quarta-feira, maio 31, 2006

TERMINA MAIO, MÊS DE MAIA...



Termina o mês de Maia, Grande Deusa da Terra, adorada pelos vários povos indo-europeus...

MARCHA PAGÃ

Realizou-se há coisa de dias, a 28 de Maio, uma grande marcha em Londres pelo Orgulho Pagão que contou com a presença de cerca de setecentas pessoas.

O intuito do evento foi demonstrar que os antigos cultos politeístas do Ocidente estão bem vivos no Reino Unido. De acordo com o censo estatal de 2001, o Paganismo é agora a oitava maior religião deste país, tendo pelo menos quarenta mil adeptos confessos.
A Federação Pagã da Grã-Bretanha, que representa muitos praticantes de vários tipos de Paganismos, afirma que o número de crentes pagãos na velha Albion se localiza entre os cinquenta mil e os duzentos mil indivíduos.

Os serviços prisionais anunciaram no ano passado que os presos de religiões pagãs iriam ter o mesmo direito de culto que têm os cristãos, os muçulmanos e os judeus.

Alguns dos participantes da marcha afirmam que há já sinais de discriminação religiosa. Por exemplo, em Essex, um professor foi suspenso no ano 2000 por ter revelado que era «bruxo» e dirigente da secção juvenil da Federação Pagã nacional.

A CENSURA SUBTIL PRÓ-ISLÂMICA INSTALADA AO MAIS ALTO NÍVEL GOVERNAMENTAL NO OCIDENTE

Embaixador americano despedido por falar no genocídio arménio.

Os E.U.A., na sua postura semi-dimiesca, não querem que se fale no genocídio dos Arménios porque isso incomoda os Turcos...

Portanto, em termos de grande política mundial, o genocídio dos Judeus não pode sequer ser negado - o dos Arménios, pelo contrário, não pode sequer ser referido.

É a isto que os democratretas chamam «igualdade e respeito pelos direitos humanos».

MAIS VIOLÊNCIA «JUVENIL» EM FRANÇA

MONTFERMEIL, França - Jovens incendiaram diversos carros e atiraram pedras na tropa de choque da polícia francesa na segunda noite consecutiva de episódios de violência na periferia de Paris, trazendo à tona lembranças dos distúrbios que abalaram a França no ano passado.
Seis policiais sofreram ferimentos superficiais e 13 pessoas foram detidas sob suspeita de participação nos distúrbios, que começaram na noite de terça-feira e entraram pela madrugada desta quarta, informou a polícia francesa. Os bairros afetados pela violência destes dois dias foram Clichy-sous-Bois e Montfermeil.
Os distúrbios aparentemente não atingiram a mesma escala dos episódios da noite anterior, durante a qual jovens atiraram bombas de gasolina contra edifícios públicos e saíram às ruas empunhando tacos de beisebol. Nove policiais ficaram feridos na primeira noite.
Os episódios foram vistos como um lembrete da revolta que persiste nas regiões mais empobrecidas da França, apesar das medidas do governo para tentar reduzir o desemprego entre os jovens das classes mais baixas e a discriminação racial depois de três semanas de violentos distúrbios no fim do ano passado.
Um dos jovens detidos sob suspeita de participação nos distúrbios iniciados na noite de terça-feira esteve envolvido no episódio que desencadeou a violência no ano passado. Na ocasião, ele ficou ferido e dois jovens morreram (todos por eletrocução) quando fugiam da polícia na periferia de Paris.
De acordo com a administração de Montfermeil, os distúrbios desta semana foram provocados pela prisão, na segunda-feira, de um jovem suspeito de espancar um motorista de ônibus no início de maio.



E, assim, um dos maiores, mais poderosos e mais influentes países do Ocidente vai-se habituando ao estado de sítio, em direcção à guerra civil - que é, na verdade, uma guerra étnica e civilizacional. É este o verdadeiro significado do «paraíso» multirracial e multiculturalista.

PARTIDO HOLANDÊS QUER LEGITIMAR PEDOFILIA

Eu já esperava que isto acontecesse. Há muito que o digo - um dia, a pedofilia será legalizada.

O que eu não esperava era que se começasse a discutir a coisa tão cedo...

O primeiro partido declaradamente pedófilo foi criado hoje na Holanda, o NVD (Amor ao próximo, Liberdade e Diversidade), o qual tem como objectivo permitir a pornografia infantil e as relações sexuais entre adultos e crianças.

«Educar as crianças significa também acostumá-las ao sexo. Proibir deixa as crianças mais curiosas», afirmou Ad van den Berg, 62, fundador do partido, em entrevista ao jornal holandês Algemeen Dagblad.

Van den Berg considerou que a imagem dos pedófilos foi desonrada pelo escândalo do assassino de crianças belga Marc Dutroux, mas destacou que a criação deste partido político pode inverter aquele quadro.

Além da pornografia infantil, o programa do NVD propõe a extinção do Senado e das funções do primeiro-ministro, a legalização de todas as drogas, leves e pesadas, e a prisão perpétua para assassinos reincidentes.

No respectivo site na Internet, o partido afirma que qualquer pessoa que tiver completado 16 anos deveria poder interpretar filmes pornográficos e que a maioridade sexual deveria ser diminuída para os 12 anos.

terça-feira, maio 30, 2006

MEMORANDO PAGÃO ÉTNICO DIRIGIDO ÀS AUTORIDADES GREGAS


Símbolo da YSEE, com a Águia de Zeus transportando o Raio.

Ficheiro PDF: Memorando do Conselho Supremo dos Etnicistas Helenos ao Estado Grego

O Supremo Conselho dos Etnicistas Helenos (CSEH, ou YSEE, em Grego) enviou no dia sete de Maio um Memorando ao presidente da Grécia, ao presidente do parlamento, ao primeiro-ministro, ao ministro do interior, administração pública e descentralização, ao ministro da educação nacional e assuntos religiosos e ao ministro grego da cultura, memorando este que se destina a chamar a atenção para a necessidade de:
- garantir o estatuto de entidade legal à religião étnica helénica;
- proteger a religião étnica grega como parte da herança nacional grega;
- estabelecer institucionalmente uma igualdade de direitos («isonomia») perante a lei - igualdade na liberdade de expressão («isegoria») da religião étnica grega.




O site do YSEE tem uma página em Português que diz o seguinte:
Página em Português do site do YSEE:
Quem somos nós e o que queremos?

O YSEE (SCGH) foi fundado em Junho de 1997. Os seus objectivos são defender e restaurar o Caminho, Religião e Tradição Étnica e Politeísta Helénica, que foi pesadamente dominada pela Igreja Ortodoxa Cristã e as sombrias sendas Bizantinas.
Até hoje, a YSEE tem feito mais de 140 protestos através de cartas para a Imprensa e as Autoridades, e tem organizados rituais abertos ao publico nos locais sagrados ancestrais atravéz da Grécia, a despeito da intolerância da Igreja.
O YSEE é uma organização central. Não somente para indivíduos, mas também para grupos helénicos (que entretanto mantém suas autonomias) e os jornais helénicos participam desta.
Em breve o YSEE anunciará novos capítulos afora da Grécia (o seu capítulo Australiano ja está activo desde 1999).
Os seus membros pagam uma contribuição anual, criando assim fundos para protestos, ritos e planos futuros, incluindo um ou mais altares públicos e templos, bem como uma Biblioteca politeísta.

«ESTUDOS»

A camarada Portvgvesa comentou certeiramente, no Fórum Nacional, um estudo recente sobre os jovens negros em Portugal ao dizer o óbvio: se poucos são os negros que se sentem portugueses, porque será que o Estado Português lhes quer dar nacionalidade?

Uma pergunta para a qual todos sabem a resposta - porque o anti-racismo e internacionalismo militantes estão realmente apostados em, agindo como Procusta, forçar a multirracialidade e a multiculturalidade, dê lá por onde der, de maneira a tornar a Europa num mar de lama racial. Já um certo político francês, qualquer coisa Chevenèment, tinha declarado, a propósito da «necessidade» anunciada pela O.N.U. de meter cento e cinquenta milhões de imigrantes na Europa nos próximos anos - disse ele, o francês, «Os Europeus têm de entender que a Europa terá de ser um continente mulato.»

Mas enfim, estudos destes acabam por revelar um facto muito positivo - o que é certo é que a maior parte dos jovens negros não se sente portuguesa. E ainda bem que assim é, porque, de facto, os africanos não fazem parte da identidade nacional, nem sequer os que falam Português sem sotaque, vão à missa e são do Benfica...
Mas não é de borla que o estudo fala neste sentimento comum à generalidade dos africanos de tenra idade - porque, a partir daí, o autor do estudo salta para a já mais que conhecida mas sempre igualmente nojenta tentativa de criar um complexo de culpa nos brancos europeus, neste caso, nos Portugueses, assim definida no texto:
Uma maioria que, “para construir a sua própria identidade, criou categorias classificatórias que diferenciam e, muitas vezes, estigmatizam e excluem: pretos, minorias étnicas, imigrantes de segunda geração, etc. Rótulos que são incorporados, negados, transformados através de movimentos re-activos, mas também pró-activos, daqueles que designam”.

Como bem diz a Portvgvesa, ninguém precisa de dizer que um preto é preto para construir a sua própria identidade...

De qualquer modo, é mais uma vez evidente que, para a súcia anti-racista que controla o campo da Sociologia, o próprio acto mental de querer afirmar uma identidade é, já de si, coisa fútil, na melhor das hipóteses, e crime de blasfémia, na maior parte dos casos.
Subjacente a tal mentalidade está sempre aquela tirada tipicamente inquisitorial, tipicamente anti-racista, típica de quem sofreu uma lavagem cerebral e quer fazer o mesmo aos outros - aquela tirada segundo a qual «a raça é uma construção social».
Aliás, o facto de no estudo se escrever a palavra «negros» entre aspas já diz muito - como se os negros não fossem realmente negros, como se o termo não fosse «cientificamente apropriado»...
Ou seja, não há negros... aquela cor de pele é ilusão de óptica...
E, claro, a grossura dos lábios, o prognatismo, os olhos afastados entre si, os dentes enormes, as gengivas escuras, o cabelo encarapinhado, são, além duma ilusão de óptica, uma ilusão do tacto...

E o cheiro a que os negros e os «racistas» chamam «catinga», isso então é uma ilusão olfactiva...

Tudo produto da máquina de propaganda nazi. Os nazis é que criaram todas estas ilusões.

Mas atente-se no conteúdo da expressão construção social... aquilo que até uma recém-nascido percebe?...
Para a ralé multirracialista, tudo o que os seus donos dizem é a verdade, a pura verdade e nada mais que a verdade. Se os mesmos disserem que pau é pedra, tal passa a ser verdade. E se os ditos donos disserem que as raças não existem, que são uma ilusão de óptica, então os mentalmente subservientes anti-racistas fazem coro nisso (o chamado «coro de castrati»). E ai de quem disser que o rei vai nu, que apanha logo com o rótulo de «primitivo», na melhor das hipóteses...
Ou seja, a lavagem cerebral anti-racista é de tal modo rigorosa e maciça que vai ao ponto de contrariar «moralmente» o próprio reconhecimento da realidade que qualquer recém-nascido é capaz de fazer.
Este processo tem todo o ar de processo de reaprendizagem, de nulificação total do indivíduo e construção de outro indivíduo no seu lugar, um indivíduo que seja um «excelente ser humano» (expressão da moda, note-se, não há nenhum indigente politicamente correcto que a não use; traz implícita a ideia de que o sexo e a raça não interessa, o que interessa é «o humano»), que não ligue às raças, porque, se liga às raças, depois, mais à noite, trata de se chicotear a si próprio pelos pecados da sua mente «racista»...


