Agora espere um minuto. Então não são supostamente muitos desses imigrantes requerentes de asilo e refugiados? Então porque estão eles de férias nos países dos quais supostamente fugiram para salvar as suas vidas?
Além disso, quem está a pagar por essas férias, com os imigrantes a receber “65 por cento das despesas de bem-estar social”? Os contribuintes suecos, obviamente. Mas porquê?
Os “nascidos no estrangeiro representam 53 por cento dos indivíduos com longas sentenças de prisão. 58 por cento dos desempregados." Como se isto não bastasse, eles recebem “77 por cento da pobreza infantil da Suécia está presente em lares com origem estrangeira, enquanto 90 por cento dos suspeitos em tiroteios públicos têm origem imigrante”. Que benefício recebe a Suécia ao importar um grande elemento criminoso?
Seja qual for o bem que as elites suecas pensam que os imigrantes estão a trazer para a Suécia, continuam a ignorar o facto de que muitos dos imigrantes desejam transformar a Suécia e toda a Europa e refazê-la à sua própria imagem. Uma razão para a sua alta taxa de criminalidade é seu absoluto desprezo pelas leis dos descrentes, “os mais vis dos seres criados” (Alcorão 98:6). Adicione-se a esta mistura um ethos multiculturalista que exalta a presença de culturas estrangeiras e não assimiladas dentro dos países ocidentais percebidos como grandes estruturas guarda-chuva para uma enorme variedade de Povos diversos, e o cenário está pronto para uma política de apaziguamento e acomodação da ideologia da supremacia islâmica.
As elites europeias de hoje acreditam que, ao admitir um grande número de imigrantes muçulmanos no seu país e fazer acomodações especiais para a cultura e as práticas islâmicas, a Europa alcançará um novo florescimento cultural — mas o que não é considerado nisso é a natureza do islamismo político, que, quando dominante, dificilmente é hospitaleiro para sistemas políticos ou culturas rivais.
O apaziguamento cultural tornou-se a norma na Europa actual. O antigo modelo de exigir que os imigrantes se assimilem e adoptem os costumes do seu novo país deu lugar a um modelo multiculturalista que prevê que os imigrantes mantenham as suas próprias práticas e hábitos culturais no seu novo país.
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Fontes:
https://pjmedia.com/robert-spencer/2024/07/08/sweden-is-safer-in-the-summertime-but-no-one-wants-to-face-the-reason-why-n4930454
https://www.jihadwatch.org/2024/07/sweden-is-safer-in-the-summertime-but-no-one-wants-to-face-the-reason-why
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O autor compõe o seu discurso a partir da sua agenda anti-islamista; é verdade que, além disso, se assume à Direita, mas a Direita na qual se coloca é simplesmente conservadora, patriótica, nunca aborda o tema racial, talvez por isso não queira ele dizer que, com ou sem Islão, certas minorias étnicas são continuamente violentas, como ele próprio pode facilmente averiguar, visto que, no país em que vive, o Estado revela os números raciais da criminalidade, nos quais se constata uma discrepância gritante entre brancos e negros, chegando estes a cometer seis a sete vezes mais homicídios que aqueles, por exemplo...
Essa colocação ideológica fá-lo dizer que o bom modelo de «integração» é o assimiliacionista, no qual se obriga o alógeno a adoptar a cultura do país que o recebe; ora é verdade que o modelo anglo-saxónico, particularmente liberal, permite o estabelecimento no seu solo de todas as culturas, mas não é menos verdade que o modelo franciú, de assimilação e aculturação de imigrantes, fez da França um dos países mais violentos da Europa.
Mais: mesmo em termos especificamente religiosos, a dita integração social de alógenos é, demasiadas vezes, uma inclusão de gente que, a partir de dentro, se mostra ainda mais perigosa e destrutiva do que seria se continuasse de fora, por isso mesmo é que se têm diversas vezes lido casos de terroristas de Mafoma que até eram bons exemplos de integração e tinham emprego seguro e tudo...
Quanto ao cerne da notícia, até nisso a Suécia tem mais sorte que Portugal, uma vez que a população criminosa alógena em solo português nem nas férias dá sossego ao autóctone...
quando vc obriga o alogeno a imitar o branco ele vai querer ser branco a nivel pleno e ao tentar ser absorvido vai absorver o branco a nivel biologico genetico e vimos o que ocorreu na america iberica
ResponderEliminaresses assimilacionistas no fundo sao mais comunistas que os esquerdistas e trabalham pra kalergi pra eles basta fingir que o alien e nativo igual soli accent se o alien mantem sua cultura e mais facil identificar ele vide o caso judeu no reich
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