quarta-feira, janeiro 28, 2004

PROPAGANDAS...

Ontem não tive tempo de comentar uma notícia da tsf a respeito dos cartazes do B.E. sobre o aborto, que foram vandalizados em Lisboa. Francisco Louçã apontou o dedo acusatório contra «os fanáticos», afirmando que aquilo só podia ser obra de extremistas. Terminou por dizer que os cartazes destruídos seriam substituídos.
Muito bem.

Tem razão em protestar contra o acto errado e anti-democrático que é a destruição de cartazes de propaganda política.

Mas o facto de um simples acto de vandalismo contra cartazes bloco-de-esquerdistas ser noticiado pela tsf, demonstra bem, mais uma vez, o quão promovido pela comunicação social é o B.E..

Entretanto, gostava de saber se o Sr. Francisco Louçã também mostrava tanta indignação se tomasse conhecimento dos inúmeros actos de vandalismo que a sua tropa mais juvenil exerce contra os cartazes do P.N.R., sistematicamente. Alturas houve, durante campanhas eleitorais, em que, perante um imenso espaço onde havia parede que chegasse para colocar propaganda eleitoral de todos os partidos, a cambada do B.E. resolveu colar os seus cartazes precisamente por cima dos do P.N.R., ostensivamente.
Isto aconteceu várias vezes.
Há fotos que o provam, no site do P.N.R..: pode ver-se em http://www.partidonacional.org/propaganda/accao/2001_vandalismo.html

Houve também situações nas quais militantes do P.N.R. supreenderam militantes do B.E. em flagrante delito anti-democrático de vandalização de propaganda do P.N.R..
Assim, repito, gostava de ouvir a indignação do Sr. Francisco Louçã a respeito dos inúmeros actos de vandalismo que a sua tropa de rua exerce sistemática e vergonhosamente contra os cartazes do P.N.R.. Presumo assim que não tenha conhecimento de nada do que eu disse, pois que, bom e grandessíssimo democrata que é, se soubesse de tudo isso, certamente que proibiria a sua gente de proceder de modo tão descaradamente criminoso e nojento.

terça-feira, janeiro 27, 2004

AS POSIÇÕES CRISTALIZAM-SE

D. Januário Torgal Ferreira, presidente da Comissão Episcopal das Migrações, voltou a pronunciar-se a favor da imigração, criticando a posição do PSD a respeito do suposto «zigue-zague» na sua políticar, e, sobretudo, afirmando que o País precisa de mais de seis mil e quinhentos imigrantes (número máximo apresentado pelo governo PSD/PP) para se desenvolver. Chega mesmo a dizer que, passo a citar,
«O Governo deixou entrar os brasileiros - que bom, oxalá que deixe entrar muitos africanos e que não faça destrinça entre povos de Leste e gente de cor que não é branca - espero é que pessoas que fazem aquilo que os portugueses não querem fazer tenham lugar na nossa mesa e não sejam maltratados»,
além, de entretanto, afirmar, mais de uma vez, que o povo português está atrasado em termos de mentalidades pelo facto de ver os imigrantes como pessoas que lhes vão roubar os empregos.

Em primeiro lugar, as considerações deste sacerdote político são de saloice chico-espertista, ao querer mostrar-se irónico para com uma opinião de vários portugueses, considerando-a «atrasada» em relação à Europa, ignorando, ou fazendo por ignorar - enfim, o obscurantismo é vício antigo, no seio da Igreja... - de que é precisamente nos países mais desenvolvidos - Alemanha, França, Itália, Bélgica, Áustria, Suíça, etc.. - que cresce a insatisfação com a imigração.

Quanto à já mais que batida atoarda de que os imigrantes vêm fazer o que os Portugueses não querem fazer, quanto mais é dita mais abjecta se torna: quem assim fala, ignora, ou quer fazer ignorar, que os portugueses têm muitas vezes de sustentar famílias - ao contrário dos imigrantes, que vêm sozinhos - e que, sendo europeus, estão habituados a um nível de vida com um mínimo de condições, não acontecendo o mesmo com a maioria dos imigrantes, para os quais viver na Europa com setenta contos por mês já não é mau de todo. Isto só tem como consequência obrigar o trabalhador português a aceitar funções laborais mal pagas, e é se quer, porque, se não quiser, vem o imigrante e, compreensivelmente, ocupa o lugar.

É uma vergonha e um NOJO que venham depois os politicamente correctos do costume dizer que assim é que é bom e que o País está a ganhar imenso com a presença de imigrantes e que ainda precisa de mais, força, mais uma avalancha de estrangeiros é que é porreiro, com os empresários menos escrupulosos a encher os bolsos por pagarem salários baixos, o cidadão comum a ter de aceitar um nível de vida medíocre e os mundialistas, à Esquerda e à «Direita», todos contentes, com a crescente mulatização da Europa.

Como seria de esperar, os arautos do pensamento judaico-cristão começam já a mostrar de que lado estão: a favor das migrações para dentro da Europa, como modo de diluir as identidades étnicas europeias e favorecer a misturada. Essa misturada só dá força à Cristandade, que ganha deste modo destaque ao ficar posicionada, forçosamente, como único elo entre as pessoas que habitarão no seio da união europeia, uma vez que tanto a maioria dos imigrantes africanos como a quase totalidade dos imigrantes de leste, são cristãos.

O problema é que, de África, também vêm muitos islâmicos... talvez um dia os Januários Torgais Ferreiras se venham a arrepender das suas atitudes e afirmações, se as consequências das políticas que apoiam lhes trouxerem «o inimigo» para dentro de portas.

RAÇAS E GENOMAS... ATÉ QUE ENFIM, CERTA VERDADE ESCONDIDA VEM AO DE CIMA

O camarada do Blogue Nacionalista apresentou um texto de especial interesse, que vem mesmo a calhar para todos aqueles que julgavam que toda a ciência estava inequivocamente tomada pelo poder esquerdista politicamente correcto, o qual tem vindo, desde há décadas - não é só de agora, com o genoma, não é não... - a tentar provar que «não existem raças!!», visando, com esse dogma, diluir, na mente das pessoas, o valor das diferenças.
É sabido que, em ciência, muitas vezes se encontra aquilo que já há partida se quer encontrar, e o pessoal de Esquerda, apoderando-se de muitos postos e homens de ciência, logrou disseminar, por meio dos média - que, por sua vez, são porventura o maior bastião da esquerda intelectual - a ideia de que «A partir de agora, está mais que provado que não há raças! porque o genoma provou coisa e tal e acabou a conversa!!!, o racismo está perdido ideologicamente!!!!, ganhámooooss!!!!!» e outras atoardas do género, ao estilo conhecidamente histérico-triunfalista daquela espécie de gentes. Julgavam os «anti-racistas» militantes que conseguiam convencer o povo de que a ciência lhes dava razão indiscutível e inquestionável e que acabara a conversa, e, com isso, pensavam poder exercer lavagem (isto é, poluição) cerebral em todas as populações do Ocidente, fazendo com que cada indivíduo negasse o que os seus olhos lhe mostravam, sendo forçado a dizer que as diferenças raciais afinal «eram ilusão de óptica» ou algo de semelhante jaez, deixando-se assim guiar pela cartilha anti-racista, cada vez menos capaz de dizer não à avalanche de imigrantes não europeus que os miscigenadores e mundialistas vários querem meter pela Europa adentro.

Portanto, caros leitores, atenção ao texto que se segue (em tradução brasileira, paciência):


A RAÇA É UM MITO? A CIÊNCIA DISTORCIDA PELA ESQUERDA PARA PROPÓSITOS POLÍTICOS
por Michael Rienzi

(Este artigo foi publicado originalmente na edição de Dezembro de 2000 do American Renaissance - http:////)

O igualitarismo racial tem falhado em produzir a "igualitária e justa" sociedade prometida pelos técnicos sociais. Ao mesmo tempo, está ocorrendo o marcante renascimento da identidade racial e étnica no mundo pós guerra-fria. Em resposta, a esquerda adoptou uma nova estratégia: negar totalmente a existência de raças! É por Isso que ouvimos falar tão frequentemente que "raça é uma construção social, sem validade biológica" e que "a ciência prova que somos todos iguais". Ironicamente, é em conexão com o progresso e entendimento do genoma humano – progresso no campo que irá definitivamente provar a realidade biológica das raças – que nós mais temos ouvido que raça é nada mais do que características "superficiais" e de aparência.

