sexta-feira, abril 30, 2010

... ACABA ABRIL, MÊS DE VÉNUS...

MANIFESTAÇÃO DO PNR NO DIA DO TRABALHO NACIONAL


Aproximando-se o dia 1 de Maio, novamente o PNR irá assinalar essa data que é para nós o "Dia do Trabalho Nacional".
Para o PNR, não há, neste momento, a menor razão para celebrações e festejos. Pelo contrário, será uma jornada de luto e silêncio.
Trabalho Nacional? Mas qual trabalho? Não se pode falar em trabalho quando o desemprego e as falências são a triste realidade num país que consome muito mais do que produz.
Ao invés de se incentivar a produção nacional e a vitalidade económica, cada vez mais se implementam políticas de dependência externa e de interesses que não são nacionais.
Portugal está à beira da bancarrota e com uma dívida externa galopante que já ultrapassa o nosso PIB. Desprotegem-se os trabalhadores nacionais, as empresas nacionais, as famílias portuguesas e gera-se a crescente desigualdade e injustiça social. O que falta em segurança e estabilidade para os trabalhadores e suas famílias, sobra em corrupção e pouca-vergonha do saque a que estamos sujeitos por esta classe política sem escrúpulos nem princípios.
O PNR promove assim, uma acção de protesto, silenciosa e de luto, em frente ao Ministério do Trabalho e Solidariedade Social (Praça de Londres, Lisboa), pelas 11 horas de sábado, dia 1 de Maio.
Contamos com a vossa presença!
Vestidos de luto, Luto Nacional!!
Seguir-se-á um almoço e debate, subordinado ao tema "Portugal Sem Trabalho Nacional - Caminhos e soluções", aberto a militantes e simpatizantes.
Mais informações por mail Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o JavaScript terá de estar activado para que possa visualizar o endereço de e-mail ou pelo telefone 96 437 82 25.

CONFERÊNCIA NACIONALISTA - ORGANIZAR PARA RESISTIR


Caros Amigos, é com ampla satisfação que a plataforma de convergência Acção Nacional anuncia a realização no próximo dia 1ª de Maio de uma conferência que visa avaliar e introduzir uma nova abordagem no seio da área nacionalista portuguesa. Com o título de «Organizar para Resistir» e com um excelente painel de oradores, é nosso desejo que este evento sirva para estabelecer os sólidos alicerces organizativos que há muito deveriam existir no movimento nacionalista. Posto isto, não existem desculpas para não participarem e como tal contamos com a presença de cada um e de todos vós. Por Portugal!

LÍDER MUÇULMANO EM SOLO ESPANHOL JUSTIFICA LAPIDAÇÃO - E DIZ QUE, COMO MUÇULMANO, NÃO A PODE SEQUER CRITICAR

El líder musulmán de Alcalá ha justificado en una magnífica entrevista de Xavier Colás, del periódico local ‘Diário de Alcalá’, la lapidación de mujeres por que “son leyes de Dios”. El radical islámico afirma que “si lapidamos a una persona entonces la gente se cuidará”.
Su centro cultural de Alcalá, que también es un lugar de rezo, está abierto a hombres y mujeres y también a niños y niñas que aprenden árabe en su modesto local. Invita al periodista a dátiles y muestra orgulloso las modestas instalaciones, que ya se están quedando pequeñas: 3.000 personas participan a lo largo del año en sus actividades religiosas y culturales.

(...)
Aquí hay democracia, hay que dejar a cada uno que haga lo que le dé la gana. También veo a chicas que tienen piercing y me da mucha pena, pero es la libertad… El pañuelo musulmán es exactamente igual que el pañuelo de las monjas. A ellas nadie se atreve a decirles que se quiten el pañuelo.
(...)
Habla de una cierta degradación europea. ¿Y no le preocupa la violencia contra las mujeres bajo una pretexto religioso que ocurre en los países musulmanes? Me refiero, por ejemplo, a la lapidación.
–Eso era antiguamente, ya casi no existe. Si un hombre casado o una mujer casada cometen adulterio se necesitan cuatro testigos presenciales. Casi no se da.


–Pero todavía suceden y le preguntaba qué le parecen los latigazos y las lapidaciones.
Son leyes de Dios, que puso leyes para conservar a la gente, no para matarla. Por ejemplo: cortar la mano. Si cortamos la mano sólo a uno servirá para prevenir que el resto robe. Si lapidamos a una persona entonces la gente se cuidará. Pero ahora en Europa están las playas nudistas… [menea la cabeza con tristeza] …con las mujeres desnudas delante de sus familias… está completamente lejos de toda religión.


–¿Pero no le parece un poco cruel lapidar o dar latigazos a alguien, por muy reprochable que le parezca su conducta?
–Yo soy de Egipto y allí eso no existe. Es muy difícil reunir cuatro testigos. Pero si los hay entonces hay que aplicarlo a los que están casados, sea el hombre o la mujer o bien ambos. Si no están casados: 80 latigazos.

(...)
Personalmente: ¿Le parece cruel lapidar sí o no?
Son leyes de Dios. Si tengo fe en Dios no puedo decir que es cruel. Trato de obedecer y no hacer esas cosas para no llegar a esa situación.

(...)

Repare-se no ar de moderado, na «racionalidade» com que fala e entretanto vai justificando o que acima se lê... Sintomaticamente, muito sintomaticamente, até usa o mesmo tipo de argumentos que a Esquerda dimiesca usa na Europa para convencer os Europeus a «tolerar» mais e mais islamização paulatina da sociedade europeia...

Um dos argumentos é a desonesta comparação do véu islâmico com a indumentária das freiras, como se uma questão de vocação voluntariamente escolhida, caso das freiras, pudesse ser posta no mesmo saco que uma obrigação social o mais das vezes imposta pela intimidação e até pela violência, caso de todas as mulheres muçulmanos que vivam em ambientes fortemente islamizados. Esta linha de raciocínio é aliás muito esclarecedora a respeito de quem a usa: mostra que, das duas uma, ou está a querer atirar areia para os olhos de quem o ouve, ou, mais provavelmente ainda, não distingue entre um acto voluntário e uma obrigação social-intimidatória, ou seja, não tem sequer noção do que seja o valor da liberdade.

Outro dos argumentos, que tenho visto o Esquerdalhame usar com alguma frequência, é o de que determinado costume islâmico «ai, é tão raro...», logo, «mais vale não nos preocuparmos muito com isso...». É uma das arengas mais frequentes na prosa do escrevinhador bloquista Daniel de Oliveira para criticar a proibição do véu islâmico em França: «ai, são tão poucas as mulheres muçulmanas que o usam em França», diz ele, como que a insinuar que as autoridades francesas estão a querer pegar em minudências para arranjar problemas. Essa linha de argumentação é acima usada pelo muslo, mas em relação à lapidação: «ah, há tão poucos casos de lapidação...». Mas, quando obrigado a responder, lá encolhe os ombros e diz aquilo que os islamófobos costumam dizer do Islão: «pois, está na lei de Deus, como é que lhe podemos desobedecer? Bem vê...» Mais: nem sequer admite a possibilidade de criticar a prática cruel, porque Deus mandou e acabou, ou seja, um muçulmano não pode sequer criticar qualquer aspecto do seu credo.

E não, não é um pobre jovem palestiniano iletrado, esfomeado, pobrezinho e explorado pelo capitalismo e torturado pela Mossad e revoltado «contra isto tudo» quem assim fala, mas sim um líder de um centro cultural muçulmano sediado num país europeu em 2010 e que educa milhares de pessoas por ano. Milhares. E cada vez mais milhares. Não esquecer - não esquecer e divulgar, .

quarta-feira, abril 28, 2010

APOSTASIA - COMO ABANDONAR FORMALMENTE A IGREJA CATÓLICA

Grupo Facebook do dia:

Apostasia: como abandonar formalmente a Igreja Católica

As estatíticas relativas ao número de católicos no mundo são feitas com base no número de baptismos registados. Todos aqueles que foram baptizados, mesmo que não se considerem católicos, são contabilizados como tal pelo Vaticano.
De acordo com as normas canónicas, para se abandonar definitiva e formalmente a igreja Católica e, dessa forma, deixar de fazer parte do número de fiéis apresentado anualmente pelo Vaticano, é necessário um requerimento formal, por forma a que seja praticado um “acto de defecção” (ou acto de apostasia).
Perante inúmeras manifestações de vontade nesse sentido por parte de pessoas baptizadas que não se revêem na igreja Católica, o Vaticano viu-se forçado, em 2006, a tomar posição e esclarecer as diversas dúvidas apresentadas por bispos, vigários judiciais e outros profissionais do direito canónico, sobre o “actus formalis defectionis ab Ecclesia catholica”. Esta informação está disponível no seguinte website:

http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/intrptxt/documents/rc_pc_intrptxt_doc_20060313_actus-formalis_po.html

Assim, e de acordo com a Prot. n.º 10279/2006 do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos do Vaticano, para se proceder ao abandono formal da igreja Católica, não basta o envio informal de uma simples carta nesse sentido.
É necessário que o interessado apresente um requerimento formal na paróquia onde o respectivo baptismo foi realizado para que se pratique o "acto de defecção" da igreja.

Para que o acto de abandono da Igreja Católica seja válido, consista num verdadeiro "acto de defecção" e produza os efeitos legais consequentes, deve concretizar-se na:
a) decisão interna de sair da igreja Católica;
b) actuação e manifestação externa desta decisão;
c) recepção de tal decisão por parte da autoridade eclesiástica competente.

O acto formal de defecção (ou abandono) da igreja Católica fica averbado no registo de baptismo do requerente e, consistindo na “ruptura dos vínculos de comunhão – fé, sacramentos, governo pastoral – que permitem aos fiéis receber a vida da graça no seio da igreja”, impede a mesma de contabilizar essa pessoa como “fiel” nas suas estatísticas anuais.

O texto do requerimento a apresentar pelos interessados na paróquia onde se realizou respectivo baptismo pode ser do seguinte teor:

“Ex.mo Senhor Padre ______________
Paróquia de _____________________

REQUERIMENTO

Eu, __________________________, de nacionalidade Portuguesa e portador do Cartão de Cidadão com o número _______ (cópia anexa), venho, de forma consciente e livre, requerer, em conformidade com as normas canónicas que o regulam (câns. 124–126), que seja praticado um “actus formalis defectionis ab Ecclesia catholica”, com a consequente ruptura dos vínculos de comunhão – fé, sacramentos e governo pastoral.

Este requerimento é dirigido à autoridade competente da Igreja Católica, o Pároco da Igreja de __________, onde fui baptizado em __ de _______ de ____.

