domingo, abril 30, 2006

TERMINA ABRIL, MÊS DE VÉNUS...

SUBSTITUIÇÃO POPULACIONAL


Inédito: Combate à desertificação
Vila de Rei acolhe brasileiros


Imigrantes vêm trabalhar no centro para idosos
A chegada a Vila de Rei, distrito de Castelo Branco, das primeiras famílias brasileiras, de um total de 60, no âmbito de um protocolo de geminação com a cidade de Maringá, é encarada com bons olhos pelos habitantes de São João do Peso, a freguesia onde ficarão a trabalhar e a residir.
“Eles são bem-vindos, vêm povoar aldeias que estão a ficar desertas”, diz Francisco Fernandes, ex-emigrante em África. A vizinha Mónica Oliveira não se opõe, mas reclama mais apoio aos naturais do concelho.
O primeiro grupo de 15 brasileiros tem voo marcado para a próxima quinta-feira. Vêm combater a desertificação de Vila de Rei, que até 2008 receberá 250 brasileiros. Ficarão a morar na antiga escola primária e têm emprego garantido no Centro de Acolhimento de Idosos.



Mais uma facada na Portugalidade - em vez de se encetarem políticas de apoio à natalidade nacional, ao retorno dos emigrantes portugueses ou ao retorno dos portugueses que partiram do interior em busca duma vida melhor nos grandes centros urbanos do litoral, em vez de se fazer qualquer uma destas coisas (ou tudo isto, porque não), opta-se pura e simplesmente pela substituição populacional - substituição que será eventualmente étnica e racial, dado que boa parte senão mesmo a maior parte dos imigrantes brasileiros são negros ou mestiços e não parece absolutamente nada verosímil que as sessenta famílias brasileiras que vêm para o interior português sejam racialmente seleccionadas pelo SEF..

MAIS UM ATAQUE NA ÁFRICA DO SUL

Regressava à África do Sul vinda de Moçambique
Portuguesa baleada por assaltantes

Maria João Paulo, uma portuguesa de 42 anos, foi atingida com pelo menos dois tiros num assalto ocorrido, no último sábado, junto à fronteira entre Moçambique e a África do Sul.
A mulher está internada desde então no Hospital de Nelspruit, na África do Sul, com os dois pulmões perfurados, revelou ao CM o padre Carlos Gabriel, do Fórum Português Contra o Crime, na África do Sul.
Maria João regressava a Joanesburgo vinda de Moçambique, onde se desloca com frequência. “Estava a ser seguida por um carro e foi atirada para fora da estrada e baleada”, descreveu o padre Gabriel. A portuguesa teria parado momentos antes, para atestar o veículo, e levantado dinheiro num multibanco.
De acordo com o padre português, ouvido ontem à tarde pelo CM, os tiros perfuraram os dois pulmões de Maria João. A portuguesa acabou por ser transportada ao Hospital de Nelspruit, onde ainda se encontra internada.
“Tudo indica que já está livre de perigo, mas ainda poderá haver necessidade de ser submetida a uma operação”, acrescentou o padre Gabriel.
Os responsáveis pelo assalto, em número desconhecido, ainda não foram capturados pelas autoridades sul-africanas. Desde o início do ano, segundo o Fórum Contra o Crime, três portugueses foram mortos na África do Sul.

CONSCIÊNCIA RACIAL EM ANGOLA

A actual Miss Angola, Stiviandra Oliveira, poderá não representar o seu país no concurso Miss Universo, que se realiza a 23 de Julho em Los Angeles, por razões raciais, segundo avançou o jornal ‘Angolense’ na sua última edição.
Ao que parece, a Comissão do concurso Miss Angola terá inviabilizado a participação de Stiviandra de Oliveira porque “é muito clara para os gostos da maioria negra”. Mas, ainda de acordo com aquele jornal angolano, a dita comissão vai avançar como argumento oficial para não enviar Stiviandra ao concurso Miss Universo eventuais problemas relacionados com a sua idade, que não respeitarão o regulamento.
Stiviandra Oliveira, de 18 anos e um 1,73 m, é natural da província de Huila e foi eleita Miss Angola em Cabinda em Dezembro passado por um júri presidido pelo hoteleiro José Maria. Como prémio Stiviandra recebeu nomeadamente jóias, uma viatura Volkswagen. A primeira e segunda Damas de Honor eleitas este ano foram Isménia Júnior, de Cabinda, e Djamila Fortes, da província de Luanda. Refira-se que Djamila foi ainda eleita Miss Movicel pelo público.


É assim mesmo - cada País deve eleger símbolos de beleza de acordo com a sua própria identidade racial.

Agora imagine-se que se passava o mesmo em Portugal... ou em qualquer outro país do mundo branco ocidental... era o horror dos horrores para a súcia «anti-racista», que parece muito caladinha sobre este caso que em Angola se passa...

PRIMEIRO DE MAIO NACIONALISTA COM O PNR



Dia 1 de Maio | 16 horas
Praça da República das Caldas da Rainha.

| Autocarro do PNR a partir de Lisboa (Alvaláxia) às 14.30 horas |
| Preço por pessoa - 8 euros |
| Reserva de lugares e informações - 96 437 82 25 ou geral@pnr.pt |
____________________________________

Pela primeira vez, o PNR estará na rua no dia 1º de Maio!
Vem connosco celebrar esta data nas Caldas da Rainha, pelas 16.00 horas!
Contrariamente ao que se pretende fazer crer, o "Dia do Trabalhador" não é um exclusivo da esquerda e dos comunistas.
A justiça social, o combate ao capitalismo selvagem, mas também o combate à luta de classes, são "bandeiras" que os Nacionalistas reclamam para si.
Nessa medida, a nossa jornada não é sectária, mas integral. É uma "jornada de luta pelo Trabalho Nacional":
- Porque nos importa a dignidade do trabalhador português;
- Porque defendemos os empregos com salários justos para os portugueses.
- Porque trabalhador, é o assalariado, assim como o profissional liberal e o patrão;
- Porque defendemos as empresas portuguesas;
- Porque defendemos a nossa agricultura, pescas, comércio...;
- Porque defendemos os meios de produção e sectores estratégicos nas mãos da Nação.

Por tudo isto, combatemos a ideia comunista de luta de classes e exaltação do proletariado. Pelo contrário, exaltamos o proletariado, sim, mas em conjunto e em pé de igualdade de dignidade, com todos os restantes agentes do Trabalho Nacional. Porque a Nação precisa de todos os portugueses. Porque todos os portugueses devem, em conjunto, engradecer a sua Nação.
Por isso, no dia 1º de Maio, vamos proclamar bem alto: Os portugueses estão em primeiro lugar! Portugal aos portugueses! Nação e Trabalho!

sábado, abril 29, 2006

PARA AVERIGUAR E REFLECTIR

sexta-feira, abril 28, 2006

INCOMPATIBILIDADE ABISSAL

Há quem julgue que os internacionalistas, anti-racistas, universalistas, podem um dia «ver a razão», entendendo o que os Nacionalistas dizem.

Mas a verdade é que essa gente entende muito bem o que o Nacionalistas dizem - e quanto mais entendem, maior é a sua discordância.

Esta gente está de tal modo (de)formada na mentalidade internacionalista militante que nem a tiro.

A tropa intelectual internacionalista acredita piamente, com devoção quase religiosa, que a fraternidade universal é o maior dos deveres éticos.
A tropa intelectual internacionalista acredita piamente, com devoção quase religiosa, que tem o dever de fomentar o fim de todas as barreiras entre os homens.
A tropa intelectual internacionalista acredita piamente, com devoção quase religiosa, que o fim de todas as identidades significará o fim de todas as guerras.
A tropa intelectual internacionalista acredita piamente, com devoção quase religiosa, que pretender manter os povos separados é o mal.

Eu usei a palavra «quase» a respeito da devoção religiosa, mas quando Le Pen aplicou o termo «religião» à moda anti-racista (porque o anti-racismo tem o seu clero, os seus beatos e os seus autos de fé) não estava a exagerar.

Para esta gente internacionalista, a misturada não é sequer uma questão de bom ou mau funcionamento da sociedade; não é uma questão pragmática - é uma questão moral.

Por isso, dizer-lhes que as sociedades multirraciais não funcionam, é igual a falar para as paredes.
Podemos dizer isso ao povo comum, isso sim, porque o cidadão médio, com pouca ou nenhuma formação política, só quer é viver bem e não levar na cara. Esse, pode mudar de opinião, se vir que as caldeiradas étnicas são um pote de lama.

Mas os intelectuais militantes, não.

Não, simplesmente.

A sua natureza é inteiramente diversa da nossa, a um nível tal que poderia dizer-se espiritual. São traidores sim, mas de uma espécie diferente, eventualmente inédita - são visceralmente traidores.

Foram feitos contra nós. Feitos. Criados. Construídos.

Mais facilmente se conseguia fazer um cão treinado para matar tornar-se num pacato animal de estimação do que fazer essa gente vir para o nosso lado.

Não admitem, não podem admitir, que em parte alguma do globo exista um povo que recuse a sua «boa nova» cosmopolitista. A sua vocação é intrinsecamente totalitária.

Contra tal espécie, só a guerra total é viável. Numa mítica (talvez não tão mítica como possa parecer) batalha final, estariam sem dúvida ao lado dos alienígenas inimigos.

OS MAIS FACILMENTE CONVERTÍVEIS AO ISLÃO

Mais um «ocidental» convertido ao Islão que, liderando uma seita anti-democrática que quer impôr a lei islâmica em Inglaterra, chega ao ponto de incitar a trair a Pátria e apoiar verbalmente os actos de terrorismo islâmico cometidos contra os Ocidentais.

Um ocidental?...

Não.

Um jamaicano educado no Ocidente.

Educado até no seio de uma família cristã, o que pode surpreender muita gente... como se isso fosse obstáculo a uma simpatia pelo Islão. Pois se até certos intelectuais cristãos nutrem uma simpatia mal disfarçada pelo credo de Mafoma, «irmão mais novo do Cristianismo» (dito pelo papa).

Em suma, mais uma confirmação de que:
- o Cristianismo, com sistema de valores, não é obstáculo para o avanço do Islão;
- a imigração vinda de fora da Europa é uma potencial fonte de recrutamento de inimigos do Ocidente.

EXIGÊNCIAS MUÇULMANAS NA SUÉCIA

A horda de Mafoma estacionada na Suécia exige que os muçulmanos passem a ser julgados por tribunais islâmicos.

Exige ainda que haja um imã em cada escola pública para dar lições às crianças muçulmanas em separado e que os rapazes e as raparigas devem ter lições de ginástica e de natação separadas.

Exige que haja uma mesquita em cada município financiada por empréstimos sem juros disponibilizados pelos municípios.

Exige que os muçulmanos tenham direito aos seus feriados - e que tenham direito a duas horas de folga às sextas-feiras para cumprirem os seus deveres religiosos.

Exige que a igreja sueca disponibilize terreno para inumações de muçulmanos, em separado, em cada municipalidade (porque, de acordo com o Islão, o cadáver dum muçulmano não pode ser enterrado ao lado dum cadáver dum infiel).

Exige, para cúmulo, que, depois de toda esta arrogância, o governo e a comunicação social sueca (exige portanto que o Estado controle a liberdade de expressão) tomem medidas fortes para combater a islamofobia.


O ministro sueco Jens Orback teve firmeza suficiente para responder que o governo não vai aceitar leis separadas na Suécia, dado que, neste país, toda a gente é igual perante a lei, e que esta igualdade foi conquistada depois de muito tempo de luta cívica.

O líder do Partido Liberal Lars Leijonborg expressou opinião similar e pôs a tónica nos direitos das mulheres.

ISLÃO JURÍDICO PARECE AVANÇAR NA INDONÉSIA

No maior país islâmico do mundo, o governo quer que os não muçulmanos passem a ser julgados em tribunais islâmicos. É de notar que, para além das punições islâmicas serem muito mais severas do que os dos códigos laicos ocidentalizados, é também verdade que, na lei corânica, a palavra de um muçulmano tem mais peso do que a dum infiel e o testemunho de um homem vale mais do que o de uma mulher.