A própria lei dos corpos que caem dita que aquilo que vai em queda livre só para quando bate no fundo. Mas onde é o fundo? Sempre mais abaixo do que se pode pensar - trata-se da tal arete do nojo de que falei noutro artigo e em que os anti-racistas são pródigos.

Com efeito, cá está uma manifestação disto mesmo:
o estudo não só enfatiza a forma como estes jovens “negros” se definem e as percepções que constróem da sociedade portuguesa, como frisa os efeitos do preconceito de que estes jovens são objecto. Efeitos que se evidenciam na forma como se representam e nas estratégias que desenvolvem para gerir o estigma criado.

Como diz a Portvgvesa, isto é só uma maneira de justificar a violência negróide contra a sociedade branca:
Eu já devia ter percebido: eles são pretos,eu digo que eles são pretos,eles sentem-se ofendidos e vão roubar e matar!

É, mais uma vez, a manifestação do síndroma neo-cristão que assenta no dar a outra face ao alienígena que nos agride.

RUMORES DE VANDALISMO ISLÂMICO...

Depois de no Egipto se ter defendido, recentemente, a destruição do património histórico do tempo dos faraós, eis que, no Azerbeijão, o governo, dominado por muçulmanos, é acusado de vandalismo contra sítio histórico do Cristianismo arménio...
Isto depois de, no Irão, se ter constatado que o palácio de Dário, um dos mais importantes reis da antiga Pérsia, foi vandalizado «por uma razão que não é clara para os arqueólogos».

É de lembrar que, no Islão, existe o conceito de «jahiliyya», isto é, de «ignorância pré-islâmica», que se aplica talvez a todo o vestígio do passado não muçulmano...

SINAIS DO FUTURO BURCADO

Uma modelo australiana que esteve presa por posse de droga num estabelecimento penintenciário do Bali, revelou à imprensa que optou por usar a burca, quando estava detida, para não correr o risco de ser violada.

A senhora é quase muçulmana, por assim dizer, mas, independentemente disso, fica o sinal daquilo que eu já previa e que tem toda a pinta de vir a acontecer num futuro próximo: muitas mulheres europeias, mesmo não sendo muçulmanas, acabarão por «abraçar o multiculturalismo» adoptando, «de quando em vez», a tal burca, dado que tal opção poderá salvar muitas jovens europeias da violação, pelo menos as que moram em bairros cada vez mais atulhados de mafométicos...

A MORTE ANUNCIADA

Do Guardian Unlimited, via Fórum Nacional,

Brancos serão minoria no Reino Unido em 2100

Reportagem especial: questões raciais no Reino Unido

Os brancos serão uma minoria étnica na Grã-Bretanha até ao final do século. Uma análise aos dados oficiais indicam que, perante os actuais níveis de ferilidade e imigração, haverá mais não-brancos que brancos em 2100.

Será a primeira vez na história que uma população indígena passou voluntariamente a minoria, sem ser por motivos de guerra, fome ou doença. Os brancos serão minoria em Londres por volta de 2010.

No início dos anos 50 havia apenas umas dezenas de milhares de não-brancos no Reino Unido. Em 1991 já eram cerca de 3 milhões -- 6% da população. As minorias étnicas têm crescido entre 2 a 4 por cento ao ano. A imigração atingiu níveis recorde, com 185.000 novos imigrantes no último ano.

As previsões do Governo sugerem que a imigração, por si só, será responsável por metade do crescimento da população durante as próximas duas décadas.

Novos imigrantes, que são em média mais novos que a maioria da população, tendem também a ter níveis de fertilidade mais altos. Em contraste, o crescimento da população branca é estático. O seu nível de natalidade é muito baixo -- menos de 2 crianças por mulher -- e há ainda a emigração dos cidadãos britânicos.

Uma análise aos dados mostra que se as minorias étnicas crescerem 4 por cento ao ano, os brancos serão minoria antes de 2100. O analista que fez estes cálculos preferiu manter o anonimato com receio das habituais acusações de racismo.


O carácter voluntário desta iminvasão e substituição étnica é um sintoma claro de que o maior problema da Europa reside no veneno espiritual que corrompeu abissalmente a sua elite - o sida doutrinário a que se pode chamar internacionalite militante.

Quanto à estimativa em si... só em 2100 é que o Reino Unido estará maioritariamente enlameado?...

Cá em Portugal, em 2030 isto já deve ser como Cabo Verde... e é se não for antes. Porque, de facto, a maior parte da população do País está na zona de Lisboa e Vale do Tejo e, aí, a maré negra vê-se por toda a parte.

CRÓNICAS DO QUOTIDIANO NA EUROPA OPRIMIDA

segunda-feira, maio 29, 2006

O NASCIMENTO DA TURQUIA HÁ QUINHENTOS E CINQUENTA E TRÊS ANOS

No dia 29 de Maio de 1453, Constantinopla caiu perante a investida turca - foi a chamada «terça-feira negra».

Após várias semanas de luta desesperada, os defensores da cidade, corajosos mas mal armados, acabaram por sucumbir à maré asiática, sendo por isso aniquilados, juntamente com quinze mil dos seus cidadãos. O último imperador do Império Romano do Oriente tomou a opção de morrer em combate em vez de escapar.
Os livros das bibliotecas bizantinas foram queimados pelos arautos do Islão.
As igrejas foram esvaziadas e os ídolos cristãos foram substituídos por púlpitos e nichos muçulmanos.

Isto sucedeu porque os Ocidentais estavam desunidos; os próprios imperadores bizantinos tinham feito alianças com os muçulmanos, convidando-os para tomar parte em conflitos dinásticos na Europa.

Mais detalhes aqui.

O CAVALO DE TRÓIA NA BASE DA EDUCAÇÃO DAS ELITES MUÇULMANAS QUE VIVEM NO OCIDENTE

INEQUIVOCAMENTE, O TERROR AUTENTICAMENTE ISLÂMICO

Um ataque bombista islâmico contra um clube nocturno londrino foi recentemente abortado pelas autoridades britânicas. Um dos autores, estudante universitário*, disse que fez o que o Alcorão manda: «O nosso objectivo é defender a honra do Islão e trazer o Estado Muçulmano porque se o Estado muçulmano estivesse instituído, não havia os problemas que há.»
Um dos seus companheiros de armas foi (ainda) mais explícito: «o Reino Unido é um país «cafir» (pagão, infiel) e por isso é só preciso matá-los. Nada mais.
É disso que o verso (do Corão) diz: arma-lhes emboscadas, cerca-os e mata-os quando os encontrares.
»

O que tinha falado primeiro, acrescentou, citando o Alcorão: «A melhor coisa que podes fazer é instilar o terror nos seus corações, não há dúvida, não há nada melhor do que isso. Pomos medo nos seus corações.»

Pela conversa subsequente de ambos, fica-se a saber que a jihad está internacionalmente organizada e que é dirigida a partir do Paquistão.


As citações do Alcorão a que os dois «jovens» se referiram são provavelmente as seguintes:
«Em breve iremos pôr o terror nos corações dos descrentes, porque eles acrescentaram companheiros a Alá (isto é, adoram outros Deuses) aos Quais Alá não deu qualquer autoridade: a sua morada será o Fogo: e o mal é a casa dos malfeitores!»
(Alcorão 3:151)

«Quantas cidades destruímos nós! Com um ataque nocturno, ou enquanto eles dormiam ao meio-dia, o nosso terror a eles chegou. Nada puderam dizer, quando chegámos, a não ser: “Sim! Fomos malfeitores.”»
(Alcorão 7:4-5)

«Recordai que o vosso Senhor inspirou os anjos: “Estou convosco: dai firmeza aos crentes: eu irei instilar terror nos corações dos descrentes: cortem-lhes os pescoços e cortem-lhes todas as pontas dos dedos.”»
(Alcorão 8:12)

«Contra eles apronta a tua força ao mais alto nível do teu poder, incluindo cavalos de guerra, para aterrorizar os corações dos inimigos, de Alá e teus, e de outros, que tu podes não conhecer, mas Alá conhece. O que quer que gastes na causa de Alá, ser-te-á pago, e não serás injustamente tratado.»
(Alcorão 8:60)



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* Não era um desgraçadinho-palestiniano-iletrado-e-manipulado-revoltado-contra-a-opressão-capitalista-que-atira-pedras-aos-soldados-israelitas-coitadinho…

JUVENTUDE NACIONALISTA VISITA EXPOSIÇÃO «RELIGIÕES DA LUSITÂNIA»


Pode ver-se no cartaz a cabeça de Endovélico, Deus Medicinal e Infernal indígena, eventualmente céltico, encontrada no Seu santuário sito no Alandroal.

A JN (Juventude Nacionalista) realizou ontem, 28 de Maio, pelas 11h, uma visita à exposição Religiões da Lusitânia, presente no Museu Nacional de Arqueologia, Mosteiro dos Jerónimos.

PNR AO LADO DOS POLÍCIAS

Os polícias estão em luta e têm toda a razão!
O PNR, que sempre defendeu a dignidade desta classe e o justo reconhecimento do seu digno papel dentro da sociedade, não pode deixar de se manifestar solidário no apoio às aspirações e reivindicações dos agentes da lei.
Em conformidade com os princípios nacionalistas, de respeito e honra às forças da ordem – pilares essenciais da estrutura de uma Nação – defendemos que os polícias e agentes da autoridade devem poder trabalhar em prol de todos os portugueses com autoridade e dignidade. Para tal devem estar munidos dos meios necessários, tanto materiais, como psíquicos e morais.
É oportuno citar aqui trechos daquilo que, no respeitante a este tema, o PNR defende e que se encontra disponível neste portal (Documentos > Programa Político do PNR).
“A melhoria da Segurança, em todos os seus aspectos, (…) passa, antes de mais, pelas condições que lhes (forças policiais) sejam dadas para o exercício das suas funções (…). Contrariamente ao que muitos propalam, por inconfessados interesses, a acção das Polícias é altamente positiva, mesmo lutando com múltiplas dificuldades.”
O PNR propõe assim, “modernizar os meios de luta contra os crimes e delitos, e reforçar os meios humanos e materiais ao dispor das forças policiais” e “revalorizar as remunerações dos agentes da lei, e libertá-los das funções puramente administrativas, que devem ser confiadas a outros funcionários”.
Contrariamente às posições por nós sempre defendidas, vivemos num país onde os polícias não têm as menores e as mais elementares condições de actuação e cumprimento do seu dever. Pelo contrário; são mal pagos, socialmente desautorizados, manietados na sua actuação, mal recompensados, não reconhecidos na sua missão, trabalhando em condições indignas a nível material, humano, psíquico, etc…

Não bastando esta gritante realidade, ainda são vítimas de constrangimentos e reduções nas suas parcas “regalias”, sentindo-se cada vez mais o apertar do cinto à volta do pescoço destes que servem a Nação, em contraste, por exemplo com as chorudas indemnizações recebidas pelos ex-deputados, pelos maus serviços “prestados” à Nação… Sentindo-se cada vez mais, a infame redução das condições do seu trabalho, em contraste, por exemplo, com uma criminalidade crescente e mais “profissional” e organizada…
Até neste ponto, a repressão da ditadura do pensamento único e do politicamente correcto se faz sentir sobre as forças da autoridade, retirando-lhes além das condições de trabalho e serviço, o próprio direito de se exprimirem e até de pensarem…
Basta lembrarmo-nos da atitude indigna do Ministério da Administração Interna – o próprio Estado nacional – ao exigir à Direcção Nacional da PSP que tome medidas disciplinares e criminais pelas declarações do dirigente do Sindicato dos Profissionais de Policia, António Ramos. O Ministério, entende que as suas declarações são xenófobas quando disse que “o Governo não devia deixar entrar tanta gente no País”, que o aumento da criminalidade “deu-se com a abertura das fronteiras” e que antes de haver imigrantes brasileiros “não havia assaltos nos semáforos”. O Ministério, desautoriza e penaliza um agente da ao serviço da Nação, preferindo embarcar no discurso e no estilo paranóico das associações imigracionistas e racistas contra o povo português.
Mas será que o que afirmou António Ramos, é mentira? Alguém com um mínimo de bom senso e realismo pode dizer o contrário?
Estas afirmações do agente, vão exactamente ao encontro daquilo que se encontra também explícito no documento do PNR atrás referido: “Os fluxos migratórios desregrados, também têm contribuído em muito para o aumento da criminalidade, até mesmo da criminalidade organizada e de alto grau de violência.”
Por todo este desprezo e falta de consideração a que estão votadas as nossas Forças da Ordem por parte dos nossos (des)governantes, o PNR não hesita em afirmar oficialmente que está ao lado destes servidores da Pátria, e está solidário com a sua justa luta e fazendo-se representar - com a presença de militantes e membros da Comissão Política Nacional - na manifestação do próximo dia 7 de Junho, em marcha do Marquês de Pombal ao Terreiro do Paço.

