mais recente anúncio de um vinho alentejano, a dizer que «um alentejano cai sempre bem», pois nem de propósito, foram arranjar um gajo que podia perfeitamente passar por migrante da Europa Central a chegar cá no primeiro milénio a.c..
Obrigado por mais este manancial de informações, só convém ter o maior número de dados possível sobre as fontes para as poder indicar quando necessário.
Quanto aos resultados, pois os dos portugueses (linguisticamente IE) estão mais próximos dos dos bascos (linguisticamente não IE) do que dos dos bávaros (linguisticamente IE), o que não admira, séculos depois de movimentações populacionais e misturas - o interessante é que, apesar de todos os milhares de anos que passaram desde o início provável da disseminação das línguas indo-europeias, ainda haja uma relativa sobreposição de sangue e língua, com muitas excepções, claro.
Os Arménios têm pouco ADN Yamnaya, sim - mas, bem notaste, e os Georgianos, quanto terão? E os Azeris?
No que toca aos turcos de Istambul, atenção que se trata de uma cidade em solo europeu e tem uma ancestralidade marcada por Povos indo-europeus na sua grande maioria: trácios, gregos, romanos. Agora, qual será a percentagem de Yamnaya noutras áreas da Turquia?
Os Curdos do Iraque vivem numa região que é semita há milhares de anos e mesmo assim têm relativamente pouco de semita, especialmente quando comparados com os Palestinianos.
É entretanto bem verdade que os resultados dos muçulmanos da Palestina mostram bem que a Anatólia acaba sempre por estar mais próxima geneticamente da Europa do que do atual Mundo Árabe, e a etnia no seu sentido cultural-histórico tem contribuído para isso, mormente no que respeita à tradicional hostilidade entre Árabes e Turcos, mas de qualquer forma não deixa de ser interessante que já bem antes dos Turcos, o território foi sempre indo-europeu desde a expansão indo-europeia, com Hititas, Mitânios, Frígios, Lídios, Cários, Lícios, etc..
Fiz mais algumas pesquisas tendo em conta os temas que levantaste e deparei-me com alguns resultados interessantes:
1º) Os georgianos de Tbilisi estão bastante próximos dos turcos de Trabzon. E têm ambos pouco dna yamnana (apresentado como Western Steppe Herder)
https://www.worldgenetics.app/populations/georgian-tbilisi
https://www.worldgenetics.app/populations/turkish-trabzon
2º) Os resultados dos turcos de algumas cidades da Anatólia (Adana, Ankara, Cannakkale, Giresun, Samsun, Sanliurfa, Gaziantep, Konya, Erzurum) surpeendentemente estão bem próximos uns dos outros no que diz respeito às % yamnayas (entre 15% e 25% a grosso modo). A % de Levantine Neolithic Farmer anda entre os 16% e os 22%. Nota bem a diferença para os turcos de Trabzon em relação à % yamnaya.
https://www.worldgenetics.app/populations/turkish-adana
https://www.worldgenetics.app/populations/turkish-ankara
https://www.worldgenetics.app/populations/turkish-canakkale-biga
https://www.worldgenetics.app/populations/turkish-giresun
https://www.worldgenetics.app/populations/turkish-samsun
https://www.worldgenetics.app/populations/turkish-sanliurfa
https://www.worldgenetics.app/populations/turkish-gaziantep
https://www.worldgenetics.app/populations/turkish-konya
https://www.worldgenetics.app/populations/turkish-erzurum
3º) Um sírio de Damasco apresenta maior percentagem de Levantine Neolithic Farmer (46,5%) que os turcos em média.
https://www.worldgenetics.app/populations/syrian-arab-damascus-levantine-profile
4º) De um modo geral os resultados dos azeris, dos arménios, dos turcos e dos curdos estão bem próximos uns dos outros, notando-se alguma distância dos mesmos em relação aos georgianos, o que a meu ver não surpreende.
5º) Os chechenos apresentam uma percentagem de dna yamnaya de 28,3%.
https://www.worldgenetics.app/populations/chechen
Basta ires a "https://www.worldgenetics.app/populations/" e pesquisares pela população que queres. Tens é de ter atenção que as cores não são sempre as mesmas para cada ancestralidade.