Contra essa visão, há primeiro de tudo as óbvias diferenças entre os grupos de populações humanas que todos reconhecem. Há também evidências genéticas que podem ser usadas independentemente dos métodos tradicionais para classificar diferentes populações humanas em grupos raciais que são virtualmente idênticos aos baseados nos alegados traços "superficiais" estudados pela tradicional antropologia física. O professor Glayde Whitney escreveu nessas páginas:

"Esses dados são portanto uma virtualmente irrefutável demonstração da realidade das raças – uma análise puramente estatística das frequências alelas (diferenças genéticas de um grupo para outro) dando resultados que são essencialmente idênticos aos grupos raciais estabelecidos pela antropologia tradicional".

Uma honesta avaliação de dados confirma a realidade racial. Mas vamos ver os argumentos do outro lado:

"Nós somos 99.9% (ou algum outro número) geneticamente idênticos; então não pode haver diferenças e não existem raças."
Apesar de ser verdade que as populações humanas compartilhem aproximadamente 99.9% de seus genes, é também verdade que os humanos compartilham mais de 98% dos seus genes com chimpanzés, e uma grande porção com animais como ratos e cachorros. Muitos desses genes produzem estruturas básicas do corpo que todos mamíferos possuem em comum; diferenças entre organismos são causadas por diferenças genéticas muito pequenas.

Homens e mulheres são 99,998% idênticos mas ninguém sugere que homens e mulheres são idênticos.

Evidências actuais sugerem que todas as diferenças sexuais entre homens e mulher sejam o resultado de somente uma diferença genética – um gene (os Testes Factor Determinante) de uma estimativa de 50,000 – 100,000! Isso significa que homens e mulheres são 99,998 aos 99,999% geneticamente idênticos, mas ninguém sugere que sexo é uma mera “construção social”. Dessa maneira, as diferenças genéticas entre homens e chimpanzés, que ninguém nega, podem ser descritas como 12 à 20 vezes a diferença genética entre grupos raciais.

Pequenas diferenças genéticas podem ter fortes consequências fenóticas porque os genes são ordenados em um modelo hierárquico. Alguns genes são “genes mestres”, e controlam a expressão de número dos outros genes, cada um deles pode ter grande controlo sobre alguns outros genes. Além disso, a expressão de cada gene é controlada por regiões chamadas “promotoras” (N. do T. “promoters”) e “realçadoras” (N. do T. “enhancers”), normalmente localizadas na frente da parte funcional do gene. Uma pequena mudança na região promotora do gene “X” pode alterar sua expressão. X pode controlar os genes A, B, C, D, E, F. O Gene A por sua vez pode controlar seu próprio conjunto de genes. Mesmo se todos os outros genes controlados por “X” forem idênticos entre dois grupos, uma diferença em “X” pode ser suficiente para produzir grandes diferenças entre os dois grupos.

Não é a quantidade de diferenças genéticas que é importante, mas a natureza das diferenças: que genes são diferentes, de que maneira eles diferem, e as consequências dessas diferenças. Espécies de cachorros são análogas a raças humanas. É possível que diferentes espécies sejam geneticamente mais parecidas do que diferentes raças humanas, mas não há dúvida que essas subtis variações resultem em significantes diferenças em aparência, inteligência e comportamento.

É importante considerar também que uma borboleta e a lagarta da qual ela se desenvolveu são 100% idênticas geneticamente! Os genes não mudam; as enormes diferenças entre lagartas e borboletas resultam do activamento de diferentes genes em épocas diferentes. Isso pode dar alguma pausa para pensar aos que acham que a diferença de 0,1% em dezenas de milhares de genes humanos “não fazem diferença”.

“Há mais variação genética dentro de grupos humanos do que entre grupos humanos; consequentemente, diferenças entre grupos são inválidas.”
Esse é outro argumento muito popular que, mesmo verdadeiro, não significaria que raça não tem significado. A falha nesse argumento é a mesma do “argumento do 99,9%”, em que é tratado como mais importante a quantidade – “contagem de feijões” genética (N. do T. genetic "bean counting") – mais do que a importância das diferenças genéticas e suas consequências. De facto, há mais variação genética dentro de grupos do que entre grupos, mas se essa variação não influenciar a expressão de importantes genes, isso não terá grandes consequências. Há uma considerável variação genética entre irmãos e entre pais e filhos, mas isso não altera o facto que eles são mais intimamente relacionados uns ao outro do que a estranhos.

Novamente o Prof. Whitney demonstra o absurdo do argumento da “variação”. Ele aponta que podemos pegar o total da diversidade genética contida na população de Belfast e uma tropa de macacos e dar a isso um indicador de 100%. Surpreendente como isso possa parecer, a maior parte dessa diversidade será encontrada tanto na população de Belfast quanto na tropa de macacos. Há uma grande diversidade genética igualmente entre dois indivíduos que são muito similares entre si. Isso não significa, claro, que os Irlandeses são mais parecidos com macacos do que com seus vizinhos, ainda que essa é precisamente a maneira que os advogados do “raças-não-existem” usam o argumento quando aplicam ele aos humanos.

O Prof. Whitney explica que assim como no caso da diferenças genéticas entre homens e mulheres, “a questão significante sobre diferenças raciais não é a percentagem da diversidade total, mas como essa diversidade é distribuída entre as raças, que traços ela influencia, e como isso é modelado.” Pequenas diferenças genéticas podem traduzir-se em importantes diferenças físicas e comportamentais.

“A variação da população é contínua e traços humanos variam através de um espectro, então raças individuais não existem”.
Esse é um modo científico de dizer que por existirem híbridos (populações racialmente ou etnicamente misturadas), não existem raças individuais. Esse é um surpreendentemente popular argumento, entretanto igualmente fácil de refutar. Ninguém pensa que a existência de populações híbridas de animais significa que esses animais não podem ser classificados em diferentes grupos. Isso é evidente. Seu cachorro pode ser uma mistura de pastor alemão e dinamarquês, mas isso não significa que não há pastores alemães ou dinamarqueses. A existência de cachorros híbridos significa somente que diferentes espécies de cães podem acasalar e produzir descendentes. Cães e lobos – diferentes espécies – podem acasalar e produzir descendentes, mas ainda será fácil distinguir um cão de um lobo.

Há certos lugares onde têm havido forte mistura e onde há raças miscigenadas – Ásia Central, América Latina, África do Norte. A existência de populações híbridas nessas áreas de forma alguma invalida a existência de outras populações que são mais diferenciadas geneticamente – na Europa, no Extremo Oriente, e na África sub-Saariana.

Esse argumento da “variação contínua” é tão ilógico que seria surpreendente alguém levá-lo a sério. A existência de misturas não invalida a existência dos componentes originais das misturas. O fato de o vermelho e o amarelo poderem se misturar para produzir laranja dificilmente significaria que vermelho e amarelo são ilusões ou não existem. Apesar da mistura racial estar longe de ser uma perfeita e contínua graduação, igualmente essas variações na natureza quando formam uma graduação podem ser classificadas em diferentes grupos. A contínua variação da frequência da luz no arco-íris, por exemplo, é facilmente agrupada em cores distintas que virtualmente todas as pessoas reconhecem.

“Todas as populações humanas são misturas, assim não há coisas como raça pura; portanto, não há coisas como raças.”
Esse argumento é relacionado com o anterior, excepto que ele diz que somos todos híbridos, então não existem raças. Primeiro, nenhum cientista fala em raças “puras”. O que significa “pureza” racial, afinal? É verdade que certas populações são mais diferenciadas e distintas geneticamente do que outros grupos mais hibridizados. Se nós considerarmos ingleses, centro-asiáticos e coreanos, nós poderemos fazer a relativa declaração que coreanos e ingleses são mais geneticamente (e fenoticamente) distintos e diferenciados do que centro-asiáticos, que são em alguns aspectos intermediários entre leste-asiáticos e europeus.