SINAL DO CRESCIMENTO NACIONALISTA NA CATALUNHA

O desrespeito pela língua nacional já é punido na Catalunha.

Salvaguardadas as devidas distâncias históricas, não se admitiria que, em Portugal, um funcionário respondesse em Castelhano a um juíz que lhe pusesse uma questão em Português. Os princípios são assim mesmo: transcendem os aspectos contingentes e circunstanciais.

SACERDÓCIOS FEMININOS NAS RELIGIÕES SEMITAS MONOTEÍSTAS DO MUNDO ACTUAL

Muito se indignam os ocidentais mais progressistas pelo facto de a Igreja Católica não aceitar o sacerdócio feminino. Esperemos para ver o que dizem sobre a impossibilidade de haver mulheres imãs na religião muçulmana... na qual, não só é interdito haver mulheres a guiar as orações dos fiéis, como também é obrigatório que as crentes do sexo feminino digam as suas orações num tom de voz mais baixo do que o dos crentes masculinos...

De qualquer forma, esta notícia do Minuto Digital parece-me um bocado descarada, vindo de quem vem: de direitistas ultra-católicos, ou seja, de seguidores devotos duma religião na qual as mulheres não podem ir além do nível de simples freiras, acontencendo isto no seio de uma sociedade altamente progressista e igualitária como a ocidental...

sábado, maio 27, 2006

A INTOLERÂNCIA INQUISITORIAL QUE AFINAL NÃO MORREU...

Cinema: Arcebispo condena filme de Ron Howard
Vaticano apela ao boicote do Código

Ministério do Interior italiano mandou retirar o poster do filme colocado numa igreja de Roma
O Vaticano quer boicotar ‘O Código Da Vinci’, o novo filme de Ron Howard adaptado a partir do livro de Dan Brown, que se estreia na Europa no próximo dia 18.Angelo Amato, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé e colaborador próximo do Papa Bento XVI, diz que o livro e, consequentemente, o filme, inclui “ofensas, calúnias e erros históricos contra Jesus, os Católicos e a Igreja”.
O arcebispo foi mais longe e, numa conferência de Imprensa sobre cultura e meios de Comunicação em Roma, instou os católicos a mobilizarem-se nas ruas para protestarem contra a apresentação de ‘O Código Da Vinci’, como aconteceu aquando da estreia de ‘A Última tentação de Cristo’, de Martin Scorcese, em 1988.
“Se estas ofensas tivessem sido dirigidas ao Corão ou ao Holocausto judeu teriam provocado, justificadamente, uma revolta mundial. Como foram dirigidas à Igreja continuam impunes”, condenou Amato
.(...)


Repare-se no que diz um clérigo cristão da maior importância no seio da Cristandade: umas bocas ficcionais num romance pop deveriam motivar uma «revolta mundial».

Uma revolta mundial... o que queria o senhor Amato que se fizesse?... Então aquilo que a sua instituição tem feito, todo o apelo ao boicote, não é suficiente numa sociedade democrática e tolerante?

A referência ao Islão em particular, a respeito daquilo que «os muçulmanos fariam se fosse com eles!», só me convence mais da simpatia (cada vez menos) secreta que demasiados vultos da actual Cristandade têm pela religião de Mafoma: vêem-na como um credo com «força na guelra», um credo de «homens a sério» que se borrifam para a tolerância e impõem aos infiéis, pela força, um silêncio temeroso a respeito da sua religião... quem se mete com o Islão, leva!, diria um Jorge Coelho mafomético....

quarta-feira, maio 24, 2006

DIVINDADES INDÍGENAS EM ANÁLISE


Pátera do culto de Band (Araugel)


Divinités pré-romaines - bilan et perspectives d'une recherche

Cascais, 25-27 de Maio de 2006

No quadro do projecto FERCAN - Fontes Epigraphicae Religionis Celticae Antiquae, está marcada para os dias 25 a 27 de Maio, em Cascais, uma reunião de trabalho.
Trata-se da primeira vez que tal acontece no nosso País, independentemente de já há bastantes anos integrarmos a equipa que o está a levar a efeito. Tem havido reuniões em Espanha, Itália, Inglaterra, Áustria.
Prevê-se a abertura dos trabalhos às 17 h de quinta-feira, 25 e o encerramento no final da manhã de sábado. Na tarde de sexta-feira, visita guiada ao Museu de S. Miguel de Orinhas.
Os trabalhos são abertos ao público, decorrem no Centro Cultural de Cascais e os interessados podem, desde já, manifestar a sua intenção de participar (será passado certificado de participação), independentemente de lhes ser enviada dentro de dias a respectiva ficha de inscrição (cujo custo será apenas de 10 euros) e a informação mais pormenorizada do programa.

Contacto: Filipa Aguiar - 214825330 ou filipa.aguiar@cm-cascais.pt

Trata-se de uma iniciativa do Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e do Porto e da Câmara Municipal de Cascais, com a colaboração da Associação Cultural de Cascais.

As comunicações previstas até ao momento são as seguintes (sem obediência a qualquer ordem):


1. Patrizia de Bernardo, «I teonimi celtici in Aquitania»

2. Peter Scherrer, «Preliminary results in collecting inscriptions of Celtic deities in Pannonia»

3. Ralph Häussler, Rainer Wiegels et Wolfgang Spickermann, «Comment peut-on identifier des divinités celtiques dans l'empire Romain?»

4. María Cruz González, «Las divinidades prerromanas del Noroeste hispano: un balance»

5. Patrizia de Bernardo, «Three Types of Interpretatio and Other Complex Theonymic Formulas»

6. Joaquín Gorrochategui, «Hacia el corpus de divinidades indígenas de la Novempopulana».

7. Vladimir Petrovic, «Les divinités, la toponymie et l`onomastique celte dans les inscriptions de la Mésie Supérieure».

8. Claudio Zaccaria: «Il volume italiano di FERCAN: stato della questione».

9. António Sartori, «Culti celtici in Cisalpina: questioni irrisolte (a partire dalle divinità delle acque

10. Nadja Gavrilovic, «The Pre-Roman Deities in Central Balkans».

11. A. C. King, «The Pre-Roman cult site at Hayling Island, Hampshire, GB: the problem of characterizing an anonymous divinity».

12. Isabelle Fauduet, «Les dévotes et leurs offrandes dans les sanctuaires où il y a des divinités gauloises».

13. José d'Encarnação, «O que são divindades indígenas?» (conférence pour le public).

14. Patrice Lajoye,"Cernunnos : étude du dossier épigraphique"

15. José Cardim Ribeiro, «¿Terão certos teónimos paleohispânicos sido alvo de interpretações (pseudo-)etimológicas durante a Romanidade passíveis de se reflectirem nos respectivos cultos?»

16. Manfred Hainzmann, «Identificatio iconographica - The case of Jupiter-Taranis / Vocretanus from Ansfelden»

17. Chris Lilley, «Epona - a reappraisal»

18. Armando Redentor, «Panorama da teonímia pré-romana em Trás-os-Montes
Oriental».


Quem quiser estar presente neste evento pode telefonar para o número acima indicado, talvez ainda haja lugares vagos.

CONTRASTE RELIGIOSO



Giro. A mensagem está redigida num estilo americano adolescente, mas o conteúdo é útil.

PRESERVAÇÃO DO PATRIMÓNIO NACIONAL

No dia 17 de Maio, o grupo Feminae Honoratae anunciou o seguinte no Fórum Nacional:
As Feminae Honoratae irão levar a cabo uma acção de preservação do património arqueológico.
Conscientes da importância do nosso papel de mulheres enquanto veículo transmissor do património ancestral, não podemos deixar que as vozes arquétipas sejam silenciadas pelo esquecimento / desrespeito / humilhação a que os locais sagrados da nossas raízes estão sujeitos, fruto da sociedade alienada que nos rodeia.
Nesta ordem de ideias, propõe-se a reunião e o empenho da Feminae Honoratae para uma limpeza do monumento megalítico do Monte Abraão (Queluz). Apesar de classificado como Monumento Nacional (Decreto de 16-6-1910), tem vindo a ser vandalizado, correndo mesmo o risco de ser totalmente destruído.
Esta acção não tem porque se resumir à limpeza do referido monumento, pode implicar também, por exemplo, uma recolha de assinaturas pela salvaguarda do monumento, distribuição de panfletos, etc...
Material / Requisitos necessários para a acção:
- Luvas resistentes;
- Sacos do lixo;
- Vacina do tétano em dia.
Para além destes elementos contamos com a participação de TODOS os elementos da FN e de nacionalistas que queiram ajudar a divulgar tambem distribuindo panfletos!!!

Será este Sábado dia 20 de Maio da parte tarde.

Feminae Honoratae



No dia 19, disse:
''Quem não quer salvar a Anta de Monte Abraão?

O tristemente arrastado caso da Anta de Monte Abraão bloqueia-nos no que de pior tem a gestão da “coisa pública” em Portugal: a burocracia, a desresponsabilização e a incompetência.

( Segunda-feira, 13 de Março de 2006 )

Uma Anta pré-histórica que está classificada pelo organismo competente, o IPPAR como “Monumento Nacional”. Pertence, territorialmente, ao concelho de Sintra. Os terrenos onde está situado são propriedade de um privado (uma empresa de construção civil)!!

Se todo este contexto não fosse, já de si, bizarro e incongruente, a realidade mostra-nos a Anta de Monte Abraão a definhar: abandonada (nada a enquadra como monumento histórico, tendo vindo a ser vandalizada) e em riscos de ser destruída para que a empresa detentora do terreno possa prosseguir os seus fins comerciais.

Algumas perguntas não podem deixar de ser feitas:

1- Como é que um Monumento Nacional (classificado há quase 100 anos) não está sob a protecção e jurisdição do IPPAR? Não é para isso que também serve este Organismo?

2- Estando sob a alçada da Câmara Municipal de Sintra (CMS) como pôde esta ter descuidado a sua propriedade e protecção?

3- Mesmo negociando os terrenos com um privado, porque não houve o cuidado de salvaguardar a área restrita do Monumento através, por exemplo, de um protocolo?