BORDEL AMEAÇADO POR MUÇULMANOS POR CAUSA DE UM ANÚNCIO

quarta-feira, abril 26, 2006

NOTÍCIAS - O NACIONALISMO NA COMUNICAÇÃO SOCIAL HOJE MESMO

- O presidente do PNR, José Pinto Coelho, deu uma entrevista à Antena 1 que será ouvida às 18:00 do dia de hoje;
- A SIC Notícias acabou agora de realizar um fórum em que os telespectadores podiam responder «sim» ou «não» à pergunta «Acha que o crescimento de grupos de extrema-direita é uma ameaça?»: o resultado foi 46% pelo sim e 56% pelo não.:):):):):):):):) (Nem com os mé(r)dia todos na mão conseguem convencer o Povo de que os nazis são os maus da fita...:):):));
- A TVI exibirá pelas 20:00 horas uma entrevista feita a Mário Machado, líder da Frente Nacional.

DOIS ANOS DE FÓRUM NACIONAL



Por falta de tempo, não pude noticiar a comemoração do segundo aniversário do Fórum Nacional, realizada no dia vinte e dois do corrente mês.

Mas mais vale tarde do que nunca (e nem é assim tão tarde como isso, enfim...).

Podem ler-se mais pormenores aqui.

Tal como disse quando me coube a oportunidade de discursar, foi para mim uma grande honra ter sido convidado para dizer umas palavras em tal evento. Fiquei também satisfeito por constatar a presença de tantos camaradas a participar na celebração da existência do Fórum Nacional, o qual é, quanto a mim, o segundo maior projecto nacionalista neste momento (a seguir ao PNR, evidentemente, não se compara um fórum de internet com um partido político) em termos de dimensão, dado que constitui um ponto de encontro de nacionalistas de todas as tendências, que ali podem discutir ideias, debater novas abordagens aos problemas que afectam a Nação com mais gravidade, informar-se sobre assuntos de importância crucial para o combate nacionalista, anunciar e combinar encontros e acções políticas, e, genericamente, conviver, reforçando assim os laços de camaradagem. Como diz o Povo, da discussão nasce a luz e um fórum é potencialmente mais vivificante do que qualquer site, dado que, numa página ou blogue (sem caixa de comentários), o autor, por mais brilhante que seja, nunca pode saber o real efeito que as suas palavras têm sobre os seus leitores, os quais, por sua vez, não podem contra-argumentar ou sequer tirar dúvidas sobre o que lêem. Já Platão, um dos fundadores da Filosofia ocidental, apresentava quase todos os seus trabalhos em forma de diálogo...

É realmente isto que mais atemoriza os inimigos do Nacionalismo - a vida cultural do movimento. Todo e qualquer combate político começa pela guerra de ideias e o Fórum Nacional constitui precisamente um bastião e um difusor do pensamento nacionalista aplicado a todas as actividades da existência humana. Com efeito, as suas secções cobrem toda a vivência actual, desde o quotidiano mais imediato até às questões mais puramente filosóficas - notícias, opiniões, política e sociedade, identidade e raça, História, cultura e património, Filosofia e Religião, desporto, música, arte e espectáculos.

É preciso ter em mente que o Nacionalismo é, antes de ser uma ideologia, uma mentalidade - um modo de ver o mundo, uma mundivisão. Opõe-se completa e simetricamente ao internacionalismo, o qual controla hoje a política e a comunicação social. É este o verdadeiro motivo pelo qual o Nacionalismo é proibido - porque os seus inimigos de princípio estão no poder e não toleram que possa haver todo um modo diferente de ver a realidade, como que um universo paralelo com leis próprias e, pànico dos pânicos, coerente. Meia dúzia ou três centenas de skinheads, ou três milhares, a bater em negros pelas ruas fora, não metiam tanto medo aos internacionalistas como a constatação de que é de facto possível defender e promover todo um modo alternativo de ver a realidade, com lógica. Os internacionalistas, educados na convicção de que o «bem» é a abolição de fronteiras de todos os tipos e que o mal é a discriminação, não podem compreender que exista uma ética que se lhes opõe visceralmente, ponto por ponto. Costuma dizer-se que se proibe o «nazismo» e o «racismo» por causa dos alegados crimes de há sessenta anos. No entanto, também os comunistas cometeram crimes, em maior escala até, e, no entanto, não são proibidos em país algum - por uma razão muito simples: porque o comunismo é um internacionalismo.

E aqui está a utilidade do Fórum Nacional - furar o bloqueio informativo, o boicote imposto pelo sistema, o silenciamento, mais ou menos subtil, do modo de pensar nacionalista. É por isso que muita gente anda incomodada com a internet: porque a internet constitui alternativa, cada vez mais forte e presente, à comunicação social, maciçamente controlada por internacionalistas de várias tendências, todos de acordo tácito em calar a voz do Nacionalismo. E, de facto, o movimento nacionalista conheceu uma prodigiosa expansão por meio da rede computadorística, não apenas em Portugal mas no resto do mundo.

Tudo isto sucede porque, como se pode facilmente compreender pelo que acima está exposto, o Nacionalismo é hoje a única resistência à globalização.

O poder dos globalizadores é de tal modo presente e actuante, que conseguiram impor, através de uma maciça campanha me(r)diática, a ideia de que a discriminação era um horror - o moderno substituto do pecado medieval, ou seja, a maldade máxima, que causa mácula no indivíduo só de ser pensada...
Para o Nacionalismo, pelo contrário, a discriminação é boa - é, mais do que um direito, um dever. Não discriminar, tratar todos por igual, isso sim, é caminho para a monstruosidade da diluição das lealdades e das identidades, aberração última.

Quando se pensa em globalização, é comum falar-se de imediato no capitalismo, nas multinacionais, na América, no Bush, etc.. Pois de facto, o capitalismo internacional é uma globalização - mas não é de modo algum a única.

De facto, o esquerdismo é e sempre foi uma globalização. Não é por acaso que até já o BE fala em «alter-globalização» (globalização alternativa). O ideário esquerdista em geral sempre preconizou a abolição de fronteiras de todos os tipos (inclusivamente as que existem em virtude dos laços familiares).

Mas, como se sabe, a globalização não começou apenas com estas duas correntes - de facto, poder-se-á dizer que a primeira grande globalização ideológica (no sentido igualitário) foi o Cristianismo (alguns, poderiam ainda falar no Império Romano, mas o carácter internacionalista do mesmo é muito discutível). Uns séculos depois, surgiu o outro grande projecto globalizador do mundo actual - o Islão.

Os globalizadores tentaram sempre aniquilar as resistências, fosse de que maneira fosse, pela palavra ou pela espada. O globalizador está firmemente convencido de que:
- possui a verdade única;
- as pessoas são todas iguais;

donde se segue que,

a verdade que é boa para eles, globalizadores, também é boa para os outros, mesmo que estes outros não saibam disso ou pura e simplesmente com ela não concordem.

É assim que começam as guerras totalitárias. E tem interesse que comemoremos a existência de um orgão de resistência precisamente na proximidade do Primeiro de Maio, dado que esta data foi brutalmente reprimida pela Cristandade, dado que se trata de uma celebração pagã que envolvia todo o povo em sessões de grande libertinagem sexual. Uma vez que, desde os alvores da Idade Média, o poder cristão se baseava sobretudo nos centros urbanos e influenciava sobretudo as classes mais elevadas (porque mais próximas do centro de poder político-cultural), as populações rurais mais afastadas das cidades eram as que mais resistiam à cristianização e menos influência recebiam da onda cristianizante. E, assim, uma das suas principais celebrações ficou associada ao trabalho do povo, do trabalhador rural. O Primeiro de Maio é pois uma festa da fertilidade, a celebração da chegada da Primavera, das forças da luz e da vida. Em Roma, honrava-se Maia, Deusa da Fertilidade, que, como o próprio nome indica, nomeou Maio; no mundo céltico, realizava-se a festa do Beltaine («Fogo Brilhante»), que, na Irlanda (nação céltica cuja tradição mitológica é mais bem conhecida do que as outras do mesmo ramo indo-europeu), era a comemoração da chegada dos Tuatha de Danann, uma raça luminosa, divina, que, retornando à Irlanda (donde os seus antepassados, os Filhos de Nemed, tinham sido expulsos), entra em confronto com os Fomor, raça de gente feia e monstruosa, acabando por vencê-la e por expulsá-la. É de notar que, a princípio, foi estabelecida uma aliança entre ambas as estirpes – mas, com o tempo, as incompatibilidades vieram ao de cima e o Povo de Dana acabou por bater os Fomor, pondo-os fora da Ilha Esmeralda.

O NACIONALISMO CRESCE EM PORTUGAL


Portugal pode ser palco de confrontos entre militantes de extrema direita e minorias étnicas. O alerta é dos Serviços de Informações de Segurança.
De acordo com o último relatório do SIS, os movimentos "skinhead" e neonazis portugueses representam um risco para a segurança interna do país, e são também potenciadores de conflitos multiculturais entre militantes da extrema-direita e minorias étnicas de bairro problemáticos das grandes cidades como Lisboa e Porto.
Contactado pelo Correio da Manhã, o dirigente da Frente Nacional Mário Machado confirmou que desde Novembro de 2004, os militantes nacionalistas aumentaram cerca de 400 por cento.
Segundo o dirigente, a maior parte dos novos militantes são jovens "de todos os estilos, não só cabeças rapadas" e quase metade (49 por cento) de todos os militantes da Frente Nacional têm menos de 21 anos.
Mário Machado justifica que a média de idades "é sinónimo da insegurança que vivem nas escolas", adiantando que os jovens são "vítimas das minorias étnicas que se estão a tornar maiorias".
Ainda de acordo o relatório, o SIS indica que apesar de os grupos não constituírem uma ameaça à democracia portuguesa, são "já um factor de risco efectivo para a segurança interna, no tocante ao incitamento e promoção da violência política e racial".
O SIS refere que está prestar uma especial atenção nas claques de futebol, por considerar que os grupos de cabeças-rapadas continuam a investir nos meios "hooligan", mas também na Internet onde proliferam páginas e sites de conversação de inspiração nacionalista.
O relatório indica ainda que estão a aumentar os contactos dos nacionalistas portugueses com as organizações de neonazis e "skinheads" a nível internacional. Muitos dos grupos neonazis, escreve o CM, integram o Hammerskin Nation, "uma organização fundada nos Estados Unidos, conhecida por promover de forma organizada ideais de violência e de supremacia da raça branca".
Em Portugal, a Portuguese Hammerskin (PHS) "é uma célula autónoma e clandestina, de características paramilitares, que assegura a luta armada pela supremacia racial", escreve o SIS no seu relatório.
Ainda de acordo com o SIS, a PHS "tem ligações à Frente Nacional, um movimento mais aberto que angaria simpatizantes através de outras iniciativas"
.


Que curioso... há uns meses, saiu num dos maiores jornais tugas (o Público, penso, mas não recordo com certeza) uma reportagem sobre o tema, garantindo que «a polícia está preocupada com o crescimento dos nazis e com o facto de estes terem abandonado a luta de rua para se concentrarem na acção política».

Então... se o problema já só existia no campo da política... vêm agora dizer que afinal os «nazis» são uma ameaça para a segurança interna?...

Mais depressa se apanha um mentiroso do que um coxo.

De resto, convém repetir o que creio já ter dito: não é a polícia que tem medo dos «nazis».
Primeiro, porque não são os «nazis» que arranjam problemas nas ruas e bairros de Portugal - a polícia sabe bem quem é que os provoca (são os «jovens», código dos mé(r)dia para dizer «adolescente criminoso africano»).
Segundo, porque a polícia não teria certamente medo algum que os «nazis» se dedicassem à política, já que o campo de actuação policial é o da criminalidade, não o da ideologia...

Por conseguinte, quem tem realmente medo que os «nazis» cresçam na actividade política, não é nem nunca foi a polícia, mas sim a hoste anti-racista militante internacionalista (desde o CDS ao PH). Esta gente anseia pelo dia em que seja possível exercer a sua censura ideológica (encarceramento dos «nazis») com o pretexto da «actuação criminal» - ou seja, livrarem-se pela lei daquilo que os ameaça politicamente. É, enfim, a cobardia de quem vai chamar a polícia para meter na pildra quem discorda.