Isso não implica que coreanos ou ingleses sejam “puros”, que presumivelmente significaria que eles poderiam todos traçar seus ancestrais em uma única população a um certo tempo. Os ingleses, por exemplo, são predominantemente uma população nórdica, composta de anglo-saxões, celtas, normandos/vikings, romanos e possivelmente primitivos mediterrâneos. Muitos grupos europeus são similarmente compostos de múltiplas linhagens relacionadas; se ter ancestrais de diferentes mas relativamente similares grupos europeus faz alguém ser “miscigenado”, então realmente nós somos todos miscigenados. Mas isso não invalida de forma alguma o conceito de raça, ou o fato de que várias populações “miscigenadas” são ainda geneticamente e fenoticamente distintas das outras e assim são raças separadas. Tanto geneticamente e fisicamente, ingleses claramente pertencem ao grupo europeu e coreanos ao grupo nordeste-asiático.

O argumento “somos todos miscigenados” falha de duas maneiras. Primeiro, as várias linhagens que acabaram por produzir muitos dos grupos étnicos de hoje eram relativamente similar umas as outras, então isso estende a definição da palavra para chamá-los “miscigenados”. Quanto diferentes são os anglo-saxões dos celtas? Similarmente, poderia uma pessoa de ancestrais ingleses e alemães ser considerada “miscigenada”? Francês-italiano? Nós chamamos os milhões de brancos americanos de linhagens européias misturadas “miscigenados”?

Segundo, misturas das relatadas linhagens podem estabilizar com o tempo, e formar um novo, único e separado grupo étnico, raça ou espécie. Esse é o caso de vários grupos étnicos europeus, formados pelas misturas das relatadas linhagens étnicas. Europeus podem existir por centenas – talvez milhares – de gerações sem produzir descendentes que parecem africanos ou asiáticos. O contrário é também verdadeiro. Mesmo as raças de hoje sendo o resultado de antigas misturas essas misturas são distintas e extremamente estáveis.

“Diferenças entre as populações são superficiais e somente pele.”
Isso simplesmente não é verdadeiro. Muitas diferenças consistentes entre grupos foram encontradas em inteligência, comportamento, tamanho do cérebro, resistência a doenças, taxas de nascimento de gémeos, velocidade de maturação, etc. O Prof. Arthur Jensen colectou provas irrefutáveis de diferenças raciais em média de inteligência. Em Raça, Evolução e Comportamento (N. do T. Race, Evolution and Behavior) o Prof. Philippe Rushton não só documentou o grande número de outras diferenças raciais mas mostrou o quanto elas se enquadram às várias estratégias de reprodução seguidas pelos diferentes grupos raciais. Algumas vezes o argumento “raças-não-existem” aparenta ser uma tentativa desesperada de derrubar o argumento sobre diferenças raciais que a esquerda claramente perdeu. Desde que os igualitaristas não tem nada a dizer face às montanhas de evidências de diferenças raciais, eles repentinamente mudaram seu foco e tentaram fingir que raça por si só não existe.

Mesmo o mais anti-racista dos médicos reconhece que doadores e receptores de transplantes tem que ser escolhidos não apenas em base de sua raça, mas também por sua etnia, porque transplantes inter-raciais são mais prováveis de serem rejeitados. Eles também sabem que pessoas de diferentes raças reagem diferentemente às mesmas drogas e sofrem de diferentes doenças. Dizer que essas diferenças são apenas “de pele” é completamente contra a realidade.

“Não houve tempo suficiente para as diferenças raciais serem desenvolvidas”.
Esse é um curioso argumento porque houve claramente tempo suficiente para as diferenças físicas se desenvolverem. Pigmeus e noruegueses presumivelmente tiveram um ancestral comum, mas agora são tão diferentes entre si que um biólogo de outro planeta poderia pensar perfeitamente que se tratam de espécies diferentes. Esse argumento portanto é uma tentativa de negar diferenças em média de inteligência ou outras características mentais. Em Porque Raça Importa? (N. do T. Why Race Matters?) o Professor Michael Levin mostra que as diferenças de QI entre europeus e negros africanos tiveram tempo mais do que suficiente para se desenvolverem durante estimadas 4,400 gerações desde que os dois grupos se separaram do ancestral comum. De acordo com esse cálculo, teria sido necessária uma taxa de selecção por geração de 0.000106 contra genes recessivos, uma taxa de mudança genética muito pequena que é equivalente a uma mudança em 11 indivíduos por 100,000 por geração. Na natureza essa é uma taxa extremamente pequena de mudança evolucionária.

“A raça branca – como todas as outras – é uma construção social.”
Aqui nós começamos a ver a motivação por trás de todos os “não existem coisas como raças” absurdos. Se pessoas de descendência europeia puderem ser convencidas que raça não existe, em particular que sua raça não existe, não haverá resistência à substituição de brancos pelas forças que actualmente trabalham na América, Europa e em outras partes. As pessoas não irão defender algo que elas estão convencidas que não é real.

Se – contra seus próprios instintos e a clara evidência de seus sentidos – brancos puderem ser condicionados a pensar que raça é uma ilusão eles não terão razão para se opor à integração de fronteiras, miscigenação, e massiva imigração não branca. Se brancos se misturarem e forem substituídos por pessoas que não são realmente diferente deles nada estará perdido.

A ironia, claro, é que quando falam em “acção afirmativa” – políticas que penalizam brancos – as mesmas pessoas que dizem que raça é uma construção social insistem que isso é uma base válida para tratamento preferencial. Pessoas que dizem que raças não são biológicas, não têm dificuldade em alegar que são “negros” ou “asiáticos” ou “índios americanos” quando há uma vantagem em fazer isso.

Na grande maioria dos casos não há a menor discordância sobre quem pertence a qual raça. Crianças podem distinguir raças com segurança pela idade de dois ou três. A natureza é económica e muitas vezes não dota suas criaturas com senso para distinguir coisa que não importam. Uma habilidade instintiva, adquirida com pouca idade, de quem é “nossa gente” e quem não é essencial para a sobrevivência do grupo. Qualquer tentativa de negar ou sobrepor essa habilidade é um ataque directo ao próprio grupo.

Desnecessário dizer, é somente para brancos que papagueiam noções absurdas sobre raça e que pretendem tornar a indiferença eu até a deslealdade à raça uma virtude. Não-brancos tem uma forte consciência de raça e sabem que isso é parte fundamental da identidade individual ou do grupo. Eles devem se divertir muito com os disparates potencialmente suicidas que eles ouvem brancos argumentando aos outros que eles acreditam.

Apesar da alegação de certos demagogos, europeus são uma realidade tanto cultural quanto biológica. Como todos grupos raciais e étnicos, eles têm o direito a preservar essa realidade e de resistir aos esforços para ofuscar a ciência numa tentativa de eliminar raças de facto, tanto quanto em denominação.

sexta-feira, janeiro 23, 2004

ARROGÂNCIA INEXPLICADA

O Grupo dos Amigos de Olivença, enviou-nos o seguinte texto:

Grupo dos Amigos de Olivença

www.olivenca.org

Nota Informativa 2004/01.

Para conhecimento, transcreve-se notícia da Agência noticiosa espanhola EUROPA PRESS, de 22-01-2004:
--*--
EUROPA PRESS
http://www.europapress.es/europa2003/noticia.aspx?cod=20040122200259&tabID=1&ch=69


España/Portugal.

Un ex diplomático propone abrir un diálogo entre Portugal y España para zanjar el conflicto de Olivenza

En su libro, propone además la devolución de Ceuta y Melilla a Marruecos, y la recuperación de Gibraltar

BADAJOZ, 22 Ene. (EUROPA PRESS)

El ex diplomático Máximo Cajal destacó hoy en Badajoz la necesidad que existe de abrir una vía de diálogo entre los Gobiernos español y portugués para tratar el conflicto que existe en Olivenza e intentar buscar una fórmula consensuada que alivie el malestar que existe en algunos sectores por este problema.