4- Alertados para os danos que a Anta de Monte Abraão já sofreu e para o risco (de extinção) que corre, como podem – CMS e IPPAR – limitarem-se a frouxas declarações de intenção, que nada resolvem?

A Anta de Monte Abraão está – por desígnios não explicáveis pela racionalidade – na freguesia de Belas. O Executivo dessa Freguesia nada fez pela sua preservação.

Por motivos óbvios - que vão do próprio nome da Anta ao facto dela ser usada como símbolo do nosso brasão – a Junta de Freguesia de Monte de Abraão reclama para si a futura “paternidade” e “preservação” do monumento. Assim nos dêem os meios para o fazer e o monumento será salvo.

Basta de “estudos para uma prometida zona de protecção especial”, de declarações de preocupação e prioridade “em dar alguma dignidade ao monumento”.

Com empenho e real vontade é possível dar TODA a dignidade a este Monumento Nacional. Agora, se a capacidade de actuação não for mais além do que a vã enunciação do problema e de respectivas promessas vagas, daqui a uns meses será tarde demais. A Anta de Monte Abraão já não existirá!!

Este Monumento Nacional que é nosso símbolo já apresenta alguns danos – quiçá irreparáveis – mas ainda pode ser salva. É urgente regulamentar a sua propriedade e cuidar da sua protecção (que já terá de ser reabilitação).

Se a origem do problema é a propriedade do terreno, porque não protocolarizar um acordo com a empresa proprietária para que a Anta esteja protegida sem que os interesses da empresa sejam lesados? Parece-me o caminho mais justo, rápido e exequível.

Todos os contributos dos habitantes de Monte Abraão – e também dos seus visitantes - são bem vindos. Quer sob a forma da acção quotidiana (é muito importante que quem pode resolver esta situação saiba o quão ela é importante para as pessoas), quer sob a forma de sugestões para a resolução deste problema.

Fátima Campos

Presidente da Junta''

http://www.jf-monteabraao.pt/noticias/templates/Mod_editorial.asp?articleid=86&zoneid=10



A acção foi levada a cabo com sucesso, tendo-se contribuído muito para limpar o local.

Uma foto tirada no local mostra bem o nível de abandono a que este pedaço do património está sujeito:

O CÓDIGO DA VINCI

Vi ontem o filme «O Código Da Vinci», feito com base no romance homónimo. Tencionava ler o livro, só para ver que relações estabelecia com o Mundo Antigo, mas como as tricas e tretas em torno do Cristianismo não me interessam por aí além, fui adiando a tarefa. E agora que vi o filme, tenho ainda menos vontade de dar grande atenção à obra.

A película em si é engraçada, bem realizada, dinâmica, dominando com mestria a criação de ambientes sinistros e eivados de conspirações urdidas na sombra. O tema dos grupos ultra-secretos a manobrar os acontecimentos a partir de ignotos e ocultos bastidores da História é sempre atraente e dá dinheiro a rodos. Juntando-se a isso uma série de mitos, polémicas e gostos da moda, do pensamento New Age ou Nova Era, tem-se a receita do estrondoso sucesso:
- os templários;
- o Graal;
- o celibato do padralhame católico;
- a valorização do matriarcado contra as «instituições machistas»;
- o culto «da Deusa», apresentado como se no passado pagão houvesse só uma Deusa e não várias...

Não aprecio o destaque que a coisa vem dar ao Cristianismo. A beatagem internacional está podre de raiva, mas a verdade é que tem ganho alguns adeptos com esta brincadeira.
Paralelamente, também não tenho qualquer fascínio pela moral humanista e antropocêntrica do final do filme. Mas enfim, gosto de ver as multidões interessadas nalguma coisa de mais ou menos espiritual, mesmo que seja kitsch - sempre é melhor do que passarem a existência mergulhadas no marasmo feito de bola, novelas e medo do desemprego.

INTIMIDAÇÃO CIGANA EM SANTO TIRSO - MAIS UM EPISÓDIO DO QUOTIDIANO TUGA, OU PORTUGAL DE MÃOS ATADAS PELA NOVA INQUISIÇÃO ANTI-RACISTA

Do Fórum Nacional,

No dia 20 de maio de 2006 por volta das 2:00h da manha, 3 individuos de etnia cigana entram num conhecido bar da localidade para agredir um cliente. Tudo isto se passou a frente de todos os clientes e staff daquele bar não sendo ninguem capaz de fazer nada para impedir que um dos ciganos agredisse o cliente com o cinto das calças. Antes de sair esse mesmo cigano aínda teve tempo de partir uma garrafa de cerveja numa coluna e agredir um outro cliente com ela.
Momentos depois de ter sido enviado um dos agredidos para o hospital, chega a PSP de Santo Tirso. Alguem deve ter acusado o principal agressor porque um dos polícias dirigiu-se a ele e é aí o meu maior espanto, segundo ouvi, o cigano dá três palmadinhas na cara do agente e vira-lhe costas. A polícia não deteve ninguem e os agredidos estavam na duvida se deveriam apresentar queixa com o receio de represálias...

CENSURA NA INTERNET POR MEIO DE BOICOTE

O motor de busca Google, actualmente tão na moda e considerado o maior de todos, é dirigido por quem decidiu recentemente retirar da secção de notícias umas quantas páginas acusadas de «discurso de ódio islamofóbico», ou seja, de incitamento ao ódio contra o Islão.

Aqui estão alguns exemplos daquilo que a direcção do Google considerou pecaminoso:
Em que medida é que o Islão enriqueceu a sua vida?
O Islão é aquilo que faz.
Islão: uma Falsa Religião.

Os leitores que avaliem por si próprios o conteúdo dos artigos.

Já agora - se porventura os textos se concentrassem em dizer mal, por exemplo, do Nacionalismo, será que alguém os quereria proibir?

Duvido.

terça-feira, maio 23, 2006

TRAVÃO AOS TRUQUES DESONESTOS DOS MUNDIALISTAS

O PORTUGUÊS

Faço como o camarada do Vanguarda Nacional e destaco este magnífico texto do Nova Frente, ridicularizando o totalitarismo dos patrioteiros copinhos-de-leite que resolveram criar um «sentir português»...

Por detrás dessa ideia do «sentir-se português» como «verdadeiro fundamento da Portugalidade», está a mundialice do costume, em versão tuga - uma vez que a Ancestralidade, o sangue, constitui barreira intransponível, obstáculo incontornável para quem quer meter o mundo todo dentro de Portugal, eis que os «intelectuais» sentimentalóides do universalismo militante optam por deixar de lado essa coisa da Estirpe e decidir que, doravante, é português quem eles quiserem, quem pensar e «sentir» como eles se sentem... e, ao mesmo tempo, põe-se fora da carroça quem não sente esse «amor universal» obrigatório por tudo quanto é exótico e julgar que pode ser português...

CIGANOS NO ALENTEJO

NASCEU UMA NOVA ESTRELA NA CONSTELAÇÃO DA EUROPA




Do Euronews, via Fórum Nacional:

Mais de 55% dos montenegrinos votaram a favor da independência, no referendo realizado este domingo. Num momento em que estavam escrutinados 99% dos votos, o presidente da comissão eleitoral, Frantisek Lipka, confirmou os resultados preliminares anunciados: 55,4% dos votos expressos são pela independência da república.
Os montenegrinos mobilizaram-se fortemente neste referendo tendo comparecido nas urnas cerca de 87% do eleitorado. A Comissão Europeia tinha estabelecido como limites para validar o referendo, 50% de participação e 55% de votos expressos.
O Montenegro tem 670 mil habitantes, uma pequena república, 15 vezes menor do que a Sérvia, um desfazamento que dificulta a coexistência das duas repúblicas no mesmo Estado. Os montenegrinos não escondiam o contentamento, ontem à noite, nas ruas de Podgorica.

A festa da vitória encheu as rua de Podgorica
O anúncio da vitória da independência transformou-se numa explosão de alegria nas ruas de Podgorica, a capital do Montenegro, onde não faltaram o fogo de artifício, as caravanas multicolores e as bandeiras vermelhas. Os montenegrinos responderam massivamente ao apelo ao voto o que justifica uma taxa de participação de 90% muito além das expectativas.
O escrutínio decorreu sem incidentes segundo o relato dos três mil observadores locais e internacionais que foram mobilizados pela União Europeia. Bruxelas fixou 55 por cento de respostas positivas como referência para validar a resposta a este referendo desde que a participação fosse superior a 50 por cento dos cerca de 485 mil eleitores inscritos. Os resultados serão oficialmente confirmados esta segunda-feira. A euforia dos defensores da independência contrasta com o silêncio das autoridades de Belgrado.



Mais uma Nação com Estado - mais um Estado que é verdadeiramente Nação.
Mais uma vitória do Nacionalismo na Europa - a verdade vem sempre ao de cima e a força emergente das Nações europeias não pode continuar eternamente submersa.

ARCAICA CULTURA EUROPEIA VINDA DO NEVOEIRO ANCESTRAL PARA A LUZ DO DIA

Do nevoeiro mágico da Ancestralidade, chegam-nos cada vez mais verdades, progressivamente iluminadas pela Luz do Dia... ab Dis Pater ad Iuppiter... de Dis Pater para Júpiter...

Vem com quase nove meses de atraso, esta notícia... ou com vários séculos, se se preferir... mas mais vale tarde do que nunca: na Bósnia, foram encontradas pirâmides datando de há milénios e estando eventualmente relacionadas com o culto solar.

RESPONDEI PORQUE DEVEIS RESPONDER

O camarada do Vanguarda Nacional encontrou isto.

Força nisso, camaradas, ide responder, dizei de vossa justiça.

segunda-feira, maio 22, 2006

EUROVISÃO DA CANÇÃO

Foi assaz porreira a final do Festival da Eurovisão da Canção realizada no passado sábado em Atenas. O espectáculo inicial, com referência ao panteão grego e o cenário do palco estavam excelentes, dignos de tão famoso e significativo evento.

Nos últimos quinze anos, a importância do Festival da Eurovisão tem decrescido bastante, o que é pena, porquanto constitui uma oportunidade rara para fortalecer os laços culturais e até fraternais entre os Europeus. Não me lembro de que alguma vez houvesse chatice ou sequer rivalidade hostil (que se soubesse, pelo menos) entre os países concorrentes, o que faz com que este concurso seja mais útil do que por exemplo os campeonatos de futebol (europeus ou mundiais).

Quanto ao aspecto cultural em concreto, tenho para mim que a música é um veículo privilegiado da alma dum Povo. Assim, quanto mais os Europeus se habituassem a ouvir e a apreciar música étnica europeia, mais fortalecida seria a sua identidade.

Pois o que é a civilização senão o invólucro da identidade e ao mesmo tempo uma natural emanação da mesma?

A cultura está para a identidade como a armadura, ou a indumentária, estão para o indivíduo. Em condições ideais, emana da natural vontade do sujeito; em situações anormais, é-lhe imposta.

Mas, do mesmo modo que o indivíduo normal e sadio acaba por conseguir ver-se livre do traje de que não gosta, também um Povo, enquanto estiver vivo, consegue, a pouco e pouco, livrar-se do que historicamente se lhe tiver agarrado ao corpo civilizacional.


Geralmente, a maior parte das músicas concorrentes caracteriza-se por um estilo pop mais ou menos internacional, mas característico, por vezes com laivos de folclore (sobretudo as que vêm do sudeste europeu), mas demasiadas vezes cantado em Inglês, para infelicidade da rica diversidade europeia.