Era para ter dito isto no discurso de sábado, mas já não tive tempo... a seguir, direi qualquer coisa sobre o evento de dia 22.

Depois, aquela de ser preciso «esclarecer» que os «nazis» não são um perigo para a Democracia, é engraçadíssima - terão afinal medo dum golpe de Estado?...

NOVOS DADOS SOBRE A ORIGEM DO(S) HOMEM(ENS) PÕEM EM CAUSA A TEORIA DO BERÇO AFRICANO



Parece terem sido encontrados na Geórgia alguns vestígios fósseis de Homo Sapiens datados de há um milhão de anos. O estudo deste achado pode indicar que o Homo Sapiens teve diversas origens, ou seja, surgiu em diferentes partes do planeta e não apenas em África, como diz a teoria mais divulgada na comunicação social (informação da Focus italiana).

É mais um episódio do confronto entre a teoria multirregional e a teoria da origem única do homem - ambas existem no mundo académico, mas a maior parte dos mé(r)dia ocidentais só costumam falar da segunda, como se a primeira nem sequer existisse.

terça-feira, abril 25, 2006

O DISCURSO MAIS RECENTE DO TERRORISTA-MOR

Muito sintomática, a argumentação de Osama bin Laden: a Europa está em guerra contra o Islão porque... deixou de pagar astronómicas quantias em dinheiro ao Hamas.

O Hamas, essa tolerante e pacífica organização que nem sequer admite a Israel o direito de existir. Continuar a alimentá-la seria pois continuar a pactuar com um grupo que pretende destruir um Estado de direito.

Bem faz o Jihad Watch em lembrar o que está escrito no livro «Enquanto a Europa Dormia», de Bruce Bawer: em Oslo, um imã (uma autoridade religiosa, não um coitadinho maltrapilho desgraçado da Palestina que é um pobre ignorante e atira pedras aos bandidos dos Judeus) disse ao seu rebanho de crentes que quando os infiéis não pagam a jizia (imposto devido pelos infiéis aos muçulmanos), é lícito roubar-lhes o que for preciso...

É também significativo que bin Laden afirme que a França deve ser punida pela proibição do véu islâmico nas escolas - quer isto dizer que, para os muçulmanos, os infiéis não têm sequer o direito de legislar como querem na sua própria terra, ficando obrigados a aceitar a supremacia da lei corânica sobre a sua própria lei nacional.

«Ah, mas isto é um terrorista a falar, os moderados não são assim...», dirão os moderadamente pró-islâmicos.

Pois... mas então o moderado governo turco, eleito por maioria absoluta, que lidera um país prestes a entrar na U.E. (porque a «elite europeia» reinante, de tara cosmopolita, assim o deseja), este também é... terrorista?
Efectivamente, o governo da Ásia Menor afirmou que o governo francês era culpado pela violência realizada por muçulmanos nas ruas de França precisamente porque proibiu o véu.

O líder da Alcaida diz também que a independência de Timor Leste foi uma derrota para os muçulmanos (porque, como se sabe, a Indonésia é um país islâmico). Curioso como agora não vejo nenhum amante-de-Timor (daqueles que foram para a rua chorar baba e ranho pela causa timorense) a condenar publicamente o saudita terrorista...

O mesmo combatente do Islão declara também que a Índia e os Hindus são culpados pelo que sucede em Caxemira e que a Rússia deverá ser castigada (tal como a França).

Portanto, das duas uma:
- ou bin Laden é uma aldrabice da CIA/MOSSAD, ou seja, não existe, e esta cassete foi fabricada em Telavive ou no Texas;
- ou então, parece cada vez mais evidente, mesmo aos tapados que não querem ver, que afinal a guerra islâmica não é só por causa da Palestina...

segunda-feira, abril 24, 2006

MANIFESTAÇÃO BELGA CONTRA O CRIME HOMICIDA RACISTA/CULTURAL COMETIDO POR MUÇULMANOS

Teve hoje lugar uma grande manifestação na Bélgica que consistiu num protesto, realizado por cerca de oitenta mil pessoas, contra o assassinato de um jovem belga de dezassete anos, cometido no dia 12 de Abril, pelo facto de não ter querido entregar o seu leitor de MP3 a uma gangue de assaltantes norte-africanos.
A BBC deu a notícia sem referir a identidade racial dos criminosos...
a comunicação sucial tuga vai pelo mesmo caminho, esquivando-se a dar essa informação sobre este mega-protesto (o maior da Bélgica desde 1996).

O evento até parece ter partido duma iniciativa dum norte-africano... disse este indivíduo que existe na Bélgica um racismo anti-belga. Textualmente:
«There is a growing group of criminal Moroccan and Turkish youths who go after victims who look like infidels. We have to fight racism in all its varieties, whether by the immigrants or the native community
ou seja,
«Há um grupo crescente de jovens criminosos marroquinos e turcos que atacam vítimas que pareçam infiéis. Temos de lutar contra o racismo em todas as suas variedades, seja ele dos imigrantes ou da comunidade nativa».

Claro que se fosse um belga a dizer isto, caía o Carmo e a Trindade, e aqui d'el rei que é nazi, etc...

MAIS UM ACTO TERRORISTA MUÇULMANO...

Ocorreu mais um ataque terrorista muçulmano, desta feita no Egipto, contra turistas ocidentais.
Não é de admirar que tal suceda nesse país africano, dado que o Islão tem ganho aí bastante força, como bem o demonstraram as eleições legislativas de Outubro.

domingo, abril 23, 2006

CÃO ABANDONADO PRESO NUM APARTAMENTO

Do Fórum Nacional,

Um cão está já há várias semanas abandonado pelos seus supostos donos na varanda de um apartamento em Queluz. A situação foi descoberta pelos vizinhos, ao notarem algum cheiro a fezes e a ausencia dos habitantes do apartamento. Os ditos habitantes eram africanos, aparentemente ilegais, desapareceram sem deixar rasto. Apenas o animal, um cão "Rottveiler" que á altura de ser descoberto apresentava sinais de fraqueza extrema e sofrimento. Desde então houve vizinhos que denunciaram a situação á PSP, á Policia Municipal, Protecção Civil e Câmara de Sintra, mas até agora nada foi feito. E o pobre animal, abandonado por filhos da p**a , e em sofrimento, só tem sobrevivido graças á boa vontade de alguns vizinhos que colocam por meio de uma corda, sacos com alimentos e agua na varanda. Aqui está a morada:
Rua padre Alberto Neto nº 10 Lote 33/4ºD,2745 Queluz


Em havendo justiça, as autoridades teriam obrigação de entrar no referido domicílio para daí retirar o pobre animal.

sábado, abril 22, 2006

CAEM AS MÁSCARAS, VEM A VERDADE AO DE CIMA

Direita "namora" franceses e ingleses

Quatro anos depois da derrota do socialista Lionel Jospin, na primeira volta das eleições presidenciais em França (21 de Abril de 2002), a extrema-direita continua a pesar nas preferências dos eleitores, tendo à cabeça Jean-Marie Le Pen, presidente da Frente Nacional.
Enquanto um terço dos franceses (34%) considera que a extrema-direita está próxima das suas preocupações, 66% manifestam opinião contrária, segundo uma sondagem do Instituto Francês de Opinião Pública (IFOP), exclusiva para a revista mensal "Acteurs publics" e divulgada ontem pelo "Metro", jornal gratuito francês.
Frédéric Dabi, director do departamento de opinião pública do IFOP, comenta assim estes números "Tumultos nos subúrbios urbanos no Outono de 2005, agitação social permanente em torno da questão do Contrato do Primeiro Emprego em 2006, tantas crises que (...) a extrema-direita parece sair reforçada".
O segundo ensinamento a extrair da sondagem é que a receita ganhadora deve manter-se. Com efeito, 20 anos depois de ter emergido no panorama da política francesa, a extrema-direita continua a conquistar eleitorado nos temas de sempre imigração (43% das preferências), segurança (31%), desemprego (14%), educação (7%) e protecção social (5%). Falando ontem ao canal "France 2" (televisão pública), Jean-Marie Le Pen afirmou que o seu objectivo é não só disputar a segunda volta das eleições presidenciais em 2007 (conforme aconteceu em 2002) mas também vencer essa segunda volta".
Recorda-se, a propósito, que, ontem - a menos de 15 dias das eleições municipais na Inglaterra -, o jornal "Daily Telegraph" publicava uma sondagem segundo a qual o partido conservador britânico perde terreno em relação ao seu rival Trabalhista, ao mesmo tempo que a extrema-direita ganha popularidade. Enquanto 33% dos inquiridos se afirmam dispostos a votar "Tory" em caso de eleições legislativas imediatas, 35% dizem apoiar o "Labour" e 17% o "British National Party" (BNP). Há dois meses, as intenções de voto em relação a o BNP eram 0%.



o partido conservador britânico perde terreno em relação ao seu rival Trabalhista, ao mesmo tempo que a extrema-direita ganha popularidade


Pode ser um sinal de que a «direita» conservadora já não consegue enganar o Povo, roubando votos aos Nacionalistas. Já não adianta virem os burgueses «de direita» armarem-se em inimigos da imigração só porque pensam que conseguem assim capitalizar o descontentamento popular contra a presença dos alienígenas.

Dito mais simplesmente, talvez o Povo esteja de facto a perceber que o que lhes convém é o produto verdadeiro e não a imitação.

Pode ser que o mesmo venha a acontecer em Portugal e que, se/quando o PNR começar a crescer, e Paulo Portas ou Manuel Monteiro começarem armados em anti-imigracionistas (tal como Sarkozi faz em França, querendo talvez roubar votos à FN) - pode ser que nessa altura os Portugueses lhes façam o manguito e prefiram mesmo votar no PNR.

sexta-feira, abril 21, 2006

NATALIS VRBES - RAÍZES DE PORTUGAL E DO OCIDENTE



Natalis Vrbes - Raízes de Portugal e do Ocidente.




Saúde-se a Roma eterna, nação de raiz indo-europeia, parente próxima dos Lusitanos, Lusitanos estes cujo sangue se viria a fundir com o dos Romanos, num reencontro, a princípio conflituoso, entre irmãos, encontro esse do qual Portugal viria a nascer.

SELECÇÃO DE CIDADANIA NA HOLANDA

Os Holandeses começam a acordar do seu torpor ingénuo suicidário que os levou a abrir as portas do seu país a toda a imigração vinda de fora da Europa. O assassinato revoltante do realizador Theo van Gogh, cometido por um muçulmano marroquino em solo holandês pelo facto de o cineasta, na sua própria terra, ter criticado o Islão (religião estrangeira), ajudou a que a população em geral começasse a perceber qual o verdadeiro significado do crescente verde.

Aliás, o anterior assassinato do político anti-imigração islâmica Pim Fortuyn tem, quanto a mim, muito que se lhe diga. Sempre achei estranho que o autor do crime fosse um activista pelos direitos dos animais...

Por conseguinte, a partir de agora, todo o muçulmano que queira residir na Holanda terá de fazer um teste especialmente exigente que inclui conhecimentos da língua holandesa e observação das reacções perante elementos da sociedade holandesa actual, tais como a nudez feminina.

É um activista muçulmano turco a viver nos Países Baixos quem o diz: «Eles (autoridades holandesas) sabem que de acordo com o Islão, a nudez e a homossexualidade são tabu. Eles conhecem os sentimentos dos muçulmanos sobre esse assunto. Portanto, indirectamente, eles estão a dizer que nós não somos bem-vindos.»


Ainda bem que percebeste, ó mafomético...

De facto, os Holandeses, como povo europeu que são, valorizam a sua liberdade - e não admitem que um contingente de alienígenas lhes venha alterar a sua sociedade de liberais costumes e tolerância instituída. E, assim, souberam chumbar a constituição no referendo realizado no seu país - referendos, referendos, luxos democráticos dessa coisa para muitos esquisita que se chama Europa livre... - sabendo-se, geralmente, que tal opção da população holandesa está ligada à repulsa pela imigração e pela entrada da Turquia na U.E..