Por forma a facilitar o processo, informo que o meu baptismo consta de fls. sob o numero ____ do livro de registos de baptismo dessa paróquia referente ao ano de ______, conforme cópia de certidão de baptismo anexa. (parágrafo facultativo)

Assim, e na conjugação dos dois elementos essenciais para o efeito – a minha decisão interna de abandonar a Igreja Católica e correspondente actuação e manifestação externa, com a elaboração deste pedido – venho solicitar que seja averbado no livro de registo de baptizados (cf. cân. 535, § 2) a menção explicita de que foi praticado um “defectio ab Ecclesia catholica actu formali” onde se encontra o meu nome, e com isso se concretize o acto de Apostasia da Igreja Católica Apostólica Romana, com as penas canónicas correspondentes (cf. cân. 1364, § 1).

Após a prática do “actus formalis defectionis ab Ecclesia catholica”, requeiro também que me seja facultada uma cópia da certidão de baptismo onde aquele acto se encontre averbado.

Espero deferimento,

Assinatura: ________________________

_________, ___ de _________ de ______

Anexos:
1) Cópia de Cartão de Cidadão
2) Cópia de Certidão de Baptismo (documento facultativo)”


Sugere-se que o interessado apresente o requerimento e acompanhe o processo pessoalmente. Nos casos em que tal se não mostre possível, o requerimento poderá ser enviado à paróquia competente, por carta registada com aviso de recepção.

Nos casos em que o requerente se encontre num país diferente daquele em que foi baptizado e, por esse motivo, não possa apresentar pessoalmente o requerimento de abandono da igreja Católica, sugere-se que constitua seu procurador alguém de confiança para que o represente na apresentação do requerimeno e na prática de todos e quaisquer actos necessários a esse fim. É importante não esquecer de, na procuração, atribuir também poderes para que o representante possa levantar a certidão de baptismo onde o acto de defecção foi averbado, depois de praticado.

Por forma a obter informação sobre o contacto das diversas paróquias do país, sugere-se o seguinte website:

http://www.paroquias.org/paroquias.php

Este grupo pretende apenas proporcionar informação relevante àqueles que, sendo baptizados, não se revêem na igreja Católica e desejam abandoná-la formalmente.
(...)

COMO É QUE O CRISTIANISMO AVANÇA NA ÍNDIA?

Na região indiana de Karnataka, várias organizações e tribos marcharam em meados do mês contra a campanha de conversões cristãs que está a decorrer na região. O protesto apelou a que o governo deixasse imediatamente de oferecer benefícios especiais às tribos convertidas...

PETIÇÃO NACIONAL CONTRA SAÍDA DAS PRISÕES DOS CONDENADOS POR CRIMES VIOLENTOS

1 – Entrou em vigor no passado dia 12 de Abril, o novo Código de Execução de Penas e Medidas Privativas da Liberdade (CEP) aprovado pela Lei nº 115/2009, de 12 de Outubro.
2 – Este novo regime, que passará a reger a execução de penas e medidas privativas da liberdade em estabelecimentos prisionais dependentes do Ministério da Justiça, tem suscitado enorme controvérsia e inúmeras interrogações por parte de quase todos os operadores judiciários e policiais.
3 – Os principais perigos deste Código de Execução de Penas afectam a segurança pública, com a possibilidade de pôr em liberdade não vigiada os autores de crimes graves, após um período meramente simbólico de cumprimento da pena, através de uma decisão de um Director-Geral que pode modificar a execução em concreto da pena aplicada pelos Tribunais, sem, sequer, proceder à audição das vítimas ou dos seus familiares.
4 – Se a importância conferida à reinserção social do recluso até poder ser entendida para crimes de menor gravidade e em épocas de abrandamento dos níveis de criminalidade, já é totalmente incompreensível que se faça esta alteração num tempo muito preocupante, em Portugal, quanto à criminalidade em geral, e a que é grave e violenta em especial.
(...)
Os cidadãos abaixo-assinados reclamam o seguinte:
Que a Lei nº 115/2009, de 12 de Outubro, que aprovou o Código de Execução de Penas e Medidas Privativas da Liberdade (CEP), seja alterada no sentido de:
a) Não permitir que o regime regra de cumprimento da pena de prisão seja o regime aberto, antes se consagrando como o normal o regime comum, com as características previstas no nº 2 do artigo 12º daquela Lei;
b) Estabelecer inequivocamente na lei que a concessão do Regime Aberto no exterior será obrigatoriamente precedida de cumprimento da pena em regime interno por um período de tempo significativo e depois em regime aberto, mas virado para o interior dos estabelecimentos prisionais, também por tempo relevante;
c) Estabelecer inequivocamente na lei que a concessão deste Regime Aberto Virado para o Exterior é da competência exclusiva do Tribunal de Execução de Penas;
d) Estabelecer inequivocamente na lei que o cumprimento da pena em RAVE será obrigatoriamente seguida através de vigilância directa, por meios electrónicos;
e) Alterar a regra do artigo 14º da Lei, prevendo-se que o Regime Aberto no Exterior só será concedido, no mínimo, decorridos dois terços de cumprimento da pena, ou, no caso de penas mais graves de limiares a definir, três quartos do cumprimento da pena;
f) Adoptar todas as demais alterações legislativas necessárias a assegurar que o cumprimento das penas de prisão, nos termos do Código de Execução de Penas, seja efectiva e que assegure uma finalidade do cumprimento da pena em regime fechado, ainda que socialmente ressocializadora do condenado.

Clicar aqui para ler o texto na íntegra e assinar, para que este Regime Aberto Virado para o Exterior, ou RAVE, não se torne numa grande RAVE PARTY em que o bombo da «party» é o cidadão inocente.

VIOLÊNCIA E CRIME CONSTANTES NO PARQUES DAS NAÇÕES (OU DAS TRIBOS?)

Mais uma notícia sobre o quotidiano multicultural na capital cuja divulgação agradeço ao camarada que aqui a trouxe:

Um homem ficou ontem gravemente ferido ao ser esfaqueado com três golpes nas costas, junto ao bar Havana, no Parque das Nações, em Lisboa. A vítima ficou internada no Hospital de S. José, onde se deslocaram elementos da Polícia Judiciária para tentar recolher informações que permitam identificar quem esfaqueou o homem.
Junto da PSP, que recebeu a chamada de alerta às 04.45 e mobilizou meios para o local, o DN soube que a agressão se registou na Rua da Pimenta, o extenso caminho pedonal situado à beira-rio, ao longo do qual há uma série de bares e restaurantes. Segundo a PSP, a vítima sofreu três golpes na grelha costal do lado direito, desconhecendo-se ainda as causas que deram origem à agressão.
Empregados do bar Havana, que esteve aberto até às 04.00, disseram ao DN não saber nada sobre esse caso, mas adiantaram, que "é costume haver discussões aqui na zona e muitos assaltos a pessoas na rua". Consideram que "deveria haver mais polícia aqui".


Nesta altura, diria o socialista Guterres, ex-primeiro-ministro: «Se calhar querias um polícia em cada esquina, não!...»

Continuando...

Noutro bar, a empregada explicou que "vários restaurantes - tal como o Havana - transformam-se em bar e discoteca a partir das 23.00 e fecham às 04.00". Lembrou que ontem, quando saiu de serviço, "já depois das 04.30, estavam muitos polícias perto do Havana".
Relata que "há muitos assaltos. Uma noite, uns rapazes levaram tantos murros na cara, que até ficaram desfigurados. Tudo só para lhes roubarem um telemóvel".
"Também atacam e assaltam turistas que saem do Casino e vêm para os bares daqui", revelou, denunciando haver "jovens que aceleram de bicicleta entre as pessoas e roubam-lhes as coisas".
O Parque das Nações "está cercado de bairros sociais e esses moradores vêm para aqui. É costume haver confrontos entre grupos rivais de Chelas e do Bairro Padre Cruz", diz a empresária de um bar, frisando que "as pessoas ficam com medo e deixam de cá vir. Por isso é que o negócio está a baixar".

Ora bairros de Chelas e do Padre Cruz... olha, parece que são daquelas zonas da cidade que têm mais daqueles trabalhadores oriundos de África que-vêm-para-fazer-o-que-os-Portugueses-não-querem-fazer, pelo que até lhes devemos estar agradecidos... e o filme «Zona J» mostrou bem que afinal os bófias é que são ali os maus da fita...

Só há uma coisa que fica por explicar na notícia - então afinal o multiculturalismo é tão bom, tão enriquecedor, e Portugal deve tanto a toda esta gente vinda do hemisfério sul... e o negócio está a baixar por causa desta gente? Então como é?...
Ou será que a senhora que disse isso é só uma racista incompetente e de má fé que culpa os imigrantes pelo seu próprio insucesso como empresária?... Sim, deve ser isso, deve, deve.

VINTE POR CENTO DOS PROFESSORES HOLANDESES TEM MEDO DE FALAR DO HOLOCAUSTO AOS ALUNOS...

Na Holanda, pelo menos vinte por cento dos professores das quatro maiores cidades não falam ou raramente falam da questão do holocausto.

E porquê? Por serem uns grandessíssimos nazis?

Não - é porque os próprios alunos não querem. Os alunos muçulmanos, note-se.

Não quer isto dizer que esse período da História seja desinteressante, pelo contrário - é a matéria preferida, em História, pela generalidade dos alunos, muito mais do que a história da segunda parte do século XX e do que o tema dos Gregos e dos Romanos, que estão num segundo lugar algo distante. Mas é que a hoste musla tem muita força, mesmo quando ainda é menor de idade...

Imagine-se que esta proporção de professores tinha deixado de dar a matéria do holocausto porque os alunos holandeses/alemães/austríacos/quaisquer-outros-europeus recusavam-se a aprender a única versão da história dos campos de concentração autorizada pela elite. A escandaleira que não correria por essa Europa fora, e ai que a juventude é racista, e ai que a Holanda não foi «desnazificada», e ai que os putos ignorantes não sabem o horror que foi o Nazismo e tal e coisa...
Mas como afinal são os petizes escravos de Alá que recusam essa história das câmaras de gás para chacinar Judeus, ninguém em toda a mérdia europeia dá um pio, a não ser os «extremistas do costume», os «islamófobos», que denunciam a tibieza do costrume.

CANT... MÚSI... ARTISTA DE RAP INCITA À VIOLÊNCIA E À MORTE DE LÍDER DO PARTIDO NACIONALISTA INGLÊS

Na terra dos filhos de Hengist e Horsa, o Partido Nacional Britânico, BNP, apresentou queixa criminal contra o «cantor» de rap filho do Gana que dá pela alcunha de «Lethal Bizzle», por este ter utilizado a Internet (mais concretamente, o «Twitter», espécie de grande local internético de cariz social, como o Facebook) para apelar ao assassínio de Nick Griffin, líder do BNP.

Disse o negro, numa mensagem no Twitter: «Tenho uma ideia, queres ser famoso? Mata o líder do BNP, serás um herói.»