Esta es una de las tesis que Máximo Cajal defiende en su libro 'Ceuta, Melilla, Olivenza y Gibraltar, ¿Dónde acaba España?', sobre el que disertó esta tarde en el transcurso de un coloquio que protagonizó en el Hotel Zurbarán de la capital pacense bajo el título 'Las fronteras improbables de España'.

A juicio de Cajal, "Olivenza es para los españoles, sobre eso no hay duda alguna", aunque aseguró que existe un problema que no se reconoce por ninguna de las partes, aunque en algunos sectores nacionalistas de Portugal, es "agresivo" el malestar que se siente por la soberanía española de esta localidad de la Raya, y por tanto, un encuentro entre ambos países "ayudaría al menos a tomar conciencia del problema".

"Desde el punto de vista portugués, Olivenza es portuguesa", aseguró Cajal, que explicó que existe un "irritante" que el Gobierno de Lisboa no plantea de una manera directa y agresiva, "lo que va con el carácter de los portugueses, que hacen las cosas de otra manera, con menos agresividad, pero el tema está ahí", dijo.

Cajal aseguró no tener una opinión formada acerca de la fórmula que podría buscarse para que desapareciera el "anhelo que está en Portugal" acerca de Olivenza, aunque descartó totalmente que la solución pase por una soberanía compartida "que conllevaría el ganar soberanía por un lado y renunciarla por otro, eso no lo acepto", señaló.

Añadió que quizá no exista una fórmula que lo solucione "aunque ya sería un paso que se reconociera que en el tema de Olivenza hay un problema, que no gusta".

CEUTA Y MELILLA

Respecto a la situación de Ceuta y Melilla, Cajal propugnó su devolución a Marruecos, que aseguró que tiene una reivindicación legítima sobre estas dos ciudades a España, "que tiene una deuda moral con el país marroquí", aunque advirtió que esta vuelta de las dos ciudades autónomas debería hacerse "de una manera ordenada y civilizada".

Recordó que Marruecos es un país vecino importante para España por razones de seguridad, y el conflicto con él afecta decisivamente a la relación entre ambos países, que calificó como "una relación enferma" que se puso claramente de manifiesto con el conflicto de la isla de Perejil, que fue la punta del iceberg de esta relación.

Según explicó, la devolución de Ceuta y Melilla otorgaría a España la estatura y fuerza moral necesarias para exigir a Gran Bretaña el peñón de Gibraltar, del que señaló su importancia desde el punto de vista militar y estratégico, ya que es una base de submarinos nucleares, contrabando, y evasión fiscal.


Com base em quê é que o espanhol se atreve a afirmar, com tanta segurança, que a soberania castelhana sobre Olivença não é discutível, se foi a própria Espanha que aceitou, em tratado, a devolução dessa vila a Portugal?

Além do mais, insiste ele na questão de Gibraltar, que foi concedida pelos Castelhanos aos Ingleses e que, recentemente, manifestou, em referendo, a vontade de continuar a pertencer à coroa britânica...

Arrogância lamentável, a dos hermanos.

CAXEMIRA

Ontem, realizou-se um encontro entre as autoridades indianas e o principal grupo separatista islâmico de Caxemira, com o objectivo de resolver a situação nesse território indiano de maioria islâmica que os muçulmanos querem a todo o custo sacar à India.

Acho estranho que os islâmicos terroristas tenham decidido sentar-se à mesa das negociações... ou estão muito na mó de baixo, ou então os indianos resolveram ceder. Espero que não se verifique esta segunda alternativa.

A ver vamos, no que vai dar.

quarta-feira, janeiro 21, 2004

MAIS UMA TRAIÇÃO ÉTNICA DE CUNHO AFRICANISTA

Parece que o Estado Português vai passar a dar prioridade de legalização aos imigrantes que falem Português, adivinhando-se a partir daí um favorecimento dos africanos em detrimento dos europeus de leste.

É inaceitável que obriguem os Portugueses a receber no seu País os imigrantes que os Portugueses menos querem receber, que são os de África. Além do mais, os imigrantes de leste aprendem quase sempre Português, e aprendem-no bem, falando-o como nós, ao contrário dos Africanos, os quais, além de não falarem como nós, ainda por cima introduzem no País os seus termos, levando a uma perda de identidade étnica da língua.
Além do mais, os Eslavos, sendo de raiz indo-europeia, alteram muito menos a identidade nacional do que os Africanos e, como se isso não bastasse, são trabalhadores mais qualificados, não andam em gangues de rua a propagar o terror pelas ruas e não vêm para Portugal com ressentimentos anti-racistas e anti-colonialistas, como vêm tantos Africanos, que se julgam no direito de dominar o País, por vingança histórica.

E ainda quer este governo meter CEM MIL imigrantes em Portugal? Num país com DEZ MILHÕES, CEM MIL é MUITO. Como se não bastasse os que já estão por cá... o que vão fazer aos trabalhadores que construíram os estádios? Vão continuar a dar-lhes que fazer, construindo ainda mais estádios? Se assim for, dentro de vinte anos Portugal terá oitenta estádios de futebol, uma população cabo-verdeanesca abrasileirada, zonas de cidades controladas pelo crime e miséria a rodos.

CUSTOS DA IMIGRAÇÃO... SEM FALAR NA CRIMINALIDADE, CLARO

Dizem os imigracionistas que a imigração tem dado muito dinheiro a Portugal, que a riqueza que oferecem compensa bem os gastos do Estado com os imigrantes, tais como assistência social e cuidados de saúde.
E os bairros sociais construídos para os imigrantes, o seu custo está incluído nesse cáculo?

Para além do mais, há algo de essencial e óbvio a considerar: se os imigrantes rendem «muito» a Portugal, só pode ser porque trabalham por baixos salários.
Mas, se trabalham por baixos salários, isso que dizer que os portugueses, se quiserem ocupar os mesmos postos de trabalho desses imigrantes, têm de se sujeitar a auferir baixíssimos salários. É isto justo? Então a Esquerda, sempre tão preocupada com o bem-estar social e a igualdade de condições de vida, cala-se perante esta EXPLORAÇÃO e CHANTAGEM ECONÓMICA contra os Portugueses?

terça-feira, janeiro 20, 2004

INSEGURANÇAS...

O governo diz que a insegurança, nos transportes públicos, não aumentou, o que aumentou foi «sentimento de insegurança» dos passageiros e dos trabalhadores, razão pela qual se vai aumentar o policiamento em combóios e etc....

Pois, é só para tranquilizar o povo... o povo está paranóico... a insegurança não está nada a aumentar, que ideia, o povo tem é de ir todo ao psiquiatra...

E como é que o governo chegou a tão cientificamente bem fundada conclusão?
Com base nos elementos que tem. Talvez com base no número de queixas registadas... ignorando-se, por completo, que muita gente, quando é assaltada ou de algum modo atacada pela escumalha criminosa, já nem apresenta queixa...

Entretanto, os resultados do estudo sobre a criminalidade nos transportes públicos, não foram revelados - são classificados como informação confidencial.


Ehehhehehe.... informação confidencial a respeito de um assunto que diz respeito a todos, ó meus caros governantes-democratíssimos-e-imensamente-transparentes-que-só-visto?...

O que é que não querem que se saiba? O que é que estão a querer esconder ao povo?

Acaso terão detectado, por exemplo, alguma relação estreita entre a criminalidade nos transportes públicos... e as gangues africanas que pululam em Lisboa e que aumentam de número?

É bem sabido o modo como social-democratas e socialistas tentam, a todo o custo, fazer crer que não há relação nenhuma entre a imigração e a criminalidade. E que não há problema em continuar a deixar estrangeiros africanos aos magotes, e a dar nacionalidade portuguesa aos seus filhos nascidos em território nacional. Depois, se tudo isso só fornece mais e mais «efectivos» para engrossar as gangues que se tornam cada vez mais perigosas para o bem-estar do cidadão nacional, essa parte não interessa nada, pois não? E, se for preciso, até se ocultam as conclusões dos estudos sobre a criminalidade, sabendo, de antemão, que a «oposição» de Esquerda - a mais militante - não irá para as ruas aos berros para exigir «a revelação da verdade!», porque também essa oposição está interessada em que o povo permaneça alienado e não reaja contra a iminvasão até ser tarde demais para evitar a mulatização do país - não é, caros governantes?