Todavia, vale sempre a pena assistir ao festival, pois que os oásis de etnicidade compensam bem a pobreza cosmopolitista maioritária. E, de resto, mesmo o pop reinante não é dos piores - serve para se ver em casa, ao jantar, ou no intervalo dalguma leitura proveitosa, sem ter de pagar um chavo, bem entendido.
Ironicamente, os únicos dois países que, pela sua posição geográfica e etnicidade, não deveriam participar - Israel e Turquia - costumavam ser aqueles que mais vezes levavam sonoridades étnicas interpretadas na sua língua nacional.

Este ano, todavia, Israel averbou merecida derrota, obtendo uma das suas pontuações mais baixas de sempre, ao apresentar um colectivo multirracial a interpretar um gospel... também merecida foi a derrota do Reino Unido, cujo representante deu voz e triste figura à sua musiqueta rap.

Desgraçadamente, os representantes dos países de leste parecem apreciar demasiadas vezes a salganhada a envolver o rap ou outro estilo negróide. Deve ser essa a face mais «progressista» e americanizada de sociedades saídas há pouco da miséria e do obscurantismo comunista e anti-ocidental. O desespero da pobreza tapadinha levou à colonização via MTV (o deprimente caso da canção moldova é disso um exemplo especialmente degradante).

Até a Lituânia e a Letónia, que têm tão vivas e ricas tradições musicais folclóricas, como bem o demonstra o grupo SkyForger...

A Alemanha, por seu turno, destacou-se pela bizarria de eleger como sua representante uma cançoneta «country» interpretada por teutónicos trajados à caubói.

Não obstante, a colheita «folk» deste ano não foi das piores. Salientou-se em particular a Noruega, com a excelente «Alvedansen» (Dança dos Elfos), música ligeira com clara influência folclórica, até no tema da letra, cantada por quasi-etéreas nórdicas, trajadas de branco, em feérico alvor, como «fadas» da remota e lendária Última Thule (ou Hiperbórea, para os Gregos). Merecia, sem dúvida, o primeiro lugar.

Também muitíssimo boa foi a representação da Croácia, igualmente folclórica e cantada no idioma nacional.

A meio da votação, ficou-se a saber que a canção da Sérvia-Montenegro tinha sido impedida de participar por motivos políticos, dado que um dos lados do país (ou Sérvia ou Montenegro) não aceitava ser representado pela música do outro lado...

No final, ganhou a Finlândia com um hardrock quase metálico, marcado por uma melodia festivaleira bastante agradável e uns brados à Udo Dirkschneider bem colocados. Os artistas, banda de nome Lordi, com fama de serem satânicos (o que originou o protesto da igreja luterana lá da terra - mas o vocalista diz que até faz parte duma igreja), apareceram em palco com vestimentas de ogres bélicos, brandindo o arcaico e mítico machado duplo (bipene ou labris), num estilo épico-lendário, na linha de ficção fantasiosa conhecida como «espada & feitiçaria»(Senhor dos Anéis, Conan, Kull, etc.). A margem com que os hard-roqueiros finlandeses ganharam deu-me especial gozo pelo modo como indignou o locutor Eládio Clímaco, que não deixava de manifestar o seu mau gosto soft-kitsch, a dizer que não compreendia, e que não podia ser, mas como é que podia ser uma coisa daquelas, ainda se fosse a da Rússia a ganhar (que por acaso era uma das mais pirosas), agora a da Finlândia... não se cansava de dar a entender que tal resultado só se podia dever à votação «dos mais jovens»...
Curiosamente, nunca se lembrou Clímaco de dizer o mesmo a respeito das votações nos concorrentes «rappers»... será que o rap, maciçamente promovido pelos mé(r)dia, já ganhou estatuto de música «normal», de «adultos com espírito jovem», apesar da sua imunda origem, a saber, sons de criminosos negros do submundo norte-americano, que só sabem falar dos seus «problemas sócio-raciais», e do «racismo dos brancos!», enquanto incitam, não raras vezes, ao assassinato de polícias brancos?


Aqui fica a letra da Alvedansen:

1.Vers
Bare jeg kan fange ditt blikk
Vise klør i kysset du fikk
Tirre deg så du blir til ild
Kom hit jeg vet du vil

Ref.
AA….
Bli med meg i sommernatten
AA…
Ingenting er skjult i natt

2.Vers
Bare jeg vet alt som du er
Gir deg gnist, jeg ser du er nær
Svev med meg
La alt bli til ild
Kom hit jeg vet du vil

Ref.
AA….
Bli med meg i sommernatten
AA…
Ingenting er skjult i natt

Bro
Ingen vet
Vinden leker
Månen ser bort
Og vi er alt

Ref.
AA….
Bli med meg i sommernatten
AA…
Ingenting er skjult i natt



Tradução (a partir da tradução inglesa):

Posso acender o fogo nos teus olhos
Posso ouvir o meu beijo a fazer-te suspirar
Posso pôr o teu sangue em chamas
Vem, joga o meu jogo secreto.

Ha -----
Toda a noite de Verão tem segredos
Ha -----
Dir-te-ei os meus esta noite.

Só eu conheço todo o teu desejo
Só eu posso fazer-te voar mais alto
Só eu posso pôr-te em chamas
Vem, joga o meu jogo secreto.

Ha -----
Toda a noite de Verão tem segredos
Ha -----
Dir-te-ei os meus esta noite.

Vento e Lua
Dormem ambos
Ninguém pode ver
A nossa dança da meia-noite.

Ha -----
Toda a noite de Verão tem segredos
Ha -----
Dir-te-ei os meus esta noite.

AMEAÇAS MUÇULMANAS CONTRA POLÍTICOS EUROPEUS EM SOLO EUROPEU

O arrogante à vontade da súcia terrorista muçulmana faz com que os Europeus mais conscientes do perigo islâmico tenham de viver no medo e na reclusão... só porque, na sua própria terra, se atrevem a falar contra um credo estrangeiro.

Na Holanda, por exemplo, a polícia afirma que no ano passado se registaram cento e vinte e uma ameaças de morte contra políticos holandeses. O número parece aumentar exponencialmente este ano. Geert Wilders, político de Direita que tem hoje de viver num apartamento estatal de alta segurança, diz ter recebido cento e vinte ameaças de morte, contando apenas com o tempo desde Janeiro até agora.

Também na Alemanha há políticos, e até jornalistas, a receber ameaças de morte de muçulmanos, motivo pelo qual estão já sob protecção policial.

Há já quem pense em refugiar-se na América, onde a vigilância é mais apertada e o número de muçulmanos é comparativamente muitíssimo menor.
Um deles é Flemming Rose, o editor cultural do jornal dinamarquês Jyllands-Posten, o que publicou as caricaturas da polémica. Os doze caricaturistas estão entretanto escondidos do público para se defenderem das prometidas represálias islâmicas.

Rose queixa-se da tibieza europeia e afirma o óbvio: «Creio que é perigoso ceder à intimidação, porque isso manda um sinal: se ameaçares o suficiente, faremos o que quiseres

Mas, tal como diz a notícia que publiquei aqui há dias, há esperança de que os Povos da Europa se estejam a revoltar, lenta mas progressivamente.

COMUNICADO DO GRUPO DOS AMIGOS DE OLIVENÇA - CARTA AO EMBAIXADOR ESPANHOL

Grupo dos Amigos de Olivença

Divulgação 06-2006

205.º Aniversário da Ocupação de Olivença

Recordando ao representante do país vizinho a desonrosa ocupação de Olivença, o GAO entregou hoje na Embaixada de Espanha em Lisboa uma carta em que diz:
_______

Excelentíssimo Senhor
Embaixador do Reino de Espanha

No dia 20 de Maio de 1801, há exactamente 205 anos, os exércitos de Espanha, conluiada com a França napoleónica, invadiram Portugal e ocuparam a vila portuguesa de Olivença.
Manifesta ofensa ao Direito das Gentes, assim foi entendido pelas Potências de então que, no Congresso de Viena de 1815, onde Espanha também teve assento, reconheceram absolutamente a justiça das reclamações de Portugal sobre Olivença.
Por isso ficou consignado no Tratado de Viena, seu Art.º 105.º.
«Les Puissances, reconnaissant la justice des réclamations formées par S.A. R. le prince régent de Portugal e du Brésil, sur la ville d'Olivenza et les autres territoires cédés à Espagne par le traité de Badajoz de 1801, et envisageant la restitution de ces objets, comme une des mesures propres à assurer entre les deux royaumes de la péninsule, cette bonne harmonie complète et stable dont la conservation dans toutes les parties de l'Europe a été le but constant de leurs arrangements, s'engagent formellement à employer dans les voies de conciliation leurs efforts les plus efficaces, afin que la rétrocession desdits territoires en faveur du Portugal soi effectuée; et les puissances reconnaissent, autant qu'il dépend de chacune d'elles, que cet arrangement doit avoir lieu au plus tôt».
Como melhor saberá Vossa Excelência, em 7 de Maio de 1817, há 189 anos, Espanha assinou o Tratado de Viena e reconheceu sem reservas os direitos de Portugal.
Decorridos dois séculos sobre a desonrosa ocupação de Olivença, o Estado que Vossa Excelência representa jamais respeitou o compromisso assumido perante a Comunidade Internacional. Do carácter honrado, altivo e nobre que Espanha diz ser o seu, não houve manifestação e, ao contrário, actuando com ostensivo desprezo pelo Direito e pela palavra dada, Espanha cobriu-se com o labéu da vilania.
Eis, singela, a «Questão de Olivença»: uma parcela de Portugal foi usurpada militarmente pelo Estado espanhol, há 205 anos, extorsão não reconhecida e ilegítima face ao Direito Internacional.
Não obedecendo ao Direito nem respeitando os seus compromissos, é Espanha, de que Vossa Excelência é Embaixador, que se desonra.
Quanto à ofensa que a ocupação de Olivença constitui para Portugal, compete aos Portugueses apreciá-la e julgá-la.
Da ofensa feita à Justiça e ao Direito, bem como da desonra trazida pela quebra da palavra dada, pertence a Espanha e a Vossa Excelência conhecer do seu significado.

Atentamente,
A Direcção do Grupo dos Amigos de Olivença
Lisboa, 20 de Maio de 2006.