Ora segundo o BNP, este negro está ligado a gangues de negros armados em Londres e por conseguinte esta incitação ao homicídio é realmente uma ameaça para levar a sério. O BNP diz também que o referido africano dançante já deveria ter sido preso, e isso aconteceria provavelmente a Griffin se este tivesse incitado à morte do ganês.

O artista, num cartaz de um festival organizado pela organização antirra «Searchlight», inimiga do BNP. Conforme observou um militante do BNP, o jovem parece estar a esforçar-se para contar até quatro pelos dedos.

GRANDE FESTIVAL ÉTNICO TURCO CELEBRADO NA CAPITAL HOLANDESA - PRECISAMENTE NO GRANDE FERIADO NACIONAL DA HOLANDA

Na capital holandesa, um evento cultural turco que terá lugar no parque Wijkpark Transvaal está a indignar os indígenas residentes devido à data em que está prevista a sua realização - precisamente o Dia da Rainha.
Um morador holandês da zona desabafa: «o Dia da Rainha está simplesmente a ser abafado. Tenho orgulho por vivermos num país em que reina a tolerância, mas este festival é em Turco, de e para os Turcos. Isso não é apropriado para um feriado nacional como o Dia da Rainha. O dia tem um certo carácter e é para todos. Não devia organizar-se qualquer evento que seja destinado apenas a um grupo limitado de turcos.»

Grupo limitado é como quem diz... o evento está a ser organizado pela Fundação Cultural Islâmica Turca e faz parte dos Dias Culturais Turcos, nomeadamente de trinta de Abril a dois de Maio. O programa do evento inclui música, folclore, dança e comida turcos.

Outro residente diz «isto é ultrajante. Temos neste país um grande festival nacional, que é o Dia da Rainha. E isso está agora a desaparecer.»

O secretário-geral da fundação cultural turca acima citada diz, por seu turno, o seguinte: «Somos parte da sociedade holandesa. Com este festival podemos construir uma ponte entre as culturas. No evento teremos bandeiras holandesas.»

Os vizinhos do parque não percebem porque é que o município aceitou que este evento turco fosse agendado para o Dia da Rainha...

A QUEM PERTENCE GRANDE PARTE DAS EMPRESAS ITALIANAS?

Para registo: em Itália, cerca de 40,5% dos negócios é controlado por estrangeiros, tendo esta cifra sido alcançada nos últimos cinco anos, enquanto as empresas italianas lutam para sobreviver. As empresas lideradas por estrangeiros cresceram 4,1% em 2009, apesar da crise financeira e económica global.

Entre estes estrangeiros, os mais numerosos são os marroquinos. De entre os 599,036 negócios nas mãos de estrangeiros, 57,621 são de marroquinos. Os empresários marroquinos dão emprego a dois milhões de pessoas em Itália, seguidos dos chineses(49,854), dos romenos (49,132), dos suíços(43,973), dos alemães(36,325) e dos albaneses(34,982).

E porquê? A que se deve este crescimento, que parece ir contra a maré?
Deve-se sobretudo, segundo a CGIA (Associação dos Artífices e Pequenas Empresas, sediada em Mestre, norte de Itália), à imigração - aumentou significativamente o número de estrangeiros nos últimos cinco anos, estrangeiros estes que em muitos casos vivem na miséria, mercê dos baixos salários a que estão sujeitos.
E assim uma iminvasão ajuda à outra... um dos braços da iminvasão, o da imigração em massa, ajuda o outro braço da iminvasão, que é a crescente tomada de poder económico de alienígenas em solo europeu.

VITÓRIA DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO CONTRA PRESSÃO ISLÂMICA PARA ESCONDER A VERDADE - NOS EUA


Nos EUA, a S.I.O.A. - Stop the Islamization Of America, ou Alto à Islamização Da América - anunciou que a Miami-Dade Transit, empresa de transporte público norte-americana, voltou a aceitar os cartazes nos autocarros a anunciar um serviço de protecção e aconselhamento aos apóstatas do Islão (ver imagem acima), cuja iniciativa, e posterior suspensão temporária, tinha sido noticiada aqui no blogue.
Falhou por isso a campanha islâmica contra a liberdade de expressão, encabeçada pela maior organização muçulmana dos EUA, a C.A.I.R., profundamente ligada ao fundamentalismo e até ao terrorismo mundial muçulmano.

Registou-se assim uma notória vitória da liberdade de expressão - e, claro, a polémica não se fez esperar, com a C.A.I.R. a espernear e a acusar os anti-dimis por todos os lados.

A SIOA, autora do cartaz, tem denunciado o facto de que, em todo o mundo, há muçulmanos que, ao desejarem renunciar à sua fé, são perseguidos, ameaçados e por vezes assassinados, seja por Estados muçulmanos ou até por familiares seus. Recentemente, registaram-se homicídios de apóstatas do Islão no Bangladesh, no Chade, na Somália, além de ter havido ameaças de morte contra apóstatas no Afeganistão, no Egipto, no Irão, na Nigéria - e, no Canadá, no Reino Unido e nos EUA também, onde recentemente a adolescente Rifqa Bary, convertida ao Cristianismo, foi ameaçada e vitimada.
Na Arábia Saudita também há a condenação à morte dos apóstatas do Islão.

Todavia, o director executivo do capítulo da C.A.I.R. no Sul da Flórida declarou, contra este anúncio no autocarro, que «o Islão garante a liberdade de se converter ou de abandonar a religião». Declarou também que a C.A.I.R. «rejeita qualquer interpretação extremista, não muçulmana, das sanções de morte de qualquer indivíduo por ele decidir abandonar o Islão
A S.I.O.A. faz notar que o próprio Maomé disse precisamente o contrário disso: «Quem quer que abandone a sua religião muçulmana, mata-o.» (Bukhari 9.84.57)
O famoso teólogo muçulmano Xeque Yusuf al-Qaradawi, da Al-Jazeera, disse que «os juristas muçulmanos são unânimes em como os apóstatas devem ser punidos... a maioria deles... concordam em como os apóstatas devem ser executados.»

Um louvor à S.I.O.A., porventura criada à imagem da SIOE - Alto à Islamização da Europa - que com a sua persistência e fé na Democracia prestou um serviço à Liberdade de Expressão e ao Ocidente.

O MULTICULTURALISMO VISTO DE PERTO NA NOITE LISBOETA, PARQUE DAS NAÇÕES

Agradecimentos ao camarada que aqui trouxe esta esclarecedora notícia, que de resto só diz o que toda a gente de certas zonas do País sabe e que a elite, controlando os mérdia, não quer que o resto do Povo saiba:

"Sempre que há problemas aqui, estão imigrantes envolvidos", denuncia ao DN a sócia de um bar do Parque das Nações. Alerta que "a violência está a aumentar em Portugal e tem a ver com a mistura de tantos imigrantes, principalmente brasileiros e ucranianos".
Bares do Parque das Nações "fazem festas africanas e brasileiras e gera-se confusão", diz a mesma empresária, salientando que "junta-se aqui muita chungaria". Segundo explicou, os desacatos "começam dentro dos bares, os seguranças põem essas pessoas na rua e a confusão continua lá fora. Pegam nas cadeiras e mesas das esplanadas e atiram-nas de uns contra os outros. Por vezes acertam nas montras dos bares e restaurantes e partem-nas".
Olha que novidade...

VIOLÊNCIA COM ENGENHO EXPLOSIVO E INCÊNDIO DE AUTOMÓVEL NA MARGEM SUL

Pedras e um cocktail molotov foram ontem à noite arremessados por 20 a 30 homens que se juntaram no bairro do Pica-Pau, no Monte de Caparica, Almada, contra residências, estabelecimentos comerciais e, no caso do engenho explosivo, para dentro de um automóvel estacionado, que se incendiou.
A Unidade de Intervenção da GNR foi chamada depois das 21h00 para travar os tumultos cuja origem se desconhece (vingança ou puro vandalismo). O bairro regressou à normalidade pelas 22h00, quando o grupo dispersou perante a aproximação da polícia. Ao que o CM apurou, as autoridades revistaram e identificaram várias pessoas que se encontravam junto a cafés, não havendo registo de detenções. Os militares –duas equipas da Unidade de Intervenção da GNR– mantinham-se no local à hora do fecho desta edição. Ao bairro acorreram também os Bombeiros da Trafaria para apagar o incêndio na viatura.


A notícia é mais uma vez omissa quanto à identidade racial dos agressores, mas, para quem não sabe, o bairro do Pica-Pau é um dos bairros africanos da zona. Mas enfim, como os «jornalistas» não quiseram identificar os «jovens» desordeiros, ficamos assim, sem saber...

WESTERGAARD CONFIRMA QUE ESTÁ DE PEDRA E CAL PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO

O caricaturista dinamarquês Kurt Westergaard afirmou recentemente que apesar de todas as ameaças islamistas de morte que sobre si pendem, vai continuar a trabalhar como humorista gráfico - e solicitou ao jornal para o qual trabalha, o Jyllands-Posten, que tome uma decisão antes de Junho sobre a publicação dos seus trabalhos.

De notar que um mês depois do atentado falhado contra o artista, em sua própria casa, o jornal concedeu-lhe uma «licença de férias».
Westergaard desmente que haja qualquer intuito de se afastar da imprensa: «Deve haver um mal-entendido. Tenho 75 anos e, naturalmente, o meu futuro está limitado em muitos sentidos. Ou seja, num dado momento deixarei de trabalhar mas ainda não decidi exactamente quando. Neste momento estou de licença forçosa e espero que o jornal tome rapidamente uma decisão. Em Maio ou em princípios de Junho.» O Jyllands-Posten, que, tal como Westergaard, também está sujeito a medidas de segurança, não reagiu.

O político holandês Geert Wilders fez por seu turno saber que ficaria decepcionado se o dinamarquês abandonasse o seu trabalho como caricaturista. Este último comentou: «não partilho das suas ideias políticas, mas sempre lutarei por defender a sua liberdade de expressão, pelo seu direito de emitir a sua opinião.»

A caricatura satirizando Maomé, que valeu a Westergaard a contínua ameaça islamista de morte que contra si se ergueu desde então.

MAIS UMA FORÇA POLÍTICA ALIENÍGENA MESMO AQUI AO LADO

Não basta o partido islâmico, PRUNE, agora também há o partido do imigrante, o PIN, porque uma desgraça nunca vem só:

Un nuevo partido, centrado en la defensa de los inmigrantes, ha anunciado su participación en las elecciones municipales de 2011, con el propósito de “proteger los derechos de este colectivo ante instituciones públicas y privadas”.
Bajo la denominación Partido de los Inmigrantes Nueva Generación (PIN), su programa girará en torno a la promoción de viviendas de bajo coste para los inmigrantes y el impulso de la multiculturalidad en la sociedad española.
Su presidente y cofundador es el boliviano Pedro Ribera, a quien acompaña un vicepresidente español, Francisco Roldán. Junto a ellos figuran como promotores del partido Beatriz Cabezudo y Francisco Barrionuevo, ambos de nacionalidad española, aunque este último de origen ecuatoriano.
Según declaró Ribera, “somos una nueva generación de políticos, que queremos desarrollar una política diferente que crea en los ciudadanos y que considere a todos con los mismos derechos y con los mismos deberes”.