Se assim não for, porque é que não revelam os resultados dos estudos sobre a criminalidade?
Será que, a respeito dos dados dessa criminalidade... também o governo sofre de insegurança?

segunda-feira, janeiro 19, 2004

A TRAIÇÃO IMIGRACIONISTA

A propósito da aprovação especial de um regime especial em Portugal que permita o acesso à educação e à saúde por parte dos filhos de imigrantes não legalizados, o ministro Morais Sarmento voltou a repetir a mesma treta de que Portugal precisa de imigrantes porque tem uma baixa natalidade, quando a obrigação do Estado é precisamente tomar medidas para que a demografia do País seja estimulada com portugueses verdadeiros, e não limitar-se, criminosamente, a substituir uma população (a portuguesa, que vai morrendo) por outra (constituída por estrangeiros). É vergonhoso, inadmissível e mereceria um julgamento público caso o regime se modificasse, um dia destes.

RECADO

Certo pamonha cobarde e comuna, escreveu-me esta mensagem:

No expresso on-line também devia haver uma opção aonde se pude-se votar:
devia enviar-se a escumalha do PDR pra puta que os pariu.
Deixa estar que, com o teu IP um destes dias trato-te da saude
a ti e ao resto ta escumalha direitista, porco rasca


Quando fala das opções do Expresso, o labroste asqueroso está-se a referir à minha crítica à sondagem, falsificada à partida, da edição online desse jornal.

O sujeito ficou picado pela revelação dos factos... e, como todo o impotente mental quando não tem argumentos, recorre à ameaça... pensa que dessa forma consegue calar as vozes discordantes.
Completando a sua imagem de cobarde, tratou das coisas internéticas de modo a que a minha resposta não pudesse ser por ele recebida - não queria gramar com a resposta nas ventas, talvez, ou talvez tenha medo de ser localizado... por isso, tenho de lhe dar a resposta por aqui, paciência. Não se destina esta notícia a fazer escola ou a criar regra - não responderei publicamente a tudo e mais alguma coisa, mas apenas àquilo que me apetecer.

Portanto, ó anónimo mentecapto poltrão, obrigado pela tua mensagem. É por
existirem merdas como tu que tem valor escrever o que escrevo.

E olha que não é «pude-se», ó pedaço de esterco iletrado, é «pudesse». E «saúde» tem acento no u.

OS QUE «DÃO PORRADA» NO BUSH...

Actualmente, não há gato pingado nem rato dos canos que não fale mal do presidente dos Estados Unidos da América, George W. Bush.
Fica bem malhar no Bush, é sinal distintivo de alto nível ético e excelentíssima consciência política e preocupação com a Ómanidade (a concepção esquerdista de Humanidade) e com a Paz e tal.
Em qualquer fórum da internet, em qualquer comentário a notícias, há sempre uma legião de cyber-militantes a morder no sujeito, a propósito de seja o que for: o leque de «oportunidades» para falar mal do yanke vai desde as medidas tomadas pelo mesmo, como é compreensível, até às descobertas arqueológicas no Egipto (se foi encontrada mais uma múmia, há quase de certeza o comentário «Olha, parece o cabrão do Bush!»), passando pela viagem ao espaço dos Chineses («Olha, levem para lá o Bush!»).

Longe de mim defender o cobói de orelhas quase em abano e face mui vagamente simiesca. Trata-se, para o sector ideológico no qual me insiro, de um oponente político de peso, arauto do mundialismo capitalista e da bastardia americanizante.
No entanto, também tem as suas virtudes. E uma delas é a firmeza para com os inimigos do seu País.

E é precisamente isto que faz com que ele seja tão odiado pela Esquerda em geral. Porque a Esquerda não tolera, não admite, não pode aceitar em caso algum que um Ocidental não baixe a cabeça perante a arrogância de qualquer poder não ocidental.
Para eles, militantes do internacionalismo esquerdista, o Ocidental, quando confrontado com a agressividade de um não europeu, tem de ir sempre com paninhos quentes, com mil desculpas, com mil admissões das suas próprias «culpas históricas» (a escumalha de Esquerda gosta muito de falar nisso, como se os filhos fossem culpados pelos crimes dos pais, e como se o Ocidente não tivesse feito mais bem ao mundo do que mal, em termos de liberdade e bem-estar físico, que é só isso que a Esquerda compreende) e, em último caso, com cedências... viu-se, por exemplo, o que foi por aí dito e escrito aquando do caso da ilha de El Perejil, que a Espanha soube dirigir correctamente por meio do uso da força pura e simples, ocupando militarmente um território sobre o qual os Marroquinos já mostravam pretensões. Os Castelhanos, com todos os defeitos que possam ter, e com todo o perigo que representam para a independência portuguesa (ver por exemplo a sua atitude em Olivença), não deixam no entanto de ser bons representantes do que de melhor existe ainda no Ocidente. Naturalmente que a Esquerdalha intelectual aproveitou as reduzidas dimensões do território em questão (uma ilha rochosa pouco maior do que um campo de futebol) para fazer a sua chalaça, plena do seu sofisticadíssimo «espírito crítico», satirizando a atitude... dos dois países?, não, da Espanha, apenas... sendo que quem tomou a iniciativa de avançar foi Marrocos... pois... já se sabe a natureza daquilo com que se lida.

Entretanto, no caso do ataque a Bush, há uma importante componente «intelectual»: não há gato pingado nem rato dos canos, nem bicho careta nem zé-ninguém, que não se sinta perfeitamente à vontade para dizer que o presidente da maior potência do mundo, é burro. É burro porque é burro, é mesmo burro, aquilo é que é burro!, é completamente estúpido, porque é, está-se mesmo a ver, e toda a gente vê e diz, porque sim.
Isto só mostra o poder mediático que a Esquerda, nomeadamente, a Esquerda norte-americana (isto é, a mãe do politicamente correcto), tem sobre o mundo ocidental. Souberam fabricar a ideia de que Bush é idiota e conseguiram difundi-la com tal intensidade e profissionalismo, incessantemente, as vezes que foram precisas, que acabaram por alçá-la ao nível de uma das certezas mais sólidas de tantos e tantos «críticos», opinion makers e bicharada adjacente.

Quanto a mim, não creio que demonstre assim tanta falta de inteligência naquilo que tem feito: os E.U.A. tomam o Iraque, capturam Saddam, e vivem um dos momentos de maior desenvolvimento económico de todos os tempos. Um indivíduo que foi piloto de caças de combate F-102 e que estudou em Harvard não pode ser assim tão mentecapto como o querem fazer parecer.
Talvez diga umas bacoradas em público, é natural, mas, de qualquer modo, nunca vi nenhum fazedor de opinião a reparar no ridículo piroso que foram as sessões «pedagógicas» de «esclarecimento da Nação» que Bill Clinton fez, para a televisão americana, com a sua esposa, no seu domicílio.

sexta-feira, janeiro 16, 2004

FÓRUM MUNDIAL SUCIAL

O Fórum Mundial Social vai realizar-se este ano na Índia, em Bombaim.
Ou seja, a Esquerdalhada mundial resolveu ir armar cagaçal na terra dos Árias. E isto porque, para além de, no entender dos seus organizadores, ser necessário alargar a luta «anti-globalização» (como se a esquerda não fosse também a favor da globalização, mas de sinal contrário à da globalização capitalista - mudam as moscas, mas a «matéria» é a mesma...) a várias partes do mundo, é também preciso notar que a Índia pretende dinamizar as suas exportações, mas é muito proteccionista em relação às importações.

Lá chegados, podiam ter escolhido um dos Estados, dentro da Índia, onde a Esquerda está no poder, mas não, escolheram precisamente Bombaim , que é dominado pela Direita. Esta Esquerda revela que está especialmente preocupada com as acções da extrema-direita hindu.

Ou seja, a lógica esquerdista é a do confronto e da provocação.

Pois que seja.