_______

Lisboa, 20-Maio-2006.
SI/GAO
Rua Portas Santo Antão, 58 (Casa do Alentejo) - 1150-268 Lisboa
www.olivenca.org -
olivenca@olivenca.org

domingo, maio 21, 2006

MUSEUS DE GRAÇA


Exposição «Religiões da Lusitânia», em Belém


Venho tardiamente, embora, teoricamente, ainda a tempo, de dar esta notícia:

Museus de borla e em festa
Até domingo, entrada nos 149 museus é gratuita e sábado estarão abertos até à meia-noite

O Dia Internacional dos Museus é celebrado quinta-feira em Portugal com centenas de iniciativas destinadas a atrair os jovens, o alvo escolhido este ano pelo Conselho Internacional dos Museus (ICOM).
Até domingo, a entrada nos 149 museus do Instituto Português de Museus e da Rede Portuguesa de Museus é gratuita e sábado, todos estarão abertos até à meia-noite.
«O museu constitui um local para novas experiências, recolha de informação e busca de respostas para os desafios quotidianos» e os jovens «não só a futura geração de profissionais de museus, mas também uma nova geração de público», realça o ICOM.
Segundo a ministra da Cultura, Isabel Pires de Lima, em Portugal, o Dia Internacional dos Museus será assinalado com um «programa intenso e eclético», que inclui nomeadamente iniciativas como «caça ao tesouro», «jogos de mistério», desfiles e oficinas pedagógicas. Em Coimbra, «mini-repórteres» fotografarão o Museu Machado de Castro, em Castelo Branco, o Museu Proença Tavares Jr. propõe o jogo «desvendar um mistério» e ainda o lançamento de balões com mensagens escritas pelas crianças alusivas ao dia.
Em Braga decorrerá a iniciativa «Mozart vem ao Museu dos Biscainhos», com actividades musicais, multimédia e «performances» executadas por alunos.
A actividade procura articular a comemoração dos 250 anos do nascimento do compositor com o acervo museológico que permite definir os conteúdos mais marcantes dos hábitos domésticos e sociais dos séculos XVII e XVIII.
Outra proposta do Conselho Internacional de Museus para este dia é dar uma oportunidade às crianças que queiram fazer réplicas das suas pinturas, estátuas ou monumentos preferidos, valorizando deste modo a sua criatividade e originalidade.
Neste sentido, no Museu Monográfico de Conímbriga serão realizadas oficias de pintura, desenho e mosaico romano.
No Hospital Pediátrico de Coimbra, as crianças aprenderão a fazer «jóias mágicas», numa iniciativa intitulada «O colar da Rainha Santa».
No Museu do Azulejo à Madredeus, em Lisboa, haverá oficinas pagas de pintura de azulejo, enquanto no Museu de Etnologia (ao Restelo) será proporcionado experimentar meios e técnicas da colagem à estampagem e desenho, utilizando a linguagem dos panos africanos expostos, para comunicar.
O Museu expõe panos tradicionais de Cabo Verde e Guiné-Bissau e tem tam bém previsto um atelier de dança hip-hop.
No Museu de Cerâmica, em Sacavém (Lisboa), realizar-se-ão pinturas faciais inspiradas nas figuras mitológicas do museu.
A «caça ao tesouro» é outra das iniciativas recomendada pelo ICOM e que acontecerá, entre outros, no Museu da Terra de Miranda, em Miranda do Douro e no do Soares dos Reis, no Porto.
O Museu do Teatro, em Lisboa, propõe que as crianças desvendam «enigmas no Palácio do Monteiro-Mor», no Lumiar, onde está instalado.
Esta actividade, segundo o ICOM constitui «um bom desafio para testar as capacidades das crianças para a resolução de enigmas».
«Traz a tua própria colecção» é outro dos tópicos lançados pelo ICOM, propondo às crianças expor no museu as suas colecções.
Outro tópico lançado pelo ICOM é «valorizar a importância do trabalho de voluntariado em museus junto dos jovens».
As celebrações no Museu vimarenense Alberto Sampaio, por exemplo, contam com a Associação Amiguinhos do Museu.
Continuando as celebrações, no sábado, o publico poderá passar «Uma Noite no Museu», designadamente nos 149 museus do Instituto Português de Museus e da Rede Portuguesa de Museus, que estarão abertos até à meia-noite.


Ainda vão a tempo, se estiverem a ler isto agora, de visitarem pelo menos um museu que esteja nas proximidades do vosso domicílio...

Por falta de tempo, só ontem pude tentar aproveitar esta ocasião para dar uma vista de olhos ao espólio museológico português. Tentei primeiro o Museu Militar, sito ao lado da estação de Santa Apolónia, em Lisboa. Cheguei ao local depois das cinco da tarde e constatei, pelo horário colocado no portão, que este já estava fechado, não obstante dever estar aberto até à meia-noite, de acordo com quem informou a comunicação social... além disso, reparei ainda que o museu fechava pela hora de almoço, todos os dias, devido à «falta de pessoal», o que é no mínimo estranho, dado que, supostamente, há cerca de quinhentos mil desempregados no País... não poderá um governo dum Estado europeu fazer um sacrificiozito para pagar mais três ou quatro salariozitos a bem da cultura?...

De noite, tive mais sorte, dado que o Museu Nacional de Arqueologia, localizado no Mosteiro dos Jerónimos, em Belém, esteve aberto, não apenas até à meia-noite, mas até para além da uma da manhã... Pude deleitar-me na contemplação da magnífica exposição «Religiões da Lusitânia - Loquuntur Saxa (As Pedras Falam)», que estará em exibição até princípios de Junho (despachem-se...). A visita continuará a ser gratuita aos domingos entre as 10 horas e as 14 horas. É de aproveitar para abrir os horizontes do espírito por meio da observação cuidada deste pedaço material da Ancestralidade, dividida em duas partes - Hispânia Aeterna e Roma Aeterna, ou seja, a secção do espólio relativo à Ibéria pré-romana (lusitana, galaica, céltica) e a secção que diz respeito à Romanidade na península. Aí se encontram aras votivas dedicadas àS Deidades indígenas bem como às Divindades romanas, além dos fantásticos guerreiros pétreos luso-galaicos (normalmente encontrados à entrada de castros, talvez com um papel de protecção mágica) e dos intrigantes berrões de pedra (espécie de javalis esculpidos).

Pena foi que a esplêndida sala do tesouro estivesse fechada, impedindo assim os visitantes de glorificarem a vista com o espectáculo oferecido pelo reluzir de luminosas peças de alto valor simbólico e decorativo que ornavam as indumentárias dos arcaicos ancestrais da Estirpe, nas remotas Lusitânia e Galécia... merecerá sempre um destaque pessoal o torques de Vilas Boas, em filigrana de ouro.

sexta-feira, maio 19, 2006

PROPAGANDA



E esta, hein?, como diria o falecido Fernando Pessa...

Divirtam-se, se vos aprouver, mas com juízo...

SEPARAÇÃO ENTRE IGREJA E ESTADO - FINALMENTE

O PS apresentou, esta quarta-feira, um projecto de lei que regulamenta o Protocolo de Estado. O documento exclui a Igreja Católica da representação oficial em cerimónias de Estado, mas os socialistas admitem a possibilidade dos representantes das diversas confissões religiosas serem convidados. (...)

Já não era sem tempo... até que enfim que se põem as coisas no seu devido lugar. À Igreja não cabe papel algum na representação oficial do Estado, dado que este é laico. O Catolicismo deixou há muito de ser dado como a «religião nacional», pelo que a presença de representantes seus em cerimónias de Estado era de todo desadequada.

Os beatos do PP não gostaram, o que não surpreende; e, ao manifestarem a sua oposição a esta correcção legal, não deixaram de bater no estafado dogma de que «a Igreja faz parte da Identidade nacional».

Ora na verdade não faz.

Mantenho o que disse na entrevista que dei ao Causa Nacional e que publiquei aqui no blogue - à pergunta Não consideras que o cristianismo faz parte da identidade europeia? , respondi:
Não, não considero. Faz parte da civilização europeia, mas não propriamente da identidade europeia. Embora isto que digo pareça contraditório, penso que se deve definir bem os conceitos neste campo.

Uma coisa é a essência europeia, isto é, a identidade, que é, quanto a mim, de raiz pré-cristã, é greco-romana ou até indo-europeia, e consiste no amor à liberdade a todos os níveis, tanto em termos de sociedade e de política, como em termos de limites ao pensamento: o Ocidental é aquele que quer sempre ir mais além, ultrapassar as barreiras tirânicas, sejam as da política (regimes totalitários) sejam até as da natureza, e daí as conquistas europeias no campo da medicina, contra doenças consideradas incuráveis. O Ocidental é o que vai para além dos mares, é o que faz progredir a ciência até para além da clonagem, é o que se atreve a subir ao espaço para tocar a Lua e, porque não, também Marte, e mais além, se o Destino permitir. Trata-se do espírito de Prometeu, ou, também, de Hércules. É, também, aquilo a que os Gregos chamavam «Arete», isto é, a constante busca da excelência.
Outra coisa é a civilização: o acervo de elementos, características, pormenores, que têm contribuído para a edificação do Ocidente ao longo dos milénios.

Ora o Cristianismo, quanto a mim, é parte da civilização europeia porque dominou a Europa durante quase dois milénios, mas é contrário, a meu ver, ao verdadeiro espírito do Ocidente, dado que a religião do crucificado consiste na submissão à autoridade de um Deus todo-poderoso e perfeito, para além de impor um exclusivismo religioso que se opõe à mentalidade aberta do Homem Ocidental, cujo politeísmo acabou por emergir, parcialmente, por meio da profusão de cultos a santos que caracteriza o Catolicismo.

O Ocidente é pois o que é, não graças ao Cristianismo, mas sim apesar do Cristianismo.


Quando primeiro ouvi falar desta decisão governamental, na rádio, pensei «até que enfim que estes filhasdaputa fazem alguma coisa de jeito».

Mas isso foi antes de ler isto: mas os socialistas admitem a possibilidade dos representantes das diversas confissões religiosas serem convidados o que tem todo o ar de ser um prenúncio para que, num futuro próximo, as cerimónias oficiais do Estado contem com a presença não só de autoridades católicas... mas também de muçulmanos...

A ver vamos.

OS ALEMÃES ACORDAM

O Povo Alemão começa a acordar - convivendo com muçulmanos (sobretudo turcos) desde há décadas, apercebe-se cada vez mais do perigo que a religião de Maomé representa, o que talvez seja um fenómeno relativamente recente, pois que só recentemente é que os muçulmanos, com as costas cada vez mais aquecidas pelo crescimento da violência islâmica a nível mundial (tendência que teve um dos seus principais episódios no caso das caricaturas), têm revelado a faceta mais hostil da sua comunidade.

Eis os números do despertar teutónico:
- em 2004, 85% associava o Islão à opressão das mulheres - esse número sobe para 91% em 2006;
- em 2004, 75% acreditava que o Islão estava dominado pelo fanatismo - esse número sobre para 83% em 2006;
- em 2004, 66% dizia que o Islão era intolerante - esse número sobe para 71% em 2006;
- em 2004, 46% tinha consciência que o choque de civilizações tinha já começado - esse número sobe 56% em 2006.

Há até 40% de Alemães a apoiar a ideia de impor estritos limites à prática do Islão na Alemanha...
o que vai ao encontro do pensamento que já John Locke expressava, no século XVII: a liberdade de religião deve ser salvaguardada, mas as religiões cuja natureza as possa tornar num perigo para o Estado, devem ser estritamente vigiadas.

DISTINÇÕES NO VESTUÁRIO DE ACORDO COM AS OPÇÕES RELIGIOSAS

No Irão, as minorias religiosas passarão a ter de usar distintivos coloridos na indumentária: amarelo para os Judeus, vermelho para os cristãos e azul para os zoroastrianos.

É, como alguns já devem ter reparado, a mesma medida que a Alemanha NS tomou relativamente aos Judeus (por coincidência ou por facto que desconheço, a estrela de David que os Judeus tinham então de usar era também amarela). Só que, ao contrário do que se possa pensar, não foi inventada pelos Nacional-Socialistas alemães, dado que já tinha sido posta em prática no século XIX.

Vamos agora ver o que diz, por exemplo, o Dr. Freitas do Amaral, tão anti-racista e tão pró-islâmico...

Não é que a medida de obrigar os Judeus e minorias em geral a andarem identificadas seja por princípio maligna – de facto, a discriminação é em si um dever. O que aqui se torna revoltante, é que os praticantes da religião genuinamente iraniana, o Zoroastrismo, tenham de ser considerados minoria no seu próprio país.

É o que acontece a um país que se deixa dominar por uma religião universalista e imperialista.

JORNAL INTERNÉTICO RELIGIOSO

FRUTOS DO NACIONALISMO

O Supremo Tribunal israelita confirmou uma lei que proíbe os Palestinianos de viverem em Israel, mesmo que estejam casados com israelitas.

Os Judeus sabem ainda como cuidar do que é seu e da sua Estirpe. É o que dá terem conservado uma religião nacional...