Ou seja, gente alógena a aproveitar-se descaradamente da democracia do país que os acolheu, que é como um vírus a usar o sangue do corpo hospedeiro para se disseminar por todos os orgãos.

«SIMPSONS» SOLIDÁRIOS COM «SOUTH PARK»

Sempre me pareceu que a autoria da famosa série de desenhos animados infanto-adultos «Os Simpsons» se posicionava no campo da Esquerda liberal norte-americana, mas ficou-lhe bem a sua recente atitude de solidariedade para com os seus «rivais» da série congénere «South Park», que foram ameaçados de morte por terem representado Maomé dentro de um fato de urso, conforme este blogue noticiou (não, não encontram facilmente notícias destas nos mérdia tugas).
Efectivamente, num dos episódios de «The Simpsons» há pouco tempo emitido, a personagem do puto reguila, Bart, escreve no quadro a frase, assaz irónica e esbofeteantemente sarcástica «South Park - estaríamos ao vosso lado se não estivéssemos tão assustados». Segundo diz esta página, é a primeira vez que a série «The Simpsons» envia uma mensagem tão explítica e directa no campo da política/sociedade.

O website islâmico RevolutionMuslim.com publicou, como se sabe, o seguinte «aviso»: os criadores da série em questão, Matt Stone e Trey Parker precisavam de saber «que o que estão a fazer é estúpido e que provavelmente vão acabar como Theo Van Gogh por emitir este programa».
Juntamente com esta frase, publicou uma fotografia do falecido cineasta holandês Theo Van Gogh, assassinado em 2004 por um militante islamista devido a uma película sua que acusava o Islão de aprovar a violência contra as mulheres.
O director do site islâmico que publicou a ameaça, Younus Abdullah Muhammad, de 30 anos, defendeu-se à maneira caracteristicamente muçulmana, ou seja, com uma sonsice por demais mafiosa e despudorada: «Porque é que isto há-de ser visto como uma ameaça? Mostrar um caso do que aconteceu a outro indivíduo que se comportou de maneira similar? É só uma evidência.»

terça-feira, abril 27, 2010

JORE 2010 - PRIMAVERA NO BÁLTICO




Ritual em honra dos antepassados caídos em batalha.

Ritual sob o Céu, dedicado a Aukðtëjas (Deidade Celestial), Perkûnas (o Tonante) e Þemyna (Deusa da Terra).

Adicionando pedras ao altar de Perkunas


Imagens da realização na Lituânia do décimo-quarto novo festival pagão do Jore, ou celebração da Primavera, nos dias 24 e 25 de Abril de 2010.
Pode ler-se nesta página a descrição, com algum pormenor, da longa cerimónia festiva, nos seus gestos rituais e significados, em honra dos Poderes da Primavera, de Perkunas, o Deus do Raio e da Guerra, Ferreiro Celestial, e dos Ancestrais.

Um pedaço da verdadeira Europa espiritual, a Europa pagã. É isto a Europa e o que não é isto não é Europa.

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«SOMOS TODOS MESTIÇOS» - DIZEM «OS» INGLESES

Na velha Albion, o partido dos Liberal Democratas, que segundo alguns irá disputar renhidas eleições com os dois grandes partidos tradicionais - o Conservador e o Trabalhista - diz, pela boca do seu candidato em St. Albans, que para eles o país é uma «nação mestiça».
Numa entrevista com crianças - sim, esta gente diz estas coisas às crianças, sabem que é mesmo aí que a lavagem cerebral tem mais hipóteses de ser bem sucedida - da Escola de St. Albans, o candidato lib-dem Sandy Walkington declarou: «Sempre fomos mais fortes como país quando recebemos imigração, e somos todos rafeiros. Este é o país mais mestiço do mundo.»

É caso para dizer - onde é que eu já ouvi isto?...

Pois, é o que a elite tuga de todos os campos alegadamente culturais, intelectuais, políticos, artísticos, merdiáticos, passa a vida a impingir ao Povo Português.

Então mas afinal vamos lá saber - quem é que é mais mestiço, sermos a gente ou serem os bifes???!...

Uma coisa é certa - sendo nós ou sendo eles, do que não há dúvida é que a elite reinante é a mesmíssima em toda a parte: por todo o lado é igualmente bastarda e pária de espírito, porque só o pária de espírito, a aberração espiritual sem precedentes derivada do universalismo cristão, só «isso» é que pode fazer o culto do Mestiço, aliás, do Sem-Raça, do desenraizado, e querer impingi-lo a tudo e a todos, para que os Europeus se deixem mestiçar, ou por serem convencidos de que o mestiço é que é bom, ou por lhes fazerem crer que a mulatice é «inevitável» e, truque muito típico da Esquerda, «um facto consumado».

O lib-dem acima referido confirma ser esse um projecto da sua igualha: «dentro de duzentos anos, seremos todos da cor do café, e eu gosto disso.»

O termo que Walkington aplicou - «mongrel», traduzível como «rafeiro» - é especialmente aplicado a cães. É curioso como é que desta vez não parece haver quem se incomode com a aplicação a seres humanos de uma noção que se aplica aos canídeos, quando noutras ocasiões há sempre alguém a saltar de indignação por se falar em raças humanas - que não, que não pode ser, que só os cães e os cavalos é que têm raças...

O BNP critica a ignorância e a má fé de Walkington, argumentando que afinal as provas genéticas e arqueológicas indicam que mais de oitenta por cento da população britânica é indígena desde pelo menos o fim da última Idade do Gelo, de há qualquer coisa como catorze mil anos.
Segundo a mesma fonte, nem os Saxões, nem os Viquingues, nem os Celtas nem os Romanos, terão contribuído com mais de cinco por cento cada um para a composição genética da estirpe britânica...
O BNP observa entretanto que o povo Maori, da Nova Zelândia, é internacionalmente reconhecido, nomeadamente pelo Forum Permanente das Nações Unidas para as Questões Indígenas, como indígena nessa terra - ora os Maoris só estão na Nova Zelândia há cerca de setecentos e trinta anos. Será que os Lib-Dems chamariam «rafeiros» a estes indígenas?

O BNP argumenta por isso que os Britânicos estão automaticamente ao abrigo da Carta das Nações Unidas sobre os Povos Indígenas - e, acrescento eu, o mesmo se aplica aos Portugueses e à generalidade dos Europeus: de acordo com a própria ONU, os indígenas têm de ser protegidos contra o «desapossessamento do seu território», que é feito por meio de «grandes transferências populacionais» e de «integração e assimilação forçada», visando a «destruição da sua identidade e cultura».

Mais: de acordo com a declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas, todos os povos indígenas têm o direito de definir quem é parte da sua nação e quem o não é.

E é disto que a elite tem medo - porque a elite quer convencer o Povo de que este deve ser constituído de toda a lama racial que a elite quiser meter no país. E como a elite sabe que até agora ainda não convenceu o Povo... trata de pura e simplesmente fingir que não ouve a voz popular.
O próprio partido Lib-Dem é disso o perfeito exemplo: segundo uma sondagem realizada pela organização de pressão intelectual MigrationWatch (Observatório da Migração), a maior parte do eleitorado do próprio Lib-Dem não concorda com a política de imigração proposta pelo Lib-Dem, que visa implementar uma política regional de imigração e um sistema de amnistias, que só aumentará ainda mais a imigração. A maior parte dos votantes do Lib-Dem não querem que se dê um visto de permissão de trabalho de dois anos, que conduz ao estabelecimento permanente dos que viveram ilegais no país durante dez anos.

É pois mais uma prova de que a elite quer uma coisa e o Povo quer outra - e é por isso que a elite tanto se esforça por sufocar e eliminar os Nacionalistas, porque percebe que quanto mais o Povo ouve os Nacionalistas, mais com estes concorda...

MENOS ACTIVIDADE SOLAR - MAIS FRIO...


E se afinal a actividade solar fosse a grande responsável pelas alterações climáticas?...
De acordo com pesquisadores ingleses, o Astro Rei encontra-se agora num período de «descanso», de menor actividade, o que poderá trazer Invernos ainda mais frios ao país e ao resto da Europa.
Os referidos cientistas, talvez obedecendo por outro lado ao dogma dominante do aquecimento global - derivado, na sua essência, no Sacrossanto Dogma da Culpa do Homem Branco Europeu, que obrigará os países da Europa a deixar que o seu dinheiro vá para o terceiro-mundo, para «compensar» os desgraçadinhos não europeus por causa da poluição ocidental e assim - tratam de dizer que isto não vai alterar o «padrão do aquecimento global».
Mas lá que se calhar o tempo na Europa está a ficar mais frio no Inverno, isso se calhar até é ligeiramente verdade...

MARCO POLO... UM ISLAMÓFOBO?

Nas suas viagens pelo Oriente, o famoso embaixador, mercador e explorador veneziano observou míriades de gentes exóticas, descreveu o que viu e, durante muito tempo, foi das poucas fontes ocidentais para o conhecimento dos povos asiáticos.

Um homem viajado, este. Aberto ao mundo, ao conhecimento do Outro... na sua obra «Viagens de Marco Polo», criticou frequentemente vários cristãos que encontrou pelo caminho, e, por outro lado, elogiou alguns muçulmanos.
Elogiou hindus, também. Diz dos brâmanes (casta sacerdotal) da Índia que são «muito honoráveis», que «odiavam a batota e tirar bens aos outros, notáveis pela sua virtude de se satisfazerem em ter apenas uma esposa.»
Refere, entretanto, dois governantes muçulmanos como sendo muito justos e apreciados por toda a gente.

Mas depois diz o seguinte do Islão (a propósito dos muçulmanos de Tauris, no actual Iraque):

«De acordo com a sua doutrina, o que quer que seja roubado aos que têm uma fé diferente, é justamente roubado, e o furto não é crime; enquanto isso, os que são feridos ou mortos por mãos cristãs, são considerados mártires. Se, portanto, não fossem proibidos e restringidos pelos poderes que agora os governam, iriam cometer muitos ultrajes. Estes princípios são comuns a todos os Sarracenos.»(p. 63)

Então mas, mas... então afinal o Islão não era a religião da paz?... Então afinal a culpa das Cruzadas não era dos malandros dos Ocidentais fanáticos?? Então afinal o mundo islâmico não era nesta altura um exemplo, o exemplo!!!!!, da iluminação, da tolerância, da civilização, do requinte, de tudo-quanto-é-bom?????!!!!

