quarta-feira, janeiro 28, 2026

RÚSSIA - IGREJA ORTODOXA LANÇA UM ATAQUE SISTEMÁTICO AO NEO-PAGANISMO ÉTNICO RUSSO, CONSIDERANDO-O MAIS PERIGOSO QUE O ISLÃO E O BUDISMO

A imagem é a capa do álbum ou material promocional da banda russa de folk/pagan metal Stozhar. A banda Stozhar é de Yaroslavl, Rússia, e a sua música mistura estilos de metal extremo com paganismo eslavo e música folk. O nome "Stozhar" (Стожар) refere-se ao asterismo das Plêiades na cultura eslava. A arte da capa apresenta uma mulher acorrentada em frente a cruzes, com uma figura semelhante a um deus pagão acima. O número "988" na parte inferior refere-se provavelmente à data da Cristianização da Rus' de Kyiv.

Diante do ressurgimento dos chamados  
rodnovery, ou “crentes nativos”, Kirill formou uma comissão especial liderada pelo arcebispo russo-francês Savva, a estrela em ascensão da sua equipa, para combater este novo desafio. Mas, segundo o professor Šiženskij, um dos principais estudiosos religiosos da Rússia, a única resposta verdadeira é o trabalho missionário que transcenda as avaliações ideológicas.
O Patriarcado Ortodoxo de Moscovo decidiu combater sistematicamente as várias formas de Neo-Paganismo que se espalham cada vez mais na Rússia, especialmente aquelas que remetem à antiguidade russa pré-cristã, cujos seguidores se auto-denominam Rodnovery, ou 'crentes autóctones'.
Também são muito populares as formas de devoção ao politeísmo militante escandinavo chamado Asatru (As = Deus, Tru = fé), que remonta às representações das tribos germânicas na época das migrações antes e durante o domínio romano, e posteriormente transmitidas por manuscritos islandeses desde a formação da Rus' de Kyiv, com o 'chamado dos Varegues' tendo início no século IX.
De acordo com os ortodoxos, este problema é considerado um dos mais importantes na actividade missionária da Igreja hoje, ainda mais do que a concorrência das religiões tradicionais dos trabalhadores imigrantes, como o Islamismo e o Budismo. O próprio Patriarca Kirill já se referiu diversas vezes às questões do Neo-Paganismo e às dificuldades do diálogo inter-religioso. Por isso, foi formado um grupo de trabalho que reúne representantes de diversas entidades patriarcais, com o objectivo de “prevenir o Neo-Paganismo”. A primeira reunião desta comissão, composta por membros de 12 departamentos sinodais, foi realizada no início de Outubro, com um relatório resumido publicado no site informativo do patriarcado. O relatório afirma que o presidente da comissão é o chefe do departamento sinodal para missões, o arcebispo russo-francês Savva (Tutunov), uma estrela em ascensão na equipa do Patriarca Kirill. Entre as “tarefas principais” da comissão estão “a preparação de materiais científicos e metodológicos, a organização de programas de formação e educação e o desenvolvimento de medidas para combater a influência destrutiva das doutrinas neo-pagãs”.
A novidade reside precisamente na abordagem sistemática, embora o desafio do Neo-Paganismo já tenha vindo a ser discutido há algum tempo, com actividades missionárias já em andamento pelo departamento sinodal, que também inclui um secretariado para a "missão apologética". Trata do combate a seitas, ensinamentos pseudo-ortodoxos, subculturas destrutivas e vários cultos, recolhendo e analisando informações sobre 'diversas formas de confusão religiosa' e desenvolvendo métodos de resposta apologética. O novo órgão, que envolve outros sectores do patriarcado, foi solicitado pessoalmente pelo Patriarca Kirill, que o anunciou no concílio eclesiástico de 10 de Abril, afirmando que “hoje testemunhamos tentativas de distorcer o nosso passado, substituindo a autêntica tradição espiritual por substitutos construídos artificialmente”. O Patriarca expressou a sua preocupação com o facto de que "o Neo-Paganismo é frequentemente apresentado aos jovens como uma espécie de alternativa à Ortodoxia, sendo apresentado como uma forma mais histórica, natural e autenticamente nacional, quando na verdade estamos diante de uma mistura ecléctica de fantasias e elementos de outras culturas, e ideias verdadeiramente destrutivas". Nessa 'pseudocultura', entre outras coisas, 'forma-se uma relação especial com o uso da força', como acontece em grupos étnicos fechados, onde a força é considerada um factor decisivo para preservar a identidade, o que tem efeitos reais na vida da maioria das pessoas.
Kirill relembra a ligação entre as diásporas étnicas e o "politeísmo brutal, ao qual os seguidores do Islamismo radical estão frequentemente associados", o que também exige a intervenção das forças da lei.
No entanto, Roman Shizensky, o principal especialista do Centro de Estudos Étnicos e Religiosos da Universidade Lgu de São Petersburgo, mostra-se bastante céptico quanto à possibilidade de "alcançar mudanças significativas por meio do trabalho da nova comissão", acreditando que "uma mobilização genuína das instituições eclesiásticas em trabalho missionário que não se limite a avaliações ideológicas" é necessária para evitar que a própria Igreja Ortodoxa seja considerada meramente um "culto de Estado", para o qual alternativas mais eficazes devem ser buscadas, inclusive na "defesa da Pátria com o verdadeiro culto da força".