Mas, além de ser conflituosa e provocadora, a lógica esquerdista é também fanáticamente parcial e descaradamente desonesta, pois que censura em altos brados o «racismo!» e a exploração dos mais pobres pelos mais ricos, na Índia, mas está caladíssima de todo em relação aos seus amigalhaços islâmicos, que são precisamente aqueles que motivam as acções mais extremistas da extrema-direita hindu, a qual só actua violentamente contra os islâmicos (porque será?).


Quanto aos «jornalistas» da tsf, bem podiam dar uma folgazita à sua vulgaridade e rasquice de linguagem: quando dizem «a opção Índia», de uma maneira empobrecedoramente tecnocrática (aquilo é como quem diz «Operação Kosovo», ou «Missão xy»), aquilo que acaba por ficar escrito não é «Opção pela Índia»(custa assim tanto escrever um «pela» no meio, dá um aspecto assim tão retrógrado?) mas sim «Opção dos Índios», mesmo que o nome do país em questão esteja escrito com maiúscula.

CENSURA E PARCIALIDADE NOS MÉDIA

É triste, sintomática e repugnante a forma como os «democráticos» média pretendem controlar as mentes das pessoas, ora censurando, ora manipulando as sondagens. Nos fóruns das notícias do site da tsf, por exemplo, só são publicadas as mensagens que os «moderadores» permitem - dizem eles que, passo a citar, «Devido a um número elevado de comentários ofensivos, racistas e obscenos, a TSF Online decidiu publicar os comentários apenas depois de serem aprovados
Claro está que isto é só um subterfúgio ranhoso para poderem censurar o que lhes apetece. Por isso é que na secção de comentários da notícia a respeito do fórum da India, não publicaram ainda duas mensagens que para lá enviei, uma delas repetidamente.

No Expresso online, o escândalo é talvez maior: na sondagem em que os participantes do fórum podem votar, a respeito da política de imigração que o Estado deve adoptar, não há nenhuma alternativa que diga, simplesmente, algo como «Limitar a imigração tanto quanto possível», ou mesmo «Acabar com a imigração». Mas, mesmo assim, e apesar de a maioria dos participantes do fórum ser talvez de esquerda, a maioria dos votantes, neste momento, opta pela iniciativa mais anti-imigratória de entre as quatro propostas:

«D. Estabelecer quotas anuais de entrada», com 55 votos.

A que tem menos votos, é a opção B, «Privilegiar os imigrantes oriundos da CPLP» com nove votos apenas... ó africanistas, estais à rasca... afinal, o povo Português não é assim tão braços-abertista em relação aos seus «irmãos» africanos...


ENTRETANTO, É SINTOMÁTICO QUE EU NÃO CONSIGA VOTAR... CARREGO NO ESPAÇO «VOTAR», E NADA... TALVEZ PORQUE OS «MODERADORES» TENHAM TOMADO NOTA DAS MINHAS TOMADAS DE POSIÇÃO E TENHAM PREFERIDO IMPEDIR-ME DE ENGROSSAR AS FILEIRAS DOS QUE CONTRARIAM O PENSAMENTO «POLITICAMENTE CORRECTO»...

A EUROPA À CONQUISTA DO COSMOS

Depois da declaração de Bush no sentido de lançar a América na conquista do espaço, os Russos afirmaram que podem chegar a Marte ainda antes dos Norte-Americanos e por mais baixo custo. Dizem também que podem enviar uma nave à Lua dentro de dois ou três anos, o que, segundo eles, pode resolver problemas energéticos da Terra e ao mesmo tempo servir de base para a chegada a Marte em 2014, um ano antes do que Bush pretende.

Uma saudação à Rússia pela sua iniciativa. Seria muito bom, para a Europa, que se juntasse o poder económico da Europa Ocidental ao conhecimento e experiência no campo das viagens ao espaço que tem a Europa Oriental.

SINAIS...

Os Catalães tiveram coragem para condenar Mohamed um imã - alta autoridade religiosa islâmica - que, em território catalão, se atreveu a prescrever modos de os maridos agredirem as suas esposas sem deixar marcas:
«as pancadas devem ser dadas em sítios precisos do corpo, como os pés e as mãos, com uma vara fina e flexível para que não fiquem cicatrizes nem hematomas», e, também, «as pancadas não devem ser fortes porque o objectivo é o de causar um sofrimento psicológico e não humilhar ou maltratar fisicamente».

Disse Mohamed em sua defesa que aquilo era só uma resenha histórica de como o Islão tratou as mulheres, ao longo dos séculos... o que é sintomático, se se tiver em conta que, no Islão, o que foi determinado pelo Corão é verdade para todo o sempre e em todos os lugares...

O descaramento com que alguns chacais insistem em vestir pele de cordeiro...

Entretanto, o advogado de defesa, José Luís Bravo, quis levar a coisa para o âmbito do conflito religioso, afirmando que a condenação do seu representado «foi um processo contra o Islão».

É só um sinal, uma demonstração, da gente que está a entrar na Europa, aos magotes, neste preciso momento, e que, neste preciso momento, se reproduz aos milhares e milhares, fazendo-o, em muitos casos, com uma intenção de conquista - a chamada «guerra do ventre», isto é, ganhar o território para o Islão por via do aumento do número de indivíduos que, nascidos no seio de uma família islâmica, serão, quase de certeza, islâmicos.

Já para não falar dos ocidentais que se convertem à religião do crescente, contribuindo assim para alargar a mancha verde no coração da Europa - em Espanha, em França, em Inglaterra.

Por conseguinte, repito o que já disse: a imigração, que deve ser reduzida tanto quanto possível e desejável, deve também acontecer de acordo com as prioridades e conveniências dos países que recebem a imigração, pelo que, aos Ocidentais, não convindo de modo algum receber mais imigrantes muçulmanos, é necessário recusar a entrada nos seus países de mais gente vinda do mundo islâmico (a menos que quem daí venha sejam minorias não islâmicas, claro está).

terça-feira, janeiro 13, 2004

FALTA DE RESPEITO - E PORTUGAL É QUE FICA MAL, COM A IMINVASÃO A AUMENTAR

O Brasil não anda a cumprir o acordo de legalização de imigrantes que tem sido respeitado por Portugal, como se pode ver em:

http://www.correiodamanha.pt/noticia.asp?id=81783&idCanal=90

Para além de ser desnecessário cumprir um acordo com um país que não o respeita, é ainda preciso dizer-se que tal acordo nem sequer deveria existir: os imigrantes ilegais não devem, por uma questão de princípio, ser legalizados em massa, não só porque a lei é para se cumprir, o que significa que os imigrantes ilegais não deveriam cá estar, mas também porque legalizar tantos ilegais é só um estímulo para que venham mais e e mais imigrantes ilegais para Portugal. E, do Brasil, já vieram demasiados.

Entretanto, Portugal só devia aceitar imigrantes com contracto de trabalho. Este país não tem o gigantismo territorial do Brasil, pelo que não deve nunca adoptar uma política de portas escancaradas perante a vinda de milhares e milhares de estrangeiros.

EXEMPLO DE TIBIEZA

Os Brasileiros acabaram por ceder à pressões yankes e acabaram com a reciprocidade do tratamento dado no aeroporto aos norte-americanos que visitam o Brasil.

Não surpreende. O dinheiro manda, especialmente, creio, num país sem raizes.

sexta-feira, janeiro 09, 2004

UM MAL ADIADO

Está atrasada a elaboração de novas regras respeitantes à imigração.

Entre essas novas regras, está a legalização de todos os imigrantes ilegais que descontam para a segurança social e pagam impostos.

Ou seja, é um mal adiado. Porque imigrantes legalizados, já há até demais neste país. Legalizar maciçamente imigrantes ilegais, é permitir o sucesso das redes de imigração clandestina, e, sobretudo, como é evidente, introduzir mais estrangeiros no País, o que só trará, em demasiados casos (a imigração vinda de África), desvantagens no que respeita à sobrevivência da identidade étnica portuguesa e à coesão social.



quarta-feira, janeiro 07, 2004

OS FULGORES DO COSMOS

Foi noticiada, a 2 de Janeiro, a descoberta de uma zona da galáxia que pode conter vida.