Está-se mesmo a ver que este Polo também era um agente Mossad/CIA e islamófobo, ou então racista de algum partido neo-nazi...

Ora dita o acaso, calhou, foi, aconteceu, coisas da vida, que o Alcorão tem um capítulo inteiro intitulado à base do Saque (Surat al-Anfal), e que as campanhas militares de Mafoma incluíam frequentemente o saque aos infiéis; quanto à ideia do mártir em nome da fé, diz o dicionário Hans Wehr Árabe-Inglês que o termo «shahid» («mártir») se traduz como «quem morre em batalha contra o infiel».

Marco Polo, sempre na senda de incitar ao ódio contra o Obrigatoriamente Amado Outro, conta depois o caso de um certo Achmath (talvez um «Ahmed»), muçulmano que tinha grande influência junto do líder imperial mongol Cubilai Can. Achmath, sem o conhecimento de Cubilai, costumava abusar dos não muçulmanos conquistados pelas tropas mongóis: condenava à morte quem lhe apetecia, roubava e, mais notoriamente, ele e os seus filhos violavam e raptavam regularmente inúmeras mulheres. Acabou por ser assassinado. Quando Cubilai soube dos crime dele, «resolveu prestar atenção à doutrina da seita dos Sarracenos, que desculpava todos os crimes, sim, até mesmo o assassínio, quando cometido contra quem não fosse da sua religião. E vendo que esta doutrina tinha conduzido o amaldiçoado Achmath e seus filhos a agir sem qualquer sentido de culpa, o Can demonstrou o maior repúdio por ela. Reuniu então os sarracenos e proibiu-os de fazer muitas das coisas que a sua religião permitia. »(p.173).

Outro islamófobo, este bárbaro mongol...

Bem, até é verdade que há no Alcorão a ordem para guerrear e matar os infiéis que não se queiram converter (8:39, 9:5, 9:29), e parece que a posse de escravos infiéis, mulheres em particular, está bem codificada no Islão...

Marco Polo, obedecendo criteriosamente à campanha de difamação do Islão organizada por Telavive, fez também notar que os jovens muçulmanos eram frequentemente aliciados pelos líderes muçulmanos com a ideia do paraíso para os mártires - e forneceu detalhes sobre os assassinos shia que dedicavam as suas vidas a aterrorizar e a assassinar os oponentes.

Notas soltas:
- o califa de Bagdad - a Bagdade da Idade de Ouro islâmica, a mais civilizada cidade do mundo e de toda a História de toda a Humanidade e arredores! - «os seus pensamentos quotidianos eram dedicados a converter ao Islão os que residiam nos seus domínios ou, casso recusassem, a tirar-lhes os bens e a condená-los à morte» (p. 59);
- «os muçulmanos odeiam visceralmente os cristãos» (p.316)...

Tudo invenções de quem viveu no século XIV, mas que não conhece a versão correcta da História conforme revelada pela elite actualmente reinante no Ocidente, redigida e aprovada pela Santa Madre Igreja do Anti-Racismo...

«VIRIATO», PELOS «GUARDA DE FERRO»

ASSALTOS E HOMICÍDIOS EM TODO O MUNDO

Assaltos:
# 1 África do Sul: 12.0752 por cada mil pessoas.
# 2 Montserrat: 10.2773 por cada mil pessoas
# 3 Maurícia: 8.76036 por cada mil pessoas
# 4 Seychelles: 8.62196 por cada mil pessoas
# 5 Zimbabwe: 7.6525 por cada mil pessoas

(...)
# 15 Portugal: 3.59445 por cada mil pessoas
(...)

Clicar aqui para ver os restantes países.


Homicídios:
# 1 Colômbia: 0.617847 por cada mil pessoas
# 2 África do Sul: 0.496008 por cada mil pessoas
# 3 Jamaica: 0.324196 por cada mil pessoas
# 4 Venezuela: 0.316138 por cada mil pessoas
# 5 Rússia: 0.201534 por cada mil pessoas

(...)
# 33 Portugal: 0.0233769 por cada mil pessoas.
(...)

Clicar aqui para ver os restantes países.

O ESTUPRO EM NÚMEROS MUNDIAIS

A propósito de África do Sul, e de violações, de que se fala no tópico imediatamente anterior, cá vai mais um tópico que fala dos mesmos dois assuntos, mas fala de modo particularmente eloquente:

Números de violações per capita em cada país:

# 1 África do Sul: 1.19538 por cada 1000 pessoas
# 2 Seychelles: 0.788294 por cada 1000 pessoas
# 3 Austrália: 0.777999 por cada 1000 pessoas
# 4 Montserrat: 0.749384 por cada 1000 pessoas
# 5 Canadá: 0.733089 por cada 1000 pessoas
# 6 Jamaica: 0.476608 por cada 1000 pessoas
# 7 Zimbabwe: 0.457775 por cada 1000 pessoas
# 8 Dominica: 0.34768 por cada 1000 pessoas
# 9 EUA: 0.301318 por cada 1000 pessoas
# 10 Islândia: 0.246009 por cada 1000 pessoas
# 11 Papua Nova Guiné: 0.233544 por cada 1000 pessoas
# 12 Nova Zelândia: 0.213383 por cada 1000 pessoas
# 13 Reino Unido: 0.142172 por cada 1000 pessoas
# 14 Espanha: 0.140403 por cada 1000 pessoas
# 15 França: 0.139442 por cada 1000 pessoas
# 16 Coreia do Sul: 0.12621 por cada 1000 pessoas
# 17 México: 0.122981 por cada 1000 pessoas
# 18 Noruega: 0.120836 por cada 1000 pessoas
# 19 Costa Rica: 0.118277 por cada 1000 pessoas
# 20 Venezuela: 0.115507 por cada 1000 pessoas
# 21 Finlândia: 0.110856 por cada 1000 pessoas
# 22 Holanda: 0.100445 por cada 1000 pessoas
# 23 Dinamarca: 0.0914948 por cada 1000 pessoas
# 24 Alemanha: 0.0909731 por cada 1000 pessoas
# 25 Bulgária: 0.0795973 por cada 1000 pessoas
# 26 Chile: 0.0782179 por cada 1000 pessoas
# 27 Tailândia: 0.0626305 por cada 1000 pessoas
# 28 Quirguízia: 0.0623785 por cada 1000 pessoas
# 29 Polónia: 0.062218 por cada 1000 pessoas
# 30 Sri Lanka: 0.0599053 por cada 1000 pessoas
# 31 Hungria: 0.0588588 por cada 1000 pessoas
# 32 Estónia: 0.0547637 por cada 1000 pessoas
# 33 Irlanda: 0.0542829 por cada 1000 pessoas
# 34 Suíça: 0.0539458 por cada 1000 pessoas
# 35 Bielorrússia: 0.0514563 por cada 1000 pessoas
# 36 Uruguai: 0.0512295 por cada 1000 pessoas
# 37 Lituânia: 0.0508757 por cada 1000 pessoas
# 38 Malásia: 0.0505156 por cada 1000 pessoas
# 39 Roménia: 0.0497089 por cada 1000 pessoas
# 40 República Checa: 0.0488234 por cada 1000 pessoas
# 41 Rússia: 0.0486543 por cada 1000 pessoas
# 42 Letónia: 0.0454148 por cada 1000 pessoas
# 43 Moldova: 0.0448934 por cada 1000 pessoas
# 44 Colômbia: 0.0433254 por cada 1000 pessoas
# 45 Eslovénia: 0.0427648 por cada 1000 pessoas
# 46 Itália: 0.0402045 por cada 1000 pessoas
# 47 Portugal: 0.0364376 por cada 1000 pessoas
# 48 Tunísia: 0.0331514 por cada 1000 pessoas
# 49 Zâmbia: 0.0266383 por cada 1000 pessoas
# 50 Ucrânia: 0.0244909 por cada 1000 pessoas
# 51 Eslováquia: 0.0237525 por cada 1000 pessoas
# 52 Maurícia: 0.0219334 por cada 1000 pessoas
# 53 Turquia: 0.0180876 por cada 1000 pessoas
# 54 Japão: 0.017737 por cada 1000 pessoas
# 55 Hong Kong: 0.0150746 por cada 1000 pessoas
# 56 India: 0.0143187 por cada 1000 pessoas
# 57 Qatar: 0.0139042 por cada 1000 pessoas
# 58 Macedónia (F.Y.R.O.M. - parte da antiga Jugoslávia): 0.0132029 por cada 1000 pessoas
# 59 Grécia: 0.0106862 por cada 1000 pessoas
# 60 Geórgia: 0.0100492 por cada 1000 pessoas
# 61 Arménia: 0.00938652 por cada 1000 pessoas
# 62 Indonésia: 0.00567003 por cada 1000 pessoas
# 63 Iémen: 0.0038597 por cada 1000 pessoas
# 64 Azerbaijão: 0.00379171 por cada 1000 pessoas
# 65 Arábia Saudita: 0.00329321 por cada 1000 pessoas

E não se pense que na lista acima se encontram garantidamente os países do mundo com mais violações, mas apenas aqueles que foram estudados por quem elaborou a pesquisa... Moçambique, por exemplo, que não consta da lista, teve no ano passado cerca de trinta mil casos de estupro (Portugal: 315 casos no ano passado), segundo ouvi num noticiário da RTP África...

MEIA CENTENA DE SUSPEITOS DE VIOLAÇÃO LIBERTADOS NA ÁFRICA DO SUL

Na África do Sul, pelo menos cinquenta suspeitos de violação foram libertados depois de a polícia não ter registado casos de estupro em cinco esquadras - tudo para melhorar as estatísticas do crime, segundo uma responsável de um centro de segurança comunitária, que acusa as autoridades de estarem cientes da manipulação em causa, mesmo que o comissário da província do país em que se deu esta «libertação» afirme que não se encontraram provas da culpabilidade dos suspeitos.

Nalguns casos, as vítimas de violação tinham quatro anos de idade.

Atenção pois, caros leitores, a toda e qualquer notícia que diga que, graças aos esforços das autoridades do regime instituído por Mandela, a criminalidade violenta diminuiu assim de repente no país onde se vai realizar o Mundial Futebolístico deste ano...