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Fonte: https://www.asianews.it/news-en/Moscow-Patriarchate's-battle-against-neo-paganism--64251.html?fbclid=IwY2xjawPJXslleHRuA2FlbQIxMABicmlkETBrSE5FdVVyVmZUSjVxRzZPc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHoYrvxVtKZQZJ0ILnYnX52O8fa_dlGJZHqpEBmGKCJgFvjn8bNG0-T-m-9oP_aem_G7FSU3OQuZlj7p9xJ0zWww#google_vignette

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Numa coisa tem o vigário do Judeu Morto razão - o Neo-Paganismo eslavo, o Rodnovery, é mais perigoso para a Cristandade do que o Islão e o Budismo, e porquê?, porque, mercê da sua natureza étnica, tem muito maior potencial de disseminação no seio do Povo eslavo do que os dois referidos credos estrangeiros.
Quanto à charla segundo a qual o Rodnovery é hoje uma amálgama de «fantasias e elementos de outras culturas», é o habitual modus operandi cristão que já vem de há dois mil anos - primeiro, há dois milénios e nos séculos subsequentes, os servidores do carpinteiro crucificado sempre quiseram destruir todas as outras religiões e diabolizar e/ou negar os Deuses pagãos, isto para deixar claro que nenhum Deles era válido; agora, depois de terem ou julgarem ter destruído todos os cultos pagãos da Europa, agora voltam a insistir que tais prácticas não são válidas porque as originais já não se conhecem, quase gabando-se de as terem destruído, e nalguns casos gabam-se mesmo, orgulhosos do zelo totalitário cristão...
Ora a verdade é que os Deuses são eternos e os ritos existem para conveniência da humanidade, não dos Deuses, os Quais de nada necessitam; cabe pois ao humano encontrar, reencontrar ou criar os seus próprios ritos. Acresce que há nisto uma questão de lealdade e de integridade da raça - a Kiril, e a todos os kiriles, pode e deve-se sempre responder que, em última análise, e se o actual Paganismo eslavo, ou de qualquer outra etnia europeia, não conduz a nada senão ao vazio, ou ao «inferno», pois neste caso aplica-se, mutatis mutandis, o que Radbod, rei dos Frísios, disse ao missionário cristão que estava prestes a baptizá-lo antes de o monarca frísio recuar e recusar o baptismo declarando «prefiro ir parar ao inferno na companhia dos meus ancestrais do que estar no céu juntamente com escravos». 

Entretanto, a Rodnovery avança em ambos os lados da fronteira russo-ucraniana, independentemente do conflito militar actual; paralelamente, Putin vai tendo de fazer a vontade à Igreja para forjar ou reforçar uma aliança «civilizacional» de Estado e Igreja, um dos fundamentos da ideologia putineira para justificar a anexação da Ucrânia, porquanto o ex-KGB afirmou já, em discurso oficial (2021), que a conversão cristã do rei Vladimir de Kyiv em 988 é uma das bases comuns da Ucrânia e da Rússia. Do lado ucraniano, por seu turno, reforça-se um Paganismo de cariz nacionalista.

18 Comments:

Blogger Lol said...

ue se ha dezenas de milhoes de muslos e meia duzia de pagaos como os pagaos sao mais perigosos

30 de janeiro de 2026 às 00:23:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Caturo, os circassianos eram brancos? Indo-europeus?