Diz a notícia da tsf online:

A equipa de astrónomos das Universidades de Nova-Gales do Sul e de Swinburne diz ter encontrado uma zona da Via Láctea onde a combinação de astros é «suficientemente hospitaleira para que lá se desenvolva uma forma de vida».
(...)
Num artigo publicado na revista «Science», o astrónomo adianta que certas estrelas com capacidade para abrigar alguma forma de vida estão aliás visíveis a olho nú a partir da Terra.
(...)

É fascinante e causa ansiedade pensar que quando se olha para cima, de noite, se pode ver um brilho, ou mais de um brilho, um outro sol ou outros sóis, que, algures - a uma distância colossal que provavelmente nunca iremos transpôr - pode ter criado, alimentado e sustentado todo um mundo, ou mais do que um mundo, talvez com vida inteligente, talvez com várias raças, imensas culturas, um sem fim de ideias, inumeráveis guerras, numerosas desgraças, incontáveis esperanças, diversificados prazeres, bastantes bizarrias, variadíssimos tipos de heróis, calhordas, bandalhos, criminosos, homens comuns, nem bons nem maus, ou bons e maus, estúpidos e inteligentes em várias gradações, traidores e leais, tristezas e alegrias e mortes e vidas, em suma, uma vastíssima realidade, porventura semelhante à nossa, na qual talvez nos pudéssemos ver ao espelho, ou não, ou ver algo de totalmente diferente, inimaginável acervo de coisas por saber, como se não houvesse já tanta coisa ignorada neste mundo que habitamos.

Talvez lá também haja quem olhe para cá, e pense tudo isto, e o escreva numa coisa parecida com este blog e, se assim for, daqui o saúdo.

Claro está que eu é que sou o principal, o verdadeiro eu, não é esse outro gajo que, a quilos de anos luz, pode existir ou não, e mesmo que exista, este meu pensamento é meu, sou eu, não é ele.

E, como não aprecio a modéstia nem considero que a humildade seja virtude, aproveito para dizer que a riqueza e magna imensidão sem limite do universo, está, antes de mais, em nós, que o vemos e nos apercebemos de tudo isso. Não somos «pequeninos e insignificantes grãos de areia», como alguns gostam de dizer: os pequeninos e insignificantes grãos de areia não olham para o céu, que eu saiba, nem pensam nem dizem nada disto.

Sobre isto, vale a pena deixar aqui um poema bonito, dirigido, creio, à figura do cientista ateu:

Tu sabes tanto da vida
Diz-me da tua razão
Se Tudo isto quanto vês
Teve princípio ou não?
E se não teve princípio
Sempre existiu, certamente...
E como é que alguma coisa
Sem princípio, existiu sempre?
E se é que teve princípio
Como é que pode estar certo
Que sem um simples grão de areia
Haja quem faça um deserto?
Eu sei que isto é um tormento
Mas os tormentos são teus
Olha bem em teu redor
E quem sabe? encontras Deus!


Do ciber-tertuliante Modesto Martins, no fórum da notícia, em

http://tsf.sapo.pt/online/forum/interior.asp?id_artigo=TSF137676&seccao=ciencia&id_comment=1105462

A ARROGÂNCIA DOS COBÓIS

Vale a pena apresentar na sua totalidade (em itálico) uma notícia da tsf online, pois que o texto é rico em demonstrações da mais despudorada arrogância americana, com a qual os brasileiros estão a saber lidar devidamente:

«Segundo Washington, as medidas de controlo aos norte-americanos que entram no Brasil, aplicadas como resposta a medidas idênticas tomadas pelos Estados Unidos, «não são bem-vindas, são injustas e não são do interesse nem do Brasil nem dos Estados Unidos».

Mas são injustas porquê? A reciprocidade tem algo de injusto?

«O que nós vemos é um programa posto em prática às três pancadas, não muito bem preparado e que causa atrasos significativos», declarou o porta-voz do Departamento de Estado, Richard Boucher.
«Estes atrasos não são do interesse dos Estados Unidos, dos viajantes norte-americanos, nem francamente do Brasil, se quer atrair empresários e turistas», defendeu.


Pois... os outros é que têm de fazer as vontadinhas aos cobóis, e é se querem comer alguma coisa...


«Dissemos aos brasileiros que estas medidas eram muito maçadoras para os viajantes e que precisavam de ser mudadas», acrescentou Richard Boucher.

A arrogância dos yankes... o modo como exigem aos outros que lhes facilitem a vidinha... então, se estão tão preocupados com o terrorismo, não será verdade que quanto mais controle melhor?


Na véspera, a embaixada norte-americana em Brasília já tinha manifestado a sua decepção perante a imposição destas medidas de represália.
Desde segunda-feira, os visitantes estrangeiros que chegam a um aeroporto internacional nos Estados Unidos, à excepção dos cidadãos de 27 países aos quais não é exigido visto, nomeadamente os da União Europeia, são fotografados e é-lhes tirada a impressão digital.


Claro é que ninguém tira razão aos Americanos neste aspecto. A vigilância é necessária, sobretudo quando diz respeito a gente vinda de países do terceiro mundo ou quase, como o Brasil, onde partes de cidades parecem mais governadas por criminosos do que pelo Estado brasileiro, cuja polícia nem se atreve a lá entrar.

DO MAL, O MENOS...

Lido no Expresso Online:

O ministro dos Negócios Estrangeiros francês, Dominique Villpein, disse hoje em Lisboa que - com o alargamento - «a UE deve dotar-se dos meios necessários a uma autonomia estratégica» que lhe permita «assumir plenamente as suas responsabilidades na prevenção e resolução de crises», incluindo através da «mobilização de meios militares».

(...)
Num tal contexto, segundo Villepin, a UE deve ter «uma política externa e de segurança comum autónoma» que lhe «dê o lugar que lhe pertence na cena internacional», mas que «de forma alguma ponha em causa a solidariedade transatlântica»


Não me agrada o modo como as coisas estão a caminhar no sentido da perda da independência de cada Estado europeu, mergulhado numa U.E. dissolvente; todavia, é de louvar a iniciativa de fortalecer a U.E. militarmente, actuando independentemente dos E.U.A. e de acordo com os reais interesses dos Europeus.
É de facto inadmissível que grande parte da Europa não tenha condições de actuar militarmente perante certas situações - como na Jugoslávia, por exemplo - sem a tutela dos cobóis do outro lado do mar.

VISITAS

No espaço de um mês, este blog foi visitado mais de mil vezes. Não está mau de todo.

Não acham, ó caros leitores?

segunda-feira, janeiro 05, 2004

A DOIS

O Canal2 vai aparecer com o nome de A Dois. Começa já hoje, parece.

Pelo que se diz na comunicação social, este canal, para além de, afinal, não ser privado, vai ter menos desporto e mais cultura. Boas notícias, ambas, sem dúvida.
No primeiro caso, porque a iniciativa privada não traz qualquer garantia de qualidade: vê-se bem a vergonha que tem sido a SIC, quase sempre, ao longo dos anos, bem como essa outra vergonha mais recente que é a TVI de José Eduardo Moniz.
No segundo caso, porque era inconcebível que um canal de cultura tivesse uma grande parte do seu horário dedicada ao desporto. Já se fala demasiado em futebol neste País, já chega.

O TERRORISMO ISLÂMICO QUE ALGUNS QUEREM «RELATIVIZAR»

Afinal, parece que a queda do avião que vitimou cento e trinta e tal franceses, na madrugada do dia 3, não foi um acidente «típico», mas sim o resultado de um ataque terrorista.

Um ataque terrorista perpetrado por um grupo terrorista islâmico que, na chamada telefónica em que reinvidicou o crime, ameaçou o Estado francês de que mais ataques se seguirão se a proibição do uso do véu islâmico nas escolas francesas não for revogada.

Até onde chega a arrogância nojenta e criminosa desta escumalha sub-humana que são os terroristas muçulmanos...

Ora aí está mais uma demonstração do que é o Islão mais radical.

Não, não é culpa da América nem de Israel.