MESMO AQUI AO LADO - BUFOS DA NOVA INQUISIÇÃO TENTAM SILENCIAR A BLASFÉMIA NO FACEBOOK

La ultrasubvencionada asociación Movimiento Contra la Intolerancia, presidida desde el primer día de su fundación por la misma persona, Esteban Ibarra Blanco, ha puesto en marcha un grupo en Facebook diseñado para que sus usuarios denuncien masivamente a otros grupos y perfiles de la red social, bajo la acusación del fomento del racismo, la xenofobia o la discriminación.
Si bien entre los grupos propuestos para denunciar hay bastantes que lo merecen, Movimiento Contra la Intolerancia aprovecha la ocasión para incluír en el mismo saco a perfiles y grupos que, simplemente, no opinan como ellos. Por ejemplo, proponen la denuncia de un grupo llamado “Lo que hay en España es de los Españoles” así como de otros grupos que condenan explícitamente las ideologías totalitarias y piden también un mayor control de la inmigración. De nada sirve que en la descripción de los grupos se condene el racismo, como el caso del grupo “No a un partido político musulmán en España” , puesto que aun así son objetivo de las denuncias incitadas desde Movimiento Contra la Intolerancia; cualquiera que se atreva a hablar de cualquier tema relacionado con la inmigración es automáticamente tachado de racista, xenófobo y neonazi, y propuesto para la denuncia ante Facebook con el fin de que el grupo o perfil en cuestión sea eliminado.
Entre los perfiles de los denunciantes abundan las banderas republicanas inconstitucionales, así como la simbología comunista y anarquista, y son muchos los que lucen fotos del juez Baltasar Garzón en apoyo al magistrado. De hecho, el mismo grupo creado por Movimiento Contra la Intolerancia en Facebook atenta directamente contra las políticas de la red social, que prohiben explícitamente crear grupos para atacar a otros grupos o personas.

MOVIMENTO CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO QUER FAZER LEI

Maria do Carmo Vieira é professora de Português e uma das mentoras de um movimento que nasceu nas redes sociais para travar a aplicação do novo acordo ortográfico. Quer juntar 35 mil portugueses em torno da causa – uma meta ambiciosa, admite, mas nunca ‘uma luta perdida’.
O novo acordo entrou em vigor oficialmente a 1 de Janeiro. Mas Maria do Carmo Vieira acredita que ainda não é tarde para voltar atrás: ‘esta iniciativa surge de alguém que não se resignou’.
Há dois anos atrás, um outro grupo de cidadãos e personalidades públicas (encabeçadas pelo antigo eurodeputado Vasco Graça Moura) levou ao Parlamento uma petição com 32 mil assinaturas. Apesar do esforço, os deputados acabaram por dar luz verde ao novo acordo.
‘No fundo, foi tudo em vão’, recorda hoje Maria do Carmo Vieira. E, por isso, a professora de português, em conjunto com o tradutor João Pedro Graça, decidiram ir mais longe desta vez, lançando uma iniciativa legislativa de cidadãos.
Na prática, explica a docente, ‘é uma iniciativa que tem a força de projecto-lei’ - o que significa que, uma vez no Parlamento (e com o apoio de uma maioria dos deputados), o projecto poderia até revogar o acordo ortográfico, regressando o país à velha ortografia.
Para isso, são necessárias 35 mil assinaturas – uma meta ambiciosa, que os organizadores do movimento querem atingir até ao Verão. Afinal de contas, a menos que a iniciativa seja avaliada antes das férias, nada impedirá a aplicação do acordo nas escolas já no próximo ano lectivo.

Mobilizar contra o acordo
E é nas redes sociais que a causa tem encontrado maior capacidade de mobilização. No Facebook, o movimento ‘Não queremos o acordo ortográfico’ ultrapassa já os 65 mil apoiantes que, com frequência, acabam por levar a causa para as ruas.
‘Temos recebido algumas centenas [de assinaturas], mas há também centenas de pessoas a recolhê-las’, assegura Maria do Carmo Vieira.
As dificuldades, por agora, são sobretudo burocráticas: ‘a recolha de assinaturas é feita em papel e há uma série de itens que se têm de preencher, é preciso o cartão de eleitor e, normalmente, as pessoas nunca o têm’.
Para lá dos obstáculos burocráticos, Maria do Carmo Vieira queixa-se da ‘falta de abertura da comunicação social’ em relação à iniciativa, bem como ‘abandono’ a que foram votados, por alguns dos primeiros subscritores da petição levada ao Parlamento em 2008.
Nada que não possa ser ultrapassado, diz a professora de Português: ‘as pessoas têm de ter consciência da aberração que é este acordo’.

Dar voz aos falantes
‘A evolução da língua faz-se com a passagem do tempo, faz-se com a intervenção dos falantes e não é por acordo, porque quando alguém me diz que a língua tem de evoluir’, defende Maria do Carmo Vieira. Por isso, critica a forma como a transição para o novo acordo foi conduzida pelo Governo português – um referendo teria sido, aos olhos da professora, uma alternativa mais democrática.
Aconteça o que acontecer, Maria do Carmo Vieira não está disposta a baixar os braços – até mesmo dentro das salas de aula onde lecciona: ‘Eu não vou deixar de escrever como escrevo e, se os meus alunos porventura me escreverem à maneira do acordo, eu obviamente que não ponho erro, mas vamos ter duas grafias’.

Da minha parte, lanço o apelo à desobediência civil, caso o acordo venha a ser definitivamente aprovado... que o Povo não obedeça, nem acate as alterações.

A brasucada fala à sua maneira, abastarda a língua como lhe apetece... e isso faz lei em Portugal? Que nojo, que asco, que miséria é a merda da elite tuga, que REVOLTA.

MAIS UM JORNAL SUBSIDIADO PELO ESTADO NA SUÉCIA

Na Suécia, o Presstödsnämnden, Conselho de Subsídios à Imprensa, organismo estatal, decidiu que o jornal Nationell Idag (Nacional Hoje) deverá passar a receber subsídio do Estado, no valor de centenas de milhares de euros.
A Suécia tem vários jornais subsidiados pelo Estado. Este é apenas mais um que consegue este apoio público, tendo para isso reunido as condições necessárias: publica mais de mil e quinhentas cópias, é primariamente vendido a subscritores e publica pelo menos mil metros de colunas editoriais por ano.

Todavia, está a haver grande polémica no país, e o editor da revista «Fokus» até já se demitiu, em protesto.

E porquê?

É que o jornal em questão é do partido dos Democratas Suecos, considerado de extrema-direita... O partido não incita ao ódio, não é racista nem nacional-socialista, mas, só porque quer dar primazia aos seus na sua própria terra, direito sagrado e óbvio para qualquer pessoa normal, só por isso, gera-se polémica porque uma meia dúzia de funcionários estatais bem intencionados e justos lhe querem conceder o mesmo direito que já concederam a muitos outros jornais...

O partido Nacional Democrata (bela designação, inventei-a aos dezasseis anos sem saber que daí a algum tempo outros teriam a mesma ideia, na Suécia e também na Alemanha...) combate em particular a imigração e declara, no seu website, o seguinte: «As virtudes nórdicas tais como a honestidade, a capacidade de ajudar, a vontade de trabalhar, a boa atitude para com as mulheres e o tratamento respeitador dos animais, são constantemente substituídos pela criminalidade e opressão das mulheres, pela hostilidade contra os Suecos, o abuso da segurança social, as violações cometidas por gangues e a crueldade contra os animais. Tudo isto são consequências da sociedade multicultural imposta.»

segunda-feira, abril 26, 2010

DESENHO A SATIRIZAR O HOLOCAUSTO AUTORIZADO NA HOLANDA

Na Holanda, um tribunal decidiu que a publicação de um cartune a satirizar o Holocausto, embora seja de mau gosto e ofensivo e tal, não pode ser considerado como racismo e, por conseguinte, está autorizado, em nome da liberdade de expressão.
O desenho em causa mostra duas figuras diante de uma montanha de corpos, marcada com uma placa que diz «Auswitch»(sic). Uma das figuras diz «temos de chegar aos seis milhões, de alguma maneira», ao que a outra responde «não me parecem que sejam judeus.»

Sim, um tribunal autorizou a publicação de um desenho satírico a fazer troça do holocausto, mais concretamente dos alegadamente Grandes Vitimados, os Judeus, foi isso mesmo que leram.

É que quem o publicou, no seu website, foi a AEL, ou Liga Árabe Europeia, organização activa na Bélgica e na Holanda...

Ah bom, assim é diferente.

Claro que a AEL garantiu que aceita o genocídio dos Judeus como facto histórico. Mas, antes de o processo ir a tribunal, o procurador público tentou negociar com a AEL, para que esta retirasse do seu local internético a referida caricatura...

O desenho foi publicado no ano passado como resposta aos desenhos caricaturais dinamarqueses a satirizar Mafoma - a ideia era mostrar a hipocrisia do Ocidente, que, segundo a AEL, permitia ofensas ao Islão mas não a um dos seus mitos em vigor.

Na sua decisão, o juiz lembrou que o Artigo 10 da Convenção Europeia dos Direitos Humanos garante o direito de chocar, de ofender ou de insultar outros através da expressão pública. Os governos só podem proibir este tipo de expressão se houver leis específicas para o caso, desde que a restrição seja «necessária a uma sociedade democrática». O contexto é considerado muito importante.

Ficou só por dizer o mais importante - mais importante do que o chamado «contexto», é sua autoria: o Europeu, que está moralmente obrigado a pedir sempre imensa desculpa por tudo e mais alguma coisa, ai dele que brinque com coisas sérias; o alienígena muçulmano, bem, compreende-se que às vezes se sinta revoltado e tal...

EXTREMA-DIREITA ALCANÇA A SEGUNDA POSIÇÃO NA ÁUSTRIA - CONTRA TUDO E CONTRA TODOS

(...) Na Áustria, o social-democrata Heinz Fischer, de 71 anos, foi reeleito presidente com uma ampla vitória nas presidenciais, em que obteve 78,7% dos votos. As últimas sondagens davam conta de uma participação de 48,5%, um dos valores mais baixos da história austríaca, que ficou muito aquém dos 80% de intenções de voto avançados inicialmente. As ideias de justiça social e de desenvolvimento sustentável defendidas por Fischer parecem ter convencido os eleitores. A reeleição não foi uma surpresa, já que a dúvida nas presidenciais austríacas não era saber quem iria ganhar, mas sim saber qual a percentagem de eleitores que iriam votar na candidata de extrema-direita, Barbara Rosenkranz, que se afirmou como a segunda candidata mais votada, com 15,5% dos votos.
A vitória de Fischer foi esmagadora, mas foi Barbara Rosenkranz a marcar a eleição. Com 51 anos e dez filhos, a cada aparição pública, Barbara não passava despercebida, fosse por provocar protestos e ataques por parte da oposição pelas reacções eufóricas entre os seus apoiantes, que se baseavam nas suas propostas polémicas. Antifeminista, anti-União Europeia e anti-imigração, Barbara Rosenkranz defendia a reforma da lei que proíbe as actividades neonazis e as opiniões negacionistas do Holocausto sob o pretexto do respeito pela liberdade de expressão.

(...)

O jornal i deu assim a notícia, e merece louvor pela sua imparcialidade. É engraçado ver por outro lado, e em contraste, o que escreve o resto da imprensa - que a extrema-direita foi a grande perdedora, que foi humilhada, e tal e coisa, mais ainda, que «o Povo rejeitou a extrema-direita»...