MANIFESTAÇÃO CONTRA A TOURADA

Foi ontem à noite realizada uma grande manifestação em frente ao Campo Pequeno contra as touradas. Perante centenas de manifestantes, passavam os aficionados da tourada, protegidos por um cordão policial, muitas vezes esboçando um sorriso de troça perante as invectivas em coro dos que protestavam contra a realização da tourada.

Eu, no meio dos protestantes, bem dizia ao gajo do megafone (militante da ANIMAL) que chamar «Assassinos!» aos amantes da tortura do animal era perfeitamente inócuo, dado que a invectivada cambada até achava graça aos berros, e dizia que sim com a cabeça, e fazia gestos... era necessário um termo mais forte, como «Escumalha!» ou outro... mas ele, o do megafone, dizia que era melhor não porque tal «extremismo» podia suscitar reacções violentas por parte dos manifestantes, o que me parece francamente ilógico, não é nada verosímil que as pessoas se tornem mais violentas ou fiquem fora de controle se usarem palavreado mais pesado, mas enfim.

E quando os manifestantes vociferavam «Piquem os toureiros!», ainda havia quem, como eu, optasse pela versão «Matem os toureiros!», mas logo havia quem teimasse em se opor ao «Matem!», mesmo depois de eu explicar que era em sentido figurado, que ninguém ia matar ninguém por causa da tourada...

Outros slogans ecoaram em toda a área:
A tourada vai acabar, esta praça vai fechar!
Touros sim, tourada não!
Cultura sim, tortura não!


Mais manifestações se realizarão sempre que naquele sítio se realizar uma tourada.
Os organizadores pretendem entretanto que haja um número cada vez maior de pessoas a enviar e-mails e cartas para a Câmara Municipal, para o presidente da república, etc., no sentido de pedir o fim de tão repulsivo e cobarde espectáculo.

Mais um endereço internético para futura referência:
PETA
(O nome não é dos mais apropriados para defensores dos direitos dos animais que falem Português, mas paciência, fica a intenção...)

quarta-feira, maio 17, 2006

A EXTREMA-ESQUERDA OU A ARETE DO NOJO

«Arete» - conceito grego de busca constante da excelência, do «sempre mais, mais alto, melhor».
Diz-se que constitui a base da educação helénica.

Mas o que é o melhor, o mais alto, o excelente? A resposta a tal questão prende-se com a determinação do critério no qual se baseia o juízo de valor.

Quem está convencido da correcção do seu critério para avaliar as suas escolhas e o mundo em redor, tende a evoluir no sentido ditado pelo critério escolhido; e, no campo da Filosofia ou da doutrina política/religiosa, o indivíduo, em guiando-se deste modo pelas suas convicções, molda-se progressivamente, na sua existência, pelo valor ou ideal que elegeu acima de todos os outros.

E, assim, os mais puramente idealistas tornar-se-ão tanto mais profundamente opostos entre si quanto mais opostas entre si sejam as suas opções ideológicas – mais brilhantes, mais fanáticos, mais espirituais, mais cruéis, mais isto ou aquilo, consoante o ponto de vista de quem sobre eles fizer um juízo de valor.

Ora, no mundo actual, o grande combate político, e até religioso, consiste no confronto entre a globalização (em qualquer das suas vertentes: não apenas capitalista, mas também esquerdista, cristã ou islâmica) e os que lhe resistem em nome da Identidade. A oposição entre estas duas facções, ontologicamente diferentes, atinge já níveis nunca antes vistos – e a repulsa mútua passa da simples discordância ao asco violento.

A radicalização é um processo em curso que, a cada passo, inspira mais rancor ou nojo aos que se radicalizam na direcção oposta. E, para que não fique uma ideia errada do que aqui se afirma, é de lembrar que a origem da palavra «radical» é precisamente «raiz», ou seja, fundamento, essência.

O radical está pois convicto das suas ideias. E o radical universalista pretende impor as suas crenças aos outros, porque, acreditando na igualdade universal, não vê razões para que aquilo que para ele é bom não seja igualmente bom para todos os outros homens do mundo, quer eles aceitem quer não.

Como se disse, a radicalização sucede por etapas. Um bom exemplo do nível de radicalismo que os internacionalistas já atingiram no mundo actual é o artigo de Daniel Oliveira, militante do BE, na sua coluna do Expresso.

A propósito dos encómios que dirige ao programa televisivo «Lisboetas» sobre a imigração em Portugal, D.O. diz:

Desde que o homem é homem que os mais fortes entre os mais miseráveis chegam às cidades ricas para nelas mudar a vida e que os mais fracos entre os mais ricos se assustam.

Isto é partir do princípio de que, numa sociedade, o curso normal da actuação individual consiste em que cada um trate de si e nada faça pela Estirpe. Em tal visão do mundo, a consciência de Povo, de salvaguarda da sua própria gente, é coisa que pura e simplesmente não existe.

Ora é precisamente isto que os engenheiros de almas, os Dr. Frankenstein dos tempos actuais, pretendem: agir sobre o humano de modo a dele extirpar todo o conceito de Estirpe com o intuito de o tornar num Homem Novo, ou seja, o apátrida puro, o pária absoluto, o sem-raça orgulhoso de o ser.

Repare-se, entretanto, noutras declarações do mesmo esquerdista, no mesmo artigo:

Felizmente, tomarão conta das nossas cidades

O mundo pertence por direito aos mais forte... diz o esquerdista...
Se um antigo colonialista europeu assim falasse relativamente ao domínio europeu de África, qual não seria o escarcéu da Esquerda militante contra o imperialismo racista, opressor, etc.. Porque África era dos negros e tal.

Mas isso era dantes... quando era preciso destruir o poder europeu além fronteiras é que se gritava a plenos pulmões «África é dos negros!». E era, de facto. E os conservadores da Direita «moderada» encolhiam os ombros, incapazes de ripostar a tão justa declaração.

Mas agora, a conversa é outra... já não interessa nem se torna necessário dizer que África é dos negros porque, agora, África é mesmo dos negros e, quem sabe, até podia acontecer que houvesse muito povo a retrucar, pela mesmíssima lógica, que «... então, a Europa é dos brancos!» e isso é que não pode ser de maneira nenhuma.

Na agenda identicida universalista, multiculturalista, cosmopolita militante, agora já não é pois altura de dizer que isto ou aquilo pertence aos nativos... agora é altura de dizer que tudo pertence a todos.
E os burgueses europeus mais ideologicamente desarmados e subordinados à influência cultural esquerdista, que domina os mé(r)dia, fazem como os seus antecessores ideológicos - estes burgueses, votantes dos «partidos do centro» ou da Direita capitalista e/ou democrata-cristã, encolhem os ombros, sobretudo porque já têm em cima do lombo um brutal sermão sobre as supostas culpas do branco europeu e o dever da solidariedade, e mais o anti-racismo, ou seja, o leque completo dos venenos mentais criteriosa e maciçamente injectados diariamente nas veias dos Europeus por meio dos meios de comunicação sucial.
Bem dizia William Pierce que os burgueses conservadores não eram obstáculo para os revolucionários...

Outra de D.O.:
Os melhores são os que partem (isto é, os emigrantes)

Quer com isto dizer, o esquerdista, que há melhores e piores... mais capazes e menos capazes... e que os mais capazes devem ser recebidos com prazer...

Quem disse isto… andará a ler Nietzsche?...
De facto, tais declarações fedem a desprezo pelos chamados «fracos».

Mas a Esquerda não era afinal…o apelo à igualdade e a a defesa dos desfavorecidos?

Não.
A mais pura Esquerda não é isso.
A mais pura Esquerda consiste na militância por uma ética que, bem vistas as coisas, é de origem cristã (mas sem Deus): a queda de todas as barreiras entre os homens, o amor universal como mandamento obrigatório e supremo, usando para isso todos os instrumentos necessários.

Jesus Cristo disse:
Quem ama o pai ou a mãe mais do que a Mim, não é digno de Mim; e quem ama o filho ou a filha mais do que a Mim, não é digno de Mim.
Mateus 10,37-39

Ora, o que é Jesus senão o amor universal para além e contra todas as barreiras?

Mateus, 5:39-45:
39 Eu, porém, vos digo: não resistais ao mau. Se alguém te ferir a face direita, oferece-lhe também a outra.
40 Se alguém te citar em justiça para tirar-te a túnica, cede-lhe também a capa.
41 Se alguém vem obrigar-te a andar mil passos com ele, anda dois mil.
42 Dá a quem te pede e não te desvies daquele que te quer pedir emprestado.
43 Tendes ouvido o que foi dito: Amarás o teu próximo e poderás odiar teu inimigo.
44 Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos [maltratam e] perseguem.
45 Deste modo sereis os filhos de vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos.
46 Se amais somente os que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem assim os próprios publicanos?
47 Se saudais apenas vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Não fazem isto também os pagãos?
48 Portanto, sede perfeitos, assim como vosso Pai celeste é perfeito.



Retornando ao colunista bloquista... Como se chama a quem glorifica a força do alienígena e apoia a vitória do alienígena no seio da nossa gente, contra uma parte da nossa própria gente, como se não devesse haver nenhuma lealdade de grupo?

Traidor.

Não se trata sequer de um juízo de valor ou apenas de um insulto político, mas de uma realidade objectiva.

A extrema-esquerda é pois, objectivamente, a doutrina da traição instituída – da dissolução de todas as lealdades de sangue em prol do «outro», para, como objectivo último, acabar com todas as barreiras entre os homens.
A influência continuada do lóbi intelectual esquerdista sobre o mundo da cultura ocidental conseguiu criar nichos de pensamento no seio dos quais a traição à Nação já não é crime (em breve, trarei aqui um texto a respeito do facto aparente de a acusação de traição estar já fora de moda, como se a lealdade tivesse deixado de fazer sentido).
E só um tipo humano já muito alterado por sucessivas vagas de acção mental guiada pelo princípio do amor universal pode aceitar este ideal como bom e desejável.
Para os que pensam tratar-se aqui duma novidade, tenho só de lembrar, por exemplo, as palavras de um dos doutores da Igreja, o mártir Justino:
nós que antes matávamos e nos odiávamos e não compartilharíamos nosso lugar com pessoas de outra tribo devido a seus [diferentes] costumes, agora, depois da vinda de Cristo, vivemos juntos com eles.

Quem disse isto? Justino ou Francisco Louçã? Louçã não fala em Cristo... e fica por aí a diferença.


E continua, D.O.,
E mostra-nos a nós, que somos estrangeiros para os imigrantes.

Estarmos aqui ou noutra terra qualquer é igual – somos sempre estrangeiros perante o «outro». Muito bem. Mas esta declaração do óbvio a meio do artigo não é inocente – pelo contrário, destina-se a fazer crer que, nesta terra, seremos nós tão estrangeiros para eles como eles são para nós. Só que a palavra «estrangeiro» aplica-se somente ao que é de fora. E os donos da terra são, nessa terra, tudo menos estrangeiros. Os estrangeiros são e serão sempre os «outros». Nesta terra, eles é que são os exóticos - nós é que somos o eixo central. E o escriba de Esquerda pretende precisamente anular este pressuposto.

Bem lhes podem fechar a porta. Eles entrarão pela janela.