Efectivamente, o Povo Holandês ainda não morreu, apesar de anos e anos de lavagem cerebral politicamente correcta. Prova disso é o diz que um estudante de origem marroquina que se considera holandês: «Mesmo quando nascemos aqui, somos imigrantes. Tu vês isso quando eles olham para ti: Tu não és um de nós».

E, assim, a Europa desperta

O CAVALO DE TRÓIA INTRODUZIDO - O VENENO DENTRO DO ORGANISMO EUROPA JÁ AO NÍVEL DO ENSINO

O NACIONALISMO CRESCE EM FRANÇA

França:Mais 1/3 franceses consideram extrema-direita "próxima das suas preocupações"

Paris, 20 Abr (Lusa) - Mais de um terço dos franceses pensam que a extrema-direita "enriquece o debate político" e que ela "está próxima das suas preocupações", segundo uma sondagem do instituto IFOP/Acteurs publics a publicar sexta-feira.
No total 35 por cento das pessoas interrogadas respondem "Sim, bastante" à pergunta sobre se a extrema-direita enriquece o debate político (65 por cento é de opinião contrária).
As proporções são respectivamente de 34 e 66 por cento à pergunta para dizer se a extrema-direita está próxima das preocupações dos franceses.
Frederic Dabui, o director do departamento de opinião pública do IFOP, comentou: "Distúrbios nas periferias no Outono de 2005, movimentos sociais consecutivos no Contrato do primeiro emprego (CPE) em 2006, são outras tantas crises que (Ó) parecem reforçar a extrema- direita".
Aqueles que acham que a extrema-direita enriquece o debate político estimam que a sua contribuição é mais útil em matéria de imigração (43 por cento das respostas) e de segurança (31 por cento).
Vêm depois, muito longe, o desemprego (14 por cento), a educação (sete por cento) e a protecção social (cinco por cento).
Convidadas a designar a personalidade que melhor encarna a extrema-direita, quase 48 por cento das pessoas interrogadas põem à cabeça Jean-Marie Le Pen, o presidente da Frente Nacional, que disputou a segunda volta da eleição presidencial em 2002.
Jean-Marie Le Pen, em declarações hoje à cadeia de televisão pública France 2, declarou que o seu objectivo era "ganhar" a eleição presidencial em 2007.
A sondagem foi realizada junto de uma amostragem de 1.009 pessoas interrogadas por telefone de 06 a 07 de Abril, representativa da população francesa de 18 anos e mais e utilizou o método de quotas.


E recrudesce o espírito franco que infligiu pesada derrota à Moirama em Poitiers, expulsando assim os invasores norte-africanos...

Novamente, mais um sinal de que

A Europa desperta

SENEGALÊS CRIMINOSO JÁ DETIDO

Do Fórum Nacional,

O presidente e uma funcionária da Junta de Freguesia da Pena, em Lisboa, encontram-se em estado de coma profundo, depois de terem sido agredidos por um homem, esta quinta-feira, por volta das 10h30. A PSP conseguiu deter o presumível agressor, na zona da Mouraria, sendo que o caso foi entregue à Polícia Judiciária.
De acordo com o médico João Varandas Fernandes, director de Urgência do Hospital de São José, o presidente e a funcionária encontram-se em "estado bastante grave, com prognóstico muito reservado, depois de terem sofrido fracturas múltiplas, com traumatismo craniano e facial e perda de consciência", tendo Armando da Silva Coelho sido sujeito a uma intervenção cirúrgica.
Para já desconhecem-se as razões que estiveram na origem do ataque, que causou ferimentos em mais dois funcionários, um homem e uma mulher, internados na mesma unidade hospitalar, e que segundo o mesmo responsável clínico, perderam igualmente a consciência mas já recuperaram e "foram sujeitos a exames médicos complementares", encontrando-se na sala de observações. O funcionário poderá ter alta hospitalar já nas próximas horas, enquanto a outra colaboradora do órgão de poder local, está sujeita a uma vigilância mais apertada.
Segundo o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP o indivíduo, "agrediu com uma espécie de martelo o presidente e três funcionários" da Junta. De nacionalidade senagalesa, o homem era jardineiro na Junta e ao que tudo indica já havia tido alguns problemas com o presidente.


Enfim, mais um resultado da imigração vinda de África, que traz a Portugal magotes de africanos sem qualquer controle, podendo muitos deles serem criminosos do piorio (não esquecer que por exemplo na Costa do Marfim há grupos rebeldes que mutilam populações inocentes, e os governos, claro, querem-se ver livres de tal gente...).

O africano foi detido ontem à tarde pela PSP.

quarta-feira, abril 19, 2006

NOVA CARICATURA SATIRIZA A SUBMISSÃO AO ISLÃO E «VÊ» MAOMÉ NO INFERNO

Mais irritação islâmica: uma revista italiana publicou recentemente uma caricatura na qual Maomé está no inferno enquanto Dante e Virgílio tecem comentários ao que vêem:
«Dante - Aquele homem ali, cortado ao meio desde a cabeça ao umbigo, não é o Maomé?
Virgílio - Sim, e está cortado ao meio porque divide a sociedade, enquanto aquela mulher ali, com as calças em baixo, representa a política italiana perante o Islão.»


Veja aqui a caricatura.

E aqui, explica-se o caso em detalhe (em Castelhano).

O editor da revista, Cesare Cavalleri, disse que não queria ofender ninguém e até pedia cristãmente perdão se tal coisa acontecesse, isto depois de ter afirmado que não se pode temer a liberdade de opinião; e que se esta caricatura provocasse um ataque islâmico, isso só confirmaria as «posições idióticas» dos extremistas muçulmanos.

«De resto», acrescentou, «o desenho não é contra Maomé, mas sim contra a política ocidental de perda identitária.
Porquê tanta celeuma por causa de uma caricatura que representa o que já tinha sido escrito há séculos por Dante Alighieri?
»

Na famosa «A Divina Comédia» de Dante, Maomé é colocado no inferno (canto XXVIII). O pintor William Blake baseou-se nessa passagem literária para desenhar Maomé com as entranhas arrancadas e pendentes e para fazer também um «fresco» na catedral de Bolonha em que Maomé está a ser torturado pelo diabo (recentemente, foi gorado mais um atentado bombista islâmico contra esta igreja, depois de muitos anos de protesto islâmico contra a simples existência desta obra de arte).

Um porta-voz da União das Comunidades Muçulmanas Italianas, considerou que esta nova caricatura é «racista e odiosa e que ameaça fazer recrudescer a fúria que tinha já sido acalmada», etc., a conversa do costume de quem afirma, basicamente «Olhem que vocês baixem a bolinha, não nos façam zangar...».

A Opus Dei, por seu turno, apressou-se a deixar claro que nada tinha a ver com a revista que publicou a caricatura...

PEDRO VARELA VOLTA À LIBERDADE DEPOIS DO ACTO DE CENSURA E INTIMIDAÇÃO DE QUE FOI VÍTIMA

Mensagem recebida por e-mail:

Caros camaradas,

Acabei de falar com Pedro Varela e está em liberdade.

Como sabem, foi vítima de mais um ataque à Libreria Europa que se resume ao roubo de 6.000 livros, todo o fundo editorial das Ediciones Ojeda e de todo o equipamento informático e respectivos ficheiros de camaradas e de clientes.

Este é um outro processo judicial já que sobre ele há outro em que foi condenado mas recorreu para o Tribunal Constitucional estando a aguardar decisão que só deverá acontecer dentro de 5 anos.

A espada de Damócles está sobre a sua cabeça! A estratégia passa visivelmente pelo esgotamento financeiro da Livraria para que não volte a publicar uma única folha.

terça-feira, abril 18, 2006

COMUNICADO EM PROL DA UNIÃO ZOÓFILA

A União Zoófila está na eminência de FECHAR.
A primeira medida é despedir a pessoa que cozinha para os animais diariamente, já no fim deste mês (Março).
Como sabem, é uma instituição que vive essencialmente da quotização dos sócios e até esses deixaram de pagar. Eles são 800 cães e não sei quantosgatos.
Então aqui vai o meu apelo: Eles necessitam de comida para os animais, sobretudo de secos para os cães. Solicitaram que cada pessoa leve um saco,para poderem "manter o barco". Claro, que o dinheiro também ajuda, mas se quiserem, convertam-no em COMIDA!

AGORA OUTRA AJUDA TÃO IMPORTANTE E URGENTE COMO ESTA!

AJUDEM-ME A PASSAR ESTA INFORMAÇÃO!

Façam chegar este e-mail aos Directores de Redacção, ou a quem achem mais apropriado, para que todas as revistas e jornais FALEM DESTE ASSUNTO.
Uma boa reportagem, em todos os meios, dava certamente mais impacto e ajudava a dar a conhecer as dificuldades da UNIÃO ZOÓFILA.
Acredito que não estavam à espera deste meu "press release", mas façam circular este e-mail (não ofereço telemóveis nem viagens), pois estou convencida que vamos conseguir entre todos, contar SEMPRE com a UNIÃO ZOÓFILA para acolher os "nossos" bichinhos.
Um PEQUENO esforço de todos pode impedir isso!
Redireccionem, por favor, para os vossos contactos.
Todos juntos...não custa nada e é num instante.
Quando forem às compras, lembrem-se deste email e comprem um saco de ração para cão / gato. Ainda que seja o mais barato do LIDL. É melhor do que nada.
Cães e Gatos são SERES VIVOS, RESPIRAM,COMUNICAM, SENTEM, BRINCAM E TAMBÉM CHORAM

Não falhem...


Pode-se mandar dinheiro para a União Zoófila por meio de transferência interbancária.

O NIB é 0033.0000.00580204223.56

No caso da transferência bancária, faça chegar à UZ um comprovativo da transferência de modo a que lhe possamos enviar o respectivo recibo. Este comprovativo pode ser enviado por carta para Apartado 14090 1064-811 Lisboa ou para o seguinte número de fax: 21 7977480.

CENSURA SUBTIL - ADORMECIMENTO PROGRESSIVO

Los responsables de la política europea ceden otra vez a la amenaza islamista y ya están trabajando en una serie de normas que intentarán negar que los terroristas que atacaron Nueva York, Madrid y Londres no lo hicieron en el nombre del Islám.
Los funcionarios ya están trabajando en un "léxico" que está diseñado para que no se pueda relacionar Islam y terrorismo.
"Desde luego el término 'terrorismo islámico' es algo que no usaremos (...) hablamos de 'terroristas que de manera insultante invocan al Islam'".
Otros términos que están siendo considerados en la revisión son "islamista", "fundamentalista" y "yihad". El último, por ejemplo, es usado por Al Qaeda y otros grupos para referirse a la guerra contra los infieles, occidentales.
Según parece, las autoridades, en otra nueva muestra de debilidad, quieren hacer creer a los ciudadanos europeos que los terroristas no son islamistas. Seguramente, cuando quieran reaccionar será demasiado tarde.


Este último parágrafo da notícia do Minuto Digital diz precisamente aquilo que me veio à mente quando ouvi a notícia: precisamente agora, quando os ocidentais começavam a acordar para o perigo islâmico (sobretudo após o caso das caricaturas), eis que a politicagem correcta que controla os mé(r)dia cedeu às pressões da horda de Mafoma, à qual não agrada que os Europeus oiçam demasiadas notícias a falar de terrorismo islâmico. Convém, tanto aos apátridas que querem vender a Europa como aos muçulmanos que a querem comprar, que o cidadão médio europeu não oiça falar de violência muçulmana, para que, a pouco e pouco, a coisa vá caindo no esquecimento... e os muçulmanos possam aparecer de cara lavada como gente do mais pacífico que pode haver...

segunda-feira, abril 17, 2006

NACIONALISMO CRESCE NA TERRA DOS ANGLO-SAXÕES(?)