2 de fevereiro de 2026 às 06:10:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Vou deixar aqui umas referências a 2 estudos que podem interessar a quem quiser ler, o primeiro, do Gretzinger 2025, um gráfico de Admixture interessante, como se sabe os povos europeus são na sua essência a famosa mistura de três populações antigas (WHG, Yamnaya e os Neolithic Farmers), dentro da mesma, o estudo identifica componentes genéticos modernos que dominam em determinadas populações.

O componente que domina nos portugueses é classificado neste estudo como Continental Southern European (CWE), também domina nos espanhóis, franceses, sardos/sardenhos e bascos, mas sobretudo nos sardenhos, se é verdade que os europeus todos partilham estes segmentos, nuns mais, noutros menos, noto que os portugueses têm praticamente os quase os mesmos componentes que os franceses, terem parecidos aos espanhois não é surpresa, como é natural, dos franceses a similaridade é notável. Componentes por ordem do que mais têm os portugueses: 1º Continental Southern European (que domina nos sardenhos, espanhois, franceses e em nós) 2º Western British Irish (WBI) que domina nos irlandeses, escoceses etc, 3º "West Asian" (WAS) que não é bem west asian, mas que domina nos gregos, cipriotas etc 4º Continental Northern European (CNE) que domina nos dinamarqueses e norte alemães, 5º Norse (nórdico NOR) que domina nos suecos e noruegueses. O resto é residual ou não tem expressão, baltico etc, não marcamos adn subsariano.

Imagem do estudo: https://postimg.cc/CzKV9wXj

Portugal é o país do sul da Europa, só atrás da França, com mais adn nórdico ou germânico, o que não é uma surpresa, mas ao mesmo tempo acaba por ser.

Fonte da imagem acima e do estudo:
https://www.nature.com/articles/s41586-025-09437-6

O segundo estudo, é este: "As origens do consumo do leite cru na Península Ibérica e no território português: Arqueogenética e Zooarqueologia" https://ophiussa.letras.ulisboa.pt/index.php/ophiussa/article/view/193
Mostra que apesar de haver produções e consumos de leite desde tempos muito antigos, a tolerância à lactose (mutação genética que permite a mesma) em Portugal, e em linha com o resto da Europa só se tornou mais comum na idade média, a primeira amostra encontrada com LP (tolerância) na Península Ibérica foi na idade do Bronze, e em Portugal a 1º amostra é do período romano. Claro que isto vale o que vale, porque depende do nº de amostragem.

3 de fevereiro de 2026 às 21:13:00 WET  
Blogger Caturo said...

Muitíssimo obrigado. Aqui há meses li uma discussão algures sobre um novo estudo, de 2020 ou 2024, já não sei, a dizer que havia alguma influência subsariana na população portuguesa, e norte-africana também (ainda que não como se dizia antigamente, quando se jurava pela mãezinha que «cada português é metade mouro metade judeu», o que também se dizia em Espanha, «cada espanhol é metade mouro metade judeu», porque a elite reinante é a mesma em toda a parte), e já não sei onde vi isso, paciência, urge de qualquer modo disseminar estes resultados deste que aqui trouxeste tanto quanto possível.

No que respeita aos «Franceses», não haverá notória diferença entre os do sul, Occitanos, mais marcadamente mediterrânicos, e os do norte, mais descendentes dos Francos?...

Quanto à tolerância à lactose, é, tanto quanto sei, uma característica trazida sobretudo pelos Yamnaya, que viviam da pastorícia, logo, de lacticínios, e quanto mais para norte na Europa, mais frequente é esta característica. Segundo um dos mapas que vi, a tolerância à lactose seria de para aí 88% ou mais na Suécia, 65% a 70% em Portugal e menos de cinquenta por cento no sul de Itália, mas curiosamente é maior no centro de Itália do que no norte da mesma península.

5 de fevereiro de 2026 às 06:04:00 WET  
Blogger Lol said...

eu ouvi falar dos fazendeiros do neolitico e dos arianos mas esse grupo um nao eles sao os aborigenes que o lobby woke diz ser negro de olho azul?

5 de fevereiro de 2026 às 11:56:00 WET  
Blogger Caturo said...