É só mais uma prova daquilo que tenho dito sempre, e que qualquer europeu consciente percebe por si próprio. E é uma lição para os Franceses e para todos aqueles que fomentam ou permitem a imigração vinda de fora da Europa, sobretudo dos países árabes. Já Pim Fortuyn sabia disso, mas, pelo facto de o afirmar, foi considerado «de extrema-direita», que é o rótulo com que a imprensa rasca tenta amaldiçoar todo e qualquer europeu que se oponha à imigração de origem extra-europeia. Isto mostra bem qual é a real natureza do combate político mais importante do momento: a posição dos que são contra a imigração e a posição dos que preferem a política das portas escancaradas perante a iminvasão de não europeus.

O MUNDO MAIS ATENTO

Eu também não ouvi nada disto nos «mé(r)dia»... como é útil a imprensa nacional...

Diz-nos o Grupo de Amigos de Olivença, por meio do seu boletim - que, por estar em formato de Acrobat Reader, não me permite fazer copy paste, porque não sei, assim dão-me mais trabalho, não é, Amigos - que a C.I.A. (Central Intelligence Agency) fez referência da Questão de Olivença no seu «The World Factbook» e que esse facto foi noticiado em Espanha - com troça e sem troça aparente, mas foi - ao passo que, na comunicação sUcial portuguesa, (quase) nem vê-lo.

AVANTE EM DIRECÇÃO À PROSPERIDADE

Vai aumentar o preço do pão. O Estado precisa de aumentar o custo de vida dos cidadãos, entende-se, e vai apostar precisamente no custo de um bem de primeira necessidade, de crucial importância para os pobres e e outras camadas sociais menos declaradamente miseráveis.

É assim mesmo. Chega-lhe, no Zé Povo, que o Gajo merece. Pois se só vota em massa num de dois partidos quase idênticos em tudo, toma lá que ainda é pouco.

É realmente preciso acabar com a pobreza, em Portugal, e o Governo está seriamente empenhado nisso. E, para tal, não hesita em tomar medidas drásticas, porque tem de ser, há que ter firmeza.

Assim, para acabar com a pobreza, nada melhor do que ir ao centro da questão: acabar com os pobres. Deixá-los morrer à fome. Deste modo, deixará de haver pobres e só ficarão os portugueses de classe média e alta. Portugal será então um paraíso habitado por escassos milhares de pessoas, um dos mais desenvolvidos países da Europa, cumprindo-se a promessa de Durão Barroso.

PEDOFILIA SÓ DE UM LADO? TALVEZ...

É já muito comum a surpresa perante o facto de, até agora, só membros ou simpatizantes do PS terem sido acusados de pedofilia, no processo da Casa Pia.
Ninguém do PSD, PP, BE ou PCP foi até agora envolvido neste caso.
De entre os que se surpreendem, há sempre os que, sempre um passo à frente dos outros, topam logo que está alguma coisa por detrás daquilo, que a eles, perspicazes como o caraças, ninguém os engana, e, por isso, dizem que esta história é só uma cabala contra o PS (a cabala, na realidade, é um texto místico da tradição judaica, que nojo me mete a estupidez da imprensa que agarra nas palavras e lhes dá um sentido inteiramente diverso, já com o termo «tabu» é a mesma coisa - lembro-me de ter discutido com um colega meu, há mais oito anos, sobre este caso da desvirtuação do termo «tabu», e ele a dizer que era preciso argumentar de acordo com o sentido que «a sociedade» dava às palavras... como se os jornalistas tivessem o direito de deturpar a língua). Neste ponto, convergem com os que defendem os socialistas a todo o custo.

Enfim, também me parece estranho que apenas membros e simpatizantes do PS estejam envolvidos.
Estranho, sim, mas não impossível, nem inverosímil de todo.
Apesar de todas as semelhanças, há talvez alguma diferença entre PSD e PS.
É no PS que está a Esquerda liberal por excelência.

Não digo que os de Esquerda sejam mais dados à pedofilia do que os de Direita. Isto de taras e manias sexuais, não escolhe ideologias, penso eu. Qualquer comunista, socialista, social-democrata, populista ou fascista pode sentir impulsos malsãos de índole fornicatória. É humano, que fazer.

Portanto, em termos individuais, qualquer um, de qualquer tendência doutrinal, pode ser pedófilo.

O que digo é que os de Esquerda, Esquerda liberal pelo menos, têm mais tendência para ceder a esses anelos, ou, até, para experimentar os anelos dos outros, só por curiosidade, aquela curiosidade que tantas e tantas vezes se ouviu louvar, nos meios de comunicação social, com o argumento de que «ai, devemos experimentar de tudo...».
Ora, quem defende este princípio e é sincero para consigo mesmo - pelo menos um bocadinho - a experimentação de actividades sexuais eventualmente repulsivas não estará, de todo, fora de hipótese. É só somar dois mais dois.
E aquilo que leva a tal experimentação pode ser um conselho de um amigo, por exemplo, ou, mais provavelmente, uma questão de moda. Não me custa crer que, no seio de uma certa «elite» sócio-económico-cultural urbana, se tenha tornado sinal de secreto bom gosto provar sexo com rapazinhos.

Já Aristófanes, mais de três séculos a.c., fazia notar a presença de certo tipo de vícios sexuais no seio da «intelectualidade» urbana, liberal de princípios e de atitudes...

Assim, não custa acreditar que os figurões de Esquerda implicados no processo Casa Pia possam ser muitos, muitos mais.

Dir-se-á talvez que a pedofilia é um caso à parte, porque se trata de actividade criminosa.
Mas porque é que se trata de actividade criminosa?
Porque a moral vigente assim o determina.

E é bem conhecido o desprezo da Esquerda liberal pela moral vigente que tenha uma origem conservadora...

A pedofilia pode ser crime agora, mas vejamos o que acontece dentro de alguns anos. Ao fim ao cabo, não é verdade que desde há muito se observa, nas sociedades ocidentais, uma tendência crescente para dar mais e mais liberdade de escolha às crianças?

E quem é que acredita que crianças de doze ou treze anos «não sabem o que fazem» em matéria de sexualidade? Há ainda quem pense que o petiz adolescente é um ingénuo coitadinho? Quando, em 2004?
Nem há vinte anos, que se falava muito menos de sexo, e os putos sabiam muito menos, quanto mais hoje.
E não é verdade que circula, por aí, à meia-boca, que há uma «cultura» da sodomia na Casa Pia, mesmo entre os alunos, sem ser necessária a intervenção de gente mais velha?
E atenção que nem todos os rapazes da Casa Pia andavam envolvidos nisso... só alguns. Como em toda a parte, só alguns.

A meu ver, os rapazes de doze ou treze anos que vivem nos meandros da pedofilia, sabem o que têm feito. E duvido que todos eles sejam forçados a fazê-lo.
Lembro-me de ter visto, de relance, na publicidade a um documentário televisivo que ia ser emitido, um homem, barbudo, alemão, creio, a dizer que os adolescentes que se relacionavam sexualmente com homens mais velhos, faziam-no de sua livre vontade. E eu acredito.

Por conseguinte, não me admira o que neste momento está a ocorrer, e não me admira também que, a pouco e pouco, alguns mestres da argumentação, argutos como raposas, bem colocados nos «mé(r)dia», consigam introduzir, na mente das pessoas, a ideia de que os jovens, despertando sexualmente em níveis etários cada vez mais baixos, «também tenham direito à sua sexualidade!».

E, então, num dia futuro em que tal ponto de vista triunfe, estes tempos que agora vivemos serão vistos como nefanda idade das trevas, marcada por uma caça às bruxas mccarthyana... «coitadinhos dos pedófilos, autênticos Giordanos Brunos do século XXI, que foram tão perseguidos pelos retrógados moralistas sexualmente reprimidos!»

domingo, janeiro 04, 2004

Não, em qualquer dos casos...

Sobre a carta anónima....

Pode ser levada em consideração? Não.

E seria uma grande surpresa se o que diz fosse verdade?... Se calhar, também não...

sexta-feira, janeiro 02, 2004

PRIMEIRO DE JANEIRO

Vejamos o que nos traz este novo ano...

Continuem a ler este blog, caros leitores, que vão continuar a gostar.