DIFERENTES VISÕES DO MUNDO E DISTRACÇÕES PERIGOSAS

Hace ahora diez años que Bin Laden realizó su primera declaración de guerra contra Estados Unidos y el mundo occidental. Nadie le creyó entonces. Dos años más tarde, en 1998, dictó su segunda fatwa declarando como deber universal e individual de todo buen musulmán atentar contra “americanos, infieles, judíos y cruzados”. Una década más tarde paree que el mundo sigue sin creer que el visionario líder de Al Qaeda realmente estuviera haciendo una declaración de guerra. El mundo occidental, en general, se niega a admitir que un individuo que no cuenta con ningún poder estatal, un simple terrorista, pueda poner en jaque a nuestras sociedades avanzadas.
Nos cuesta tanto imaginarnos la mente de la jihad que preferimos creer que el terrorismo islamista es un fenómeno asimilable a cualquier otro acto criminal. De hecho, la principal conclusión a la que llegó la comisión independiente que estudió el 11-S en Estados Unidos fue que la comunidad de inteligencia y toda la seguridad norteamericana pecó de “falta de imaginación”. No se vio venir el ataque no por falta de indicios, que los había, sino porque nadie estaba preparado para reconocer el cuadro final
.


É de crucial importância perceber-se isto quando se quer despertar os povos ocidentais do torpor hipnótico, algo sonâmbulo, em que se encontram, para que se ergam contra a ameaça islâmica. O autor do excerto que aqui trago põe a tónica nos serviços de informação ocidentais, mas aquilo que diz aplica-se, com mais profundidade, à esmagadora maioria da população ocidental, que, embora comece já a perceber o que é o Islão (o episódio das caricaturas foi, segundo alguns, decisivo, como diz Wolfgang Bruno), ainda não compreendeu, penso, a verdadeira dimensão do inimigo que enfrenta.

E porque não compreendeu?

Porque o modo de pensar islâmico é de tal maneira estranho aos Ocidentais que estes têm muitas vezes dificuldade (e, curiosamente, quanto mais cultos mais dificuldade demonstram) em entender que essa maneira de pensar possa sequer existir. E quando se lhes diz que o Islão visa conquistar o planeta e submeter toda a humanidade à lei corânica, recebe-se muitas vezes um sorriso irónico como se tal informação se tratasse de alguma teoria da conspiração primária; e quando se afirma, e se mostra até, que tal intenção é declarada no Alcorão, a resposta é mais ou menos dúbia ou um puro e simples silêncio de quem nem sequer parece ter ouvido.

E provavelmente não ouviu - e não ouviu porque a mente não acredita que a coisa possa existir mesmo.

Ainda hoje me lembrei disto quando falava com um camarada pagão, que estava muito escandalizado com esta pequena curiosidade histórica: o imperador Alexandre Severo tinha no seu Lararium (espécie de pequena capela caseira, doméstica, em que os pagãos romanos guardavam imagens dos Lares (espíritos do lar) e dos seus Deuses mais próximos) imagens de Jesus e de Abraão, ao lado de figuras de Orfeu e de Alexandre o Grande. Disse-lhe que essa atitude era muito típica de um grande número de pagãos, que consideravam Jesus como sendo mais um entre muitos Deuses.

Mas os cristãos não admitiam que Jesus fosse apenas «mais um».

Para os cristãos, toda a gente tinha de considerar Jesus como o único Deus existente.

O camarada afirmou que Alexandre Severo procedera incoerentemente, porque um pagão não podia adorar um Deus exclusivista como Jesus; e eu respondi-lhe que, provavelmente, Alexandre Severo nem sequer tinha pensado nisso, dado que, na prática, a esmagadora maioria das pessoas não sabe tudo sobre os Deuses aos Quais presta culto. É por isso muito plausível que o referido imperador pura e simplesmente não soubesse que Jesus não aceitava partilhar os seus crentes com outras Divindades. Ouviu porventura falar em Jesus como sendo mais um novo Deus, que conquistava muitos adeptos, e, por conseguinte, achou prudente adicioná-Lo às suas Divindades de eleição, sempre era mais um Poder Divino a ajudar...

A falta de informação sobre a real natureza do Cristianismo manteve grande parte da população pagã numa ignorância despreocupada.

Ou então... ou então grande parte dos pagãos fazia ouvidos de mercador quando os cidadãos mais atentos avisavam que o Cristianismo queria destruir todos os Deuses de Roma.

E porquê?

Porque a intolerância derivada do exclusivismo religioso cristão era de todo estranha à mentalidade do ocidental antigo, fosse grego ou romano.

Sucede algo de similar com boa parte dos Ocidentais actuais, que não entendem o que o Islão quer realmente, ou recusam-se a entendê-lo, porque não se querem meter em conflitos.

Mas, como se diz no artigo, citando Trotski, “Puede que no le interese la guerra, pero la guerra sí que se interesa por usted” - Pode ser que não te interesses pela guerra, mas a guerra interessa-se por ti...

O TERRORISMO ISLÂMICO DIRECTAMENTE LIGADO À IMIGRAÇÃO

De las 188 personas relacionadas con el terrorismo islamista que ingresaron en las cárceles españolas entre 2001 y 2005, 69 habían nacido en Marruecos y 67 en Argelia. Además, el 53,7% del total estaban de manera legal en España; incluso varios habían obtenido la nacionalidad española. Por tanto, la regularización y un trabajo no suponen la integración de los mahometanos.
Si todos los Gobiernos reconocen que el terrorismo de carácter islámico es un peligro gravísimo para la paz en Europa, no se comprende que no tomen medidas contra él, y una de éstas es el control de la inmigración. En España tanto José María Aznar como José Luis Rodríguez Zapatero han dejado que los marroquíes sean el primer grupo de inmigrantes mediante la reagrupación familiar y las regularizaciones de los ilegales.
Un estudio elaborado por el asesor de Rodríguez para el terrorismo islámico (ellos tratan de descafeinarlo llamándolo ‘terrorismo internacional’) sobre las 188 personas ingresadas en las cárceles españolas entre 2001 y 2005 acusadas por los jueces de estar vinculadas con este tipo de violencia es rotundo sobre el origen de los terroristas. El informe, ‘Hacia una caracterización social del terrorismo yihadista en España’, puede consultarse en la página del Instituto Elcano, centro de análisis de política exterior dirigido por el ex ministro socialista Gustavo Suárez Pertierra.
De los 188 encarcelados, sólo uno es mujer. Por el país de nacimiento, 69 son de Marruecos (36,7%) y 67 (35,6%) de Argelia. Otros 22 (11,7%) son sirios, 12 (6,4%) pakistaníes y 8 (4,3%) españoles. Por tanto, los dos principales países del Magreb aportan el 72,3% de los detenidos.
Los extranjeros en situación irregular fueron 59, es decir, el 33,7% del total; los extranjeros regulares fueron 94, el 53,7%. Por lo que los ‘papeles’, la documentación para trabajar y residir en España no integra necesariamente a los musulmanes. Además, otros 11 (6,3%) recibieron la nacionalidad española por diversos motivos, como el tiempo de residencia y el matrimonio. Los españoles de origen fueron sólo 8 (4,6%).
Los lugares de detención son aquéllos preferidos por los marroquíes y los argelinos para establecerse: las provincias de Madrid (37,4%), Barcelona (20,5%), Málaga (7,5%), Alicante (6,5%), Gerona (5,6%) y Valencia (5,6%).
Del informe, se deduce que el involucrado en el terrorismo islámico es un marroquí o argelino, con estudios primarios, cuya edad oscila entre los 25 y los 40 años y que reside en las provincias de Madrid o Barcelona.
Ante estos datos, ¿qué medidas ha tomado el Gobierno?, ¿se exige a los gobernantes argelinos y marroquíes la colaboración con la Policía española?, ¿se frena la inmigración del Magreb?, ¿se vigila la concesión de documentación, incluida la nacionalidad?, ¿se controlan las mezquitas?, ¿se expulsa a los residentes ilegales?

NUMA DAS ZONAS DO PAÍS ONDE HÁ MAIS NEGROS... (QUE SURPRESA...)

Criminalidade - em 2005 foram feitas 6600 denúncias na área da GNR
Um em cada 30 crimes acontece em Sintra

Apesar de a criminalidade ter descido 7,3 por cento, Sintra continua a ser a área da GNR com mais crimes.
Três brasileiros de 20 anos foram detidos ontem de madrugada por uma patrulha da GNR após o assalto a um quiosque em Colares, Sintra. Dois deles, ilegais, foram notificados pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras para abandonarem voluntariamente o País. Estas detenções não entram nos dados relativos a 2005, mas reforçam as suas conclusões: um em cada trinta crimes denunciados à GNR ocorre na área do Destacamento de Sintra, aquele que mais crimes regista no País.
Mais de duzentos mil habitantes podem ser a explicação para que 3,44 por cento da criminalidade denunciada à GNR seja registada na área de Sintra. Colares, Casal de Cambra, Mem Martins, Mira Sintra, Rio de Mouro e Sintra “cresceram exponencialmente nos últimos dez anos e, onde há muitas pessoas, há conflitos”, disse ao Correio da Manhã o tenente Pedro Nogueira, comandante do Destacamento.
Os números denunciam-no. No ano passado foram comunicados à Guarda 191 535 crimes, 6600 dos quais na área de Sintra. Por outro lado, 43% da criminalidade aqui participada corresponde a danos. “São crimes menores, como injúrias e ruído, que reflectem conflitos entre as pessoas”, explicou o comandante.
A criminalidade violenta, apesar de em menor número, é motivo de maior preocupação. O facto de a área de actuação da GNR estar geograficamente colada à da PSP de Sintra e da Amadora faz disparar a criminalidade. “Os crime são feitos de passagem e os autores facilmente fogem para locais que transcendem a nossa área”, disse.
No ano passado foram detidos 720 suspeitos e identificados outros 1897. Os 179 roubos na via pública, 582 furtos de automóveis, 353 furtos em residência e 365 em estabelecimentos fazem com que a criminalidade – apesar de ter decrescido 7,3 por cento em relação a 2004 – continue superior à registada em 2002.
As principais ameaças são os furtos, roubos e assaltos à mão armada (seja com arma de fogo ou com ameaça de arma branca). Os autores agem em grupos de três a oito elementos e, de acordo com o comandante, tendem a ser cada vez mais pequenos. “A criminalidade está mais violenta, por isso os grupos são cada vez menores, porque não precisam de ser tantos”, explicou.
Para continuar a reduzir a criminalidade o tenente, no comando há dois anos, apostou num policiamento de proximidade, no aumento de patrulhas na rua, e na colaboração com as pessoas e com outras forças de segurança.
O patrulhamento intensivo permitiu à GNR de Colares deter os três brasileiros, ontem de madrugada, minutos após o assalto. O material furtado foi todo recuperado.

PREOCUPAÇÃO COM JOVENS ENTREGUES A SI PRÓPRIOS
A área de actuação da GNR de Sintra abrange uma população muito jovem “e mal acompanhada pelos pais”, diz o tenente Nogueira. Os jovens vivem entregues a si próprios e caem, muitas vezes, nas malhas do crime.
O facto de vários bairros sociais terem sido construídos perto de zonas mais rurais ou de condomínios recentes “torna as relações entre os moradores mais complicadas e gera conflitos”. O elevado número de escolas da região é um alvo de preferência para os assaltantes, que vêem nos transportes ferroviários a maneira mais fácil para escapar às autoridades.
As equipas da Escola Segura da GNR têm intensificado o trabalho junto às escolas da zona. Nas estações ferroviárias há sempre uma patrulha de serviço. Por outro lado, o comandante conta com elementos do Regimento de Cavalaria e de Infantaria, da Equipa de Protecção do Ambiente, da Cinotecnia e do Pelotão de Intervenção Rápida no combate à criminalidade.
Numa área que conta com a freguesia da Europa com o maior número de habitantes, que é Mem Martins, o comandante considera que os moradores têm um papel fundamental na denúncia dos casos.
O 'CM' acompanhou por um dia o patrulhamento do destacamento da GNR de Sintra:
10h00. Carteiristas, vendas de sabonetes por telemóveis e de produtos contrafeitos levaram a GNR a reforçar o patrulhamento na feira de Mem Martins. Esta semana, um militar à paisana apreendeu um saco de DVD pirata.
13h00. As estações de comboios da Tapada das Mercês, Mem Martins e Rio de Mouro – onde circulam 22 mil pessoas por dia – são motivos de preocupação para a GNR. Há sempre uma patrulha de serviço em cada estação.
24h00. Na madrugada de quinta-feira um homem foi agredido e assaltado por três rapazes, na Tapada das Mercês. O aviso só chegou à GNR 30 minutos depois, o que impediu a captura dos ladrões. A queixa deve ser imediata.