Ou seja, a «inevitabilidade» como justificação ética.
O comunicado do PNR disse-o com precisão:
Mas essa esquerda é useira e vezeira neste tipo de argumentação, esta sim verdadeiramente hipócrita, de querer obrigar as pessoas a aceitar certas e determinadas situações só porque elas já existem e nos são apresentadas, por eles, como sendo boas.
Senão repare-se que, são eles, os tais que se julgam intelectualmente superiores ao resto do povo, que nos querem obrigar a aceitar a união entre homossexuais «porque estas existem», que nos querem obrigar a aceitar a droga «porque esta existe», que nos querem obrigar a aceitar a imigração «porque esta existe», que nos querem obrigar a aceitar a (alter) globalização «porque esta existe», e por aí adiante, até que um dia se voltem a repetir as insinuações de que se deve legalizar a pedofilia... porque esta existe!


Fiz questão de citar o comunicado do PNR para mostrar o quão certeira foi a análise do partido, não apenas para aquele caso em particular, mas também para este, e, de facto, para todos: a mentalidade esquerdista é sempre a mesma, inclusivamente no que respeita aos seus estratagemas psicológicos.


Que venham muitos e façam disto um País.

A intenção parece ser provocatória. O bloquista pretende com isto escandalizar os mais nacionalistas/patriotas, porque se sente bem em fazer papel de «irreverente-da-vanguarda-internacionalista». Um tique juvenil de adolescentes que não cresceram, enfim.
Independentemente da intenção, não é de forma nenhuma negável que a vontade constante de rebaixar o País/Raça/Estirpe faz parte do processo de lavagem cerebral que transformará o «europeu grunho» num «excelente ser humano» (linguajar da moda esquerdista), um «cidadão do mundo» que já se «libertou» dos vínculos da raça, cortando-os de si próprio já sem qualquer escrúpulo.

Nos EUA, todos os homens duma seita de ovniologistas espirituais castraram-se voluntariamente e viveram felizes com a sua opção porque, diziam, não precisavam de sexo e tinham-se desse modo livrado dessa barreira espiritual. E depois, quando o cometa Halley passou, suicidaram-se todos para irem a cavalo no cometa para a estrela Sirius (não estou a inventar nada). As autoridades policiais foram encontrar os seus cadáveres no seu centro de reunião.

Para quem não tenha percebido, a única diferença entre estes e os internacionalistas militantes, é que os ovniologistas, pelo menos, suicidaram-se sozinhos, não obrigaram outros a segui-los para o seu paraíso imaginado.

A VERDADE VEM CADA VEZ MAIS AO DE CIMA - O SISTEMA PERDE PROGRESSIVAMENTE O CONTROLE SOBRE OS «BLASFEMOS»

Um candidato a «attorney general» (o principal conselheiro legal de um governo) no Estado do Alabama está a dar água pela barba aos líderes do Partido dos Democratas, depois de se tornar conhecido, não apenas por negar o holocausto, mas também por promover o despertar da consciência racial branca.

Enfim, luxos democráticos a que só os Anglo-Saxónicos têm direito, porque, no continente europeu, a infra-humanidade anti-racista tem uma força inquisitorial muito maior...

Não obstante, também na Europa é essencial que haja cada vez mais gente a lutar pelos seus direitos - é nada menos do que sobrevivência da Estirpe que está em jogo. E isto, como diz Steve McNallen, não é negociável.

AMIGO MOURO

Talvez para dissuadir o Irão das suas intenções no campo do nuclear, os EUA restabeleceu por completo as relações diplomáticas com a Líbia premiando assim o país de Cadáfi devido à sua rejeição do terrorismo e das armas não convencionais, à laia de quem quer dar um exemplo à república islâmica iraniana: «Se vos portardes bem, tratar-vos-emos pacificamente e ninguém se chateia».

Mas... será que Cadáfi se tornou assim tão amiguinho dos Ianques e da Europa?

O sujeito costuma ser considerado como louco, ninguém liga muito ao que ele diz... e, assim, ele vai-as dizendo, vai sim... repare-se:
Em discurso recente na televisão líbia, Muamar Cadáfi expressou assim os seus pontos de vista:
«Pensam alguns que Maomé é apenas o profeta dos Árabes e dos muçulmanos. Isto é um erro. Maomé é o profeta de toda a gente. Ultrapassou todas as religiões anteriores. Se Jesus fosse vivo quando Maomé apareceu, Jesus tê-lo-ia seguido. Toda a gente tem de ser muçulmana.
(...)
Os muçulmanos ficaram furiosos com a difamação do seu profeta. Mas as pessoas que o difamaram estavam a difamar o seu próprio profeta, porque Maomé é o profeta da Escandinávia, da Europa, da América, da Ásia e da África.
(...)
Se queremos melhorar o estado da humanidade e viver numa aldeia global, por causa da globalização, temos de procurar a Bíblia verdadeira, porque a Bíblia actual é uma falsificação. A Bíblia actual não menciona Maomé,
(...)
Temos cinquenta milhões de muçulmanos na Europa. Há sinais de que Alá irá garantir a vitória do Islão na Europa - sem espadas, sem armas, sem conquistas. Os cinquenta milhões de muçulmanos na Europa irão transformá-la num continente muçulmano dentro de algumas décadas.
Alá mobiliza a nação islâmica da Turquia, metendo-a na União Europeia. Isto são mais cinquenta milhões de muçulmanos. Haverá cem milhões de muçulmanos na Europa. A Albânia, que é muçulmana, já entrou para a U.E.. A Bósnia, que é um país muçulmano, já entrou para a U.E.. Cinquenta por cento dos seus cidadãos é de religião muçulmana.
(...)
A Europa e a América têm de concordar em vir a tornar-se muçulmanas ou então têm de declarar guerra aos muçulmanos.
»



Não se preocupem porque:
- Claro que isto é só para agradar às massas e aos radicais muçulmanos (mas porra... então os muçulmanos fanáticos e imperialistas não são apenas uma pequeníssima minoria?... Para que é que o líder dum país tão importante na zona como a Líbia tem de lhes agradar?...)...

Ou então,

- O Cadáfi é mesmo maluco, aquilo é só delírio... a Turquia não tem nada cinquenta milhões de pessoas, a Turquia tem setenta milhões de pessoas...

Os «eternos tranquilos» têm só de escolher entre estas duas opções.

terça-feira, maio 16, 2006

CRIME COM «SOTAQUEZINHO GOSTOSO»...

BURLÕES BRASILEIROS ATACAM NA LINHA DE CASCAISUm esquema de vinhetas falsas para passes combinados, alegadamente envolvendo imigrantes brasileiros, está a defraudar em largos milhares de euros por mês a CP e a empresa ScottUrb, na linha de Cascais (artigo publicado em O Crime)(…….)As vinhetas falsas são, posteriormente, vendidas por menos de metade do preço real a imigrantes brasileiros e também a utentes portugueses.(……)Um dos cidadãos brasileiros recentemente conduzido ao departamento policial, depois de apanhado no comboio com um passe falso, tinha em seu poder documentos de cão identidade que não correspondiam à sua identidade. (…) Três identidades para uma só pessoa.(….) Segundo apurou O Crime, investigações desenvolvidas até ao momento pelas autoridades revelaram, pelo número de série, que a vinheta genuína a partir da qual os burlões reproduzem as falsas, é habitualmente adquirida na estação ferroviária de S. João do Estoril, localidade onde, à semelhança de outras áreas de Cascais, a Comunidade brasileira tem vindo a ganhar grande expressão.(…)

Lisboa - Brasileiros ilegais atacaram durante seis meses à mão armadaJudiciária caça assaltantesOrganizados e violentos, cinco brasileiros traçaram os alvos, estudaram horários e atacaram durante seis meses, de armas em punho, no centro de Lisboa. Entre os dois supermercados e três carrinhas de transporte de valores semearam o pânico, roubaram mais de 100 mil euros e fugiram, de carro e de moto, sem deixar rasto. Foram quarta-feira apanhados pela Polícia Judiciária (PJ).Os cinco homens têm entre 28 e 40 anos e atacavam juntos ou separados, consoante o golpe. Conheciam os horários das carrinhas, esperavam que estas parassem e apanhavam os seguranças sozinhos, de pistolas apontadas, quando abriam as portas blindadas.“Normalmente de moto”, conforme o Correio da Manhã apurou junto de fonte policial, atacaram carrinhas, desde Dezembro de 2005, entre a Gare do Oriente, Praça de Londres e a Avenida António Augusto Aguiar (junto ao El Corte Inglés).Sempre encapuzados e armados com pistolas, os cinco brasileiros, ilegais no País, assaltaram ainda dois supermercados, “à hora do fecho”, com algumas dezenas de clientes lá dentro. Um deles foi na zona do Arco do Cego e o outro, a 8 de Março, foi o Modelo de Entrecampos, conforme o CM noticiou na altura.Nesse dia, eram 21h20 quando dezenas de clientes e empregados foram apanhados de surpresa por dois dos brasileiros. Chegaram de moto e, em menos de cinco minutos, ‘limparam’ caixas, semearam o pânico e fugiram sem deixar rasto.Os cinco brasileiros foram ontem presentes ao Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa mas, à hora de fecho desta edição, ainda não eram conhecidas as respectivas medidas de coacção. PORMENORESILEGAIS SEM REGISTOOs cinco brasileiros foram apanhados pela Direcção Central de Combate ao Banditismo da PJ. O facto de serem imigrantes ilegais, sem qualquer registo no nosso país, dificultou as investigações.ARMAS ENCONTRADASSeis meses de investigação e “recolha de vários indícios e informações” resultaram nas cinco detenções e apreensão de duas pistolas de calibre proibido, 7,65 milímetros, três automóveis e uma moto.Henriqhttp://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=201368&idCanal=10ImigraçãoFalsificação de documentosCinco brasileiros foram detidos nas ilhas espanholas de Gran Canária e Lanzarote por falsificação de documentos portugueses com vista à regularização de imigrantes.A rede operava em Maiorca, mas tinha ramificações em Madrid e nas Canárias.http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=200708&idCanal=21

CRÓNICAS DO QUOTIDIANO TUGA - EFEITOS FREQUENTES DA IMIGRAÇÃO AFRICANA

Dois amigos, que seguiam num comboio com destino a Sintra, ofereceram resistência a um grupo de assaltantes e acabaram os dois no hospital. Um deles, de 21 anos, foi atingido com três facadas e encontra-se internado em estado grave. O outro foi agredido a murro mas já teve alta e regressou a casa.
O CM soube junto de fonte do Comando da PSP de Lisboa que os dois amigos foram abordados, pelas 06h55, por um grupo “numeroso” de rapazes.

Os assaltantes pediram aos dois rapazes que lhes entregassem os telemóveis e o dinheiro, mas eles ofereceram resistência e envolveram-se em confrontos físicos.

Uma das vítimas foi esfaqueada nos braços, esquerdo e direito, no peito e na omoplata esquerda. O seu colega foi agredido com murros na cara e ficou com vários hematomas.

Quando o comboio, com destino a Sintra, parou na estação de Benfica – a agressão deu-se entre as estações de Sete Rios e Benfica –, os ladrões abandonaram as vítimas e fugiram, sem chegarem a consumar o assalto.

Os dois amigos, residentes em Massamá, foram transportados por uma equipa do INEM para o Hospital de Santa Maria, onde chegaram pelas 07h34.

Ao início da noite de ontem, o rapaz que tinha sido esfaqueado continuava internado e o seu estado inspirava cuidados. Os ladrões, segundo a PSP, ainda não tinham sido identificados.

Desconhece-se se o sistema de videovigilância da CP captou o crime e se a gravação poderá ajudar a encontrar os autores.

CASOS SUCEDEM-SE

Em Novembro último, um homem de 38 anos foi esfaqueado por dois indivíduos que o tentaram assaltar na passagem superior da estação de Santa Cruz da Damaia, também na Linha de Sintra. A vítima, que seguia acompanhada por um amigo, recusou entregar o telemóvel.