Por causa do potencial de conversão que os pagãos oferecem - o apelo tribal é forte e pode de facto levar muitos jovens russos ao culto das antigas Deidades da sua herança étnica.
Quanto ao Islão, cresce sobretudo pela via da natalidade, mas dificilmente converte o grosso da população russa, pois quem é que no seio das massas populares da Europa branca tem alguma especial consideração pelos atoalhados de cu para o ar, que nem sequer bebem álcool e não comem carne de porco? Alguém imagina a conversão em massa seja de que Povo Europeu for a um credo que não deixa emborcar bebidas alcoólicas? Das duas uma, ou surge um Islão «europeu» que permita isto e outras coisas (como o já existente credo dos Alauítas, talvez), ou então os muslos dificilmente terão hipótese de converter as populações europeias.

5 de fevereiro de 2026 às 12:42:00 WET  
Blogger Caturo said...

«aborigenes que o lobby woke diz ser negro de olho azul»

Esses são os Caçadores-Recolectores Ocidentais, e não eram negros, tinham era a pele escura, e, curiosamente, consta que teriam odor corporal menos intenso do que os demais Povos...

5 de fevereiro de 2026 às 12:44:00 WET  
Blogger Caturo said...

«Portugal é o país do sul da Europa, só atrás da França, com mais adn nórdico ou germânico, o que não é uma surpresa, »

Não tinha lido esta parte mas acho fantástica esta confirmação do que sempre me pareceu ser verdade, até já tinha dito isso aqui, há uns anos largos. Mesmo que se diga que os «Espanhóis» têm menos sangue norte-africano, palavra que sempre tive a impressão de que eram mais mediterrânicos que os Portugueses, e que o pessoal cá deste extremo ocidente europeu se caracterizava por uma sobriedade e uma relativa frieza (quando comparado com os vizinhos do outro lado da fronteira), bem como por um idioma de sons muito mais fechados e típicos de uma região fria, daí a parecença sonora do Português com línguas do leste europeu. À laia de pequenita curiosidade, lembro-me quando ouvi um latino-americano, argentino talvez, a aprender os números em Português, quando eu lhe disse «dois», o gajo ficou muito surpreendido e comentou «páréce álemão!», não me surpreendeu. Não imagino um tipo da Europa mediterrânica a pronunciar este som como nós o pronunciamos, «dôich».

5 de fevereiro de 2026 às 12:51:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

Ao contrário do que algumas agendas diziam, não existe adn subsariano nos portugueses, ou é considerado ruído 0-1, os portugueses são 55% Neolithic Farmer, 30-35% Steppe Yamnaya, 10-12% WHG e depois têm 5% de adn proto-berber, isto é os valores médios nacionais. No passado, tentavam dizer que os portugueses tinham adn subsariano, porque tinham encontrado marcadores de Mtdna como L em Portugal, só que uma linhagem de mtdna não é sequer 1% do adn de alguem (mas isto não explicavam isto como é obvio), diz-te pouco ou nada sobre mistura genética (autosomal) que é todo o adn. CAPA DE JORNAL: «os portugueses e os espanhois têm adn subsariano» Nada mais falso, porque primeiro isso não é sequer 1% do adn de alguem, é uma linhagem uniparental, nem é 0,5% do adn de alguem, segundo, nem todos os marcadores L (mtdna) são subsarianos, uns existem nos berberes, outros existem localmente nos europeus, terceiro, não só já foi encontrado em toda a Europa (até na Noruega, Russia, Inglaterra), como se provou que entrou na peninsula ibérica há milhares e milhares de anos atrás, o que também desmistificou parte de outro mito, só que nada disto foi explicado às pessoas, nem isto que se veio a descobrir depois: 1) http://dienekes.blogspot.com/2018/01/eurasian-origin-of-mtdna-l3-and-y.html Ou isto 2): https://postimg.cc/d7mQ3xns
O estudo do Gretzinger 2025, à semelhança do também recente estudo do John Lerga-Jaso (2025): https://postimg.cc/Yhzw1WYZ ambos adn autosomal, mostra os componentes ancestrais (WHG, Steppe, Ymanya etc que dominam nos europeus) distribuídos por marcadores modernos e que dominam em determinadas regiões, neste caso do Gretzinger deu-lhe uma distribuição regional: CWE, NOR, WBI etc. Por exemplo na imagem do Gretzinger os portugueses não estão a marcar o proto-berber, que têm 5%, porque não existe uma amostra de tal, mas ele existe como podes ver no do Lerga Jaso, ou seja, esse valor estará certamente dentro do WAS ou assim. Já amostra subsariana (para comparar) existe no estudo, e como se pode ver os portugueses marcam zero, o que está em linha com outros estudos recentes: Claire 2019: https://postimg.cc/DSv4g7Xx

Sobre os franceses, aquilo é uma média dos franceses, não tem distribuição regional, se fizessem com distribuição regional, irias ter essas diferenças como dizes: https://postimg.cc/8JYLXcvv

5 de fevereiro de 2026 às 13:07:00 WET  
Blogger Caturo said...