NÚMEROS DO DESTACAMENTO DA GNR DE SINTRA
224,6 KM - É a área de actuação do Destacamento da GNR de Sintra
272 MIL - Número de habitantes na área de actuação do Destacamento
204 - Militares no Destacamento: um por cada 1333 habitantes
24 MIL - Alunos nas 212 escolas e creches da área da GNR de Sintra
6600 - Crimes participados à GNR de Sintra em 2005
179 - Roubos na via pública no ano passado, 26 com armas de fogo
582 - Furtos de veículos registados no ano de 2005
365 - Número de furtos em residências denunciados o ano passado
43% - Percentagem da criminalidade que corresponde a danos.
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ESPEREM PELA PANCADA

Teerão formou 40.000 kamikazes para atacar alvos ocidentais.
O Irão formou várias dezenas de milhares de kamikazes, prontos a atingir objectivos britânicos ou norte-americanos se as instalações nucleares do país forem alvo de ataque militar, revela hoje o Sunday Times.
De acordo com o jornal semanal, que cita fontes iranianas, estes comandos suicidas teriam cerca de 40.000 membros, que participaram em Março num desfile militar envergando cintos com explosivos munidos de detonadores.
O Sunday Times cita Hassan Abbasi, um dos responsáveis dos Guardas da Revolução, segundo o qual 29 alvos ocidentais já foram escolhidos para a acção dos comandos suicidas.
«Estamos prontos a atacar alvos sensíveis norte-americanos e britânicos», alguns dos quais estariam «muito perto» da fronteira entre o Irão e o Iraque, terá afirmado Abbasi num discurso de que o Sunday Times afirma ter ouvido uma gravação.
Num local de recrutamento de comandos suicidas, em Teerão, os candidatos tinham de indicar se preferiam atacar alvos norte-americanos no Iraque ou alvos israelitas», diz ainda o jornal britânico.

Diário Digital/Lusa


Imagine-se agora que pelo menos um desses quarenta mil bombistas consegue deflagrar um explosivo químico ou bacteriológico.

Com gente desta não há tempo a perder - é eliminá-los o mais depressa possível.

sábado, abril 15, 2006

COLÓQUIO CONTRA A ENTRADA DA TURQUIA NA EUROPA

A Associação Tierra y Pueblo, congénere da Causa Identitária, realizou um bem sucedido e bastante participado colóquio sobre a Turquia e a sua adesão á União europeia. Ao longo do evento diveros oradores demonstraram quão absurdo é a inclusão deste país do oriente-médio no concerto das nações europeias.



Trata-se de uma questão que ainda vai dar muito que falar - e que tem mesmo de dar muito que falar. Para que tal aconteça, cabe aos Nacionalistas tornarem-se mais e mais interventivos em termos mediáticos para que os povos da Europa se revoltem activamente contra a entrada do cavalo de Tróia turco pelos portões da fortaleza Europa.

sexta-feira, abril 14, 2006

TELETRANSPORTAR O TALIBÃ?

Não percebo nada do que estão para ali a dizer, mas tem de certeza a ver com teletransportar talibãs. Um cozinhado artístico deveras catita composto por música oriental cantada numa língua nórdica por um sandokan, ficção cientítica e política internacional.

Se o link não funcionar, metam isto na barra do endereço:
http://www.dtek.chalmers.se/~d00lada/hissen/
Daler_och_det_hemliga_vapnet.mpeg

quarta-feira, abril 12, 2006

HINO DE MARCHA NACIONALISTA

Tomei conhecimento da existência deste hino e gostei de o ouvir:

Ressurreição — Hino de Marcha para Todos os Nacionalistas

É uma Pátria quebrando cadeias,
É um silêncio que volta a cantar,
É um regresso de heróis às ameias,
Da cidade que volta a lutar.

É um deserto que vemos florir,
É uma fonte jorrando de novo,
É uma aurora que volta a sorrir
Nos olhos cansados do Povo.

E já ardem bandeiras vermelhas,
Nos campos há gritos de guerra,
Nas trevas da noite há centelhas,
Das rosas em festa da terra.

Canta o vento nos trigos doirados,
Dançam ondas à luz das fogueiras,
E nas sombras guerreiros alados
Erguem espadas entre as oliveiras.

É uma Pátria de novo sagrada,
Acordada da morte esquecida,
Vitória da nova alvorada:
Lusitânia em giesta florida.


Letra de Diogo Pacheco de Amorim
Música de José Campos e Sousa

Agora, com som.

QUEM SERÃO OS HERÓIS DO FUTURO?

Serão os que inspirarem os vencedores da guerra de valores que se trava já em todo o Ocidente.

A propósito, o jovem branco norte-americano John Lindh, que se converteu ao Islão, juntou-se à Alcaida, foi lutar ao lado dos talibãs afegãos e acabou por ser preso e enviado para os E.U.A., é agora uma figura carismática no seu meio prisional. Rodeado sobretudo por negros na prisão que o detém, Lindh ficou fascinado pelo Islão quando viu, aos doze anos (tem hoje vinte e cinco) a cena final do filme de Malcolm X, em que muçulmanos de todo o mundo e todas as cores se agacham perante Alá.

Sendo um grande apreciador de música hip-hop e tendo sido educado no Catolicismo, considerava-se um «hip-hop Christ» antes de se converter ao credo maometano.

Actualmente, Lindh é já considerado um novo Malcolm X, pelo carisma que os outros presos lhe reconhecem e pela estima que por ele nutrem.

Formalmente, está proibido de ensinar o Islão na cadeia, mas, curiosamente, o seu companheiro de cela é um branco igualmente convertido à religião de Mafoma...
será que este seu companheiro de infortúnio também está proibido de ensinar o Islão aos outros habitantes da penitenciária... eventualmente transmitindo os ensinamentos do «mestre» Lindh?...

Como bem diz um advogado norte-americano cujo filho foi morto em combate no Afeganistão, Lindh nada faria para impedir a morte de Americanos, nem que fossem os seus próprios pais, e isto só pode significar uma coisa - Lindh é traidor. Curiosamente, na prisão em que vive, há já pouca gente a chamar-lhe tal coisa...

HUMOR RELIGIOSO

terça-feira, abril 11, 2006

IGREJA QUER IMPEDIR FESTA

Do Fórum Nacional:

Estalou a guerra por causa da Sexta-feira Santa. No centro da polémica está um festival de dança agendado para o fim-de-semana de 14 e 15, na Mariana do Lugar-de-Baixo, Ponta do Sol (Oeste do Funchal, Madeira). A Igreja está contra, diz que é uma “falta de respeito pelos símbolos religiosos” e pede aos jovens para não se deixarem “sujar com o dinheiro de Judas”.
Foi com estas palavras que, ontem de manhã, o bispo do Funchal, D. Teodoro de Faria, se insurgiu contra na homilia do Domingo de Ramos. À tarde, um grupo de padres e populares subscreveu uma petição contra o festival, no qual se lê que “o terrorismo não se faz só com bombas e armas”.
Os jovens estão indiferentes às solicitações da Igreja. “Entendo a posição, mas cada um tem direito de fazer o que lhe apetece”, diz Duarte Berenguer, 24 anos, que admite participar na festa. “A Igreja não está a evoluir. Este assunto está a dar mais polémica por ser feita numa zona rural, menos citadina. Isto não é normal. É costume haver festas nesta altura e há bares que na sexta-feira estão abertos toda a noite.” Também para Filipe Caires, 24 anos, “a posição da Igreja não se justifica e só faz com que os jovens se afastem mais”.

GOVERNO LAVA AS MÃOS
O CM perguntou ao Governo Regional da Madeira o que achava da polémica, uma vez que a festa é apoiada pela Direcção Regional de Turismo. A resposta do assessor Paulo Pereira foi curta: “Não temos nada a ver com isso.”
O Madeira Paradise Dance Festival 2006 é uma iniciativa da Câmara Municipal da Ponta do Sol. Organização e autarquia estiveram ontem incontactáveis.

NOTAS DE UMA POLÉMICA

HOMILIA
“Sexta-feira Santa é um símbolo sagrado, dia da morte de Jesus”, disse D. Teodoro Faria. “Faltar ao respeito aos símbolos religiosos ofende e faz sofrer os que têm fé. É preciso saber dizer não e sim à própria consciência.”

PETIÇÃO
“O paraíso para aqueles que planearam e levam a efeito o dito espectáculo é viver numa ilha onde se desrespeita de forma grotesca os sentimentos mais profundos de uma comunidade”, lê-se na petição.

FESTIVAL
É esperada uma enchente no festival. Entre os nomes convidados estão DJ de topo: Roger Sanchez, Steve Angelo e Hernan Cattaneo. Os críticos não poupam a Câmara e a Região de Turismo, por apoiarem a iniciativa.



Considerar que um divertimento de jovens numa data sagrada para os cristãos é um acto de terrorismo, mostra apenas que, no seio da Igreja, o obscurantismo realmente terrorista ainda não acabou.

Quanto à parte em que a Igreja se queixa do insulto, trata-se de uma aldrabice típica de quem gosta de armar em vítima, como se toda a gente fosse obrigada a ir à festa...
A Igreja queria simplesmente que toda a gente regesse a sua vida de acordo com as datas cristãs - ao ponto de querer meter o bedelho na vida de cada um, como se tivesse o direito a dominar a intimidade e a vida de cada um.

MAIS ASSALTOS DE «JOVENS» NA LINHA DE SINTRA

Do Fórum Nacional:

Acabei de saber através de relatos de populares, que mais uma vez um conjunto de escumalhosos, cerca de 20 pelo que me disseram, roubaram e agrediram pessoas na zona de Mem Martins. Mais uma vez dentro dos comboios da CP.
Vamos esperar para ver que noticias irão aparecer nos jornais acerca de mais um caso de desordem pública provocado pelos "jovens".
Vamos a ver se os telejornais logo também se irão interessar pelas vitimas deste numeroso gang.

Consta que foi cerca das 16:00 do dia de hoje; terça-feira, 11 de Abril de 2006.

PRÓS E CONTRAS SOBRE AS RELIGIÕES E AS CULTURAS EM CONFLITO NA EUROPA

O programa «Prós e Contras» de ontem à noite foi particularmente esclarecedor para quem tiver estado com atenção.

Não o pude acompanhar de princípio (não há nada como a série «Roma» do canal 2), mas, pelo que vi, confirmei, genericamente, tudo o que pensava a respeito do real significado do Cristianismo no seio da Europa - o de inimigo, mais ou menos não declarado, da verdadeira essência dos Europeus, a saber, a identidade étnica e a liberdade. A este respeito, João César das Neves foi paradigmático, salientando-se na sua arenga a grosseira tentativa de «desdramatizar» o problema do Islão radical, caindo na banalidade nada inteligente de reduzir o caso a uma questão de «terrorismo», repetindo vezes sem conta que «o Islão sempre esteve cá dentro e dantes não havia problemas destes» - o senhor não leu John Locke, se lesse, considerava-o «um bruxo», como fariam os esquerdistas pró-muçulmanos; ou então leu e não gostou; e a tal ponto chegou o seu pró-islamismo, que até acabou por dizer que «compreendia os terroristas muçulmanos».

Pois é - já o papa actual tinha declarado que «O Islão é o irmão mais novo do Cristianismo», ou seja, digo eu, um credo monoteísta semita totalitário com mais vigor e mais capacidade de se impor pela força do que o envelhecido Cristianismo. Os mais radicais de entre os muçulmanos fazem aquilo que alguns dos cristãos mais fanáticos queriam poder fazer, mas não têm coragem ou disposição para isso...

