segunda-feira, janeiro 19, 2026

«E SE FOSSE CONSIGO» - SE A TVI LHE QUISESSE DAR LIÇÕES DE MORAL

«E se fosse consigo», na TVI - uma rubrica woke até pingar de nojo em que se encenam situações de «discriminação» para ver como é que o «povinho» reage, para depois dar as devidas lições de moral ao telespectador: «estão a ver, este reagiu bem, fez o que todo o indivíduo bem formado deve fazer!»

Hoje, a situação criada foi de racismo - uma empregada de balcão que recusa atender educadamente um africano. É engraçado que, tendo eu já 52 anos, nunca vi uma cena destas em lado nenhum deste país. Eu não vi - muito provavelmente, a esmagadora maioria dos demais portugueses também não viu.
Mais: em praticamente todos os casos de conflito entre pessoas de raças diferentes a que assisti, nunca o agressor injusto era branco. No que respeita a provocações, isso então, enfim, quem conheça a linha de Sintra e certos arredores, e noites de Lisboa, sabe quem é que provoca quem. É assim a vida real portuguesa nos dias que correm - o comum cidadão de certas zonas cheias de «diversidade», sai de casa para ir trabalhar ou para se divertir à noite (ainda pior), é provocado, por vezes agredido, ou assaltado, por certas minorias, depois chega a casa, liga a televisão e ainda leva com «lições de moral» anti-racistas como se fosse ele ou outro português o culpado das violências na sociedade. Claro que, entretanto, as reais violências que vitimam os europeus anónimos, essas raramente são noticiadas. Chegou-se ao ponto de, por exemplo, só por exemplo, não se dizer nos grandessíssimos mé(r)dia cá do burgo uma só palavra sobre o escândalo de pedofilia muçulmana que já corre no Reino Unido desde há bem mais de vinte anos. 20 anos. Twenty years. Nem pio. Nada. Mais de MIL - 1000 - raparigas brancas foram sexualmente agredidas, vitimadas maioritariamente por muçulmanos do Paquistão, e não se viu nem um cabrão de um vocábulo sobre isto na «imprensa livre» da Tugalândia (Portugal é outra coisa), pelo menos até época muito recente, e, se se falou, foi para aí em nota de rodapé de algum noticiário das quatro da manhã e pouco mais... Os profissionais da propaganda woke que se dizem jornalistas não tiveram talvez tempo, ou disposição, para pelo menos transcrever uma notícia de um jornal britânico, mas têm tempo para montar cagadas & macacadas televisivas do tipo «apanhados» para ver se moralizam o «povinho».
Ou seja - descontentes com o facto de as notícias reais não corresponderem aos ditames ideológicos wokes, os «jornalistas de causas» inventam as suas próprias «notícias», que correspondam ao que se lhes meteu nos cornos durante as suas sessões de lavagem cerebral anti-racista.
Depois os Venturas ganham votos e as elitezinhas me(r)diáticas têm o revoltante descaramento de se mostrarem muito escandalizadas, porque muito genuinamente não percebem porquê, tal é o grau de arrogância classista e ideológica com que julgam poder ditar o correcto pensamento ao «povinho»...
Satisfaz-me moderadamente o facto de, neste momento, já haver sessenta deputados da «Ultra-Direita» na Assembleia da República, alguns dos quais criam situações de grande incómodo para parlamentares de certas formações partidárias que lá estão. Cada minuto do desconforto destes últimos é um momento de justiça poética e um consolo para a alma. Depois de um anito e tal a virarem-se todos contra o único deputado do Chega em 2019, agora não gostam do troco. Faço votos para que continuem a sofrer todos os dias o mais que puderem, o que aguentarem e sobretudo o que não aguentarem, e que «metam baixa» se for preciso, que não fazem lá falta alguma, aliás, alguns deles ofendem-me de cada vez que respiram em território nacional, ora considerando que um ser humano respira cerca de 23000 vezes por dia, pode-se fazer uma ideia das ofensas que me dirigem ao longo de um ano, quanto mais de quatro. Pode ser que, todavia, tudo isto se pague um dia, com juros.