Deixo-te ainda um link do instagram em relação aos tartessos cujos parentes mais próximos deram, não os andaluzes, mas sim os bascos, o que reforça mais a tese do basco-iberismo.
https://www.instagram.com/p/DEACVz1NamH/?img_index=2
Peço desculpa se estou a colocar muita informação, mas já ando nestas conversas de dna e haplogrupos há uns valentes anos e nunca encontrei um estudo tão detalhado como este que o anónimo de 29 de maio de 2026 divulgou.
"os resultados portugueses (linguisticamente IE) estão mais próximos dos resultados bascos (linguisticamente não IE) do que dos resultados bávaros (linguisticamente IE)"
Estranho seria se assim não fosse. Os bascos são uma população ibérica, mesmo o sul de França, quando dividem a Europa em clusters genéticos, está mais próxima dos portugueses e espanhóis do que outras áreas: https://www.pasteboard.co/KHctva-l6ro7.jpg
É interessante ver como a Itália faz três clusters, norte, centro e sul, sendo que os gregos estão com os centro-italianos e os gregos das ilhas com os sul italianos.
"Andei à procura dos georgianos mas infelizmente não os encontrei nesse estudo."
Os georgianos devem ter valores semelhantes aos abcásios e ossétios.
"mais europeia do que os Castelhanos e Italianos, embora saiba que os estudos costumem indicar mais sangue norte-africano em Portugal do que em Castela (mas mais indo-europeu também, note-se)."
Eu sinceramente acho tudo um pouco subjectivo, quando se tenta perceber quem é mais ou menos, por exemplo há modelos recentes que mostram que povos sul europeus (exemplo da sardenha ou bascos) são mais europeus, que quase toda a Europa, muito mais que o norte da Europa, ainda não foi há muito tempo, mostraram um do qpAdm em que os portugueses são mais europeus que boa parte da Europa, são mais europeus que os suecos e mostraram porquê:
https://www.pasteboard.co/u0e5cbw_IrU6.jpg
Ora isto vale o que vale, o CHG está dentro do Yamanya, então naturalmente quem marca mais yamnaya, vai marcar mais CHG, depois também existe o componente asiático (EA) pelo norte e leste da Europa.
Na Península Ibérica as diferenças não são substanciais, os Castelhanos de Castela e Leon não têm menos adn relacionado com os berberes, que os portugueses, do que vi até costumam ter mais, mas as diferenças não são substanciais, os portugueses têm valores semelhantes ou próximos aos galegos, castela e leão, extremadura, asturias, andaluzia, murcia, (4-5% Iberomaurusian - 'puro' adn do norte de afrca) já por exemplo os bascos têm pouco ou nada, os catalães, os aragoneses têm algum mas menos, devem ter uns 2%-3%. Iberomaurusian varia entre 1-5% no geral, com expcção dos canários devido aos Guanches.
acho que mitanis eram primos dos aryas e ja ocupavam o alto eufrates ha milenios os assirios eram dessa zona e eram xatriescos igual aryas..
os fenicios do norte do levante eram dinamicos igual aryas mas com espirito vaixa igual semitas mas o norte dessa zona tem influencia arya..
azeris e georgianos devem ser pouco aryas pois o caucaso e montanhoso e ate a cultura lingua pre arya resistiu..
Claro, os Pashtuns são indo-europeus. Sucede simplesmente que quem no mundo europeu manda vir paquistaneses, raramente crê que está a importar brancos e a questão é esta.
«Ora isto vale o que vale, o CHG está dentro do Yamanya»
Os CHG são uma das bases dos Europeus e é bem possível que o idioma indo-europeu venha essencialmente deles.
O estudo do Southern Arc, aponta nessa direcção, mas o componente CHG de facto tem o seu pico em populações extra-europeias.
Não tens nada que pedir desculpa, Zédias, pelo contrário, quanto mais informação melhor, e um dos teus comentários só não tinha sido publicado porque a máquina o pôs na secção spam, à qual raramente vou.
«https://www.worldgenetics.app/populations/georgian-tbilisi»
É de facto muito sintomático que os Georgianos quase não tenham «sangue indo-europeu», de algum modo resistiram tenazmente, não se sabe em que condições, e em toda a volta os Indo-Europeus reinaram, ou tiveram notório poderio, como se constata no caso dos Chechenos, que, não sendo indo-europeus, parecem ter mais sangue indo-europeu que alguns Povos indo-europeus ou de língua indo-europeia.
sim eles vao importar as etnias marrons vizinhas dos pashtuns no pakistão e ser indo europeu nao implica ser branco ha marrons indo europeus vide bengalis..
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