Estava também a querer insinuar, juntamente com o padre que tinha ao lado, que razão da decadência da Europa estava na descatolicização, a que ele e quejandos gostam de chamar «perda dos valores da família» (da família cristã, entenda-se). Naturalmente, não conseguiu explicar em que é que a sua noção de família era superior às dos «novos tempos».
Aqui, a historiadora Fátima Bonifácio, que esteve bem ao longo do debate, caiu no erro, quanto a mim, de dizer que não estava disposta a abdicar da sua liberdade nem que a Europa estivesse a morrer - ora, na verdade, tal oposição não se coloca e constituiu, da parte de Fátima B., uma cedência à argumentação da beatagem que se lhe opunha, dado que a liberdade, em si, não contradiz a sobrevivência da Europa, antes pelo contrário - não há Europa cultural sem liberdade.

O supramencionado padre, que estava ao lado de João das Neves, bispo de apelido Martins, falou bem ao afirmar que o grande problema da Europa era a falta de coragem para assumir a sua identidade e defendê-la, até porque a identidade era essencial para que pudesse haver diálogo e verdadeira tolerância (só há diálogo, se houver pelo menos duas partes, só há pelo menos duas partes se houver pelo menos dois indivíduos a assumir as diferenças que os separam - e só perante o diferente é que se pode exercer a tolerância, como é lógico).´
No entanto, quando o bispo fala na identidade europeia, está a referir-se ao Cristianismo... quer isto dizer que o que realmente incomoda o vigário de JC é que os Europeus já não sirvam para defender pela força a doutrina do Crucificado...


É também de lembrar, e manter sempre presente, a atitude dos dois muçulmanos importantes na comunidade islâmica de Portugal quando foram interrogados pela apresentadora a respeito do que pensavam a respeito do Irão - andaram de roda, andaram, andaram, torceram-se e retorceram-se, mas escapuliram-se a condenar o regime cujo presidente quer a erradicação de uma Nação inteira...
O sacerdote comparou o regime iraniano com o cubano e com o venezuelano, dizendo que ninguém é obrigado a comentar o que fazem Fidel Castro e Hugo Chavez, isto só para não ter de vir a terreno condenar o radicalismo, como seria de esperar que um moderado fizesse...

Um deles teve imensa graça quando começou a falar do futebol (lembrou-se dum truque porreiro, o mafomético: «o tuguinha gosta de bola, por isso é só a gente dizer que torce pela equipa deles e os gajos derretem-se todos... resulta sempre...»), e depois às tantas já ia no presidente da República Cavaco Silva - nesta altura, Fátima Campos Ferreira comentou com acertada ironia «Ah!, pensei que ia dizer que Cavaco Silva também era muçulmano!...»

Tudo muito educativo, sem dúvida.

CAPITAL CULTURAL EUROPEIA FORA DA EUROPA

Por unanimidade, Istambul foi escolhida como... capital cultural da Europa. Isto mostra bem a orientação política das «elites» intelectuais que lideram o velho continente - uma vontade deliberada de ignorar ou mesmo contrariar os traços que diferenciam a Europa perante o antigo inimigo turco - uma identidade étnica e civilizacional sem a qual os Europeus deixam pura e simplesmente de existir como tal.

segunda-feira, abril 10, 2006

BASTA DE CHUPISMO ISLÂMICO

Até que enfim, a União Europeia mostrou alguma dignidade a lidar com o Islão - suspendeu todo o apoio directo à Autoridade Palestiniana devido ao facto de o Hamas não reconhecer sequer o Estado de Israel, além de não ter aceitado nem os acordos de paz realizados nem a renúncia à violência como arma política contra o Estado judaico.

Freitas do Amaral não pôs os seus beatos butes na reunião da qual saiu esta decisão.

domingo, abril 09, 2006

POR NÁBIA, LIDA, JÚPITER...

Coloco aqui este artigo porque se trata de uma descrição sumária daquele que é talvez o único ritual indígena (lusitano, galaico) que é hoje mais ou menos conhecido por parte dos estudiosos das religiões indígenas da Europa Antiga - poder-se-á tratar duma «páscoa lusitana»?

Este ritual pode assim constituir uma ponte que permite, aos portugueses e galegos leais à parte mais sagrada da herança que trazem no sangue, estabelecer um elo com o Outro Mundo dos Deuses da nossa estirpe, Cujo culto desapareceu, mas que nada impede de reaparecer.

A inscrição da Ara de Marecos é uma das mais importantes da religião indígena lusitana, ou, mais precisamente, galaico-luso-romana: galaica e lusitana, porque foi encontrada mais ou menos na fronteira entre Galaicos e Lusitanos; romana, porque tem uma Divindade latina, Júpiter, ao lado de Deuses indígenas, além de ser redigida em Latim.
Aqui se podem contemplar nomes de Deuses ibéricos citados juntamente com um nome de um Deus romano:

O(ptimae V(irgini) CO(ornigerae uel conservatrici)
ET NIM(phae)
DANIGO/M
NABIAE CORONAE VA/CA(m) BOVEM NABIAE AGNV(m)/ IOVI
AGNVM BOVE(m)
LA/CT(endem) [...]VRGO AGNVM LIDAE (uel Idae)
COR/(nigerae uel
cornutae uel
coronam)/ ANN(o) ET DOM(o) ACTVM V APR(ilis) LA/RGO
ET MESALLINO
CO(n)S(vlibvs) CURATOR(ibvs)/ LUCRETIO VITULINO
LUCRETIO SAB/INO
POSTVMO
PEREGRINO


Tradução:
«À excelente virgem protectora e ninfa de
Danigo Nabia
Coron
a, uma
vaca, um boi; a Nabia um cordeiro; a Júpiter um
cordeiro, um
vitelo; a
[...]Vrgo um cordeiro; a Lida (ou Ida) uma coroa (ou
cornuda).
Procederam-se
aos sacrifícios para o ano e no santuário (ou casa)
no quinto dia
dos idos
de Abril sendo cônsules Largo e Messalino, foram
ordenantes Lucrécio
Vitulino, Lucrécio Sabino e Póstumo Peregrino.»

Ler mais sobre o Sacrifício entre os Lusitanos.

Ora os idos de Abril calha a 13.

O ritual de NABIA aconteceria no quinto dia dos idos, e este quinto conta-se para trás, incluindo os dias do princípio e do fim da contagem, ou seja: o quinto dos idos de Abril é 9 de Abril.
Nesta inscrição, são dedicadas a várias Deidades - NABIA, JÚPITER, LIDA, entre Outras - algumas oferendas, o que poderá prender-se com uma celebração de fertilidade, verosimilmente típica da época, Abril, mês consagrado a VÉNUS, Deusa do Amor e da Fertilidade («Abril» vem de «Aprire», pois que «Abril» é o mês no qual a terra abre).

Os dias 7 e 8 de Abril foram celebrados pelos Germânicos antigos como datas da Easter, festa religiosa em honra de OSTARA, Deusa (saxã) da Primavera e da Lua.
Esta festividade saudava a chegada da Primavera à zona do norte da Europa, enquanto os Romanos, mais a sul, a celebravam no princípio de Março.

Se os Lusitanos e seus parentes indo-europeus da Ibéria vieram de uma região fria da Europa - Europa central, por exemplo - então faz todo o sentido que a celebração de NABIA fosse similar em essência à de OSTARA.

POPULAÇÃO RECUSA O ABATE DOS CÃES

Do Fórum Nacional,


PSP e Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa foram impedidas de caçar e matar cães errantes a tiro nesta ilha
Impacto mediático negativo, indignação e protestos de pessoas e associações de protecção dos animais da Graciosa e de outras ilhas e intervenção da ANIMAL levam Direcção Regional do Desenvolvimento Agrário a instruir a C.M. de Santa Cruz da Graciosa para não caçar e abater cães a tiro com ajuda da PSP.
Foi também na passada semana que a ANIMAL recebeu queixas sobre a intenção da Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, Açores, promover o abate a tiro dos cães errantes na ilha, com a ajuda da PSP. A indignação de pessoas da ilha, de associações de protecção dos animais dos Açores e mesmo o impacto mediático negativo que a notícia teve – tendo a RTP e jornais locais dado um destaque muito importante a esta barbaridade que se preparava – foram factores de grande importância para que estes planos fossem cancelados, aos quais se juntou a pressão que a ANIMAL exerceu. Entre 4.ª e 6.ª feira, a ANIMAL desdobrou-se em inúmeros contactos e pressões dirigidas à PSP e C.M. de Santa Cruza da Graciosa, inclusivamente com ameaça de procedimento judicial cautelar para impedir este massacre a tiro, à Divisão de Bem-Estar Animal da Direcção Geral de Veterinária (autoridade veterinária nacional) e à Direcção Regional do Desenvolvimento Agrário (autoridade veterinária regional). Depois de uma 6.ª feira de nervos, e quando a ANIMAL se preparava já para levar o caso a tribunal, a Direcção Regional do Desenvolvimento Agrário informou esta organização, os órgãos de comunicação social e as restantes entidades envolvidas neste processo de que tinha instruído a C.M. de Santa Cruz da Graciosa para que capturasse os cães assilvestrados tal como as normas em vigor prevêem, que os fizesse recolher ao Canil Municipal de Santa Cruz da Graciosa e que, aí, promovesse a adopção ou recolocação destes, podendo apenas abater os animais caso não fossem adoptados/reclamados/recolocados ao fim de oito dias, como a legislação prevê. Com isto, impediu-se uma verdadeira batida aos cães assilvestrados da Graciosa, embora, infelizmente, não esteja colocada de lado a hipótese destes cães serem mortos – uma vez recolhidos ao Canil, terão apenas oito dias para que alguém os adopte. Por isso, se puder adoptar algum destes animais (não está, de resto, provado que sejam assilvestrados, pelo que esse não deve ser um factor que obste à adopção destes), por favor entre imediatamente em contacto com a Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa e diga que quer adoptar um (ou mais) dos animais que forem capturados.



Até que enfim, uma boa notícia. Boa notícia, isto é, dentro do possível, porque esta parte,
uma vez recolhidos ao Canil, terão apenas oito dias para que alguém os adopte. (ou então serão abatidos).
é muito triste.
Mas enfim, afinal somos um país cujo povo é relativamente civilizado (mais do que a merda dos governantes, pelos vistos).

No entanto, o facto de a lei tuga ainda considerar os animais como objecto, ou pouco mais, é produto do verdadeiro estado de miséria (moral) que por cá se vive, na medida em que constitui aquilo a que se pode chamar «o lado negro» do País (não lhe chamo «o país real», que tal lugar-comum miserabilista e neo-realista não passa da expressão de um masoquismo barato de tuga tristonho).

OS «CONSERVADORES» QUE GOSTAM DO «PORTUGAL AFRICANO» E QUE TÊM MEDO DE SEREM CONSIDERADOS RACISTAS

Ribeiro e Castro estendeu ontem um convite a “todas as pessoas com origens africanas a participar activamente no CDS-PP”. Esta é uma abertura política à imigração que o líder dos populares frisou ontem durante uma visita à Casa de Angola, em Lisboa.

O CDS/PP é coerente com a sua linha democrata-cristã, não haja dúvidas. Foi portanto muito bom que isto acontecesse, para ajudar a clarear as posições: em Portugal, o PNR é o único partido com consciência étnica.

quarta-feira, abril 05, 2006

NOVO(S) TEMPLO(S) NA ISLÂNDIA


O Mjollnir, Martelo de Thor, símbolo da Asatru, religião germânica.

Nos próximos anos, construir-se-á em Reykjavik, capital da Islândia, um templo Asatru, isto é, um local de culto dedicado aos antigos Deuses germânicos, que terá cerca de setecentos metros quadrados, construído num lote de terra entre os mil e quinhentos e dois mil metros quadrados. Este templo irá conter várias instalações para os adoradores, bem como uma área florestal contígua.

Para quem não sabe, a Asatru é a religião que restaura o culto aos antigos Aesires e Vanires, ou seja, aos antigos Deuses nórdicos, tais como Tyr, Odin, Thor, Freya, Friga, entre Outros - aliás, Asatru significa precisamente «Lealdade aos Ases» (Asa + Tru). Na Islândia, esta religião recebeu reconhecimento oficial por parte do governo em 1973, alcançando o mesmo na Noruega em 1993 e na Dinamarca em 2003.