Ora o que aqui se lê, em notícia do dia vinte, era que Rosenkranz não teria, segundo as sondagens, mais de doze por cento dos votos...

Ou seja - independentemente das teias de aranha e camiões de areia que a imprensa reinante queira atirar aos olhos de quem a lê, a extrema-direita teve mais votos do que se esperava nestes últimos dias.

E isto, note-se, tendo em conta o princípio do voto útil, que terá levado muito povo de Direita a preferir votar em Fischer em vez de escolher Rosenkranz; e tendo sobretudo em conta que o FPO teve contra si todos, mas todos, absolutamente todos os poderes instituídos - à medida que as eleições se aproximavam, crescia a campanha contra ela e o seu partido:
- um evento do FPO foi cancelado devido a uma manifestação da juventude do partido de Esquerda «moderada» SPO (social-democrata), tendo até havido, segundo o FPO, uma barricada feita pelos ésspêós, embora a polícia diga que tudo decorreu pacificamente;
- vários líderes e grupos austríacos anunciaram a sua oposição a Ronsenkranz;
- a comunidade judaica considerou que a sua candidatura era «um embaraço para a Áustria e um insulto aos sessenta e cinco mil judeus austríacos que morreram na choa»;
- e, claro, o cardeal Christoph Schonborn, arcebispo de Viena, declarou: «Alguém que questiona a lei da proibição do Nacional-Socialismo e não faz claras afirmações a condenar o holocausto, não é para mim uma opção.»

E ainda há quem lamente a queda da influência do Cristianismo em toda a Europa... olha se a Cristandade ainda tivesse na Áustria o poder que tinha há trinta ou quarenta anos, quantas mentes se não teriam deixado guiar por este repúdio «pessoal» do vigário do Judeu Morto...
Quanto mais Europa, caros leitores, menos Cristianismo.

EXTREMA-DIREITA CHEGA AO TERCEIRO LUGAR NA HUNGRIA

O partido oposicionista conservador Fidesz obteve uma vitória esmagadora nas eleições gerais da Hungria neste domingo, conquistando cerca de dois terços das cadeiras do Parlamento do país.
Com 99,22% dos votos apurados, o partido tinha conquistado a preferência de cerca de 68% do eleitorado, o que faz com que ele passe a ocupar 263 dos 386 lugares do Parlamento, informam as agências internacionais. O Partido Socialista ficou em segundo lugar, com 15% dos votos e 59 lugares no Parlamento. O partido Jobbik, de extrema-direita, ficou em terceiro, com 47 lugares, e os Verdes conquistaram 16 cadeiras. Ainda há lugar para um candidato independente.

(...)
(Clicar aqui para ler mais.)
Uma saudação renovada aos nacionalistas húngaros pelo seu bom resultado.

CAMPANHA NO FACEBOOK PARA VIOLAR E ASSASSINAR BRANCOS NA ÁFRICA DO SUL DURANTE O MUNDIAL DE FUTEBOL

Corre no Facebook uma campanha racista sul-africana que incita os negros a violar e a chacinar os brancos que visitarem o país durante o Mundial de Futebol.
O apelo foi lançado num grupo do Facebook de apoiantes do político racista Julius Malema, líder da ala juvenil do partido do ANC, ou Congresso Nacional Africano. Malema e os seus insistem que esta página, que entretanto já foi fechada, não era oficial.

Um dos comentadores avisa: «Todo o estrangeiro, nomeadamente putas brancas, iremos violá-los e matá-los... as crianças brancas serão queimadas.»


IMPRENSA REVELA IDENTIDADE RACIAL EM CASO DE ASSASSÍNIO!

TENTÁCULOS MUNDIAIS DO PODER ISLÂMICO DOS AIATOLAS

Mais informação relativa à acção da hoste muçulmana do Irão noutras partes do mundo, nomeadamente na Venezuela, o que já aqui foi referido:

O Irão está a reforçar as suas forças paramilitares na Venezuela e continua a fornecer armas e explosivos aos taliban, no Afeganistão, bem como a rebeldes no Iraque, alerta o primeiro relatório do Pentágono sobre o poder militar daquele país dirigido ao Congresso.
O documento apresenta dados novos sobre a Força Qods (Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica), destacada em vários países do mundo para defender interesses iranianos, e adverte que tropas americanas poderão enfrentá-la no futuro.
Naquela que é a primeira advertência feita num documento oficial sobre o Irão, o relatório aborda as actividades paramilitares daquele país no Hemisfério Ocidental e assegura que a força Qods tem capacidade operacional em todo o mundo, estando particularmente bem estabelecida no Médio Oriente e Norte de África e a reforçar a sua presença na América Latina e, sobretudo, na Venezuela. Ele salienta ainda as ligações entre o Teerão e o presidente Hugo Chávez, acusado já de apoiar as FARC e também a ETA.
O relatório adianta que a força Qods apoia extremistas no Iraque, Afeganistão, Israel e Norte de África, estando a desenvolver uma rede terrorista na América Latina, que poderia ser chamada a atacar os EUA no caso de um conflito ditado pelo seu polémico programa nuclear. O apoio inclui fornecimento de armas, fundos e treino paramilitar e não está restringida pela ideologia islâmica. Com efeito, alguns dos grupos aos quais dá apoio não partilham – e por vezes até se opõem abertamente – aos princípios revolucionários iranianos. O que os une é terem o mesmo inimigo. Os seus comandos estão destacados em embaixadas instituições de caridade, religiosas e culturais. No Afeganistão, estão ligados a organizações não-governamentais.
O documento alerta por fim que o Irão está a desenvolver armas assimétricas, incluindo aviões não-tripulados e mísseis que podem atingir alvos no Estreito de Ormuz.

domingo, abril 25, 2010

PELA VERDADEIRA LIBERDADE - A COMEÇAR, A DE EXPRESSÃO

Um regime cuja Constituição diz ser democrático e não ter presos políticos, pode por outro lado proibir organizações «fascistas» e «racistas», prevendo até a possibilidade de encarcerar por dez anos - 10, X - os membros importantes de organizações consideradas - pelo regime, claro... - racistas? Nem por piada - porque uma piada destas seria demasiado primária.


Que venha por isso um 26 de Abril, caros leitores. Mortos fiquem os regimes de ditadura, tanto o minho-timorista, abertamente ditatorial, como o abrilista, sonsamente totalitário.

ÉTICA PARA UM EUROPEU - ETICHA CONTRA MAFOMA

Como alguns saberão, em Agosto do ano passado uma firma de advogados saudita lançou um processo em tribunal contra todos os jornais dinamarqueses que publicaram caricaturas de Mafoma - e fê-lo em nome dos descendentes de Maomé. Em reacção, uma nova organização dinamarquesa, a Eticha, está a lançar um processo em tirbunal contra os descendentes do profeta Maomé - em nome de todos aqueles que Maomé insultou, no Alcorão: pagãos, judeus, cristãos, em suma, todo o infiel, que é, no Islão, considerado como inferior ao muçulmano e destinado a uma vida de submissão ao muçulmano, isto é, de dimitude.
O processo exige um pedido de desculpas aos não muçulmanos, bem como a remoção das passagens do Alcorão que são insultuosas para os não muçulmanos, mas que, até agora, têm podido ser lidas em mesquitas, livrarias, etc.. E quer tudo isto até ao final do ano.

Para ler o texto completo da carta (em Inglês) que a Eticha entretanto dirigiu aos advogados sauditas a informá-los do seu processo em tribunal, clicar aqui.
Porque fogo combate-se com fogo - e a cambada islâmica que quer usar o sistema legal do Ocidente contra o próprio Ocidente tem de ser enfrentada a todos os níveis, inclusivamente o das leis.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO SILENCIADA EM UNIVERSIDADE SUECA

Na Suécia, a prestigiada Universidade de Jönköping convidou o artista Lars Vilks, caricaturista ameaçado de morte por muçulmanos devido a ter desenhado um cão com a cabeça de Mafoma, para dar uma palestra sobre a liberdade de expressão.
Resultado sintomático: a palestra foi cancelada devido a motivos de segurança.
Diz Vilks que «soube que estudantes muçulmanos protestaram». Pois...

Devido ao alto risco do evento, a Escola Internacional de Negócios, o Centro Cultural e o Hotel Vitória recusaram todos oferecer as suas instalações para a conferência.

E note-se: desta vez nem houve ameaças. Nem foi preciso, o temor ao Islão já está instituído...

MAIS UM CASO DE NEGROS QUE COM FACA ASSALTAM TAXISTA

Um taxista de 48 anos teve ontem de madrugada uma faca encostada ao pescoço durante alguns minutos, quando deixava em Póvoa de Santa Iria, Vila Franca de Xira, dois casais que tinha transportado desde Lisboa. A vítima chegou mesmo a ser agredida com alguns murros pelos quatro assaltantes mas, segundo fonte policial disse ao CM, terá ficado mais aterrorizada em sequência das ameaças de morte que sofreu às mãos dos dois homens e duas mulheres.
O início da viagem ocorreu pelas 04h40, em Lisboa. Os dois homens, ambos negros, acompanhados por duas mulheres, entraram no carro de serviço do motorista e pediram-lhe que os transportasse à Póvoa de Santa Iria.
Os quatro passageiros terão trocado poucas palavras durante a viagem, até que o táxi chegou ao destino pretendido, a rua Afonso de Albuquerque, na Póvoa de Santa Iria, pelas 05h00. Nessa altura, o desencadear da violência terá sido quase imediato. Primeiro esmurrado, o taxista foi ameaçado com uma faca, que os quatro assaltantes lhe encostaram ao pescoço.
Obrigado a entregar os pertences, o motorista do táxi passou uma quantia em dinheiro, indeterminada, e o telemóvel para as mãos dos quatro assaltantes armados com uma faca. Após a fuga apeada dos dois casais, a vítima alertou de imediato a PSP, que investiga e procura os assaltantes.


DESTRUIÇÃO CRISTÃ DE TEMPLO HINDU

E agora, mais uma noticiazita que decerto não verão na comunicação sucial dominante, e que só veriam se as vítimas fossem muçulmanas ou cristãs:
Na povoação rural de Mangala Gunta, algures em terra indiana, um grupo cristão destruiu um templo consagrado a Rama, herói ou semi-deus de importância fulcral na Religião e na Cultura nacionais da Índia.
O templo tinha cem anos de história e aí se realizavam algumas das cerimónias e festivais religiosos mais relevantes da comunidade.

Uma carta dirigida por representantes desta comunidade às autoridades locais diz que já desde há muito que os cristãos da região procuravam demolir o templo e suscitar a desordem. Em particular, fizeram tudo para impedir a realização de um ritual de finais de Março a enaltecer as qualidades de Rama.
Desta feita, entretanto, além de destruírem o templo da divindade, também tentaram destruír o ídolo da mesma.
Os hindus que se puseram em movimento para organizar um comité de defesa do templo foram por seu turno atacados por extremistas cristãos.