Mas calma, o estudo diz que o L é subsariano, ainda que se tenha desenvolvido na Europa... https://postimg.cc/d7mQ3xns

5 de fevereiro de 2026 às 13:28:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Mas calma, o estudo diz que o L é subsariano, ainda que se tenha desenvolvido na Europa."

Sim e não, parte do L como o L3 etc é de origem eurasian, como podes ler: http://dienekes.blogspot.com/2018/01/eurasian-origin-of-mtdna-l3-and-y.html E parte das outras linhagens do L (L1, L2) entraram na Europa há imenso tempo e divergiram das que dominam nos SSA.
Ou seja, no passado quando diziam que Portugal marcava 5% mtdna subsariano L, e recordo que isto diz pouco ou nada sobre mistura, porque nem é 1% do adn de pessoa x, na verdade era menos de metade disso: https://postimg.cc/fkvWDpy1

5 de fevereiro de 2026 às 13:54:00 WET  
Blogger Caturo said...

« podes ler: http://dienekes.blogspot.com/2018/01/eurasian-origin-of-mtdna-l3-and-y.html»

Obrigado, nem tinha ido ver esse estudo porque julguei que se tratava do I em vez do L, e pensei que dissesse respeito a outro tema. É sempre bom saber destas novidades que dificilmente seriam expostas na comunicação social seja de que país for, pelo menos em 2026, logo se vê o que o futuro nos guarda.

5 de fevereiro de 2026 às 14:24:00 WET  
Blogger Caturo said...

Os Circassianos são brancos sim, de aparência europóide, tanto quanto sei, mas não pertencem à família indo-europeia e sim à chamada «Caucasiana do Noroeste» (e não confundir este significado de «caucasiano» com o da identificação da raça branca - a palavra «caucasiano» significa, originalmente, indivíduo do Cáucaso e por isso é que mais tarde se chamou «caucasianos» aos brancos, porque se pensou em tempos que a Arca de Noé partira do Cáucaso e porque a beleza das mulheres caucasianas fez muitos observadores europeus pensarem que aquilo é que era o melhor e mais puro protótipo da raça branca. Para não haver confusões, acho que, quando se fala em raças, é melhor dizer «caucasóide» do que «caucasiano».

5 de fevereiro de 2026 às 14:40:00 WET  
Blogger Lol said...

mas europoide e um termo amplo pega ate monhes e eles nao sao caucasianos ou brancos mas marrons

5 de fevereiro de 2026 às 20:22:00 WET  
Blogger Lol said...

mas escuros que tom raça marrom?e como eles nao tinham raquitismo no norte?

5 de fevereiro de 2026 às 20:24:00 WET  
Anonymous Anónimo said...

"Portugal é o país do sul da Europa, só atrás da França, com mais adn nórdico."

A genética tem os seus mistérios mas a verdade é que a maioria dos portugueses (ou esmagadora maioria) não parece nada germanico. Somos um dos povos mais baixos do continente, um dos povos com menos olhos claros, e uma imensidão de portugueses tem um aspeto mediterrâneo/norte africano, as vezes alguns parecem quase indianos. E não, não sou um hater brasileiro, nasci e cresci em Portugal e tive inclusivamente na escola alguns colegas 100 por cento portugueses que pareciam quase indianos.

12 de fevereiro de 2026 às 12:29:00 WET  
Blogger Caturo said...

«imensidão de portugueses tem um aspeto mediterrâneo»

Há mais elementos para além da cor, tais como as estruturas faciais. O comportamento, entretanto, também tem que se lhe diga, e afigura-se menos expansivo e ardente que o dos demais mediterrânicos.

12 de fevereiro de 2026 às 23:42:00 WET  
Blogger Caturo said...

Já agora, autor da mensagem original, em que parte do estudo está a referência a Portugal e às diferentes proporções de componentes genéticos nos diferentes países europeus?

12 de fevereiro de 2026 às 23:43:00 WET  

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