Não deixa entretanto de ser preocupante o facto de também a Igreja Ortodoxa Russa ter arranjado uma autorização para construir uma igreja (de seiscentos metros quadrados) nesse país de escassa população.

Mais preocupante ainda é os muçulmanos também terem recebido a promessa de lhes ser oferecido um lote de terra de quatro a cinco mil metros quadrados para aí edificarem uma mesquita (com cerca de dois mil metros quadrados). Já há muçulmanos nesse álgido paraíso setentrional (a Islândia tem o segundo melhor nível de vida do mundo)? Ou será que os mafométicos querem simplesmente marcar presença no extremo norte europeu?


Desenho Olaus Magnus na obra «Historia de Gentibus Septentrionalibus» (1555), representando o antigo templo de Uppsala, destruído pelos cristãos.


O sacerdote (gothi) Sveinbjörn Beinteinsson (1924-1993), um dos grandes europeus do século XX, liderou o movimento asatruar islandês e conseguiu o seu reconhecimento como uma das religiões oficiais do país.

O VENENO NA RAIZ - A ESCOLA CORROMPIDA

Um livro escolar australiano considera os cruzados como terroristas, militantes religiosos equivalentes aos muçulmanos que cometeram o atentado de 11 de Setembro.

Confundir soldados que lutaram contra outros soldados em defesa dum território anteriormente cristão e que, marginalmente, mataram civis, confundir tais actores da História com indivíduos que matam propositadamente inocentes como arma de chantagem política,
é típico do «relativismo» moral esquerdista, bem estabelecido em toda a cultura ocidental actual.

ATENTADO ISLÂMICO FALHADO EM ITÁLIA

As autoridades italianas anunciaram o desmantelamento de um atentado terrorista que meia dúzia de muçulmanos norte-africanos queria realizar contra o metro de Bolonha e contra uma igreja dessa mesma cidade. Este local de culto cristão contém uma imagem de Maomé no inferno, pintada durante o Renascimento, facto que desde há muito tem levado a comunidade muçulmana a protestar veementemente, exigindo que tal pintura seja apagada.

É, enfim, mais uma prova de que os radicais muçulmanos conseguem juntar a intenção homicida ao mais revoltante descaramento arrogante.

ISLÃO À MOSTRA ENTRE OS CHECOS

A comunidade muçulmana estabelecida na República Checa, bem como vários embaixadores de países muçulmanos com embaixadas nesse Estado europeu, dizem-se ultrajados pelo facto de a televisão estatal ter emitido um documentário feito com recurso a filmagens e gravações secretas que deu a conhecer ao povo checo o facto de que muitos dos clérigos muçulmanos que vivem entre os Checos acharem que o Islão terá de ser imposto nesse país, incluindo a pena de morte por adultério.

Os protestos centram-se no argumento de que o documentário é manipulador. Mas do que não há dúvidas, é que as afirmações apresentadas são verdadeiras - e ninguém se atreve a negá-lo.


Enfim, a tropa mafomética fica irritada com estas coisas porque não quer que as massas europeias percebam o que lhes está a acontecer até ser tarde demais para poderem reagir, quando estiverem submersos na lama verde do credo árabe.

ENQUANTO A EUROPA DORMIA...

Foi recentemente publicado um livro intitulado «While Europe Slept» (Enquanto a Europa Dormia), que dá conta da conquista islâmica do velho continente que está neste momento a decorrer, sem que a maioria dos Europeus disso se dê conta, devido à ignorância generalizada a respeito da verdadeira natureza do credo mafomético.

O autor, Bruce Bawer, conservador a viver neste momento na Noruega, faz notar que, perante um clero maometano apoiante da imposição da chária, bem estabelecido no Ocidente mas visceralmente hostil aos valores ocidentais, está uma elite intelectual, nos governos e na comunicação social, cuja única fé consiste na crença, por vezes cega, na paz e na reconciliação através do diálogo, um dogma segundo o qual é sempre possível resolver todos os conflitos sem violência.


(De facto, estamos entregues aos bichos, até certo ponto...).

Esta elite, educada num universalismo laico e tendencialmente pacifista, parte do igualitarismo sem fronteiras (dogma absoluto de toda a Esquerda e mesmo da Direita sem valores de Direita) para a crença segundo a qual toda a gente no Universo quer a mesma coisa: paz, amor, conforto, educação para as crianças, liberdade... isto leva ao multiculturalismo suicidário, que permite a entrada livre de muçulmanos em países europeus, fazendo deles uma «linda» minoria, dando «mais cor» à sociedade, ao mesmo tempo em que supõem, com toda a ingénua sinceridade que caracteriza os melhores de entre eles, que os muçulmanos se vão contentar em ser uma minoria tolerada, em vez da maioria regente que submete os infiéis...

É, enfim, a mentalidade «Walt Disney» que William Pierce tão bem descreveu: os intelectuais ocidentais julgam poder atribuir intenções ocidentais aos não ocidentais, do mesmo modo que nas histórias de Walt Disney se atribuem sentimentos humanos aos animais.

Bawer apresenta factos significativos, que bem representam os resultados de tal permissividade migratória e (anti-)civilizacional por parte dos actuais Europeus:
- quatro em cada cinco refugiados nos centros de acolhimento de Oslo, são mulheres estrangeiras a fugir aos seus maridos;
- na Dinamarca, os muçulmanos, mesmo não indo além dos cinco por cento da população do país, recebem quarenta por cento dos auxílios da assistência social;
- noventa e nove por cento dos refugiados que a Noruega recebe, chegam ao país sem identificação, truque bem conhecido em toda a Europa como plataforma que garante o asilo por motivos humanitários;
- setenta por cento (70%) dos presos nas prisões francesas são muçulmanos.

Setenta por cento, leram bem. Pertencem ao Islão cerca de setenta por cento dos criminosos presos em França.
Mas a elite governativa francesa, tal como a generalidade das elites europeias, já envenenadas pelo vírus internacionalista, perdoa setenta vezes sete, como manda o credo do Crucificado...

Bawer salienta também que está cada vez mais em discussão um conjunto de questões que diz directamente respeito à manutenção das democracias ocidentais:
- a quem pertence o território de cada país? Aos que lá estiveram desde sempre, aos mais educados ou à maioria?
- deve a cultura nacional reger o país para sempre... ou será que as novas maiorias, religiosas e/ou étnicas, podem um dia impor os seus valores?

Como eu já tinha reparado antes, há de facto muita gentinha pretensamente intelectual na Europa (in)civilizada que, com as suas «questões» a respeito do direito ao País, inclinam-se a insinuar que, «se calhar», os imigrantes acabarão por ter tanto direito à Europa como os Europeus, sem que estes possam reservar para si o exclusivo dos seus mais elementares direitos como nacionais de cada Estado.

E isto, de facto, é estar mesmo a provocar - é estar mesmo a pedir uma guerra racial/civilizacional. Depois, se as ruas começarem a ser pintadas de sangue (em tendo de acontecer, que seja o dos alienígenas...), nessa altura queixam-se e dizem-se «horrorizados». Mas talvez nessa altura também haja tempo e espaço para os responsabilizar pelas consequências da iminvasão.

terça-feira, abril 04, 2006

VIRIATO EM SELO ESPANHOL


O espírito de Viriato paira sobre a Lusitânia...


Filatelia - Série emitida pelos correios do país vizinho

Viriato lusitano em selo espanhol

Em Portugal, Viseu reivindica o local de nascimento do herói lusitano, tendo--lhe erigido uma estátua.

Viriato, chefe militar lusitano que combateu o invasor romano, faz parte da História da Península Ibérica. Figura disputada por portugueses e espanhóis, surge agora num selo – no valor de 20 cêntimos – integrado numa série dedicada à ‘História de España’ lançada pelos correios do país vizinho.
Ao longo dos séculos, a origem do pastor nos altos montes da Lusitânia, actual Serra da Estrela, tem levantado as maiores dúvidas e não são poucos os portugueses e os espanhóis que reclamam para o seu país a nacionalidade de Viriato (c.190 a.C.–139 a.C.). No entanto, a História é uma e este herói ibérico pertence aos dois países.
“É evidente que Portugal e Espanha têm o mesmo direito. Viriato é um herói hispânico”, disse ao CM o historiador José Hermano Saraiva.
“A sua acção desenvolve-se tanto em território actualmente português como em território actualmente espanhol, mas ele é uma figura anterior à definição das várias nações penínsulares”, referiu ainda, acrescentando: “Na época de Viriato não havia dois países. A separação de Portugal e os reinos de Espanha deu--se no século XII e ele pertenceu ao século I.”
Na opinião de João Aguiar, autor do livro sobre o herói lusitano ‘A Voz dos Deuses’, tudo não passa de uma “confusão de palavras” e uma “questão literária sem grandes razões históricas”.
Viriato nasceu numa província hispânica à qual os romanos chamaram Lusitânia e cuja delimitação exacta continua a ser polémica.
“A Hispânia antiga não corresponde ao actual Estado espanhol. De igual modo, temos o hábito de associar Portugal à Lusitânia mas este território também fazia parte do que hoje é Espanha”, acentuou João Aguiar para quem Viriato é um “legado dos dois países” e “uma herança partilhada”.
“Não há certezas quanto ao local exacto onde terá nascido o herói lusitano, mas os espanhóis têm tanto direito a Viriato como os portugueses. Portugal diz que ele nasceu pelos lados da Serra da Estrela e Viseu reivindica este facto. Mas sobre isso não há certezas”, acrescentou.
Comentando o selo dedicado a Viriato, João Aguiar só tem pena de que os portugueses não se tenham lembrado de o emitir, muito antes de os espanhóis...
Viriato foi o chefe dos lusitanos que resistiram à invasão romana na Península Ibérica. Traído por dinheiro, foi morto enquanto dormia
.



Fazem eles bem, os Castelhanos. Ao menos, que haja alguém a exaltar os heróis da Hispânia Ancestral.

Mas não foram os primeiros a ter essa ideia:
Em 1926, a Comissão Central 1.º de Dezembro de 1640 ( actual SHIP - Sociedade Histórica da Independência de Portugal ) propôs a emissão de selos onde se reproduzissem os vultos e factos mais notáveis da Fundação, Consolidação e Restauração da Independência.
A proposta foi aprovada e iniciaram-se as emissões de selos comemorativos da Independência de Portugal.
No primeiro selo destas emissões figurou naturalmente D. Afonso Henriques, o Conquistador, fundador de Portugal, com uma bela reprodução da famosa estátua em Guimarães do mestre escultor Soares dos Reis. A primeira emissão prolongou-se com D. João I e Mosteiro da Batalha, D. Filipa de Vilhena armando seus Filhos, D. João IV, Monumento dos Restauradores de Portugal e concluiu-se com a Batalha de Aljubarrota.
A segunda emissão contou com Gonçalo Mendes da Maia, Castelo de Guimarães, João das Regras, Batalha do Montijo, Padeira de Aljubarrota e finalizou-se com João Pinto Ribeiro.
Na terceira emissão, que viria a ser última, honrou-se Gualdim Paes, Batalha dos Atoleiros, Joana de Gouveia, Conquista de Santarém, Batalha da Roliça e fechou com Matias de Albuquerque.
A quarta série já estava aprovada e nela figurariam Viriato, Castelo de Almourol com D. Pedro Peres Correia, D. Leonor de Menezes, Castelo de Leiria, D. António Prior do Crato e concluiría-se com Marquês de Castelo Melhor.
Infelizmente um decreto de 25 de Novembro de 1929 determinou que terminassem as emissões comemorativas, levando em consideração a desorganização dos serviços postais, as confusões e prejuízos para o público, acabando por impedir o lançamento de um selo português com Viriato que sairia no valor de dois centavos, setenta e sete anos antes do espanhol.

(Mensagem recolhida no Fórum Nacional).

Já agora... se Viriato era realmente lusitano... então pertence mais a Portugal do que a Espanha, já que os limites orientais da Lusitânia dos Lusitanos (e não da província romana da Lusitânia, que essa ia além além de Mérida) coincidiam relativamente com os de Portugal. Mas enfim, não deixa de ser uma iniciativa meritória, a dos Castelhanos.