Assim como eram há dois mil anos, continuam a ser agora... a destruir templos alheios, por um lado, e, por outro, a fazerem-se vítimas e mártires.

Porque será que não se ouve ninguém da hierarquia católica apostólica romana a condenar acções destas?...


MUÇULMANOS QUE QUERIAM FAZER CHACINA NO METRO DE NOVA IORQUE ACUSAM OS SIONISTAS

Um dos dois norte-americanos de ascendência árabe, acusados em Janeiro de terem planeado um ataque bombista ao metropolitano de Nova Iorque no mês de Setembro, culpou ontem, durante o seu julgamento, os "judeus sionistas de destruírem os EUA" devido às guerras em que entram.
Zarein Ahmedzay, um taxista de Nova Iorque, e Adis Medunjanin, um encarregado de manutenção de um prédio, do Colorado, foram acusados de vários crimes: conspiração para utilizar armas de destruição em massa, conspiração para cometer homicídio a partir de um país estrangeiro, fornecimento de material à al-Qaeda, e recepção de treino militar da al-Qaeda. Ahmedzay também foi acusado de prestar declarações falsas ao FBI.
Apesar de Medunjanin se ter declarado inocente desde o início, a acusação alegou que os dois homens estariam a planear um ataque ao metro de Manhattan entre os dias 14 e 16 de Setembro, duarante o período do Ramadão.
A ideia dos dois americanos seria juntarem-se aos talibãs e combater as forças militares dos EUA no Afeganistão. Nesse plano estaria envolvido Najibullah Zazi, um afegão que trabalhava como motorista de transporte num aeroporto do Colorado.
Zazi declarou-se culpado em Fevereiro e confessou que tinha viajado para o Paquistão em 2008, com Zarein Ahmedzay, com o objectivo de se aliar aos talibãs tendo acabado por ser recrutado pela al-Qaeda, pela qual foi treinado para ataques terroristas e da qual recebeu armas.
Ontem, no julgamento, Ahmedzay revelou que o plano envolvia ataques bombistas em edifícios emblemáticos de Nova Iorque, mas não conseguiu reunir quimícos suficientes, e acusou os americanos de serem os culpados pelos ataques, por apoiarem uma guerra contra o Islão.
Mas Zarein também afirmou que "os verdadeiros inimigos deste país são os que o destroem desde o seu interior". "Eu acredito num grupo especial de judeus sionistas que gerem um governo permanente nos EUA’.
‘Exorto o povo americano a deixar de apoiar a guerra contra o Islão. Seria do seu interesse’, aconselhou o jovem de 25 anos.
Quanto ao motivo do ataque terrorista, Ahmedzay referiu que se destinava a "acabar com as guerras", segundo o diário ‘New York Post’.


Repare-se na argumentação - a velha cassete de que «os Judeus é que têm a culpa», mas, como o contexto não tem sequer a ver com Israel, já vai introduzindo a ideia de que os EUA são culpados por fazerem a guerra ao Islão... lentamente, a transição do anti-sionismo como linha de argumentos e de fachada para justificar o estatuto de intocabilidade do poder muçulmano, como se todo e qualquer combate contra Estados muçulmanos fosse automaticamente um ataque a uma religião, logo, um crime de «intolerância» religiosa.

Entretanto, não são os Judeus, nem os Americanos, nem os Hindus, nem os Russos, nem os budistas tailandeses, nem as autoridades chinesas, nem as autoridades inglesas, que andam a assassinar inocentes como meio de exercer chantagem.

sexta-feira, abril 23, 2010

EMPRESA DA SÉRIE «SOUTH PARK» PROMETE NEM SEQUER DIZER O NOME DO PROFETA MUÇULMANO

Actualização do caso da ameaça islâmica, ameaça que peramenece impune, contra a série televisiva de desenhos animados adultos South Park - a empresa que produz o programa, Comedy Central, prometeu não apenas nunca mais exibir quaisquer desenhos de Maomé, mas também nem sequer referir alguma vez o nome «Maomé».
Onde será que andarão os grandes paladinos da liberdade de expressão e da «irreverência», sobretudo daquela «irreverênciazinha» mais saborosazinha, a que ofende os beatos e os fanáticos religiosos e que é ousada e brejeira e tal?

A série em questão é conhecida por satirizar tudo e todos, incluindo o papa. Mas parece que afinal Maomé está mesmo acima de toda a crítica e brincadeira...

De facto, o respeitinho é muito bonito, mas só quando quem exige o respeitinho está disposto a matar... e, por outro lado, a liberdade artística da elite é um ideal mui jeitoso, mas verga-se perante a ameaça da força bruta, sobretudo se a força bruta além de bruta também é mortal... tanto fino e sarcástico humor, tanto sentido crítico muito sofisticadinho, mas afinal a simples e elementar bomba ou facada ou tiro nos cornos fala com mais eloquência...
A mensagem que toda a politicagem correcta, e/ou os dimiescos que aceitam baixar a cerviz perante as ameaças, a mensagem que esta tropa dirige ao mundo é simples: a intimidação funciona. Logo, não há motivo absolutamente nenhum para que «uma pequenita minoria» de muçulmanos continue a usá-la, e assim o mundo islâmico fica servido com um auréola de intocabilidade e seriedade...

Honra aos dois autores da série, Trey Parker e Matt Stone, que já há alguns anos tentaram representar Maomé, mas a Comedy Central, censurou-lhes as imagens, o que levou agora os dois artistas a incluir uma sátira à censura: puseram Maomé dentro de um fato de urso para o protegerem do olhar dos infiéis...

TRIBUNAIS DA CHARIA NA HOLANDA? (AINDA) NÃO...

Na Holanda, um estudo da Universidade Radboud Nijmegen feito para o Centro de Documentação e Pesquisa do Ministério da Justiça afirma que não há tribunais islâmicos, ou da charia, a actuar em território holandês, o que aparentemente se deve à demasiada diversidade entre diferentes grupos de muçulmanos estacionados no país.
Todavia, acontece o mesmo na Holanda que já acontecia no Reino Unido antes de este último país legalizar a charia: nos Países Baixos, há conselhos que arbitram questões entre muçulmanos. Conselhos que se baseiam na charia.

Razão tem pois o governo para estar preocupado e duplamente vigilante para que não se estabeleça nenhuma sociedade paralela, em que os líderes tomem o poder nas suas mãos e apliquem a sua própria lei, a muçulmana, alienígena aos Holandeses e a todos os outros Europeus...

LEI ALTERADA PARA FACILITAR (AINDA MAIS) A VIVÊNCIA DE ALIENÍGENAS EM SOLO NACIONAL

A secretária de Estado do Ordenamento do Território vai propor, no próximo conselho de ministros, a alteração da lei que apenas permite a candidatura de cidadãos de nacionalidade portuguesa a fogos de habitação controlada, impedindo os estrangeiros de concorrerem.
Em declarações à agência Lusa, Fernanda do Carmo destacou que esta lei é de 1976 e que depois dela já saíram várias directivas, incluindo directivas comunitárias transpostas para o direito interno, que proíbem essa discriminação, pelo que o «Governo pensou que o assunto estava esclarecido».
No entanto, Fernanda do Carmo considerou que a lei de 1976 continua a prever que apenas cidadãos nacionais possam concorrer a habitações de custos controlados e que «há um ou dois municípios que transpuseram para os seus regulamentos» essa norma.
«Não queremos que haja aqui alguma dúvida», afirmou.
Neste sentido, o Governo está a «preparar um diploma que altera este conceito e clarifica definitivamente, na letra da lei, o assunto», adiantou
.(...)

E, de facto, não há dúvida nenhuma e nunca houve - a elite reinante não poupa passos para desapossar os indígenas: para que os nacionais não tenham a sagrada prioridade que devem ter na sua própria terra. Porque, para esta elite, está subentendido que a terra de todo o mundo é de todos por igual. Este é por isso mesmo um daqueles casos paradigmáticos, concretos, que merecerá um dia, se houver Justiça, ser julgado em tribunal popular, para que esta gente pague pelo crime de ataque aos mais legítimos interesses verdadeiramente nacionais ao nível da mais visceral traição.

Entretanto, quem é que desta vez tomou a iniciativa?

Continuemos a ler...
A polémica surgiu quando, na semana passada, o Bloco de esquerda chamou a atenção para um edital da autarquia de Famalicão, que restringia a cidadãos de nacionalidade portuguesa o acesso a casas de custo controlado.

Claro: os «irreverentes» radicais de serviço, ou seja, os queixinhas profissionais do Sistema, espécie de guarda avançada da Inquisição Anti-Racista, que está sempre de prontidão a denunciar os pecados que contrariam a Ordem Moral Universalista imposta pela elite reinante. Estes serão, provavelmente, os que um dia terão o julgamento mais rápido e fácil de fazer.

Dias depois, a autarquia esclarecia que era a própria lei nacional que limita a venda de casas de habitação social a cidadãos nacionais.
De acordo com o Decreto-Lei nº 797, em vigor desde 1976, que regula o Regime de Atribuição das Habitações Sociais, têm direito às habitações «os cidadãos nacionais que não residam em habitação adequada à satisfação das necessidades do seu agregado e que pretendam domiciliar-se na área de jurisdição do serviço municipal onde tiver sido aberto concurso».


"Ná", isso eram resquícios doutros tempos, da moral natural do Povo. A pouco e pouco, a elite reinante vai limando as arestas do seu projecto, tornando-o mais e mais rigoroso e coerente, para que nada de saudável perdure. Não que, actualmente, a lei impedisse assim muito a iminvasão, visto que hoje em dia qualquer nigeriano que saiba dar chutes numa bola passa só por isso a ser um herdeiro de D. Afonso Henriques, mas a atitude que está em causa, e o aceleramento do processo de desapossamento dos indígenas, não serão esquecidos.

«EU NÃO SOU RACISTA, EU SOU É "REGIONALISTA"...»

Actualização deste caso: - começa hoje o julgamento do ministro francês do Interior, Brice Hortefeux, diante de um tribunal da Santa Inquisição Anti-Racista, pelo crime de, como aqui se noticiou, ter feito um comentário privado que parece racista.

Hortefeux corre o risco de ser condenado a um ano de prisão e de ter de pagar uma multa de quarenta e cinco mil euros.

Entretanto, parece que o ministro, tentando safar o coiro, disse publicamente que quando fez o tal comentário sobre o jovem militante do UMP, não se estava a referir à sua etnicidade norte-africana, mas sim ao facto de o jovem «ser da» região francesa de Auvergne...

Sintomático: achar que os alienígenas não europeus são problemáticos, constitui pecado imperdoável - mas dizer o mesmo dos nacionais de determinada região, aí tudo bem, já não se trata de discriminação... ou então é uma discriminação que não tem mal nenhum...