Um soldado francês foi esfaqueado nas costas por um imigrante nascido no Congo na Gare de l'Est, em Paris, na noite de Lues.
O ataque ocorreu pouco antes das 22h, horário local, quando o agressor de 40 anos enfiou uma faca entre as omoplatas do soldado que patrulhava a capital francesa como parte da iniciativa anti-terrorista Operação Sentinela.
O agressor foi rapidamente preso e permanece sob custódia.
A vítima foi escoltada pelos serviços de emergência para um hospital localizado no Percy Army Training Center em Clamar (Hauts-de-Seine). Acredita-se que ele esteja em condição estável.
Conforme citado pelo meio de comunicação Actu17, uma fonte próxima da investigação policial em andamento disse que a motivação do agressor para o esfaqueamento foi retaliação pelas operações militares francesas no seu país de origem.
“Ele disse que agiu porque os soldados estão a matar pessoas no seu país, o Congo”, disse a fonte não identificada aos média franceses.
O suspeito é conhecido das autoridades, tendo sido preso anteriormente em Janeiro de 2018 pelo assassínio de um jovem que foi esfaqueado em Châtelet-Les-Halles. O imigrante congolês foi “declarado irresponsável devido ao seu estado de saúde mental” depois de ser diagnosticado com vários transtornos psiquiátricos, informou o Actu17.
A promotoria de Paris anunciou que uma investigação por tentativa de homicídio foi aberta.
“Um enésimo ataque de faca feriu um soldado ontem à noite na Gare de l'Est em Paris”, tuitou a política nacionalista Marine Le Pen. “Esperando que ele se recupere rapidamente, os meus pensamentos estão com a sua família e todas as forças de segurança que garantem a nossa protecção todos os dias em condições de segurança cada vez mais alarmantes”, acrescentou.
“Um soldado da Operação Sentinelle foi esfaqueado enquanto patrulhava a estação Gare de l'Est em Paris. O seu prognóstico não é de risco de vida. O perpetrador foi preso”, confirmou o Ministro do Interior Gérald Darmanin.
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Fonte: https://rmx.news/article/french-soldier-stabbed-by-congolese-migrant-in-paris/
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Cada uma das gotas de sangue do soldado francês poderá um dia ser cobrada com juros aos responsáveis da elite reinante que não expulsaram ou não permitiram a expulsão do criminoso africano depois de este assassinar em solo europeu.
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